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David Brock, fundador e diretor Media Matters, teve de pagar aproximadamente 1 milhão e meio de reais para seu ex-parceiro gay William Grey. Mas isso não foi o suficiente, e o caso está agora na polícia e nos tribunais.
David Brock, fundador e diretor Media Matters, organização ultra-esquerdista

Media Matters é uma organização ultra-esquerdista dos Estados Unidos dedicada a atacar organizações conservadoras, inclusive o WorldNetDaily, ou WND, cujos artigos sempre divulgo no meu blog.

A missão de Media Matters é levantar suspeitas, promover difamações muito bem orquestradas e lambuzar ao máximo a reputação de organizações conservadoras. É um comportamento tipicamente esquerdista ou homossexualista, conforme você preferir.
Agora, o diretor do Media Matters está envolvido num escândalo — que deveria deixá-lo ocupado demais para prosseguir seus chiliques e ataques aos conservadores. David Brock descartou seu antigo amante e arrumou um novo parceiro gay, James Alefantis, um empresário do setor de restaurantes em Washington.
O ex-amante William Grey, que viveu com o dono do Media Matters durante mais de 10 anos, foi tomado por uma incontrolável fúria gay.
Grey teria primeiro avisado Brock para atender às suas exigências num email de 2008. “Por favor, termine isso hoje mesmo, de modo que eu não desperdice meu tempo mandando um email a alguém — Biden, Coulter, Carlson, Huffington, Drudge, Ingraham,” Grey escreveu.
Num email de 2010, Grey ameaçou delatar o que ele presumivelmente viu como problemas financeiros do Media Matters dignos da atenção da Receita Federal e dos que faziam generosas doações para Brock.
“Esse negócio vai feder para você se você não resolver isso agora”, escreveu Grey.
A pior coisa entre gays é briga por causa de um novo namorado. Por que acha que a violência doméstica gay leva a tantos assassinatos — inchando a imaginação maldosa dos que querem atirar o rótulo de “crime homofóbico” ao primeiro sinal de gay assassinado?
Se a briga resultar em assassinato, aí a imprensa esquerdista atacará WND e outros conservadores com suas habituais acusações de incitação de “homofobia” como motivação para um assassinato cometido por outro gay.
Contudo, até o momento Grey apelou apenas para a extorsão.
Outros recorrem ao assassinato mesmo. E poderia chegar a isso, porque a segunda coisa pior é um gay cujas reivindicações não são atendidas.
Para evitar maiores dores de cabeça com o ex-parceiro, Brock lhe deu quase 1 milhão e meio de reais, extraídos da venda de sua casa de praia no valor de quase 3 milhões de reais. Mas o ex-amante quis mais, muito mais, provando conclusivamente que um gay reivindicante ou traído é insaciável, birrento, chiliquento, intolerável e intolerante.
Por causa das reivindicações insaciáveis do amante traído, o caso agora está na polícia e nos tribunais. Enquanto estão brigando, Media Matters presumivelmente ficará ocupada demais para atacar os conservadores e o meu site favorito: WND!

O último desejo de um homem sem-teto, antes de morrer, era ver seu cão mais uma vez.

Yurtie, uma cadela, que morava com Cedar Rapids McClain Kevin de 57 anos, em seu carro.

Infelizmente, Kevin ficou doente com câncer de pulmão.

Funcionários do hospital dizem que o encontro foi muito comovente. Kevin morreu logo após o encontro com o seu amigo.

“Casamento gay? Farei assim que a lei permitir”, diz pastor
Aldo Quintão, 49, é um pastor, ou reverendo, com preferem os anglicanos, bastante polêmico. Casado há 23 anos e com um filho de 22, ele ficou famoso por fazer casamentos, inclusive de celebridades. Um dos mais disputados foi o casamento do cantor sertanejo Bruno.
Ele diz que já celebrou mais de 3.000 cerimônias, a maioria deles na Catedral Anglicana, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Na igreja que lidera, diz que conquistou fiéis com um discurso inclusivo.  Na contramão da maioria dos líderes evangélicos, ele defende o direito ao aborto e a igualdade para os gays.
Depois de aparecer em programas de TV, inclusive no Programa de Jô Soares, ele viu a agenda de sua igreja para cerimônias de casamento ficar lotada. Para este ano, não há mais vagas nas sextas e sábados. Entrevistado pela Folha de São Paulo, fez algumas declarações que destoam do discurso da maioria dos sacerdotes brasileiros.
O brasiliense Aldo diz que gosta de debater questões polêmicas e defender as minorias. “Temas como o direito ao aborto, os estudos com células-tronco, o respeito aos gays e o uso de anticoncepcionais devem ser abordados. Quero discutir o que é o mundo contemporâneo –e não o que é a igreja”, diz ele.
Para o pastor, os brasileiros ainda são muito conservadores enquanto família, mas enfatiza que em sua igreja “Todos são bem-vindos. Inclusive gays assumidos, divorciados e fiéis desiludidos com outras religiões”.  Aldo entende que o mundo moderno é marcado por uma sociedade plural. E afirma que “Na minha leitura do Evangelho, todo mundo tem o direito de ser feliz. Aqui, as pessoas sentem que as diferenças são respeitadas”.
Perguntado sobre seu sucesso como “casamenteiro”, enfatiza “Casei evangélicos, hindus, judeus, muçulmanos, grávidas, desquitadas e por aí vai. Casamento gay? Farei assim que a lei permitir”. A igreja anglicana foi uma das primeiras do mundo a ter uma postura mais “inclusiva” sendo favorável à ordenação de homossexuais para o sacerdócio. Isso gerou um cisma que enfraqueceu a Igreja fora da Europa.
Dos 70 milhões de anglicanos no mundo, cerca de 100.000 vivem no Brasil. A igreja anglicana, ou episcopal como também é chamada, nasceu na Inglaterra. Sua fundação é atribuída a Henrique VIII, que rompeu os laços com Roma após ter seu pedido de divórcio negado.
Os anglicanos observam os sete sacramentos e acreditam na Santíssima Trindade. No entanto, seus sacerdotes não estão obrigados ao celibato. Em geral defendem o uso de contraceptivos e realizam casamentos entre divorciados. Aldo calcula que um terço dos casamentos celebrados por ele são entre divorciados, o que muitas igrejas não concordam em fazer.

Folha de São Paulo-  ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

O paciente deita no divã e pede: não quer mais ser gay. O psicólogo deve ajudá-lo a reverter a orientação sexual? Parlamentares evangélicos dizem que sim e tentam reverter uma resolução do Conselho Federal de Psicologia.

Um projeto de decreto legislativo quer sustar dois artigos instituídos em 1999 pelo órgão. Eles proíbem emitir opiniões públicas ou tratar a homossexualidade como um transtorno.

Segundo o projeto do deputado João Campos (PSDB-GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica, o conselho “extrapolou seu poder regulamentar” ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.

O conselho de psicologia questiona se o projeto pode interferir na sua autonomia. Para o presidente do órgão, Humberto Verona, estão lá normas éticas para combater “uma intolerância histórica”.

Deve-se curar a “síndrome de patinho feio”, e não “a homossexualidade em si”, diz Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Para ele, é o preconceito que leva um gay a procurar tratamento.

“[Ninguém diz] ‘cansei de ser hétero, vim aqui me transformar’”, completa Verona.

FREUD EXPLICA?

O estudante de direito e homossexual Fábio Henrique Andrade, 18, foi mandado para o psicólogo pela primeira vez com dez anos. O filho deveria “tomar jeito” antes que virasse gay, na opinião de sua família adotiva.

A voz fina tirava o pai do sério.E também o fato de ele só brincar com as meninas.

Para o pastor e deputado Roberto de Lucena (PV-SP), cruel é deixar “um homem em conflito” ao léu psicológico. Ele é relator do projeto de Campos, hoje sob análise da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.

A princípio, Lucena crê que os pais têm o direito de mandar seus filhos para redirecionamento sexual. Mas reconhece que o tema deve ser discutido em audiência pública, prevista para as próximas semanas em Brasília.

GOSPEL Foto/Imagem Militantes recusam a cristã Claudia Leitte como madrinha de Parada Gay Noticia brasil

A cantora Claudia Leitte foi escolhida para ser madrinha da Parada do Orgulho LGBT de Salvador. Porém militantes de grupos ligados a movimentos LGBT criticaram a escolha da artista e fizeram um abaixo-assinado online onde ativistas que não estão contentes com a escolha pedem que o Grupo Gay da Bahia (GGB), organizador do evento, repense seu convite à artista.

O abaixo-assinado, criado no site peticaopublica.com.br, afirma: “Claudia Leitte e seu marido declararam que NÃO gostariam que o filho fosse gay , mas que fosse MACHO (sic), e embora a cantora tenha buscado retratar-se em seu blog, a retratação apenas reafirmou sua posição diante da questão LGBT, o que nos faz ficar certos de que a cantora não tem nenhum envolvimento com a causa LGBT”.

O documento on-line prossegue ainda justificando a rejeição à escolha da cantora: “Neste ato, nós militantes em defesa da plena cidadania e igualdade de direitos LGBTs, envolvidos na luta pelo combate a homofobia e a transfobia, solicitamos ao prof. dr. Luiz Mott e demais representantes do GGB (Grupo Gay da Bahia), pessoas com admirável histórico de luta, de reconhecido esforço e incansáveis na defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil, que repensem a escolha da cantora Cláudia Leitte para ser a madrinha da 11ª Parada LGBT da Bahia” .

Outro detalhe que provavelmente incomodou os militantes é o fato de a cantora, apesar de rejeitar ser associada a religiões, ser conhecida por sua fé e já ter afirmado acreditar em Jesus como seu salvador.



“Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniqüidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno. A língua, porém, ninguém consegue domar. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. 
Acaso pode sair água doce e água amarga da mesma fonte?
Meus irmãos, pode uma figueira produzir azeitonas ou uma videira, figos? Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce.” Tiago 3:5,6,8,11 e 12

Durante a descrição desses 12 versículos sobre a língua; o que ela é e o que pode fazer, Tiago ecoa a ênfase que Jesus dava sobre a importância das nossas palavras na vida diária – Mateus 12:33/37 – (Ver Nota 1)

O que Jesus nos ensina nos versos 36 e 37 de Mateus, é que até mesmo as palavras de “brincadeira”, “sem cuidado”, têm importância eterna. A Bíblia nos deixa claro que pecados verbais como mentira, fofoca ou os insultos; são condenados do mesmo modo como: Adultério e Assassinado (2ª Cor 12.20 / 1ªTm 1:10 e o principal: “Ver Nota 2)

“Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que comentem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e TODOS OS MENTIROSOS – o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Está é a segunda morte” – Ap 21:8

Quero aqui enfatizar alguns versículos que EU, com minha fecal opinião ser os “chaves”

Nos versos 3 a 5, Tiago enfatiza que a língua é uma parte pequena do corpo, porém capaz de fazer grandes estragos. Por isso usa algumas metáforas de experiências comuns, ilustrando que grandes resultados podem ser alcançados por pequenos meios.

É preciso cuidar com o que andamos falando em nossas “rodinhas de amigos”, mantendo uma boa conduta e sendo exemplo.

No verso 6, Tiago refere-se a “língua como fogo”. Essa comparação mostra que uma língua sem freios é semelhante ao incêndio que consome descontroladamente: “NÃO TEM LIMITES”. Não sejamos como o homem depravado, no qual tem palavras caluniosas e vendicativas.

O homem sem caráter maquina o mal, suas palavras são um fogo devorados – Pv 16:27

Se formos como um “homem depravado”, contaminamos as pessoas (inclusive com blasfêmia, mexirico, malícia, mentira etc.), pois a má conversa macha e corrompe o bom caráter.

Tiago ao enfatizar que “não se tem domínio na língua”, refere-se que é mais fácil domar o animal selvagem. Um exemplo ótimo, pois até o leão “Rei dos animais”, é “domado” e obedece. Já nossa língua é DIFÍCIL, pois somos maus, hipócritas e pecadores, nosso coração é cheio de perversidade.

“Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam”. “Veneno de serpentes está em seus lábios. Suas bocas estão cheias de maldição e amargura” – Romanos 3:13-14

E os versos 11 e 12, a semelhança é a mesma feita por Jesus em Mateus 7:6(Ver Nota 3)

É preciso decidir qual lado ficaremos. Os que falam coisas boas ou más. Os que são bênçãos ou maldição. Os que falam a verdade ou a mentira. Os somos de Jesus ou do diabo. Saia de cima do muro e escolha o seu lado HOJE.

E lembre-se do que Tiago 1:19 diz:

“Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se”

Precisamos ouvir mais, aquele que ouve atentamente a palavra da verdade, progride em piedade.

Nota 1 – Mateus 12:33/37: ”Considerem: uma árvore boa dá bom fruto; uma árvore ruim, dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto.
Raça de víboras, como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do que está cheio o coração. O homem bom, do seu bom tesouro, tira coisas boas, e o homem mau, do seu mau tesouro, tira coisas más. Mas eu lhes digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois por suas palavras você será absolvido, e por suas palavras será condenado”.

Nota 2 – 2ªCoríntios 12:20: “Pois temo que, ao visitá-los, não os encontre como eu esperava, e que vocês não me encontrem como esperavam. Temo que haja entre vocês brigas, invejas, manifestações de ira, divisões, calúnias, intrigas, arrogância e desordem”

Nota 2 – 1ªTimóteo 1:10: “para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina”

Zenit

Richard Cohen, psioterapeuta nos Estados Unidos, apresentou seu trabalho na Espanha Comprender y sanar la homosexualidad (compreender e curar a homossexualidade), no qual, deixa aos homossexuais, que querem deixar de sê-lo, uma mensagem de esperança: “Nunca desista, a mudança é possível”.

Baseia-se também na sua própria experiência, já que ele mesmo foi homossexual. Antes de iniciar uma movimentada agenda de promoção do seu livro publicado pela LibrosLibres, Richard Cohen concedeu umas declarações à Zenit. Apresentamos a entrevista.

***

É verdade que a pessoa nasce homossexual?

- Richard Cohen: De acordo com a Associação Americana de Psicologia (APA), não se nasce necessariamente com a atração pelo mesmo sexo: “Apesar de que se tenham investigado muito as possíveis influências genéticas, hormonais, do crescimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, não há evidências que permitam os cientistas concluir que a orientação sexual esteja determinada por um ou por mais fatores concretos. Muitos acreditam que tanto a natureza quanto a educação desempenham um papel complexo. A maioria das pessoas sentem que tiveram pouca capacidade de escolha da sua orientação sexual “, diz a Associação Americana de Psicologia.

Por que existem pessoas com atração pelo mesmo sexo?

- Richard Cohen: Mais de oitenta anos de literatura científica têm encontrado muitas razões pelas quais as pessoas experimentam sentimentos homossexuais. Sei isso pela minha própria vida, pela vida de centenas de pessoas com as quais trabalhei como terapeuta, e de outras milhares através dos nossos workshops de cura e aulas através de videoconferência.

Muitas pessoas não acham o modo de vida “gay” engraçado e gostariam de outro estilo de vida. Querem mudar os seus sentimentos homossexuais e ter família e filhos.

É possível a transição da homossexualidade para a heterossexualidade?

- Richard Cohen: Durante os últimos vinte e dois anos, como psicoterapeuta na International Healing Foundation, tive um sucesso notável ajudando homens e mulheres a resolverem sua atração indesejada à pessoas do mesmo sexo e realizar seus sonhos de heterossexualidade.

Como?

- Richard Cohen: Nosso plano em quatro etapas para passar de gay para não gayfunciona se alguém estiver realmente interessado na mudança. Através do nosso programa, explicado no meu livro, as pessoas mudam de dentro para fora. Não é apenas a mudança de comportamento. Quando alguém identifica e corrige as feridas do seu passado, e experimenta o amor numa relação saudável e não sexual com pessoas do mesmo sexo, surge naturalmente o desejo heterosexual.

Você o tem visto no seu consultório…

- Richard Cohen: Eu experimentei isso pessoalmente e tenho observado a mesma transformação na vida de milhares de homens e mulheres com quem trabalhei como conselheiro, em seminários de cura ou aulas por videoconferência.

Os quatro ingredientes da mudança são:

1) motivação pessoal,

2) um tratamento eficaz,

3) o apoio dos demais,

4) o amor de Deus.

Por que o lobby gay não quer assumir que muitas pessoas homossexuais sofrem por seus sentimentos e querem ser livres para fazer a transição?

- Richard Cohen: Os ativistas homossexuais trabalharam duro para evitar que os profissionais da saúde médica e psicológica  oferecessem a sua ajuda àqueles que experimentam atração indesejada pelo mesmo sexo. A razão é que os homossexuais sofrem muitos preconceitos. Tudo o que eles querem é ser amados e aceitos. Portanto, desenvolvem a teoria de que ser gay é algo inato e imutável e não pode ser alterado. Mas isso não é cientificamente exato.

Qual é então o medo de falar de mundança?

- Richard Cohen: Quando afirmo que é possível mudar de homossexual para heterossexual, os homens y mulheres gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais sentem-se ameaçados. Compreendo a sua preocupação. Eu sofri discriminação e preconceitos, quando vivia como gay. Sinto o mesmo amor e compaixão por todos os homens e mulheres homossexuais, por aqueles que vivem uma vida gay e por aqueles que procuram uma mudança para viver uma vida heterossexual. Todo mundo é livre de decidir a vida que quer viver. Respeitemo-nos uns aos outros em um espírito de amor e verdade. É um direito humano de autodeterminação e de liberdade de expressão.

No seu livro, você diz que, para essa transição, é preciso curar as feridas emocionais. Que feridas são essas?

Richard Cohen: Se você estuda a literatura científica, vai encontrar os diversos fatores que levam alguém a se sentir atraído pelas pessoas do seu próprio sexo. Se você conversar e escutar os gays e as lésbicas, vai encontrar as similitudes nas suas origens.Eu explico no meu livro dez causas potenciais que levam homens e mulheres a ter sentimentos homossexuais.

Quais são?

Richard Cohen: Ninguém nasce, essencialmente, com sentimentos homossexuais.

Ninguém simplesmente escolhe ter atração pelo mesmo sexo. Existem muitas razões para alguém se sentir atraído pelo mesmo sexo. Algumas causas potenciais dos sentimentos homossexuais são:

1) a carência de vínculos entre o filho e o pai, ou entre a filha e a mãe;

2) o temperamento hiper-sensível;

3) a identificação exagerada entre o filho e a mãe, ou entre a filha e o pai;

4) a falta de conexão com os companheiros do mesmo sexo, garotos que não se sentem à vontade com outros garotos, e meninas que não se sentem à vontade com outras meninas;

5) o abuso sexual. Estas são só algumas experiências que podem levar alguém a desenvolver a atração pelo mesmo sexo. Nunca é uma coisa só que leva aos sentimentos homossexuais.

Então existe uma causa nos pais?

Richard Cohen: Não é a educação dos pais, em si mesma, que gera sentimentos homossexuais, mas a percepção que a criança tem dessa educação. Subjazendo à atração pelo mesmo sexo, nós temos dois pontos principais: 1) traumas que não foram resolvidos no passado; 2) necessidades legítimas de amor por pessoas do mesmo sexo. Esses dois pontos conduzem à atração pelo mesmo sexo.

É possível prevenir a orientação homossexual?

Richard Cohen: Sim. No meu livro Gay Children, Straight Parents, eu explico como a família e os amigos podem ajudar as pessoas atraídas pelo mesmo sexo a mudarem e realizarem o seu destino heterossexual. Como nós conhecemos o que produz os sentimentos homossexuais, é fácil entender a forma de ajudar os homens e as mulheres homossexuais.

Em outras palavras: um menino recebe o seu senso da masculinidade em primeiro lugar do seu pai, e depois dos parentes e companheiros homens; e uma menina recebe o senso da feminilidade primeiramente da sua mãe, e depois das parentes e das companheiras mulheres.

Depois, quando o garoto atravessa a adolescência, surgem naturalmente os desejos heterossexuais. Neste último livro, eu descrevo doze princípios que a família e os amigos podem aplicar para ajudar os seus entes queridos homossexuais a conseguirem atingir a sua verdadeira identidade de gênero. Funciona se você seguir o programa. Nós conseguimos um grande sucesso ao longo dos anos.

Por que sua fé em Deus foi tão importante e decisiva para sua transição da homossexualidade para a heterossexualidade?

- Richard Cohen: Realmente não foi a minha fé em Deus que me ajudou a curar e sair da homossexualidade. Foi a confiança de Deus em mim que me ajudou a mudar! Por muitos anos, eu achava que era a pior pessoa do mundo porque tinha sentimentos homossexuais. Ouvi dizer que a homossexualidade era o pior “pecado”. Mas finalmente percebi que Deus me amava incondicionalmente. Quando senti o seu amor, me tocou no mais profundo da alma e comecei a curar.

Passamos do ridicularizar e silenciar os homossexuais a aceitar quase todas as idéias do lobby gay. Você acha que muitas organizações médicas e religiosas deveriam pedir desculpas aos homossexuais por não ajudá-los no passado, e nem fazê-lo agora por medo de serem demonizados se eles não se dobram ao politicamente correto?

- Richard Cohen: Muitas organizações religiosas, médicas e psicológicas deixam que a criança escorregue pelo ralo da banheira. Abdicam das suas crenças fundamentais em nome da tolerância. Ao invés de pedir desculpas aos homossexuais por seus erros passados, mudam as suas crenças. Isso não é útil e nem agradável para a comunidade homossexual.

Então?

- Richard Cohen: Temos que pedir desculpas por nossas palavras e comportamentos ofensivos do passado, e oferecer-lhes o presente do nosso amor e compreensão, que ajudará verdadeiramente que todos os homossexuais se descubram a si mesmos em toda a sua verdade e autenticidade. Quando o fizermos, surgirá em todos nós uma mudança real e duradoura.

O que você diria a uma pessoa com sentimentos homossexuais que sofre e quer mudar sua orientação?

- Richard Cohen: Entendo como você se sente. Passei por isso. Tenha esperança de que todos os seus sonhos serão realidade. Mudar é possível! Vivi uma vida gay e agora estou casado há trinta anos. Não desista. Se você seguir as quatro etapas da cura deCompreender y Sanar la homosexualidad, encontrarás a liberdade que você deseja. Nunca desista.


A edição desta semana da revista Veja publicou como matéria de capa a história de uma advogada evangélica que, através da influência do pai, que é pastor, aproximou pastores evangélicos de lideranças políticas em Brasília.
Segundo a reportagem da revista, Christiane Araújo de Oliveira passou a trabalhar no governo do Distrito Federal a convite do delegado aposentado Durval Barbosa, que mais tarde ficou conhecido por fazer parte do esquema de propinas que levou o governador do DF, José Roberto Arruda, à cadeia.
Christiane teria relatado em oito horas de gravações em áudio e vídeo que mantinha relações íntimas com políticos e pessoas de grande influência na República para obter favores e facilitações para a quadrilha chefiada por Durval Barbosa. Nas gravações, Christiane relata um relacionamento com o ministro do Supremo Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula.
Segundo a advogada evangélica, os encontros aconteciam em um apartamento onde eram armazenadas caixas de dinheiro usado por Durval para comprar políticos. Ela afirma ter entregado ao amante, em um desses encontros, a pedido de Durval, uma gravação em que ele aparecia efetuando pagamentos para políticos . A intenção era mostrar seu poder de barganha à liderança do PT. Toffoli negou ter recebido de Christiane as tais gravações: “Nunca recebi da Dra. Christiane Araújo fitas gravadas relativas ao escândalo ocorrido no governo do Distrito Federal” e afirmou que nunca havia ido ao apartamento mencionado por ela.
O ministro Gilberto Carvalho também é citado por Christiane nas gravações, dizendo que mantém amizade íntima com o secretário geral da presidência da República e que, quando ele era chefe de gabinete do governo Lula, ela teria pedido a ele que interferisse a favor do procurador Leonardo Bandarra, para que ele fosse nomeado Chefe do Ministério Público do Distrito Federal. O pedido, foi atendido, porém atualmente Bandarra está exonerado por ter sido mencionado nos processos que envolviam a máfia brasiliense e responde a cinco processos que estão correndo na Justiça. “Eu não estava nesse circuito do submundo. Estou impressionado com a criatividade dessa moça”, declarou Gilberto Carvalho à reportagem.
O envolvimento do pai de Christiane, o pastor Elói Freire de Oliveira, fundador da igreja “Tabernáculo do Deus Vivo”, em Maceió, aparece na campanha da então candidata a presidente, Dilma Rousseff. Christiane trabalhou no Comitê Central de Dilma, como encarregada de intermediar as conversas com as igrejas evangélicas.
Elói é chamado pelos políticos de Brasília como “profeta” e circula entre as principais figuras políticas do DF. A história de envolvimento de Elói começou com os convites para pregar em outras igrejas, e quando conheceu o pastor André Salles, responsável pela Igreja Evangélica Bíblica da Graça, foi apresentado a Gilberto Carvalho, ao ex-presidente Fernando Collor, ao ex-ministro Adir Jatene, ao governador de Alagoas, a Teotônio Vilela e a ex-ministra Marina Silva.
Com esses contatos, fez fama e facilitou a carreira da filha, que estava, nessa época, estudando direito e morando só em Brasília. Chegou a cobrar R$ 2 mil de cachê para pregar em uma igreja. Atualmente, Elói está afastado dos púlpitos por problemas de fígado, e os cultos da igreja Tabernáculo tem estado vazios, por causa de um suposto adultério cometido pelo pastor. Sua esposa, Maria de Fátima, chegou a se separar dele por alguns meses, e atualmente, coordena um grupo de oração em sua casa, às quartas-feiras.
Sua filha, Christiane, após ter trabalho no Comitê Central de Dilma, foi convidada para integrar a equipe de transição de governo, porém, foi demitida quando seu envolvimento com a máfia das sanguessugas foi descoberto pela equipe da presidente eleita. Segundo o procurador que colheu um dos depoimentos de Christiane, o material foi enviado à Polícia Federal para ser anexado às investigações da Operação Caixa de Pandora, e um segundo depoimento foi tomado pela própria PF, porém nenhuma das revelações de Christiane foi incluída de forma oficial no relatório das investigações.

Mike Overd Cristão que pregou contra homossexualidade é liberado da prisãoUm cristão, que tem pregado a palavra de Deus na rua foi inocentado das acusações de crime de ódio por comentários que ele fez contra a homossexualidade. Mike Overd foi preso no ano passado sob a Lei de Ordem Pública por dizer que “os homossexuais poderiam ser perdoados por Deus por seus pecados.”

A acusação foi feita contra ele após uma denúncia apresentada por Craig Nichols e Craig Manning, que passava por Taunton High Street, quando  Overd pregava.

Eles acreditavam que o pregador os tinha considerados “pecadores”, e se queixaram para a policia que prendeu Overd e o acusou de crime de ódio, que é considerado crime na Inglaterra.

Overd disse que havia sido intimidado por toda a experiência que tem como um pregador e expressou a sua decepção quando a polícia o prendeu em vez de protegê-la.

O pregador foi absolvido após os juízes concluírem que não havia intenção de causar alarme, assédio ou angústia. Overd disse que seu caso “nunca deveria ter sido interposto” perante o tribunal.

Os cristãos como eu, estão sendo perseguidos“, disse “Felizmente, os juízes viram à verdade do que aconteceu, mas esta acontecendo em uma escala mais ampla em nosso país”.

“Alguma coisa esta errada, Nick Lansley de Tesco pode insultar os cristãos, lendo um poema abusivos no You Tube sobre os atos homossexuais de Cristo, Abu Qata pode pregar sobre Jihad e morte aos judeus, mas a policia me prende, por ser um pregador cristão que se preocupa profundamente com Jesus Cristo pelo povo de Taunton”.

“Algo tem que mudar e espero que meu caso encoraje outros a não terem medo de falar no nome de Cristo”.

Andrea Minichiello Williams, diretor do Centro Legal Cristão (Christian Legal Centre), que defendeu Overd, disse que o caso é uma importante vitória para a liberdade de expressão.“Estamos determinados a lutar pela liberdade de falar e pregar o Evangelho”, disse ele.

“O próprio Senhor Jesus, se dirigiu diretamente aos pecadores, o discurso religioso precisa de proteção porque as pessoas não querem ouvir falar sobre o “pecado” e, portanto, tentam extinguir a liberdade de expressão.”

Bharathi Transexual pastoreia igreja evangélica na ÍndiaA primeira pastora transexual da Índia tem 25 anos de idade esta a cargo de uma pequena congregação localizada ao sul de Chennai, pertencente a uma denominação evangélica de corrente tradicional, cujo bispo cautelosamente declara que a constituição de sua igreja não restringe que um transexual tenha direito de ser ordenado a pastor.

A pastora Bharathi, conhecida apenas pelo primeiro nome, se declara abertamente transexual e lidera uma congregação localizada em Chengalpattu nos subúrbios de Chennai, capital do estado de Tami Nadu.

O jornal Christian Post, perguntou ao bispo Ezra Sargunam, presidente da Igreja Evangélica na Índia, se a Igreja tem elaborado uma política de decisões que permite ordenação de transexuais, ele respondeu que a constituição da igreja prefere o silêncio sobre este assunto.

No entanto, o bispo de 74 anos, que recebeu o Senhor Jesus Cristo quando tinha 18 anos de idade durante uma cruzada evangelística de Billy Graham em Chennai, disse que a ordenação de Bharani não deveria ser vista como parte de sua declaração de missão da Igreja (Declaração Política). A decisão de ordenação a favor de Bharathi se baseou em sua devoção e conduta excepcionais, disse ele.

Bharathi, que tem sido pastora por oito meses, é muito bem aceita por sua congregação“descobrimos que ela tinha certeza de seu chamado e missão”, disse Sargunam. “Até mesmo as pessoas de sua comunidade (não cristãos) a viram com uma deusa”. Os transexuais são muitas vezes condenados por ostracismo na sociedade indiana.

Bharathi nasceu e cresceu como menino, mas ele se via como uma menina, na qual fez sua vida se tornar muito difícil. “Uma irmã de uma congregação perto de nossa casa teve pena de mim e me levou lá”, disse Bharathi ao jornal de circulação nacional The Times of India.“Comecei a ler a Bíblia e a orar na igreja todos os dias. Me converti quando tinha 12 anos e fui batizada alguns anos mais tarde, ou seja no ano de 2000.”

Depois de ser ordenada pastora, começou a ministrar a outros transexuais dentro de sua localidade. “Formei uma equipe de pessoas para trabalhar comigo no meio dos transexuais em Chengalpattu, a fim de trazê-los para a Igreja e ajudá-los a permanecer livres de problemas”,disse

Nenhuma denominação ou igreja na Índia se opôs a ordenação de Bharathi. Questionado sobre se sua igreja será aberta para ordenar homossexuais e lésbicas, Sargunam disse “Não acredito que podemos apoiar isso”.

Do Padom: “Esse bispo ai esta completamente sem visão, não conhece a Bíblia Sagrada, ou já esta ‘gágá’”.

Em entrevista publicada pelo jornal O São Paulo nesta terça-feira, 1º, o Acebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, afirmou que a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de autorizar casamento de duas mulheres preocupa Igreja ao equiparar união de pessoas do mesmo sexo à família.

O STJ reconheceu, em julgamento concluído na terça-feira, 25, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Quatro dos cinco ministros da quarta turma do tribunal decidiram autorizar o casamento de um casal de gaúchas que vivem juntas há cinco anos e desejam mudar o estado civil.

A decisão que beneficia o casal gaúcho não pode ser aplicada a outros casos, porém abre precedente para que tribunais de instâncias inferiores ou até mesmo cartórios adotem a mesma posição.

Foi a primeira vez que o STJ admitiu o casamento gay. Outros casais já haviam conseguido se casar em âmbito civil em instâncias inferiores da Justiça.

Nesta entrevista, Dom Odilo explica as razões da preocupação da Igreja diante de tal decisão. Para o Cardeal, o casamento entre homem e mulher tem um papel antropológico e social insubstituível.

Veja a entrevista na íntegra:

O São Paulo: Como a Igreja vê a autorização, concedida pelo STJ na semana passada, a duas mulheres para se casarem formalmente no âmbito civil?

Dom Odilo Scherer : Vê com preocupação. De fato, a autorização dada pelo Superior Tribunal de Justiça, embora ainda não libere de maneira generalizada o reconhecimento da união homossexual como casamento, abre bem as portas para chegar a isso. Saem perdendo e ficam banalizados a família e o casamento, que têm um papel antropológico e social insubstituível. A união homossexual não cumpre o mesmo papel e não é justo equipará-la à família e ao casamento.

O São Paulo: A Igreja é contrária ao chamado “casamento gay”? Por quê?

Dom Odilo: Porque isso é contrário à natureza e também, objetivamente, contrário à Lei de Deus e, por isso, a Igreja nunca poderia dar a sua aprovação. A diferenciação sexual tem um sentido e revela um desígnio de Deus, que nós devemos acolher e respeitar. A união de duas pessoas do mesmo sexo quebra esse sentido. Pode-se dar o nome que se queira, mas isso nunca será verdadeiro “casamento”. Usando o mesmo nome e conceito que se emprega para o casamento entre um homem e uma mulher, acaba sendo introduzida uma confusão antropológica, jurídica e ética muito grande.

O São Paulo: Com o “casamento gay” passará a existir um novo tipo de família?

Dom Odilo: Não se trata de verdadeira família, pois falta algo de importante para ter essa identidade.Para coisa nova, nome novo. Se fosse usado um outro conceito, em vez de “casamento”, e uma outra convenção social para esses casos, em vez a da “família”, pelo menos a família e o casamento, no seu sentido verdadeiro, estariam preservados. Infelizmente, o Brasil está adotando a mesma confusão já introduzida em outros países. É lamentável e não creio que isso seja um passo adiante na civilização. O tempo dirá.

O São Paulo: E sobre o direito de pessoas do mesmo sexo que vivem juntas por algum tempo e constroem, juntas, um patrimônio… A Igreja reconhece o direito que elas teriam de assegurar esse patrimônio, no caso da morte de uma delas, por exemplo?

Dom Odilo: O direito ao patrimônio, constituído pelo esforço comum, já está assegurado pela legislação corrente; da mesma forma, o direito a se associar, para partilhar patrimônio e herança, também está assegurado. Não é preciso recorrer ao “casamento gay” para alcançar esses objetivos.

Lee Strobel

O Homem de hoje..

Rejeitou a igreja, mas isso não quer dizer que tenha também rejeitado a Deus.

Pode estar moralmente à deriva, mas, no fundo do coração, deseja uma âncora.

Opõe-se a regras, mas é sensível ao raciocínio.

Não entende o Cristianismo, mas também não conhece exatamente aquilo em que afirma acreditar.

Tem perguntas autênticas sobre assuntos espirituais, mas não acha que os cristãos respondam.

Não pergunta: “O Cristianismo é verdadeiro?”. No geral, ele pergunta: “O Cristianismo funciona?”.

Quem está longe de Deus não quer apenas conhecer algo. Quer ter um a experiência.
Não quer ser o projeto de alguém.Gostaria, porém, de ser amigo de alguém.

Expondo os Mitos e Fatos sobre o Homossexualismo
Sérgio era um típico adolescente, com calças largas, apetite de leão e cheio de atitude.

Pelo menos, era isso que seus pais pensavam. Mais e mais, no entanto, notavam que ele era diferente dos outros adolescentes. Desde o segundo ciclo do ensino fundamental, Sérgio não se sentia parte da turma. Parecia que os outros rapazes da sala só pensavam em esportes. Sérgio se interessava por música. Era mais baixo e magro que a maioria dos outros meninos, o que ficava evidente na aula de educação física e o deixava sem graça. A maioria de suas amizades era com meninas. Por algum motivo, ele tinha mais facilidade em se relacionar com elas.

No entanto, ele só percebeu o quanto era diferente quando foi chamado de “mariquinha” pela primeira vez. Foi um golpe duro no seu coração. Quando os outros acrescentaram o título de “bicha” à crescente lista de insultos, Sérgio se sentiu completamente humilhado. Ao chegar ao início do ensino médio, já fora praticamente banido da turma. Não conseguia expressar seus medos ao pai – na verdade, não se relacionava com ele. Então, lentamente, viu-se num mundo sem companheiros nem aceitação masculina. Logo, Sérgio começou a ansiar pela atenção dos meninos e a imaginar como seria ter o afeto de um rapaz. Começou a pensar que talvez os outros estavam certos … talvez fosse homossexual.

Qual é a sua história?
Você tem um amigo como Sérgio? Já incomodou alguém por ele ou ela ser diferente? Talvez você compartilhe a dor, o isolamento e a perplexidade que Sérgio sentiu. Neste caso, você não está sozinho. Hoje, muitos adolescentes conhecem alguém que luta com pensamentos e conduta homossexual — ou são tentados a entrar nesse tipo de vida. Para piorar a situação, alguns adolescentes se entregaram à idéia de ser gay. Uma pesquisa recente demonstrou que quase 12% dos alunos do ensino médio questionam sua orientação sexual — sem chegarem a uma conclusão definitiva.1

Pensando bem, eles não têm culpa. A televisão exalta a homossexualidade. As propagandas começam a retratá-la como algo normal. A moda promove estilos andrógenos, roupas unissex e até perfumes para homens e mulheres. As escolas ensinam que não há nada de errado nisso. O governo está considerando campanhas para promover tolerância.

Não é de admirar que tantos jovens tenham dúvidas quanto à identidade sexual!
Atualmente, muitos adolescentes ainda não experimentaram a alegria de ser rapaz ou moça. Você já experimentou? Você compreende seu valor aos olhos de Deus? A Bíblia diz que toda vida humana é preciosa porque foi feita à imagem de Deus. Você é único para Ele. Na verdade, todo ser humano tem valor — bebê em gestação, jovem, idoso, feio, com deficiência mental ou física e com qualquer outra forma humana possível.

“Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo”. — 1 Coríntios 6:19-20 Como cristãos, sabemos que a santidade da vida baseia-se no caráter de Deus — não em nossas características. Realmente não pertencemos a nós mesmos — fomos comprados por alto preço. Cientes disso, não devemos ser cruéis com os que são “diferentes de nós … inclusive homossexuais. Devemos tratá-los com amor, como Cristo fez. Entretanto, demonstrar bondade, respeito e amor pelos outros não significa que tenhamos de concordar com tudo o que fazem.

Contudo, o mundo tem outra opinião. Nossa era prega tolerância em todos os aspectos. Na verdade, parece que muitas pessoas acreditam que tolerância é a maior das virtudes. Então, qual é o problema com ela? O que significa exatamente? Uma das definições de tolerância é “empatia ou indulgência para com crenças ou práticas que diferem ou contradizem as suas”. Portanto, devemos tolerar pessoas com crenças ou práticas diferentes das nossas — ou, por assim dizer, de Deus?

O Dr. J. Budziszewski, professor e autor cristão, escreveu extensivamente sobre o assunto da tolerância para ajudar jovens crentes a compreender melhor suas convicções. Ele escreve: “Tolerância é discernir quais aspectos negativos serão aceitos, quando, por que e até que ponto, e ter a força de caráter para colocar isso em prática”.2 O autor traz à memória dos jovens que “eles não serão necessariamente intolerantes por expressarem convicções se o fizerem com humildade e bondade”.3

Compartilhe a verdade em amor.
Para compartilhar a verdade com alguém, é preciso não só se importar com a verdade, mas também com o indivíduo. Se você não demonstrar claramente que se importa com a pessoa, é provável que ela não lhe dê atenção. Em outras palavras, compartilhe a verdade em amor. Para isso é preciso conhecer a verdade. Deus, o Autor da verdade, tem algumas coisas a dizer sobre comportamento homossexual. Leia os seguintes versículos:

“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22).

“Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam”. (Romanos 1:24-28).

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”. (1 Coríntios 6:9-11).

“Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito”. (1 Timóteo 1:8-11).

“De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo”. (Judas 7).

“Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas, tornando-as exemplo do que acontecerá aos ímpios; mas livrou Ló, homem justo, que se afligia com o procedimento libertino dos que não tinham princípios morais (pois, vivendo entre eles, todos os dias aquele justo se atormentava em sua alma justa por causa das maldades que via e ouvia). Vemos, portanto, que o Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o dia do juízo, especialmente os que seguem os desejos impuros da carne e desprezam a autoridade. Insolentes e arrogantes, tais homens não têm medo de difamar os seres celestiais”. (2 Pedro 2:6-10).

Você também precisa saber a verdade sobre o homossexualismo. Atualmente, vários mitos e boatos chegam aos nossos ouvidos. Esse livreto o ajudará a desmentir os mitos e lhe dará os fatos sobre questões relativas ao homossexualismo, para que possa ajudar algum conhecido (ou a si próprio) a escapar da teia perigosa de mentiras que pode manter o indivíduo preso neste estilo de vida.

Mito 1: 10% da população são homossexuais.
Você já ouviu isso antes? Não acredite. Esse mito se espalhou quando defensores do homossexualismo começaram a citar erroneamente um livro famoso de Alfred Kinsey do final da década de 1940, chamado A Conduta Sexual do Homem (parece algo que se lê escondido para não passar vergonha, não é?). O objetivo de Kinsey era fornecer análise científica da sexualidade humana, sendo o homossexualismo apenas um dos vários aspectos comentados. Infelizmente, constatou-se mais tarde que seus métodos de pesquisa eram tendenciosos porque os homens entrevistados tiveram mais experiências homossexuais que o normal. Na realidade, 20 a 25% dos homens da pesquisa tinham passagem pela prisão e 5% podem ter sido garotos de programa.4 É como fazer uma pesquisa para descobrir a porcentagem da população que gosta de tomar sorvete e realizá-la numa sorveteria, entrevistando os clientes.

No livro, Kinsey comentou que “10% dos homens são quase que exclusivamente homossexuais por no mínimo 3 anos entre as idades de 16 e 55”.5 Kinsey também afirmou que apenas 4% dos homens entrevistados “são exclusivamente homossexuais a vida inteira, após o início da adolescência”.6 Você notou a diferença entre essas duas afirmações? Embora Kinsey tenha alegado que 10% dos homens têm experiências com o homossexualismo durante pelo menos 3 anos de sua vida, ele disse claramente que apenas 4% dos entrevistados permaneceram exclusivamente homossexuais pelo resto da vida. Entretanto, durante anos, os defensores do homossexualismo citaram Kinsey como autoridade absoluta proclamando que 10% da população realmente é homossexual. As pessoas acreditam no que querem acreditar.

Fato: Apenas 1 a 3% da população são homossexuais.7
Métodos sofisticados de pesquisa deixam bem claro que os 10% de Alfred Kinsey são completamente falsos. Confira:

+ Um artigo do Wall Street Journal, “Os homossexuais e o erro dos 10%”, demonstrou que menos de 5% da população já tiveram algum tipo de contato homossexual. Além dessa afirmação, também explica que “apenas 3% dos homens e quantidade bem menor de mulheres afirmam ser bissexuais ou exclusivamente homossexuais”. Essas descobertas vieram da análise de mais de 30 pesquisas nos Estados Unidos, Europa e Escandinávia.8
+ O Instituto Alan Guttmacher descobriu que 2,3% dos “homens sexualmente ativos entre 20 e 39 anos de idade tiveram algum tipo de atividade sexual com indivíduo do mesmo sexo nos últimos 10 anos”, e apenas 1,1% deles foram exclusivamente homossexuais nesse período de tempo.9

+ Milton Diamond da Escola de Medicina John A. Burns da Universidade do Havaí nos Estados Unidos afirma que, usando os dados mais amplos à disposição, os resultados ainda são de apenas “5 a 6% para homens e 2 a 3% para mulheres”. É importante entender que esse estudo representou todos os indivíduos que já tiveram algum tipo de conduta homossexual.10

Por incrível que pareça, até alguns indivíduos que se denominam homossexuais concordam que o mito dos 10% é falso. Por que alguns continuam a distorcer os fatos quando os 10%, apesar da popularidade, são simplesmente imprecisos?

Jill Harris, do movimento pró-gay ACT-Up, afirma sobre o mito dos 10%: “Acho que as pessoas sempre souberam que era um número fácil de dizer — ‘um em cada dez’ — e que era uma boa maneira de chamar a atenção das pessoas para nós”.11

Por que a verdade é tão importante?
Ao considerar os fatos sobre o número de pessoas homossexuais ou heterossexuais, você deve estar se perguntando: “Qual é a diferença?”. Bem, este é o problema: Ao dizer que uma em cada dez pessoas é homossexual, alguns ativistas gays estão divulgando uma mentira intencionalmente. Estão declarando ao mundo que o homossexualismo é “normal” e deve ser aceito como tal. Eles esperam que, se mais pessoas começarem a pensar assim, a identidade homossexual seja aceita pela maioria.

Mas, se pensarmos bem, esse raciocínio é infundado. Por exemplo, se 95% da população for alcoólatra, não consideraríamos isso normal ou aceitável. Outro exemplo de conduta sexual cujos adeptos gostariam de conquistar mais aceitação do público é a pedofilia (adultos que têm relações sexuais com crianças ou menores de idade). Acredite ou não, existem pessoas que consideram isso normal. Com o atual raciocínio do mito dos 10% usado pelos defensores do homossexualismo, poderíamos dizer que quanto mais as pessoas confessarem inclinação para com a pedofilia, mais “normal devemos considerar esse comportamento e mais devemos aceitar essa inclinação.

“Reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”. Provérbios 3:6

Como crentes, devemos nos perguntar que padrão seguiremos na vida. Aceitaremos as supostas normas criadas pela sociedade ou buscaremos a orientação de Deus e Sua Palavra? É claro que é difícil andar pelo caminho estreito, mas quando confiamos que Deus tem o melhor para nós — e seguimos Seus mandamentos — podemos receber Suas bênçãos e ter vida abundante … a vida que Ele planejou para nós.

Mito 2: Os homossexuais nasceram assim.
Será que as pessoas já nascem homossexuais? A controvérsia é enorme. É possível que muitos ativistas homossexuais se apeguem ao mito dos 10% comentado acima por desejarem que os outros acreditem que o homossexualismo é tão normal que algumas pessoas simplesmente nascem assim. Em 1993, uma revista conceituada de pesquisa, Science, publicou um estudo de Dean Hammer que ateou fogo a um mito gay, o qual explodiu como uma bomba atômica. Hammer afirmou que a ciência estava prestes a provar que o homossexualismo é congênito, genético e portanto imutável — variante normal da natureza humana.12

A mídia foi à loucura. Revistas e programas de TV publicaram manchetes e reportagens que sugeriam que os cientistas descobriram um “gene gay”. É claro que os repórteres incluíram afirmações relativas a essa possível descoberta para esclarecer que, na verdade, ela não havia acontecido — mas isso não ficou claro para os leitores! O público estava começando a ser persuadido.

Por que é tão importante para alguns ativistas homossexuais provar essa questão? Provavelmente, o principal motivo é que, se o mundo se convencesse de que algumas pessoas realmente nascem homossexuais, a sociedade veria a necessidade de o governo protegê-las como uma categoria especial de pessoas. Aos poucos, os governos de todo o mundo estão abraçando essa visão e concedendo direitos especiais à comunidade homossexual por causa de uma identidade comportamental e não uma identidade realmente genética.

Fato: Não há comprovação de que os homossexuais nascem assim.
Todas as descobertas coletadas de estudos sobre gêmeos, ligação genética e dissecação cerebral não podem comprovar que o homossexualismo é genético. Confira:

+ Dr. Charles W. Socarides, diretor da Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade, argumenta que já que psicólogos e pastores têm tratado o homossexualismo com sucesso, deve-se suspeitar da teoria da causa genética.13

+ Vários pesquisadores encontraram erros no famoso estudo cerebral de Simon LeVay feito em 1991 que tentava encontrar diferenças entre os hipotálamos (pequena parte do cérebro) de supostos homossexuais e de heterossexuais. Um pesquisador afirmou: “Seria eufemismo dizer que esse experimento é extremamente dúbio. LeVay tenta afirmar que encontrou diferença entre o cérebro dos homossexuais e dos heterossexuais quando, na verdade, nem tem certeza se há heterossexuais nesse grupo”.14

+ Em 1991, o psicólogo Michael Bailey e o psiquiatra Richard Pillard tentaram demonstrar que o homossexualismo ocorre com mais freqüência entre gêmeos idênticos que em gêmeos fraternos. O estudo continha erro grave: Todos os gêmeos avaliados haviam crescido juntos. Esses pesquisadores não compararam as descobertas com um grupo-controle de gêmeos criados separados. Se tivessem, descobririam outros fatores influentes, tais como ambiente familiar e relacionamento com os pais, sem mencionar o fato de que somente na metade dos casos dos gêmeos idênticos analisados ambos eram homossexuais. Portanto, se o estudo tivesse demonstrado que o homossexualismo em gêmeos era genético, ambos os gêmeos teriam de ser homossexuais em 100% dos casos.15

+ Em julho de 1996, cinco pesquisadores dirigidos por Dean Hammer no Instituto Nacional de Câncer publicaram um estudo que tentava ligar o homossexualismo masculino a região genética específica do cromossomo X. Todavia, o Dr. Joseph Nicolosi, diretor da Clínica de Psicologia Thomas Aquinas, comenta: “O homossexualismo é muito mais complexo que mera conduta e inclui muitas dimensões complexas, entre elas pensamentos, emoções, fantasias, atrações específicas e identidade”.16

+ Jeffrey Satinover, M.D. – no artigo “Existe um Gene Gay?” — escreve: “Não é possível saber o que as descobertas significam — se é que significam alguma coisa — já que orientação sexual simplesmente não pode se herdada da mesma forma direta que a cor dos olhos”.17

Por que a verdade é tão importante?
À medida que o mito de nascer gay se torna mais aceito pelos governos, a sociedade sofre as conseqüências. Por exemplo, nos próximos anos, veremos mais e mais políticos apoiando o casamento entre membros do mesmo sexo e enfrentando oposição cada vez menor. Possivelmente, os alunos aprenderão cada vez mais que é normal ter duas mães e que o homossexualismo é apenas mais uma forma de amar. Em breve, currículos educacionais poderão incluir estudos sobre lesbianismo, homossexualismo e transexualidade. Além dos recursos federais concedidos à pesquisa, prevenção e tratamento da AIDS, que equivalem aos recursos para a luta contra o câncer, os ativistas da AIDS também têm outras exigências: acesso a testes anônimos de AIDS; extinção de testes compulsórios de AIDS; criação de programa legal de troca de seringas; apresentação de informação sobre AIDS em todos os níveis escolares; e distribuição gratuita de preservativos para todas as idades.20

Sejamos francos: ciência é fato… não teoria. Então, quando a mídia toma posse de uma teoria de ligação genética com homossexualismo e a divulga como fato, ela engana as pessoas. Isso não é certo. Além disso, mesmo se no futuro comprovarem elo genético, isso não justificaria o comportamento nem o tornaria aceitável perante Deus.

O elo genético para algumas condutas não as torna normais ou corretas. Tome o alcoolismo como exemplo ou a propensão à violência. Embora apresentados como características congênitas, poucas pessoas, se é que existem, aprovariam esses comportamentos simplesmente por serem genéticos. A Palavra de Deus não dá abertura para qualquer tipo de atividade sexual exceto no contexto do casamento heterossexual.

Mito 3: Relacionamentos homossexuais não são diferentes dos heterossexuais.
Os defensores do homossexualismo querem manter esse mito no ar porque desejam que seus relacionamentos sejam tratados como os heterossexuais. Homens querem o direito de se casar com homens. Mulheres querem se casar com mulheres. Alguns desses casais adotam crianças. Alguns casais de gays realmente se amam — assim como casais de lésbicas. Então, será que relacionamentos homossexuais são diferentes dos heterossexuais? Você nem imagina.

Fato: Relacionamentos monogâmicos entre gays são raros, e os envolvidos estão mais propensos a contrair doenças graves.

A maioria dos homossexuais tem parceiros múltiplos durante toda a vida. Várias pesquisas descobriram que o homossexual é, em média, muito mais promíscuo que o heterossexual. Confira as descobertas de uma das maiores pesquisas, de A.P. Bell e M.S. Weinberg:

73% dos gays tiveram mais de 100 parceiros
58% dos gays tiveram mais de 250 parceiros
41% dos gays tiveram mais de 500 parceiros e
26% dos gays tiveram mais de 1.000 parceiros 21

Em outra pesquisa, dois pesquisadores homossexuais descobriram que 73% dos homossexuais adultos tiveram relações sexuais com rapazes de 19 anos ou menos.22 Isso se parece com o estilo de vida da maioria dos heterossexuais que você conhece? Duvido. Um homem que tivesse dormido com tantas mulheres assim seria considerado viciado em sexo. No entanto, isso aparentemente é o normal entre homossexuais. Alguns compararam o homossexual ao viciado em drogas — ambos os comportamentos exigem intensidade e empenho cada vez maiores para obter a mesma sensação.

Embora alguns promovam o mito de que relacionamentos homossexuais são iguais aos heterossexuais como fato, também existem membros da comunidade gay que admitem a falsidade dessa afirmação. Andrew Sullivan, reconhecido autor homossexual conservador, diz que casais gays seguem um padrão moral muito diferente dos heterossexuais. Segundo ele, seu padrão moral apresenta “maior compreensão da necessidade de escapadas extraconjugais”.23 Além disso, dois pesquisadores (que dizem ser um casal) chegaram à conclusão que relacionamentos homossexuais entre homens raramente sobrevivem se não aceitarem contato sexual externo.24

Por que a verdade é tão importante?
Deus criou o relacionamento exclusivo entre homem e mulher. Todavia, Ele condena relações sexuais antes do casamento tanto quanto relacionamentos homossexuais. Ambos estão fora da Sua vontade. Dizer que relacionamentos homossexuais são iguais aos heterossexuais é zombar do ato divino de criação e Sua ordenança do casamento. Ele criou o homem e a mulher um para o outro e disse que isso era “bom”. Quem diz o contrário está enganando as pessoas.

Mito 4: Heterossexuais correm o mesmo risco de contrair o vírus da AIDS que homossexuais.
Sem dúvida, todo indivíduo corre risco de contrair o vírus da AIDS, principalmente se “não é virgem, e se é, ou já foi, usuário de drogas injetáveis ou receptor de sangue e derivados”.25 Mas já demonstramos que, em geral, os homossexuais são mais promíscuos que os heterossexuais. Então, não é provável que os gays corram maior risco de contrair o vírus que os heterossexuais? Pode ter certeza.

Fato: A probabilidade de contrair o vírus da AIDS numa relação heterossexual sem preservativo é de 1 em 715.000. A probabilidade numa relação homossexual sem preservativo é de 1 em 165.26

Uau! Embora a AIDS tenha se tornado doença universal (e você corre o risco de pegá-la se for sexualmente ativo fora do casamento), não se pode negar que a probabilidade de infecção é bem maior para o homossexual. Confira:

+ Uma pesquisa de 1992 pelo Centro de Controle Epidemiológico Americano revelou que embora 50% dos homossexuais do sexo masculino tivessem tido mais de 500 parceiros, a média de parceiros dos soropositivos é de 1.100.27
Por que a verdade é tão importante?
É muito arriscado divulgar o mito de que homossexuais não correm maior risco de contrair AIDS que os heterossexuais. Vidas estão em jogo! Sem dúvida, os homossexuais correm outros riscos: isolamento, tristeza, perplexidade, desilusão, abandono, etc. Quem vive fora da vontade de Deus — quer experimentando homossexualismo, quer se apegando a outro pecado — sofre os efeitos de alguma forma. O pior resultado da vida pecaminosa é não ter paz com Deus.

+ “Por incrível que pareça, alguns gays têm relações sem preservativos porque desejam contrair o vírus HIV — ou pelo menos querem se arriscar. O perigo pode ser erótico, até mesmo a ameaça de contrair doença fatal”, segundo artigo da revista Newsweek. O artigo também cita um aluno que disse: “Quem tem AIDS ou HIV é tratado como celebridade. É como herói na batalha… Sair com um soropositivo, é como estar como uma pessoa mais importante”.28

+ Pesquisas têm demonstrado que o sistema imunológico do corpo se deteriora pela exposição contínua a sêmen durante relações sexuais anais. Além disso, a dilaceração da pele que ocorre nesse tipo de relação expõe o indivíduo a infecção por diversas doenças graves e fatais. Entre elas, a AIDS é a mais conhecida e perigosa.29

Mito 5: Homossexuais são pessoas normais e saudáveis.
É incrível o número de pessoas que dedicam a vida inteira a “conquistar tudo”. Querem as melhores roupas, os carros mais velozes, as maiores casas e as contas bancárias mais astronômicas. Provavelmente, o que realmente desejam é serem aceitas e admiradas. Os homossexuais querem o mesmo. Foram feridos pela rejeição e, em geral, fazem qualquer coisa para parecerem “normais”. Mas, ironicamente, a intolerância da sociedade não é o motivo do comportamento arriscado dos homossexuais. Na realidade, tal conduta tende a ser mais intensa onde os homossexuais enfrentam menor censura — cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro ou universidades com maior proporção de homossexuais. John Paulk, especialista em homossexualidade e gênero da Valor Para a Família, diz: “Pela minha experiência, promiscuidade, abuso de drogas, suicídio e AIDS são mais freqüentes onde o homossexualismo é mais aceito”.

Fato: Muitos homossexuais têm relações sexuais com desconhecidos e celebram a obsessão sexual.31
Existem diversas áreas em que o homossexual comum difere do heterossexual comum. Os fatos falam por si mesmos. Confira:

+ Richard Howe, no artigo “Homossexualidade na América: Expondo os Mitos”, revela as mentiras divulgadas pela agenda homossexual. Ele escreve: “A campanha engenhosa e bem-sucedida de relações públicas mascara a verdadeira aparência do estilo de vida homossexual. Isso é demonstrado por duas fontes [incontestáveis]: ex-homossexuais que descrevem o estilo de vida homossexual típico e filmagens de outros homossexuais em eventos públicos”.32

+ O colunista Matt Kaufman estudou o fenômeno dos homossexuais que se atrevem a abandonar o homossexualismo. Segundo ele: “O problema vai além da promiscuidade. Homossexuais de ambos os sexos apresentam maior propensão ao uso de cigarro, álcool e drogas ilícitas que o restante da sociedade. Uma pesquisa abrangente da Revista Americana de Saúde Pública descobriu que 50% dos gays e 41% das lésbicas já usaram alucinógenos como LSD; e 79% dos gays e 82% das lésbicas já fumaram maconha”.33

+ Registros coletados pelo Wall Street Journal em 1994 mostram que os homossexuais são um dos grupos mais ricos nos Estados Unidos — não constituem um grupo de “pessoas comuns”. Sessenta por cento têm nível universitário comparados à média nacional de 18%. Quarenta e nove por cento têm profissão ou posição administrativa comparados à média nacional de 16%. Sessenta e seis por cento viajam para o exterior quando saem de férias comparados à média nacional de 14%.34

Por que a verdade é tão importante?
Paulo afirma no livro de Romanos que o homossexualismo é contrário à natureza. Mas alguns homossexuais dirão que sempre se sentiram atraídos por pessoas do mesmo sexo, ou seja, isso lhes parece natural. Infelizmente, os sentimentos não justificam as ações. O “pecado” é qualquer comportamento que desagrada a Deus. Vivemos num mundo caído e o pecado distorceu nossa percepção da verdade — então, o que uma pessoa considera natural ou normal não muda a verdade das leis morais divinas encontradas na Bíblia.

Homossexualismo é apenas sintoma da humanidade pecaminosa. Em nossa natureza deteriorada, temos desejo inegável de sermos completos, porém é por causa dela que buscamos o complemento no lugar errado. Se você está lutando contra sentimentos de atração pelo mesmo sexo, pornografia, inveja ou mentira, a tentação é rotular isso de “normal” ou “saudável” para tentar justificar o comportamento depravado. Entretanto, o rótulo não esconde as feridas profundas dos indivíduos presos a uma vida que desagrada a Deus. O único lugar onde se pode encontrar cura e plenitude é aos pés da cruz.

Mito 6: A Bíblia não condena o homossexualismo — apenas a promiscuidade.
Recentemente, várias denominações importantes abandonaram as interpretações bíblicas tradicionais e abraçaram o movimento gay cristão.

Algumas pessoas afirmam que as declarações de Paulo foram feitas para os crentes daquela época e deixaram de ser relevantes. Mas a Palavra de Deus — imutável e eterna (Isaías 40:8) — apresenta outro ponto de vista.

Fato: Deus condena claramente qualquer ato sexual fora do casamento heterossexual.
Deus criou a relação sexual apenas para a união entre homem e mulher no casamento. O primeiro capítulo de Gênesis diz: “Criou Deus o homem à sua imagem … homem e mulher os criou”. Nesse capítulo aprendemos por que fornicação, adultério e prostituição — assim como o “casamento homossexual” — são distorções do plano original de Deus para a sexualidade saudável. Confira:

+ O pecado do homossexualismo é condenado pela lei de Moisés: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22).

+ O relacionamento heterossexual é o único relacionamento aprovado por Jesus: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’? Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe”. (Mateus 19:4-6).

+ O primeiro capítulo de Romanos geralmente é considerado a censura mais completa e clara do homossexualismo na Bíblia. Também contém a única referência específica ao lesbianismo. “Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. (Romanos 1:24-27).

+ O conhecido autor Bob Davies dedicou-se ao ministério com indivíduos tentados pelo homossexualismo. Seu artigo, “O Que a Bíblia Diz?” (na revista Moody) explica passagens bíblicas como 1 Coríntios 6:9, que menciona “homossexuais passivos ou ativos” numa longa lista de pessoas que não herdarão o reino de Deus. Esse versículo em particular é claro — até começarem as discussões sobre o significado exato dessa frase no grego do Novo Testamento original. Davies escreve: “Ela se refere à prostituição masculina lasciva e sem compromisso ou a relacionamento amoroso permanente? O significado literal é ‘um homem que se deita com um homem’. Não há classificação. Toda conduta homossexual é proibida, independentemente do amor ou da lúxuria envolvida”.35

Por que a verdade é tão importante?
Há muitas distorções na sexualidade por causa dos efeitos do pecado. Elas resultaram em angústia e sofrimento para muitos. Sabemos com base na Bíblia que os praticantes de atos homossexuais receberão “em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:27). Bob Davies testemunhou isso no ministério com gays e lésbicas. Ele escreve: “O homossexual ceifa colheita amarga de sofrimento emocional e físico. Embora a AIDS não seja julgamento direto de Deus, é sem dúvida conseqüência devastadora do pecado”.36

Apesar de ser clara quanto ao homossexualismo, a Palavra de Deus também é bem clara na questão da sexualidade saudável. Sem dúvida você já ouvir dizer que Deus tem um plano para sua vida. Acredite se quiser: Ele também tem um plano para sua sexualidade! Ele planejou uma vida amorosa emocionante no casamento.

Mito 7: Relacionamentos de lésbicas são mais saudáveis que os de gays.
Geralmente acredita-se que mulheres que têm relações sexuais com mulheres correm menor risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis que gays. A maioria das pesquisas sobre os riscos de saúde associados à atividade homossexual trata de homens que têm relações com homens. Um dos motivos pela escassez de pesquisas sobre os riscos associados ao comportamento lésbico é que as mulheres relutam em admitir participação em atividades lésbicas.37 Todavia, existem algumas pesquisas que não apóiam esse mito.

Fato: Relacionamentos lésbicos são tão prejudiciais e arriscados quanto os gays.
A realidade é que a maioria das lésbicas não se relaciona exclusivamente com mulheres. Aproximadamente 2/3 das mulheres entrevistadas também tiveram relações sexuais com homens nos últimos cinco anos.38 A incidência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) entre mulheres bissexuais ativas é duas vezes maior que entre mulheres exclusivamente homossexuais.39 Outros estudos demonstraram que número considerável de lésbicas apresenta comportamento arriscado, o que aumenta o risco de contrair doenças. Confira:

+ Lésbicas e mulheres bissexuais apresentam índices elevados de conduta perigosa como uso de drogas e sexo em troca de drogas ou dinheiro”.40

+ A Liga Nacional de Programas Anti-Violência relatou que violência doméstica é tão comum em relacionamentos homossexuais, bissexuais e transexuais quanto em relacionamentos heterossexuais. (Relacionamentos lésbicos não foram excluídos.) O número de casos de violência doméstica nesses tipos de relacionamentos aumentou 41% de 1996 a 1998.41

+ “Uma DST preocupante é a vaginose bacteriana (VB). A prevalência de VB é significante e consistentemente maior entre lésbicas que heterossexuais”.42

+ “Produtos de sexo emprestados, contato oro-genital ou oro-anal e exposição a fluxo menstrual e fluídos corporais aumentam o risco de transmissão de patogenias entre mulheres que têm relações sexuais com mulheres”.43

+ Alguns relatórios afirmam que lésbicas têm índices mais altos de câncer de mama e ovário por diversos fatores como nuliparidade (qualidade de quem nunca deu à luz), gravidez tardia, altos índices de consumo de álcool e obesidade.44 Na verdade, Dra. Suzanne Haynes, chefe do departamento de educação de saúde do Instituto Nacional de Câncer, calculou que lésbicas “têm 33% de probabilidade de apresentar câncer de mama, comparadas a pouco mais de 10% para as mulheres em geral”.45

Por que a verdade é tão importante?
É importante que as mulheres saibam das conseqüências de suas escolhas. As lésbicas não estão isentas das realidades da promiscuidade, como o vírus HIV. Infelizmente, por causa da perpetuação desse mito, muitas lésbicas vão cada vez menos ao médico. Embora a maioria das heterossexuais vá ao ginecologista a cada 8 ou 9 meses em média, a média entre as lésbicas é 21 a 24 meses.46 Isso causa grande preocupação, pois “muitas lésbicas apresentam outros fatores de risco de displasia cervical, tais como diversos parceiros masculinos, relações heterossexuais precoces e fumo”.47

Mais uma vez, a Palavra de Deus fala claramente sobre as conseqüências do pecado. A única forma real de “sexo seguro” é a abstinência. Quer sinta-se atraído a alguém do mesmo sexo quer do sexo oposto, você pode tomar posição firme de pureza e experimentar recompensas por toda a vida. Vale a pena esperar pelo amor verdadeiro — não só por causa dos riscos da promiscuidade, mas porque Deus só abençoou o sexo no contexto do casamento heterossexual.

Mito 8: O homossexualismo é imutável.
Esse deve ser o mito mais devastador sobre o homossexualismo atualmente. Contudo, a maioria dos homossexuais acredita que seu estilo de vida está tão arraigado na sua identidade, que não podem fazer nada a respeito. No artigo, “Homossexualismo na América: Expondo os Mitos”, Richard Howe concorda que esse mito é destrutivo, pois leva ao abandono da esperança de livramento. Ele sugere dois motivos pelos quais os ativistas homossexuais promovem esse mito e não querem admitir a possibilidade de mudança:

Estariam admitindo que existem membros da comunidade homossexual que constatam o erro do homossexualismo e sua incapacidade de trazer felicidade e realização. O foco nesses homossexuais que querem mudar ressalta a imoralidade e destrutividade pessoal do homossexualismo.
Fato: Existe libertação do homossexualismo.
Na realidade, há número tremendo de homossexuais que mudaram. Confira:

Estariam negando a origem genética do homossexualismo. Quanto mais a comunidade homossexual puder convencer o público em geral de que o homossexualismo está fora de seu controle, mais tolerância ou até tratamento preferencial conquistará na sociedade.48

+ Dr. Reuben Fine, diretor do Centro para Treinamento Psicoanalítico de Nova Iorque, diz: “É paradoxal que, embora grupos homossexuais politicamente ativos neguem a possibilidade de mudança, todos os estudos de Schrenck-Notzing revelaram resultados positivos, independentemente do método de tratamento utilizado… uma porcentagem considerável de homossexuais assumidos se tornou heterossexual”.49

Por que a verdade é tão importante?
Deus deixa claras as conseqüências da perversão, tal como a conduta homossexual. Entretanto, como no caso de outros estilos de vida pecaminosos, o homossexualismo é perdoável se o indivíduo se arrepender de suas ações e buscar a Deus. Seu poder trará cura e restauração. Ele é capaz de intervir e transformar vidas. Essa é a mensagem que está sendo abafada atualmente: há libertação do homossexualismo por meio do amor incondicional e da graça de Jesus Cristo. É claro que o abandono do estilo de vida destrutivo — especialmente o que leva a vícios como bebida, fumo e sexo — é difícil. Na realidade, pode ser a tarefa mais árdua que alguém pode enfrentar. Contudo, há esperança com Jesus! Reflita sobre isto: o poder de Deus é incrível! Se Ele foi capaz de ressuscitar Jesus dos mortos, pode resgatar uma pessoa de qualquer situação.

+ A Associação Nacional para Pesquisa Psicoanalítica e Terapia de Homossexualismo, segundo o Dr. Joseph Nicolosi, psicólogo clínico dessa organização, acredita que o homossexualismo é reversível e problema de desenvolvimento tratável. 50

+ Existe inclusive o Dia Nacional do Ex-Homossexual, celebrado anualmente. O objetivo é “proporcionar visão cristã — mostrar às pessoas que muitos de nós abandonamos o homossexualismo, e que estamos dispostos a ajudar quem deseja fazer o mesmo”.51

+ Os homossexuais que passaram por uma agência da Exodus Internacional descobriram que Jesus Cristo é suficiente para transformar. “O princípio do caminho não é apenas o abandono do estilo de vida gay, nem tentativas de se relacionar com uma mulher ou mudar o relacionamento com homens; o princípio é entrar num relacionamento com Deus … Do ponto de vista dos que trilharam esse caminho, foi difícil, mas valeu a pena, pois ele leva a alegria, liberdade e realização pessoal”.52

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. 1 João 1:9

“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” 2 Coríntios 5:17

Você pode ajudar alguém com problemas com homossexualismo.
A melhor forma de ajudar alguém que luta contra o pecado do homossexualismo é orar! Peça a Deus que lhe dê oportunidade para demonstrar interesse pela pessoa e ore por força e coragem para compartilhar a verdade em amor. O Dr. Jeffrey Satinover tem obra extensa sobre a luta com o homossexualismo e já ajudou inúmeras pessoas a ajudar outras e a si mesmas. O texto seguinte foi adaptado de sua lista, “O Que Fazer… e Não Fazer”, extraída do artigo “Homossexualidade: Fatos versus Mitos”.53

1. Lembre que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Portanto, esteja disposto a compartilhar as suas próprias lutas e tentações.

2. Não condene. As pessoas não decidiram ter atração homossexual da mesma maneira como alguém decide morar em determinada cidade. Dizer o contrário é convencê-las de que você não entende nada sobre elas nem sente empatia. Saiba que a raiz do problema homossexual é a rejeição.

3. Não comece apontando os problemas do homossexualismo. Lembre que sermões raramente convencem as pessoas a abandonar o álcool e o fumo, mas não caia no outro extremo. Aceitação cega do homossexualismo como “opção” legítima pode parecer, a princípio, a única opção compassiva. Todavia, existem abordagens mais adequadas que demonstram interesse e sensibilidade e, ao mesmo tempo, lidam com a realidade da situação.

4. Procure evitar o problema antes que aconteça. Fale abertamente sobre homossexualismo com seus amigos ou pessoas chegadas que lutam com isso. Descubra as causas e converse sobre elas no início. Ajude-os a entender os riscos.

5. Dê esperança de transformação! Compartilhe este livreto com a pessoa. Mesmo se ela resistir, uma forma específica de assistência oferecida com amor talvez venha a ser seguida no futuro.

6. Demonstre amor, interesse e compaixão ao apontar o caminho para a cura.

“Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado. Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo”. Gálatas 6:1-2

Definindo os termos

Neste artigo, ao falar de homossexualismo, estou-me referindo, não à simples tendência homossexual, mas à prática da união carnal entre pessoas do mesmo sexo. Ao falar de homossexual, não me refiro às pessoas que têm tendência homossexual, mas que a ela resistem, às vezes heroicamente, com grande mérito. Chamo de homossexual a quem voluntariamente pratica atos de homossexualismo, e deles não se arrepende.

Feitas essas distinções, prossigamos.

O que é o homossexualismo?

Hoje dificilmente alguém fala de maneira precisa sobre o homossexualismo. Seus defensores qualificam-no como uma “opção” sexual. Seus opositores referem-se a ele como um transtorno, uma anomalia ou disfunção sexual.

Nenhum desses conceitos abrange o cerne da questão. O homossexualismo é, antes e acima de tudo, um vício, ou seja, algo que se opõe diretamente a uma virtude[1]. O homossexualismo opõe-se à virtude da castidade, que regula o instinto sexual segundo a reta razão.

Mas entre os vícios opostos à castidade – genericamente chamados pelo nome de luxúria – o homossexualismo tem uma gravidade especial. Ele contraria não apenas à razão, mas à própria natureza.

O vício contra a natureza

Ensina-nos S. Tomás de Aquino (1225-1274) que se pode pecar pela luxúria de dois modos:

  • primeiro, de um modo que contrarie a reta razão (é o caso da fornicação e do adultério, por exemplo);
  • segundo, de um modo que, além disso, contrarie a própria ordem natural do ato sexual que convém à espécie humana. É o que constitui o vício contra a natureza.[2].

Tal vício inclui a masturbação, a bestialidade (conjunção carnal com animais), o homossexualismo (conjunção carnal entre duas pessoas do mesmo sexo) e a prática antinatural do coito, embora realizada entre pessoas de sexo oposto e até mesmo casadas (a cópula “oral” ou “anal”, por exemplo).

O vício contra a natureza, explica o teólogo adiante,[3] tem uma gravidade especial em relação às outras espécies de luxúria. Estas só contrariam o que é determinado pela reta razão, pressupondo, porém, os princípios naturais. Sim, pois o adultério e a fornicação, por abomináveis que sejam, são praticados entre um homem e uma mulher, e de um modo conforme a natureza. O que faz o adultério ser pecado não é o ato sexual em si (que é natural), mas a circunstância “com quem” ele é praticado (com alguém que não seja o próprio cônjuge). Da mesma forma, se dois namorados praticam o ato sexual, esse pecado (fornicação) não está no ato em si (que é natural), mas na circunstância “quando” ele é praticado (antes do matrimônio).

O homossexualismo, porém, corrompe a própria natureza do ato. E como os princípios da razão fundam-se sobre os princípios da natureza, a corrupção da natureza é a pior de todas as corrupções. Donde conclui S. Tomás que o vício contra a natureza (que inclui o homossexualismo) é o mais grave entre todas as espécies de luxúria.

Os homossexuais têm direitos?

Como o homossexualismo é um vício, a Sagrada Escritura não hesita em incluir os homossexuais entre os que não herdarão o Reino de Deus:

Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10).

Nessa passagem o Apóstolo usa duas palavras para designar os homossexuais: malakói (efeminados) e arsenokóitai (sodomitas).

Será que nenhum dos que foram enumerados acima têm direitos? Certamente têm. O empregado que trabalhou para mim durante um mês tem direito a receber seu salário, mesmo que lamentavelmente se tenha embriagado. O ladrão que furtou meu dinheiro conserva seu direito à vida (e por isso eu não posso matá-lo).

Mas o ladrão não tem direito à vida como ladrão, e sim como pessoa. Da mesma forma, o bêbado não tem direito ao salário como bêbado, e sim como trabalhador.

Assim, se o homossexual tem algum direito, não o tem como homossexual, mas como pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, é absurdo uma lei que defenda os “Direitos dos Homossexuais”. Sendo um vício (e um vício contra a natureza!), o homossexualismo não acrescenta direitos à pessoa. Ao contrário, priva-a de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.

Existe o “bom” homossexual?

A tradição popular costuma referir-se a um dos companheiros de suplício de Jesus como o “bom ladrão”[4]. Na verdade, ele não pode ser “bom” na qualidade de ladrão. Tornou-se bom por ter-se arrependido dos roubos cometidos, por ter censurado o outro ladrão que insultava Jesus, e por ter suplicado misericórdia.

Analogamente, um homossexual, como tal, não pode ser “bom”. Por definição, ele é alguém que – como praticante de atos antinaturais – carece de idoneidade moral. Por essa razão, está impedido de adotar crianças, uma vez que o Código Civil, em seu artigo 1638, inciso III, cassa o pátrio poder (hoje chamado “poder familiar”) ao pai ou à mãe que “praticar atos contrários à moral e aos bons costumes”. Além disso, por seu vício, o homossexual, longe de oferecer “reais vantagens para o adotando” (art. 43, Estatuto da Criança e do Adolescente), submete-o a permanente risco de corrupção moral.

A Lei de Introdução ao Código Civil declara, em seu artigo 17, que “as leis, atos e sentenças de outro país, bem como quaisquer declarações de vontade, não terão eficácia no Brasil, quando ofenderem a soberania nacional, a ordem pública e os bons costumes”. Por esse motivo, os civilistas Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho entendem não ser possível o reconhecimento do “matrimônio” entre homossexuais fora do Brasil.[5]

Com razão, portanto, o Código Penal Militar considera crime a pederastia ou qualquer outro ato de libidinagem:

Art. 235. Praticar, ou permitir o militar que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito a administração militar:

Pena – detenção, de seis meses a um ano.

Assim, é contraditória a sentença judicial que reconhece ao homossexual o direito de adotar uma criança sob o seguinte argumento: “O que interessa é que a pessoa seja idônea e que a criança esteja bem em sua companhia. O resto é preconceito”.[6] Ora, o homossexual é, por definição, uma pessoa não idônea. Por conseguinte, a criança não estará bem em sua companhia.

À semelhança do “bom” ladrão, o único “bom” homossexual é aquele que se arrependeu do vício e está disposto a abandoná-lo. A este a Igreja acolhe de braços abertos e lhe oferece, em nome de Deus, o perdão.

Os homossexuais que, reconhecendo a gravidade de seus atos, procuram a Igreja para se reconciliar com Deus, “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza[7].

Existe o “preconceito” contra o homossexual?

Preconceito é um conceito antecipado, um juízo emitido antes de um real conhecimento dos fatos. Comete preconceito quem afirma que os negros são ladrões, que as crianças anencéfalas não são pessoas, que as mulheres são assassinas. Pois não há razão alguma para afirmar que os que têm pele escura não respeitam a propriedade alheia, que os bebês gravemente deficientes não têm direitos, que as mulheres se comprazem em matar seus filhos.

Dizer, porém, os assassinos são maus não é preconceito, mas um conceito verdadeiro. Isso porque a malícia está na essência do assassinato.

Da mesma forma, dizer que o homossexual é alguém que pratica um vício não é preconceito, mas um conceito verdadeiro. Isso porque o vício está na essência do homossexualismo.

E quanto à discriminação para como os homossexuais?

Diz o Catecismo: “evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta”.[8] O texto supõe, portanto, que há discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado. Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Lamentavelmente, o Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, e agora encaminhado ao Senado (PLC 122/2006), pretende punir até mesmo as discriminações justas, chamadas com o nome pejorativo de “homofobia”. A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°). Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°). A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).

Como se não bastasse, em 13/12/2006, uma Comissão Especial aprovou o Substitutivo da Deputada Teté Bezerra (PMDB/MT) ao Projeto de Lei 6.222, de 2005, do Senado Federal. O texto aprovado pretende incluir no Estatuto da Criança e do Adolescente, entre outros, o artigo 38-I, cujo parágrafo único (inciso II) permite a adoção por “casal homoafetivo” desde que haja “comprovação da estabilidade da convivência”.

Conclusão

O impulso ou tendência homossexual é uma disfunção, que pode ter várias causas. Segundo o psicólogo holandês Gerard J. M. Van Den Aardweg, “as evidências todas no campo biológico mostram uma causalidade não fisiológica, não biológica”.[9] Para ele, os sentimentos de auto-compaixão e inferioridade que caracterizam o homossexual têm origem na relação com os pais e com os companheiros na infância e na adolescência.

No entanto, a causa direta dos atos de homossexualidade é a livre vontade humana. Nesse sentido, é correto dizer que o homossexualismo é uma “opção”. Uma opção má, mas uma opção. O homossexual é alguém que, como todas as pessoas humanas, foi chamado a fazer a opção pela castidade. Lamentavelmente, optou pelo vício oposto, a luxúria. E entre as espécies de luxúria, escolheu uma que contraria não apenas a reta razão, mas a própria natureza.

Bons psicólogos podem ajudar na terapia da tendência homossexual. Mas a “cura” dos atos de homossexualismo, como a de qualquer pecado, está no arrependimento sincero e no pedido de perdão a Deus.

Sodoma e Gomorra

Sodoma e Gomorra

Estamos vivendo nos dias de maior tolerância ao homossexualismo. Assim como foi nos dias de Ló (Gênesis 19), em que Deus destruiu a cidade de Sodoma, por causa do homossexualismo. Assim será também nos dias do arrebatamento, a vinda de Jesus.

Desde Sodoma, onde se tem os primeiros relatos desta prática, o homossexualismo está presente no mundo, porém nos últimos 50 anos tem surgido um movimento que força nossa sociedade a aceitar como “comum, natural” o homossexualismo. A “opção sexual é uma decisão pessoal e ninguém pode ser discriminado por isto” dizem eles. Hoje cerca de 20 países (Dinamarca foi o primeiro em 1989 e Hungria o último, em 01/01/2009), dezenas de cidades e estados no mundo todo já reconhecem civilmente a união de casais homossexuais, garantindo-lhes direitos em lei.

No Brasil este movimento é muito forte. Em São Paulo acontece uma vez ao ano a maior parada gay do mundo. A estimativa para este ano é de mais de 4 milhões de participantes.

Desde 2001, casais brasileiros têm conquistado na Justiça o reconhecimento da relação como “união estável” – figura jurídica que garante direitos como: pensão, herança, adoção e bens adquiridos em conjunto. Há também em tramitação no congresso várias leis que buscam esta “liberdade” ao homossexualismo, mas a mais importante é a lei (PLC 122/2006 – LEI DA HOMOFOBIA). Já aprovado no Congresso Nacional, o PLC, precisa passar pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado, e se aprovado, passa pelo Senado Federal e por fim é sancionado pelo presidente. A votação do Projeto em sessão extraordinária na Comissão de Assuntos Sociais do Senado marcada para o 06/05/2009 foi adiada, talvez por causa do protesto de centenas de brasileiros cientes do teor do projeto e do perigo que ele representa.

A lei funciona assim, todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito a multa, pena ou prisão de 2 a 5 anos. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.

Esta “tolerância” já passou pelos portões das igrejas. Há vários “pastores” homossexuais e também igrejas só pra estes grupos: Igreja Contemporânea, Igreja para todos, Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) – denominação americana com filiais em sete estados brasileiros e a Comunidade Cristã Nova Esperança, de São Paulo.

O que a Bíblia diz sobre o homossexualismo

Levítico 18:22
Levítico 20:13
Deuteronômio 23:18
Romanos 1:26 e 27
I Coríntios 6:9,10
I Pedro 2:6,7-10
Judas 7

NOSSA POSIÇÃO EM RELAÇÃO AO ASSUNTO:

Sem dúvida, um assunto muito polêmico, principalmente dentro das igrejas e dos grupos de jovens hoje em dia. Vamos expressar nossa opinião que vai segundo os preceitos de DEUS a qual acreditamos, mas queremos deixar bem claro que apesar de não concordarmos biblicamente com tais práticas, respeitamos a todos, homossexuais e lésbicas.


CARACTERÍSTICAS:

Estivemos conversado com algumas pessoas que conhecem e convivem com homossexuais e percebemos e que a maioria deles tiveram problemas na infância, relacionamentos conturbado com os pais, abusos sexuais e outras características comuns. Eles na maioria apresentam uma falsa alegria e demonstram ser pessoas descoladas e bem extrovertidas, mas quase sempre bem no fundo, são pessoas retraídas, tristes, amarguradas e machucadas.


O QUE A BÍBLIA DIZ:

Paulo aborda o tema em Rm 1.26: “Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza”. E em Rm 1.27: “E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”.


DIVERSOS PONTOS DE VISTA:

É necessário um maior aprofundamento sobre o tema deste comportamento sexual de muitos jovens hoje em dia. O homossexual é considerado uma pessoa com tendência a dirigir o desejo sexual para outra pessoa do mesmo sexo, ou seja, ele (ou ela) sente atração erótico-sexual por parceiro do mesmo sexo. Maranon apresenta uma definição mais completa sobre a homossexualidade nas seguintes palavras: Por mais classificações que se façam desta anormalidade, a base patogenética é sempre a mesma: uma sexualidade recuada, de polivalência infantil que, por circunstâncias externas, condiciona sob diferentes formas seu objetivo erótico em sentido homossexual. Baseando-se no relatório de Kinsey, os homossexuais pretendem que sua condição seja considerada “uma espécie de forma alternativa de sexualidade, homóloga e simétrica à heterossexualidade”.

Bergler, porém, vê a homossexualidade como uma espécie de “síndrome neurótica”, caracterizada por alguns estigmas bem definidos, a saber: uma elevada dose de masoquismo psíquico, levando o homossexual a situações de desconfianças e humilhações: medo, ódio, fuga em relação ao sexo oposto; insatisfação constante e insaciabilidade sexual; megalomania; depressão; sentimento patológico de culpa; ciúme irracional e inadmissibilidade psicopática.

As pesquisas com relação às causas da homossexualidade ainda não são consideradas de todo consistentes; porém, elas podem ajudar na orientação de uma profilaxia social com relação ao homossexualismo. Gius afirma que “não se verificam quadros de aberração cromossômica ligados primitivamente à homossexualidade”, o que descarta sua origem genética, pois “em todos os casos de homossexualidade masculina examinados, o sexo genético correspondia ao sexo fenotípico (respectivo) e faltavam sinais de qualquer alteração cromossômica verdadeira”.

Mesmo os defensores da origem genética da homossexualidade admitem que a eventual “predisposição inata” só se transforma em efetivo desejo homossexual por força de fatores desencadeadores de natureza psico-social, dentre os quais: obsessiva ligação com uma mãe autoritária ou possessiva; falta de uma figura paterna significativa como modelo de identificação; experiências de iniciação na infância ou adolescência e fixação ou regressão da personalidade a níveis auto-eróticos, com supervalorização do falo (órgão sexual masculino). O homossexual é um homem ressentido por acreditar que não tem o corpo que sua mente mereceria. Freud também considerava que o meio onde as crianças se desenvolvem é fator determinante de sua sexualidade.


Snoek divide estes fatores determinantes em três categorias:

1. Fisiológicos – Nenhuma das teorias (genética, hormonal, morfológica) foi comprovada;

2. Familiares – Uma mãe dominante, juntamente com um pai apagado; uma super mãe, tão envolvente que para o filho só existe uma mulher, que é ela; a mãe frustrada no seu relacionamento com o marido, incutindo na cabeça das filhas que homem nenhum tem valor; um super pai que exige uma virilidade impossível de ser alcançada pelo filho; os pais desejam um menino, mas nasce uma menina;
3. Sociais – O unissexismo, que ocorre na forma do segregacionismo ou do igualitarismo; o anarquismo; e a sedução por adultos.

POR QUE DEUS CONDENA O HOMOSSEXUALISMO?

Deus abençoou o homem e a mulher e lhes deu o mandamento de serem fecundos e multiplicarem-se (Gn 1.28). O casamento é a “união de duas pessoas que originalmente foram uma, depois foram separadas uma da outra, e agora no encontro sexual do casamento se uniram novamente”. Lovelace acrescenta dizendo que “não é por acidente que toda forma de expressão sexual fora da aliança do casamento seja explícita ou implicitamente condenada no restante das Escrituras”.

A sociedade atual está cada vez mais perdendo de vista o princípio que Deus definiu para a união sexual entre os seres humanos: um homem e uma mulher, unidos pelo compromisso eterno do matrimônio. Em virtude deste crescente desvio do padrão idealizado por Deus no princípio, é que têm surgido todas estas anomalias sexuais descritas até aqui. Hoje já se convive até mesmo com o “casamento” entre homossexuais e a adoção de filhos por estes “casais”.

O propósito de Deus é que o homem junte-se com a mulher e os dois formem “uma só carne” (Gn 2.24), constituindo-se numa família heterossexual, na qual os filhos poderão ser educados em meio a um ambiente sadio e livre de preconceitos.

Este ideal está totalmente corrompido na sociedade moderna, e as relações sexuais passaram a ser apenas um meio de obter prazer a qualquer custo, sem atentar para as orientações dadas por Deus no passado, e para os perigos de não seguir estas orientações. A atual sociedade já aprendeu a conviver pacificamente com o outrora chamado “pecado grego”, vendo os homossexuais como apenas “um pouco diferentes”.

Deus condena o homossexualismo porque ele é totalmente contrário ao propósito original das relações sexuais: procriação e/ou prazer. Segundo Boice, apenas em se olhar para a anatomia dos órgãos sexuais do homem e da mulher já deveria haver argumento suficiente para convencer de que as práticas homossexuais não são normais. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo sempre reconheceram esse fato, defendendo que o homossexual está sob a condenação de Deus.

A CURA PARA O HOMOSSEXUAL/LÉSBICA:

Após verificar que o homossexualismo está arraigado fortemente na sociedade Moderna, faz-se necessário apresentar ao portador desta anomalia sexual um meio de regeneração e retorno ao ideal divino. A terapia de aconselhamento para o homossexual consiste em “escutar a quem pede ajuda, a fim de facilitar-lhe a decifração, por ele mesmo, de seu próprio discurso… levando a uma convivência mais saudável consigo mesmo e, em vários casos, chega-se à heterossexualidade”.

Talvez o maior problema a princípio seja romper as barreiras da solidão e da incomunicabilidade que a sociedade exige em relação aos homossexuais. Compreensão de seu drama, e a mais leal solidariedade a seus sofrimentos e a seus problemas. Para o auxílio pastoral ao homossexual são sugeridos os seguintes passos:

1. Reconhecimento e confissão de que sua atitude e conduta são errados;

2. Ele deve admitir e reconhecer seu problema;

3. Deve confessar o pecado a Deus e a um conselheiro espiritual, e depois deve pedir a Deus que o purifique e perdoe;

4. O homossexual que busca a cura deve pedir a Deus que lhe dê um espírito de arrependimento;

5. Pode-se considerar a possibilidade de uma libertação de demônios;

6. O conselheiro deve repetir a promessa de que o indivíduo poderá mudar;

7. O homossexual deve concordar em submeter-se a um plano de disciplina que Deus possa usar para concretizar a mudança desejada;

8. Entre o homossexual e o conselheiro deve haver sinceridade absoluta;

9. O homossexual deve começar a participar de uma comunidade cristã compreensiva;

10. O conselheiro deve ser paciente.

Para o homossexual, como para qualquer outro homem, no fim é apenas a graça do Espírito Santo com seus misteriosos dinamismos que é capaz de tornar a cura do homossexual possível. Acima de todos os meios educativos e terapêuticos, é sempre na graça de Deus que o homem pecador deve confiar.

 

 

RESUMO E CONCLUSÃO:

O homossexualismo está presente na história humana desde o seu princípio. Biblicamente, encontram-se referências à homossexualidade já no relato de Sodoma e Gomorra (Gn 19.4-5), de onde advém o termo “sodomia” como referência à homossexualidade e outras anomalias do gênero; bem como no período dos Juízes (Jz 19.22). Moisés também fez referências a esta prática sexual entre o povo de Israel (Lv 18.22; 20.13), condenando-a e considerando-a abominável aos olhos de Deus, punível mesmo com a morte.

No Novo Testamento, a referência clássica à homossexualidade, tanto feminina quanto masculina, encontra-se na epístola de Paulo aos Romanos (Rm 1.26 e 27). Porém, o apóstolo também faz outras referências à condenação divina sobre esta prática (1Co 6.9-10; 1Tm 1.9-11). O presente trabalho analisou o texto de Romanos, observando a quase unanimidade entre os teólogos e comentadores de que Paulo realmente referia-se na passagem em estudo ao homossexualismo. Porém, é crescente o grupo de eruditos que não aceitam esta interpretação usual, e tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.

Através dos estudos e pesquisas científicas consultadas, verifica-se que é reduzida a probabilidade de que as tendências homossexuais sejam o resultado de uma “deformação genética” ou algum caractere hereditário. Ao contrário, é grande o número de estudiosos da psicologia humana que acreditam que este comportamento sexual advém de fatores psicossociais vividos na infância (até os 5 anos de idade, principalmente), e que acarretam traumas e complexos que podem levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida.

Apesar de Deus condenar este comportamento anômalo, em virtude de desvirtuar-se do Seu propósito para o relacionamento sexual e matrimonial, Ele concede ao homossexual desejoso de regenerar-se uma opção de cura, que está disponível através de Sua infinita graça e misericórdia pelas mazelas que atingem a humanidade.

Como representantes de Deus e instrumentos Seus para distribuição de Sua graça ao mundo pecador, os cristão não devem olhar o homossexualismo como uma doença típica de pessoas “despudoradas”; mas devem encarar o problema com o mesmo amor fraternal e solidariedade que Jesus demonstrou em Seu convívio com o ser humano. Resta ao cristão ouvir e atentar ao conselho do próprio apóstolo Paulo:

 

 

“Tudo posso, Naquele que me fortalece” (Fp 4.13).

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Em todas as gerações, a igreja se defronta com certa questão importantíssima, que serve para medir claramente as convicções e a fidelidade do povo de Deus à Bíblia. A igreja na Alemanha, por exemplo, enfrentou esse tipo de questão quando Hitler subiu ao poder em 1933. Hoje, a igreja nos Estados Unidos enfrenta um sistema de governo secular de descontrolado revisionismo moral, principalmente na questão da homossexualidade.

Em 1997, o historiador Paul Berman fez um argumento interessante em sua obra A Tale of Two Utopias (Conto de Duas Utopias). Olhando para o passado, para o que ele chamou de “despertamento gay”, ele disse isto: “Parece que estamos ouvindo: ‘Não há agentes de segurança hoje — não na questão da heterossexualidade versus homossexualidade. Nas questões mais cruciais e pessoais, você, cada um e todos vocês, são responsáveis por vocês mesmos’. Estamos ouvindo: ‘Com relação à homossexualidade, é proibido proibir’”. Então como agora, o princípio moral geral com relação à questão da homossexualidade que governa na sociedade em geral é este: É proibido proibir. Hoje, pode-se aplicar esse princípio a quase todas as dimensões da vida. É proibido proibir — exceto nas áreas governadas pelo politicamente correto. Pois não é proibido proibir quando o assunto é sistema de regras sexuais adotado por muitas universidades e faculdades. Deixando esse aspecto de lado, o fato é que é proibido proibir aquilo a que a fé cristã histórica tem se oposto.

A questão da homossexualidade é atualmente o front mais tempestuoso da guerra cultural. Os grupos de ativistas homossexuais estão pressionando para que os homossexuais e as lésbicas sejam identificados como uma classe especial com direitos garantidos de proteções sob as leis de direitos civis. Além disso, é agora comum encontrar literatura homossexual e homoerótica nas bibliotecas públicas, e até mesmo em algumas escolas públicas. A normalização da homossexualidade está se tornando um fato social.

Os meios acadêmicos em grande parte já se renderam ao movimento homossexual. Os programas de estudo gay são hoje uma crescente indústria na cultura acadêmica. Os meios de comunicação apresentam a homossexualidade de modo favorável, e a organização Aliança Gay e Lésbica Contra Difamações publica uma lista do número de personagens homossexuais que são apresentados no horário nobre da televisão. No passado, a lista era bem curta, mas cresceu tanto que se tornou uma lista longa, pois as redes de televisão estão cada vez mais fazendo concessões aos interesses homossexuais.

Até mesmo as denominações protestantes mais antigas estão atualmente debatendo a homossexualidade, com sua atenção centralizada no momento na ordenação de homossexuais praticantes ao ministério e o equivalente de uniões homossexuais com o casamento de pacto heterossexual.

Como foi que isso aconteceu? As origens do movimento homossexual como uma grande força cultural podem ser encontradas nos Tumultos de Stonewall em Manhattan em 1969. Foi aí que a iniciativa de direitos civis da década de 1960 e o radicalismo moral da esquerda se uniram e resolveram identificar os homossexuais como um grupo sofrendo a negação de direitos legais e assim merecedor de proteções especiais. Os freqüentadores do Bar Stonewall lançaram um movimento que se tornaria o símbolo de inauguração da luta pela liberação gay.

O que ocorreu em seguida foi uma campanha estratégica e calculada para ganhar a legitimação da homossexualidade, para promover os temas homossexuais nos meios de comunicação e para receber direitos especiais como uma classe legalmente protegida. Além disso, o movimento tem feito muita pressão para conquistar metas específicas de políticas públicas, tais como a eliminação de todas as leis anti-sodomia, o reconhecimento das parcerias homossexuais como equivalentes ao casamento heterossexual, leis antidiscriminação e a remoção de todas as barreiras que impedem os homossexuais no exército, nos meios acadêmicos, no mundo dos negócios e nas igrejas.

A fim de alcançar essas metas, o movimento homossexual se organizou como uma luta de libertação. Baseando-se na ideologia marxista de libertação da opressão, a intenção é identificar-se com outros movimentos de libertação, inclusive o movimento de direitos civis, a agenda feminista, e outros. Mas a meta não é a simples legitimação da atividade homossexual, nem mesmo o mero reconhecimento dos relacionamentos homossexuais. Em vez disso, sua meta é a criação de uma cultura homossexual pública dentro da sociedade. Esse movimento é um total desafio a todos os setores da sociedade e é a principal força de uma revolução social que está afetando tudo, da família ao próprio Estado.

Uma perspectiva evangélica precisa reconhecer que tal revolução é em si um desafio direto aos fundamentos das diferenças sexuais, família, sexualidade e moralidade, que são questões centrais de uma perspectiva cristã vivida no mundo. Portanto, esse é um desafio que os evangélicos não podem deixar de enfrentar com coragem e graça.

O movimento homossexual não se originou do nada. Aliás, esse desafio emergiu de dentro do contexto de uma mudança cultural que transformou as sociedades ocidentais durante o século XX. O termo “mudança cultural” aponta para um modelo de mudanças fundamentais que molda todos os níveis da vida social e cultural. Uma mudança cultural é nada menos do que um reordenamento fundamental da sociedade inteira de cima até embaixo — ideologias, perspectivas, moralidade e padrões de conhecimento. A mudança cultural da modernidade à pós-modernidade tem afetado o modo como todos os segmentos sociais entendem o significado das coisas. O que é mais importante é que reordenou de maneira radical o modo como os cidadãos consideram a questão da própria verdade.

O que ficou mais claro na última metade do século XX foi que a esquerda do Iluminismo finalmente se tornou vitoriosa. Enquanto que as pessoas do pré-Iluminismo entendiam a verdade como realidade objetiva à qual eles deveriam se submeter, as pessoas de hoje vêem a verdade como produtos particulares a serem moldados, aceitos ou rejeitados de acordo com a preferência e gosto de cada pessoa ou de acordo com as decisões da comunidade. A vasta maioria das pessoas, tendo abraçado o relativismo, rejeita a própria noção de verdade absoluta e considera todas as questões de fé e moralidade como simples expressões de preferência pessoal. Não é que cremos que algo seja verdadeiro, mas que cremos que algo é verdadeiro para nós.

Esse individualismo puro, que abrange tudo, sustenta a presente confusão cultural da sociedade. A mudança progressiva no lugar da verdade e no lugar da autoridade da perspectiva cristã para o Estado, para o mercado de massa e no final para o indivíduo isolado, deixa o público desarmado para o autêntico discurso moral.

Uma chance surgiu para o movimento homossexual numa mudança que Mary Ann Glendon da Faculdade de Direito de Harvard chama de “conversa de direitos”. Em algum momento dos últimos trinta ou quarenta anos, o discurso cívico americano mudou de debate sobre o que é certo e errado para um debate sobre direitos — meus direitos, nossos direitos, seus direitos e os direitos deles. De acordo com essa perspectiva, não é só o direito, mas fundamentalmente a responsabilidade de todos os grupos que se definem como grupos de interesses reivindicar seus direitos e exercer esses direitos nos lugares públicos.

A “conversa de direitos” é uma mudança fundamental no modo como a sociedade visualiza sua própria ordem, suas próprias prioridades e quais as questões que estão genuinamente em jogo. Como conseqüência, não podemos realmente falar mais sobre fazer um ordenamento na sociedade em termos de uma categoria como “justiça”, uma palavra que os fundadores dos Estados Unidos utilizavam com muita naturalidade.

A medida em que confronta as questões morais, a igreja precisa sem demora apurar a importância relativa dessas questões e seu relacionamento com a revelação bíblica e as verdades centrais da fé cristã. Um dos problemas é que a igreja muitas vezes não sabe a diferença entre dizer que algo não é importante e dizer que algo é menos importante. O atual debate moral fica muitas vezes nublado com tais confusões, e quando o mundo nos escuta de fora muitas vezes até parece que cremos que todas as questões têm o mesmo peso moral.

Na teoria moral cristã tradicional tem havido uma compreensão de que há uma hierarquia de bens e uma hierarquia de questões. Quanto mais perto se chega às questões mais básicas da vida, conforme se encontram reveladas nas Escrituras, mais importante é a questão moral do debate. Isso é claro traz a pergunta: “Numa hierarquia de bens onde é que fica o homossexualismo?”

Não há questão moral mais fundamental do que nossa ordem sexual, nossa identidade sexual — o papel de homens e mulheres e a instituição do casamento. Portanto, a questão da homossexualidade é uma questão teológica de primeira ordem. Infelizmente, até isso é questão de debate entre os teólogos morais. Alguns simplesmente não aceitam que é uma questão de primeira ordem, mas é mais que certeza que é, pois verdades fundamentais, essenciais à fé cristã, estão em jogo nesse confronto. Essas verdades abrangem desde questões básicas de teísmo à autoridade da Bíblia, a natureza dos seres humanos, o propósito de Deus para a criação, pecado, salvação, santificação e, por extensão, a natureza inteira da divindade. Para ser claro, se as reivindicações do movimento homossexual são verdadeiras e válidas, o sistema inteiro da fé cristã corre perigo, e algumas doutrinas essenciais cairão.

Para que não se veja isso como exagero, considere a questão da autoridade e inspiração da Bíblia. Se as afirmações dos intérpretes revisionistas são válidas, então a própria base da inspiração bíblica é invalidada. Mas o desafio é ainda mais profundo, pois se, conforme afirmam os intérpretes revisionistas, as Santas Escrituras podem estar tão erradas e mal orientadas nessa questão da qual a Palavra de Deus fala de forma tão clara, então o paradigma evangélico inteiro da autoridade bíblica não conseguirá ficar de pé.

A igreja foi chamada para confrontar os desafios da homossexualidade com compaixão e verdade. Enquanto os cristãos se deparam com essa tarefa, a maturidade e a seriedade moral exigirão que entendamos a importância fundamental dessa questão. O desafio do homossexualismo não é meramente uma questão de debate cultural e político — é uma questão de importância teológica urgente.

 INTRODUÇÃO -

Por que esta orientação pastoral sobre o tema do Homossexualismo?
A cada dia cresce a visibilidade do tema homossexualismo como realidade que sempre existiu. Na Igreja ele tem sido tratado como tabu, especialmente nos momentos quando ela se depara com um caso de homossexualismo. Na sociedade em geral o assunto é tratado cada vez com mais naturalidade, o lema é cada um na sua, a imprensa noticia casamento de homossexuais com destaque. As novelas exploram o tema, mulheres lésbicas tomam-se verdadeiras heroínas, e são consideradas vítimas incompreendidas. Há afirmações e provas científicas buscando afirmar que não se trata de uma preferência sexual, resultado de escolha, mas que o homossexualismo é uma tendência natural irreversível, orgânica mesmo, enfim uma forma de sexualidade tão natural como a sexualidade entre homem e mulher.


Que tipo de vida a sociedade contemporânea tem proposto e produzido? Esta pergunta é respondida a cada dia pelos jornais, revistas, rádio e televisão. O quadro apresentado é desolador, aumenta as conquistas científicas e aumenta a miséria e a violência. Fala-se de paz, mas continuam sendo gastos milhões em armamentos. Por tudo isso é que percebemos a ausência de condições da nossa sociedade em ditar normas no campo da moral.

Um mundo guiado somente pelo saber humano não tem condições de produzir justiça e felicidade, caminha, sim, para a morte. Por isso não podemos aceitar o homossexualismo como uma expressão natural e normal de sexualidade, porque uma resposta apenas científica não é suficiente para determinar nossa posição.

Diante disso é que nos propomos a responder as perguntas de forma precisa: A Bíblia fala sobre homossexualismo? O homossexualismo é uma expressão correta, desde a perspectiva cristã, de prática da sexualidade? Enfim, a prática do homossexualismo é pecado? Por quê devemos responder a tais questões?

Esta carta tem o objetivo de introduzir algumas orientações e oferecer a posição bíblico-teológico e pastoral da Igreja Metodista sobre o assunto. O que diz a Bíblia sobre o assunto?

Consideraremos alguns textos bíblicos que abordam o assunto:
O primeiro texto que devemos considerar é Gênesis 18.20 e 19.1-11. Nestes textos fica claro a prática do homossexualismo como um dos símbolos das abominações, com as quais Deus não aprova e nem se agrada. Tal registro consta nas notas da Bíblia de Jerusalém (uma Bíblia de estudos) sobre o mesmo texto. O relato mostra o resultado da maravilhosa experiência de encontro com Deus vivida por Abraão, no capítulo 18, no qual Deus anuncia a destruição de Sodoma e Gomorra por causa do seu pecado.Abraão, pensando em seu sobrinho Ló, que vivia em Sodoma, pergunta: “Se houver na cidade 50 justos ainda assim o Senhor destruirá?” A resposta foi que não, até quando se diminui para dez justos, o que, segundo os estudiosos, seria o número dos membros da família de Jó. O símbolo de todos os pecados cometidos pelos moradores de Sodoma é ilustrado na tentativa deles de terem relações sexuais com os mensageiros de Deus que estavam abrigados na casa de Ló, e se trata de prática homossexual, porque rejeitam a proposta de Ló, que tentando proteger seus hóspedes oferece a turba de homens às suas filhas, o que é rejeitado.
Ainda no Antigo Testamento (Levítico 18.22), encontra-se uma instrução legal, na forma de mandamento: “Com o macho (zakbar) não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação”. Na seqüência, no capítulo 20.13 é dada a condenação a morte aos que praticarem o homossexualismo.

Finalmente, no Novo Testamento a linguagem não permite qualquer dúvida.Romanos I.26-27 classifica o homossexualismo, tão comum entre gregos e romanos, como paixões infames, diz no final que são passíveis de morte os que tais cousas praticam (Rm I.32), ou ainda, instruindo a igreja em Corinto Paulo adverte: “ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros nem efeminados, nem sodomitas…” (I Co 6.9). Alguns alegam que Jesus nada disse sobre o homossexualismo. É verdade!Mas Jesus disse sobre a lei judaica, conforme apresenta Levítico e tantos outros textos. Ele disse: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra”. (Mt 5.17-18).

- CONCLUSÃO –

 


Orientações Pastorais: Com base nestas reflexões bíblicas como devemos agir?
a) Primeiramente, vale a frase, nós abominamos o pecado, mas devemos exercer amor semelhante ao de Jesus, para com todos os pecadores. Sobre hipótese alguma devemos ter uma atitude preconceituosa e discriminatória em relação aos homossexuais. São pessoas carentes de respeito e amor;

b) Não devemos considerar os homossexuais mais pecadores do que alguns que estão dentro da igreja, que são mentirosos, maldizentes, injustos, como bem classificou o Apóstolo Paulo (I Co 6.9-10). A Igreja tem a tendência de considerar um/a adúltero/a um/a pecador/a mais aceitável do que um homossexual;

c) Por outro lado, não devemos deixar de dizer ao pecador, seja ele um homossexual ou não: “…porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23), abordando a graça de Deus para com todos/as os/as pecadores/as; Finalmente, o homossexual é, em muitos casos, uma tendência de ordem orgânica e/ou emocional, também, e como tal deve ser considerada. Ter homossexualidade não é pecado em si mesmo, o pecado é a prática desta tendência. A Igreja pode e deve contribuir para a reversão desta tendência da homossexualidade, por ser ela contrária ao padrão bíblico cristão da moral.

Estas são as nossas preocupações e orientações pastorais como Bispos da Igreja Metodista, as quais repartimos com a Igreja para auxiliar na caminhada missionária.

Que diz a Bíblia sobre a homossexualidade?

A Bíblia diz em Romanos 1:26-27 “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.”

É a homossexualidade um pecado?

A Bíblia diz em Levítico 18:22 “Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”

Pode uma pessoa que pratica a homossexualidade ir para o céu?

A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:9 “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas.”

Como todos os pecadores, aqueles que praticam a homossexualidade devem se arrepender.

A Bíblia diz em 1 Timóteo 1:10-11 “Para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado.”

Devemos abandonar qualquer ação de pecado e necessitamos o perdão de Deus.

A Bíblia diz em 1 Coríntios 6:11 “E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”

Há esperança para aquele que pratica a homossexualidade

A Bíblia diz em 1 Coríntios 10:13 “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar.”

Se você estás praticando a homossexualidade, que deve fazer?

Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”

Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”

Terceiro, acreditar que Deus lhe perdoou deveras e parar de se sentir culpado. A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão.”

Respondendo a pergunta pra depois explicar:


Sim, a homossxualidade de acordo com a bíblia é pecado!
Vendo por esse ângulo, a bíblia é sim, preconceituosa.
Talvez seja forte dizer isso, mas vamos ao porquê:
Preconceito define-se como:

 

A bíblia é enfática ao falar sobre esse assunto, como assim dizem os versículos logo abaixo. Paulo escreveu para uma sociedade onde a mulher era discriminada e vista quase que exclusivamente como reprodutora. Era normal homens terem relações sexuais com outros homens. Daí o porquê de Paulo escreveur isso,  pois  esse tipo de relação era prática um tanto costumeira daquela época.
Hoje, na nossa sociedade a mulher não é mais apenas uma reprodutora, contudo a bíblia não mudou, então o que Paulo escreveu há 2000 anos ainda vale hoje.  Ou seja, ainda é biblicamente errado ser homossexual, e será para sempre.

A seguir alguns versículos sobre esse assunto:

Levítico 18:22 
“Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”
1 Coríntios 6:9-10
“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas… herdarão o reino dos céus” 
Timóteo 1:10-11 
“Para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, que me foi confiado.” 
Atualmente a ciência evolui a passos largos, doenças que outrora não tinham cura, hoje tem. E se não tem cura, tem tratamento. Hoje, época em que o homem já decifrou todo o código genético humano após 10 anos de pesquisas no famoso projeto Genoma Humano. O DNA humano é conhecido, pode-se através dele duplicar uma pessoa, fazer um clone. E a cada dia que passa a ciência evolui mais e mais.
Por exemplo, está provado hoje que alguém pode nascer com uma predisposição ao crime, tudo depende dos genes da pessoa. Contudo, enquanto coisas novas são descobertas, em relação a esse assundo nada mudou ao longo dos anos. A ciência não diz que homossexualidade é algo que vem do nascimento, pois não sabe como provar isso. Também não diz que é algo adquirido ao decorrer da vida, pelo mesmo motivo.
Contudo, no meio homossexual e entre “pessoas entendidas”, é mais do que certo que a sexualidade da pessoa nasce com ela. Ou seja, você nasce homossexual ou heterossexual. Ou ainda bissexual ou assexuado, além de tantas outras variações. Mas isso são apenas especulações.
E você, o que acha? Opine…
Aí cabe o questionamento:
Mesmo a ciência tendo evoluído tanto, ainda não conseguiu achar um gene sequer que possa provar que o ser humano possa nascer gay.  Embora tenha gente aos montes dizendo que se nasce gay e uma vez gay, gay para sempre, essa é uma afirmação que ninguém consegue provar.
Basta uma busca na internet que encontramos muitos exemplos de pessoas que se auto declaram ex-homossexuais, curados por Cristo e por muita vontade própria.
Recentemente o pastor Júnior participou do Programa Nada Além da Verdade, apresentado pelo Ratinho no SBT. É um programa que usa um detector de mentiras chamado polígrafo. Ele recebeu o prêmio máximo, pois o aparelho não detectou nenhuma mentira sequer. Ele é um ex-gay! Confira o vídeo do programa clicando aqui. Num outro programa, esse mesmo pastor participou de uma discussão sobre o fato de ele declarar que é um ex-homossexual. Disse ele que vestia-se de mulher e mantinha relações sexuais com vários homens. Até o momento em que decidiu sair daquela vida, e somente com Jesus Cristo conseguiu. Os demais participantes discordaram dele dizendo que ou ele nunca foi gay, ou ele ainda era. Eles nem atentavam para o fato de que era ele estava falando de si mesmo, e que certamente ele se conhece muio mais que outras pessoas o conhecem, e se ele diz isso, então é verdade! Hoje ele é casado e tem duas filhas ainda crianças. Vive pregando mundo afora compartilhando o milagre que Deus fez na vida dele. 

Tem também um famoso cantor italiano, o Povia, que também se diz um ex-gay 
Outro exemplo nesse assunto é o psicólogo norte-americado Joseph Nicolosi,  que defendeu e praticou terapia reparativa, que tenta ajudar as pessoas a ultrapassar ou reduzir os sentimentos homossexuais indesejados. Segundo ele,  a homossexualidade é muitas vezes o produto de uma condição que ele descreve como “o défice de identidade de gênero”, causada por um distanciamento e rejeição percebida por indivíduos do sexo do sujeito. Ou seja, é algo reversível.
Além de tantos outros exemplos que podemos citar.

Mesmo assim existe o outro lado da história que não se pode  esquecer e ou fazer-se vista grossa. Grandiosa parte dos que se dizem ex-gays já tiveram uma “recaída”. Eu mesmo conheço alguns casos, até de gente famosa, que não convém citar o nome nesse artigo. Parece que a pessoa que entra por esse caminho não tem forças pra dele sair, e quando tem, é muito susceptível de constantes quedas. Isso é explicável, levando em conta que a grande maioria das disciplinas (correção de um membro) que acontecem nas igrejas, acontecem por motivo de pecado sexual, o adultério.

Refletindo agora um pouco sobre esse assunto, serei bem objetivo.

Dizer que alguém nasce homossexual é admitir que essa pessoa nasceu predestinada ao inferno, já que a bíblia condena essa prática. Imagine no juízo final como seria o julgamento dessa pessoa. Ela falaria que não podia ter feito nada, ela nascera assim. E não se pode mudar o que se é. Ela era assim e não poderia ser condenada, mesmo a bíblia condenando as práticas que ela fazia.

Dizer também que alguém escolhe ser gay é outro absurdo, pois não vemos aí muitíssimas pessoas depressivas por serem assim (muitos suicídios, inclusive), e além do mais, se fosse uma escolha, era só decidir que não queria mais ser e problema resolvido.

Alguns dizem que é natural, pois existe até a homossexualidade entre animais. A esses eu digo que os animais agem por extinto, eles não raciocinam, não tem sentimentos evoluídos, ao contrário de nós seres humanos.

Prefiro dizer que o homossexualismo é um conjunto de situações que o fazem acontecer na vida de alguém. Não é um problema de criação, e nem algo que a sociedade impõe, como se pode pensar. É algo muito maior, que foge ao nosso conhecimento. Vejamos mais dois exemplos:

Existem inúmeros casos dentro de uma família de irmãos gêmeos que um dos dois é heterossexual e o outro é homossexual. Daí de pode perceber que criação não torna alguém gay.

O saber popular diz que quando um menino há de ser gay, desde muito criança ele já dá sinais, como jeito de menina, gostar de se vestir como tal e de brincar com bonecas, por exemplo. Mas isso também não é verdade, e não se pode de maneira nenhuma generalizar, pois existem casos de crianças assim que na fase adulta são heterossexuais, e também existem aqueles que nada aparentavam, contudo tornaram-se com o passar dos anos.
Não se pode apontar um fator decisivo, aliás, não se pode dizer quase nada, pois é algo totalmente desconhecido a nós.

O que nós devemos é sem sombra de dúvidas não agir como muito “crentões” fazem, que é tratar essas pessoas como criminosas, ou como se fossem os maiores pecadores que existem. Devemos ter respeito por elas. Claro que não concordando com o que elas fazem, mas aceitando o fato, pois se Deus o Todo Poderoso permite, ao dá livre arbítrio a todos, poque é que nós que somos apenas servos dele vamos agir diferente? Ao tratar um homossexual com desrespeito nós nos tornamos julgadores, e só ha um que pode julgar, que é Deus.
As vezes nós fazemos comentários do tipo: “Esse aí vai pro inferno”; Esse é o tipo de comentário que merece ser extinto, não só sobre esse assunto, mas em todas as situações. Aprendamos com Cristo e procuremos na bíblia quantas vezes Ele se dirigiu a alguém assim dessa maneira. Ele dizia era o que deveria ser feito pra se chegar ao reino dos céus, mas não com grosseria, e sim com mansidão e muito amor.

O que concluo disso tudo é uma coisa:

A bíblia condena a homossexualidade, e se condena, é pecado, e se é pecado leva pro inferno, e se leva pro inferno, fique longe!  O que você acha? (Lembrando que o melhor comentário será transcrito na postagem dentro de dois dias)

O profeta Elias era um homem de Deus profundamente envolvido em atividades políticas. Ele não era um político, mas exortava e repreendia os políticos.

Elias inicia seu ministério sem medo de entregar uma palavra dura para o rei Acabe (criatura política semelhante ao presidente Lula do Brasil e ao ex-presidente Clinton dos EUA):

“Você e o seu pai… são criadores de problemas, pois abandonaram os mandamentos do SENHOR Deus e adoraram as imagens de Baal”. (1 Reis 18:18 NTLH)

Elias continuou confrontando o rei Acabe posteriormente, com muitas outras palavras proféticas. (Para ver como Deus usou Elias na esfera nacional de Israel, leia os capítulos 17, 18, 19 e 21 do livro de 1 Reis e o capítulo 1 do livro de 2 Reis, no Antigo Testamento.)

Depois de cumprir missões proféticas incríveis na política de Israel, Elias foi levado por Deus (veja o capítulo 2 do livro de 2 Reis). Mas ele não experimentou a morte. Pelo que se indica no livro do profeta Malaquias, Elias voltará. Deus diz: “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI)

Entretanto, mesmo antes da volta de Elias, já houve um cumprimento parcial inesperado (assim como é possível que ocorram outros cumprimentos parciais inesperados):

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista”. (Mateus 17:11-13 ACF, o destaque é meu.)

Quando Jesus disse que Elias restaurará todas as coisas, ele também quis dizer que Elias colocará tudo em ordem — principalmente na esfera política. O Novo Testamento Philips diz que Elias “iniciará a reforma do mundo”. O mundo político, com toda a sua corrupção, hipocrisia e maldade, precisa de ordem, e Deus enviará Elias para esse propósito.

João Batista: o primeiro homem a ter a unção de Elias?
Na vida de João Batista, o próprio Jesus reconheceu e explicou que houve um cumprimento parcial para essa profecia, isto é, além da vinda de Elias, João Batista também era um Elias de Deus para o mundo. Provavelmente, o ministério de João Batista também mostra que Deus pode levantar homens na unção de Elias. Recebendo a unção de Elias, João Batista fez o que Elias fazia. O que Elias fazia? Ele repreendia os governantes conforme a poderosa Palavra de Deus.

Assim como Elias, João Batista passava sua vida num isolamento profético “nos desertos”, para poder buscar melhor a Deus, para poder ouvir melhor a voz do Espírito Santo e ser um instrumento poderoso de Deus na sociedade.

Com a unção de Elias, João Batista confrontou Herodes (outra criatura política semelhante ao presidente Lula e ao ex-presidente Clinton dos EUA) por causa de um pecado sexual em sua vida:

João dizia a Herodes: “Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão”. (Marcos 6:18 NVI)

Outras versões da Bíblia revelam que João fazia essa repreensão freqüentemente a Herodes. Não só uma, duas ou três vezes, porém toda vez que via Herodes, João abria a boca. Ele não perdia a oportunidade de dizer que o rei havia quebrado os limites legais de Deus.

De forma estranha, o que João estava fazendo era cumprimento parcial da promessa de Deus em Malaquias. No entanto, ninguém poderia imaginar que incluída nessa promessa estava também a volta da unção de Elias. João Batista pode ter sido o primeiro servo do Senhor a desfrutar essa unção.

A missão profética de João Batista era preparar o coração do povo de Deus para a maior visitação do Senhor na história humana. É claro que, espiritualmente, o Senhor continuará visitando seu povo, para operar grandes obras, e servos do Senhor ajudarão a preparar o coração do povo de Deus para as visitações do Espírito Santo nestes últimos dias. Se o Senhor continuar derramando a unção de Elias, veremos homens ousados no Espírito Santo, prontos para, conforme a Palavra de Deus, repreender governantes que estão em pecado e corrupção.

O que João Batista fazia freqüentemente diante de Herodes é um contraste surpreendente com a realidade de nossos dias, onde é comum homens e mulheres que professam ser de Deus apoiarem políticos e governantes com um comportamento moral e sexual pior do que o comportamento de Herodes. Contudo, o envolvimento político de João ia até onde esses homens e mulheres não ousam ir. Seu envolvimento político não adulava os poderosos, mas refletia fielmente a perspectiva de Deus para lidar com problemas morais específicos e sérios.

Onde entra a unção de Elias, entra a cobrança profética diante de autoridades políticas, a fim de que as políticas se alinhem com as políticas de Deus e a fim de que os políticos se alinhem moralmente com a vontade e leis de Deus.

Enquanto Elias no Antigo Testamento cobrava dos governantes judeus um estilo de vida justo que agradasse a Deus, no Novo Testamento João cobrou de Herodes (que nem judeu era) um comportamento sexual justo. Herodes tinha muitos problemas sérios (inclusive desonestidade, corrupção e violência) que mereciam forte reprovação. João poderia ter confrontado todos esses pecados, pois ele tinha conhecimento, através de seus pais que eram de famílias de sacerdotes, do importante papel dos profetas do Antigo Testamento na denúncia contra a corrupção e opressão contra os pobres praticadas por autoridades políticas.

No entanto, ele agiu de acordo com a prioridade de justiça que Deus colocou em seu coração, talvez por que não fizesse muito sentido pressionar um político a tentar “consertar” as coisas na sociedade quando sua vida particular precisava de “conserto” moral. Ele não dispersou suas energias atacando todos os pecados de um político. Ele começou atacando de frente o pecado que sua visão espiritual via como mais grave no momento. Sua prioridade absoluta era lidar diretamente com a questão moral, muito embora ele também condenasse outros pecados na vida do rei Herodes. Por sua atitude de repreender o pecado sexual de um homem da política, João acabou sofrendo prisão e morte.

Jesus aprovou o comportamento profético de João. Enquanto João estava na prisão pagando pelo “crime” de condenar o pecado sexual de Herodes, Jesus só teve comentários de elogio sobre ele. “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: De todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior… E, se vocês querem crer… João é Elias, que estava para vir.” (Mateus 11:11,14 BLH, o destaque é meu.)

Se estivesse vivo em nossa época, não há dúvida de que João abriria a boca diante de políticos como Lula, que promovem ativamente a agenda do aborto e do homossexualismo na sociedade. Contudo, quem poderia dizer que a unção de Elias não pode ser dada a homens de Deus no Brasil? Enquanto não se vê o derramamento dessa unção, nada impede o povo de Deus de clamar incessantemente: “Senhor, o Brasil tem no governo Herodes e Acabes, mas onde estão os teus Elias para o Brasil?”

Restaurando e reformando o mundo político
Ao mesmo tempo em que declarou que João simbolizou Elias, Jesus também deixou claro que Elias realmente virá para restaurar tudo e iniciar a reforma do mundo. Há muitas coisas tortas, pervertidas e diabólicas nas lideranças políticas e nas próprias políticas e leis criadas por eles, e Elias virá com a poderosa Palavra do Senhor para reprovar o mundo político, para manifestar aos arrogantes governantes mundiais que Deus exige que os governos e as nações se conduzam conforme a justiça da Palavra de Deus.

Talvez, a exemplo de João Batista, Deus poderá também levantar nestes últimos dias homens que simbolizem Elias. Afinal, há muitos Acabes e os Herodes nos governos de hoje e eles também precisam ser repreendidos conforme a Palavra do Senhor. Eles precisam saber e reconhecer que Deus não age só dentro das igrejas cristãs, mas também entre os arrogantes governantes mundiais. Eles precisam sentir, através da unção profética de Elias nos servos escolhidos de Deus, que suas políticas e condutas são abominação diante de Deus.

Os Acabes que promovem a idolatria estatal, a feitiçaria, a prostituição e o homossexualismo precisam conhecer o poder de Deus através de seus profetas. Os Herodes que vivem condutas sexuais erradas precisam ser repreendidos pelos profetas com a unção de Elias.

Os governantes do mundo não têm direito nenhum de fazer o que bem quiserem, pois Deus lhes deu a obrigação específica de servirem a Deus castigando os maus e elogiando os bons. A Palavra de Deus deixa claro que os governantes são “enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem.” (1 Pedro 2:14 ACF)

Todo governo humano foi chamado para ser servo de Deus nesta obrigação fundamental:

“Porque [o Estado] é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4 ACF)

Entretanto, o governo hoje invade até mesmo a esfera de Deus, prometendo dar tudo (saúde, educação, etc.) à população e suprir-lhe todas as necessidades, como se fosse o próprio Deus! Gerald Ford, presidente dos EUA na década de 1970, disse uma grande verdade sobre o governo:

“Se o governo é grande o suficiente para lhe dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para lhe tirar tudo o que você tem”.

Quando o governo deixa de ser servo de Deus na missão que Deus lhe deu de castigar os maus e elogiar os bons e invade áreas que Deus não lhe permitiu (o controle das crianças e da educação), então o Estado se torna um Monstro.

O governo brasileiro vem falhando sistematicamente na área da segurança, que é sua obrigação e também o dever que Deus lhe impôs. Vem falhando também sistematicamente na área da educação e saúde, que Deus não lhe autorizou. Resultado: o governo tira quase tudo de seus cidadãos, mas não lhes dá quase nada, e o pouco que o povo recebe é precário e ruim.

Quando o Estado quer fazer tudo, acaba não conseguindo fazer quase nada, a não ser sobrecarregar a população com um número grande de impostos elevados e injustos. Tanto dinheiro para impostos de segurança, saúde e educação e, no final, os cidadãos ficam sem dinheiro e sem os “produtos” estatais que foram obrigados a pagar a preços tão elevados.

Nenhum governo tem chamado de Deus para se envolver no controle de famílias, crianças e promoção de políticas de aborto, homossexualismo e outras perversões. A responsabilidade fundamental que Deus deu ao governo é “castigar o que faz o mal”. O que passa dessa obrigação é intromissão estatal e pode seriamente cair dentro da categoria de ilegalidade diante de Deus. Os Elias de Deus confrontarão os presidentes, governadores, prefeitos e outros políticos na negligência à sua obrigação e os repreenderão por invadirem áreas que não lhes competem.

No entanto, onde estão os Elias de Deus para avisar os presidentes e outros governantes que seu governo e suas políticas são ilegais aos olhos de Deus? Onde estão os Elias de Deus para dizer ao governo que sua responsabilidade é apenas a segurança? Onde estão os homens de Deus para imitar João Batista e dizer aos Herodes modernos: “O que você está fazendo é contra a Lei de Deus”? É bem fácil chegar até um presidente ou outra autoridade corrupta e imoral e limitar-se a elogios e cumprimentos. Multidões de líderes religiosos que se encontram com elevadas autoridades agem exatamente assim. Não buscam a face de Deus e quando estão face a face com um governante, só têm elogios, para quem com justiça merece uma palavra de repreensão e aviso. Há aduladores em abundância. Mas onde estão os Elias? Onde estão os homens com a coragem ungida de dizer aos presidentes que seu governo passou dos limites que Deus deu?

A chave para cultivar a unção de Elias: o envolvimento direto dos pais na criação e educação dos filhos
Onde estão os Elias de Deus? Eles estão, ou poderão estar, no ambiente espiritual ideal para seu desenvolvimento. Deus diz:

“Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI, o destaque é meu.)

Em nossa época, o Estado vem levando os filhos a se distanciar dos pais, porque os pais não estão se investindo devidamente na vida dos filhos. Com esse distanciamento, fica bem fácil pais se voltarem contra filhos e filhos contra pais.

O Estado, que Elias e João Batista tanto repreendiam e confrontavam, hoje tem como uma de suas metas prioritárias controlar as crianças — por meio das escolas. O controle estatal sobre as crianças e a educação é uma novidade recente na história da humanidade. É claro que o Estado alega defender o “direito à educação” das crianças. Contudo, mesmo que os pais tenham formação universitária pós-graduada na área da educação, o Estado brasileiro, por exemplo, não dá a esses pais o direito de dar a seus filhos educação escolar em casa, sob o pretexto de querer “os melhores interesses das crianças” — que são, na verdade, apenas uma camuflagem para proteger os melhores interesses estatais.

Um filho aprendendo em casa pode receber uma boa educação, se os pais têm meios para se sacrificar nessa educação, e será difícil semear novos e estranhos valores neles com os pais por perto. Na escola, mesmo que as crianças não recebam uma educação adequada — e pesquisas indicam que a saúde da educação no Brasil não anda nada bem —, o importante, para o Estado, é que longe dos pais pelo menos fica mais fácil colocar as crianças em contato com valores diferentes dos pais, valores aprovados pelos critérios estatais. O deus estatal exige o sacrifício de crianças no altar da doutrinação governamental.

O que está em jogo é a direção de vida e valores das crianças. O Estado bem sabe que o controle sobre a educação e as crianças é fundamental. Por isso, o governo não abre mão de sua própria lei que exige que as crianças freqüentem a escola institucional. A meta em si não é a educação. É distanciar a criança do lar e mantê-la no ambiente institucional — longe da família e seus valores — o máximo de tempo possível. O resultado? Depois de alguns anos expostos à doutrinação estatal, muitos adolescentes de famílias evangélicas começam a se desviar. Quando terminam uma faculdade, a grande maioria se desapega de Deus e seus valores ou da família e seus valores. Terminam “educados” e imorais, “educados” e rebeldes, “educados” e distantes de Deus, “educados” e longe dos valores da família.

“Educados” é uma expressão praticamente vazia de seu real sentido, pois a maioria dos alunos que saem da escola hoje é funcionalmente analfabeta, escrevendo e lendo de modo precário, porém muito bem “educada” em assuntos totalmente desnecessários, como namoro com sexo livre e educação sexual pornográfica com direito à imoralidade homossexual.

O fato é que os filhos estão se desviando dos pais e de seus valores, porque os pais os entregaram à influência nociva da doutrinação estatal das escolas institucionais.

De que adianta então uma grande formação “educacional” com o preço da vida e valores espirituais de nossos filhos? Provavelmente, os apóstolos do Senhor Jesus Cristo prontamente sacrificariam tais oportunidades acadêmicas, em vez de sacrificar seus filhos por amor a esse tipo de educação. Eles jamais veriam a educação como mais importante do que a vida e valores espirituais de seus filhos.

Se os apóstolos tivessem apenas essas duas opções, é claro que eles escolheriam proteger seus filhos. Entretanto, não há apenas essas duas opções. No que se refere à educação, a escola institucional não é a única escolha! Quando o coração dos pais se volta para os filhos, assumindo a supervisão direta de sua educação e formação e recusando-se a entregá-los ao Monstro estatal, o coração dos filhos volta-se — não para as drogas, rebelião e comportamentos errados. O coração deles volta-se para seus pais. Não é à toa que no movimento de educação escolar em casa a maioria dos filhos admire e respeite os pais, um comportamento cada vez mais difícil quando os filhos já estão freqüentando uma escola institucional há alguns anos. A educação é a chave. O Estado sabe disso. A Palavra de Deus ensina isso. Resta aos pais agora descobrirem essa importante verdade.

Quem tiver controle sobre a educação de uma criança terá influência decisiva sobre seus valores. É por isso que o Estado exige esse controle, por mais preparo acadêmico que os pais tenham. O Estado precisa controlar a educação, a fim de que tenha total liberdade de pregar e ensinar seus valores “democráticos” — que nada mais são do que seu “evangelho” do humanismo, socialismo, feminismo, homossexualismo e liberalismo. O Estado precisa controlar as crianças, a fim de que tenha total liberdade de torná-las discípulas desse “evangelho”.

O Monstro estatal usa o sistema de educação para formar monstrinhos e monstros conforme a sua própria imagem e semelhança, para que aprendam com os mestres estatais que o que é abominação aos olhos de Deus é normal para o Monstro estatal, e o que é justo e certo aos olhos de Deus é abominação para o Monstro estatal. Há exemplos abundantes dessa realidade. O Monstro estatal do Brasil vê como abominação a orientação do livro de Provérbios que dá aos pais o direito e a plena liberdade de disciplinar, com a vara da correção, o mau comportamento dos filhos. Mas vê como normal e justo entregar, em adoção, crianças para casais homossexuais.

O programa Brasil Sem Homofobia do governo Lula quer que todos os brasileiros respeitem a sodomia. Os pais que não respeitarem a sodomia estarão arriscados a perder a guarda dos filhos — a qual poderá ser entregue a um “casal” homossexual. Só um Monstro poderia fazer agir assim. E tal Monstro existe: é o Estado.

O Monstro estatal vê como normal entregar crianças em gestação ao extermínio do aborto legal. Para ele, é normal ensinar crianças de escola que o homossexualismo e o sexo fora do casamento são opções de vida e merecem respeito.

O Monstro estatal exige que, nas aulas de religião das escolas públicas, Jesus Cristo seja colocado no mesmo nível dos deuses do candomblé e outras religiões afro-brasileiras e pagãs.

O Monstro estatal exige a exclusão de Deus e seus valores das escolas e da esfera pública, com a desculpa de que o Estado é laico. A exclusão é propositada, a fim de que o lugar de Deus seja ocupado pelo Monstro estatal. Assim, o Estado moderno é semelhante aos reinos antigos, onde o paganismo usurpava o lugar que pertencia a Deus. Hoje quem usurpa é o humanismo, o estatismo, o secularismo, o socialismo e ideologias afins.

Mesmo com um controle tão forte e com políticas e leis draconianas na área da educação, o governo Lula, depois de vários anos de investimento na “melhoria” da educação, reconhece que seu “objetivo fracassou” e que na educação brasileira o “quadro é negativo”. Aliás, reconhece também que, embora a educação institucional seja compulsória e a educação escolar em casa seja proibida, o analfabetismo está relativamente alto e que as crianças terminam a escola primária praticamente sem saber ler e sem entender o que lêem. Em outras palavras, o próprio governo está dizendo que sua educação é um desastre!

Apesar desse fracasso muito bem reconhecido, o governo Lula conseguiu abaixar a idade da obrigatoriedade escolar, modificando a lei para que os pais sejam forçados agora a mandar os filhos para a doutrinação estatal da escola institucional não mais aos 7 anos de idade, mas aos 6. Contudo, a meta estatal é muito mais ambiciosa:

Dados divulgados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostram números preocupantes no Brasil. De acordo com a Campanha… mais de 50% das crianças entre 0 e 6 anos não estão na escola… [1]

Esses dados apontam para uma realidade assustadora: apesar do fracasso estatal da educação para crianças acima de 6 anos que são obrigadas por lei a freqüentar uma escola institucional, agora o Estado se preocupa com o fato de que, abaixo de 6 anos, só 50% das crianças freqüentam escolas. A solução? Tornar a freqüência escolar abaixo dos 6 anos compulsória também! O Estado está considerando medidas legais e políticas para estender seu controle sobre essas criancinhas.

O governo pode não estar feliz com seu desempenho na área da alfabetização, mas pelo menos contenta-se com o fato de que suas próprias leis mantêm as crianças mais sob seu próprio controle e supervisão do que sob o controle e supervisão dos pais. O que então o governo pode fazer quando as crianças estão longe da supervisão direta dos pais?

O próprio governo Lula confessou não está conseguindo alfabetizar os alunos de forma minimamente satisfatória, mas quer garantir que eles tenham acesso a camisinhas e cartilhas pornográficas dentro das escolas. O Estado brasileiro quer compensar seu fracasso educacional com camisinhas e pornografia. Assim, os alunos não se preocuparão com suas notas baixas, pois estarão embriagados de sexo livre e de uma auto-estima induzida por técnicas psicológicas de lavagem cerebral. Eles se tornarão burros e idiotas alegres.

Os pais que desejarem se investir em seus filhos por amor a Jesus, criando filhos que tenham o coração voltado para os pais, precisarão da unção de Elias, para desafiar as imorais imposições estatais que exigem controle das crianças na esfera da educação. Aliás, o Superior Tribunal de Justiça, percebendo o “perigo” da educação escolar em casa para as ambições estatais, chegou a afirmar que “os filhos não pertencem aos pais”, numa decisão judicial contra uma família que educava em casa. O Estado moderno, assim como os reinos pagãos do passado, exige o sacrifício de crianças em seus altares, e todo esforço dos pais cristãos para resgatar seus filhos desse sacrifício secularista e pagão exige a unção de Elias, exige o sacrifício dos pais na vida dos filhos, assumindo a educação deles e a supervisão e formação de seus valores.

A unção de Elias é para estes últimos dias. É para os pais — para capacitá-los a enfrentar o absolutismo estatal. É para os pais — para capacitá-los a se dedicarem à educação total de seus filhos. É para os pais — para lhes dar coragem de não entregar seus filhos no altar da educação do Monstro estatal. É para os pais — para capacitá-los a criar filhos proféticos, na unção de Elias e João Batista.

Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a assumirem completamente a criação e educação de seus filhos e os filhos a respeitarem e admirarem os pais. Essa meta já está se cumprindo de forma espantosa no movimento de educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos se voltam para os pais.

O movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades de criar homens e mulheres na unção profética de Elias e João Batista
Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a rejeitarem as imposições estatais injustas na área de criação e educação de filhos. Como sempre, ele desafiará governos e políticos. Será unção para abalar o que precisa há muito ser abalado. Diante da determinada oposição estatal à educação escolar em casa, não há como os pais se envolverem nesse movimento profético sem desafiar o Estado corrupto, pagão e imoral.

Entretanto, o preço vale a pena. Não existe bênção maior, para uma família, do que ter os filhos aos pés do Senhor Jesus, não debaixo das patas do Monstro estatal e seus valores imorais. Para que tal bênção seja realidade, o povo de Deus, a exemplo de Elias, terá de confrontar governos e autoridades.

A característica fundamental do estilo de vida profético de Elias, que entrará em ação nos últimos dias, é o isolamento profético. Elias se isolava completamente dos pecados da sociedade. Certamente, se houvesse escolas públicas (estatais) em Israel na época dele e se ele tivesse família, ele não enviaria os filhos à escola. Ele assumiria a educação deles, no Senhor. Esse isolamento necessário é parte da educação escolar em casa, onde as crianças cristãs recebem uma boa educação, sem a doutrinação estatal e sem as pressões e influências de colegas de classe que têm comportamentos moralmente problemáticos.

Em seu isolamento, Elias sempre buscava a Deus e se preparava para atender toda vez que Deus o chamava para ir ao meio da sociedade e confrontar seus líderes políticos e valores errados. Na educação escolar em casa, os pais dedicados têm a oportunidade de investir fortemente na formação espiritual, moral e educacional dos filhos, preparando-os para atender ao chamado de Deus na esfera social, combatendo valores nocivos. Assim como Elias, o movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades para os pais criarem e educarem filhos que desafiarão o moderno sistema político secularista, pagão, abortista, homossexualista e imoral.

Enquanto a meta do Senhor na educação é que os pais formem seus filhos na unção de Elias nestes últimos dias, a meta do Monstro estatal é formar a nova geração na anormalidade ética, sexual e espiritual de Acabe e Herodes.

O Brasil e o mundo precisam da volta de Elias e de muitos outros homens como ele e João Batista.

Não sabemos como ou quando Elias virá, mas Elias ou as pessoas com a unção de Elias que virão farão um trabalho profético de restauração nos governos, abalando as estruturas de pecado e arrogância. Essas pessoas terão um preparo de vida semelhante ao próprio preparo de vida que tiveram Elias e João Batista.

É bem possível que Deus tenha escolhido o movimento de educação escolar em casa para dar aos pais a oportunidade de criar filhos na unção de Elias. Essas crianças, criadas e educadas de modo isolado da doutrinação estatal, serão fortalecidas em valores bíblicos que lhes darão condições de serem instrumentos de Deus para repreenderem futuramente líderes políticos, seus comportamentos imorais e suas políticas injustas.

A educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos e voltam para os pais, é o terreno ideal para o “cultivo” de novos Elias. É só desse modo que será possível escapar da maldição que sobrevirá como castigo à nação por causa do distanciamento entre pais e filhos e entre filhos e pais e por causa das pervertidas políticas do Monstro estatal que provocam e facilitam esse distanciamento. (Cf. Malaquias 4:6)

As oportunidades de bênçãos são muitas no movimento de educação escolar em casa, mas os pais que quiserem a unção de Elias para seus filhos precisarão pagar um preço elevado em face das ameaças violentas dos Acabes, Herodes, Lulas e outros lacaios do Monstro estatal. Eles exigem total controle sobre a educação de nossos filhos, um controle que Deus não lhes deu autoridade nem permissão de exigir.

No passado, o Monstro estatal exigia o sacrifício de crianças. Essa exigência não mudou. O Monstro estatal continua sedento de crianças.

A quem então entregaremos nossos filhos? Em que altar os ofereceremos?

Seja através da educação escolar em casa ou outros movimentos do Espírito Santo, o Deus que agiu através de Elias vai mostrar ao mundo que não parou suas atividades no mundo da política. Ele vai mostrar que não parou de confrontar os políticos em sua imoralidade e injustiça.

RANCHO QUEIMADO, SC, Brasil — Em cidades do interior, poucas são as novidades. O que atrai a atenção são fatos rotineiros como nascimentos, casamentos e mortes. De modo geral, o interior está livre dos grandes problemas das cidades maiores.

Contudo, devido às imposições do programa “Brasil Sem Homofobia”, os tentáculos do governo federal se lançam a todos os cantos do Brasil, dando aos que praticam o homossexualismo ousadia e liberdade de promover a agenda homossexual.

Na localidade de Rancho Queimado, Santa Catarina, um homem conseguiu convencer alguns comerciantes da região a patrocinar seu jornal O Tropeiro. Todos achavam que seria uma publicação normal, para veicular informações do interesse da população.

No entanto, na edição de novembro de 2006, O Tropeiro apresenta o artigo “Diversidade: ser ou não ser? Eis a questão”, onde o autor, com jogo de corpo psico-sociológico, tenta mostrar que o homossexualismo é natural. Como exemplo, ele usa as sociedades pagãs, até mesmo as culturas indígenas, onde não só o homossexualismo religioso era comum, mas também o sacrifício sangrento de crianças, homens e mulheres para as divindades que aprovavam as práticas homossexuais.

O artigo diz: “Para os gregos antigos, antes da cristianização, um homem para ser cidadão tinha de manter relações sexuais com outros homens. Para outras civilizações como algumas tribos ameríndias da América do Norte, um homem manter relações sexuais e viver matrimonialmente com outro não o fazia menor que outros; ao contrário, denotava-lhe uma posição sagrada dentro da tribo”. Essencialmente, o artigo convida os leitores a se questionarem sexualmente e a não aceitarem como normal que um ser um humano seja apenas homem ou mulher.

Na mesma edição, O Tropeiro traz o artigo “Gays abrem o jogo”, que contém muitos “testemunhos” de homossexuais que dizem que suas práticas sexuais são certas. Um deles afirma: “As pessoas que são da igreja querem sempre é curar a gente, como se fosse doença. Eles deviam estar mais preocupados com o que se passa ao redor do que com a vida dos outros”.

Ainda na mesma edição, O Tropeiro entrevista o transexual Luana Cotroffi, que dirige um grupo de militância homossexual que dá atendimento jurídico, psicológico e social às “vítimas” de violência, abuso e discriminação de homofobia. A entrevista explica como o transexual aprendeu a aceitar seu desvio sexual.

Na edição de abril de 2007, na seção de cartas, um leitor declara: “Ser gay é normal. Eu sendo gay sou muito feliz…”

Nessa mesma edição, O Tropeiro utilizou o habitual e enfadonho discurso do preconceito no artigo “As covardes agressões contra homossexuais”, que elogia a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto anti-homofobia da petista Iara Bernardi. (Agora esse projeto está para ser votado no Senado, com o título de PLC 122/2006, ameaçando engolfar as igrejas do Brasil em experiências de perseguição.) O texto, que foi escrito pelo militante homossexual Carlos Matias Cardoso, também apela para certas informações e estatísticas sem metodologia clara para provar que homossexuais são sempre vítimas, como se eles jamais cometessem crimes e assassinatos.

O Pr. Ademir Kreutzfeld, que já vinha preocupado com a propaganda homossexual nas escolas públicas, viu que o jornal estava promovendo questões homossexuais perigosas para a mente inocente e imatura de crianças e adolescentes, ou até mesmo de adultos. E ele ficou triste de ver essas questões patrocinadas por alguns estabelecimentos comerciais. Ele pensou: “Será que esses comerciantes estão conscientes do que estão fazendo? Será que eles realmente querem apoiar a agenda homossexual, que visa a homossexualização da sociedade?”

Kreutzfeld tomou a iniciativa de conferir, ligando para os lojistas e perguntando. Eles ficaram surpresos, pois não sabiam que seu patrocínio havia sido ligado não a um veículo de informação para o bem-estar da população, mas a um jornal de propaganda homossexual. E, muito menos, eles não sabiam que o coordenador do jornal era um ativista homossexual. Constrangidos ao verem seus estabelecimentos associados ao homossexualismo, eles foram cobrar explicação.

Ninguém, em seu juízo perfeito, quer se ver ou estar envolvido com um comportamento sexual que sempre foi antinatural. O Pr. Kreutzfeld, como líder evangélico local, prega o amor e respeito ao pecador, porém jamais confundiu esse amor e respeito com tolerância ao pecado. Ele ama os drogados, mas não o vício deles. Ele ama os adúlteros, mas não o vício deles. E ele ama os homossexuais, mas não o vício deles. Logo, a questão é comportamental.

Como líder responsável, ele não força ninguém a deixar de escolher caminhos e comportamentos errados, mas se esforça para animar sua congregação e outras pessoas a escolherem o que é melhor para si e para suas famílias, à luz dos valores morais e bíblicos. Ele encoraja os pais a cuidar da criação espiritual e moral de seus filhos e faz tudo o que pode para que todos evitem o vício das drogas, adultério, homossexualismo, etc.

A atitude dele era alertar os patrocinadores, que perceberam que haviam caído num grave equívoco, e também colaborar para a proteção da saúde moral de sua localidade. Em Rancho Queimado, não há um só estabelecimento comercial que queira se expor numa publicação de tendência homossexual. Eles já sabem que ter o nome de suas lojas associado à prática do homossexualismo — ou outros vícios — tem conseqüências desfavoráveis aos seus negócios.

Naturalmente, numa sociedade democrática, todos os bons cidadãos têm o direito de livre expressão de encorajar outros cidadãos a evitar vícios e condutas moralmente reprováveis. E é inegável que drogas, prostituição e homossexualidade são vícios que nenhum pai e mãe desejam para seus filhos. Todos querem evitar essas condutas, não promovê-las ou elogiá-las.

Alguns pastores estão agindo enquanto é tempo, pois se o Congresso Nacional aprovar leis anti-homofobia, nenhum líder cristão poderá fazer o que o Pr. Kreutzfeld fez. Contudo, estranhamente, mesmo sem nenhuma lei anti-homofobia aprovada no Brasil, o Pr. Kreutzfeld recebeu um email ameaçador do ativista homossexual, dizendo: “Olha Ademir, só tenho a dizer que perdeste todo o respeito que eu acumulava pela tua pessoa, e que de agora em diante entreguei esta questão para a assessoria jurídica de nossa instituição, que orientou-me a registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia por questões de segurança, pois homofobia é crime”.

Obviamente, o ativista se revoltou com a perda dos patrocinadores para sua propaganda homossexual. E, consultando sua instituição de militantes homossexuais, ele cumpriu sua palavra de jogar a “lei” sobre o pastor, literalmente uma ameaça contra a liberdade de expressão, de consciência e valores religosos.

Sem demora, o Pr. Kreutzfeld recebeu intimação do delegado para comparecer à delegacia local, em 29 de maio de 2007. Na ocasião, foi determinada nova audiência, agora no Fórum da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz, SC, às 16h do dia 5 de junho de 2007”.

“Em Sodoma, aja como os sodomitas”. Não é assim que pensa e age o Pr. Kreutzfeld. E por agir diferente, ele está pagando um alto preço por alertar as pessoas que ele ama e respeita. Como ministro do Evangelho, ele jamais conseguiria se esquivar da responsabilidade de alertar as pessoas de sua localidade acerca de vícios como drogas ou homossexualismo. Mesmo que leis ímpias consagrem esses vícios.

O grande problema é que, mesmo antes da aprovação da lei da criminalização da homofobia, os ativistas homossexuais já se sentem à vontade para, sob alegação de crime de homofobia, perseguir homens e mulheres de bem que se opõem à promoção da agenda homossexual na sociedade.

Kreutzfeld, que é pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Rancho Queimado, filiada à IECLB, está sentindo na própria pele essa perseguição. Ele comenta: “O que fiz eu? Apenas dei alguns telefonemas para casas comerciais (10 ao total), alertando que elas estavam, sem nada saber, patrocinando um jornal de ideologia homossexual. Como cristão comprometido com o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, não poderia omitir-me de fazer tal esclarecimento. É natural que não sou ‘homofóbico’. Como cristão amo os pecadores. Também sou um deles. Mas não posso calar diante daquilo que é praticado como pecado”.

Kreutzfeld realmente não pode ficar calado, não só porque a própria Bíblia condena de modo claro e decisivo todas as relações sexuais de homens com homens. Na mesma região onde o ativista conseguiu patrocínio para sua propaganda homossexual, o menino João Rodrigo Coelho, de 13 anos, apareceu morto, com ferimentos no pescoço e lesões no ânus, em 8 de setembro de 2006. (Vitrine Popular, 15/09/2006, pág, 5.) Uma investigação revelou que a vítima, que ao que parece cometeu suicídio, era abusada sexualmente por Néri Brusch, de 38 anos. Contudo, a grande imprensa brasileira, que sempre divulga informações favoráveis aos militantes homossexuais, nada mencionou sobre o menino que sofreu abuso homossexual. A censura politicamente correta está em plena atividade, acobertando tão bem a sujeira e os escândalos homossexuais que mesmo no Google mal se acha o nome do homem que cometia abusos homossexuais contra o garoto João.

Kreutzfeld, consciente de que as práticas homossexuais têm conseqüências, procura não imitar o comportamento omisso e irresponsável da mídia liberal e esquerdista. Para ele, os drogados, as prostitutas e os homossexuais precisam ser ajudados a sair de seu estilo de vida destrutivo. No que depender dele, a promoção de qualquer um desses estilos de vida deve ser impedida, pois toda criança ou adolescente precisa ser protegido da influência nociva de propagandas que aprovam ou encorajam esses vícios.

Entretanto, no que depender dos que promovem essas práticas, cristãos como o Pr. Kreutzfeld devem ser impedidos e criminalizados. É por isso que hoje ele está sendo intimado pela Justiça para apuração de crime. Na mentalidade politicamente correta, homofobia é crime: toda atitude ou opinião contra a promoção do homossexualismo deve ser legalmente ameaçada, intimidada e punida.

Pelas normas do programa “Brasil Sem Homofobia”, é proibida qualquer ameaça, intimidação e castigo legal para quem promove o homossexualismo, mesmo nas escolas. Quem se arrisca a sofrer essas conseqüências agora sãos os pastores e outros cristãos que querem um Brasil Sem Sodomia.

Esse fato real na cidade de Rancho Queimado evidencia a onda de perseguição que ameaça vir sobre o Brasil com a aprovação do PL 122/2006, trazendo conseqüências inimagináveis para aqueles que vivem conforme valores morais, religiosos e bíblicos

Três psiquiatras que participaram de uma conferência judaica-cristã sobre questões sexuais afirmaram que pessoas com atração por indivíduos do mesmo sexo podem mudar de comportamento.

A conferência Sex and the City tem o intuito de ajudar sacerdotes e rabinos, entre outras pessoas, a lidarem – com uma abordagem terapêutica – com indivíduos que têm tendências homossexuais. Outros assuntos abordados foram a sexualização da cultura e a Bíblia e o sexo.

“Queremos transmitir a mensagem de que a mudança é possível”, afirmou Joseph Nicolosi, fundador da organização NARTH, uma das responsáveis pelo evento.

“Muitas pessoas que têm atração por indivíduos do mesmo sexo dizem que você não pode mudar, que isto é determinado biologicamente, que isto é baseado geneticamente. Porém, isto não é verdade”, afirma.

“Após 30 ou 40 anos tentando encontrar o gene gay, o mesmo não foi descoberto e muitas pessoas, especialmente as mais jovens, estão ouvindo que não há outra escolha, o que é trágico”, encerra Nicolosi segundo o site Christian Today.

 Em resposta à descrição do presidente Lula de que a oposição ao homossexualismo “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”, Larry Jacobs, coordenador global do Congresso Mundial de Famílias, disse que o comentário é “tão idiota a ponto de nos deixar sem fôlego”.

“Lula foi muito mais longe do que qualquer outro chefe de estado ao se alinhar aos elementos mais radicais do movimento homossexual internacional”, observou Jacobs. “Agora ele está dizendo que a oposição à perversão é pior do que o racismo, o anti-semitismo ou o impulso totalitário”.

Os comentários de Lula foram feitos na 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais em Brasília, 5 de junho.

Além de rotular a oposição à radical agenda homossexual como desordem mental, Lula clamou pela criminalização de dita oposição. O presidente brasileiro garantiu à audiência que ele “fará o possível para que a criminalização da homofobia e a união civil sejam aprovadas”.

Jacobs comentou: “Tal sempre foi a meta máxima do movimento homossexual internacional: tornar crime a oposição ao homossexualismo — suprimir a livre expressão e criminalizar opiniões opostas”.

Jacobs chamou o pronunciamento de Lula “um ataque direto à religião e à família”, e prometeu: “As forças pró-família no mundo inteiro farão resistência”.

DUNEDIN, Nova Zelândia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.

“As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados”, disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.

O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com “outra coisa”.

Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.

Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. “Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença”, disse ele.

Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.

“Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los”, disse ela. “Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto”.

Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.

Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.

A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.

Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.

O Rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos Estados Unidos, preveniu contra a política “não pergunte e não fale” que proíbe homossexuais assumidos no serviço militar.

“Quando os americanos estão sofrendo economicamente e milhões precisam de empregos, é chocante que o governo de Obama tenha como foco em sua agenda ultra-liberal militantemente homossexualista forçar que os homossexuais e a homossexualidade fiquem em destaque no exército, que não quer aceitar isso”, disse Levin numa declaração na terça-feira.

“Isso equivale ao estupro espiritual do nosso exército para satisfazer a um grupo muito extremista e egocêntrico na coalizão maluca do presidente Obama”, disse o rabino.

Ele concordou com Eileen Donnelly do Centro para a Prontidão Militar em concluir que permitir homossexuais assumidos no serviço militar “prejudicará a coesão do exército, fará com que muitos deixem o exército e reduzirá dramaticamente o número de recrutas, talvez levando ao restabelecimento de um alistamento obrigatório”.

Levin prosseguiu: “Treze meses antes do ataque terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001, no dia em que a Cidade de Nova Iorque aprovou uma lei de parceria doméstica homossexual, eu me uni a um grupo de rabinos numa reunião de oração na prefeitura, suplicando com Deus para que a cidade de Nova Iorque não fosse visitada com desastre.

“Temos visto terremotos subterrâneos, o tsunami, o furação Katrina e agora o Haiti. Tudo isso está em sintonia com dois mil anos de ensino no Talmude de que a prática da homossexualidade é uma causa espiritual de terremotos”, disse o rabino. “Quando um desastre é liberado, os inocentes também são vítimas, exatamente como em Chernobyl

MOSCOU, Rússia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Duplas homossexuais americanas não terão permissão de adotar crianças russas sob um novo acordo sobre adoções de crianças que está sendo redigido entre a Rússia e os Estados Unidos, informa Interfax. Fontes adicionais dizem que as autoridades russas também indicaram que pais solteiros americanos não mais terão permissão também.

Alina Levitskaya, elevada funcionária do Ministério da Educação e Ciência da Rússia, disse para o serviço noticioso russo que só casais heterossexuais terão permissão de adotar crianças órfãs da Rússia.

Embora uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA tenha dito ao AOL Notícias que “indivíduos solteiros e casais casados poderão adotar se cumprirem os requisitos de ambos os países”, a agência noticiosa observa que as autoridades russas declararam de modo enfático que a lei russa define “família” como “um marido e uma esposa”.

A mais recente rodada de negociações sobre a redação do acordo começou na quarta-feira passada; representantes do Departamento de Estado dos EUA e do Ministério da Educação e Ciência da Rússia esperam ter o acordo finalizado dentro das próximas semanas. Levitskaya disse para Interfax que não espera que o acordo sobre adoções de crianças seja assinado antes de novembro ou dezembro.

Interfax também informa que Pavel Astakhov, ombudsman para assuntos de crianças, deixou claríssimo que as agências estatais de assistência social infantil que quebrarem a lei enfrentarão “responsabilidade criminal”.

O acordo sobre adoções de crianças entre os EUA e a Rússia foi exigido pela Rússia depois que uma mulher solteira do Tennessee enviou seu filho russo adotado de 7 anos de volta para a Rússia sozinho, afirmando que ele tinha problemas psicológicos e que ela não mais poderia lidar com ele.

Torry Hansen provocou o incidente internacional quando enviou seu filho, Artyom Savelyev, num vôo para Moscou em abril, e contratou um homem para deixá-lo na entrada do Ministério da Educação e Ciência. Ela havia colocado uma etiqueta no menino, com a seguinte mensagem: “Lamento dizer que para a segurança de minha família, amigos e mim mesma… não mais desejo criar este menino. Como ele é russo, estou devolvendo-o à guarda de vocês”.

Hansen é uma enfermeira solteira de 33 anos, mas apesar disso queria ter uma família. Ela recrutou a ajuda de sua mãe, Nancy, para criar o menino, mas eventos comprovaram que nenhuma das duas estava equipada para disciplinar e criar Savelyev, e, de acordo com a Associated Press, elas esperavam que esses problemas comportamentais cada vez maiores pudessem ser curados pelo “amor”.

Depois do incidente, Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, ordenou uma suspensão temporária nas adoções estrangeiras, chamando o ultraje de “a última gota”. A Rússia vem cada vez mais ficando preocupada com reportagens de que pelo menos doze crianças russas sofreram mortes violentas nas mãos de pais adotivos americanos, entre 60.000 crianças russas adotadas desde 1996.

Os relatos de Gênesis (Gênesis 1.27; 2.18,21-24) e Mateus 19.4-6 ensinam que Deus criou a humanidade de uma maneira específica (macho e fêmea) com propósitos específicos relativos a isso (casamento, unidade sexual e procriação subentendidos).

O lugar mais adequado para começar uma avaliação bíblica sobre o homossexualismo não é com textos que o rejeitam, mas com textos que sustentam e apóiam essas passagens condenatórias.[1] Essa abordagem de pano de fundo é algo que quase todos os escritores pró-homossexuais falham em suprir.

A consideração do relato da criação é vital por muitas razões. Para começar, é um relato da criação. Homens e mulheres não são o produto cego de uma evolução ao acaso em que, literalmente, nada é normativo e os indivíduos são livres para escolher sua própria moralidade ou sexualidade. Os homens devem prestar contas ao Deus que os criou; eles não são o produto de uma natureza impessoal que não se importa com o estilo de vida deles.[2]

Abaixo estão cinco razões pelas quais o relato da criação é decisivo para qualquer discussão bíblica sobre a homossexualidade.

Primeiro, a aceitação da homossexualidade viola a ordem e a essência da própria criação humana.

Deus declarou que não era bom que o homem estivesse só. Para remediar essa situação, Ele criou a mulher como complemento divino e contrapartida da masculinidade. A comunhão sexual íntima foi pretendida somente para o homem com a mulher. Isso quer dizer que a homossexualidade distorce e desordena as intenções de Deus na criação e que a prática da homossexualidade contradiz o padrão da heterossexualidade em seu nível mais básico. O estilo de vida homossexual nega e desafia as polaridades do sexo de tal maneira que nem mesmo comportamentos heterossexuais, tais como fornicação e adultério, o conseguem.

Segundo, os homossexuais não podem obedecer ao mandamento de Deus quanto à procriação.

Em Gênesis 1.28, Deus ordenou a Adão, Eva e seus descendentes: “sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra”. Se Adão tivesse decidido ser homossexual, ninguém jamais teria nascido.

Terceiro, a homossexualidade constitui uma rebelião consciente contra a ordem divinamente criada.

De acordo com Romanos 1.32 e outras passagens bíblicas, os homossexuais sabem que seu comportamento é pecaminoso. A escolha contínua da prática de tal atividade é, portanto, uma rebelião intencional contra Deus e a ordem da criação.

Quarto, a Bíblia está repleta de premissas do relato da criação.

Se a homossexualidade fosse de alguma maneira legítima, as Escrituras não assumiriam uma inclinação heterossexual, mas incluiriam a opção homossexual. Se Deus tivesse a intenção de que o homem fosse bissexual, ou homossexual, ou se Ele tivesse criado o homem andrógino, o fato de criá-lo dessa maneira seria evidente em outros relatos das Escrituras relacionados à natureza do homem. Mas, o único padrão mantido e defendido é o heterossexual. “Do primeiro capítulo de Gênesis até o livro de Apocalipse, o significado duplo de expressão sexual-genital – a saber, procriação e união – é claramente manifesto… Javé é descrito como o noivo fiel, e Israel, como a noiva fiel, indicando que o amor heterossexual pode ser a base para se expressar o mistério de Deus em amar a raça humana… Além disso, o autor de Efésios reitera a mesma verdade revelada sobre a sexualidade humana, no contexto da sublime comparação em que o marido é comparado a Cristo e a mulher à Igreja. Quando o autor deseja descrever o amor que Cristo tem pela Sua Igreja, ele se volta para o amor heterossexual do marido e da mulher. [Efésios 5.25,28].”[3]

Em outras palavras, as Escrituras estão impregnadas com premissas concernentes à adequação da heterossexualidade; por comparação, a homossexualidade está conspicuamente ausente exceto quando se trata de condenação.

Quinto, a homossexualidade distorce a imagem de Deus.

Gênesis 1.27 ensina claramente que a imagem de Deus compreende tanto macho e fêmea – uma complementaridade que é eterna e existirá para sempre. Afirmar que a homossexualidade é bíblica e normal é distorcer a imagem de Deus e, conseqüentemente, insultar a natureza e o próprio Ser de Deus.

Ao entendermos o propósito divino da criação e o fato de que a criação reflete o próprio Ser de Deus, podemos entender mais claramente as razões para as condenações bíblicas da homossexualidade moderna e porque elas são tão rígidas.

O que 2 Pedro 2.1-10 e Judas ensinam a respeito do estilo de vida homossexual?

Essas passagens estão repletas de referências ao homossexualismo e, implicitamente, também ao movimento homossexual cristão. As passagens paralelas ao trecho de Romanos são dignas de nota. Em 2 Pedro 2, observe que o contexto envolve “falsos mestres entre vós” (i.e. dentro da igreja) que ardilosamente introduzem “heresias destrutivas” até mesmo negando o Mestre (Jesus) que os comprou. Note, além disso, que muitos seguirão sua “sensualidade” (v. 2) ou “caminhos vergonhosos”, e por causa de tais mestres o caminho da verdade será “difamado” ou distorcido.

Tais pessoas são consideradas como repletas de ganância e descritas como sendo aquelas que exploram os cristãos com “palavras falsas” ( v. 3) ou “fábulas”.

Até aqui, a passagem é aplicável tanto a homossexuais quanto a “homossexuais cristãos” que promovem os tipos de argumentos que temos considerado no livro Os Fatos Sobre a Homossexualidade. Note também que nessa passagem é a homossexualidade que é diretamente citada como ilustração de todos acima. Sodoma e Gomorra são mencionadas especificamente por terem sido destruídas como “um exemplo para aqueles que viessem a viver vidas impiedosas depois disso.”

O livro de Judas continua a rejeitar a homossexualidade:

“Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas que, havendo-se entregue à prostituição como aqueles seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição… Ora estes da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como rejeitam governo e difamam autoridades superiores… Estes, porém, quanto a tudo que não entendem, difamam… Estas são as coisas que os destroem… São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito” (Judas 7-19).

Essas palavras dispensam qualquer explicação e requerem pouco comentário.

Examinamos os principais e mais explícitos versículos das Escrituras relacionados ao homossexualismo. Aquele que afirma que a questão bíblica contra a homossexualidade é baseada em alguns textos “isolados” e “obscuros”, simplesmente não entende o peso desses trechos das Escrituras. Além dos versículos acima, há um grande número de versículos adicionais que são aplicáveis às práticas homossexuais apesar do termo em si não ser usado (por exemplo, Romanos 6.11-21; Romanos 12.1-2; 1 Coríntios 6.19-20: Filipenses 1.20; Colossenses 3.5-8, Apocalipse 21.8).

Como se pode deixar o estilo de vida homossexual?

Deixar o estilo de vida homossexual pode ser relativamente fácil ou difícil, dependendo de diversos fatores. O passo mais importante é este – aceitar que o estilo de vida homossexual é moralmente errado e resolver mudar. Como comentamos no livro “Os Fatos Sobre a Homossexualidade”, a mudança é claramente possível para homossexuais que queiram mudar, e Deus concederá graça e poder àqueles que se voltarem para Ele com fé, desejosos de agradá-lO com seu comportamento sexual. Nesse caso, a chave é uma oração de arrependimento diante de Deus, resolvendo deixar o estilo de vida homossexual, o incentivo e o aconselhamento daqueles que já fizeram isso.

O MOSES – Movimento Pela Sexualidade Sadia é uma importante organização dedicada a ajudar homens e mulheres homossexuais durante a transição para um estilo de vida celibatário e a transição para a heterossexualidade.

Para aqueles que verdadeiramente desejam deixar o estilo de vida homossexual, nós recomendamos a seguinte oração:

Querido Deus:

Eu agora reconheço que a minha homossexualidade tem Te desagradado. Confesso meu pecado diante de Ti e peço o Teu poder e Tua graça para deixar o meu estilo de vida anterior, de forma final e completa. Entendo que o Senhor é Santo e que meu pecado me separou de Ti. Portanto, agora recebo a Cristo como meu Senhor e Salvador pessoal, crendo que Ele morreu na cruz por todos os meus pecados e que ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia. Agradeço-Te que, pela fé no Teu Filho, posso agora saber que todos os meus pecados foram perdoados, – passados, presentes e futuros. Não preciso mais temer o Teu julgamento por causa do que Cristo consumou na cruz. Com a Tua ajuda, eu agora resolvo buscar qualquer ajuda e aconselhamento necessários para obedecer à Tua vontade para a minha vida. Em nome de Jesus, amém.

Aqueles que fizeram essa oração devem entender que a entrega a Cristo é um assunto sério e envolve fazer dEle o Senhor de cada área de sua vida. Vocês devem saber também que inclinações para o mesmo sexo podem, mas provavelmente não vão, cessar automaticamente. O pecado da homossexualidade é igual a qualquer outro pecado sexual e requer tempo e paciência para ser vencido. Outro passo importante é um rompimento explícito e permanente de todos os laços com a comunidade homossexual, incluíndo, se necessário, todas as amizades anteriores. Nenhuma brecha de tentação deve ser permitida. Toda rejeição ao pecado equivale à auto-negação e, é claro, é algo doloroso, mas o simples fato da dificuldade não nos isenta da responsabilidade diante de Deus de amá-lO como Ele nos amou. Milhares de homens e mulheres gays testemunharam que existe vitória – vitória completa – e aqueles que acabaram de começar seu novo estilo de vida devem ser encorajados por esse fato. (John Ankerberg e John Weldonhttp://www.chamada.com.br)

Tendências demoníacas nos tempos finais

Os cientistas do painel da ONU sobre o clima advertiram: se não forem tomadas medidas drásticas, a humanidade estará sujeita a uma catástrofe climática… Há mais de 2000 anos, os autores bíblicos já previram catástrofes climáticas. Jesus Cristo também falou de alterações ameaçadoras em nosso sistema solar, de inundações e de abalos das forças da natureza. Na expectativa dessas coisas, os povos ficarão paralizados de medo, enquanto os líderes não saberão o que fazer. Jesus disse que o mundo em que vivemos passará. Mas a Sua Palavra permanecerá.

Isso significa que a Palavra de Deus se cumprirá. Das milhares de promessas de Deus, nenhuma ficará sem se realizar. Podemos confiar nisso inteiramente… Deus nos exorta a crermos na Sua Palavra e a obedecer-Lhe. Essa fé não é a crença em uma programa ou em um sistema, mas

Uma vaca leiteira seria praticamente tão prejudicial ao clima quanto um automóvel de pequeno porte que roda 18.000 quilômetros por ano.

O Deus evolucionista

Quanto mais avança o tempo, tanto menos acredita-se na veracidade da Palavra de Deus. Discussões acaloradas e campanhas pró-evolução e contra a criação dominam a mídia. Mesmo no meio cristão, a evolução é cada vez mais integrada à teologia. Argumenta-se que ambas podem ser maravilhosamente conciliadas: Deus teria criado através da evolução.

O relato seguinte mostra quanto já se alastrou o pânico por causa da poluição de um mundo que teria surgido através da evolução:

Os ecologistas exigiram uma maior contribuição dos agricultores para a proteção do meio ambiente. Segundo eles, a agricultura e a pecuária na Alemanha estariam produzindo até 11% dos gases causadores do efeito estufa… conforme um estudo publicado pelo WWF (World Wildlife Fund – Fundo Mundial da Vida Selvagem). Os gases provenientes da digestão por parte de uma única vaca leiteira seriam praticamente tão prejudiciais ao clima quanto os de um automóvel de pequeno porte que roda 18.000 quilômetros por ano. Por isso, o WWF exige um “imposto de emissão” para os agricultores… Os consumidores também deveriam prestar mais atenção ao equilíbrio ecológico da sua alimentação, afirmou Tanja Dräger de Teran, especialista agrária do WWF. Suas dicas: usar mais produtos regionais e ecológicos, consumir menos carne e menos arroz. Segundo ela, a produção de arroz em campos irrigados representa um grave problema climático em todo o mundo. A especialista enfatizou que a agricultura ecológica, por usar menos energia, também produz menos gases causadores do efeito estufa. Por isso, seria necessário estimular cada vez mais a agricultura ecologicamente correta.[2]

O jornalista alemão Peter Scholl-Latour disse recentemente que o atual ateísmo transformou-se, na realidade, em uma nova religião. Trata-se do afastamento de todos os valores bíblicos anteriormente aceitos nos países cristãos. Essa apostasia é freqüentemente citada na Bíblia. Entretanto, a pouca sustentação do ateísmo, que desaba facilmente como um castelo de cartas, foi bem descrita em uma frase de Robert Lembke: “Durante fortes turbulências, não há ateus nos aviões”.[3]

Os criacionistas, normalmente cristãos, são cada vez mais rejeitados. Os evolucionistas e ateus, entretanto, por terem criado um outro “deus”, recebem sempre mais espaço para espalharem suas divagações entre o grande público. Os ateus estão em alta. Por exemplo, o livro Deus – Um Delírio, de Richard Dawkins, tornou-se um best-seller.

A ira de Deus desde o céu

Pachacuti, o grande rei dos incas, mesmo sem acesso à Bíblia, chegou à conclusão de que, até então, tinha adorado apenas um elemento da criação, o Sol, e não o próprio Criador.

Desse modo, conforme a Bíblia, encontramo-nos em meio aos tempos finais: o afastamento de todos os valores bíblicos anteriormente aceitos. A respeito, a Escritura diz: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis… pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” (Romanos 1.18-23,25).

Quais são os detalhes que essa passagem bíblica esclarece?

1. Que Deus é o Criador e, como tal, pode ser claramente reconhecido. Foi o que percebeu um rei inca, sobre o qual li:

O rei Pacachuti (1431-1471 d.C.) levou o império dos incas ao auge. Mesmo sem acesso à Bíblia, ele chegou à conclusão de que, até então, tinha adorado apenas um elemento da criação, o Sol, e não o próprio Criador.

Em primeiro lugar, ele observou que Inti (o Sol), seu deus, fazia diariamente a mesma coisa. Portanto, a vida dele mesmo era mais interessante do que a do seu deus. Em segundo lugar, ele se admirou que uma pequena nuvem podia encobrir a visão do seu deus. Em terceiro lugar, ele se perguntou: quem terá criado o Sol? Assim, ele pequisou os escritos de seus antepassados. E, eis que, tinha havido um tempo em que seu povo havia adorado o Criador de todas as coisas, o verdadeiro Deus. Desse modo, ele procurou e encontrou o Deus que é muito maior que qualquer elemento da criação. Então, o rei ordenou ao seu povo que não adorasse mais o Sol, mas Aquele que tinha criado o Sol.[4]

O conhecido poeta alemão Matthias Claudius (1740-1815) afirmou: “Certamente a primavera é uma clara revelação de Deus e da Sua bondade, pois, o que nos toca de tal maneira o coração, deve proceder do coração de alguém”.

2. A ira de Deus atinge o mundo numa época em que a criação foi elevada como divindade e a evolução foi aceita quase sem restrições. Esse é exatamente o nosso tempo! Uma tradução alemã de Romanos 1.25 diz: “eles trocaram o verdadeiro Deus por um emaranhado de mentiras, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!”.

3. A impiedade e a injustiça da humanidade nos tempos finais se revela menos através das atrocidades cometidas, mas principalmente pela mentira que bloqueia a verdade. Trata-se de um tempo em que se nega conscientemente a criação evidente por parte de Deus e se coloca a criatura acima do Criador. As barbaridades de nossos dias têm sua origem na impiedade e na injustiça e são conseqüências delas. É o que vemos, por exemplo, nas pesquisas com embriões, no homossexualismo, nos delírios mentirosos do esoterismo, da feitiçaria moderna, etc. A Bíblia descreve essas abominações com as seguintes palavras: “E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem” (Romanos 1.28-32).

Se não existe Deus e Criador, mas apenas a evolução, o homem não é responsável diante de ninguém, o que leva à degeneração radical.

O evolucionismo conduz aos atos mais abomináveis. Li, por exemplo:

Desde o início de 2007 é permitida na Grã-Bretanha a formação de embriões mistos com células humanas e de animais. Agora, os pesquisadores poderão inserir DNA humano em um óvulo de suínos ou de gado, do qual tenha sido retirado antes o código genético original”.[3]

Se não existe Deus e Criador, mas apenas a evolução, o homem não é responsável diante de ninguém, o que leva à degeneração radical. Nessa situação, toda moral será logo lançada fora, para que o barco siga seu rumo.

4. Nos tempos finais, a ira de Deus atingirá a terra a partir do céu. Com isso, chegamos aos juízos que são descritos no Apocalipse. Tudo indica que o Espírito Santo relacionou o texto de Romanos 1.18 ao Apocalipse, ou seja, aos acontecimentos dos tempos finais. Certamente não é por acaso que no Apocalipse Deus é exaltado e louvado como Criador do mesmo modo como na Epístola aos Romanos: “dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14.7). “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos” (Apocalipse 9.20-21). Nesses dois versículos há duas referências à falta de arrependimento:

Os dados sobre as bolsas enchem a mídia e são o tema principal de todas as conversas.

a) Os homens não se arrependeram da falsa adoração, atrás da qual estão os demônios (v. 20). Os demônios têm por objetivo afastar os homens de Deus e oferecer-lhes alternativas, por exemplo, a adoração da matéria (evolução): Romanos 1 ensina que a ira de Deus virá sobre os homens porque eles adorarão a criatura no lugar do Criador. Na evolução, a criatura é exaltada como deus-criador. Portanto, a matéria é mais honrada que seu Criador. Por exemplo, lemos constantemente na mídia que “a evolução criou algo maravilhoso”. Atrás disso há claras influências demoníacas. A teoria da evolução, que se tornou popular e tem aceitação praticamente geral, leva ao afastamento radical de Deus, o que, por sua vez, provoca a ira de Deus do céu. No Apocalipse, essa ira de Deus a ser derramada sobre a humanidade é descrita com maiores detalhes. Confirma-se que Deus envia esses juízos porque a matéria é considerada mais elevada que seu Criador. Por isso, os homens daquele tempo são seriamente exortados a temer a Deus e a dar-Lhe glória: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14.6-7). Em minha opinião, “…é chegada a hora do seu juízo”, não significa que o juízo se dará apenas naquele momento, mas que a afirmação se refere a todo o Apocalipse. O “evangelho eterno” anuncia a Deus como o Criador, o que pode ser lido do início ao fim da Bíblia. Tudo foi criado por Ele! Pelo fato da humanidade não o crer mais, ela será julgada e exortada a retornar a essa verdade. Os homens, porém, não estão dispostos a desmanchar sua estrutura de teorias e a dar honra a Deus, razão porque não se arrependem.

As palavras “…das obras das suas mãos”, referem-se ao materialismo, relacionadas com ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau. Todas essas são coisas que Deus criou, mas os homens as utilizam mal, com objetivos egoístas, para se engrandecerem e para adorá-las.

Aplicando essas afirmações ao nosso tempo, elas significam que o homem confia mais em segurança passageira do que em Jesus Cristo e Sua Palavra infalível, ou seja, nas promessas de Deus. Quando o homem transforma seguranças terrenas em sua base de confiança e se apóia nelas, ele as transforma em seu deus. O materialismo transformou-se em “deus” no nosso mundo e muitos não conseguem controlar essa situação em suas vidas. Mesmo pessoas renascidas ainda podem ser gananciosas ou avarentas, razão porque a Epístola aos Colossenses exorta a deixar essa idolatria: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria” (Colossenses 3.5).

Qual é a situação atual? As empresas de seguros e os bancos registram um crescimento imenso. Imóveis e bens dominam a sociedade, os dados sobre as bolsas enchem a mídia e são o tema principal de todas as conversas. O luxo torna-se o fator mais importante da vida. A exigência do momento é viver e trabalhar para obter lucro.

O Diabo quis até induzir Jesus, o Filho do Deus vivo, a colocar os valores materiais acima do Seu Pai celestial, para obter adoração para si mesmo: “E, elevando-o, mostrou-lhe, num momento, todos os reinos do mundo. Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua” (Lucas 4.5-7).

O dinheiro (materialismo) tem um poder terrível e pode ocupar rapidamente o lugar de Deus. Como podemos verificar se nos tornamos escravos do dinheiro? Fazendo-nos as seguintes perguntas:

  • Quantas vezes fico pensando em dinheiro?
  • Até onde vão minhas preocupações financeiras e quanto sou dominado por elas?
  • O que deixo de fazer e o que faço apenas para ganhar dinheiro?
  • Quais são minhas prioridades?
  • Quanto tempo invisto em bens, compras, e pesquisas de preços?
  • Quão fácil ou quão difícil é para mim me desfazer de bens?
  • Estou disposto a contrair dívidas para satisfazer rapidamente algum desejo?
O dinheiro (materialismo) tem um poder terrível e pode ocupar rapidamente o lugar de Deus.

b) Os homens não se arrependeram do seu comportamento imoral: “nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos” (Apocalipse 9.21). Isso engloba: violentações, logros, homicídios, vida desregrada, viver junto sem que se seja casado, relações sexuais antes do casamento, divórcios, homossexualismo, etc. Isso tudo tornou-se comum para a maioria das pessoas, pois passou a fazer parte da nossa cultura.

Vemos pelos juízos futuros, que serão ainda muito mais violentos do que as atuais inundações, tempestades, erupções vulcânicas, etc., que a Palavra de Deus continua plenamente válida e que Seus juízos não são orientados por normas sociais, mas pela Sua Palavra revelada. Freqüentemente os cristãos são considerados atualmente como atrasados e desatualizados. Em breve, porém, se mostrará que a Palavra de Deus, que eles pregaram e na qual creram, é extremamente moderna!

A palavra “feitiçarias” foi traduzida do grego pharmakon (fármacos). Na Antiguidade, ela era usada freqüentemente para descrever drogas usadas para alcançar experiências religiosas ou para realizar rituais e cerimônias ocultistas. Nessa categoria se enquadram também as seitas orientais, o esoterismo, a yoga, a meditação transcendental, o xamanismo e os “deuses”, como o Dalai Lama.

Hoje em dia essas coisas são praticadas, principalmente e de forma crescente nos países de tradição cristã, razão porque podemos considerar que a ira de Deus se derramará sobre eles de modo especial.

Não é de admirar que a Bíblia prediz a adoração de deuses e ídolos e suas doutrinas para os tempos finais, que influenciarão cada vez mais o comportamento da sociedade? Será que essas coisas não caberiam melhor na escuridão da Idade Média? Não, as afirmações da Palavra de Deus são muito modernas, extremamente atuais. Nas últimas décadas, nosso mundo voltou-se para uma idolatria moderna.

É notável que os princípios dessa idolatria moderna coincidiram com o tempo da retomada de Jerusalém por parte de Israel (1967). Desse modo, temos um forte sinal da aproximação do fim da era das nações (Lucas 21.24). Por isso, não é de admirar que os fenômenos dos tempos finais começaram justamente naquele tempo e avançam fortemente até hoje. A respeito, alguns dados básicos:

  • Em 1966 foi fundada a Sociedade Internacional Para a Consciência de Krishna (Hare-Krishna).
  • Em 1966 surgiu a primeira igreja satânica na Califórnia.
  • Em 1966 começou a revolução sexual.
  • Em 1966 foi lançada a série de TV “Enterprise”, que contribuiu para aumentar o interesse pelo encontro com extraterrenos (espíritos).
  • Em 1966 foi iniciada a Revolução Cultural chinesa.
  • Em 1967 começou a onda das drogas.
  • Em 1967 começou a onda ocultista.
  • Em 1967 espalhou-se a onda da dinâmica de grupo.
  • Em 1968 foi gravado o filme ocultista “O Bebê de Rosemary‘.
  • Em 1968 irrompeu o movimento dos hippies, relacionado com experiências de expansão da consciência, baseadas nos conhecimentos dos nativos mexicanos.
  • Em 1968 irromperam as manifestações estudantis, a liberdade sexual e o neomarxismo.
  • Em 1968 foi fundada a NARAL, entidade de luta pela legalização do aborto nos EUA.
  • Em 1968 ocorreu a mudança do propósito de realização de Cristo na vida para a auto-realização.
  • Em 1969 começou o lobby homossexual nos EUA com o “Christopher Street Day”.
  • Em 1969 foi iniciado o movimento feminista em Berlim.[5]
Na categoria de “feitiçarias” se enquadram também as seitas orientais, o esoterismo, a yoga, a meditação transcendental, o xamanismo.

Lemos em Apocalipse 10.5-7: “Então, o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas”. Essa passagem pretende nos mostrar que Deus é tanto o Criador quanto o dono do mar, da terra e do céu. Apesar dos homens, em sua loucura, adorarem a matéria, não receberão ajuda dela – como era de se esperar: “e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6.16-17).

Deus – no final dos tempos

Se, além do seu significado literal, aplicássemos esses dois versículos aos nossos dias, de forma espiritualizada, poderíamos comparar esses “montes e rochedos” com o ex-vice-presidente americano Al Gore, que recentemente recebeu o prêmio Nobel da Paz pelos seus esforços em favor da preservação do meio ambiente:

“Paz, com a mãe-terra!”, ele exclama. “Arrependam-se!”, é a sua mensagem. Ele quer salvar a humanidade como um todo e acentua que o mundo está ameaçado de sofrer um “holocausto ecológico” e que as mudanças climáticas são “a questão moral, ética, espiritual e política mais importante de todos os tempos” para o ser humano…

Assim falam os criadores de religiões aos seus discípulos. Uma sociedade envolta no bem-estar, cansada da civilização, ouve com verdadeira voluptuosidade a mensagem da ameaça do fim do mundo… pois, conforme Gore, “as evidências de uma ‘Noite dos Cristais’ ecológica são tão claras como o barulho das vitrines quebradas em Berlim”. Seus rastros ecológicos correspondem ao tamanho das pegadas de King Kong”.[6]

Al Gore transforma as mudanças climáticas e a evolução numa nova religião.

Esse homem está transformando as mudanças climáticas e a evolução em uma nova religião, comparando-a espertamente com a Noite dos Cristais e o Holocausto. Entretanto, em meio a tudo isso, ele deixa de lado a Deus e Seu Evangelho. A respeito de Al Gore, uma revista cristã comentou:

Ele tenta extrair vantagens de um debate em que os grupos cristãos são cada vez mais apresentados como atrasados. Ele não ataca os cristãos diretamente, mas fala num só fôlego de “fundamentalistas cristãos e islâmicos”. Se crermos nos porta-vozes dos ateus, o bom senso na ação política é ameaçado principalmente pela religião. Gore utiliza esse raciocínio, não de maneira ofensiva, mas mesmo assim de modo bem claro… Tudo o que a terra precisaria, seria “a razão fria, calculista, apaixonada”. Nos debates encalorados sobre o aquecimento global, cujo manipulador e aproveitador se chama Al Gore, sente-se pouco de razão fria… Gore é um especialista no trato com a opinião pública. Ele sabe que o ponto culminante dos debates sobre religião, razão e política ainda está por vir”.[3]

Através de todos esses acontecimentos, vemos que as mudanças climáticas servem a um poder anticristão, à união das nações é à “paz”. O cristianismo é rejeitado, a razão é colocada em destaque e a evolução é elevada acima do Evangelho de Jesus Cristo. Acontece exatamente o que está predito no primeiro capítulo da Epístola aos Romanos: a conseqüência será a intervenção de Deus a partir do céu.

O que realmente necessitamos?

A grande sedução, que avança sobre nós nestes dias, consiste em se achar que os problemas deste mundo poderão ser resolvidos através de um programa humano. Mas, isso não é possível! Recordando o que dissemos no início deste artigo: não necessitamos da fé em um programa, mas precisamos crer numa Pessoa, cujo nome é Jesus Cristo. A Epístola aos Hebreus testemunha a respeito dEle: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1.3).

Circunstâncias, Determinismo Psíquico, Genes ou… Escolha?

Martin Bobgan

“Então disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi” (Gn 3.12-13).

 No Jardim do Éden, Deus disse: “Adão!”, Adão disse: “Eva” e Eva disse: “a serpente”. Assim começou o costume de culpar os outros (“Não fui eu, Senhor”), esquivando-se da responsabilidade (foi alguém ou outra coisa) e fazendo o papel de vítima. O papel de vítima da humanidade (“não me acuse – eu não sou responsável”) é um tema repetido continuamente na história humana. A humanidade parece ter um desejo férreo de culpar e transferir a responsabilidade a outros, fazendo o papel de vítima.

Determinismo Circunstancial

Quando Adão disse “Eva”, ele estava transmitindo uma forma determinística de ver a vida. Ele estava dizendo que a única razão da violação do mandamento de Deus tinha sido a mulher. É possível ouvi-lo dizendo: “Se não fosse por essa mulher, eu não teria deixado de cumprir Seu mandamento.” Adão se negou a assumir responsabilidade interior (“Eu o fiz”) e, ao invés disso, atribui sua quebra do mandamento a um fator externo (Eva). Eva é acusada: “Ela é responsável por me tentar; eu sou a vítima. Se não fosse por Eva, eu nunca teria feito tal coisa.” Tratava-se de determinismo baseado em razões externas, não em decisões interiores. Eva, por seu lado, acusou a serpente, transferindo a responsabilidade por aquilo que tinha feito, e também se colocou no papel de vítima.

O que vemos com Adão e Eva é um desejo de agradar a si mesmo e não a Deus, e uma resposta pecaminosa imediata para externalizar a culpa e a responsabilidade, fazendo o papel de vítima. “Sim”, diria Adão, “eu o fiz, MAS fui forçado a fazê-lo. Naquelas circunstâncias, eu não tinha outra escolha.” A era do determinismo circunstancial começou com nossos primeiros pais. As circunstâncias incluíam a disponibilidade da árvore e o encorajamento de Eva. Adão até poderia ter acrescentado: “Meu desejo de agradar à minha mulher me levou a fazê-lo.”

Determinismo psíquico

Essa longa era de determinismo circunstancial continua até hoje. Entretanto, começando no século passado e prosseguindo até hoje, há um outro determinismo muito influente. Esse novo determinismo começou com o trabalho de Sigmund Freud. No livro “The Freudian Fallacy” (“A Falácia Freudiana”), E. M. Thornton escreveu:

Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud. Suas obras influenciaram a psiquiatria, a antropologia, o serviço social, a penalística, a educação, e forneceram material praticamente sem limites para novelistas e dramaturgos. Freud criou “um clima de opiniões totalmente novo”; para o bem ou para o mal, ele mudou a face da sociedade. O vocabulário da psicanálise passou para a linguagem do dia-a-dia.[1]

Freud postulou que a razão porque pensamos da maneira como pensamos é que no início da vida (do nascimento até aos 5 anos) passamos pelo que ele chamou de fases psicossexuais de desenvolvimento. Em conseqüência, supostamente incorporamos nossa história humana inicial em nosso inconsciente. Freud ensinou que nossa infância então determina o que fazemos. A mesma coisa que aconteceu no Jardim do Éden, onde Adão e Eva transferiram a culpa, esquivaram-se da responsabilidade e se colocaram no papel de vítimas, dá-se também com o determinismo psíquico de Freud.

De acordo com Freud, a razão porque fazemos o que fazemos e pensamos o que pensamos é que somos psiquicamente determinados a fazê-lo. No sistema freudiano, culpo minhas fases iniciais de desenvolvimento psicossexual; eu não sou responsável, porque fui programado para agir e pensar pelas experiências iniciais da vida; e sou uma vítima dos resultados das minhas fases psicossexuais, que foram programadas em meu inconsciente.

Determinismo genético

Atualmente, entretanto, não estamos limitados às possibilidades de culpar o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico. Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico. Enquanto as circunstâncias e o inconsciente foram os modos populares de transferir a culpa e a responsabilidade no passado, o determinismo genético, biológico e orgânico é o atual acusado dos atos e pensamentos.

Homossexualismo

Uma das melhores maneiras de examinar o determinismo genético é sua aplicação ao homossexualismo. Explicar o homossexualismo a partir do sistema freudiano de determinismo psíquico é bem diferente do que explicá-lo com base no determinismo genético. No determinismo psíquico, o homossexualismo seria relacionado a uma falha de se resolver o conflito edipiano. A explicação de Freud envolveria um pai supostamente passivo e uma mãe dominadora.

Agora analisemos o determinismo genético aplicado ao homossexualismo. A pergunta que temos que responder é: o homossexualismo é uma questão de determinismo genético? Em outras palavras, “algumas pessoas nasceram assim?”

Cérebros homossexuais

O ativista dos direitos dos gays e neurocientista Simon LeVay, do Salk Institute de La Jolla (Califórnia/EUA), provocou manchetes internacionais em 1991 ao declarar que uma certa área do cérebro tendia a ser menor em homens homossexuais do que em homens heterossexuais. Se bem que LeVay tem sido cauteloso em interpretar seus resultados, ele sugeriu que, tendo em vista que essa área específica do cérebro poderia ser intimamente relacionada com o comportamento sexual, ela poderia afetar a orientação sexual.[2]

LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.[3]

Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas “INAH 3″ tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área “INAH 3″ e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem.[4] Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz:

Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays “nasceram assim”, que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro.[5]

Há muitos outros estudos examinando os fatores genéticos e biológicos relacionados com o homossexualismo. Nas conclusões, lemos palavras como: “parece haver”, “é possível que” e “poderia ser que”. Nada é conclusivo.

Um relatório recente no boletim da Escola de Medicina de Harvard afirma:

Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.[6]

Neuro-imagens (imagens do cérebro) e alterações cerebrais

Os cientistas estão agora fotografando e fazendo imagens detalhadas da estrutura, do metabolismo e da atividade elétrica do cérebro. Pesquisadores da UCLA, utilizando técnicas de neuro-imagens, concluíram que “terapias de alterações do comportamento produzem mudanças metabólicas funcionais no cérebro do mesmo modo que as terapias com drogas.”[7]

Essas pesquisas são bastante preliminares, mas pense a respeito: se as terapias comportamentais podem alterar fisicamente as funções do cérebro em uma desordem mental específica (obsessiva, compulsiva), então é possível que nossos cérebros sejam alterados pelos nossos pensamentos e atos momentâneos. Se alguém segue o Espírito Santo ou segue a carne, o resultado pode ser alguma alteração cerebral. As autópsias de aidéticos feitas por LeVay podem ter meramente revelado um cérebro alterado pelo comportamento. Uma das razões porque o estudo de LeVay foi inconclusivo foi que ninguém sabe se o comportamento homossexual foi encorajado pela anormalidade do cérebro ou se ocorreu o inverso.

Genética e crime

Estamos definitivamente em uma era de determinismo genético. Sim, o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico continuam por aí e até florescem. Entretanto, eles estão dando lugar a desculpas genéticas, biológicas e orgânicas para o comportamento.

Uma das áreas de pesquisa mais delicadas nos EUA é a que pretende relacionar a genética com o crime. Considera-se que os EUA são a nação mais violenta no mundo industrializado.[8] Havia grande preocupação de que a culpa iria recair sobre os americanos de origem africana, por causa do seu envolvimento desproporcional na criminalidade. Vinte milhões de dólares seriam gastos no estudo de anomalias bioquímicas relacionadas com comportamento agressivo. O furor provocado obrigou o então Secretário de Saúde e Serviços Humanos a renunciar. É politicamente correto relacionar genética e homossexualismo, mas politicamente incorreto relacionar genética, crime e raça.

A Biologia pode estar envolvida

Mesmo que a Biologia se mostre eventualmente implicada no homossexualismo, no crime e em outros comportamentos, não existe obrigação de seguir a Biologia. A noção de que o homossexualismo é uma orientação inescapável para alguns não tem apoio em pesquisas. Na verdade, a maior parte dos homens homossexuais mudaram sua preferência sexual (a mesma ou oposta) ao menos uma vez e 13% mudaram a orientação no mínimo 5 vezes.

A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (veja 1 Jo 2.16) determinam todos os homens. A testosterona é um hormônio relacionado com o desejo sexual, mas ele nunca impõe ou obriga um homem a estuprar uma mulher. Do mesmo modo, os homens não são compelidos pela Biologia a assassinar, assaltar e violentar.

Os mandamentos e as maldições de Deus

Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas. As conseqüências da desobediência têm sido desastrosas. A promiscuidade sexual em muitos países alcançou proporções epidêmicas. O “New York Times” informou: “mais de um quinto de todos os americanos, ou 56 milhões de pessoas, estão infectados com alguma doença sexualmente transmissível.”[9]

Em um livro intitulado “The Catastrofe Ahead” (“A Catástrofe Adiante”) os autores estabelecem três cenários sobre a disseminação do HIV no ano 2002. Eles crêem que, com alterações de comportamento modestas e sem solução médica significativa, haverá até 15 milhões de pessoas que terão sido afetadas pelo HIV. Outra projeção é de 34 milhões de pessoas no final desta década.[10] Estima-se que a epidemia poderá drenar mais de 500 bilhões de dólares da economia mundial.

As verdadeiras questões

A Palavra de Deus diz: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam” (Is 64.6).

“pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23).

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Rm 5.12).

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.1-3).

Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA. Sem a intervenção de Deus pela graça e Sua dádiva de nova vida, qualquer pessoa nascida neste mundo está determinada a ser um pecador. Isso é determinismo bíblico.

Determinismo bíblico – um pecador por natureza – permite que as pessoas ajam e até decidam de acordo com sua própria natureza. Entretanto, como cada aspecto dessa natureza está corrompido pela depravação, elas não podem agradar a Deus ou salvar a si mesmas. Porém, no âmbito da sua natureza, o homem toma decisões individuais e Deus o considera responsável por elas.

Deus chamou Adão, Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente. E desde então, para escapar da verdade de Deus a respeito da depravação humana, os homens disseram:

1. “Não fui eu, foram as circunstâncias” ou

2. “Não fui eu, foi meu determinismo psíquico (foi culpa dos meus pais)” ou

3. “Não fui eu, foi minha genética (ou biologia, ou cérebro, ou hormônios, ou…)”.

Deus, porém, nos considera responsáveis e nos diz o porquê em Romanos 1.21-25: “porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém.”

O Senhor inspirou Paulo a escrever aos coríntios: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11).

Conclusão

Em Gênesis 3.1, a serpente pergunta a Eva: “É assim que Deus disse…?” E não é isso que acontece atualmente? Vamos seguir a Deus ou à concupiscência da carne, à concupiscência dos olhos e à soberba da vida?

No livro “Gay Theology without Apology” (“Teologia Gay Sem Apologia”) o autor diz: “Eu gostaria de sugerir que analisemos a Bíblia de forma menos apologética e mais crítica – que a analisemos não como uma autoridade da qual queremos aprovação, mas como um documento cujas falhas devem ser citadas.”[11] Ao menos o autor compreende que a Bíblia condena o homossexualismo. Mas, ele deixou Deus e Sua Palavra para trás. Em contraste, um autor desconhecido escreveu:

A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a recompensa dos santos e o julgamento dos pecadores. Suas histórias são verdadeiras, suas doutrinas sagradas, seus preceitos determinantes. Ela contém luz para guiá-lo, alimento para sustentá-lo, conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o manual do cristão. A Bíblia é um rio de prazer, uma mina de riqueza, um paraíso de glória. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.

Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. Nunca se ouve: “Eu fui levado a pecar por causa do meu cérebro, da minha biologia ou do meu nascimento.” O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: “Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18.13). (Martin Bobgan – PsychoHeresy Awareness Letter, volume 2, nº 3 – www.psychoheresy-aware.org)

Adaptado de uma palestra de Martin Bobgan na Escola de Teologia de Verão no Tabernáculo Metropolitano em Londres. Pouco tempo depois da palestra, o pastor, Dr. Peter Masters, enviou a seguinte observação ao autor: “Em uma carta intitulada “Genes em Extinção”, o professor James Busvine diz: “Se, como se afirma, o homossexualismo tem base genética e tais indivíduos geralmente tem pouca ou nenhuma descendência, é bastante surpreendente que ele não tenha sido eliminado no decorrer da evolução”.”[12]

O Senhor Jesus descreveu os tempos anteriores à Sua volta em glória como dos mais terríveis que já houve. Ele falou de um Apocalipse vindouro, que aconteceria como julgamento sobre todo o mundo, antes dEle mesmo voltar. Este tempo é descrito como semelhante aos “dias de Noé e de Ló”. Os dias de Ló eram a época de Sodoma, donde procede a palavra “sodomia”. Naquela sociedade as pessoas viviam inteiramente segundo suas inclinações e paixões. Elas comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam, sem se importarem com Deus. Pretendia-se estabelecer uma era de bem-estar sem Deus. Ao mesmo tempo a imoralidade tomava conta, de modo que a homossexualidade fazia parte do cotidiano (Gn 19.4-5).

Quando analisamos nossos dias, somos levados a pensar que as fronteiras de Somoma já estão sendo ultrapassadas. Como em muitos outros países, os debates a respeito do tema têm sido muito acirrados na França:

O confronto entre a direita e a esquerda tem apresentado atualmente uma violência incomum, porque a maioria esquerdista pretende legalizar a união de casais homossexuais. Deste modo, os partidários do primeiro-ministro Lionel Jospin estão cumprindo uma promessa eleitoral. Trata-se de estabelecer um contrato para todos os casais – quer sejam homossexuais ou heterossexuais…

Apontando para Sua vinda em grande poder e glória, o Senhor Jesus disse: “O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.28-30). Em Gênesis 18.20 lemos porque Deus castigou de tal maneira as cidades corrompidas no vale do Jordão: “Disse mais o Senhor: Com efeito, o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicado, e o seu pecado se tem agravado muito.”

Não temos a intenção de apontar o dedo friamente para nossa sociedade, pois todos nós somos pecadores necessitados de redenção. Também não pretendemos pintar um cenário de terror apocalíptico. Pelo contrário, queremos lembrar que o Senhor procura atualmente homens de oração dedicados, que se colocam na brecha (Ez 22.30), da mesma forma como Abraão o fez (Gn 18.22-33). O texto ressalta que Abraão não ameaçou nem julgou a Sodoma – e nem mesmo esperou satisfeito pelo julgamento ameaçador de Deus. Pelo contrário, ele colocou-se diante do Senhor e intercedeu por Sodoma e Gomorra.

Mas, naturalmente também é preciso falar a verdade com clareza, mesmo que não se queira mais ouvi-la e sob o risco de sermos acusados de fanáticos fundamentalistas. O Senhor Jesus Cristo, que morreu na cruz como um criminoso, sem ter cometido pecado, tomou nossos pecados sobre si para que nós – libertos de toda culpa – possamos tornar-nos participantes do reino de Deus. Quem, entretanto, fecha a porta do seu coração para o Senhor Jesus, rejeita a oferta de Deus de completo perdão dos pecados e, assim, exclui a si mesmo do reino de Deus. Aquele, porém, que entrega sua própria vida e a deposita aos pés de Jesus, vai recebê-la. Foi o que o próprio Senhor disse com relação à mulher de Ló: “Quem quiser preservar a sua própria vida perdê-la-á; e quem a perder, de fato a salvará” (Lc 17.33).

“…deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam” (Gênesis 2.24-25).

Gosto de estudar filmes à luz da Palavra de Deus. Ler livros com histórias cativantes e assistir filmes com boas narrativas me fascina. Você também gosta de assistir a um bom filme? Comendo pipocas e bebendo refrigerantes? Você prefere o filme no escurinho do cinema, em DVD no home theater ou exibido em um dos canais da HBO? Acho que nesse aspecto puxei a meu pai, pois ele analisa até os filmes mudos de Charles Chaplin e raramente perde uma noite de entrega do Oscar.

Neste ano iniciamos um “Smart Teen’s Chat” (bate-papo do adolescente inteligente) com um grupo de amigos dos nossos filhos e membros da nossa igreja. Em cada bate-papo, geralmente, assistimos juntos um filme e em seguida o criticamos à luz da Palavra de Deus. Temos observado dezenas de idéias controvertidas quanto à fé cristã nas películas cinematográficas. Em especial, um aspecto cada vez mais freqüente nos filmes de Hollywood lançados a partir de 1990 é a crescente participação de casais gays.

Vejo o fenômeno gay como uma pequena nuvem crescente e acinzentada no horizonte prenunciando que uma tempestade vai cair. Na primeira quinzena de fevereiro de 2004, San Francisco tornou-se a primeira cidade americana a liberar casamentos gays. Em apenas cinco dias, a prefeitura dessa cidade concedeu 2600 certidões de casamentos a homossexuais. Esse acontecimento em San Francisco é apenas uma pequena amostra da rebelião contra Deus, uma gota d’água anunciando a forte tempestade que se aproxima. O pior ainda está por vir.

Já se foi o tempo em que João estava feliz em ser menino e Suzana estava feliz em ser menina (desenho Sunset, de Norman Rockwell).

 

A cerca de 500 quilômetros ao sul de San Francisco, chuviscos dessa nuvem começam a cair em Hollywood. A capital do cinema vem quebrando todos os tabus e normalizando a relação sexual gay em seus filmes.

Quando ser macho era ser masculino e ser fêmea era ser feminina

Já se foi o tempo em que João estava feliz em ser um menino e Suzana estava satisfeita em ser uma menina. Você se lembra daqueles filmes antigos onde havia romances inteligentes envolvendo homens e mulheres? Quase sempre eles tinham um triângulo amoroso e, com raríssimas exceções, o final era sempre feliz. Vamos recordar alguns:

1) “E O Vento Levou

Essa foi uma superprodução nos padrões antigos e um filme ganhador de dez Oscars, incluindo o de melhor filme de 1939. Ambientado durante a Guerra Civil Americana, traz um triângulo amoroso entre o capitão Rhett Buttler (interpretado por Clark Gable), Ashley Wilkes (Leslie Howard) e a esperta Scarlett O’Hara (Vivien Leigh).

Ashley Wilkes casa-se com a boa Melaine, que morre durante uma gestação. Rhett casa-se com Scarlett e com ela tem sua filha Bonnie, que morre após sofrer uma queda de um pônei.

Filme “E O Vento Levou“. O romance entre Rhett e Scarlett refletia a época em que os filmes eram heterossexuais.

 

Scarlett é uma mulher oportunista e usa o amor de Ashley e Rhett para sempre se sair bem. Ela apronta algumas e Rhett decide que vai pedir o divórcio e deixá-la. Leia o último diálogo, que retrata a quebra do relacionamento do casal:

Scarlett: “Devo amá-lo há anos, só que fui tola demais para perceber [...] Lamento tanto. Lamento por tudo”.
Rhett: “Acha que dizer que lamenta conserta tudo? [...] Vou para Charleston. Lá é meu lugar”.
Scarlett: “Por favor, me leve com você!”
Rhett: “Não. Cansei de tudo. Quero paz”. [...]
Scarlett: “Eu só sei que te amo”.
Rhett: “Isso é problema seu”.

Rhett desce os degraus da sala e abre a porta da rua. Scarlett desce as escadas correndo em direção a Rhett:

Scarlett: “Rhett, se você for embora, para onde irei? O que farei?”
Rhett: Francamente, minha querida, eu não dou a mínima”.

A astuta Scarlett, abatida, deita-se nos degraus da sala. Na seqüência, ela se levanta com os olhos marejados:

Scarlett: “Tara… minha casa! Vou para casa! E vou pensar em um jeito de trazê-lo de volta. Afinal, amanhã é outro dia”.

Até nesses momentos duros de separação conjugal, fica claro para os milhões que já assistiram esse filme, que se trata de uma relação entre marido e esposa. São mágoas e corações partidos de um casal heterossexual. É o masculino versus o feminino, sem qualquer gay na parada.

2) “Casablanca

Filme “Casablanca“. O romance à moda antiga entre o macho e a fêmea.

 

Filme ganhador de três Oscars, incluindo o de melhor filme de 1942. Pergunto: como um filme em preto e branco e sem os sofisticados recursos visuais vem encantando platéias até os nossos dias? Por uma única razão: é uma história de um triângulo amoroso em plena II Guerra Mundial.

Rick Blaine (Humphrey Bogart) é um americano amargo, cínico e dono de um bar na cidade de Casablanca, capital do Marrocos. Victor Laszlo (Paul Henreid) faz parte da resistência contra os nazistas e é casado com Ilsa (Ingrid Bergman), uma ex-amante de Rick,.

Na época em que Rick e Ilsa tiveram seu primeiro romance em Paris, podemos ouvir frases fortíssimas de uma mulher apaixonada por um homem:

Ilsa: “Com o mundo inteiro desmoronando-se, escolhemos logo esse tempo para nos apaixonar”.

Na seqüência, ouve-se o estrondo de um tiro de canhão.

Ilsa: “Foi um tiro de canhão ou é o meu coração batendo?”
Rick: “Ah, é o novo 77 alemão. Julgando pelo som, estão a apenas trinta e cinco milhas de distância”.

Já no Marrocos, Ilsa diz a Rick:

“Não dá mais para lutar contra isso. Fugi de você uma vez. Não consigo fugir de novo. Oh, não sei mais o que é certo. Você terá de pensar por nós dois”.

Trata-se de uma mulher derretida por um homem. Não há nenhum meio-homem e meia-mulher ou algum “faz-de-conta que é, mas não é”. É pura química entre o macho e a fêmea.

Ao final, Rick escolhe ficar só com suas recordações e facilita a saída de Ilsa e Victor do país.

3) “A Noviça Rebelde

Em 1965, esse filme foi vencedor de cinco Oscars, incluindo o de melhor filme. Ele conta a história de Maria (Julie Andrews), uma noviça engraçada que gostava de cantar e tocar violão. Enviada para ser a governanta na casa do rígido capitão Von Trapp (Christopher Plummer), traz de volta a música para aquele lar, quebra as caducas normas disciplinares militares impostas às crianças e conquista toda a família.

Aos poucos, o capitão se distancia da pretendente baronesa Schraeder (Eleanor Parker) e passa a se interessar por Maria. Certa noite, no jardim da mansão, eles cantam “Something Good” (“Alguma Coisa Boa”). Maria alega que, apesar da sua infância e adolescência conturbadas, deve ter feito alguma coisa boa para merecer estar vivendo aqueles momentos gostosos de sentimentos amorosos:

O capitão: “Então, você está aqui, em pé e me amando. Se deve ou não deve…”
Maria: “Então, em algum momento da minha juventude ou infância, devo ter feito alguma coisa boa”.
Ambos: “Nada vem do nada. Nada nunca pode”.

O jogo de sedução é claro. A mulher atrai o homem e o homem deseja a mulher. Não existe um híbrido no romance. É somente homem e mulher, do jeito que Deus criou. Aos poucos a audiência se envolve no romance e torce para que a família Von Trapp escape da Austria tomada pelos nazistas.

4) “Love Story – Uma História de Amor

Lançado em 1970, chegou a ganhar o Oscar de melhor trilha sonora. É o romance do estudante de Direito Oliver Barrett IV (Ryan O’Neal) com Jennifer Cavalieri (Ali MacGraw) que estuda música. Ambos são ateus. Ele é filho de um milionário e ela de um pobre. Casam-se e enfrentam a desaprovação dos pais de ambos e ainda uma grave doença de Jennifer.

A frase que marcou o filme é dita duas vezes durante a exibição: “Amar é jamais ter que pedir perdão”. O diretor do filme, Arthur Hiller, explicou o seu significado: “Se duas pessoas se amam, elas entendem que nem sempre vão concordar. Não têm que pedir desculpas por isso. Não precisam ficar se explicando sobre isso. Cada um entende o outro porque eles se amam e respeitam um ao outro”.

O filme termina com a morte de Jennifer e, na seqüência, vemos Oliver sentado sozinho nas arquibancadas olhando a pista de patinação coberta de neve, enquanto uma suave trilha sonora é tocada. É um final daqueles de chorar!

“Love Story” reflete o amor de dois jovens universitários, prontos para vencer toda e qualquer dificuldade em nome do amor. Mais uma vez, não há qualquer interferência ou presença gay nessa película. Geneticamente falando, é a irremediável atração entre o sexo feminino homogamético XX e o sexo masculino heterogamético XY.

Poderíamos continuar analisando mais alguns filmes, mas acredito que já é suficiente. Antes de passar ao próximo tópico, é importantíssimo dar uma “pausa” no controle remoto deste artigo e fazer uma colocação muito relevante. Quero deixar bem claro que sou crítico da filosofia, conduta e idéias que são passadas em todos os filmes que estou citando neste artigo. Discordo de Hollywood e sou totalmente inconformado com as mensagens transmitidas pelos seus filmes. Citando-os, meu intuito é apenas exemplificar que antigamente os clássicos de Hollywood apresentavam relacionamentos heterossexuais, sem qualquer chance de envolvimentos homossexuais.

A Hollywood dos “gays bondosos e inteligentes”

Nos filmes atuais, porem, é cada vez mais freqüente a representação do homossexual como um mentor sábio, simpático, compreensivo, muito humano e com um entendimento sobre o amor e o romance muito maior do que o dos heterossexuais. É chegada a hora e a vez dos homossexuais no cinema.

Eis alguns exemplos (diversos desses filmes não foram produção hollywoodiana): Frankie & Johnny (1991), Garotos de Programa (1991), As Aventuras de Priscilla, A Rainha do Deserto (1994), O Padre (1994), A Gaiola das Loucas (1996), Melhor é Impossível (1997), O Casamento do Meu Melhor Amigo (1997), Perseguindo Amy (1997), The Love Letter (1999), Ninguém é Perfeito (1999), Beleza Americana (1999), Segundas Intenções (1999), Mais Que o Acaso (2000), Sobrou prá Você (2000), O Diário de Bridget Jones (2001), Doce Novembro (2001), entre vários outros comprometidos em divulgar a vida homossexual ou em apresentá-la como sendo normal. Vejamos uma sinopse apenas do primeiro e do último filme da lista acima.

1) “Frankie & Johnny

Um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 1991. Johnny (Al Pacino) é um ex-prisioneiro que foi contratado como o novo cozinheiro de um café em Nova York. Frankie (Michelle Pfeiffer) é uma garçonete desse café que já teve alguns relacionamentos amorosos desastrosos. De um deles, herdou uma cicatriz na cabeça causada por uma agressão física do cônjuge.

Trata-se de um romance convencional entre um homem e uma mulher com antecedentes problemáticos, mas que conseguem superá-los e se unir em amor. No entanto, no decorrer do romance, é apresentado “Tim”, um homossexual vizinho de apartamento de Frankie. Tim está de namorado novo – “Bobby”. Tim nos passa a imagem de uma pessoa superlegal e muito sensível. Por exemplo: Frankie está nervosa com o seu primeiro encontro com Johnny e confusa quanto ao vestido e os sapatos que deve usar. Mas lá está Tim para orientá-la e acalmá-la. O próprio Tim se sente como se fosse “a irmã mais velha” de Frankie. Johnny, ao se despedir do casal homossexual, diz: “Tenho um primo que é gay [...] Ele é um cara bacana”.

Em um jogo de boliche, Nedda (uma colega de Frankie) não consegue derrubar nenhum pino, mas Tim está lá incentivando-a e parabenizando-a porque jogou melhor do que da última vez. Tim levanta o ânimo das pessoas, não coloca ninguém para baixo. Os que assistem ao filme, meditam: “Ele é um cara legal!”. Ao final do filme, o que fica em nossa mente é que os homossexuais são bem mais sensíveis e amigos do que os heterossexuais.

2) “Doce Novembro

Filme “Doce Novembro“. Chaz (à direita) com seu amigo Brandy.

 

Esse também é um filme do gênero romântico, produzido nos EUA em 2001. A capa do DVD lançado pela Warner Bros. Pictures, relata:

“Nelson Moss (Keanu Reeves) e Sara Deever (Charlize Theron) não têm nada em comum a não ser uma hora terrível no Departamento de Veículos para o exame de habilitação. Ela é uma mulher encantadora e charmosa que instiga o que há de melhor em um homem. Ele é um publicitário workaholic que tem dificuldade em se relacionar, e cuja única intimidade é com os resultados financeiros… até conhecer Sara.

Interessados um pelo outro mas sem estarem preparados para se envolver, eles estabelecem um namoro nada convencional. Uma relação de um mês, após a qual seguirão caminhos separados. Sem expectativas. Sem pressão. Sem nenhuma ligação. Só que não contavam com o fato de se apaixonarem”.

Em meio a esse romance incomum entra em cena um personagem chamado Chaz Whatley, que é um publicitário famoso. “Chaz” é seu nome quando faz o papel de homem e “Cherry” quando está travestido de mulher. “Chaz” encaixa-se naquele velho refrão: “De noite é Maria e de dia é João”. Chaz-Cherry tem um parceiro também travesti chamado “Brandy”.

Chaz é compreensivo. Quando vê Nelson usando seu moleton, em vez de reclamar, diz que o moleton cai bem em Nelson e que ele pode usá-lo. Chaz é participativo e confidente. Enquanto ajuda a emocionalmente confusa Sara a preparar a ceia do “Dia de Ação de Graças”, dá uma força para ela continuar com Nelson, dizendo: “Algo que aprendi foi ter aqueles que me amam à minha volta pelo máximo de tempo possível”.

O próprio Nelson, que no início achou meio estranhos aqueles homens travestidos, presenteia a Sara um livro intitulado “Por que Harriet é tão cabeludo?“, que passa a mensagem de que devemos ser compreensivos com os travestis. Nelson sentencia que o livro é “o guia completo para entendermos nossos amigos travestis”.

No final do filme, com certeza fica a mensagem de que os homossexuais são participativos e merecem a nossa amizade. Diria até que o filme chega a nos questionar: será que nós, heterossexuais “insensíveis”, merecemos a fiel amizade dos homossexuais bondosos e inteligentes?

Os gays fora do armário

Desfile do “Orgulho Gay” em Columbus.

 

Nuvens preocupantes se juntam no horizonte e já dá para perceber a mudança de clima. Meses de tempestade vêm pela frente. Será que os gays são tão legais quanto retratados nos filmes? Com a palavra Michael Swift, “O Gay Revolucionário”, que chocou os congressistas americanos em 1987 com as seguintes declarações:

“Iremos sodomizar seus filhos [...] vamos seduzi-los nos seus colégios, nos seus dormitórios, nos seus ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras, nos seus seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros dos seus cinemas, nos seus transportes do exército, nos seus pontos de caminhoneiros, nos seus clubes masculinos, nas suas Câmaras do Congresso, onde estiverem homens juntos com homens. [...] Seus filhos serão recriados à nossa imagem. Virão a ansiar por nós e a nos adorar.

Mulheres, vocês choram por liberdade. Vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens; eles as fazem infelizes. Nós, conhecedores da face masculina, da psique masculina, tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos, os instruiremos e os abraçaremos quando chorarem. [...]

Todas as leis que proíbam atividades homossexuais serão revogadas. Em vez disso, será aprovada legislação que promova o amor entre homens. [...]

Escreveremos poemas sobre o amor entre homens; exibiremos peças teatrais onde um homem afaga carinhosamente outro homem; faremos filmes sobre o amor entre os homens heróis que substituirão o amor heterossexual juvenil, insípido, sentimental, superficial e barato que atualmente domina e enlouquece suas telas de cinemas. [...]

Nossos escritores e artistas farão que o amor entre homens seja um modismo. [...] Nós levantaremos um vasto exército particular. [...] A união familiar [...] será abolida. [...] Meninos perfeitos serão concebidos e crescerão em laboratórios genéticos. [...]

Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses serão moços bonitos. [...] Todos os homens que insistem em permanecer estupidamente heterossexuais, serão julgados em cortes de justiça homossexuais e serão homens invisíveis.

Reescreveremos a história, história cheia e desonrada com suas distorções e mentiras heterossexuais. Nós retrataremos a homossexualidade dos grandes líderes e pensadores que moldaram o mundo. Demonstraremos que homossexualidade, inteligência e imaginação estão inextrincavelmente ligadas, e que a homossexualidade é um requisito da nobreza verdadeira, da beleza verdadeira em um homem. [...]

Nós também somos capazes de disparar armas de fogo [...] na revolução final. Trema, hetero suíno, quando aparecermos diante de você sem nossas máscaras”. (Trecho de um artigo do Gay Community News, de 15 – 21 de fevereiro de 1987).

Desfile do “Orgulho Gay” em Birmingham.

 

Fico a pensar… a declaração acima é melhor definida como “orgulho gay”? ou como cafajestada atrevida?

O Movimento da Nova Era também apóia a homossexualidade. Um dos seus promotores é Neale Donald Walsch, autor da série “Conversando Com Deus“. Neale Walsch já teve cinco casamentos heterossexuais e o deus com quem ele conversa é totalmente diferente do Deus da Bíblia Sagrada.

Em Conversando Com Deus – Livro II, Neale Wasch pergunta ao seu deus, se qualquer tipo de sexo, até mesmo o sexo “depravado”, sem amor e as relações homossexuais são aprovadas. E o deus dele responde:

“Sexo ‘depravado’? Se não prejudicar ninguém, e for praticado com a permissão dos envolvidos, que motivo alguém teria para considerá-lo ‘errado’? [...]

Sexo homossexual? Tantas pessoas querem dizer que Eu sou contra a homossexualidade – ou o seu exercício. Contudo, Eu não julgo essa escolha de vocês, ou qualquer outra.

As pessoas querem fazer todos os tipos de julgamento de valor – sobre tudo – e Eu estrago a festa. Não quero juntar-me a elas nesses julgamentos, o que é especialmente desconcertante para aqueles que dizem que Eu os originei.

Eu realmente observo que houve um tempo em que as pessoas pensavam que o casamento entre raças diferentes não era só desaconselhável, mas contra a lei de Deus. (Surpreendentemente, algumas ainda pensam isso.) Elas viam suas Bíblias como suas fontes autorizadas – como fazem a respeito de questões que cercam a homossexualidade.” (páginas 127-128).

Como médicos, sabemos que ninguém nasce geneticamente homossexual e que, tampouco, existe qualquer aberração cromossômica que gere o homossexualismo. “A homossexualidade, travestismo e outras variações psicológico-sexuais não têm, em regra, base em aberrações comossômicas ou defeitos de genes isolados” (Thompson & Thompson, Genética Médica, página 168).

Desfile do “Orgulho Gay” em Berlim.

 

A homossexualidade é apenas uma opção comportamental sem qualquer respaldo científico. Nenhum humano nasce homossexual, mas pode ser treinado a viver e se comportar de forma homossexual.

A “opção gay” é considerada imundícia aos olhos do Senhor Deus (Romanos 1.24-27). A homossexualidade é uma reviravolta do natural para o não-natural! Uma guinada contrária à sexualidade original!

Sodomia descarada

“Os homens de Sodoma, os moços como os velhos, [...] chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.” (Gênesis 19.4-5).

Na Bíblia Sagrada são contadas várias histórias. Diferentemente dos filmes de Hollywood, a grande maioria é de narrativas de fatos verídicos (outras são parábolas).

Como em toda e qualquer história, podemos identificar os seguintes elementos: o tema, o herói (ou heroína), o objetivo do herói, o adversário, o ponto fraco do herói, a derrota aparente do herói, a confrontação final, o auto-reconhecimento obtido pelo herói e, finalmente, a resolução ou conclusão do conflito.

No filme brasileiro Carandiru (2003), o ator Rodrigo Santoro faz o papel do travesti “Lady Di”.

 

Na narrativa sobre Sodoma e Gomorra, registrada em Gênesis capítulos 18 e 19, podemos identificar cada um dos elementos acima. Tenciono salientar apenas o momento que descreve a derrota aparente do herói (Gênesis 19.4-9):

Ló era um herói fraco e um líder sem muita desenvoltura (esse era o seu ponto fraco). A cena crítica e que passa para nós a sensação de uma derrota aparente de Ló acontece quando os homossexuais tarados de Sodoma sitiam a casa de Ló, partem para cima dele, tentam arrombar a porta para estuprar os dois homens (anjos) que estavam na casa de Ló. Esse é um momento de suspense na narrativa. Se pararmos a leitura nesse ponto, a imagem de Ló encurralado por uma turba de gays sedentos por sexo é assustadora e resta-nos deduzir: o heterossexual Ló está frito, perdidinho e vai morrer. Que tensão!

No entanto, a história não acabou assim. Graças à intervenção divina, Ló e sua família escaparam milagrosamente da cidade de Sodoma.

Da mesma forma que Ló, aos pouquinhos, de forma sutil, para que ninguém perceba, estamos sendo encurralados pela crescente participação gay nos filmes, na mídia e em todos os aspectos das nossas vidas.

Preparem-se! Chuviscos dessa trovoada já começaram a cair nas telinhas das TVs em nossas salas-de-estar e nos telões dos cinemas. E haja gays “bonzinhos” e “inteligentes” nos filmes de Hollywood! Quem não estiver usando um guarda-chuva espiritual, vai levar uma aguaceirada daquelas! Que Deus nos proteja desse temporal e nos livre como livrou a Ló! Amém!

 

Os cristãos estão vivendo tempos difíceis. Descontentamento, decepção, desconforto, desencorajamento, desespero, depressão, divórcio, discórdia, desdém, desgosto, dissensão e desobediência são bastante comuns entre os que foram chamados para dar testemunho da glória de Deus e para refletir a imagem de Cristo. Muitos cristãos têm buscado conselheiros profissionais e psicólogos para ajudá-los a resolver os problemas da vida, mas esses problemas parecem estar aumentando.

Os “consumidores” cristãos carregados de problemas também podem escolher entre uma grande quantidade de produtos: livros, conferências e grupos de auto-ajuda – mas os problemas continuam se multiplicando. Quanto mais se trata dos problemas, mais as pessoas se tornam centradas neles. Até aqueles que tentam resolver os problemas da vida com princípios bíblicos, muitas vezes acabam se envolvendo tanto nesses problemas que não alcançam a raiz da dificuldade real. O tratamento dos problemas freqüentemente alcança somente os sintomas superficiais, apenas substituindo-os por outros sintomas. Alguns cristãos vivem de crise em crise. Outros carregam um peso que parece ficar mais e mais pesado com o passar dos anos.

Nunca houve tantos livros disponíveis para os cristãos na sua busca da família perfeita, do casamento perfeito e da vida perfeita. Não obstante, muitos cristãos falham em refletir a imagem de Cristo em sua família, no casamento e na vida. Será que as dificuldades que os cristãos enfrentam estão relacionadas com o fato deles estarem vivendo naqueles tempos difíceis sobre os quais Paulo alertou a Timóteo? “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas…” (2 Tm 3.1-2). A Edição Revista e Corrigida diz:“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos…”

Amantes de si mesmos

As pessoas estão perecendo por causa do amor – do amor a si próprias. Elas foram ensinadas pelos especialistas modernos em psicologia que deveriam amar a si mesmas. Elas ouviram que, a menos que se amassem, elas não poderiam amar aos outros. Pregadores e outras pessoas bem-intencionadas fizeram ecoar as palavras: “você precisa se amar”. Conselheiros e televangelistas insistiram: “Ame-se! Goste de si mesmo! Honre-se! Você merece!” Cada vez mais essas tentações de auto-comiseração ou exaltação do ego são sutil e facilmente aceitas pelas pessoas, pois o coração é enganoso (Jr. 17.9).

Mas, observe o que procede de pessoas que são “amantes de si mesmas”. Esses homens “egoístas” são: “avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus” (2 Tm 3.2-4).

Uma rápida observação das palavras que seguem “amantes de si mesmas” revela um estado de vida bastante pecaminoso, assim como atitudes e atos pecaminosos. Tal amor a si próprio é tão poderoso que os “amantes de si mesmos” são “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. E isso está em profunda contradição com o Grande Mandamento: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.36-39).

Enquanto que os propagadores do amor a si próprio tentam ler um terceiro mandamento (ame-se a si mesmo) nessa passagem das Escrituras, Jesus deixou claro que estava falando de apenas dois mandamentos, pois disse: “Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22.40). Não há nas Escrituras um mandamento para amar a si mesmo.

Egoismo

Os homens são infelizes e sofrem com os problemas da vida porque se tornaram “amantes de si mesmos” e “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. A inclinação pecaminosa do ser humano é amar a si mesmo mais do que a Deus e às outras pessoas. O egoísmo se agarra à natureza humana e produz inveja, luxúria, orgulho, arrogância, desrespeito por Deus, desobediência aos pais, falta de gratidão, engano, provocando tanto a paixão pelos seus próprios caminhos quanto a contenda por causa deles. Ele leva também a falsas acusações, que são exageradas, já que as pessoas têm sido encorajadas a culpar seus pais, as circunstâncias, e a qualquer outra coisa, menos a si mesmas, pela sua condição de vida.

Será que as pessoas estão tentando desenvolver-se, melhorando a si mesmas e às circunstâncias em que vivem, sem tocar na raiz do problema? Será que o amor a si próprio está escondido sob os mais benevolentes gestos e por trás das orações mais fervorosas? Que tipo de crescimento pessoal as pessoas estão procurando? O crescimento pessoal que vai aumentar sua auto-estima, ou o crescimento pessoal que envolve negar a si mesmo e tomar a sua cruz? O crescimento pessoal que vai confirmar o valor de seus próprios egos, ou o que as tornará semelhantes à imagem de Cristo?

Ambas as formas de crescimento, tanto a que se inclina para o amor a si mesmo quanto a que se inclina para amar a Deus, têm um custo elevado. Amar a si mesmo mais do que amar a Deus leva a uma perda espiritual, mas amar a Deus com todo o seu ser leva a negar o “eu” e faz com que o efeito mortal da cruz se faça sentir contra o velho homem (aquele “eu” ao qual muitos de nós ainda estão agarrados e amam), que deve ser considerado morto (Rm 6).

Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” (Lc 9.23-25).

O mesmo Deus que salva e santifica também ordenou que as boas obras sejam uma conseqüência natural da Sua obra: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.8-10). Essas boas obras incluem amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e a obediência a Ele, pois o amor a Deus é expresso obedecendo-Lhe e amando-se uns aos outros. Uma pessoa não é salva nem se santifica pelas boas obras. Entretanto, as boas obras são conseqüência do que Deus já fez e continua a fazer. Por isso, Paulo diz: “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.12-13).

Além disso, todas essas coisas devem ser feitas sem murmurações nem contendas (Fp 2.14), ou seja, sem reclamar ou discutir com Deus sobre as circunstâncias da vida e como proceder na presença dEle.

Por toda a caminhada cristã há o despojar-se dos velhos caminhos (do velho homem com suas paixões enganosas) e o revestir-se do novo homem, “criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.24).

Essa é a caminhada diária do cristão. Despojar-se do velho homem é o equivalente a negar a si mesmo, e revestir-se do novo homem envolve tomar sua cruz e seguir a Cristo.

Despojar-se

Se bem que muitos cristãos podem concordar em princípio, quantos estão fazendo isso diariamente, momento após momento? Quantos de nós estão confiando no Senhor o suficiente para tomarmos a nossa cruz, reconhecendo-O em todos os nossos caminhos e deixando-O afastar-nos do amor-próprio para amá-lO de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de toda a força, amando-nos uns aos outros tanto quanto nós nos amamos a nós mesmos? Cada dia é cheio de oportunidades para amar a Deus ou para amar o “eu” em primeiro lugar. Qual vamos escolher?

Um documento de leitura obrigatória produzido por Brian Clowes, diretor de pesquisas de Human Life International (Vida Humana Internacional), resolveu definitivamente a questão se a homossexualidade no sacerdócio é a origem da crise de abuso sexual no clero. Citando numerosos estudos e pesquisas, Clowes prova que a homossexualidade tem ligação forte com o abuso sexual de menores, e que o celibato não é definitivamente uma das causas da pedofilia.

Clowes cita estudos, inclusive:

— O homossexual Alfred Kinsey, o supremo pesquisador sexual dos EUA, revelou em 1948 que 37 por cento de todos os homens homossexuais confessaram ter tido sexo com crianças abaixo de 17 anos.

— Um recente estudo publicado na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) revelou que “A melhor evidência epidemiológica indica que só 2,4% dos homens que têm atração por adultos preferem homens. Em contraste, entre 25 e 40% dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos. Portanto, o índice de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais elevado do que entre pedófilos”.

— Um estudo em Archives of Sexual Behavior revelou que “A pedofilia parece ter uma associação muito mais do que casual com outros dois fenômenos estatisticamente infreqüentes. O primeiro desses é a homossexualidade… Pesquisas recentes estimam a preponderância da homossexualidade, entre homens que têm atração por adultos, na faixa dos 2%. Em contraste, a preponderância da homossexualidade entre pedófilos pode ser tão elevada quanto 30-40%”.

— Um estudo na Revista de Pesquisa Sexual observou que “…a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo masculino entre homens homossexuais é significativamente maior do que a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais… o desenvolvimento da pedofilia está mais intimamente ligado à homossexualidade do que à heterossexualidade”.

— Um estudo de 229 homens condenados por estupro de crianças, publicado em Archives of Sexual Behavior, revelou que “oitenta e seis por cento dos criminosos [sexuais] contra pessoas do sexo masculino descreviam-se como homossexuais ou bissexuais

(Por Thaddeus M. Baklinski)CALGARY, Canadá — O pastor evangélico que foi arrastado diante do Tribunal de Direitos Humanos de Alberta (TDHA) por escrever uma simples carta sobre a homossexualidade para o editor de um jornal foi absolvido por um juiz do Superior Tribunal de Justiça que decidiu que a carta não é crime de ódio, mas legítima expressão permitida sob a liberdade de expressão.

O Pr. Stephen Boissoin disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele está “cheio de alegria e aliviado” que a longa, estressante e dispendiosa batalha legal de sete anos por causa de sua carta ao editor acabou a seu favor.

A Comissão de Direitos Humanos de Alberta havia ordenado que Boissoin parasse de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade em todos os tipos de fóruns públicos, mandou que ele pagasse prejuízos equivalentes a $7.000 para o queixoso ativista homossexual Dr. Darren Lund, e exortou Boissoin a fazer um pedido pessoal de perdão a Lund por meio de uma declaração pública no jornal local.

“A linguagem não chega ao extremo de incorrer na classificação proibida de ‘ódio’ ou ‘desprezo à lei’”, escreveu Wilson em sua decisão e disse que não havia nada na carta que sugerisse que Boissoin estava incentivando as pessoas a cometerem discriminações contra os homossexuais em áreas que estão dentro da jurisdição provincial e estão estipuladas nos estatutos, tais como moradia, emprego ou acesso a bens e serviços.

“O público alvo da carta são pessoas que (Boissoin) crê que são indiferentes às invasões feitas pelo ativismo homossexual”, disse Wilson.

“Inferir algum tipo de chamada a práticas discriminatórias proibidas pela lei provincial é uma interpretação irracional da mensagem da carta”.

Em sua carta, o Pr. Boissoin colocou em dúvida os novos currículos de direitos homossexuais que estavam permeando o sistema educacional da província, à luz dos perigos físicos, psicológicos e morais da homossexualidade.
“Crianças de cinco e seis anos de idade estão sendo sujeitas à psicologica e fisiologicamente prejudicial orientação e literatura pró-homossexualismo no sistema de escolas públicas; tudo sob a fraudulenta fachada de direitos iguais”, escreveu Boissoin na carta.

A Fundação da Constituição Canadense (FCC), uma organização que defende a livre expressão e interveio no caso, divulgou um comunicado à imprensa dizendo que estava feliz com a decisão de ontem, mas também advertiu que a legislação que foi usada contra o Pr. Boissoin ainda está em vigor.

“Estou feliz que a Ordem da Comissão de Direitos Humanos contra o Rev. Boissoin tenha sido revogada”, declarou John Carpay, advogado e diretor executivo da FCC.

“Infelizmente, a lei que foi usada contra o Reverendo Boissoin para sujeitá-lo a dispendiosos e desgastantes processos legais por mais de sete anos ainda está em vigor”, acrescentou Carpay.

“Apesar da decisão do tribunal hoje, os habitantes de Alberta precisam continuar exercendo cautela máxima ao falar acerca de questões de políticas públicas, para que não ofendam alguém que então entra com uma queixa de direitos humanos. Nenhum cidadão está a salvo de ser sujeito a uma ação legal custeada pelo contribuinte de imposto por ter falado ou escrito algo que um concidadão acha ofensivo”, concluiu Carpay.

Boissoin disse para LSN que ele estava “cheio de alegria e aliviado” que a decisão saiu em seu favor, mas que ele também “sentia um pouco de ira justa porque por sete anos e meio da minha vida tenho sido arrastado na lama por causa de um debate comunitário que existia em Red Deer, Alberta, que acabou virando manchete internacional por causa de uma queixa”.

“Contudo”, o Pr. Boissoin acrescentou, “essa queixa me deu um meio de compartilhar o Evangelho e compartilhar o que minha carta realmente significava, em vez de como foi mal interpretada, e me deu a chance de falar para muitos, muitos homossexuais sobre o incrível amor de Deus”.

Comparando sua experiência com o Tribunal de Direitos Humanos (TDH) de Alberta com a audiência do Superior Tribunal de Justiça, o Pr. Boissoin disse: “Comparado com o TDH que foi uma situação perdida e ridícula onde eu não tinha nenhuma chance, quando sai do Superior Tribunal de Justiça (a audiência de recurso ocorreu em 16 e 17 de setembro) foi muito difícil dizer de que jeito o juiz Wilson decidiria, mas me parecia que ele tinha um senso muito forte de liberdade de expressão e de liberdade religiosa”.

Boissoin criticou fortemente os processos do TDH, observando que num ponto o advogado nomeado pelo governo dirigiu uma pergunta à única testemunha especialista de Boissoin, dizendo: “Qual é a diferença entre a carta de Boissoin e o livro Minha Lula de Adolf Hitler?”

Os comentários do juiz Wilson sobre essa questão foram muito fortes. “A insinuação incriminadora é óbvia”, Wilson escreveu em sua decisão, acrescentando: “Por outro lado, se desse para fazer um paralelo justo deveria-se notar que, longe de ser proibido, Minha Luta encontra-se à disposição na Biblioteca Pública de Calgary”.

O Pr. Boissoin concluiu agradecendo de coração àqueles que o apoiaram em toda essa tribulação.
“Desejo agradecer a todos os que me apoiaram em todo esse tempo de muitos testes. Mais de sete anos se passaram e o que aprendi a maior parte desse tempo é que Deus é incrivelmente fiel ao longo do caminho. Nunca se envergonhe de falar o que Deus pôs no seu coração. Fale com coragem e confie em que sua fidelidade ao Senhor jamais voltará vazia”.

Matéria desta semana do jornal esquerdista Folha de S. Paulo relata que uma professora de 36 anos de uma escola estadual da zona leste de São Paulo foi indiciada por corrupção de menores.

Em depoimento à polícia, dez alunas de uma mesma sala, entre 14 e 16 anos, confirmaram que a professora as envolvia com festas e passeios, partindo em seguida para namoros.

Algo de anormal? Política do governo: incentivo à homossexualidade. Política pessoal da professora lésbica: levar suas alunas à prática do lesbianismo.

Quando a política oficial do governo é a anormalidade sexual, o resultado é o que? Não é preciso ser inteligente para somar 2 mais 2, embora esse minúsculo esforço aritmético — assim como outras áreas acadêmicas — seja tarefa árdua no universo da sala de aula pública.

Na educação pública, parece que tudo fracassa, menos a anormalidade. Do lado dos estudantes, eles recebem pouca educação essencial, mas aprendem muito sobre diversidade e liberdade sexual, resultando nos famosos baixos desempenhos educacionais em testes nacionais e internacionais.

Em vista da educação carregada de sexo que o governo proporciona no Brasil, talvez seja necessária uma estratégia psicológica. Em vez de falar em números impessoais e frios, pegunte-se ao estudante brasileiro o que 2 mais 2, ou 3 mais 4, significam em termos de parceiros sexuais. A resposta será surpreendente, com direito à ênfase sobre camisinha e muitos outros métodos de controle da natalidade. Afinal, o aluno brasileiro é tão doutrinado na importância do sexo sem casamento que ele não tem escolha: ele acaba se formando para professor desse “elevado” tema.

Do lado dos professores, eles recebem cada vez menos treinamento para dar a educação essencial, e mais treinamento para doutrinar em anormalidade. Se a política oficial do governo Lula é educar que a homossexualidade — em sala de aula ou não — é normal, nada mais normal do que os professores mostrarem aos alunos o lado prático dessa política.

O infame programa federal Brasil Sem Homofobia, que é um incentivo explícito à homossexualidade, é um provocador de desastres. Mesmo que um aluno escape de um professor homossexual, ou mesmo que uma aluna escape de uma professora lésbica, dificilmente conseguirão escapar da ameaça da onipresente doutrinação pró-homossexualismo imposta pelo governo nas escolas públicas.

O caso da professora lésbica levando alunas ao lesbianismo é resultado de sua anormalidade sexual e da irresponsável política estatal de libertinagem sexual.

Ela mereceu ser indiciada por corrupção de menores? Claro que sim.

E Lula e seu governo merecem o que por sua corrupção moral dos alunos de escolas públicas?

O presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), o historiador e ativista Marcelo Cerqueira, anunciou que deixará o PV e deve ingressar no PT, depois de 10 anos de militância ao lado dos verdes. O ativista justificou sua saída pelo fato de a pré-candidata à presidência Marina Silva ser “dissimulada”, segundo ele, e os verdes estarem se tornando um partido de “direita reacionária”. Cerqueira, que é presidente do grupo desde 2007, aponta posições de Marina contra o aborto, por exemplo, como questões-chave para a sua decisão.

O fato de a senadora também não apoiar a bandeira homossexual incomoda o ativista. “Nós não temos nenhuma declaração dela de apoio concreto à luta dos homossexuais. A declaração que tem é pejorativa, pois ela recusou a bandeira dada pelo companheiro (vereador) Sander Simaglio, do PV em Minas Gerais”, disse.

Para Cerqueira, a religião da pré-candidata fortalece sua decisão. “Não dá para confiar. Na igreja em que ela comunga (Assembleia de Deus) tem o Silas Malafaia, que é um radical e um perseguidor dos homossexuais no Brasil inteiro”, afirmou. “Não posso continuar com gente que convive com esse cidadão e certamente comunga dos mesmos ideais. Para mim, Marina é uma dissimulada”, disse. Procurado pela reportagem do Terra, a assessoria do pastor informou que ele estava viajando.

O ativista contou que ainda não formalizou a posição no partido, mas garantiu que está tudo certo. Na Bahia, ele questiona também as posições do deputado federal Luiz Bassuma, dissidente do PT como Marina, e ferrenho opositor ao aborto. “Ele não é homofóbico de carteirinha, mas no Congresso Nacional se recusou a entrar na frente GLBT. Outros políticos na Bahia, considerados conservadores, entraram, mas ele se recusou”, disse.

Questões polêmicas como união homoafetiva e a descriminalização do aborto, deixadas de lado até o momento pelos principais candidatos à Presidência da República, são o ponto central da campanha do candidato a senador José Miguel Martini (PHS). Mas, ao contrário de muitos projetos que tramitam no Congresso, Martini defende uma postura bem conservadora. É contra a união entre duas pessoas do mesmo sexo e contra qualquer proposta que permita o aborto. “Respeito profundamente todo homossexual, mas dizer que dois homens vão constituir uma família, um matrimônio, aí já é demais”, disse na Sabatina ao CORREIO. A entrevista foi feita por telefone, enquanto o candidato cumpria agenda de campanha pelo interior do estado.

Depois de três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas e um na Câmara dos Deputados, o que o levou a disputar vaga para o Senado?

Na verdade eu fui convocado pelas igrejas para assumir a candidatura ao Senado para ser um representante que defendesse as bandeiras que são comuns das igrejas católica e evangélica: serviço à família e valores morais e éticos do Evangelho. Diante das graves ameaças a isso eu aceitei a convocação.

O senhor então tem como base da campanha a igreja?

Eu sou católico carismático. As bandeiras que nós assumimos há 16 anos sempre foi defender a vida, lutando pela saúde e contra o aborto. Somos contra todos os projetos que ameaçam a família, tanto a união de homossexuais quanto essa facilitação, como o projeto da senadora Patrícia Sabóia, que quer permitir o divórcio também pela internet.

O Congresso tem evitado colocar esses projetos que são polêmicos em pauta. Principalmente agora em ano eleitoral. Mas na próxima legislatura a tendência é que essa discussão seja mais aprofundada. Se eleito senador, qual será o seu posicionamento sobre esses assuntos?

Somos contra o aborto e claramente em defesa da vida. Derrotamos em duas comissões [na Câmara] um projeto sobre aborto que estava lá há 17 anos. Nossa bandeira é lutar contra o aborto e tudo o que se empregue no enfraquecimento da família. Somos contrários à união de homossexuais, não podemos considerar que duas pessoas do mesmo sexo possam constituir uma família. Para nós, família é homem e mulher devidamente constituído para a geração e sustentação da prole.

Mas a questão da união homoafetiva tem avançado cada vez mais, inclusive com benefícios garantidos aos homossexuais. Na Argentina, já há uma legislação que oficializa essa união.

Eu estou convencido – e as igrejas católica e evangélica também estão cientes – de que vem ataques violentos nesse sentido. Por isso estamos nos posicionando, procurando esta representação para impedir que esses projetos se tornem lei. Nessa legislatura, não há consenso sobre isso. Ainda é uma minoria. Mas, entendemos que a cada dia o movimento gay tem aumentado essa pressão, e boa parte da mídia também tem incentivado isso. É preciso dizer que no mundo inteiro apenas 15% dos países, em média, tem adotado essa prática [aprovar a união homoafetiva]. Na América Latina, só a Argentina aprovou a união de pessoas do mesmo sexo.

Ao mesmo tempo que é polêmica, a questão da união gay também pode gerar uma impopularidade perante o eleitor. O senhor não corre o risco de ganhar votos por um lado e perder muitos por outro?

Faço questão de deixar isso muito claro. Eu tenho uma visão de que a sociedade parte do fortalecimento da família, da preservação da vida e dos valores morais e éticos. Eu fui o coordenador, articulador e aprovei o projeto da Ficha Limpa. Uma sociedade sem esses princípios, sem esses valores, é falso qualquer desenvolvimento. Pode ter um progresso econômico, mas a sociedade não progride, não se desenvolve no aspecto global. Não somos contra pessoas. Respeito profundamente todo homossexual, mas dizer que dois homens vão constituir uma família, um matrimônio, aí já é demais. Essa é minha luta, mais no sentido de defender a família que propriamente ser contra eles.

O senhor disse que foi um dos articuladores do Ficha Limpa. Essa lei veio para ficar, apesar de ainda de o Supremo não ter definido sua validade para a eleição deste ano? Acredita que essa lei vai marcar uma nova fase para as candidaturas?

Eu não tenho dúvida nenhuma. Primeiro, quando fizemos o projeto, nós discutimos com a OAB, com juristas, o Ministério Público. Tecnicamente nos acercamos quanto à constitucionalidade dessa lei. Posso assegurar que ela é constitucional. Segundo, foi uma lei de iniciativa popular. Então ela tem a pressão da sociedade. O Congresso ficou 17 anos e não regulamentou o artigo 9º da Constituição, foi preciso que a sociedade se mobilizasse.

Isso dá a garantia de que não tem mais retrocesso nesse sentido. O que vai acontecer é que o Brasil será politicamente um antes do Ficha Limpa e outro depois do Ficha Limpa. E a partir de agora muda o comportamento do represente no Legislativo ou do administrador. Ainda que não tenha sido pego agora, o agente político pode ficar pendurado. Desde que seja condenado por um órgão colegiado ele estará fora de concorrer, podendo ficar oito anos sem participar do processo eleitoral. A lei veio para ficar, pode até ser aprimorada, mas não acredito em retrocesso. E nem a sociedade aceita isso.

O Supremo está bem dividido, o senhor acredita que poderá dar a validade da Ficha Limpa para a eleição deste ano?

A lei é constitucional. O que poderá acontecer é que em alguns casos dessas eleições ser reconhecido a não retroatividade.

É o caso de quem renunciou ao mandato para fugir de algum processo de cassação para poder se candidatar agora? Como aconteceu com o ex-senador Joaquim Roriz?

Exatamente. O Roriz, quando renunciou para concorrer, não havia a lei Ficha Limpa. Então, não havendo a lei, ela não retrocede para prejudicar. Isso é uma coisa. A outra coisa – e que impediu o Roriz de concorrer – é que, no artigo 14 parágrafo 9º, diz assim ‘considerando a vida pregressa do candidato’. Significa que todo erro que ele cometeu no passado é agora impeditivo para ele concorrer se foi condenado por órgão colegiado. E tem mais. Muitos candidatos que vão ganhar as eleições serão cassados pelo Ficha Limpa porque não leram a lei. A norma diz que, mesmo tendo tomado posse, o candidato eleito será cassado se praticou, por exemplo, a compra de voto, o Caixa 2.

O senhor hoje tem cerca de 1% nas pesquisas para o Senado. Ainda acredita que possa mudar o quadro até às eleições?

Veja bem. A última pesquisa que saiu foi antes do dia 12. Depois disso eu já melhorei, fiz debates. Segundo ponto: tenho certeza absoluta que hoje nós não temos mais que 80% das pessoas decididas a votar para senador. Então quero dizer que é muito difícil as pesquisas alcançarem o real em relação a senador. 90% dos mineiros não sabem que vão votar para dois senadores; 80% deles não tem definição do candidato – eu estou fazendo essa pesquisa. Então quando se diz que o Aécio tem 67% – de 20% dá 12% e não dá para eleger.

O Itamar teria 44%, de 20% dá 8% e também não dá para eleger. Se me colocarem nessa margem de 1% não tem a mínima relação com a realidade. Pra se ter uma ideia eu tenho cerca de cinco mil pastores e três mil padres trabalhando para mim no Estado. Isso é um processo que, a partir do dia 20, começa a aparecer. Eu vou ganhar essas eleições e tenho convicção plena disso. Eu comecei minha campanha em 15 de agosto.

O Aécio é candidato desde o ano passado. O Pimentel esteve na mídia o tempo inteiro com aquela confusão toda de que queria ser governador, depois senador. E o Itamar é um ex-presidente da República que virou papagaio de pirata do Aécio Neves. Então é normal que as pessoas se lembrem que eles são candidatos. Agora, à medida que nosso pessoal começou a trabalhar nas bases e começa a mostrar que somos candidatos, a adesão é muito grande. Tenho certeza de que vamos chegar e pode me cobrar isso no dia 4 de outubro.

O candidato a deputado federal Cláudio Rocha (PCdoB) foi vítima de ataque homofóbico na tarde desta sexta-feira (17) no centro do Rio de Janeiro. Ele teve uma placa de sua candidatura quebrada pelo artista plástico Osmar Venâncio do Nascimento. A militante de seu partido Nayala Coimbra sofreu agressões. Homossexual assumido e sargento da marinha, Cláudio, de 32 anos, faz campanha pela liberdade de orientação sexual dos militares, propondo a retirada de sanções a homossexuais do Código Militar.

De acordo com o delegado da 5ª Delegacia de Polícia (centro), Mário Andrade, a Guarda Municipal realizava uma inspeção de rotina na região central da cidade, quando avistaram o artista plástico vendendo artesanato sem autorização. Ao fugir dos guardas, Osmar atravessou a rua, rasgou uma placa de campanha do candidato, empurrou a militante que vigiava o material e disse, aos berros, que militar não pode ser homossexual. Em seguida, os guardas o levaram para delegacia, onde ele foi autuado por injúria.

“Ele achou que o candidato não tinha direito de fazer propaganda, disse que não é possível um militar ser gay e empurrou a militante, que não foi ferida com gravidade e preferiu não registrar queixa. Ele foi autuado por injúria e na lei 4737 do ano de 1965, artigo 331 do código eleitoral, por inutilizar meio de propaganda eleitoral. Em seguida foi liberado por serem crimes de menor potencial ofensivo, mas vou remeter o material à Justiça. Provavelmente, ele será condenado a pagar cestas básicas ou prestar serviços comunitários”, disse o delegado Mário Andrade, que informou também que Osmar é dependente químico e que já passou por internação em clínicas de desintoxicação.

Aborrecido pelo ato de Osmar, Cláudio disse que a polícia precisa ser mais rigorosa contra esse tipo de delito.

“Falta aos policiais o entendimento do que é homofobia. Foi um ato grosseiro. Esses loucos agressores são os mesmos que matam os gays. A homofobia existe. Sou o único candidato militar que é homossexual assumido. Tenho medo de fazer corpo a corpo no centro do Rio e levar uma facada”, desabafou.

Ainda de acordo com Cláudio, outras duas placas de sua candidatura foram danificadas na última quinta-feira (16) na região central.

“Acredito elas tenham sido quebradas pelo mesmo agressor. Na delegacia ele gritava que era impossível um militar ser gay e que tinha que matar todos os homossexuais”, disse.

O Conselho de Pastores de Jaboatão dos Guararapes promove, neste sábado (25), uma grande carreata em defesa da família e contra o Partido dos Trabalhadores. Segundo o presidente do Conselho, pastor Pedro Rodrigues, apesar de não parecer, esses dois temas estão relacionados. “O PT é o principal responsável por uma série de leis que ferem a instituição família. Ele pode não ser o único, mas lidera os demais partidos. Hoje é PT quem manda no país”.

As leis a que o pastor se refere são projetos como o PL 122, já aprovado no Senado, que pune com até 5 anos de cadeia aqueles que se pronunciarem contra o homossexualismo. “O homossexualismo vai contra princípios que são da fé cristã. O governo não pode querer acabar com a fé de quem crê”, disse. Outros pontos levantados pelo por ele são as propostas de legalização do aborto e atendimento no SUS para cirurgias de mudança de sexo.

A carreata vai acontecer em Prazeres, com concentração na rua Santa Elias. São esperados 200 pastores de diversas igrejas e mais de 20 mil fiéis. De acordo com o pastor Pedro, nenhum político ou candidato estará presente no ato.

No início da semana, Prazeres também foi palco para o candidato José Serra (PSDB). Após uma caminhada pelo centro do bairro ele realizou um comício na mesma rua Santa Elias, do qual participou o prefeito da cidade, Elias Gomes (PSDB).

Na década de 1990, quando o Pe. Paul Marx, fundador de HLI, foi indagado acerca de sua opinião sobre as campanhas para legalizar “uniões de mesmo sexo” ele comentou em sua maneira franca e costumeira: “Quando fizerem isso”, disse ele, “é o fim”. Ele quis dizer “o fim” da civilização cristã cujos valores costumavam formar a base da vida comum americana. O Pe. Marx, num sentido profético, via de forma correta que uma sociedade não pode sobreviver às manipulações perversas da própria estrutura da realidade que o próprio Deus nos revelou, um elemento fundamental do qual é a instituição do casamento. Quando permitimos que essa instituição seja mudada, “é o fim”. Em 2009, 52% da população eleitoral na Califórnia apoiou a Proposta 8 que ratificou a proteção constitucional do casamento entre um homem e uma mulher. Poderíamos argumentar que até mesmo 52% foi um número chocantemente baixo em algo tão importante, mas o povo ganhou essa batalha apesar da real guerra dos militantes homossexuais para afundar essa Proposta. Aliás, a decência cristã ganhou e a estrutura da realidade permaneceu intacta, pelo menos nesse aspecto da lei na Califórnia, até esta semana quando um único juiz simplesmente anulou 7 milhões de votos e a vontade do povo e removeu a “proibição” ao casamento gay. Houve alegria na moderna Sodoma (San Francisco), mas é muito triste para a nossa nação e até mesmo para o nosso mundo pobre e mal orientado que se enfraquecerá em sua oposição ao estilo de vida homossexual como consequência dessa decisão. Então, por que, pergunta você, o casamento gay é errado? Permita-me enumerar os motivos. O primeiro e principal é porque o casamento gay viola a Vontade revelada de Deus conforme a vemos nas Escrituras. Há poucas coisas tão claras na revelação de Deus quanto a instituição do casamento entre um homem e uma mulher. De Gênesis 1 (o casamento de Adão e Eva) a Apocalipse 21 (o casamento de Cristo o Cordeiro com Sua Noiva a Igreja) Deus tem tido um único modelo de casamento, e não é casamento gay. Até mesmo a poligamia e o divórcio foram abolidos na Igreja Cristã, conforme nosso Senhor lembrou a todos da essência do casamento como foi “no princípio”. Essa perspectiva do casamento se tornou a norma da sociedade ocidental e sua unidade social mais básica, sem dúvida nenhuma permitindo que o Ocidente prosperasse. O segundo é que o casamento gay distorce o próprio conceito de criação de crianças por pai e mãe e distorce também o casamento. Ainda que não liguemos para o fato de que o casamento gay é por definição estéril, toda criança de um casamento gay tem de ser adotada ou tida por inseminação artificial, e isso em si é uma violação do conceito todo de família. Na década de 1980 o Vaticano realmente disse que a adoção de crianças por homossexuais “faz violência” à criança. Linguagem muito forte, mas apesar disso verdadeiro. Em seus termos mais simples, as crianças precisam de uma mãe e de um pai, e ficam com um estigma a vida inteira quando são crianças de um casamento gay. Crianças modelam suas vidas, seu conceito de família, seus valores morais e muitas vezes sua cosmovisão inteira nas atitudes e valores de seus pais. Essas crianças recebem uma visão totalmente distorcida de todos esses conceitos básicos. Terceiro, mas de forma alguma não o último motivo, toda a sociedade sofre por causa do apoio público a um estilo de vida e prática intrinsecamente anormais. Sim, “anormais” é o que nossa Igreja chama tanto a orientação homossexual quanto o estilo de vida homossexual, e o casamento gay simplesmente ratifica essa desordem a nível social. Em debates recentes, o termo “direito humano” para descrever o casamento gay e a acusação de que qualquer um que se opõe é culpado de “discriminação” são exemplos dessas distorções fundamentais. O Pe. Marx estava certo: uma sociedade não pode sobreviver por muito tempo a esse tipo de violência cometido contra seus valores fundamentais, e a história certamente mostra muitas sociedades como a Grécia antiga, cujo rápido declínio foi precedido pela proliferação do estilo de vida gay e sua aceitação pública. Embora respeitemos todas as pessoas como elas são, não temos de respeitar tal imensa agressão contra tudo o que é sagrado para nós e bom para nossa sociedade. Não, aliás, temos de lutar contra o casamento gay com nossas próprias vidas. A questão não é se ou não podemos ganhar essa batalha. A questão é se entraremos nela. Aceitaremos ou não o desafio de defender o que é sagrado? Somos chamados a ser fiéis e obedientes ao Plano de Deus para o nosso mundo, e dentro disso, Deus trará vitória à existência. Não há dúvida de que, se já não está aqui, o casamento gay estará chegando ao nosso estado logo. Se não lutarmos contra ele, nossas almas, nossas famílias e basicamente, nossa própria civilização se acharão em breve “no fim”, onde não mais poderão sobreviver.

 

Estamos aqui para mais uma vez lhes alertar ainda para estas eleições. Já falamos aqui a respeito de Dilma e o aborto, mas agora trazemos um assunto que também está ligado, e que infelizmente já está prestes a se realizar.
O Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), Não poderia ser mais falso em nomenclatura. Direitos humanos? Desta forma?
Vamos citar aqui apenas algumas das metas deste plano:
- liberação total do aborto, que será tratado como uma “questão de saúde pública”, e não como uma matança de bebês inocentes;
- “casamento” homossexual, adoção de crianças por homossexuais e criminalização do que eles chamam de “homofobia”, impedindo qualquer líder cristão de falar que o homossexualismo é pecado ou moralmente errado (apenas ler o que já está na bíblia), tudo com base na “desconstrução da heteronormatividade”, um conceito que relativiza a moral natural e desconsidera a anatomia dos seres humanos;
- “controle social” da imprensa, eufemismo para censura, como ocorre hoje na Venezuela de Hugo Chávez, amiguinho do Lula. Ninguém poderá criticar o governo petista;
- estabelecimento de um estado praticamente ateu, por meio da proibição de mencionar o nome de Deus nos documentos do governo e da retirada de todo e qualquer objeto relacionado à religião das repartições públicas (bíblias, crucifixos etc.);
- o Judiciário não poderá mais determinar a reintegração de posse de áreas invadidas (sejam terras rurais ou prédios urbanos), dando liberdade total para o MST (e outras organizações do gênero), a quadrilha terrorista que invade e destrói o campo, ameaçando provocar a fome por meio de uma crise de abastecimento de alimentos no país, como ocorre hoje na Venezuela de Chávez, o amigo do Lula;
- legitimação da prostituição e seu enaltecimento como uma profissão digna, em vez de coibir este vício lucrativo e reprimir as redes milionárias que escravizam mulheres;
- “redução das desigualdades sociais por meio de ações de transferência de renda”, o que significa aumentar e criar mais impostos, confiscar bens etc, tirando dinheiro de quem trabalhou e dando na mão de vagabundos agitadores ou fazendo “caridade” com o dinheiro alheio

Peço a todos encarecidamente que não votem nela,pois ela é uma ameaça para o nosso pais,ela criou um projeto,meus amigos que se chama Plano Nacional de Direitos Humanos-3 na qual querem Legalizar:
01=Descriminalização do Aborto(Aborto Legal);
02=Casamento Homossexual na Lei Civil;
03=Adoção de Crianças por Casais do Mesmo Sexo;
04=Retirada de Simbolos Religiosos em Lugares Publicos;
05=aprovação da Lei Anti-Homofóbica onde Lideres religiosos não possam falar contra o homossexualismo se não é cadeia);
06=aprovação do Péc do Divórcio;
07=Cirurgia imediata,rapida e prioridade para os homossexuais para mudança de sexo no sus;
08=Legalizar as Prostitutas e garotos de programa como profissionais;
09=Retirada do décimo terceiro salario;
Entree outras que não me recordo,ou seja ela é uma ameaça para a nossa sociedade,vamos combate-la enquanto é tempo,dizendo não a Dilma Rousseff,isso meus caros não é propaganda politica é uma alerta a todos os Cidadãos Brasileiros.
Se for eleita, a petista Dilma Rousseff pode começar seu governo com 49 dos 81 senadores, margem que permite a aprovação de emendas constitucionais sem debate com a oposição 

ESTA AFIRMAÇÃO ABAIXO É DE UM RELIGIOSO – PADRE -,  QUE ATÉ HÁ POUCO TEMPO APOIAVA E DEFENDIA O “PT”:É importante, por favor veja até o fim. 

Acorda Brasil, Terra de Santa Cruz!
Caríssimo (a) irmão (a) em Cristo ou pessoa de boa vontade,

Peço licença para lhe comunicar algo.

Como sacerdote que sou,

não posso omitir ou negligenciar o chamado
que tenho a ser profeta em nosso meio.
Cabe a um profeta falar em nome de Deus,
 anunciando e denunciando.
Certo disto, embora ciente de minhas limitações,
uno-me à tantas outras vozes
(mas, infelizmente ainda tão poucas!)
para denunciar algo extremamente grave em nosso país.

O Brasil está atravessando um momento muito difícil

e perigoso em sua história,
sob o ponto de vista da fé e da moral,
que poderá ter consequências catastróficas.

Estamos vivendo em um país com um governo anticristão,

 cujo projeto é afastar-nos cada vez mais do Evangelho.
 Devido a isto, nosso país está caminhando cada vez
mais a uma profunda mudança social que,
infelizmente, não é para melhor.
Como agravamento, esta mudança
é propositalmente dissimulada,
silenciosa e progressiva,
de modo que muitos não estão atentos à mesma.
Assim como as chamadas “doenças silenciosas”
 (pressão alta, diabetes, etc.) causam grande estrago devido à demora
do diagnóstico, assim a enfermidade social
 na qual estamos vivendo já está causando os seus estragos. 

Esse governo anticristão tem sua base no socialismo,

 que é um sistema de governo onde a coletividade é
mais importante que a pessoa,
sem respeito para com a dignidade humana em seu todo.
 Além de expropriar a pessoa de seu valor,
 o governo socialista tende sempre a ser autoritário,
 pois em último ponto será sempre ele a decidir
o que é bom e o que é mau; como a sociedade deve ou não viver.
 Para se ter uma idéia do perigo de tudo isso,
 o Comunismo (objetivo final do socialismo)
 foi responsável pela morte de mais de 90 milhões
 de pessoas no mundo, por meio de guerras,
massacres, fome, perseguições políticas, etc. 

Por tudo isso, o socialismo (comunismo, marxismo) tem sido veementemente condenado pelos Papas.

 A própria Mãe Santíssima, em suas aparições em Fátima,
 advertiu-nos gravemente dos erros da Rússia Comunista,
que poderiam se espalhar pelo mundo,
 como infelizmente de fato aconteceu.

Está claro que o Brasil, governado

por um partido socialista – PT – com a ajuda
 de outros partidos de mesma ideologia,
está sendo vítima de um plano hediondo
que já está sendo colocado em prática.
Esse plano tem ligações internacionais,
daí a aproximação do Brasil com a
Venezuela do socialista Hugo Chaves,
com a Cuba do ditador Fidel Castro
(onde presos políticos morrem de fome),
com guerrilhas, como as FARCs,
 que usam do narcotráfico e da violência,
e até mesmo a aproximação com o Irã,
que ameaça o mundo com armas nucleares.

Um governo socialista impõe-se “na marra”

sobre o seu povo, ainda que usando
de estratégias dissimuladas, como está acontecendo no Brasil.
Esta imposição acontece porque,
para os que estão no poder,
 vale a pena manter-se lá a qualquer
 custo (daí o mandato vitalício na Venezuela e em Cuba).

Mais grave de tudo, por ter por base

 uma ideologia anticristã,
tal governo impõe ao povo pontos contrários
aos ensinamentos de Cristo,
blasfemos contra Deus,
sendo a besta que serve ao dragão descrito na Bíblia:

“E apareceu um outro sinal no céu:

um grande dragão vermelho,
 com sete cabeças e dez chifres,
e nas cabeças sete diademas.
A sua cauda arrastou uma terça parte
 das estrelas do céu e as atirou à terra.
Então vi levantar-se do mar uma besta
com dez chifres e sete cabeças.
 Tinha dez coroas sobre os chifres
 e nomes blasfemos nas cabeças.
O dragão lhe deu a sua força,
o seu trono e grande poder.
 A terra inteira admirou a besta e adorou o dragão,
porque ele havia dado esse poder à besta.
Também adoraram a besta, dizendo:
“Quem é como a besta, e quem poderá lutar contra ela?”
 E lhe foi dada uma boca que proferia
 arrogâncias e blasfêmias” (Apoc 12,3-4; 13,1ss) 

Vejamos os fatos

No último “Programa Nacional de Direitos Humanos” (PNDH3), apresentado no natal passado,

 o governo “mostrou a sua cara”.
Entre outros, constam lá,
como projetos a serem impostos no Brasil:

- reconhecimento da prostituição como profissão; 

- promoção do homossexualismo;

- aprovação total do aborto, até o nono mês de gestação;

- retirada dos símbolos religiosos de repartições públicas;

Além destes, o governo do presidente

Lula já vem tomando vários outros
posicionamentos,
como a distribuição de camisinhas
para jovens e mesmo crianças nas escolas,
o casamento homossexual e
a pressão para o divórcio instantâneo.

Que fique claro que, como cristãos,

não podemos concordar com violência
contra homossexuais, pois são filhos de Deus,
 como nós. Somente que isso não pode
ser usado como pretexto para impor
 uma cultura homossexual sobre nós.
As prostitutas devem ser ajudadas
 a terem uma vida digna, formando uma família,
não incentivadas a serem objetos.
 As grávidas devem receber ajuda
para o bem próprio e do seu filho:
assassinar a criança não é a solução.
Nossos jovens não devem ser incentivados à promiscuidade.
 Nosso país nasceu como Terra de Santa Cruz,
como não permitir que continuemos a expressar nossa fé?

Se tudo que esse governo anticristão

 propõe for aceito, chegará o
momento (Deus não o permita!),
em que viveremos em uma sociedade
 totalmente contrária à Palavra de Deus e,
portanto, uma sociedade sem a benção do Senhor.
A Bíblia nos mostra muitas situações
onde o povo foi conduzido pelos
seus governantes a se afastar da
vontade e de Deus e, com isso,
 recebeu muitos castigos (ou seja, colheu o que plantou). 

A ditadura que, aos poucos,

está sendo imposta a nós nos levará ao
momento onde um professor não
poderá entrar na sala para dar aulas
com uma correntinha com um crucifixo,
pois estará “ofendendo” os alunos;
onde um padre será preso por “discriminação”
 por dizer que a prática homossexual é um grave pecado,
 como afirma a Bíblia;
onde crianças crescerão em casas com dois pais,
ou com duas mães, sem a mínima
base do que é uma verdadeira família.
Já é realidade que, com o dinheiro
dos nossos impostos, o Sistema de
saúde pública paga para cirurgias
de “troca de sexo” (enquanto isso,
pessoas morrem na fila para atendimentos
verdadeiramente necessários).

Será que o maior país católico de

mundo vai aceitar tudo isso de forma natural,
como se nada estivesse acontecendo?
Espanta-me a falta de atenção que o
 povo cristão tem dado a tudo isso!
Estão nos levando à aberração da
prática homossexual, confundindo
 nossos adolescentes; estão dizendo
que a família não é formada a partir
da união de um homem com uma mulher,
como diz a Palavra de Deus; estão
 dizendo que assassinar, ainda no
ventre materno é “normal”.
Tudo isso está sendo lançado como
 grande ofensa diante de Deus e, ainda assim,
grande parte do seu povo, batizados
que tem a obrigação de vigiarem
 sobre sua fé, está inerte. Mais ainda,
 esses mesmos batizados apóiam
a continuidade de um governo que
desafiadoramente levanta-se contra os ensinamentos de Cristo.
 Será que o exemplo de Sodoma e Gomorra,
cidades destruídas pelos seus
 graves pecados, não nos adverte em nada (cf. Gn. 19)? 

Por que o nosso povo não reage? 

Há vários motivos. Em grande parte porque o país vive um bom momento de desenvolvimento econômico, principalmente para uma parcela de sua população. Muitos estão preocupados “só com o seu umbigo”, ou seja, estando a economia boa, podendo-se comprar “do bem e do melhor”, o que mais interessa? 

Outra grande parte da população, os mais simples e necessitados, estão sendo sustentados (e mantidos) em sua situação de miséria. Verdade que a ajuda aos que sofrem é algo muito importante, todavia, não se pode parar nesta ajuda imediata, mas levar a uma real melhoria de vida e crescimento social. Como aqueles que dependem de ajuda para sobreviver vão ter condições para questionar o que acontece? Eles não se dão conta do fato de estarem sendo usados para perpetuar outros no poder.

Por fim, para todos, pesa a máxima já conhecida pelos ditadores de milhares de anos atrás: “dê pão e circo ao povo e eles estarão felizes”. Que reine o futebol, as novelas, a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016!

Está na hora de acordar!

Quem tem condições de enxergar o que está acontecendo deve ajudar outros. Falemos sobre isso nas conversas em família, nas conversas de amigos; partilhemos este texto e outros semelhantes, usando da internet; busquemos nos informar sobre o rumo que o país está tomando (há tantos bons sites católicos e publicações que nos ajudam).

Como cristãos, precisamos dar uma resposta a isto. A melhor resposta, para o momento, deve ser dada nas urnas. Como disse recentemente um bispo, o católico NÃO PODE votar em candidatos contra a vida. A senhora Dilma Rousseff, candidata à presidência, é do partido que OFICIALMENTE apóia o aborto e, portanto, também ela o apóia e o promoverá, bem como os demais pontos acima do PNDH3. Não somente ela, os candidatos de outros partidos comunistas e socialistas também apóiam o aborto e os pontos acima. Além do aborto, é amplamente divulgado que ela participou de atos de guerrilha civil. Pode alguém que participava em assaltos e seqüestros ser presidente de um país?!!

Sou padre e não me compete fazer política partidária. Mas me compete denunciar o grave momento em que vivemos. Estou com uma profunda angústia dentro de mim, por ver o buraco para onde estamos indo como Nação, opondo-se a Deus. Sei que muitos outros candidatos não são “santinhos”, mas estes denunciados aqui se destacam por fazer parte de uma ideologia anticristã, que não irá parar enquanto não ver esse país destituído de suas raízes cristãs.

Não estou falando de minha preferência política, estou falando de fatos, do que está acontecendo. Sei que muitos poderão não gostar do que estou dizendo, mas, em nome do Senhor, eu digo: vamos acordar para o que está acontecendo! O silencio dos bons favorece a ação dos maus. A história ensina que, pessoas como Hitler e outros responsáveis por atrocidade, chegaram ao poder aos poucos, pela omissão e desatenção do povo. Consola-me saber que estou fazendo a minha parte…

Doze igrejas evangélicas de Jaboatão dos Guararapes realizam, quase às vésperas da eleição, um protesto político nada comum no estado. O evento que começa às 16h de amanhã prevê carreata com saída na Rua Santo Elias, em Prazeres, e pastores de várias denominações pretendem fazer um manifesto pró-família e contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Para o presidente do Conselho de Pastores, Pedro Rodrigues dos Santos, que conta com o apoio de mais 11 pastores de igrejas diferentes, nunca houve tantos ataques no país contra a família como na gestão do PT.

Um manifesto assinado por 12 pastores de igrejas tradicionais de Jaboatão, como a Assembleia de Deus, a Assembleia de Deus Madureira, a Batista (de Prazeres, Jaboatão e Cavaleiro), a Presbiteriana, a Anglicana, a Metodista, a Brasil para Cristo, entre outras, apresenta, em quatro páginas, um “Manifesto pela família”, e enfatiza que o PT está à frente de vários projetos e programas que atentam contra os ensinamentos da Bíblia.

De acordo com o pastor Pedro Rodrigues, existem pelo menos três projetos em tramitação na Câmara dos Deputados, de autoria de deputados petistas, que “beneficiam o segmento homossexual e ameaçam amordaçar a igreja”. Ele também ressalta que o Programa Nacional de Direitos Humanos aprovado pelo presidente Lula no final de 2009 é uma “afronta ao que pregou Jesus Cristo”.

“Não há dúvidas que esse movimento é contra o PT e contra a presidenciável Dilma Rousseff. O PT é a favor da descriminalização do aborto, da legalização da maconha, das cirurgias de mudança de sexo, da Lei contra a homofobia (PLC 122/2006), da legalização da prostituição, do casamento homossexual#”, enumerou. “Nosso maior candidato é Jesus”, acrescentou Pedro Rodrigues.

Indagado se esse protesto, a uma semana das eleição, não beneficiaria o presidenciável José Serra (PDSB) ou a candidata Marina Silva (PV), o pastor reconheceu que sim. “Agora, se eles (os candidatos) também forem a favor de todas essas coisas defendidas pelo PT, vão ter uma Igreja aguerrida contra eles. Acabou-se o tempo da Igreja calada. Não queremos que o estado invada a Igreja”, disparou o pastor.

O presidente estadual do PT, Jorge Perez, disse estar surpreso com esse tipo de protesto político. “Isso parece uma armação”, declarou, ao saber do conteúdo do manifesto que vem circulando nas Igrejas de Jaboatão. O texto do manifesto diz, entre outros pontos, que uma “vitória do PT ou associados” trará graves consequências aos evangélicos, como “cultos a portas fechadas” e “obrigação de pagar impostos sobre dízimos e ofertas”. “Tem pontos que são pura mentira e vamos encaminhá-los para apreciação do nosso jurídico”, avisou Perez.

De acordo com o presidente da ONG Leões do Norte, Wellington Medeiros, o projeto 122/2006, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), criminaliza a homofobia, mas não impede que os pastores preguem aquilo que acreditam nos cultos. “Eles só não podem fazer isso em rádios e televisões, que são concessões públicas”, advertiu. “Esses pastores estão usando o nome de Deus para castigar uma parcela da sociedade que precisa da proteção do estado. Isso é hipocrisia”, completou Wellington

Não vote em políticos mascarados que só aparecem em época de eleição, vote no Valdinho super-herói, ajudarei os mais necessitados a começar pela minha família”. Com mais de seis mil candidatos a governador, a deputado e senador, oriundos de vinte e sete partidos, a concorrência é muito forte no interior do Brasil para o ‘slogan’ de campanha mais desavergonhado e atractivo. A reputação dos políticos, num país onde os jornais revelam escândalos de corrupção quase todos os dias, está tão baixa que os 135 milhões de eleitores, obrigados por lei a votar, preferem escolher palhaços, super-heróis ou simples aldrabões: uns por ignorância, outros por protesto.

Em muitos países democráticos, incluindo Portugal, há candidatos que usam a fama, qualquer que seja a sua origem, para entrar na política. No Brasil este fenómeno bate no fundo. São os próprios partidos ‘respeitáveis’ incluindo o de Lula (PT) ou o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que convidam personagens sem qualquer pensamento político para lhes conseguir um lugar ao sol em Estados onde os seus políticos não conseguem seduzir o eleitorado.

É esse o caso do palhaço Tiririca que pergunta com voz esganiçada: “o que faz um deputado federal? Na realidade não sei, mas vote em mim que eu te conto”. A popularidade do comediante, conhecido da TV, nas sondagens no Estado de São Paulo está a indignar muita gente na política, incluindo do PT. Mas o PT é um dos beneficiados com a farsa porque apesar do palhaço ter sido convidado pelo Partido da República, ele é a cara de uma coligação que inclui o PT. Se conseguir mais de um milhão de deputados, como se prevê, acabará por ganhar o posto a outros três deputados, alguns deles imputados em processos de corrupção. “Do ponto de vista matemático pode ser bom”, reconhece Ricardo Berzoini, ex-presidente do PT.

O esquema também pode produzir situações absurdas. No passado, o ex-apresentador de TV e estilista, Clodovir Hernandes, foi o primeiro deputado federal assumidamente homossexual. Entretanto morreu e o suplente que fora escolhido pelo mesmo partido era um coronel, Paes de Lira, cuja primeira acção foi propor uma lei para proibir explicitamente a homossexualidade e assim “perpetuar a espécie”.

Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão… Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam (Romanos 1.26-27, 32).
Quando Paulo prova que todos pecaram e carecem da glória de Deus, cita a homossexualidade como um exemplo primário de impiedade. Esse julgamento é ofensivo a não cristãos, sendo rejeitado até mesmo por uma parcela significativa da Igreja contemporânea. Em resposta, eles oferecem inúmeros argumentos inúteis.
Há o argumento que “amor é sempre algo certo”. Eles dizem: “Como pode ser errado duas pessoas se amar, mesmo sendo do mesmo sexo? Se elas se amam, isto é bom e certo”. É verdade, amor nunca é algo errado. Mas o que é amor? A Bíblia diz que amor é uma síntese da lei de Deus. É uma síntese do que Deus diz sobre como devemos tratar as pessoas. Como Deus proíbe a homossexualidade, a homossexualidade nunca parte do amor, e o amor nunca leva ou coexiste com a homossexualidade.
De fato, acolher ou mesmo agir a partir de uma atração homossexual por outra pessoa é tratá-la de uma forma proibida pela lei de Deus e convidar a pessoa a também pensar e agir de uma forma proibida. Portanto, a homossexualidade parte do ódio, e não do amor. O amor é somado amiúde à equação porque o homossexual experimenta atração, dependência e afinidade física e/ou psicológica por outra pessoa do mesmo sexo. Mas a palavra certa para isso é lascívia, e não amor.
Essa forma de pensamento é contrária à filosofia do homem. Como exemplo para a situação, a Bíblia diz que se você não disciplina o seu filho com a vara ? se você não bate nele com o propósito de instrução ? você o odeia. Mas as pessoas que se recusam a usar o castigo físico apelam à razão precisamente oposta ? elas dizem que evitam tal coisa porque amam seus filhos. Assim, voltamos à definição de amor. A Bíblia diz que amor é obediência à lei de Deus em nossa maneira de tratar as pessoas. Se você ama o seu filho, você usará castigo físico sempre que for necessário. Se não o fizer, você odeia o seu filho.
Do mesmo modo, os homossexuais não nutrem amor uns pelos outros. Eles se odeiam. Eles querem se usar para satisfazer a sua própria lascívia pessoal, e querem que seus parceiros cooperem para manter um estilo de vida que acaba incorrendo no castigo de Deus. Como pode isto ser amor? Se eu amo você, ainda que seja incapaz de resistir à tentação, eu insistirei que você fuja dessas coisas que me prendem: “Corra! Salve-se! Não seja como eu! Não seja punido, como certamente eu serei!”. Se a exemplo de Eva, você desobedece a Deus e então convida outra pessoa a juntos desobedecerem a Deus, dificilmente haverá uma demonstração mais vívida de ódio do que essa. Se eu decido roubar um banco e peço que a minha esposa me ajude, isto pode apenas significar que eu não a amo tanto quanto afirmo amar.
Fundador e Diretor do Instituto Jetro, Rodolfo Montosa, proferiu uma “Palavra Pastoral sobre Eleições” deste ano na 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Londrina-PR onde é Pastor Titular. Confira abaixo a mensagem na íntegra, e se preferir, veja o vídeo desta palavra no nosso Canal Oficial do Youtube clique aqui.
Estamos às vésperas das eleições a presidente, senadores, governadores, deputados federais e estaduais. Nos últimos dias temos acompanhado muitas manifestações que têm o objetivo de denunciar movimentos que se levantam contra a liberdade de expressão da igreja e na direção de legalizar matérias contrárias à ética cristã. De fato, estamos vivendo um tempo que exige muita reflexão em busca de discernimento. Peço sua atenção para três palavras que me vêm ao coração neste momento.
A primeira palavra é de alerta.
Alguns projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional agridem diretamente a igreja. Quero citar alguns exemplos: o PL 1.154/03 pretende proibir a veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso, o que classificaria como crime a pregação contra rituais satânicos, por exemplo. O PL 952/03 pretende classificar como crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos à boa fé das pessoas, dando margem a que pastores sejam considerados criminosos por pregarem sobre dízimos e ofertas. O PL 4.270/04 pretende enquadrar como passível de ação civil comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos, o que proibiria a pregação evangélica que contesta práticas de feitiçaria, por exemplo.
Diversos outros projetos de lei agridem a ética cristã. Somente na tentativa de descriminalizar o aborto existem mais de 30 projetos de lei. Alguns parlamentares defendem a descriminalização do uso de drogas, ou até da regulamentação da prostituição como profissão. Outro exemplo que tem ocupado as manchetes de jornais é o PLC 122/06 que pretende tornar criminosa toda a manifestação contrária à prática do homossexualismo.
Como cristãos amamos os feiticeiros, mas não a feitiçaria; amamos os adúlteros, mas não o adultério; amamos as prostitutas, mas não a prostituição; amamos os homossexuais, mas não o homossexualismo.
Esses são apenas alguns exemplos das inúmeras tentativas de atacar a Igreja, ou atacar assuntos que ferem a ética que pregamos.
Mesmo assim, não devemos nos enxergar como vítimas. Assim como nós, muitos outros segmentos sofrem seus riscos e pressões. Isso é o movimento natural de uma sociedade multifacetada como a brasileira, com valores diversos e variados.
A segunda palavra é de posicionamento.
Por sermos tão diferentes uns dos outros no Brasil, precisamos buscar candidatos que representem nosso pensamento cristão e respeito à Constituição brasileira. É importante sermos representados por pessoas com discernimento e experiência suficientes para ocuparem de fato os cargos pretendidos.
Permita-me fazer uma rápida explicação sobre o comportamento das pessoas. Encontramos na sociedade pelo menos quatro grandes maneiras diferentes de procedimentos nas relações humanas. Algumas pessoas pensam assim: o que é meu é meu e o que é seu é meu (= opressor). Esse é o pior tipo de iniqüidade de onde nasce o ditador e o opressor. Outras pessoas pensam assim: o que é meu é meu e o que é seu é seu (= egoísta). Esse pensamento domina a maior parte da sociedade e dá base ao comportamento individualista e egoísta. O capitalismo tem muito dele. Já outras poucas pessoas pensam assim: o que é seu é meu e o que é meu é seu (= comunista) . Essa é a base do discurso comunista, mas a história demonstrou que nunca funcionou literalmente. Na prática tornou-se um sistema regido por ditadores. O último grupo pensa assim: o que é seu é seu e o que é meu é seu (= cristão). Esse grupo respeita o recurso do outro e coloca à disposição por sua deliberada vontade seus recursos próprios. Aqui está o fundamento da ética cristã, embora pouco vivida pelos cristãos.
Muito bem. Permita-me orientar o seguinte: devemos fugir de todo o candidato que pensa como o tirano: o que é meu é meu e o que é seu é meu. Identifique se seu candidato pensa e age de maneira imposta e autoritária. Não vote neles! Muitos em nome da defesa de um direito próprio, lutam para tirar o direito do outro. Cuidado que, nem todo o candidato que se diz cristão reflete todo o pensamento cristão. Muitos candidatos “lobos” se vestem de “cordeiros” para nos enganar. Você precisa conhecer a história de vida e pensamento de seus candidatos. Pesquise, converse, pergunte e vote.
Lembre-se que o exercício consciente da cidadania não se esgota na participação do processo eleitoral. Precisamos acompanhar os eleitos por meio da intercessão, da exigência de prestação de contas e do devido apoio.
A terceira palavra é de confiança.
Sei que muitas notícias que nos cercam geram profundo desconforto e temor. Mas devemos manter nossos olhos em Deus que é soberano na história da humanidade. Muitos são os textos bíblicos que nos deixam claro que o coração das autoridades está nas mãos dele. É bom notar que todos os Projetos de Lei que tramitam no congresso passam por um natural processo de lentidão. Além disso, temos a Constituição a nosso favor. Isso significa que alguns Projetos de Lei , mesmo que venham à luz, nascerão mortos, pois são inconstitucionais.
Para concluir quero citar o sábio que disse “quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio governa o povo geme.” (Provérbios 29.2)
Vamos orar para que o Senhor coloque pessoas justas nos atuais cargos governamentais.

Nos dias atuais, a incredulidade no poder que há no nome de JESUS é predominante.
Também a apostasia da fé viva no Deus Todo-Poderoso é uma característica deprimente. Em consequência disso, não estamos mais nos deixando corrigir pelo Espírito Santo de Deus. Preferimos honrar à criatura e desprezamos o Criador de todas as coisas existentes.
Até parece que não acreditamos mais “nos atributos invisíveis de Deus, no seu eterno poder e também na sua própria divindade” (Romanos 1.20).Este é o motivo porque impera nestes tempos chamados “modernos” o homossexualismo com as suas mais variadas correntes e associações legalizadas e respeitadas (e ai daqueles que hoje criticam estas agora chamadas “diversidades”).

Para a nossa sociedade, isto não se trata mais de um “câncer” letal a ser extirpado, mas uma coisa inteiramente normal, aceitável e louvável. Há pouco tempo o homossexualismo era considerado apenas uma doença. Mas agora ganhou espaço na mídia, virou “virtude”, e é uma “moda” moderna.
Eles nos dizem que Deus não pode condená-los, pois eles não têm culpa alguma, por isso são até editadas versões de “novas Bíblias” com Deus aprovando o seu comportamento.
Mas será mesmo isto verdade? O que Deus pensa ou diz a respeito disso?

“Porquanto, tendo conhecimento de Deus (eles, os homossexuais) não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível… Por isso Deus entregou tais homens à imundície, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador… Por causa disso os entregou Deus a paixões infames, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro” (Romanos 1.21-27).Ora, não vamos aqui querer tapar o sol com uma peneira: a paga dessa liberilidade ou libertinagem legal e imoral (a recompensa dos nefandos atos libidinosos dos homossexuais) já foi decretada pelas incontáveis doenças venéreas e pelo surgimento recente da AIDS. Todos sabemos que a maior incidência dessa terrível e incurável doença é entre os usuários de drogas e os homossexuais.
Há quatro mil anos o profeta Moisés descreveu alguns dos sintomas dessa enfermidade: “…a tísica, e febre, e a inflamação… o calor ardente, e a secura, o crestamento e a ferrugem… úlceras… tumores… prurido, de que não possa curar-te… úlceras malignas nos joelhos e nas pernas das quais não te possa curar, desde a planta do teu pé até ao alto da cabeça” (Deut. 28.22,27,35).Isto são apenas algumas das maldições para quem vira as costas para Deus e faz o que bem deseja de sua vida.
Nos dias atuais, os programas da TV apresentam o homossexualismo como algo completamente normal e louvável, tanto nas novelas como nos filmes, e peças de teatro, e isto vem sendo inculcado na mente de nossos filhos com o maior descaramento, e nem nos damos conta do perigo que isto representa.
Não estamos mais dando atenção no que Deus nos diz em Sua santa Palavra, a Bíblia.
Mas a verdade é que todo aquele “que despreza a palavra perecerá” (Prov. 13.13).Estamos nos esquecendo de que “de Deus não se zomba” (Gal. 6.7).Na atualidade sabemos que muitas denominações “cristãs” no mundo já realizam casamento de homossexuais. A medicina moderna em vários países já está realizando operações e “corrigindo as falhas” da natureza humana, ou seja, mudando o sexo das pessoas, tudo dentro da “normalidade” e da legalidade aprovada por leis. Implantes e transplantes. Tudo caminhando para a degradação do ser humano, sem causar mais espanto ou remorso, pois ninguém tem nada a ver com isso. Será que não estamos pior do que nos dias de Noé?
“O mesmo aconteceu nos dias de Ló (quando o homossexualismo era comum em Sodoma): comiam, bebiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, e destruiu a todos. Assim também será no dia em que o Filho do Homem se manifestar (no dia em que Jesus voltar) - Lucas 17.28-30.Hoje, os homossexuais são os que mais resistem à pregação da Palavra de Deus e escarnecem.
Os homossexuais, como seres humanos, merecem todo o nosso amor e respeito, e a nossa comiseração, pois sabemos que Deus não tem prazer na perdição de ninguém, e que ama o pecador, mas aborrece o pecado.
Por isso, a nossa mensagem de amor a todos eles é esta:
“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos de refrigério pela presença de Deus. E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado” (Atos 3.19-20)

Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, se aprovadas, impedirão a nossa ação a favor do Evangelho no Brasil:

*Será proibido fazer Cultos ou Evangelismos na rua (reforma constitucional)

*Cultos somente com portas fechadas (reforma constitucional)

*As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.

*Programas evangélicos na televisão, só se tiver faculdade de “jornalismo”

*Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrarias a palavra de Deus.

*Pastores que pregarem sobre dízimo e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.

*Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela bíblia sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de Ação judicial.

*Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo “discriminação”, poderão ser multados e os pastores processados…

*Querem que o dia do “Orgulho Gay” seja oficializado em todas as cidades brasileiras.

Reforma Constitucional – Mudanças no texto da constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

  O Brasil, país conhecido em todo o mundo por sua tolerância e respeito às diferenças raciais, religiosas e étnicas, entre outras, encontra-se hoje diante de uma flagrante ameaça à liberdade de expressão e culto. Dois projetos de lei que se propõem a evitar o preconceito, também possuem regras para silenciar e censurar a pregação da Bíblia Sagrada. E sem que a maioria da população se dê conta disso, estão seguindo o trâmite de aprovação no Congresso Nacional. Um deles está no Senado, prestes a se tornar lei (PL 122/06) e outro com o mesmo teor está na Câmara dos Deputados (PL 6418/2005). Em breve poderemos assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho, como em muitos países da África, e pais perdendo a guarda dos filhos por transmitirem a sua convicção religiosa, como ocorre em localidades do Oriente Médio. Casos como na China e na Coréia do Norte, onde pastores são presos por distribuírem Bíblias, podem se tornar comuns. Crime de opinião religiosa Uma leitura mais apurada no texto do PL 122/06 – que prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais – revela que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações de correntes doutrinárias. O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. Confira os principais pontos do projeto aqui. O governo é favorável à criação desta nova lei e seu posicionamento está claramente expresso no programa “Brasil Sem Homofobia” (leia mais). Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, ainda prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais. No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas. Perseguição aos ofertantes

A ameaça torna-se ainda mais gritante ao atingir os próprios crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho de Cristo. Isso porque, pelo que está previsto no PL 6418/2005, quem financia, patrocina ou presta assistência a qualquer um que “transgredir essa lei”, ou seja, que pregar qualquer ponto que desagrade a um homossexual, poderá ser condenado a uma pena de dois a cinco anos de prisão. Como cristãos, ou seja, como defensores do amor ao próximo pregado por Jesus Cristo, não aceitamos que qualquer pessoa, seja homossexual ou não, sofra atos de violência, seja proibida de permanecer em locais públicos ou tenha seus direitos civis violados – pontos que estão servindo de justificativa para os que defendem tais projetos. Só não podemos permitir a invasão de um direito assegurado na Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença”. Por isso, diante desta séria ameaça aos direitos religiosos de todos nós, cidadãos cristãos, principalmente aos evangélicos, cresce a demanda por uma intensa mobilização por parte de todos aqueles que, independentemente de aprovarem ou não a conduta homossexual, desejam garantir o direito de livre expressão de suas opiniões e convicções, sejam elas contrárias ou não ao homossexualismo. Esta mobilização, além de ser expressa em orações e jejuns, deve ser acompanhada de uma dinâmica prática, sob diferentes formas, tais como:

  1. Envie seu protesto para os senadores e deputados envolvidos na aprovação destas Leis… (veja listagem de alguns deles aqui) por meio de cartas, telefonemas, fax e emails;
  2. Participe de abaixo-assinados que expressem o descontentamento com estes projetos de lei e assegure que eles sejam entregues às autoridades;
  3. Entre em contato com o parlamentar em quem votou e chame a atenção dele à questão;
  4. Repasse estas informações sobre a ameaça que estas leis trarão à liberdade de expressão e culto no Brasil a TODOS os seus conhecidos. Utilize seu mailing pessoal e os meios de comunicação de sua igreja.

Nossa tão propagandeada liberdade religiosa pode estar com os dias contados. E não é apenas o cristianismo que está correndo o risco de ser censurado. O islamismo e o judaísmo também, pois todas tratam do assunto em seus livros sagrados. Portanto, o que está em questão não é o homossexualismo em si e sim a criação de um crime de expressão e opinião religiosa. Missão Portas Abertas

Infelizmente existem inúmeros seminários teológicos neste país, que tem ensinado aos seus alunos conceitos absolutamente anticristãos. Tais seminários contrapondo-se a ortodoxia cristã admitiram em seu rol de professores, pessoas que negam a inerrância da Bíblia além de afirmarem que ela está repleta de mitos e lendas. Para estes, Adão e Eva não existiram. Na verdade, os liberais ensinam que ambos não passam de um símbolo para ensinar a humanidade que foi criada através da evolução. Se não bastasse isso, tais teólogos crêem que Jesus não fez milagres literais. Para eles, Jesus nunca teria andado sobre a água, nem tampouco multiplicado pães e alimentado uma grande multidão.Quando ensinam a respeito do Espírito Santo o fazem de forma equivocada afirmando que o Espírito do Senhor não é um ser pessoal, mas sim a força e o agir de Deus. Além disso, paganizaram a Trindade Santa atribuindo-lhes gênero e sexualidade, afirmando através de seus ensinos que o Espírito Santo é a parte feminina de Deus.Ao ensinarem sobre a ressurreição de Cristo, afirmam que tal fato não ocorreu, até porque, para estes, a mensagem central da Bíblia é a ressurreição de Jesus em nossos corações.Caro leitor, infelizmente o número de pastores que relativizaram as Sagradas Escrituras em detrimento de uma teologia espúria se multiplica a olhos vistos. Sem sombra de dúvidas os conceitos liberais têm adoecido e sufocado o Corpo de Cristo, injetando no coração dos cristãos, valores que se contrapõem aos ensinos bíblicos.
Isto posto, creio que mais do que nunca necessitamos fazer da Palavra de Deus nossa fonte de fé. O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro.
Em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções provocadas pelo liberalismo teologico que tantos males tem feio a igreja de Cristo.
Pense nisso!


Projeto de Lei 122/2006 contraria a estrutura familiar
22 de setembro de 2010Está tramitando no Senado, em Brasília–DF, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 122/2006, projeto de lei ordinária de iniciativa da Câmara, agora em apreciação no Senado, de autoria da senadora Fátima Cleide (PT-RO), que defende a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e pretende, se aprovado, incriminar a homofobia, ou seja, irá punir como criminosos todos aqueles que criticarem o homossexualismo. Isto é um atentado à vida e à família bem mais iminente do que a legalização do aborto.
O PLC foi incorporado ao Plano Nacional de Direitos Humanos, que vem sendo combatido desde que foi apresentado. Este plano apoia a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Os direitos humanos devem ser respeitados, juntamente com os direitos dos cristãos.
Para nós, cristãos, esta lei contraria a estrutura familiar, por deixar de lado os valores familiares. A bandeira de luta da senadora tem ameaçado muitos pastores. Eles alegam que, se aprovado o projeto, líderes religiosos poderão ser presos se pregarem contra o homossexualismo. Os pastores precisam do direito de continuar orientando o rebanho em relação às práticas homossexuais, pregando o modelo de família ideal conforme a Palavra de Deus. Isto não é discriminar o homossexual, é explicá-los sobre os fundamentos bíblicos. A população precisa começar a discutir o resgate da moral e dos bons costumes familiares, conforme citados na Bíblia.
O manual de prática do cristão é a Bíblia, e lá diz, por diversas vezes, que adultério, prostituição e homossexualismo é pecado. “O brasileiro necessita de leis que deem aos cidadãos direitos à educação e à saúde, e não de leis que defendam o ato homossexual”, alega o pastor Silas Malafaia, em debate no Programa do Ratinho, no SBT, com a ex-deputada de São Paulo Iara Bernardi (PT-SP).
Infelizmente, a legislação brasileira é omissa no que tange à discriminação baseada na orientação sexual do indivíduo. O que ocorre é a necessidade de uma formulação legal urgente, a fim de acabar, ou pelo menos reprimir, tanta violência praticada no País. Violências físicas são comuns, levando o Brasil ao ranking de País mais violento do mundo, sejam elas contra crianças, mulheres ou homossexuais. Mas há uma outra espécie de violência que deve ser observada pelas autoridades com muito mais atenção: a violência religiosa.
Muitos membros de instituições religiosas adotam pontos de vista liberais e outros preferem defender posições mais conservadoras. No entanto, o verdadeiro papel deles quando o assunto é homossexualidade não é incitar o ódio e a violência, como muitos anunciam por aí, mas sim orientar as pessoas quanto ao que está escrito na Bíblia.
A Declaração de Direitos da Organização das Nações Unidas (ONU) garante a “liberdade de religião”. O Artigo 18 da Declaração diz que “todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência ou religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”. Então, executando as considerações religiosas quanto à homossexualidade, esse Projeto de Lei será uma violação legal clara de vários princípios fundamentais expostos na Carta da ONU.
Já segundo os contornos da liberdade de organização religiosa no Código Civil Brasileiro, estão compreendidas na liberdade de organização religiosa e liberdade de criação, a liberdade de auto-regulamentação, a liberdade de estruturação interna e a liberdade de funcionamento das organizações religiosas. Seu livre funcionamento consiste no direito que as organizações religiosas têm de praticar as atividades institucionais ou suspender sua prática, por seus mecanismos próprios de deliberação, sem que ao Poder Público seja permitido impor qualquer obstáculo.
As Leis Bíblicas:
Na Escritura Sagrada são várias as citações que mostram que Deus não concorda com o ato homossexual. Confira:
Romanos 1:26-27 diz: “Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varãocom varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.”
Já em Levítico 20:13 está assim: “Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.”
Levítico 18:22, por sua vez, acrescenta que: “Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é.”
Em 1ª Coríntios 6:9-11 diz: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus. E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus.”
Enquanto que em 1ª Coríntios 1:27-28 está escrito que: “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são.”
Já Apocalipse 21:8 diz que: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abominávies, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte”.
O que está para acontecer?
A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo, vem obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças. Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.
O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes no País. Confira:
• A proposta pretende punir com dois a cinco anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°);
• Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°);
• A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”);
• A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para três a cinco anos de reclusão (art. 5°).
Nós, cristãos, atentamos quanto à parte que vai contra os princípios religiosos e as limitações de pregação. É necessária uma maior responsabilidade, já que da forma como está escrito o projeto trará diversos danos e prejuízos para o segmento cristão, pois cria dificuldades para que líderes das igrejas evangélicas deem suas opiniões, já que alterar partes da Bíblia Sagrada fere a liberdade de culto e, mais do que isso, vai contra a liberdade de expressão e contra a democracia.
Entenda o Projeto:
- No dia 7 de agosto de 2001, a deputado Iara Bernardi apresentou na Câmara um projeto que “determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas”. Na verdade, a deputada não percebeu que só existe uma “orientação” sexual: a de um homem por uma mulher. Entre dois homens ou entre duas mulheres, não há “orientação”, mas sim desorientação sexual.
- Em 23 de novembro de 2006, foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado.
- Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu a denominação PLC 122/2006 e, no dia 7 de fevereiro de 2007 foi encaminhado à senadora Fátima Cleide, na época relatora da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
- No dia 7 de março, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15 de março, pediu sua retirada alegando “reexame da matéria”.
- Esta foi uma retirada estratégica, pois o Senado vinha recebendo várias mensagens de protesto.
- No entanto, o projeto pode ser votado, e aprovado, a qualquer instante.
Manifeste-se, usando o “Alô, Senado”
O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211 e a telefonista do “Alô Senado” atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga. Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser: “Quero que os senadores votem pela rejeição total do PLC 122/2006, que cria privilégios para o homossexualismo e instaura a perseguição religiosa no País.”
Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem. Você pode responder: “a todos os senadores do meu Estado.”
E ainda poderá acrescentar: “Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra o PLC 122/2006.”
É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar.
“Pregai o Evangelho”
Frente a tantas informações, baseadas na Lei maior de Deus, a Lei Bíblica, se aprovado o PLC muitos fiéis sofrerão com isso, pois não serão mais livres para pregarem a Palavra de Deus no que diz respeito à homossexualidade. Segundo Mateus, 28:16-20: “Portanto, ide e ensinai a todas as nações. Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura”.
Quanto à união estável entre pessoas do mesmo sexo, existe o Poder Judiciário que vem atuando de maneira clara no que diz respeito a heranças e divisões de bens entre homossexuais. Além do mais, esta tal união estável vem contra o que diz a Bíblia. Isso só vem para comprovar que a autora do projeto não cultiva valores familiares e é por causa destes tipos de atitudes que filhos de boas famílias estão se perdendo nas drogas, na homossexualidade e na criminalidade no País e no mundo.
Estudos calculam que a maioria da população mundial nunca teve nenhum contato com o Evangelho, o que representa uma multidão de cerca de 2,7 bilhões de pessoas que ainda não são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.
Da África até a Ásia, há 1,6 bilhões de muçulmanos, hindus e budistas que vivem em países onde a igreja foi quase que eliminada como resultado da opressão islâmica. Lá, a população cristã é menor que 2%. Já na China, pastores e evangelistas são detidos todos os dias, igrejas em lares são fechadas e seus líderes ameaçados. Muitos são presos apenas por portarem a Bíblia. Esta vasta multidão que nunca ouviu falar de Deus representa 15 vezes a população do Brasil.
Em todo o mundo, a religião já vem sendo ameaçada. Como, por exemplo, na Inglaterra um pregador americano foi preso por declarar que a conduta homossexual é pecado. Na Índia, um pastor foi preso a partir da denúncia de conversão forçada, tendo sua fé insultada. No Paquistão, cinco meninos cristãos sofrem perseguição, acusados de blasfêmia. Também na Índia, um evangelista foi assassinado após exibir o filme “Jesus”, em Laxmanpur.
Fonte-

Corre na internet a opinião do pastor Piragine, a manifestação de evangélicos ligados ao PT e a posição do ar. Silas Malafaia. Muito bom que tudo isso ocorra, faz parte do Estado democrático o embate de opiniões e idéias. Mas, o que não dá para engolir é quando usando a prerrogativa de líder religioso um individuo aterrorize os membros de seu grupo e pior incentive o ódio a um outro grupo de pessoas, os demonize e os culpe de uma ‘vindoura ira divina”.
Hitler chegou ao poder na Alemanha por vias democráticas com um discurso homofóbico, anti-semita, racista, de preconceito contra deficientes físicos e outros grupos minoritários. Hitler não sabia conviver com diferentes. Para vergonha da Igreja Evangélica, muitos pastores foram “amigos da vez” desse que pode ser considerado sem sombra de duvida, um tipo de anticristo. Foi defendendo os “valores da família”, protegendo “os bons costumes” que militares nos mataram, nos calaram, nos aterrorizaram por vinte anos e mais uma vez a Igreja Evangélica foi “amiga da vez” dessa ditadura, simpatizante e até defensora.
Deus não vai julgar o Brasil por causa do casamento gay, nem da PL 122 (que pune na forma da lei todo ato de HOMOFOBIA, diga-se de passagem), nem por conta da liberação do aborto ou qualquer coisa que valha. Havendo lei ou não, pessoas abortaram, homossexuais continuaram a viverem juntos, serão mortos por homofóbicos, discriminados, humilhados… Nada disso mudará.
Mas, HOJE JÁ ESTAMOS SOBRE A IRA DE DEUS, por que deixamos de ser sal e luz. Porque homossexuais não encontram na Igreja uma palavra de poder que mude suas vidas, porque nossos jovens fornicam como os “do mundo” e abortam como eles, porque não defendemos aqueles que necessitam de defesa, mas os entregamos aos seus algozes.
Porque odiamos os gays, os defensores da legalização do aborto, os defensores do estudo das células troncos, por que os transformamos nos enviados do diabo e nos calamos quanto aos estelionatários da fé com seus trizimos, suas vendas de unção financeira (lembram das indulgencias e perdão de pecados que foi a causa propulsora da Reforma), dos megalomaníacos que se auto intitulam apóstolos, patriarcas e coisa que se imagine.
Calamos-nos diante dos políticos denominacionais que sem diferença alguma do que ocorre em Brasília, usam Igrejas e organizações para enriquecimento ilícito, para manobras pessoais, para imoralidade sexual, para seu feudo pessoal.
Tornamos-nos uma Igreja neoliberal, pós moderna no pior sentido dessa nova era: imediatista, egocêntricos, intolerante, amantes de shows, personalista, INDIVIDUALISTA!
Sobre essas coisas DEUS JÁ TEM NOS JULGADO, permitindo que estejamos cegos indo atrás de homens amantes de si mesmos, enganados a roda de todo vento de doutrina, enganados pelo diabo e suas artimanhas de “milagres e poder”, mortos em igrejas frias, vivendo de religiosidade, capa de bons costumes e sem nunca estar na presença de Deus.
Somos cegos e nus. E não vemos isso.
É hora de lamentarmos e chorarmos a terra do Brasil que está ferida não pelo homossexualismo, mas, pelas nossas iniqüidades como crentes, pela nossa morte espiritual que não alcança a vida daqueles que precisam de Cristo.
É hora de clamar por avivamento. É hora de chorar pelos nossos pecados. É hora de dar as costas as unções financeiras, aos milagres urgentes, “aos milagres em penca”, aos títulos beatíficos, as regressões, a politicagem denominacional….e clamarmos que o Senhor desça dos céus e incendeie nossos corações com seu Poder e nos faça atrair: homens, mulheres, jovens, crianças, heterossexuais, homossexuais, deficientes, negros, brancos, ricos, pobres, iletrados, intelectuais e que a sociedade realmente seja transformada pelo impacto de uma Igreja que transforma vidas, famílias, ruas, bairros e cidades.
Que Deus nos ajude.

Emo, do francês emo-fif, significa biba emotiva. Há também fontes que afirmam que vem do latim emossae, ou seja, “sem genitália”. Emos são exatamente o cruzamento de homossexualismo com música punk, em perfeita harmonia, embora a viadagem anule o efeito destrutivo característico da música punk. Em um show emo, o máximo de violência que se vê é uma briguinha aviadada de tapas porque um desarrumou a franjinha do outro. Emos existem desde os primórdios da civilização, com as primeiras marcas em cavernas terem sido encontrados milhões de anos. A única diferença é que agora, ser emo está na moda.

Decidi falar um pouco sobre um dos problemas enfrentados pela população brasileira e por diversos outros lugares do planeta,tendo em vista que hoje século XXI é considerado atos normais,não acho que isso seja normal,ir contra a palavra de Deus não é normal.Irei abordar meu ponto de vista como adolescente e cristão,em diversos temas que estamos sendo confrontados diversas vezes dia-a-dia em nossas vidas. 

  O Homossexualismo(vem do grego a palavra “homos” que quer dizer igual e a palavra “sexus” que quer dizer sexo),ou seja,seria a pratica de afetividade com algum individuo do mesmo sexo,tal pratica não vem de hoje.Mas de muitos anos atrás,mas precisamente pelos Gregos,onde homens procurava o  prazer do sexo,fazendo assim com outro homem para apenas sentir prazer.Tempos se passaram… e chegamos hoje século XXI e ainda vemos essa pratica e agora de maneira explicitamente.

   Hoje muitos aceitam de maneira relevante e acham que ter algo contra  isso é apenas preconceito,mas a Bíblia sagrada é quem diz “Nenhum homem deverá ter relações com outro homem;Deus detesta isso” (Levítico 18.22).Muitos dos que são homossexuais,não crer que Deus odeia isso,ou então dizem que a bíblia é um livro antigo e o que foi os tempos passados não é mesmo desse.Eu quero alertar a vocês adolescentes e jovens como eu também sou, que Deus odeia aquele que rejeita a palavra dELE,e porque obedecer ao que Deus diz ?Resposta: “ Pois o sálario do pecado é a morte,mas o presente gratuito de Deus é a vida eterna,que temos em união com Cristo Jesus,o nosso Senhor” (Romanos 6.23).É isso leitores,o Homossexualismo é PECADO e devemos proclamar contra esse ato,lembre-se que Deus DETESTA isso.

    A prostituição e o aborto,no meu ver esses são temas interligados,pois a prostituição prostituicaomuitas vezes pode levar ao aborto,o exemplo simples é a engravidez indesejada trazida pela prostituição,a prostituição no Brasil não é considerado um crime porém a pena com prisão para quem abusa dela .Hoje quem “ganha dinheiro” vendendo seu própio corpo quer ser considerado(a) um(a) “profissional do sexo”,tendo a prostituição como uma profissão.Isso é um absurdo em termos bíblicos pois a prostituição é pecado e Paulo nos alerta “Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo,mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu própio corpo”(1 Coríntios 6.18).

     A prostituição é um pecado que fazemos contra a palavrA_quem-escolhe-seu-caminho-e-voce-nao-a-droga_Ziraldoa de Deus e contra nós mesmos,e diria mais que a prostituição é uma droga.Pois é isso mesmo uma droga,onde você tem mais acesso a ela em qualquer lugar sem que “ninguém”  veja ou possa criticar você por tal ato,pois essa tal pessoa faz o mesmo quando “ninguém” o ver,estamos em batalha sempre contra os nossos própios desejos,eu considero droga tudo aquilo que não podemos ter controle sobre.E a prostituição é algo assim,vemos em jornais,revista e televisão e tudo está muito normal, nao temos controle sobre isso.
  
   Não deixe que os seus desejos tome conta de você ! Lembre-se que Deus é o autor da vida,deixa ele dirigir o seu roteiro,deixa ele ser o motorista da tua vida,acredita nele.Saiba que Homossexualismo,Prostiuição,Drogas e Aborto estão na sua frente todos os dias,tenha sabedoria e não seja como esse mundo.

          “Alguém vai dizer:“Eu posso fazer tudo o que quero”Pode,sim,mas nem tudo é bom para você.Eu poderia dizer:”Posso fazer qualquer coisa”Mas não vou deixar que nada me escravize.”(1 Coríntios 6.12)

Manifesto em Defesa da Democracia

O Manifesto que tem entre os signatários o jurista Hélio Bicudo, o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, o poeta Ferreira Gullar, o ator Carlos Vereza e o historiador Marco Antonio Villa.

Criado Lista Negra de candidatos e partidos que legislam contra a Lei de D’us, ferindo assim os princípios morais e éticos judaico-cristãos de 93% da população brasileira. Clique aqui ou na imagem acima e denuncie.

Esclarecimento!

O tópico não incentiva ninguém a votar em A ou B. É uma decisão pessoal. Alerta para não votar em partidos e candidatos que legislam contra a Lei de D’us, anulando assim os valores judaico-cristãos de 93% da população brasileira. Mas, se algum participante queira sugerir candidato, tem todo direito.

Oremos pela nossa Pátria. Motivo: Eleição 2010.

ATENÇÃO PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES!!!

IMPERDÍVEL!!! NÃO DEIXE DE LER E ASSISTIR OS VÍDEOS ABAIXO!!!

“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” Albert Einstein ”

O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.” Martin Luther King

“porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.” 1 Cor. 13.9. D’us não faz o que está ao alcance do homem fazer.

“…Dai, pois, a César o que é de César…” (Lucas 20.25). Em outra palavras, cumpra com seu dever de cidadão responsável.

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para a sua herança. Salmos 33.12

Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte. (Provérbios 14.12)

Será que não existe uma saída entre a alienação e o uso utilitarista da política por evangélicos no Brasil? Igor Miguel

OS CRISTÃOS BRASILEIROS ENCONTRAM-SE EM PERIGO IMINENTE DE TEREM RESTRINGIDOS SEUS DIREITOS ÀS PRÁTICAS RELIGIOSAS FUNDAMENTADAS NOS PRINCÍPIOS MORAIS E ÉTICOS JUDAICO-CRISTÃO EM FUNÇÃO DA LEI DA MORDAÇA DE DIREITOS HUMANOS, O PNDH-3, IMPETRADA POR UM DECRETO PRESIDENCIAL MAIS O PL 122/2006. ESTA É UMA MOSTRA DAS INTENÇÕES FUTURAS DESSE GOVERNO. PENSE BEM ANTES DE VOTAR. DÊ SEU VOTO EM QUEM PREZE PELOS PRINCÍPIOS BÍBLICOS.

Visão de águia ou pelo odor do medo! – uma reflexão de Antonio Mesquita sobre o PNDH – 3 e outras questões que estão em jogo nas eleições de 2010.

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“Temos a obrigação moral de provocar uma revolução de ética, moral, honetidade e dignidade no Brasil. Temos de ser luz do mundo e sal da terra. Temos que influenciar o mundo de forma positiva. No entanto estamos nos deixando influenciar por ele. Estamos aceitando como normal a corrupção, a falta de ética, a imoralidade e a indignidade.” Luiz Lehman

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“para os marxistas, o maior inimigo de sua ideologia é a cultura judáico-cristã, por isto eles colocam envangélicos, católicos e judeus todos no mesmo saco. Somente alertando sobre este fato é possível derrotá-los, pois 60% da população é nominalmente católica 35% nominalmente evangélica e 5% de outras religiões, e quase todos são contrários ao aborto, casamento homossexual, liberação das drogas. O ideal seria todos alinharem o discurso de defesa deses valores.”Wellington Leal

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“Um indivíduo moralmente corrompido é incapaz de acessar informações verdadeiras. Os fatos não significam nada para ele. Mesmo que eu o inundasse com informações com provas autênticas, com documentos e imagens; mesmo se eu o levar a força para a União Soviética e mostrar os campos de concentração, ele se recusará a acreditar. Até o dia em que ele levará um chute no traseiro. Quando a bota de um militar acertá-lo, então ele entenderá, mas não antes disso. Esta é a tragédia da situação de corrupção moral.” (Ex-agente da KGB e dissidente soviético Yuri Alexandrovich Bezmenov, já falecido. Do vídeohttp://www.youtube.com/watch?v=Wqlg3Z3ilWs indicado por Wellington Leal)

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Quando Dilma Vana Rousseff Linhares foi presa, ela carregava na bolsa uma carteira de identidade falsa em nome de Maria Lúcia dos Santos, um título de eleitor e uma carteira de estudante colegial, com outro nome falso, de Marina Guimarães Garcia de Castro. Época, 16/08/10, pg. 44.

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O voto é um dos atos mais importantes que podemos praticar. Através do nosso voto influenciamos a vida de gerações para frente. Por isto deve-se votar com responsabilidade e escolher bem em quem vota. Como cristão você deve votar em quem defende os ideais do cristianismo. Você não pode separar a sua vida espiritual da sua vida no dia a dia. Você tem obrigação, como cristão, de ser o sal da terra e a luz do mundo e de fazer diferença para a construção de um mundo melhor como quer Jesus. Me responda algumas perguntas:

1. Você é favorável a descriminalização do aborto?

2. Você é a favor da união homossexual?

3. Você é a favor de que casais homossexuais possam adotar crianças?

4. Você é a favor da regulamentação da profissão de prostituição?

5. Você acha que é crime contra os direitos humanos se dizer que Deus abomina a prática do homossexualismo?

6. Você é a favor de se cassar o registro de uma emissora de rádio ou TV se ela transmitir um sermão em que a pessoa diga que o homossexualismo é abominável aos olhos de Deus?

7. Você é a favor de que nas escolas se ensine as crianças que a prática do homossexualismo é natural?

Se você concorda com tudo isto, então vote em Dilma, porque Dilma é favorável a tudo isto. Basta você ler o PNDH-3 assinado por Lula e Dilma. Está tudo escrito lá e você não poderá negar depois que não sabia. Você também não vai poder dizer que não sabia que Dilma lutou pela implantação de uma ditadura do proletariado, de uma ditadura socialista nos moldes de Cuba, Coréia do Norte ou China. Você não poderá dizer que não sabia que Dilma foi responsável pela morte de um jovem de dezenove anos de idade, Mário Kozel Filho, com um carro bomba. Você não vai poder dizer que não sabia que o grupo de Dilma colocou uma bomba no Aeroporto de Guarartapes em 1969 matando três pessoas inocentes. Nas urnas, ou nas ruas ou na sua vida pessoal, na escola, do trabalho, em família, em secreto sua vida tem sempre que falar de Jesus. Mais do que palavras, sua vida e seus atos dão testemunho de Jesus.

A “Igreja Santa do Senhor” cometeu um grave erro na Alemanha nazista. Achava que nada tinha a ver com isto, e acabou por fechar os olhos para o maior genocídio acontecido na história da humanidade. Luiz Lehman (Adaptação).

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“Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar…” – Martin Niemöller, 1933.

Martin Niemöller foi perseguido pelo regime nazista por se manifestar contra Adolf Hitles. Enquanto muitos outros cristãos, tanto evangélicos como católicos, achavam que a atividade religiosa se restringia às quatro paredes das igrejas. É exatamente isto que está acontecendo com os Evangélicos. Achamos que a falta de ética na política não tem nada a ver conosco. Achamos que a corrupção é problema dos políticos. Achamos que o aborto não tem problema desde que possamos continuar louvando a Deus dentro das quatro paredes de nossas igrejas. Achamos que a prática do homossexualismo não é problema nosso. Cada um sabe de si, desde que não nos incomodem. Achamos que a prostituição não tem nada a ver conosco, desde que nossas filhas não estejam envolvidas com esta prática. Achamos que realmente a imprensa deve ser controlada, denuncia demais a corrupção e não gostamos de ler sobre isto. Achamos que política é política e práticas cristãs são separadas da política. Damos uma interpretação errônea do “dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” Quando acordarmos será tarde demais. A educação de nossos filhos será responsabilidade do estado. Se falarmos alguma coisa contra o homossexualismo seremos denunciados por nossos filhos processados e presos por atentado contra os direitos humanos. Temos que reagir enquanto é tempo. O verdadeiro cristão não vota em Dilma nem nos candidatos que a apoiam. Luiz Felipe Lehman

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SAIBAM AS LEIS QUE TRAMITAM EM BRASÍLIA (CENTRO EVANGÉLICO BRASILEIRO) E disse Jesus: ‘Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho. E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.’ – (Marcos 13:9 e 13) Fica proibido fazer:

- Cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)

- Programas evangélicos na televisão por mais de uma hora por dia.

- Programa de rádio ou televisão, quem não possuir faculdade de ‘jornalismo’.

- Pregar sobre dízimos e ofertas, havendo reclamações, obreiros serão presos. Quanto aos cultos:

- Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)

- As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.

- Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.

- Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.

Se estabeleça:

- O dia do “Orgulho Gay” e que seja oficializado em todas as cidades brasileiras e comemorado nas Instituições de Ensino Fundamental (primeira a 8.a série), público e particular.

- Que as Igrejas que se negarem a realização das solenidades dos casamentos de homem com homem e de mulher com mulher, estarão fazendo “discriminação”, seja multadas e seus pastores processados criminalmente por descriminação e desobediência civil. Projeto nº 4.720/03

- Altera a legislação constitucional Projeto nº 3.331/04

– Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das ‘pessoas físicas’ Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições. 1. Projeto nº 299/99

– Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62). Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora. 2. Projeto nº 6.398/05

– Regulamenta a profissão de Jornalista Contém artigos que estabelecem que só poderão fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios. 3. Projeto nº 1.154/03

– Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso. Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esses atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada. 4. Projeto nº 952/03

– Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas. Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados ‘criminosos’ por pregarem sobre dízimos e ofertas. 5. Projeto nº 4.270/04[/b]

– Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil. Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial. 6. Projeto de nº 216/04[/b]

– Torna inelegível a função religiosa com a governamental. Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.

Não se deixe enganar a Grande Tribulação está a nossa porta. Faça a sua parte comunique estes fatos aos seus irmãos em Cristo. “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Ap. 2:10.) Divulguem! Passem para pastores das igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes: – Os sábios não devem colocar os injustos para governar sobre si. Que o Senhor tenha misericórdia de nós para não perdermos nossos direitos de proclamarmos a Palavra de Deus! Escrito por Gilberto Stevão e publicado aqui por Éber Stevão Fonte: http://tempodagracadedeus.blogspot.com/2010/03/centro-evangelico-br…

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“Nas ações programáticas do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), conforme é afirmado na Nota da Presidência da CNBB, de 15 de janeiro de 2010, encontramos “elementos de consenso que podem e devem ser implementados imediatamente”. Entretanto, identificamos também determinadas ações programáticas que não podem ser aceitas. Reafirmamos nossa posição, já muitas vezes manifestada, em defesa da vida e da família, da dignidade da mulher, do direito dos pais à educação religiosa e ética de seus filhos, do respeito aos símbolos religiosos, e contrária à prática e à descriminalização do aborto, ao “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, à adoção de crianças por casais homoafetivos e à profissionalização da prostituição. A linha de continuidade que existe em torno desses pontos, entre os Programas de Direitos Humanos de 1996 (PNDH-1), de 2002 (PNDH-2) e de 2009 (PNDH-3), é reveladora de uma antropologia reducionista que está na base de certas formulações nas quais pretensos direitos são incluídos entre os Direitos Humanos, embora constituam a negação mesma de Direitos Fundamentais. Só uma visão integral de pessoa humana pode fundamentar corretamente os Direitos Humanos.” CNBB

URGENTÍSSIMO!!! EVANGÉLICOS!!! UNAMOS CONTRA A ELEIÇÃO DA DILMA ROUSSEFF! DIGA NÃO A TODOS OS CANDIDATOS E PARTIDOS QUE NÃO APOIEM OS VALORES MORAIS E ÉTICOS JUDAICO-CRISTÃO. (Clique e acompanhe o debate)
Veja ficha com informações sobre todos os candidatosPágina especial da Folha.com reúne dados sobre postulantes à Presidência, ao governo dos Estados, ao Senado e à Câmara dos Deputados.

Dilma Vana Rousseff

Nascida em família de classe média alta[5] e educada de modo tradicional, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, passou para a luta armada contra o regime militar, integrando organizações como o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[5] e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares)[5]. Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Opan (onde passou por sessões de tortura) e depois no DOPS.[2][5]

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilma_Rousseff

Fonte: http://www.pulpitocristao.com/2010/08/motivos-porque-eu-nao-voto-em-dilma.html

Como todo cidadão brasileiro tenho me inquietado com os rumos da nação. Em outubro, o Brasil elegerá o próximo presidente da república que nos governará pelos próximos quatro anos. Dentre os canditados a presidência, confesso que um deles me preocupa, a Sra. Dilma Rouseff. (…)

O passado de terrorista não a recomenda, ela tem o hábito de mentir e não tem muito apreço pelo estado de direito e pelas leis, basta ver a campanha antecipada ilegal que protagonizou. Para piorar a situação, Dilma recebeu apoio do presidente Hugo Chávez. Há pouco o ditador venezuelano afirmou que quer a vitória de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais do Brasil, porque ela é sua “amiga” e os dois tem “muita empatia”. A mesma empatia e amizade que ele tem com Ahmadinejad e os irmãos Castro.

Caro leitor, Dilma me dá medo. Confesso que só de pensar na possibilidade desta senhora vir a ser eleita presidente do Brasil, meu coração se angustia.

Que Deus ilumine o povo brasileiro e nos conceda sabedoria na escolha do dirigente desta nação.

Pense nisso!

17/08 – Memórias Reveladas – Memórias Censuradas V

‘Dilma Rousseff não é líder, é reflexo de um líder’, diz FHC

Época: Dilma na luta armada (trecho)

Dilma na luta armada (trecho) – Época

Entre 1967 e 1970, a estudante Dilma Rousseff combateu a ditadura militar. O que os processos da Justiça Militar revelam sobre a jovem que se tornou líder de uma das organizações que pegaram em armas contra o Governo

LEANDRO LOYOLA, EUMANO SILVA E LEONEL ROCHA

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 14/agosto/2010.

Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos
após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda
promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos,
atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente
da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do
grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte,
onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana
Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares
(‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes
estão sendo levantados”.

Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.

Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas
terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações
clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa
frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São
Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes
falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de
espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar,
deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a
fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de
cadeia.

Temos no Evangelho uma sugestiva narrativa. O Senhor Jesus, após curar um homem da cegueira, perguntou-lhe: “Você está vendo alguma coisa?” Ao que o homem respondeu: “Vejo pessoas e elas parecem árvores andando”. Jesus voltoua colocar as mãos sobre os olhos do homem e, a partir de então, ele a tudo via perfeitamente.

Essa passagem bíblica veio à minha mente quando, ao refletir acerca da insensibilidade moral e ética da sociedade moderna, ficava a indagar: por que as pessoas têm tanta dificuldade de perceber as graves ameaças à preservação da dignidade humana? Será que não conseguem discernir os evidentes riscos à nossa volta? Não são capazes de discernir o certo do errado, de distinguir o ruim do bom e, consequentemente, preferir o bom e o certo em vez do ruim e do errado?

homens_arvores

Encontro a resposta neste texto: “vejo pessoas e elas parecem árvores andando”. Sem dúvida, está faltando que olhem ainda uma vez, pois confundem pessoas com árvores, vantagem com desvantagem, justiça com injustiça, bênção com maldição e vida com morte. Ou não será exatamente por não verem bem, e por enxergarem de maneira equivocada — confundindo pessoas com árvores — que se mobilizam para defender o direito de matar, como no caso do aborto? Não será por isso que desejam a profissionalização da prostituição, a liberação das drogas e a cirurgia de troca de sexo, fazendo a apologia de causas que só contribuem para ofuscar ainda mais a imagem de Deus gravada no ser humano?

Vejamos, por exemplo, a questão do movimento em favor do homossexualismo: o que seus loquazes apregoadores querem senão passar a imagem de que homens se relacionarem com homens e mulheres manterem relações com mulheres é algo tão normal quanto o casamento entre sexos opostos?

Não há dúvida de que o inimigo das nossas almas — aquele que pretende anular e extinguir a dignidade de cada ser humano — trabalha em nossa sociedade promovendo a secularização, no intuito de que os absurdos valores corrompidos da atualidade se instalem, de modo gradativo e consistente, nas mentes e, a partir daí, nos costumes, nos lares e, finalmente, nas leis.

O Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que está atualmente em debate, promove justamente o afastamento dos princípios bíblicos e cristãos para a conduta das pessoas em nome da liberdade de pensamento e de expressão —aliás, uma falsa liberdade, pois não há liberdade sem responsabilidade para com os valores da ética e da moral.

No bojo de tal Decreto, insere-se uma clara censura a pregadores da verdade do Evangelho e a todos que quiserem discordar dessas questionáveis posturas.

A se confirmar o rumo sugerido pelo PNDH-3, em breve será muito difícil entender a pedofilia como perversão e a libertinagem sexual como depravação, pois tudo ficará sob a enganosa camuflagem dos direitos e das liberdades.

Isso sem falarmos na enorme desconsideração para com o meio ambiente e as reservas naturais deste país, em nome de interesses econômicos inescrupulosos, colocando em risco o equilíbrio ecológico e, por extensão, a própria vida no planeta.

O que é necessário agora? Olhar ainda uma vez.
Sim, é para isso que quero convocá-los: a olharmos ainda uma vez e distinguirmos a realidade por trás das aparências.

Olhemos ainda uma vez e descubramos os enganos e os erros de uma imagem fabricada para iludir os olhos e entorpecer as consciências.
Olhemos ainda uma vez e revelemos os pés de barro dessa imensa estátua banhada a ouro para enganar os incautos.
Olhemos ainda uma vez e apontemos as fissuras, as rachaduras, os vãos, as falhas e os inocultáveis defeitos desse Decreto de pretensos Direitos Humanos.
Olhemos ainda uma vez para não sermos reféns das astutas e ardilosas armadilhas do grande inimigo dos servos do Senhor.
Quero convidá-lo a, juntos, abrirmos os olhos dos cegos e a aclararmos a visão dos que pouco enxergam

Vinde, Contemplai!!

O palestrante, Brennan Manning, causou impressão. Eu havia lido seus livros sobre graça e cura, e estive em suas reuniões que minha igreja havia patrocinado. No entanto, eu estava me sentindo incomodado. Pensei: “Quanta ênfase no amor”. Mas e quanto a uma mensagem clara incentivando-nos a abandonar as coisas infantis, para tomar posse de aspectos maiores e mais verdadeiros da nossa identidade em Cristo? Concordo plenamente que Deus nos abraça em nossa fraqueza. Mas em nossa perversidade também? Fiquei pensando no modo como ele aborda a questão da pureza sexual, principalmente a homossexualidade…

Encontrei-me com Manning para um almoço para tratar dessas questões. Ele pareceu ter ficado realmente ofendido quando expressei minhas preocupações com as referências ambíguas dele com relação ao homossexualismo em seus artigos e livros. Durante nosso almoço incômodo, ele defendeu os “casais” gays que vivem em compromisso. Ele também desafiou meu compromisso de defender a ética sexual bíblica — nenhum sexo com homem ou mulher fora da aliança conjugal heterossexual — taxando-me de desinformado e de ter uma mente estreita. Eu compartilhei com ele acerca do compromisso do ministério Desert Stream de dar oportunidades seguras e fortes na igreja para a transformação dos homossexuais. Meu assistente Mark Pertuit e eu demos para ele testemunho de nossas próprias caminhadas de cura. Manning rejeitou nosso testemunho com o argumento de que eu não tinha conhecimento suficiente de teologia moral para ser levado a sério nessa questão.

Obviamente, Manning e eu abordamos de modo diferente a questão da autoridade moral. Minha abordagem é conservadora e baseada na Bíblia. A abordagem dele é obscura para mim. Mas o que emerge dessa falta de clareza nele (e, é triste dizer, em muitos como ele) é uma sentimentalização horrorosa da homossexualidade. Estranhamente, os indivíduos que se encontram presos às tendências homossexuais se tornam “tabus” para “terapeutas” como Manning. Em vez de abraçar com verdade e graça homens e mulheres que estão confusos, esses terapeutas dançam ao redor desses homens e mulheres em dificuldades e lutas, concedendo-lhes uma condição de quase heróis. O resultado é uma compaixão falsa que pode incentivá-los a se identificar e viver o homossexualismo.

Graça sem a verdade clara e autorizada das Escrituras Sagradas é mortal, onde se pode demarcar os limites conforme nossa vontade, perdendo a revelação da vontade de Deus para nossa vida humana aqui na terra. Ficamos, em vez disso, sozinhos construindo uma identidade baseada em nossa experiência da realidade. “Sinto-me gay. Portanto, sou gay. Deus me abençoa como gay”. Esse pensamento esvazia a cruz de seu sentido. Jesus morreu para nos oferecer o retorno ao seu plano ideal no Jardim do Éden. Ele ressuscitou para nos levantar de acordo com a vontade do Pai para nossa vida humana. Se perdemos essa verdade, então a graça fica sem sentido. Sua energia que transforma vidas se dispersa e perde a força. A verdade das Escrituras guia a energia da graça. Sem a verdade, a graça perde seu poder dinâmico e essencial de transformar vidas.

Para muitos terapeutas de influência, a graça abraça os indivíduos que enfrentam conflitos homossexuais, mas é aparentemente incapaz de transformá-los. Certos terapeutas estão fortalecendo essa idéia enganosa — como Mel White, ex-professor do Seminário Fuller e pastor evangélico, que hoje dirige Soulforce, um grupo que defende o homossexualismo. Em sua biografia Stranger at the Gate (Estranhos nos Portões), White se representa como uma figura de certo modo trágica cujos impulsos homossexuais o forçaram a formar múltiplas parcerias antes e depois que seu casamento acabou.

Amigos dele, como o falecido especialista em ética Lewis Smedes, do Seminário Fuller, aceitaram a entrada de White no movimento homossexual como praticamente inquestionável. Como resultado, o Dr. Smedes olhava com profunda desconfiança estudantes como eu mesmo que ousavam defender a cura dos homossexuais. Eu costumava passar por Smedes no corredor, onde ele me olhava direto nos olhos e perguntava: “Quanto tempo você vai agüentar antes de recair no homossexualismo?”

Bem mais sutil é a influência de White em Philip Yancey. Yancey, autor de vários livros, apresentou White em seu livro What’s So Amazing About Grace?, exibindo White e sua amizade com ele como exemplo forte da graça de Deus. Embora o autor não abrace todas as escolhas de White, Yancey dá destaque a um homem que se tornou o mais influente cristão gay de nossa época. Inadvertidamente, o autor cria uma ponte maligna entre um falso profeta (White) e milhares de leitores que estão buscando clareza na área da homossexualidade. Talvez o fato de que Yancey tenha incluído White em seu livro seja exemplo de alguém que “se introduziu com dissimulação” em nosso meio a fim de “transformar em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4).

Graça sem verdade é mortal, tirando proveito de nossos sentimentos. “Quero ser um cara bacana. Não quero provocar mais problemas na vida de alguém que já está sofrendo. Jesus não incluiu os excluídos?” Nosso desejo de ser misericordiosos é compreensível, mas ingênuo. O sentimentalismo distorce a essência do conflito homossexual, produzindo uma perspectiva dramática de nós mesmos, o que só distancia o necessitado de sua cura.

E distancia o necessitado também da real boa notícia do Evangelho. Não há dúvida alguma de que Jesus primeiramente chamou ao arrependimento os hipócritas religiosos. Mas Ele então chamou Seus seguidores para lidar de modo direto com seus pecados (Lucas 7:36-50; João 8:1-12). Ignorar a atitude dos seguidores para com o pecado é esculhambar com o testemunho de Cristo e preparar as pessoas para cair em enganos.

Os homens e as mulheres que enfrentam profundas vulnerabilidades homossexuais precisam da plenitude da graça e da verdade. Sem essa plenitude, corremos o risco de facilmente levar o povo de Deus a caminhos muito enganadores. E se eu tivesse um Manning ou um White no começo da minha caminhada para me curar? Talvez nós como cristãos sejamos ingênuos demais acerca do que e de quem acolhemos nas nossas vidas.

Nosso mundo cristão nos fornece muitas influências amplas. Precisamos perguntar a nós mesmos: Qual é a base desse líder na área da autoridade? É a graça em harmonia com a verdade bíblica? Peça o discernimento de Deus. Então, aja de acordo com esse discernimento. Prepare-se para fazer as perguntas difíceis. Cada vez mais, enfrentaremos líderes cristãos famosos que estão sob engano e enganando outros nas áreas da sexualidade e homossexualidade. Precisamos falar a verdade em amor para eles. Agimos assim por amor a eles e aos que, sem nossa intervenção, seriam desencaminhados por eles.

Em meio às lutas que enfrentarmos ao abrir a boca para falar a verdade, vamos com alegria e bondade dar testemunho acerca da cura da homossexualidade. Se você está sendo transformado nessa área da sua vida, revele para outras pessoas. Se você conhece outros que estão sendo libertos, divulgue. Nada transmite de forma mais poderosa a plenitude da graça e verdade do que a transformação de alguém que sofre conflitos homossexuais! O que Deus cria na pessoa resoluta, que se entregou a Ele, é nada menos do que Sua imagem gloriosa, tudo por meio do poder libertador da graça. A verdadeira graça. Que mensagem importante para nossos dias! Que Deus grande e glorioso servimos. Que privilégio revelá-Lo por meio do testemunho de vidas transformadas.

“Muitos vivem como inimigos da cruz de Cristo”. (Filipenses 3:18 NVI) “Eles, com palavras de vaidosa arrogância e provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro”. (2 Pedro 2:18 NVI)

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos… herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”. (1 Coríntios 6:9-11 NVI)

O palestrante, Brennan Manning, causou impressão. Eu havia lido seus livros sobre graça e cura, e estive em suas reuniões que minha igreja havia patrocinado. No entanto, eu estava me sentindo incomodado. Pensei: “Quanta ênfase no amor”. Mas e quanto a uma mensagem clara incentivando-nos a abandonar as coisas infantis, para tomar posse de aspectos maiores e mais verdadeiros da nossa identidade em Cristo? Concordo plenamente que Deus nos abraça em nossa fraqueza. Mas em nossa perversidade também? Fiquei pensando no modo como ele aborda a questão da pureza sexual, principalmente a homossexualidade…

Encontrei-me com Manning para um almoço para tratar dessas questões. Ele pareceu ter ficado realmente ofendido quando expressei minhas preocupações com as referências ambíguas dele com relação ao homossexualismo em seus artigos e livros. Durante nosso almoço incômodo, ele defendeu os “casais” gays que vivem em compromisso. Ele também desafiou meu compromisso de defender a ética sexual bíblica — nenhum sexo com homem ou mulher fora da aliança conjugal heterossexual — taxando-me de desinformado e de ter uma mente estreita. Eu compartilhei com ele acerca do compromisso do ministério Desert Stream de dar oportunidades seguras e fortes na igreja para a transformação dos homossexuais. Meu assistente Mark Pertuit e eu demos para ele testemunho de nossas próprias caminhadas de cura. Manning rejeitou nosso testemunho com o argumento de que eu não tinha conhecimento suficiente de teologia moral para ser levado a sério nessa questão.

Obviamente, Manning e eu abordamos de modo diferente a questão da autoridade moral. Minha abordagem é conservadora e baseada na Bíblia. A abordagem dele é obscura para mim. Mas o que emerge dessa falta de clareza nele (e, é triste dizer, em muitos como ele) é uma sentimentalização horrorosa da homossexualidade. Estranhamente, os indivíduos que se encontram presos às tendências homossexuais se tornam “tabus” para “terapeutas” como Manning. Em vez de abraçar com verdade e graça homens e mulheres que estão confusos, esses terapeutas dançam ao redor desses homens e mulheres em dificuldades e lutas, concedendo-lhes uma condição de quase heróis. O resultado é uma compaixão falsa que pode incentivá-los a se identificar e viver o homossexualismo.

Graça sem a verdade clara e autorizada das Escrituras Sagradas é mortal, onde se pode demarcar os limites conforme nossa vontade, perdendo a revelação da vontade de Deus para nossa vida humana aqui na terra. Ficamos, em vez disso, sozinhos construindo uma identidade baseada em nossa experiência da realidade. “Sinto-me gay. Portanto, sou gay. Deus me abençoa como gay”. Esse pensamento esvazia a cruz de seu sentido. Jesus morreu para nos oferecer o retorno ao seu plano ideal no Jardim do Éden. Ele ressuscitou para nos levantar de acordo com a vontade do Pai para nossa vida humana. Se perdemos essa verdade, então a graça fica sem sentido. Sua energia que transforma vidas se dispersa e perde a força. A verdade das Escrituras guia a energia da graça. Sem a verdade, a graça perde seu poder dinâmico e essencial de transformar vidas.

Para muitos terapeutas de influência, a graça abraça os indivíduos que enfrentam conflitos homossexuais, mas é aparentemente incapaz de transformá-los. Certos terapeutas estão fortalecendo essa idéia enganosa — como Mel White, ex-professor do Seminário Fuller e pastor evangélico, que hoje dirige Soulforce, um grupo que defende o homossexualismo. Em sua biografia Stranger at the Gate (Estranhos nos Portões), White se representa como uma figura de certo modo trágica cujos impulsos homossexuais o forçaram a formar múltiplas parcerias antes e depois que seu casamento acabou.

Amigos dele, como o falecido especialista em ética Lewis Smedes, do Seminário Fuller, aceitaram a entrada de White no movimento homossexual como praticamente inquestionável. Como resultado, o Dr. Smedes olhava com profunda desconfiança estudantes como eu mesmo que ousavam defender a cura dos homossexuais. Eu costumava passar por Smedes no corredor, onde ele me olhava direto nos olhos e perguntava: “Quanto tempo você vai agüentar antes de recair no homossexualismo?”

Bem mais sutil é a influência de White em Philip Yancey. Yancey, autor de vários livros, apresentou White em seu livro What’s So Amazing About Grace?, exibindo White e sua amizade com ele como exemplo forte da graça de Deus. Embora o autor não abrace todas as escolhas de White, Yancey dá destaque a um homem que se tornou o mais influente cristão gay de nossa época. Inadvertidamente, o autor cria uma ponte maligna entre um falso profeta (White) e milhares de leitores que estão buscando clareza na área da homossexualidade. Talvez o fato de que Yancey tenha incluído White em seu livro seja exemplo de alguém que “se introduziu com dissimulação” em nosso meio a fim de “transformar em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4).

Graça sem verdade é mortal, tirando proveito de nossos sentimentos. “Quero ser um cara bacana. Não quero provocar mais problemas na vida de alguém que já está sofrendo. Jesus não incluiu os excluídos?” Nosso desejo de ser misericordiosos é compreensível, mas ingênuo. O sentimentalismo distorce a essência do conflito homossexual, produzindo uma perspectiva dramática de nós mesmos, o que só distancia o necessitado de sua cura.

E distancia o necessitado também da real boa notícia do Evangelho. Não há dúvida alguma de que Jesus primeiramente chamou ao arrependimento os hipócritas religiosos. Mas Ele então chamou Seus seguidores para lidar de modo direto com seus pecados (Lucas 7:36-50; João 8:1-12). Ignorar a atitude dos seguidores para com o pecado é esculhambar com o testemunho de Cristo e preparar as pessoas para cair em enganos.

Os homens e as mulheres que enfrentam profundas vulnerabilidades homossexuais precisam da plenitude da graça e da verdade. Sem essa plenitude, corremos o risco de facilmente levar o povo de Deus a caminhos muito enganadores. E se eu tivesse um Manning ou um White no começo da minha caminhada para me curar? Talvez nós como cristãos sejamos ingênuos demais acerca do que e de quem acolhemos nas nossas vidas.

Nosso mundo cristão nos fornece muitas influências amplas. Precisamos perguntar a nós mesmos: Qual é a base desse líder na área da autoridade? É a graça em harmonia com a verdade bíblica? Peça o discernimento de Deus. Então, aja de acordo com esse discernimento. Prepare-se para fazer as perguntas difíceis. Cada vez mais, enfrentaremos líderes cristãos famosos que estão sob engano e enganando outros nas áreas da sexualidade e homossexualidade. Precisamos falar a verdade em amor para eles. Agimos assim por amor a eles e aos que, sem nossa intervenção, seriam desencaminhados por eles.

Em meio às lutas que enfrentarmos ao abrir a boca para falar a verdade, vamos com alegria e bondade dar testemunho acerca da cura da homossexualidade. Se você está sendo transformado nessa área da sua vida, revele para outras pessoas. Se você conhece outros que estão sendo libertos, divulgue. Nada transmite de forma mais poderosa a plenitude da graça e verdade do que a transformação de alguém que sofre conflitos homossexuais! O que Deus cria na pessoa resoluta, que se entregou a Ele, é nada menos do que Sua imagem gloriosa, tudo por meio do poder libertador da graça. A verdadeira graça. Que mensagem importante para nossos dias! Que Deus grande e glorioso servimos. Que privilégio revelá-Lo por meio do testemunho de vidas transformadas.

“Muitos vivem como inimigos da cruz de Cristo”. (Filipenses 3:18 NVI) “Eles, com palavras de vaidosa arrogância e provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro”. (2 Pedro 2:18 NVI)

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos… herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”. (1 Coríntios 6:9-11 NVI)

 

 


Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo.”
(2 Coríntios 11:3)

Publiquei recentemente um artigo intitulado “Igreja é Igreja e Púlpito não é Palanque”, que tinha por objetivo alertar a igreja a respeito de posturas político-partidárias que estão desvirtuando o verdadeiro propósito para o qual esta foi concebida. Esse artigo tratava, entre outros assuntos, da necessidade de vigilância, pois o efeito letárgico e alienante das eleições tem contribuído para enganar “… até os escolhidos” (Mc 13.22).
Gostaria, então, de aprofundar essa discussão oportuna, haja vista que o púlpito de algumas igrejas tem realmente servido de palanque, (como constatei “in loco” nas minhas andanças), e os seus membros como massa de manobra de um sistema encabeçado por líderes sem compromisso com Deus e “… amantes de si mesmos” (2 Tm 3.2). Esses maus obreiros (Fp 3.2) que, diga-se de passagem, são crentes professos, estão corrompendo o evangelho de Jesus Cristo através de falsos ensinos e invertendo os reais valores do Reino de Deus para seus próprios interesses, cujo “O fim é a perdição; o deus é o ventre, e a glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.” (Fp 3:19).
Com todo o respeito àquelas pessoas próximas a mim, que estão, de alguma forma, envolvidas com a política, bem como àqueles líderes que também militam nessa área, gostaria de dizer que o exposto neste artigo reflete um posicionamento pessoal. Assim sendo, fiquem à vontade para discordar dos argumentos apresentados pelo autor. Não tenho dúvida das divergências trazidas por esta temática. No entanto, convido-os a ler atentamente e, após as devidas reflexões, tirem suas próprias conclusões. “Examinai tudo. Retende o que é bom” (1 Ts 5. 21).
Um argumento muito utilizado por pastores e militantes evangélicos é que a igreja precisa de representantes. Este discurso se fundamenta numa espécie de representatividade cristã necessária às bancadas políticas. A partir então desse argumento gostaria de convidar o leitor a refletir comigo:
A Igreja do Senhor não foi edificada sobre o fundamento humano: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). Conforme esta palavra, a igreja está fundamentada em Jesus. A respeito disso não existe nenhuma contestação. Então, sobre que representatividade estamos falando e qual o objetivo dessa representatividade? Parece-me óbvio que essa representatividade está mais associada a outros interesses e, a respeito disso, não há mal algum. Todos desejam uma rua asfaltada, um trabalho em determinada instituição, uma indicação política e tantos outros (isso também é bênção de Deus). Agora, acreditar que essa representatividade constitui-se, efetivamente, como fundamental e determinante para uma mudança da atual conjuntura em que vivemos é, no mínimo, a meu ver, estar incorrendo num grande equívoco.
Não podemos acreditar que uma representatividade política vai melhorar o mundo. Precisamos de convicção e ousadia para dizer que a “sabedoria do mundo é espiritualmente ineficaz”, (McArthur, 1997. Pg. 129). Leia 1 Co 1. 21-25. Assim sendo, jamais a sabedoria humana conseguirá levar as pessoas a se aproximarem de Deus. Conseqüentemente, nunca conseguirá produzir no homem a paz que ele sempre deseja ter. Nossas igrejas precisam reconhecer imediatamente esta verdade. Filósofos, Antropólogos, POLÍTICOS, (Grifo do Autor) e outras pessoas sábias, nunca conseguirão encontrar a solução para o maior problema da humanidade: o pecado
A humanidade está em pior situação hoje do que jamais esteve, mas, e os representantes políticos da igreja, o que fizeram para minorar essa situação? Conforme o site: http://padom.com.br/ Disponível em 15/09/2010 às 09:41hs: Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado (esse é só um exemplo de muitos encontrados). A sabedoria humana de nosso tempo está realmente falida e a verdade reside no fato de que esta sabedoria tende a agravar a situação da humanidade e não melhorá-la. É só ver os noticiários a respeito das guerras, racismo, alcoolismo, pedofilia, crime de pistolagem, divórcio, drogas e pobreza para comprovar que a sabedoria humana não serve como fundamento para impactar o mundo. Não nos enganemos: “… o mundo jaz no maligno” (1 Jo 5.19). A sabedoria humana pode, no máximo, elaborar projetos para uma efêmera sensação de bem estar social do povo, pode construir projetos que irão beneficiar as famílias no que diz respeito ao saneamento básico, moradia, educação e outros, mas conter o avanço do mal, jamais. Então sigamos o que diz a Bíblia: “Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas” (2 Co 10.3-4), e ainda, nós, crentes no Senhor Jesus, que já aprendemos a Palavra da verdade sabemos que “…não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Ef. 6.12). Por que insistimos, então, no discurso capcioso de que a igreja precisa de representantes? E ainda, por que achamos que é por nossas forças que iremos vencer? “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus” (Sl 20.7).
Quanto mais o mundo depende da sabedoria humana, tanto mais esses problemas se agravam. Então, continuo a perguntar: Precisamos de representantes políticos para quê? Qual a solução? De forma maravilhosa “… aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1 Co 1.21). Segundo McArthur, Pregação é a palavra grega Kerigma, que enfatiza tanto a mensagem quanto o método através do qual ela será anunciada. Deus escolheu uma mensagem e uma metodologia que a sabedoria deste mundo considera como loucura, mas que na verdade é a única maneira para uma transformação efetiva: A pregação da Palavra.
Todo o ministério da igreja, em seus primórdios, concentrou-se no evangelho. Não havia nenhuma sugestão de debate sobre política entre os irmãos, mas a igreja e todos os seus ministros tinham como alvo o fortalecimento dos outros crentes, a fim de que esses anunciassem a pregação da Palavra ao mundo. Por que, então, hoje é diferente? Por que, ao invés de focalizarmos na Palavra, investimos em assuntos que apenas fortalecem os intentos do ‘deus deste século’ (2 Co 4.4) que, a propósito, “…cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus?”.(Idem)

O que precisamos é de homens comprometidos com Deus que preguem a Palavra e denunciem o pecado, mas o que temos são líderes cristãos estabelecendo parcerias com os filhos de Belial e “… que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? (2 Co 6:15 -16a). Precisamos do obreiro aprovado citado por Paulo, “… que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15). Precisamos de líderes que entendam o que significa realmente ser igreja. Que compreendam que ser igreja não está adstrito aos serviços litúrgicos, mas refere-se a um estilo de vida, a um chamado vocacional que não tem sua identidade diluída em tempos de política, mas permanece firme no cumprimento de seus propósitos.
Tentando justificar o argumento da necessidade de representantes políticos, o pastor de uma igreja, que costuma eleger muitos candidatos, disse: “precisamos eleger evangélicos para que a PLC 122/2006, não seja aprovada!”. Vale a pena esclarecer que este projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero – equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.
Contra-argumentando esta idéia apresentada pelo pastor, disse que independente deste ou daquele candidato da igreja, os homens continuarão avançando em desobediência a Deus. Somente através da Palavra de Deus, que é a verdade, o homem poderá ser liberto de suas práticas pecaminosas: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (Jo 8.32). Então, o homossexualismo, a pedofilia e tantos outros males que refletem a natureza decaída do homem, continuarão avançando e não vai ser candidato A, B ou C que mudará essa realidade.

Tivemos, recentemente, a terceira edição da marcha lésbica em Belém. Cem mil pessoas eram aguardadas nas ruas para reivindicar mais tolerância para com os desiguais. A representante e coordenadora desse movimento disse “… o paraense é um povo mais tolerante e participativo do que os demais”. Disse ainda: “Esta é a maior passeata lésbica do Brasil. A que ocorre em São Paulo reúne três mil pessoas, um público tímido. Aqui, desde a primeira edição, tivemos uma grande participação, não apenas de lésbicas, mas também de pessoas que simpatizam e apóiam o movimento homossexual”. E os representantes evangélicos, bem como os aspirantes, o que disseram? Só pra lembrar, na mesma ocasião desse evento, alguns candidatos e militantes evangélicos faziam também passeatas e promessas aos eleitores.
Irmão, o fato de determinado candidato ser ou dizer ser evangélico não implica, necessariamente, em dizer que ele tem a competência, disposição e coragem para defender os valores cristãos, confrontando o pecado e anunciando a verdade de Deus. E mais, não esqueça que nem tudo que reluz é ouro. Nessa época, todas as estratégias são válidas para ganhar votos, inclusive a de se dizer evangélico. Não estamos aqui querendo fazer nenhum julgamento, no entanto, não podemos nos omitir e permitir que nosso povo continue enganado por aqueles que deliberadamente têm essa intenção.
Sinceramente, precisamos recobrar a consciência como igreja. Precisamos retomar nossa identidade: “Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Tm 4. 1-5).
Tenho percebido que a igreja está perdendo sua identidade. Não está mais disposta a avançar, mesmo em situações desfavoráveis. Vivemos um cristianismo da comodidade, da facilidade e da troca. Lutamos pela idéia de que precisamos de representantes políticos e esquecemos de confiar e depender do Senhor. Pregamos que Deus é nosso provedor, mas continuamos vivendo um pragmatismo impaciente. Trocamos a Sabedoria de Deus pela Sabedoria humana.
Não tenho dúvida e nem ouso questionar a Multiforme Graça do Senhor. Ele é soberano para levantar homens e mulheres para a realização de seus propósitos eternos. No entanto, o Senhor não depende de nossa intervenção partidária, nossos discursos falaciosos e nem tão pouco da barganha, o que, diga-se de passagem, é muito comum nesses tempos.
Querido irmão, realmente não é fácil voltar-se contra essa idéia que infesta nossas igrejas. Muitas pessoas defenderão com unhas e dentes a necessidade de apoio a determinado candidato indicado pelo pastor ou outro líder da igreja. No entanto, submeta essa indicação ao Senhor Deus. Ele sabe todas as coisas e a motivação de cada coração. Não permita que o teu direito de escolha seja roubado. Ore ao Senhor e busque nEle a resposta para esse momento.
Como cidadão, exerça seu direito. Vote consciente. Como crente no Senhor, ore para que vivamos os desígnios de Deus para nossa nação. Como igreja, avance cumprindo o Ide do Senhor (Mc 16.15). Enquanto estivermos nessa terra precisamos cumprir com aquilo que estabelecem nossas leis, (desde que não agridam os princípios bíblicos que defendemos), e a lei brasileira nos convoca a escolhermos homens e mulheres que estarão dirigindo nosso país. Portanto, escolhamos com cuidado.
No mais, não esqueçamos: A Igreja do Senhor precisa de homens e mulheres que tenham coragem para pregar a Palavra. Assim sendo, pregar a Palavra significa denunciar as posturas pecaminosas assumidas pelo mundo. Significa ir de encontro ao que o mundo ensina. Significa fundamentar nossas ações na Sabedoria de Deus. Por fim, significa ser inconformado com este mundo. (Rm 12.2). Você está disposto? Não precisa se candidatar a um cargo político e nem apoiar alguém. Basta viver um cristianismo verdadeiro e dizer Sim para o chamado de Deus.
Que o Senhor Deus possa estar levantando nas próximas eleições muito mais que deputados, senadores, governadores e presidente, mas homens que ergam a bandeira de Cristo e estejam dispostos a sofrer perseguições, para que a loucura da pregação alcance o Brasil e engrosse a fileira daqueles que, em breve, estarão para sempre e sempre com o Senhor.

Destruição de Sodoma e Gomorra Destruição de Sodoma e Gomorra 

“Ora, eram maus os homens de Sodoma, e grandes pecadores contra o SENHOR.”  (Gênesis 13 : 13)

Muita gente acha que o grande pecado de Sodoma e Gomorra que causou a sua destruição tenha sido a homossexualidade mas isso não é bíblico.

Não estou dizendo que homossexualidade não seja pecado e nem que não houvesse quem praticasse isso por lá; apenas digo que não foi essa a grande causa de sua destruição pois a Bíblia nem se dá ao trabalho de mencionar se eles praticavam isso ou não.

Os pecados de Sodoma e Gomorra que a Bíblia cita eram:

Falsidade, adultério, apoio aos malfeitores

“Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra.”  (Jeremias 23 : 14)

Omissão perante as necessidades dos pobres mesmo tendo condições de ajudar, soberba e prática de abominações

“Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado.E se ensoberbeceram, e fizeram abominações diante de mim; portanto, vendo eu isto as tirei dali.”  (Ezequiel 16 : 49,50)

Dissolução

“E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis (Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo sobre as suas obras injustas);” (1ª pedro 2:7,8)

Fornicação

“Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”  (Judas 1 : 7)

Note que em nenhuma das descrições de fala especificamente sobre homossexualidade(embora alguns possam incluí-la em dissolução ou abominação).

A maioria porém não deve ter lido os versos acima, usando como base somente o relato da visita dos anjos a Sodoma, onde supostamente estaria a prova de que o grande problema de Sodoma era a homossexualidade pois os moradores da cidade queriam “conhecer”(que pode ter sentido sexual) a eles.

No entanto, independentemente de haver ou não um gosto pelo sexo homossexual nos moradores de Sodoma, o que se vê é uma tentativa de estupro, chamada por Ló e por eles mesmo de “mal”.

“E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos.
Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, e disse:

Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal;Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado.

Eles, porém, disseram: Sai daí.
Disseram mais:

Como estrangeiro este indivíduo veio aqui habitar, e quereria ser juiz em tudo? Agora te faremos mais mal a ti do que a eles.

E arremessaram-se sobre o homem, sobre Ló, e aproximaram-se para arrombar a porta.”
(Genesis 19:5-9)

Desse modo fica dificil dizer se os moradores estavam realmente desejando sexualmente os anjos ou se só queriam estuprá-los a fim de os humilhar(sabe-se lá por qual motivo maligno).

Só para finalizar: dentro todos os pecados cometidos por Israel e denunciados pelos profetas não se menciona (pelo menos não que eu me recorde, se há alguma menção deve ser bem rara) a homossexualidade; apesar disso se diz que o pecado de Israel era maior que o de Sodoma e Gomorra:

“Porque maior é a iniqüidade da filha do meu povo do que o pecado de Sodoma, a qual foi subvertida como num momento, sem que mãos lhe tocassem.”  (Lamentações 4 : 6)

Como dito no post anterior, nos debates sobre se sexo anal seria ou não pecado, costuma-se citar a palavra sodomia(que se supõe ser bíblica) e seu sentido no portugues(sexo anal).
Porém há erros em se pensar que esse sentido é real, pois a definição do dicionário não vem do grego(lingua original) e sim do latim (que coincidentemente era a língua do catolicismo e pode ter sofrido influencia dele).
Na verdade na bíblia nem há o termo sodomia e sim sodomita.
Pesquisei na bíblia interlinear crosswalk(em inglês) o sentido original dos termos traduzidos por sodomita e traduzi para o portugues para que os irmão pudessem ter acesso:

Sodomita

Grego:

Arsenokoitesum
que se deita com um macho como com uma fêmea, sodomita, homossexual

Passagens:
1 Corintios 6:9Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,
1 Timóteo 1:10Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina
http://bible.crosswalk.com/Lexicons/Greek/grk.cgi?number=733&version=kjv

Hebraico:

Qadesh
prostituta de templo masculina

Passagens:

Não haverá prostituta dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel. (Deuteronômio 23 : 17)
Havia também sodomitas na terra; fizeram conforme a todas as abominações dos povos que o SENHOR tinha expulsado de diante dos filhos de Israel. (I Reis 14 : 24)
Porque tirou da terra os sodomitas, e removeu todos os ídolos que seus pais fizeram. (I Reis 15 : 12)
Também expulsou da terra o restante dos sodomitas, que ficaram nos dias de seu pai Asa. (I Reis 22 : 47)
Também derrubou as casas dos sodomitas que estavam na casa do SENHOR, em que as mulheres teciam casinhas para o ídolo do bosque. (II Reis 23 : 7)A sua alma morre na mocidade, e a sua vida perece entre os impuros.(Jó 36:14)

Pr. Silas Malafaia coloca 600 outdoors espalhados pelo Rio de Janeiro 27/09/2010 12:32
   
“Em favor da família e preservação da espécie humana. Deus fez macho e fêmea.” A mensagem do pastor Silas Malafaia pode ser vista a partir desta segunda-feira, 27 de setembro, pelas ruas do Rio de Janeiro. São 600 outdoors espalhados pela cidade com o objetivo de defender os princípios cristãos e valorizar a família.

Existem movimentos na sociedade e leis perigosíssimas tramitando no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas com o intuito de violentar os princípios cristãos. “Precisamos despertar para a gravidade dessa questão. Somente com Cristo é possível preservar os valores estabelecidos na Bíblia para a família. O povo de Deus tem papel fundamental na propagação dessa verdade. Não podemos olhar um quadro desafiador como esse e ficar de braços cruzados“, adverte o pastor.
Fonte: Vitória em Cristo

Em cada 1.000 homens, 354 não são exatamente homens, isto é, não gostam exatamente de mulheres.

- Dos 646 restantes, 277 já são casados, e na maioria com mulheres horríveis.

- Dos 369 restantes, 52 são impotentes, o que significa que não terão a menor utilidade para aquilo que a mulher mais gosta de fazer com o marido.

- Dos 317 restantes, 113 vivem completamente duros, e só vão dar despesa para a mulher.

- Dos 204 restantes, 3 são adeptos de estranhas práticas sadomasoquistas, é pouco provável que uma mulher escape inteira depois de passar algumas noites com ele.

- Dos 201 restantes, 12 estão em idades que não tem qualquer interesse por mulher, pois ainda não saíram da infância.

- Dos 189 restantes, 36 não são casados, mas têm filhos, e passam dia sim dia não dedicados a eles, o que significa que nem vão lembrar que a mulher existe (a não ser para tomar conta das pestinhas).

- Dos 153 restantes, 18 são desquitados e gastam tanto com pensões para suas ex-mulheres que dificilmente poderão dar conforto para mais uma.

- Dos 135 restantes, 11 são ligados a perigosos marginais, e estão sempre correndo o risco de deixar a mulher viúva antes do tempo.

- Dos 124 restantes, 22 são polígamos por natureza, isto é, já são casados, e cedo ou tarde acaba-se descobrindo.

- Dos 102 restantes, 18 são tão porcos, mas tão porcos, que nenhuma mulher aguenta ficar uma semana casada com eles.

- Dos 84 restantes, 67 gostam de encher a cara e depois encher a esposa de porrada, o que pode ser muito ruim para a saúde da mulher.

- Dos 17 restantes, 10 não têm a menor vocação para o trabalho, o que significa que será a mulher que terá que sustentar o lar.

- Dos 7 restantes, 6 pelo menos passam tanto tempo trabalhando que não sobra tempo algum para a uma relação de afeto e compromissos do matrimônio.

- O único restante de cada mil, é meigo, dócil, carinhoso, não bate em mulher, é inteligente, sensível e tem um monte de qualidades boas, portanto figura na lista de animais raríssimos e em extinção.

1) Interceder pelo resultado da eleição, que não sejam simplesmente a vontade permissiva de Deus, mas que “a vontade do Senhor seja feita na Terra como ela já é feita no céu” (sem nenhum impedimento) e pelas autoridades já constituídas como somos ordenados a fazer.

2) Pedir ao Senhor que o próximo(a) presidente(a) seja impedido de atrapalhar a obra do Senhor e não seja um agente de iniqüidade quanto a moralidade do Brasil que já não é boa.

3) Clamar para que os Senadores que formarão o Senado Federal e os novos Deputados Federais não sejam favoráreis à banalização do aborto, do casamento fora do padrão bíblico; da proibição de se pregar contra o pecado; do impedimento de os pastores pregarem livremente no rádio e na TV; da evangelização dos povos indígenas no Brasil; do direito de propriedade; do direito de um pai ensinar a Palavra de Deus e corrigi-los com amor, conforme o modelo bíblico etc.

4) Clamar para que não sejam eleitos Deputados Estaduais para a Assembleia Legislativa do PR que elaborem leis estaduais que prejudiquem a família, a igreja e à evangelização.

5) Orar pelos vereadores e pelos prefeitos, juízes, promotores, servidores da justiça e policiais da nossa Região para que não sejam agentes promotores de pecado, de injustiça e prejudiquem o povo de Deus e nem a expansão do Evangelho.

6) Orar para que o povo cristão seja usado pelo Senhor para colocar representantes de Deus nos cargos públicos, impedindo e/ou retardando os projetos do diabo e contrariando a expansão do Evangelho.

7) Orar pelos crentes políticos para que não se corrompam e tenham competência e coragem para agirem segundo a vontade de Deus.
8) Pelas famílias do povo de Deus para que nossos casamentos sejam protegidos do ataque do divórcio, separações.

9) Que o povo de Deus abomine o aborto vendo-o como assassinato como de fato é.

10) Que o Projeto de Lei Complementar 122 seja reprovado em nome de Jesus. Que Deus levante voz profética para bradar contra no Legislativo e Senado. Que façamos de nossa parte o que for preciso para impedir!

11) Para que a Igreja tome autoridade e vença a guerra contra: O ABORTO, CRIME ORGANIZADO, BAIXA E ALTA PROSTITUIÇÃO, PEDOFILIA, VENDA ILEGAL DE ORGÃOS DE CRIANÇAS, HOMOSSEXUALISMO.

12) Para Deus capacitar o seu povo com discernimento quando o ataque vem das trevas e lutar com ousadia com armas espirituais, conscientes que estamos em guerra espiritual aberta.

13) Que haja fome da Palavra e Santidade em todas as áreas em nós, na igreja, nesses dias, para que o Senhor tenha com quem contar.

14) Que o foco do povo de Deus saia do entretenimento, busca de riquezas e interesses
próprios.

15) Que a Igreja se levante para assumir nas escolas a orientação Sexual, impedindo de disseminarem perversões nas crianças e adolescentes como está se anunciando.

16) Que nossas crianças sejam protegidas do ataque do inferno para destruí-las nas escolas, na mídia, nos abusos de todo tipo, nos lares com separações, divórcios, abandono, falta de afeto e diálogo.

17) Que o povo de Deus se desperte para abrir o maior número de escolas cristãs e por princípios; que nossa igreja possa ter uma escola um dia.

18) Que o povo de Deus se disponha a JEJUAR e HUMILHAR-SE perante Deus, pela nossa Nação, cujo destino profético é ser celeiro missionário, para que cumpra seu propósito, tendo um povo santificado, pronto a pagar um preço para agradar a Deus em todas as áreas.

19) Orar para que o dinheiro que o Brasil vai arrecadar com o petróleo encontrado no chamado Pré-Sal seja investido justamente e não com iniqüidade.

20) Que Deus nos capacite, se preciso for, para o martírio. Clamar para que Deus nos desperte do comodismo, ter espírito de sacrifício pelo Nome do Senhor, pois para seguir Cristo, ele nos disse que teríamos que negar a nós mesmos. Por isso, precisamos clamar para que o Espírito Santo nos capacite a estarmos dispostos a sofrer perseguição e até morte (At 1.8 – testemunha é martirion; Ap 2.10: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”), mas não ceder.

Um pregador britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado.
Dale McAlpine foi acusado de causar “alarme, intimidação e angústia” depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários “pecados” citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph. Dale McAlpine, de 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
O pregador disse que o incidente foi “humilhante”, segundo o Daily Telegraph. “Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço.”
“Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado usando-se uma lei que não se aplica”, afirmou Dale.
O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.
O juiz decidiu favoravelmente a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.
(O Globo)
Nota: Tempos difíceis estes em que se considera “pecado” falar contra o pecado. Note o que escreveu o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 6:9-10: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” Se Paulo pregasse isso na Inglaterra, ele seria preso?
[Michelson Borges]
Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Eu saí da linha editorial deste blog para dizer algumas coisas. Não sou homófobo, e defendo a liberdade de consciência e expressão. Defendo também o direito civil dos gays e lésbicas, mas acho que a ‘mordaça gay’ que está sendo imposta no mundo inteiro eleva essas pessoas a um nível de cidadania superior às demais pessoas.
Hoje, apesar de ter amigos gays, eu me sinto um cidadão de segunda classe, e até intimidado pelo gayzismo sufocante que quer pôr na ilegalidade os que pensam diferente sobre a questão. Aos que são cristãos, uma nota histórica: vocês já foram considerados ateus, malfeitores e criminosos muito tempo atrás. Hoje, novamente, está se tornando CRIME ser cristão.
O Coliseu de Roma é testemunha disso quando vocês foram lançados aos leões. Não vai ser diferente hoje. E com o aval do Estado e da Justiça, como foi no tempo de Nero. Não temam aos que podem somente mandar vocês para a prisão ou matar o corpo! Julguem entre vocês: Importa mais obedecer a Deus ou aos homens?”

      Corremos o risco de vermos as Bíblias sendo queimadas pelo governo. O Projeto de Lei 6418/2005, se aprovado, ordenará a destruição de toda literatura que tenha textos contrários ao homossexualismo. Há projetos de lei, apoiados pelo partido do governo, que contrariam e afrontam a Palavra de Deus, e até mesmo propiciam perseguição aos evangélicos. O Plano Nacional de Direitos Humanos, de autoria da Presidência da República, por meio da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, estabelece ações visando aprovação dos projetos de lei do “casamento” homossexual, da adoção de crianças por parte de “casais” homossexuais, da legalização do aborto livre, bem como a aceitação da prostituição como atividade profissional, etc. Também há vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional visando restringir os cultos aos templos, dificultando programas evangélicos na TV, e os cultos evangelísticos ao ar livre. O Projeto de Lei 4.270/04[/b] determina que comentários contra práticas de outros grupos religiosos sejam passíveis de ação civil. Assim, não poderemos condenar a idolatria, feitiçaria, e outras práticas condenadas pela Bíblia, se tal projeto for aprovado.

      O pastor Pascoal Piragini (PIB Curitiba, ex presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil) pronunciou-se contra tais projetos de lei e diretrizes do Plano Nacional de Direitos Humanos, e foi ameaçado de processo pelo líder do PT do Paraná deputado Enio Verri (A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil e Os Juristas de Cristo divulgaram declarações de apoio ao pr. Piragini).

      Não podemos misturar política partidária com a igreja. Creio e pratico isto a 27 anos de ministério. Entretanto, denunciar candidatos e partidos que defendem práticas iníquas consiste em alertar o povo de Deus. É, portanto questão de consciência cristã, e não de política partidária.Meu objetivo é alertar os irmãos quanto à necessidade de escolher bem em quem votam, para não escolherem candidatos ou partidos que afrontam a Palavra de Deus. Mais do que nunca precisamos escolher muito bem em quem votaremos. Caso contrário, a iniqüidade será legalizada em nosso país, a pregação do Evangelho sofrerá sérias conseqüências, e seremos responsáveis diante de Deus por sermos coniventes com tudo isto.

A propaganda da pornografia, do amor livre, do sexo precoce, do adultério, do homossexualismo e do divórcio é tão bem feita, tão ampla, tão esmagadora e tão bem-sucedida, que as muitas vozes ainda em harmonia com a sexualidade cristã são tentadas a se calarem. No que diz respeito à homossexualidade, por exemplo, os defensores da condição oposta são quase constrangidos a pedir licença para falar sobre a homossexualidade ou a se desculpar por tocarem no assunto. Faz parte da propaganda do sexo ilícito a mensagem de que seus praticantes são a maioria e nós, a minoria. Faz parte da propaganda anticristã a mensagem de que a disciplina sexual é impossível, além de intervir na liberdade individual. Faz parte da propaganda da licenciosidade desacreditar o casamento (veja Cartunista coloca veneno na imaginação dos teenagers e se manda, Ultimato, maio/junho). Por isso, são poucos os que hoje se casam pensando numa união que deve ser preservada e mantida para sempre. Os celebrantes estão sendo pressionados a retirar os compromissos de fidelidade mútua e de durabilidade só interrompidos pela morte.

É nesse mar tempestuoso que os cristãos são chamados a navegar (sem naufrágios fatais). A palavra do bispo N. T. Wright é mais do que oportuna: “Uma coisa é ser atraído pelo pecado; outra bem diferente é inverter os conceitos de moralidade e transformar o mal em bem e o bem em mal”.

Para trazer à lembrança a sexualidade não profanada pelo pecado e para oferecer resistência à propaganda em contrário, leia os textos das páginas que se seguem e os da seção “Especial”.

A entrevista com Guilherme Nacif de Faria, doutor em direito privado e professor na Universidade Federal de Viçosa, mostra que os líderes religiosos têm plena liberdade de falar e escrever sobre suas convicções religiosas na área da sexualidade, “da mesma forma que a filosofia, a ética, a psicanálise e outras áreas do conhecimento humano podem se manifestar livremente sobre a questão”. Porém, ele alerta que essa manifestação seja argumentativa, e não discriminatória.

Todo esse esforço não se destina apenas aos “outros”, mas especialmente a nós, aos nossos filhos e às nossas igrejas. Precisamos abraçar e reabraçar a santidade do corpo e da mente e evitar mau testemunho, escândalos, incoerências, hipocrisia, frouxidão moral, comportamento de risco, separações e casamentos infelizes!

Um alerta à sociedade

No momento em que escrevo estas palavras, encontra-se tramitando no Senado Federal um projeto de lei que propõe oficializar “a livre expressão de afetividade homossexual em locais públicos ou privados abertos ao público”.

Nós, evangélicos, em defesa da família, da moral e dos princípios bíblicos, queremos expressar o nosso protesto contra esse projeto de lei. Amamos os homossexuais, mas não concordamos com a prática do homossexualismo.

Não concordamos, porque a homossexualidade é uma rebelião consciente contra o que Deus estabeleceu na Criação. A Bíblia diz que Deus criou o ser humano como macho e fêmea, e em seguida instituiu o casamento heterossexual e a família. A civilização humana tem perdurado até hoje por causa desse princípio bíblico.

Nenhuma sociedade é mais forte do que a vitalidade de suas famílias, e a vitalidade de suas famílias depende do relacionamento entre pessoas de sexos opostos, dos relacionamentos heterossexuais.

A homossexualidade é uma distorção do que Deus criou. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, ela é classificada como abominação, paixão infame, perversão moral (Lv 18.22; Rm 1.26,27; 1Co 6.9,10).

Alguns afirmam que a homossexualidade é de origem biológica, genética. O indivíduo já nasceria homossexual. Porém, nenhum cientista jamais conseguiu provar isso. Na cadeia genética do ser humano, não existe nenhum fator, nenhuma ordem cromossômica homossexual. Admitir tal coisa seria o cúmulo do absurdo. Existem cromossomos que determinam o sexo feminino e cromossomos que determinam o sexo masculino.

A homossexualidade é, antes de tudo, uma questão de comportamento, de preferência. É uma conduta aprendida ou induzida. Psicólogos e psiquiatras são unânimes em afirmar que o fator mais importante para uma criança decidir sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Isto é mais importante do que o próprio fator genético.

Se toda prática deturpada, pecaminosa, imoral for legalizada, onde vai parar a nossa sociedade? Se a sociedade legalizar suas aberrações, ela se destruirá. Um erro moral nunca pode ser um direito civil.

Porém, qualquer homossexual que confessar o seu pecado, receber Jesus como Salvador e obedecer à Sua Palavra, poderá tornar-se um heterossexual, poderá ser recuperado e liberto. Jesus tem poder para isto.

Devemos agradecer a Deus que nos deu a oportunidade de por mais 30 dias continuarmos nossa luta. Não podemos disperdiçar esta oportunidade.

Temos que encarar esta oportunidade com seriedade e responsabilidade.

Precisamos continuar esclarecendo as pessoas de quem Dilma realmente é, no entanto sem sermos apelativos.

Boatos sobre a vida pessoal no meu entender não devem ser usados.

No entanto devemos esclarecer o que um governo Dilma representa para o Brasil.

1. Mesmo que Dilma diga que pessoalmente ela é contra o aborto, um governo Dilma patrocina uma lei que é favorável a descriminalização do aborto. Temos inúmeras declarações dela neste sentido e isto deve ser usado.

2. Um governo Dilma é favorável a união homossexual. Continuo afirmado que Deus ama o homossexual da mesma forma que ama outro pecador como eu. No entanto ele abomina a prática do homossexualismo, como abomina o agultério.

3. Um governo Dilma é favorável a regulamentação da profissão de prostituição. A prostituição além de ser um atentado aos direitos humanos de quem a pratica, é também um ato abominável aos olhos de Deus. Nosso corpo é o templo do Espírito Santo e não pode ser prostituído.

4. Um governo Dilma transfere para a o estado, através das escolas, a responsabilidade de ensinar nossos filhos o que é éticamente correto e o que não é. Por exemplo, o PNDH-3, assinado por Dilma, estabelece que devem ser desenvolvidos programas nas escolas para desconstruir o que se chama de preconceito contra o homossexualismo, apresentado esta prática como sendo uma coisa natural. Este para mim é o ponto mais grave e mais negativo do programa de Dilma Rousseff.

5. O programa de governo do PT, e consequentemente de Dilma Rousseff, que se baseia no PNDH-3 estabelece que é crime contra os direitos humanos se falar contra o homossexualismo, ou mesmo se dizer que a macumba e o espiritismo são abomináveis aos olhos de Deus. O veículo de comunicação que veicular esta idéia poderá ser processado e até ter suas atividades suspensas.

6. Estes pontos foram aprovados pelo Congresso do PT este ano. Dpois deputados foram disciplinados pelo partido por não concordarem com a aborto e receberam ordem de retirar todos os projetos por eles apresentados no Congresso que condenavam o aborto.

7. Acredito que uma pessoa que não é temente a Deus não tem condições de fazer um governo de acordo com os preceitos divinos, apesar que muitas vezes Deus utilizou pessoas assim para fazer valer a sua vontade. Dilma, quando perguntada se acreditava em Deus respondeu: “Acredito em uma força superior que pode ser chamada de Deus, mas creio muito mais nesta deusa mulher, nossa senhora”.

8. Os fins não justificam os meios. Nem só de pão viverá o homem mas de toda a palavra de Deus – Portanto os princípios de ética, de honestidade e de dignidade devem ser valorizados.

A partir de agora devemos mostrar os pontos negativos de um governo de Dilma Rousseff. Não que José Serra seja o salvador da pátria, o que não é, mas é o menos pior, é o que seria mais propenso a ouvir a nossa voz. É um administrador eficiente que desenvolveu um exelente trabalho no Ministério da Saúde.

O homossexualismo é pecado.
Eu continuarei pregando contra o pecado do homossexualismo até a minha morte, em qualquer circusntância, mesmo que preso pelo zelo de fazê-lo.
Cuidem para agir com suas consciências, sabendo que os Senhores näo poderäo mudar a Palavra Eterna, mesmo mudando as leis humanas.
Pregar contra o pecado näo significa discriminar ninguém, significa avisar do mal e apontar o caminho do bem, da salvaçäo eterna, por meio de Cristo Jesus.
Os pecadores precisam ser avisados do amor de Deus em favor deles. É o que faço, e, seguirei fazendo, em minhas pregaçöes.

LONDRES — Um príncipe saudita acusado de ter espancado e estrangulado seu empregado em um grande hotel de Londres foi considerado culpado nesta terça-feira pelo tribunal de Old Bailey.

Saud Bin Abdulaziz Bin Nasir al Saud, 34 anos, neto do rei Abdullah por parte de mãe, assassinou Bandar Abdullah Abdulaziz, 32 anos, no dia 15 de fevereiro em um quarto de luxo do hotel Landmark (oeste de Londres). Ele poderá pegar prisão perpétua.

A pena deve ser anunciada em breve.

A vítima foi encontrada estrangulada no quarto de hotel que dividia com o príncipe. Marcas de mordidas foram identificadas em seu rosto e, por todo o corpo, havia vários marcass de golpes.

O príncipe e seu empregado voltavam de uma festa de São Valentim, dia dos namorados, quando o assassinato ocorreu.

O nobre saudita já havia batido em seu servo em inúmeras ocasiões, uma delas filmada pelas câmeras de segurança do hotel em janeiro.

Segundo o membro da família real, os dois homens eram “amigos e iguais” e heterossexuais, mas para o procurador “está claro” que o príncipe é “homossexual ou apresenta tendências homossexuais”.

Seus advogados pediram que as audiências ocorressem a portas fechadas, já que o homossexualismo é considerado crime punível com morte na Arábia Saudita.

O procurador Jonathan Laidlaw destacou que o príncipe tem poucas chances de retornar ao país de origem.

O príncipe tentou ainda, em vão, usar de sua imunidade diplomática no momento da prisão, mas o fato de pertencer à família real saudita não o livrou da justiça britânica.

 

A homossexualidade ou homossexualismo é pecado. Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança. Criou o masculino e o feminino. Determinou que se tornassem marido e mulher. Seus corpos se complementam na intimidade sagrada do sexo. Constitui-se em abominação a união íntima entre dois homens ou duas mulheres. Deus não tolera, não aprova, não abençoa tal união. A Bíblia comunica a expressão bem clara da vontade de Deus, o Criador, para o homem, a criatura. O matrimônio e a sexualidade humana, sua correta expressão, estão bem demarcados nas Escrituras (Gn 1.26,27; 2.24; Mt 19.1-12; Lv 18.22; 20.13; Rm 1.26,27; Ap 21.8).

Satanás ataca estes aspectos da existência do gênero humano de forma contínua e mortal, procurando desconstruir o ordenamento divino. E de tal maneira é seu assédio que faz parecer normal o divórcio e novo casamento, por exemplo. Hoje, a homossexualidade está sendo trabalhada de forma acintosa pelo diabo para que seja igualmente plenamente aceitável e normal na experiência da humanidade.

O lobby gay nos segmentos da sociedade está sendo a cada dia mais fortalecido. A mídia, infelizmente a maioria dela, faz apologia à plena aceitação dos homossexualismo como comportamento normal. Isto se dá por meio de filmes, novelas, comerciais, reportagens. O que é abominável, detestável, aos olhos de Deus, vai sendo aceito cada vez mais pelas pessoas. Há países em que a comunidade gay é tratada em grau de igualdade com os heterossexuais. Trocam carícias em público, casam-se, adotam crianças.

Neste exato instante, o que se pretende é que o homossexualismo, por força de lei, seja aceito em toda plenitude, com sanções previstas para os que emitirem opinião contrária. Esta é a intenção para o nosso país, por exemplo, em vista do Projeto de Lei Complementar 122/06.

Mas é precisamente aqui que discorreremos sobre a liberdade humana. Deus criou homem e mulher e criou a ambos com liberdade de fazer escolhas. Em Sua sabedoria e justiça, o Senhor não poderia criar seres que lhe fossem subservientes, mas que se submetessem em amor e por livre escolha, sem nenhuma espécie de coação. O Criador não nos fez autômatos. Não somos os robôs dos filmes de ficção científica que executam ordens seguindo a uma programação em seu cérebro eletrônico. O homem fabrica estes mecanismos, verdadeiras maravilhas tecnológicas, mas que possuem uma (se é que podemos assim chamar) “inteligência” artifical e tudo o que fazem deve-se à uma prévia programação. Nada fazem por vontade própria, visto que não a possuem.

Não são capazes de tomar decisões de forma independente e autônoma como os seres humanos. Estes não foram “fabricados” mas sim, criados pelo Senhor de todas as coisas. Se é que podemos falar de haver Deus “programado” o homem para cumprir instruções, à semelhança dos robôs, está no fato inquestionável de o Senhor criou ao homem de tal forma que este pode (por causa de sua incomparável inteligência, superior à de todas as demais criaturas) tomar decisões próprias, autônomas. Esta capacidade de tomar decisões é inata, todos sabemos disso. O homem foi criado em liberdade. Sua vocação é para a liberdade.

Portanto, é grave erro supor que uma lei humana e iníqua deva cercear a liberdade de expressão do indivíduo em relação a qualquer assunto. Neste caso, a PLC 122/06 pretende fazer isso. Os cristãos seriam os principais prejudicados posto que, à luz da Palavra de Deus, repudiam o comportamento homossexual, embora respeitem o homossexual enquanto pessoa, enquanto imagem e semelhança de seu Criador e por causa do imensurável amor de Deus em Cristo (Jo 3.16).

A liberdade humana é de tal forma sagrada que não questiono o fato de que muitos querem viver na homossexualidade, julgando estarem vivendo de forma normal e natural. Todo ser humano, à luz do livre arbítrio de que é dotado, concedido e permitido pelo próprio Criador, vive da maneira que achar melhor. O que repudiamos é o lobby gay querer exatamente fazer agora, em nome de sua liberdade pessoal, cercearem a liberade de todos os demais que não concordam com seu estilo de vida. De quererem obrigar, por força de lei, a que todos os demais que não aceitam seu comportamento, a fazerem ou deixarem de fazer algo conforme suas opiniões pessoais. Por exemplo, também há a PLC 1151/95 que diz que as igrejas que não realizarem casamento de homem com homem ou mulher com mulher, estarão fazendo discriminação e, portanto, poderão ser multadas e os pastores ou padres, processados. Este projeto prevê também, que o dia do “orgulho gay” seja oficializado em todas as cidades brasileiras.

Finalmente, embora o ser humano, dotado de liberdade, possa em tese fazer o que desejar, Deus diz que o homem é um ser que é inteiramente responsável pelos seus atos. Esta sua liberdade é regulada pelo próprio Deus. Ele chama o homem a prestar contas de seus atos. No Éden, Adão recebeu o veredito pelo mau uso de sua liberdade (Gn 3.17-19) e também Eva, sua mulher (3.16). Apesar da Queda, não foi retirado do homem o seu livre-arbítrio, mas ele muito mais ainda é admoestado sobre as consequências dos seus atos. No capítulo 4 de Gênesis vemos como Caim é chamado pelo Senhor a prestar contas da vida de seu irmão, Abel (vv. 9,10). E assim segue este padrão por todo o relato bíblico.

Deus não toma o culpado por inocente (Êx 34.7). Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7). Deus tomará vingança dos seus inimigos, os que Lhe desobedecem (2 Ts 1.7,8). Deus não aceita que chamem ao mal, bem e ao bem, mal (Is 5.20). Deus não aceita que o homem decrete leis injustas, leis de opressão (Is 10.1). Vemos o claro testemunho das Escrituras no sentido de que o homem é responsável pelos seus atos. E de que haverá um dia de ajuste de contas prometido pelo Criador para julgar os pecados de suas criaturas (Sl 96.13;Is 2.11-22; Na 1.2; Hb 10.26,27; Jd 1.15; Ap 20.11-15).

O cristão, o autêntico seguidor de Jesus Cristo, é chamado para viver a plenitude da liberdade, pois, “…o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co 3.17). Mas, admoesta-nos ainda o apóstolo Paulo em Gálatas 5.13: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros em amor.” O crente, diferentemente do ímpio, usa com sabedoria seu livre arbítrio, submetendo-se ao Senhor em amor, sabendo que os mandamentos divinos visam o seu bem.

Vivamos então de tal forma que os homens deste mundo que jaz em trevas espirituais vejam a glória da luz do Evangelho em vidas de santidade, que gozam da verdadeira liberdade em Cristo. Os homossexuais e todos os demais que não obedecem a Deus, pensam que estão usando verdadeiramente sua liberdade, mas em realidade estão cativos à servidão do pecado e de Satanás (Ef 2.1-3).

Estão livres os homossexuais? Não, estão em correntes diabólicas. Mostremo-lhes a verdadeira liberdade em Cristo, amemos suas vidas. Para isso fomos chamados como Igreja do Senhor. Encarnemos plenamente Lc 4.18,19 (Is 61.1,2): “O Espírito do SENHOR é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração de vista aos cegos,a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.”

 Há quem argumente que o pecado de Sodoma e Gomorra tenha sido a
inospitalidade, e não o homossexualismo. A base para isso é o costume cananeu que garante
proteção a quem esteja sob o teto de alguém. É dito que Ló se referiu a esse costume quando disse:
“nada façais a estes homens, porquanto se acham sob a proteção de meu teto” (Gn 19:8). Assim, Ló
ofereceu suas filhas para satisfazer àquela irada multidão, de forma a proteger as vidas dos
visitantes que estavam sob o seu teto.
Alguns ainda alegam que o pedido daqueles homens da cidade para “conhecer” (Gn 19:5)
significa simplesmente “ser apresentado”, sem nenhuma conotação sexual, porque a palavra
hebraica correspondente ao verbo “conhecer” (yada) geralmente não tem conotação sexual (cf. SI
139:1).
Embora seja verdade que a palavra hebraica para “conhecer” (yada) não signifique
necessariamente “ter relacionamento sexual”, no contexto da passagem de Sodoma e Gomorra, ela
obviamente tem este significado. Isso é evidente por várias razões.
 Primeiro, em dez de cada doze vezes que esta palavra aparece em Gênesis, ela se refere à relação sexual (cf. Gn 4:1,25).
Segundo, o sentido da palavra “conhecer” é o do conhecimento sexual, neste mesmo
capítulo. Pois Ló refere-se às suas duas filhas virgens dizendo “que ainda não conheceram homens”
(Gn 19:8,), sendo este um óbvio emprego da palavra com o sentido sexual.
Terceiro, o significado de uma palavra descobre-se pelo contexto em que ela aparece. E o
contexto nesse caso é certamente o sexual, como indicado pela referência à perversidade daquela
cidade (18:20), bem como por serem as virgens oferecidas para aplacar-lhes a lascívia (19:8).
Quarto, “conhecer” não pode ter o sentido de simplesmente “ser apresentado a alguém”, porque no
caso houve uma referência a “não façais mal” (19:7).
 Quinto, por que oferecer as filhas virgens, se o intento deles não era sexual? Se os homens tivessem pedido para “conhecer” as filhas virgens de Ló, ninguém duvidaria das intenções lascivas deles.

Sexto, Deus já tinha determinado destruir Sodoma e Gomorra, como Gênesis 18:16-33

indica, mesmo antes do incidente ocorrido em 19:8. Conseqüentemente, é muito mais razoável
admitir que Deus havia pronunciado juízo sobre aquelas duas cidades pelos pecados que eles já
vinham cometendo, isto é, por causa do homossexualismo, do que por um pecado que eles ainda
não tinham cometido, a inospitalidade.

O perigo da violência contra os adolescentes

Fala-se muito em pedofilia, em nossos dias. Mas os pais precisam tomar cuidado também com a efebofilia, abuso sexual perpetrado contra adolescentes. O termo, não muito usual — gr. éphébos, “adolescente”, “rapaz que chegou à puberdade”; e gr. phílos, “amigo”, “querido”, “que agrada” —, designa a compulsão por relações sexuais com adolescentes.

Pelo que tenho lido em livros, revistas e jornais, ambas as formas de abuso contra menores ocorrem em grande escala no mundo, a despeito de a pedofilia ser mais noticiada, sobretudo por envolver sacerdotes da Igreja Romana. Contudo, de acordo com o Vaticano, das três mil ocorrências de abuso dos padres contra menores, 90% delas foram praticadas contra adolescentes.

O Vaticano tem atribuído esse gravíssimo desvio dos sacerdotes à prática homossexual, e não ao celibato. Isso porque a efebofilia pode envolver, de certa forma, atração recíproca, sentimentos, diferentemente da pedofilia, em que a criança, completamente inocente, é iludida, enganada ou forçada.

Não descarto que o celibato e o homossexualismo sejam causas do terrível crime e pecado da efebofilia praticada por sacerdotes romanistas. Entretanto, há outros fatores que não podem ser desprezados, como possessão ou influência diabólica e a psicopatia, pelas quais marmanjos são levados a abusarem de adolescentes e também de crianças.

Em outras palavras, um padre homossexual pode vir a ter a tendência de abusar de adolescentes e crianças. Mas há pessoas que não são nem padres, nem homossexuais, nem celibatárias que estão abusando de menores… Nesses últimos dias, lamentavelmente, tem aumentado os casos de pastores — falsos obreiros, é claro — que abusam de filhos adolescentes dos membros das suas igrejas.

Os pais geralmente se preocupam em proteger as crianças. É preciso também ter cuidado com os adolescentes. Recentemente, no Rio de Janeiro, tornou-se público pela imprensa o caso de um “pastor” que abusava das filhas adolescentes dos membros. É claro que devemos ter todo o cuidado com os infantes, vítimas indefesas, em razão de poderem ser facilmente enganados e atraídos por monstros disfarçados de obreiros (1 Co 5.11), mediante doces, brinquedos, etc. Entretanto, deixo aqui este alerta para os pais, a fim de que atentem também para o perigo da efebofilia.

Como pais, temos a tendência de vigiar tudo o que as crianças fazem, porém costumamos deixar os adolescentes à vontade, sobretudo no computador. Não permitam que seus filhos adolescentes se tranquem durante horas no quarto. Eles podem estar conversando pela Internet com perigosos maníacos, que se mostram gentis, fazem elogios, demonstram ser amigos leais, dizem-se pastores, conselheiros, mas possuem intenções efebófilas.

Agora temos uma mulher eleita presidente. Podemos dizer que essa eleição entrou para a história brasileira, quem sabe estará em livros escolares daqui a alguns anos. Não gostaria de tratar de assuntos políticos nesse blog, mas toda regra tem a sua excessão. Todos devem concordar comigo que esse pleito atual levantou uma grande polêmica no meio da nação. Nunca uma disputa tinha sido tão acirrada e cheia de controvérsias. O que me chamou mais a atenção, e creio que todos os demais eleitores, foi o fato de se misturar tanto a religião com a política. Foi algo inédito na democracia ver o quanto a religião pode ser usada como artefício para se arrecadar votos como foi nessa campanha, desde o primeiro turno. Essa é uma oportunidade para revermos alguns conceitos nossos. Acredito que deu para perceber o quanto as pessoas podem ser volúveis, oportunistas e manipuladoras.
POLITICA E RELIGIÃO
Eu sou cristão, de convicção calvinista e sei que nem todos os Reformadores concordavam com a união da Igreja e o Estado político. Essa é, particulamente, a minha posição. Não concordo que a Igreja se “intrometa” em assuntos políticos como foi nessa eleição. Vi “pastores” pedindo votos para candidatos, isso quando eles mesmos não estavam concorrendo a cargos eletivos. Discordo absolutamente dessa conduta. A Igreja deve se preocupar com os assuntos pertinentes à vida espiritual dos membros , e não criar polêmicas sobre as opiniões do partido A ou B. Os pastores não deveriam ocupar os púlpitos para promover candidatos e sim pregar a pura e sã doutrina. Nós vivemos em dois contextos: o secular e o espiritual. No âmbito espiritual a Igreja atua ensinando, exortanto, mostrando o caminho da salvação. Na vida secular a influência da Igreja não pode chegar ao ponto de criar confusões sobre em quem votar ou em quem não votar. As ideologias politicas são seculares, portanto, não deveriam adentrar a Igreja. As posições particulares de cada um são suas e só suas, as ideologias políticas são absolutamente pessoias. Eu não aceito que se tome espaço no culto para promover política, nem político devem subir ao púlpito para pedir votos. Como cidadãos que somos, temos liberdade para escolher em quem queremos votar, o pastor ou o líder, pode, expressar sua opinião pessoal informalmente e pessoalmente às suas ovelhas, mas não no culto e na pregação, e nem impondo isso como vi alguns “pastores” fazendo em canais de Televisão. Por exemplo, aqui no meu ministério houve pessoas que decidiram voltar na candidata do PT, e outros votaram no candidato do PSDB, porém em nenhum momento o culto foi dirigido a esse ou aquele candidato no momento da pregação ou qualquer outro. Eu não estou preocupado se na minha denominação existem petistas e tucanos, porque sei que essas divergências se limitam ao campo secular, elas acabam lá fora, na Igreja nem somos petistas, tucanos, liberais, esquerda ou direita, somos o povo eleito e predestinado por Deus. Eu ficaria preocupado se houvesse na Igreja divisões entre calvinistas e arminianos, porque ai sim estamos falando de assuntos relevantes ao âmbito eclesiológico. Quando existe esse envolviemento maciço entre Igreja e política, perdemos totalmente o foco.
ABORTO
Essa foi uma das grandes polêmicas nessa campanha. Infelizmente o povo evangélico fez um péssimo papel e mostrou o quando pode servir de massa de manobra para políticos oportunistas. Vi inúmeras acusações contra a candidata eleita do PT e algumas me deixaram com vergonha. Recebi e-mails dizendo que o vice dela era um sacerdote santanista, que a candidata tinha feito um pacto com o demônio, que ela havia dito que nem Cristo a impediria de vencer. O que é isso? O povo evangélico é um povo criativo, porém deveria canalizar essa criatividade para coisas boas e não caluniar as pessoas. Deveriam saber que isso é pecado. Pesou sobre os ombros da candidata a questão do aborto, é a favor ou contra? Se ela é afavor ou contra isso não deveria imapactar a Igreja, primeiro porque não podemos forçar a sociedade como um todo a aceitar os padrões de Deus; segundo, para se legalizar ou não uma lei como essa é a câmara e o senado que vão decidir, se tivesse que fazer um movimento contra a legalização do aborto, o foco deveria ter sido os candidatos a deputados federais e senadores. A igreja já cumpre seu papel ensinando a palavra, mas não podemos impedir as pessoas de pecarem, nem Deus impede. Ainda que se proiba judicialmente ainda haverá abortos. Se o governo quer prestar uma assistências as mulheres que desejam abortar, que faça, mas a Igreja continuará exortando e mostrando qual é a vontade de Deus e tenho certeza que as mulheres de Deus desse país e que receberam a Cristo em suas vidas, jamais irão aceitar fazer um aborto, porque elas têm consciência da palavra de Deus, porque foram ensinadas na Igreja. Não consigo entender o motivo para tanto alarde por parte do povo evangélico no assunto.
HOMOSSEXUALISMO
A questão do homossexualismo também levantou muita poeira. Eu tenho minhas convições biblicas que essa prática é contrária à palavra de Deus, mas como eu já disse, não podemos forçar as pessoas a obedecerem a Deus. O movimento homossexual reivindica do governo o direito de casar legalmente e com todos os direitos de uma relação hetero. Novamente eu volto, a Igreja não já está pregando a palavra e ensinando o que é certo e errado nos padrões de Deus? Por mais que não concordemos com a união homossexual, já existem milhares de pessoas nessa condição pelo Brasil e pelo mundo, podemos impedi-las? Já existe casos de adoção de crianças por casais gays, vamos retirar as crianças deles? Lógico que não! A Igreja deve fazer o que ela já faz, ensinar a verdade segundo a Bíblia, segue quem for chamado por Deus. Muitos homossexuais estão hoje convertidos e deixaram a sua prática anterior, muitos até casados e pai de familia. Então, se for aprovada a união homossexual isso não vai significar nada para Igreja. Vejam quantas nações já aprovaram o casamento gay, será que o evangelho deixou de ser anunciado por lá? Claro que não. Vejam  que interessante, a fornicação é uma prática condenada nas escrituras, mas para a sociedade é algo normal, o governo até incentiva e distribui camisinhas para evitar DSTs, mas  Igreja continua anunciando que é melhor viver pela palavra, e quem quiser dar ouvidos segue. É mesma coisa na qustão dos homossexuais, é uma prática repudiada pela Bíblia, se o governo aprovar a união gay a Igreja continuará mostrando qual é o posicionamento biblico sobre isso. Quanto a lei que está no senado a PL 122/2006, vejo que se ela impede a crítica, então ela deve ser revista e creio que será, mas também não podemos discriminar os que tem a prática homossexual como se não fossem seres humanos, não concordamos com a sua prática, mas desejamos o bem para eles como a todas as demais pessoas. Se dissermos que quem vive a prática homossexual está no pecado isso não deve ser entendido como uma discriminação pessoal, porque a Bíblia coloca o adultério e a fornicação no mesmo patamar, então quem adultera e fornica também recebe  o mesmo discurso da Igreja. Que discurso? Que essas práticas não agradam a Deus, e que se eles quiserem abandoná-las a Igreja está aqui para  ajudá-los. Mas o homem é livre para decidir se quer ou não seguir essa ou aquela religião ou mesmo religião alguma. Se for aprovada a união homossexual, acreditem, nenhum casal gay vai se dirigir a uma Igreja Evangélica querendo que o pastor realize o casamento, isso é absurdo, mesmo porque a grande maioria dos homossexuais têm até um certo pavor de Igreja evangélica.
Finalmente, o que temos que fazer é orar para que Deus dê uma direção a nossa nova presidenta para que ela proporcione uma vida melhor em nossa nação, promovendo melhor distribuição de renda, melhor sistema público de saúde, mais segurança e mais qualidade de vida para o povo brasileiro. As questões espirituais e religiosas a Igreja ensina e exorta, as questões seculares o governo administra e gerencia, a Igreja ora, observa e emite um parecer, mas nunca impõe a sua vontade.
Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV

Agência AFP

Um a cada cinco homens homossexuais nas principais cidades dos Estados Unidos é portador do vírus da Aids, e quase a metade ignora ser soropositivo, revela um estudo publicado nesta sexta-feira.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informa que de 2005 a 2008 a taxa de contágio por HIV entre os homens gays cresceu 17%.

No total, 19% dos “homens que fazem sexo com outros homens” são soropositivos e 44% não sabem que têm o vírus da Aids, assinala o CDC, baseado em um estudo que analisou mais de 8 mil homossexuais.

“A mensagem deste estudo é clara: o HIV registra números devastadores entre homens que mantêm sexo com outros homens nas principais cidades dos Estados Unidos”, disse Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/Aids do CDC.

“Precisamos aumentar o acesso aos exames de HIV para que mais pessoas saibam de seu estado”. (*)

(*) Os homossexuais são um grupo de risco. Constituem cerca de 1% da população norte-americana. Não obstante, sua população de infectados com o virus da AIDS é 19 vezes maior. A desproporção é gritante.

O homossexualismo nunca poderia ser considerado um direito humano a ensejar medidas de proteção e incentivo à sobrevivência de tais grupos. É um comportamento nocivo à sobrevivência e perpetuação da espécie, e por isso jamais poderia ser incentivado ou protegido. Trata-se de um suicídio coletivo protegê-lo. E mesmo que seja tutelado em alguns países, não passa de uma construção jurídica sem qualquer fundo de legitimidade, derivando senão da exigência autolátrica de um grupo minoritário com um poder de pressão bastante forte. O homossexualismo é, pois, um flagelo em todos os sentidos: um flagelo moral e, como a reportagem acima demonstra, um flagelo para a saúde pública. Se fumantes são incentivados a deixar de fumar, por que homossexuais não são incentivados a abandonar o homossexualismo?

Vejam abaixo questão do exame ENEM que trata do tema da homofobia. Vejam a sutileza. Há uma tentativa de ligar a posição da igreja em 1707 a uma suposta perseguição e morticínio de homossexuais no Brasil de hoje (são 195 gays mortos num país que tem mais de 50.000 homicídios por ano). Segue a íntegra da questão:
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“Pecado nefando” era expressão correntemente utilizada pelos inquisidores para a sodomia. Nefandus: o que não pode ser dito. A Assembleia de clérigos reunida em Salvador, em 1707, considerou a sodomia “tão péssimo e horrendo crime”, tão contrário à lei da natureza, que “era indigno de ser nomeado” e, por isso mesmo, nefando.

O número de homossexuais assassinados no Brasil bateu o recorde histórico em 2009. De acordo com o Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais (LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), nesse ano foram registrados 195 mortos por motivação homofóbica no País.

A homofobia é a rejeição e menosprezo à orientação sexual do outro e, muitas vezes, expressa-se sob a forma de comportamentos violentos. Os textos indicam que as condenações públicas, perseguições e assassinatos de homossexuais no país estão associadas

A) à baixa representatividade política de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais.
B) à falência da democracia no país, que torna impeditiva a divulgação de estatísticas relacionadas à violência contra homossexuais.
C) à Constituição de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, além de impedi-los de exercer seus direitos políticos.
D) a um passado histórico marcado pela demonização do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerância.
E) a uma política eugênica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosófico-científica

Inglaterra: Um casal cristao na cidade de Derby, foi impedido de adotar uma criança, pois na entrevista com o conselho tutelar perguntaram (deliberadamente, eu creio) se eles, pais, responderiam sim ou não à seguinte indagação “Voce diria a seu filho que uma relação afetiva entre dois homens ou duas mulheres é normal ?”. Os pais, cristaos devotos, responderam que nao. E assim tiveram a adoção negada.

2) EUA: um professor de uma escola secundário do estado de Michigan foi suspenso depois de fazer uma defesa do movimento gay em sala de aula e ter 2 alunos discordantes. Os 2 alunos alegaram nao concordar com a causa gay por motivos religiosos. O professor entrou em uma discussao com ambos, e nao conseguindo fazer que um deles voltasse atrás em sua opiniao, suspendeu o aluno do restante de sua aula. A escola achou que o professor agiu abusivamente e o suspendeu.

Uma das bandas de maior sucesso do ultimo ano, a Restart se torno um símbolo da tribo colorida! Com suas calças “Skiny”e coloridas  eles fazem o coração das adolescentes do Brasil!A Banda Restart explodiu de uma forma tremenda e em menos de um ano já conseguiram firmar uma tribo própria e conseguir brigas, reportagens e programas de TV.
Bem, se a gente analisar a mensagem que essa banda quer passar, vc não irá gostar com certeza!
As calças coloridas não querem passar somente uma mensagem de alegria, mas de uma certa forma induzir ao homossexualismo! É só pensar um pouco!1°: As cores usadas nas calças não são cores pegadas no ar,e sim as cores do arco-íris que por sinal é o símbolo gay!2°: As vozes de cantores comuns são vozes mais grossas e maduras, tanto dos seus fãs, mas as vozes dos cantores dessa banda são vozes feministas, finas, agudas; o que também é usado pelos travestis.3°:Musicas românticas geralmente não são  alegres e sim choradas, a deles é muito alegre e cheia de pulos!
Se isso não te convenceu, vc assistiu o clipe Recomeçar deles? Poisé! Nesse clipe eles jogam tinta nas cores gays uns nos outros e saem felizes, e atraz tem um plano de fundo branco! Vamos analisar:
PANO DE FUNDO : geralmente em clipes de bandas satânicas os cantores colocam roupas e o fundo branco com o seguintes propósito: Eles são uma mancha negra (porque sua cor destaca no meio de tanto branco,por serem mais escuros que o branco) no meio de tudo tão certo. Depois ainda eles jogam as cores gays nesse pano. Se vc não entendeu eu traduzo: homossexualismo é uma coisa satânica, e eles sabem disso, e resolveram pegar idéias de outras bandas e juntar nela, fazendo assim que sua mancha não seja somente  satânica e sim gay.
TINTA:  Em harmonia com a idéia do plano de fundo,eles jogam a tinta gay, e como eu já disse antes formam a idéia homossexualismo é uma coisa satânica,fazer que sua mancha não seja somente  satânica e sim gay.
ALEGRIA: Essa parte pode ser dividida em 2: 1° clipe e 2° banda no geral.Se a gente analisar somente o clipe dá pra ter uma idéia: se no momento que eles estão recebendo a tinta com a cor gay eles se sentem alegres,é sinal de que ser gay é alegria pra eles, é uma coisa comum. Já se analisar a banda no geral vc observa isso mais profundamente.A banda é alegre por ser do jeito que é! GAY!
MUSICA: A música sem a letra pra eles não faz sentido, pra  mim sim! Se vc pegar os adolescentes do dia de hoje,em sua plena consciência, eles não gostam da batida da banda, e além do mais, acham uma batida muito esquisita!Mas se juntar com a letra vc observa de vez o que eles pregam:”E eu sei que assim talvez seja melhor” “E hoje sei, sei, sei/Não importa mais“”E não vou mudar e nem tentar entenderO que aconteceu ou vai acontecer“.Para e analisa! Precisa de falar?
 Aí Kayo vc tem alguma coisa contra gay?Vc é preconceituoso demais”
Sou preconceituoso? Não! Mas até 20 anos atrás os gays tinham uma historia de vida que os levaram até isso! Hoje eles são gays por diversão! Outra: segundo a bíblia Deus abomina quem deita com outro e o torna sua mulher, que é o que os gays fazem! Ainda vou fazer uma post sobre os gays e vcs entenderam melhor isso!

Alunos homenagearam Tyler Clementi,
que se suicidou após ter sua homossexualidade exposta na internet
A Universidade Rutgers, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, realizou uma vigília à luz de velas em homenagem ao estudante que cometeu suicídio após ter sua homossexualidade exposta na internet.
Tyler Clementi, um violinista de 18 anos, teria descoberto que dois colegas de dormitório filmaram clandestinamente seu encontro íntimo com outro homem e colocaram as imagens na internet. Os dois jovens, Dharun Ravi e Molly Wei, foram indiciados por invasão de privacidade, crime que tem pena máxima de cinco anos de prisão, mas esta pena pode dobrar caso a promotoria decida levar adiante acusações de discriminação sexual.
“Civilidade e compaixão”
A vigília na universidade durou uma hora e, segundo o reitor da Rutgers, Richard McCormick, foi “uma oportunidade de união em um momento difícil para reafirmar nosso compromisso com valores de civilidade, dignidade, compaixão e respeito mútuos”.
No sábado, a universidade também prestou homenagem a Clementi durante um jogo de futebol americano. O locutor pediu um momento de silêncio em memória do jovem que estava em seu primeiro ano como universitário. Segundo relatos de estudantes, houve sérios confrontos no campus na semana passada. Enquanto um grupo de universitários defendia que tudo não passou de uma brincadeira que deu errado, outro grupo dizia que as ações do colega de quarto de Clementi, Dharun Ravi, foram motivadas por homofobia.
O caso de Clementi é o último em uma série de suicídios de adolescentes que sofreram abusos verbais e físicos ou foram vítimas de campanhas na internet por causa de sua sexualidade. Um estudo feito pela Gay, Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) com 7.261 alunos de escolas americanas concluiu que 9 entre dez estudantes sofreram algum tipo de abuso no ano passado e quase dois terços acham que sua segurança está em risco por causa de sua orientação sexual.
Timidez
Tyler Clementi tinha fama de reservado e tímido. No dia 19 de setembro, Dharun Ravi postou uma mensagem no twitter que dizia: “Colega de quarto pediu o quarto até meia-noite. Eu fui para o quarto da Molly e liguei minha webcam. Eu o vi tendo um amasso com outro cara. Uhu”.
Naquela noite, segundo as autoridades, Ravi teria colocado o vídeo do encontro íntimo de Tyler Clementi na internet. No dia 21, outra mensagem postada por Ravi parece fazer referência a uma segunda tentativa de expor Clementi: “A todos com iChat: vocês precisam me encontrar online entre 9h30 e 12. Sim, está acontecendo de novo”.
Não se sabe exatamente quando o violinista descobriu o que seu colega de quarto havia feito, mas o incidente teria se tornado a grande fofoca do dormitório.
Na noite do dia 22, o violinista pulou da ponte George Washington, que liga Nova Jersey a Nova York. No mesmo dia, ele recebeu a notícia de que havia conseguido o tão sonhado lugar como violinista na orquestra sinfônica da universidade.
“Ai dos que chamam de mau aquilo que é bom e que chamam de bom aquilo que é mau; que fazem a luz virar escuridão e a escuridão virar luz; que fazem o amargo ficar doce e o que é doce ficar amargo! Ai dos que acham que são sábios, dos que pensam que sabem tudo!” (Isaías 5:20-21 BLH)
A frase acima descreve uma realidade que se evidencia visivelmente na atualidade. “O mundo jaz no maligno”. Desde o momento em que o ser humano deixou se levar pelas astúcias de satanás no Jardim do Éden, satanás adquiriu legalidade para influenciar a natureza humana. Até então, eis que tudo o que Deus havia criado “era bom”.
O apostolo João, sabiamente se refere ao mundo, não o mundo criado por Deus: Rios, montanhas, mares, florestas, você e eu… Mas o sistema governado sob a influencia diabólica: O deus deste século – 2 Corintios, 4.4 “…nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.”
Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, ou seja, com atributos morais do altíssimo… “Amor, alegria, paz, fidelidade, paciência, domínio próprio… O homem recebeu o sopro do Deus e se tornou ser vivente com características morais iguais ao caráter e personalidade divina.
Ao concordar com o diabo e achar legal o seu conselho o ser humano deu legalidade ao inimigo de Deus para dominar e influenciar em suas decisões. E naturalmente invadir o caráter divino na natureza humana. Portanto, quando João menciona o mundo, (1Jo 5.19) ele está dizendo que a vida e os desejos da pessoa humana estão sendo influenciados e dominados pelo diabo.
A violência, crueldade, a maledicência, avareza, a corrupção, a idolatria, iniqüidade e outros males que vem ocorrendo no cotidiano da civilização humana em toda terra, são provas incontestáveis. O comportamento humano atual denuncia que o mundo jaz debaixo do poder do maligno. “O príncipe deste mundo” tem levado milhares de jovens ao uso das drogas; devido ao seu domínio, os princípios sagrados do matrimonio estão banalizados e a que a Bíblia condena como abominação se tornou “opção da pessoa”; Como o homossexualismo, e etc. As religiões se tornaram objeto de uso e de consumo. Os pais, por decreto Lei, na maioria dos paises perderam a autoridade sobre os filhos. E por estarem sob influencia diabólica conduzem e ensinam os filhos por caminhos tortuosos. Na maioria dos lares, os desenhos animados, a televisão e a internet é a fonte aprendizagem dos nossos filhos. E cada novo dia, o maligno dispõe de uma nova opção para nossos filhos.
A brincadeira do copo:

Como se não bastasse os desenhos e a música indecente e imoral, o erotismo através da mídia, que influencia sensivelmente o comportamento das crianças e adolescentes… Uma brincadeira perigosa se tornou prática comum em algumas escolas pelo Brasil a fora.

A brincadeira do copo consiste na evocação dos espíritos através dos movimentos e um recipiente qualquer, como um botão, uma pedra ou um copo.
Essa brincadeira de evocar espíritos através do copo pode trazer graves conseqüências. E não deveria ser praticada em hipótese alguma. As conseqüências são terríveis, os participantes correm o sério risco de verem-se presos espíritos malignos que podem leva-los a comportamentos contrários à sua personalidade. Além de causar perturbações, alucinações e podem levá-los à depressão profunda. Problemas que podem começar com visões, dores de cabeça extrema, nervosismo, problemas neurológicos e até ao suicídio!
Como funciona a brincadeira?
A primeira coisa a se falar é que, da mesma forma que temos aqui na terra, pessoas desocupadas e marginais, também os temos no plano espiritual. Os demônios que vagam a procura de alguém a quem possa tragar e destruir. E os que fazem a brincadeira do copo, buscando respostas para questões levianas, como descobrir se o namoro vai dar certo, se algum negócio pode se concretizar, se vai passar no final de ano; entre outras tolices. Ao fazerem a evocação aos espíritos, estão dando legalidade aos enviados do diabo para influenciar e dominar suas vidas, suas decisões e seus sonhos… Sonhos que foram determinados por Deus, podem ser destruídos por causa da leviandade dos nossos jovens e adolescentes.
Uma vez invocados, os demônios atendem ao chamado e passam a utilizar-se dos fluidos colhidos dos participantes, impulsionando o copo dentro do círculo, apontando letras e formando palavras com as respostas, trazendo danos muitas vezes irreparáveis aos seus invocadores.
Satanás conhece a sua vida e a minha; conhece as pessoas de sua família; de seus amigos e pode se transformar em alguém que você conheça e faz você achar que está se comunicando com alguém conhecido.
O escritor Hermínio Correia de Miranda em uma de suas muitas obras, cita que alguns jovens que enveredaram pelo suicídio, um a um, após uma fatídica noite em que tiveram a infeliz idéia de fazer tal brincadeira. Diversos jornais de publicação on-line e impresso divulgaram as possíveis conseqüências da brincadeira entre adolescentes e jovens.
De acordo com a repórter MARIA LUISA BARROS do jornal O DIA do Rio de Janeiro: “Uma prática perigosa virou febre nas escolas e nos sites de relacionamento na Internet. A brincadeira do compasso, variante do copo, em que um grupo de adolescentes se reúne geralmente nos intervalos entre as aulas, para obter respostas ‘do além’, vem motivando vídeos, fóruns de discussão no Orkut, blogs e MSN. Uma comunidade do Orkut — ‘Eu já joguei jogo do compasso’ — tem 1.356 membros. No Youtube, apenas dois vídeos já fizeram mais de 1 milhão de exibições”. Conforme mostrado por O DIA jovens de uma escola particular em Nova Iguaçu entraram em transe depois de participar do passatempo. “A maioria dos adolescentes não suporta as emoções e pode desenvolver distúrbios psíquicos graves”, alerta a doutora em Psicologia Clínica da PUC-Rio, Teresa Negreiros.
De acordo com ela, é na escola que os jovens são iniciados na brincadeira porque é lá que eles buscam a identificação com o grupo. “Eles vivem a transição do corpo infantil para o adulto, e os pais perdem a condição de heróis. Por isso, eles tendem a buscar com os colegas respostas para seus medos e desejos”, explica Teresa.
Prática como essa tem como objetivo destruir a sua família, a sociedade, a começar pela juventude. Jesus disse: “O ladrão (diabo) veio para matar roubar e destruir”. Esse é o objetivo do maligno.
Mas Jesus veio para que “tenhais vida e vida abundante”. Entrega teu caminho, teu futuro ao Deus eterno e em nome de Jesus, o filho de Deus rejeita toda prática, pois elas são apresentadas de maneira maravilhosa para destruir você e a sua família. Rejeite tudo isso em nome de Jesus, e volte-se para o Cristo, filho de Deus, que pode salvar você e a sua família.

Um dos maiores desafios da Igreja, nestes dias difíceis, é a educação materialista, secularizada e relativista que vai, desde o ensino fundamental até à universidade. As crianças, adolescentes e jovens são alvos dessa educação permeada de falsas filosofias e enunciados contrários às Escrituras Sagradas.
A maioria dos pais desconhece o que os seus filhos aprendem sobre sexualidade nas escolas. Trata-se, via de regra, de um ensino antibíblico e pecaminoso. A educação sexual, com base na pureza das Sagradas Escrituras, é dever da família e dos educadores realmente cristãos, que, na Bíblia, têm a única regra de fé e prática. Entende-se por educação sexual nas escolas públicas e particulares secularizadas, o uso de anticoncepcionais e preservativos. Fala-se muito sobre a precocidade de iniciação sexual. Mas… Nada é falado sobre a preservação pessoal, sobre o se resguardar de traumas e desilusões e principalmente que a vida sexual tem data e hora correta, segundo a Bíblia para começar. APÓS O CASAMENTO.
A Nova Era é a religião do anticristo. Esse movimento vem entrando sorrateiramente nas escolas, onde as crianças são levadas a praticar ritos pagãos (festa junina, por exemplo) e técnicas de relaxamento (regressão). Estas são as fontes de muitos males psicológicos, emocionais e espirituais que atingem nossos filhos, levando-os a perder a capacidade de discernir entre o certo e o errado. Quando o comunismo estava no auge, principalmente no leste europeu, sua doutrina era ensinada sistematicamente a partir das crianças. Em nosso país, o ensino materialista vem predominando, especialmente nas áreas de ciências e história, incutindo na mente das crianças a descrença em DEUS por meio da falsa teoria do evolucionismo (Darwin). As crianças são alvos fáceis do materialismo ateu. Existe um plano diabólico orquestrado contra elas. Há países em que crianças não podem sequer agradecer a DEUS pelo lanche na hora do recreio. É grande a influência do materialismo por toda a parte. (PV 22.6; Jz 13.8,12).
A adolescência é a idade que vai do final da infância à juventude. A maior parte dos crentes que se desviam do evangelho de Cristo está nessa faixa etária, pois são atraídos pelo mundo. De acordo com as amizades que eles cultivam, podem ter sua personalidade bem formada, ou deformada (1 Co 15.33; Rm 16.17; 2 Co 6.14-17). Muitos adolescentes têm como ícones pessoas destituídas do Reino de DEUS. A família, a igreja e os amigos crentes servem como sustentação para os adolescentes e jovens. Esses “pontos de apoio” são muito importantes e podem marcar toda a sua trajetória na busca de um futuro promissor. Quando aos adolescentes cristãos encontram, na igreja, pessoas de sua idade que teme a Deus, tudo começa a caminhar no rumo certo (Sl 119.63).
A formação espiritual começa no lar. Se o adolescente e o jovem tiverem uma firme base espiritual na família, poderão encarar, sem medo, a onde de materialismo que varre as escolas seculares. A igreja local pode muito ajudar nesse particular. É nas escolas seculares que se ensina a “teoria da evolução”, negando o criacionismo bíblico. Ao mesmo tempo, fazem apologias ao homossexualismo e a outros comportamentos condenados pela Bíblia Sagrada. Daí a importância do ensino religioso no lar. A Bíblia diz: “Lâmpadas para os meus pés é a tua palavra; e luz para o meu caminho” (Sl 119.105).

Matthew Cullinan Hoffman

Apesar da forte pressão por parte de organizações internacionais e dos meios de comunicação da nação, a Câmara dos Deputados do Paraguai se recusou a ratificar a “Convenção Ibero-Americana sobre os Direitos dos Jovens”, um documento que concede uma incrível variedade de polêmicos “direitos” para qualquer um que esteja na faixa etária dos 15 aos 24 anos.

A Convenção impõe educação sexual “em todos os níveis educacionais” (artigo 23), a qual ensinará a “aceitação e identidade pessoal plena dos jovens”. Ela proíbe “discriminação” contra os adolescentes por quaisquer motivos, inclusive “orientação sexual”, “opinião”, “lugar de vivência” ou “qualquer outra condição ou circunstância pessoal ou social da pessoa jovem”.

O documento potencialmente abaixa a idade de consentimento sexual para 15 anos ao ditar que “os jovens têm o direito de escolher livremente um parceiro, de formar vida em comum e de constituir um casamento na base da igualdade entre seus membros” no artigo 20.

Adolescentes com a idade de 15 anos terão também o direito de escolher sua própria religião e votar, de acordo com os artigos 17 e 21.

Entre outras cláusulas polêmicas e incomuns da Convenção está a afirmação de que todos os jovens têm o direito a “uma identidade individual, consistindo na construção da própria personalidade”, o que inclui “características de sexo”, “filiação” e “orientação sexual”.

Ela também dá as responsabilidades de supervisão a uma organização supranacional, a “Organização Ibero-Americana de Jovens” (OIJ).Depois que a Federação das Associações pela Vida e Família (FEDAFIVA) fez objeções contra o documento, a Câmara dos Deputados rejeitou o documento por 50 votos, de acordo com a agência noticiosa Ultima Hora. Contudo, os meios de comunicação e o Poder Executivo do Paraguai continuam fazendo pressões para que se chegue à ratificação.

A Convenção já foi ratificada por sete países: República Dominicana, Equador, Costa Rica, Honduras, Espanha, Uruguai e Bolívia. Foi assinada, mas não ratificada, por Cuba, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal e Venezuela.


 

Jorge Enrique Mújica

“O que me causa a maior preocupação é saber que estão ignorando as crianças no debate atual sobre matrimônios entre pessoas do mesmo sexo”. Esta declaração é de Dawn Stefanowicz, uma mulher que, nos seus quarenta anos, continua carregando o peso da recordação de uma infância marcada pela homossexualidade ativa de seu pai.No livro Out From Under: The Impact of Homosexual Parenting (Annotation Press, 2007), Stefanowicz reconhece, entre outras coisas, a necessidade que teve de afeto e segurança, por parte de seu pai. É clara a constatação da autora: as vítimas reais, que saem perdendo com a legalização do assim chamado matrimônio homossexual, são as crianças. Diante deste fato, ela considera: “que esperança se pode oferecer a crianças inocentes, sem voz?” Sua pergunta clama as autoridades para que defendam o verdadeiro matrimônio entre homem e mulher, e excluam, para o bem das crianças, qualquer outra forma de equiparação. 

O reconhecimento jurídico de casais do mesmo sexo, em vários países do mundo, inclina-se, cada vez mais, à exigência de adoção, ante a impossibilidade natural de tais casais conceberem. Em não poucos lugares, suas pretensões têm sido ouvidas, e hoje se acham amparadas por lei, culminando com a obrigação de que as instituições lhes deixem crianças sob tutela.

Mas além de um juízo multidisciplinar sobre a homossexualidade, impõe-se a pergunta sobre a base em que se apóia o tal “direito” de adoção. Mais ainda: há efetivamente um direito, para que estes tipos de casais o exerçam, e, se existe, onde fica o direito das crianças de nascerem e crescerem em uma família segundo as leis da natureza?

Os homossexuais costumam apelar para um pretenso direito de constituírem descendência, o que justificaria a busca dos meios necessários para terem um filho: desde a adoção até a contratação de doadores de esperma, no caso de mulheres, ou de óvulos e de ventre, no caso de homens. Uma proposição desta ordem apresenta várias objeções:

1. Em primeiro lugar, tal demanda corresponde à lógica da produção e do domínio, e não à do amor e da doação. Considera-se a criança, antes, como um objeto que não nasce como dom de amor, senão como exigência de um desejo. Ora, a vida humana tem por origem natural o amor, que se expressa sexualmente entre dois cônjuges unidos em matrimônio; somente a união afetiva e espiritual entre o homem e a mulher implica na possibilidade da vida.

2. Desejar um filho não implica em nenhum direito a tê-lo. Uma criança não pode ser obtida como objeto de direito, pois ela traz em si a dignidade de sujeito; e como sujeito, sim, goza do direito de ser concebida em pleno respeito à sua dignidade de ser humano.

3. Mesmo com relação aos casais heterossexuais, que experimentem um forte desejo psicológico para procriar, não existe nenhuma necessidade vital para fazê-lo. Ninguém morre nem põe em perigo sua saúde física ou psíquica pelo fato de não ter filhos.

4. Não há um direito de ter filho, pois nenhuma pessoa é devida à outra como se fosse um bem instrumental. Portanto, não existe direito de se ‘ter’ um filho a qualquer preço. Isto significaria agir contra a dignidade da criança.

Os países cujas leis são a favor da adoção por parte de pessoas do mesmo sexo, estão se esquecendo dos legítimos direitos que as crianças têm, o de crescerem e se desenvolverem em ambientes adequados à sua condição de seres humanos, por serem dotadas de uma natureza que precisa da figura e do papel de uma mãe e de um pai.

Se há, de fato, tão grande sensibilidade pela proteção da infância, em todo o mundo, por que não perguntam diretamente aos que estão para ser adotados, se eles desejam ter uma mulher a quem chamar de mamãe e papai, ou se preferem mesmo ter duas mamães ou dois papais?

A ideia do autor  é de “ajudar as crianças a enfrentarem momentos difíceis e superarem preconceitos”.

São três livros do novelista destinados ao público infantil, com histórias que auxiliam as crianças no entendimento e aceitação das diferenças: Meus Dois Pais, A Ararinha do Bico Torto e Pituxa, a Vira-Lata.

No primeiro, e mais polêmico por causa do tema para o público infantil, o autor trata do divórcio e das novas configurações familiares. Ele aborda o homossexualismo de maneira inédita para as crianças. Na história, um filho de pais separados aos poucos vai descobrindo e entendendo que o homem que passou a morar com seu pai, após se separar da mãe, não é apenas um amigo dele.

Para Walcyr Carrasco, trazer temas tão importantes e atuais à literatura infantil brasileira é muito oportuno para pais e professores.

“A Série Todos Juntos é um excelente instrumento para começar a tratar de questões delicadas com as crianças”, diz o autor.

As publicações fazem parte da série Todos Juntos, da Editora Ática, coleção sugerida para crianças a partir dos quatro anos de idade.

Em Meus Dois Pais, o autor trata, com naturalidade, do divórcio e das novas configurações familiares – abordando o homossexualidade de maneira inédita para o público infantil. Na história, um filho de pais separados aos poucos vai descobrindo e entendendo que o homem que passou a morar com seu pai, após se separar da mãe, não é apenas um amigo dele.

Em A Ararinha do Bico Torto, Walcyr aborda as diferenças, especialmente para com as pessoas com deficiência. Nesta história, um filhote de arara que nasceu com o bico defeituoso é adotado por uma criança, tornando-se uma ave independente e graciosa.

Já Pituxa, a Vira-Lata narra a história de uma menina cercada de mimos. Ela tem o maior orgulho de seus cães com pedigree e despreza a vira-lata adotada por sua mãe. Mas a garota se surpreende e passa a entender que não é a origem que molda o caráter, quando Pituxa, a vira-lata, amamenta e cuida dos filhotinhos de uma de suas cadelas de raça que acabara de morrer.

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A temática dos outros livros parece boa já que aborda a inclusão e o rompimento de preconceitos.

O problema do “dois pais” é que ele não rompe preconceitos mas objetiva romper CONCEITOS naturais e sociais milenares e presentes em todas as civilizações.

Dar um ar “natural” ao que não é natural é complicado e compromete a sociedade e o futuro e desperta nas crianças, desde a mais tenra idade, uma percepção desencontrada com a verdade o padrão querido por Deus de Homem e Mulher, padrão esse  que gerou o autor , a elas e a todos nós.

Fico pensando na cabeça dessas crianças no futuro, quando se chocarão ao descobrir que não se tem dois pais do mesmo sexo, mas se tem um pai masculino e uma mãe feminina.

Essa verdade não é mutável pelas “novas configurações”  familiares, nem pelos lobbys , pressão social e nem pelos livros, por melhores que sejam.

 

O recente  debate no Parlamento da Argentina sobre a possibilidade de modificar o Código Civil para que pares do mesmo sexo possam contrair casamento moveu a Comissão Executiva do Episcopado reafirmar a postura eclesial sobre o matrimônio.

Diante do debate legislativo, os bispos manifestam, em primeiro lugar, que “o matrimônio, como união estável entre o homem e a mulher, que em sua diversidade se complementam para a transmissão e cuidado da vida, é um bem ao desenvolvimento humano e da sociedade”. 

Portanto, afirmam, “não estamos diante de um fato privado ou uma opção religiosa, mas ante uma realidade que tem sua raiz na própria natureza do ser humano, que é varão e mulher”.

Este fato, acrescentam, “em sua diversidade e reciprocidade, converte-se inclusive no fundamento de uma sadia e necessária educação sexual”.

“Não seria possível educar a sexualidade de um menino ou de uma menina –sublinham– sem uma ideia clara do significado ou linguagem sexual de seu corpo. Estes aspectos que se referem à diversidade sexual, como o nascimento da vida, sempre foram tidos em conta como fonte legislativa na hora de definir a essência e finalidade do matrimônio.

No matrimônio encontram-se e realizam-se tanto as pessoas em sua liberdade, como a origem e o cuidado da vida”.

Para os bispos, as afirmações anteriores não devem ser consideradas “como um limite que desqualifica, mas como a exigência de uma realidade que, por sua própria índole natural e significado social, deve ser tutelada juridicamente. Estamos diante de uma realidade que antecede o direito positivo e, portanto, é para ele fonte normativa no substancial”.

“Afirmar a heterossexualidade como requisito para o matrimônio –insistem os bispos– não é discriminar, mas partir de uma nota objetiva que é seu pressuposto. O contrário seria desconhecer sua essência, quer dizer, aquilo que é.”

E recordam, citando o Catecismo da Igreja Católica, que “o matrimônio não e uma instituição puramente humana, apesar das numerosas variações que têm sofrido ao longo dos séculos nas diferentes culturas, estruturas sociais e atitudes espirituais. Estas diversidades não devem fazer esquecer seus traços comuns e permanentes”.

“O matrimônio se funda na união complementar do varão e da mulher –afirmam– , cujas naturezas se enriquecem com a contribuição dessa diversidade radical. A realidade nos mostra que toda consideração física, psicológica e afetiva dos sexos é expressão dessa diversidade, que, ademais, não se explica em um sentido antagônico, mas de complemento mútuo”.

E recordam que a nova realidade formada pelo varão e a mulher, a família, “‘desde os inícios da humanidade foi protegida pelas sociedades civilizadas, com a instituição do matrimônio”.

Confirma essa realidade, indicam os bispos, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que exige “reconhecer o direito do homem e da mulher a contrair matrimônio e a formar uma família”.

Os bispos recordam que é “responsabilidade de todos proteger este bem da humanidade”.

A relatora da proposta que torna crime a discriminação contra homossexuais, senadora Fátima Cleide (PT-RO), apresentou esta semana na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) uma versão em que ameniza o teor do chamado PL da Homofobia.

Na tentativa de demover a resistência de parlamentares ligados aos segmentos religiosos, Fátima enxugou substancialmente o texto anterior e excluiu qualquer menção direta a homossexuais, bissexuais, lésbicas ou transgêneros, termos substituídos pela expressão “orientação sexual”.

Os 12 artigos previstos no texto original foram reduzidos a quatro. O artigo oitavo, que previa a livre manifestação da afetividade ao universo LGBT (sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) foi simplificado com a retirada do detalhamento da escolha sexual. Além de encurtar a proposta, o novo texto também veda a discriminação de idosos e deficientes físicos, práticas já passíveis de punições em outras leis.

As alterações feitas pela relatora dividem entidades do campo LGBT, mas foram recebidas com simpatia pelo principal opositor ao projeto no Senado, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Ele sinaliza a possibilidade de um acordo, mas pede mais tempo para discutir o assunto. A relatora, entretanto, defende que o texto seja votado pela comissão ainda este ano.

O novo texto tira o caráter específico do projeto, que havia sido concebido exatamente para defender os direitos do público LGBT, que não conta com uma lei exclusiva para assegurar sua liberdade. A nova versão também reduz as punições previstas. Os acusados de discriminação ou preconceito estarão sujeitos a reclusão de um a três anos em caso de impedir acesso a bares restaurantes ou locais semelhantes e abertos. O projeto original, o PL 122/06, previa reclusão de um a cinco anos.

O substitutivo apresentado amplia as leis que já proíbem a discriminação – mas que hoje se restringem a raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. Ele passa a tipificar também como crime o preconceito por “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

“Congresso homofóbico”

Fátima Cleide ( foto)admite ter cedido às manifestações dos parlamentares contrários para fazer as mudanças no novo texto, mas diz que não havia outra saída. Segundo ela, as alterações demonstram sua boa vontade para retomar o assunto.

“Não é possível que essa proposta continue parada com o novo texto. Se isso ocorrer, a sociedade pode falar com tranquilidade que o Congresso é homofóbico”, diz a senadora. “O projeto foi encurtado, mas não perde em nada na aplicabilidade e garantia dos direitos de quem sofre preconceito”, defende a petista.

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado deverá realizar uma última audiência pública, a pedido de Marcelo Crivella, antes de apreciar o novo texto da relatora. “Estamos articulando o debate com as entidades religiosas. As mudanças poderão ajudar. Mas ainda é preciso construir um consenso”, argumenta o senador. Devem participar do encontro, que ainda não tem data marcada, representantes de segmentos religiosos, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Resistência religiosa

Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus e sobrinho do fundador da entidade, Edir Macedo, Crivella é taxativo ao dizer que os debates sobre o novo texto na comissão ainda devem se prolongar.

“Estamos empenhados em coibir a discriminação contra o homem. Agora, não vamos deixar de manifestar a posição da igreja. Da forma como o texto inicial foi apresentado, não dava para votar”, avalia. “O projeto só passou na Câmara porque era uma sessão de quinta-feira com plenário esvaziado”, completa.

O principal argumento apresentado pelos segmentos religiosos é que o projeto vai contra as liberdades individuais. Crivella alega que a proposta fere o direito de liberdade de culto, expressão, fé e opinião, uma vez que o assunto é tema recorrente em cultos religiosos. Com a aprovação da lei, pastores e padres ficam impedidos de fazer qualquer observação discriminatória contra o público LGBT, por exemplo.

De acordo com a relatora na CAS, o texto ainda tem um longo caminho de tramitação no Congresso até virar lei. Caso seja aprovado pelo colegiado, será enviado para a Comissão de Direitos Humanos antes de seguir para o plenário. Como tende a ser modificado pelos senadores, o projeto deve retornar à Câmara, onde foi aprovado em 2006. A proposta original é de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP).

Fonte: Último minuto

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A Igreja não é, e nunca será, a favor do preconceito contra pessoas que tem essa “opção” sexual,porém como a lei estava sendo formulada desrespeitando outros direitos, como a livre expressão e a pregação da palavra de Deus.

Em hipótese nenhuma a perseguição, o assassinato e outras manifestações intransigentes de “combate” a homossexualidade são aceitáveis,mesmo na defesa da verdade, que seria assim mortalmente atingida pelos meios intoleráveis que comprometeriam o seu licito fim de afirmação da verdade de Deus sobre o homem.

Afirma-se,com muita segurança, a heterossexualidade como sendo o designio original de Deus,confirmado de forma inquestionável pela lei natural;àqueles que não se sentem felizes com essa “opção” a Igreja apresenta a boa nova de Jesus Cristo capaz de oferecer um novo sentido para suas vidas.

O suposto preconceito propalado pela midia por parte da Igreja em relação a esse tema,na verdade é apenas o conceito que – em comunhão com outras expressões religiosas e com inúmeros setores da sociedade- é acreditado e defendido pela fé cristã,sem significar o desrespeito a outras opiniões sobre o assunto nem o direito que as pessoas tem de conduzir suas vidas segundo seus valores,sejam eles quais forem.

Apenas pensamos diferente,defendemos nossa opinião e anunciamos a todos a esperança de uma vida nova diante da inevitabilidade como o tema,pleno de ideologia e,sim, de preconceito contra os que não querem essa vivência para suas vidas, é apresentado.

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- À proposito do tema, veja essa notícia vinda da Argentina:

Advogados católicos se pronunciam contrários à lei que legalizaria “matrimônio” homossexual

A Corporação de Advogados Católicos (Argentina), denunciou os projetos de lei que pretendem legalizar o” matrimônio “homossexual no país e explicou que “o requisito que exige nossa lei civil de acordo ao qual o matrimônio deve ser celebrado entre um homem e uma mulher, não pode ser modificado por legislador algum”.

No comunicado que responde aos dois projetos de lei que se debate na Câmara de Deputados, os advogados recordam que “o matrimônio é uma instituição da ordem natural, que existe gravada na mente e no coração dos homens; ou seja, que é própria da natureza humana, apoiada na natureza sexuada do homem, que está orientada à fecundação e a diferenciação sexual a complementaridade, encontrando a mesma orientada ao serviço da intercomunicação inter-pessoal, e dessa maneira, à perfeição dos integrantes do casal”.

“A mesma natureza impele a que se estabeleça certa sociedade entre o homem e a mulher, e nisso consiste o matrimônio, existindo uma abismal diferencia com a união de duas pessoas do mesmo sexo, na qual fica excluída a geração em forma natural”, adicionam.

Do mesmo modo, afirmam que “resulta sem dúvida errôneo qualificar de injusta discriminação o fato de não admitir a celebração do matrimônio entre duas pessoas de igual sexo, pois em tal caso a discriminação tem fundamento e se justifica, dada a essencial disparidade existente entre esse suposto e o do casal heterossexual”.

“Por outra parte –indicam– neste caso tampouco se violou a garantia de igualdade ante a lei, que implica gozar de iguais direitos nas mesmas circunstâncias, já que não se pode afirmar que sejam iguais as circunstâncias dos casais heterossexuais unidos em matrimônio, um de cujos fins naturais é a procriação, e quem, por ser do mesmo sexo, não podem procriar”.

“Outorgar a estas últimas o direito a contrair matrimônio constituiria em boa parte um contra-sentido básico, além de uma perda do perfil da instituição matrimonial, que não interessa à sociedade promover”, concluem.

Dupla de artistas colocou na boneca o órgão sexual masculino

A associação espanhola Decide-T – que reúne gays, lésbicas, transexuais e bissexuais – promove em Alicante, na Espanha, a mostra “Invisíveis: Naturezas Transgressoras”. Na exposição, a boneca Barbie, protagonista do evento, foi transformada em transexual.

As Barbies foram modificadas pela dupla de artistas Andrea Cano e Manuel Antonio Velandia, fotógrafo. Segundo declarações à imprensa, os artistas achavam curioso o fato de a famosa boneca não ter o órgão sexual representado. No entanto, a polêmica foi instaurada quando a dupla disse que as crianças podem visitar a mostra.

A exposição é recomendada para o público de todas as idades, uma vez que estamos a pôr de lado a questão da sexualidade como um tabu – explicou Velandia.

O objetivo dos organizadores é sensibilizar a sociedade para despertar o respeito à diversidade sexual.

Mattel, fabricante da tradicional boneca, declarou que autorização a alteração da boneca.

Site da ABC espanhola.

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Vi as fotos da boneca. É o corpo de mulher com órgão masculino explicito, algo de extremo mau gosto.

Depois saiu essa noticia informando o cancelamento da exposição.

Veja:

A universidade de Alicante, em Valência, cancelou a exposição ‘InVisíveis: Naturezas Transgressoras’, na qual estariam expostas Barbies transexuais, por falta de autorização da Mattel, a empresa que fabrica as referidas bonecas.
A violação dos direitos de propriedade intelectual por parte do fotógrafo e da associação mentora da iniciativa, ‘DecideT’, levou a Mattel a entrar na justiça para defesa dos seus direitos.

O fotógrafo, Manuel Valendia, declarou que não sabia “que a Mattel iria ficar incomodada, mas vamos pedir à empresa que pense nos transexuais que se sentem regularmente pessoas invisíveis e sem direitos”, segundo informações avançadas pelo site ‘ABC’.

xCharles Kane e Victoria em foto divulgada
pela imprensa britânica. (Foto: Reprodução)

O milionário britânico Charles Kane, de 50 anos, fez cirurgia para mudar de sexo duas vezes.

Nascido Sam Hashimi, o homem de negócios, divorciado e pai de dois filhos, mudou de sexo em 1997 e passou a se chamar Samantha Kane, segundo o “Daily Mail”.

À época, ele gastou cerca de  £100 mil (cerca de R$ 274 mil) em operações e ficou tão parecido com uma mulher que chegou até a ter um relacionamento sério com outro ricaço, como ele contou à imprensa local.

Como Samantha, ele passou a trabalhar como designer de interiores e a levar uma vida glamurosa, frequentando o “jet set” do principado de Mônaco.

Mas, em 2004, depois de sete anos vivendo como mulher, ele descobriu que tinha cometido um “terrível engano”, abalado pelo fim de um casamento de 12 anos e pelo afastamento dos filhos.

Ele concluiu que havia enjoado da vida que levava como mulher e que, no fundo, queria continuar sendo homem.

Afirmou que odiava o fato de que os hormônios femininos o haviam tornado instável emocionamente. Ele estava enjoado de ir às compras, e sexo com homens havia sido uma decepção.

Então, cinco anos atrás, Charles gastou mais £25 mil (cerca de R$ 68 mil) em três operações na clínica de gênero do hospital Charing Cross, em Londres, para voltar a ser homem.

Seus implantes de seios foram retirados, e os órgãos genitais foram reconstituídos com enxertos de pele de sua barriga.

Mas o problema é que ele não era mais o homem que costumava ser, e “vestígios” de sua aparência feminina persistiam. Até hoje, ele precisa tomar doses diárias de testosterona, que o seu corpo não produz mais naturalmente.

xSam com sua primeira mulher (à esq.) e como Samantha em Mônaco. (Foto: Reprodução)

Novamente como homem, suas primeiras tentativas de sair com mulheres acabavam em rejeição e humilhação, relatou. Muitas delas desistiam dele quando descobriam sua história.

Mas ele finalmente encontrou Victoria, de 28 anos, e está levando uma vida feliz e está de casamento marcado para o final de 2011. Victoria até se separou do pai de seu filho para ficar com Charles.

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A ideologia do gênero, já postada aqui no blog inúmeras vezes,objetiva tentar legitimar a sexualidade humana como uma construção cultural..

Parece-me ser um caso de transexualismo, mais do que homossexualidade.De qualquer forma, revela algo de nossa sociedade perdida e desorientada que anseia pela verdade,mesmo que não saiba.

Fonte: Notícias pro familia

A comediante britânica e ex-lésbica Jackie Clune publicou um relato de como, exausta pela disfunção emocional de seus relacionamentos lésbicos, ela descobriu em seu relacionamento subseqüente com seu marido uma liberdade de “[caminhar] lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”.“Olhando para meus quatro filhos correndo em volta do jardim com seu pai, parece quase impossível crer que só alguns anos atrás eu jamais imaginava ter uma família”, escreveu Clune numa coluna publicada no jornal Daily Mail da Inglaterra de 26 de junho.

Clune, que é também conhecida como apresentadora e atriz, inclusive em casas de espetáculos, disse que sua iniciação no lesbianismo ocorreu de certa forma mais tarde na vida do que para muitas outras mulheres. Ela foi criada num lar “católico irlandês muito tradicional” e se apaixonou por um homem aos 17 anos. Foi na faculdade que ela achou por acaso um panfleto afirmando que a heterossexualidade é uma mera construção que deve ser alterada à vontade, o que a estimulou a se separar de seu namorado e viver o típico estilo de vida lésbico durante os próximos 12 anos, até que ela completou 34 anos.“Eu estava excitada com a ligação íntima que um relacionamento com outra mulher poderia trazer”, disse ela.

Mas a experiência não foi o que ela de início imaginava que era. Numa entrevista com Penny Wark do jornal Times em outubro de 2005, Clune chamou a cultura lésbica de “ditatorial e intimidatória” e “o oposto do suave nirvana lésbico que eu esperava”.

Apesar da intimidade de seus relacionamentos, Clune confessou que o mundo hiper-emocional de uma ligação sexual de mulher para mulher era “exaustante”. “As mulheres com quem eu saía eram geralmente mais inclinadas a ser inseguras e precisar de confiança e eu me achava no papel masculino de ficar continuamente dando confiança para minhas namoradas”, escreveu ela.

“As sutis mudanças de humor da vida do dia a dia seriam vistas de forma inesgotável”. Clune descreve como uma amante tinha tanto ciúme e insegurança que “toda vez que saiamos uma noite fora… brigávamos e tínhamos de partir”. “De volta a casa, passávamos então as próximas quatro horas discutindo sobre nosso relacionamento e meus sentimentos de lealdade, fidelidade e assim por diante”, escreveu ela. “Nunca terminava”.“Será que você consegue imaginar acordar do lado de uma mulher quando você está com uma intensa TPM (tensão pré-menstrual)?”, acrescentou ela.

No fim, ela disse, o turbilhão emocional a forçou a reconsiderar seu mergulho no lesbianismo — algo que ela diz claramente que “escolheu”, e não que ela tenha nascido lésbica. “Diferente da maioria dos homens, as mulheres evidentemente oferecem umas às outras apoio interminável e praticamente nunca há falta de comunicação”, disse ela. “Mas — por mais que isso pareça bizarro — eu me achei ansiando exatamente pelo oposto”.

Depois de “uma decisão planejada de tentar os homens de novo”, Clune diz que encontrou em seu futuro marido Richard uma “bondade quieta” e “falta de necessidade” que a atraíram. “Senti que estávamos caminhando lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”, escreveu ela. “Era uma sensação natural e nada assustadora. Ele era otimista acerca do meu passado e jamais sofreu as inseguranças que eu vim a esperar”.“Foi um sopro de ar fresco.

Sempre fui ferozmente independente e sentia que eu podia ser eu mesma com ele”.Embora não tenha abrigado nenhum ressentimento para com suas ex-companheiras e estilo de vida, Clune concluiu que ela havia “superado o lesbianismo”.

“Quando somos jovens, nós todos precisamos pertencer a uma tribo e ter uma bandeira sob a qual marchar”, disse ela, acrescentando que “chamar a mim mesma de lésbica era quase como chamar a mim mesma de punk ou gótica”.Ela diz que sua volta à heterossexualidade continua a atrair sarcasmo da comunidade lésbica: uma grande publicação lésbica votou nela como “Lésbica Mais Decepcionante do Ano”, e um grupo de Facebook agora extinto foi estabelecido intitulado “Gente como Jackie Clune Tem de Ser Levada para Fora e Levar um Tiro”.

“Embora as críticas sejam ofensivas, compreendo de onde está vindo — estou deixando todos confusos”, ela diz.Arthur Goldberg, conselheiro credenciado e especialista em auxiliar indivíduos com atração indesejada de mesmo sexo, disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o testemunho de Clune é típico do estilo de vida lésbico.

Goldberg, que co-fundou Judeus Oferecendo Novas Alternativas à Homossexualidade (JONAH), argumentou que se os defensores da agenda homossexual “admitissem quais são os verdadeiros aspectos de muitos relacionamentos [homossexuais]”, a noção de que são simples equivalentes dos relacionamentos heterossexuais não passaria um teste.

“Um dos critérios principais do lesbianismo é a dependência emocional”, disse Goldberg. “Nos relacionamentos de homens gays, é muito mais sobre sexo. Mais tipicamente com mulheres lésbicas… é monogamia, só que de vários relacionamentos consecutivos. Seu relacionamento dura de 2 a 3 anos [em que] você não consegue viver sem a outra pessoa, seu mundo inteiro é essa pessoa, e é por isso que há tanto ciúme no mundo lésbico, e é por isso que há tanta violência no mundo lésbico”.

Goldberg disse que era também comum mulheres, muitas vezes mais “sexualmente flexíveis” do que os homens, escolherem entrar no estilo de vida lésbico depois de alguma experiência de desilusão com os homens, antes de retornarem à heterossexualidade.

O Conselho de Pesquisa da Família (CPF) divulgou um novo relatório analítico na quinta-feira que indica que as mulheres que não cresceram com sua mãe e pai biológicos têm muito mais probabilidade de se envolverem em conduta de lesbianismo como adultas do que as mulheres que cresceram numa família intacta.“Essa pesquisa mina ainda mais a alegação de que a homossexualidade tem em grande parte origem genética ou biológica”, declarou o Dr. Patrick F. Fagan, diretor do Instituto de Pesquisa do Casamento e Religião (IPCR) do CPF, e co-autor do estudo.

“É evidente que fatores sociais têm um impacto importante na possibilidade de uma mulher escolher se envolver em relacionamentos lésbicos”.O estudo foi baseado em dados de 2002 com relação a 7.643 mulheres entre as idades de 14 e 44, extraídos da Pesquisa Nacional de Crescimento da Família conduzida pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

A avaliação dos dados foi conduzida por Fagan e pelo Dr. Paul Sullins, do Departamento de Sociologia da Universidade Católica da América.

Mulheres que cresceram em lares em que seu pai biológico estava ausente tinham probabilidade três vezes maior de terem tido parceiras lésbicas no ano anterior à pesquisa do que mulheres que cresceram com seu pai biológico.“A teoria clássica e as pesquisas iniciais focalizavam no papel importante que a ligação à mãe desempenha no desenvolvimento sexual das crianças”, disse Fagan. “Entretanto, estes dados parecem indicar que o pai também desempenha um papel crucial no desenvolvimento sexual de sua filha. Com a contínua desestruturação da família, é razoável predizer um aumento em conduta lésbica entre as mulheres.

Dificuldades no desenvolvimento da identificação sexual com a mãe aumentarão onde há uma desestruturação de ligação entre pai e mãe”, concluiu Fagan.

O relatório também examinou a correlação entre a atual participação religiosa e conduta homossexual. Mulheres que nunca freqüentam cultos tinham semelhantemente probabilidade três vezes maior de terem relacionamentos lésbicos do que mulheres que freqüentam cultos semanalmente.Quando ambos fatores (estrutura de família na infância e atual participação religiosa) eram combinados, o estudo revelou que só 2,1 por cento das mulheres de uma família intacta que adora a Deus semanalmente tinham tido uma parceira lésbica no ano passado, enquanto mulheres de uma família não intacta que nunca adora a Deus tinham uma probabilidade quatro e meia maior de terem tido uma parceira (9,5 por cento).Clique aqui para fazer o download do relatório em inglês.

Peter J. Smith

A comentarista conservadora Ann Coulter* permaneceu fiel à sua reputação de provocar polêmica durante um discurso para homossexuais conservadores em Nova Iorque no sábado, dizendo-lhes que eles não precisam de direitos especiais e que o casamento é a união de um homem e uma mulher.

De acordo com as reportagens, Coulter encantou, com várias piadas, sua audiência de 150 pessoas importantes na HomoCon, evento gay para levantar dinheiro para o GOProud [entidade de republicanos homossexuais], confessando que foi difícil sair do armário e dizer aos pais dela que eles eram conservadores.

Mas então a famosa palestrante, que costuma falar sem rodeios, disse para sua audiência: “Eu devia ter advertido vocês: nunca deixei de convencer os gays a cair fora desse negócio de casamento gay”.

Em sua reportagem, o site Talking Points Memo disse que Coulter explicou para a multidão que ela apoia o casamento como a união de um homem e uma mulher, pois a essência dessa instituição é fundamentalmente sobre a procriação de filhos. Coulter então declarou com franqueza que manter o casamento definido e restrito para casais heterossexuais não viola os direitos civis dos homossexuais. Ela também disse que o “casamento” de mesmo sexo está sendo “imposto sobre os americanos pelos tribunais”. O casamento, disse ela, “não é um direito civil — vocês não são negros”.Coulter comentou de forma irônica que a endinheirada comunidade homossexual mal se parece com um grupo oprimido — principalmente quando comparada a outras minorias que têm um longo histórico de opressão social.“Os negros devem estar olhando para os gays e dizendo: ‘Por que é que não podemos ser oprimidos desse jeito?’” disse Coulter.

Durante uma sessão de perguntas e respostas com Chris Barron, presidente de GOProud, Coulter pareceu concordar que os políticos que apoiam o casamento tradicional, mas adotam leis de divórcio sem determinação de culpabilidade, estão se envolvendo em hipocrisia, e que os políticos pró-casamento deveriam defender a revogação das leis de divórcio sem determinação de culpabilidade.

O evento, que foi patrocinado pelo GOProud, foi realizado num luxuoso apartamento que dá para a Praça da União em Nova Iorque. O apartamento pertence a Peter Thiel, fundador do PayPal.

O site Politico descreveu o GOProud como uma versão gay do Tea Party [moderno movimento conservador de contestação ao sistema socialista] “com ternos escuros bem-feitos no lugar dos uniformes militares”.Coulter também mirou as políticas federais de bem-estar social, as quais ela culpou por estarem demolindo ainda mais a sociedade por meio da desintegração do casamento. Coulter atribuiu o problema de mais jovens voltando-se para o crime ao crescimento no número de mães solteiras, e culpou as políticas assistencialistas do governo por “subsidiarem a condição de mãe solteira” e provocarem o declínio do casamento na comunidade negra.

Coulter também disse para a audiência da HomoCon que eles têm de apoiar o movimento pró-vida, pois “logo que descobrirem o gene gay, vocês sabem quem é que vai ser abortado”.Ela também lidou com a questão da educação sexual, dizendo que a maioria dos pais quer que seus filhos aprendam a ler e escrever, não sobre o “estilo de vida homossexual”.Antes do evento, muitos estavam especulando que Coulter se esquivaria de questões sociais conservadoras, e que em vez disso ela focaria em assuntos econômicos “de interesse comum”, os quais a maioria dos membros do GOProud apoiaria.

A decisão de Coulter de aparecer num evento não foi em si sem polêmica; ela realmente perdeu um convite para dar uma palestra na Conferência “Retomando os EUA” em 17 de setembro em Miami, Flórida, patrocinada por WorldNetDaily, depois que foi anunciado que ela havia aceitado o convite.Contudo, Bryan Fischer, porta-voz da Associação da Família Americana — falando por si mesmo em seu blog — teve só palavras de louvor pelo discurso de Coulter no evento de GOProud, e pediu desculpas por criticá-la por ela ter concordado em aparecer no evento.“Ann lidou direto com eles e lhes falou, ainda que não estivessem prontos para isso, algumas verdades sem rodeios”, disse Fischer.“Os homossexuais não têm nenhum direito de se casar e os homossexuais não podem reivindicar a condição de minoria oprimida. É por isso que os cristãos toleram muito quando se caçoa dos gays. Assim disse a principal palestrante na HomoCon, que recebeu uma boa grana para ofender seus anfitriões bem na cara deles.“Ann, tudo está perdoado. Um pedido de desculpas jamais demonstrou ser uma atitude tão doce como agora”, escreveu Fischer. “Você não mais é a ‘Joana d’Arc da homossexualidade’, conforme descrevi você no mês passado, você é agora Daniela na Cova dos Leões”.“Não a convidamos aqui porque estamos de acordo em tudo”, disse o diretor executivo de GOProud Jimmy LaSalvia, de acordo com o jornal Daily Caller (DC). “Nós a convidamos aqui porque sabemos que ela dá um grande discurso e tivemos um grande diálogo sobre esse assunto de noite”.

Por sua parte, Coulter disse para o DC que ela estava tentando persuadir os homossexuais conservadores de que o casamento realmente não era questão deles.“A verdade é”, disse ela, “eles já são contra o casamento gay, eles só não querem confessar isso publicamente. Estou tentando fazer com que esses gays saiam do armário”.

artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10092807

* Coulter é colunista de diversos periódicos e escritora de sucesso nos Estados Unidos, com vários livros na lista de best-sellers do The New York Times. É solteira e sem filhos.

Julio Severo

Na prova do Enem do sábado passado, a questão da “homofobia” entrou como pergunta, que definiu “homofobia” como “a rejeição e menosprezo à orientação sexual do outro”.

Lendo a pergunta, o jovem é induzido a fazer um autoexame para ver se ele sente ou não “rejeição e menosprezo”.Uma resposta politicamente incorreta recebe uma classificação reduzida no Enem.

Vejamos pois a pergunta que o MEC elaborou — da forma mais tendenciosa possível — e impôs no último Enem:

“Pecado nefando” era expressão correntemente utilizada pelos inquisidores para a sodomia. Nefandus: o que não pode ser dito. A Assembleia de clérigos reunida em Salvador, em 1707, considerou a sodomia “tão péssimo e horrendo crime”, tão contrário à lei da natureza, que “era indigno de ser nomeado” e, por isso mesmo, nefando.

O número de homossexuais assassinados no Brasil bateu o recorde histórico em 2009. De acordo com o Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais (LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), nesse ano foram registrados 195 mortos por motivação homofóbica no País.

A homofobia é a rejeição e menosprezo à orientação sexual do outro e, muitas vezes, expressa-se sob a forma de comportamentos violentos.

Os textos indicam que as condenações públicas, perseguições e assassinatos de homossexuais no país estão associadas

A)    à baixa representatividade política de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais.

B)     à falência da democracia no país, que torna impeditiva a divulgação de estatísticas relacionadas à violência contra homossexuais.

C)     à Constituição de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, além de impedi-los de exercer seus direitos políticos.

D)    a um passado histórico marcado pela demonização do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerância.

E)     a uma política eugênica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosófico-científicas.

O site “Vestibular Brasil Escola” comentou a questão aqui.

Segundo ele, a alternativa correcta é a letra “D”. E justifica: Fortemente influenciado pelos valores cristãos, o passado colonial brasileiro assistiu a uma constante exclusão de pessoas, e grupos, que não seguissem tais preceitos, como cristãos novos e sodomitas. Através das visitações da Inquisição, tais personagens foram denunciados como desagregadores da sociedade colonial, contribuindo-se para a criação de tabus e preconceitos sociais que se perpetuaram dentro da história brasileira. O machismo e a homofobia atuais acabam sendo reflexo desta herança histórica.

No autoexame induzido, se você escolher “não” à sodomia, você automaticamente se junta à Inquisição e aos assassinos de homossexuais.

Você é um homofóbico! Se você responde “sim”, seu Enem está ok.

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma prova criada pelo Ministério da Educação do Brasil para avaliar a qualidade do ensino médio. Muitas faculdades e universidades usam as notas do ENEM em seus processos seletivos.

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A ampliação do conceito de homofobia feito pelo MEC é maniqueísta e sugere que todas as pessoas que não concordam com a prática homossexual sejam homofóbicas.

À Igreja, citada  no enunciado da questão, é  sugerida como homofóbica  e se despreza o contexto histórico e teológico da afirmação dos clérigos de Salvador, em 1707 !!

Pode-se discordar do comportamento homossexual sem ser homofóbico. A homofobia é uma doença, sua violência intrínseca é antievangélica e a Igreja JAMAIS a estimulou.

Nenhum cristão pode ser a favor da homofobia. A Fé cristã rejeita o pecado e não as pessoas.

Terra

A candidata à presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, afirmou que a união civil entre homossexuais não é questão relativa à religião. “O que é relativo à religião é o casamento entre homossexuais, união civil é uma questão de direitos civis”, explicou.

Questionada se ela era homossexual, Dilma disse que não iria responder. “Tenho uma filha e sou avó, pelo amor de Deus. Me desculpe. Não vou discutir neste nível”, contestou irritada. As afirmações foram feitas na tarde desta quarta-feira (13) durante visita ao Centro Integrado de Reabilitação, que atende pessoas com deficiência física e motora, em Teresina, Piauí.

Dilma condenou ainda o preconceito que, segundo ela, vem pautando a disputa eleitoral no segundo turno. “Estamos no século XXI e é inadmissível que se aceite como padrão uma campanha eleitoral em que a temática seja o preconceito”.

Dilma Rousseff reafirmou o compromisso firmando com evangélicos na manhã desta quarta-feira, em Brasília, de não enviar nenhuma legislação ao Congresso que altere a lei do aborto ou questões religiosas. “O compromisso que assumo, posto que o Brasil é um Estado laico, é de jamais enviar legislação ou sancionar lei ao direito das religiões”, garantiu. A candidata enfatizou ainda que “o casamento entre homossexuais ou outra opção sexual é algo que ninguém pode interferir”.

À epoca do lançamento, o pastor justificou:

“São 600 outdoors espalhados pela cidade com o objetivo de defender os princípios cristãos e valorizar a família.Existem movimentos na sociedade e leis perigosíssimas tramitando no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas com o intuito de violentar os princípios cristãos

Precisamos despertar para a gravidade dessa questão. Somente com Cristo é possível preservar os valores estabelecidos na Bíblia para a família. O povo de Deus tem papel fundamental na propagação dessa verdade. Não podemos olhar um quadro desafiador como esse e ficar de braços cruzados“, adverte o pastor.

Os ativistas alegaram que as mensagens são preconceituosas e estimulam a violência contra os gays.

Nesta quinta-feira (14), o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, voltou a dizer que é a favor da união civil entre homossexuais. Para ele, a questão do casamento é relacionada à religião e cada igreja deveria decidir sobre isso.

Mas, no que diz respeito a igualdade de direitos, o tucano disse ser favorável. Segundo ele, a união em torno de direitos civis já existe no Judiciário.

A declaração foi feita após assinatura de uma carta de compromissos elaborado por um fórum de ONGs que atuam com a questão da Aids no Brasil. 

O presidenciável evitou falar sobre as posições da adversária Dilma Rousseff (PT) que deve divulgar em breve uma carta em que se compromete a não encaminhar ao Congresso propostas de modificação de leis relacionadas a temas como aborto e a homofobia.

- Ela tem lá os problemas dela. Diz uma coisa, outra hora diz outra.

Doutor Nicolás Lafferriere

O doutor Nicolás Lafferriere, diretor geral do Movimento FUNDAR, na Argentina expôs esta semana ante a Comissão de Legislação Geral da Câmara de Deputados da Nação uma série de sólidos argumentos que explicam sua posição de rechaço aos dois projetos legislativos de modificação do Código Civil e legalização das uniões de pessoas do mesmo sexo.

Lafferriere assinalou que  o matrimônio não é uma simples etiqueta que se coloca ou se retira de certas formas de união entre pessoas (como se o pudéssemos chamar associação ou outro tipo de denominação), mas sim expressa essa peculiar instituição humana que oferece o melhor âmbito para a entrega mútua entre homem e mulher que está na base da transmissão da vida humana”.

Ao referir-se à adoção por parte de homossexuais, o perito disse que “se desintegra seriamente essa nobre instituição jurídica, que deixa de estar em função do interesse superior da criança e se converte em um mecanismo para prover um filho a certos pais. Isso sem considerar as objeções que se destacam em torno dos efeitos sobre a identidade das crianças de uma tal possibilidade de adoção por parte de uniões homossexuais”.

Lafferriere rechaçou logo a procriação artificial nas uniões homossexuais pois suporta a “uma desumanização do ato de transmissão da vida, que se converte assim em um mero procedimento técnico de ‘fabricação’ de um filho, para satisfazer uma ‘vontade de procriação” recortada totalmente dos pressupostos biológicos da união sexual entre homem e mulher”.

“Os projetos, ao redefinir matrimônio, pretendem conceder às uniões de pessoas do mesmo sexo ‘todos os benefícios’ do matrimônio, sem cumprir com essa função social que sim é cumprida, de maneira própria, específica e excludente, pelo matrimônio entre varão e mulher. Resulta objetável, neste sentido, o artigo 33 do projeto da Deputada Vilma Ibarra, que concede uma sorte de ‘cheque em branco’ ao pretender equiparar ao matrimônio às uniões de pessoas do mesmo sexo em todo o ordenamento jurídico”.

Depois de advertir que neste delicado tema os legisladores têm uma grande responsabilidade, o perito concluiu exortando a fortalecer a instituição familiar: “se queremos contribuir ao verdadeiro desenvolvimento nacional temos que caminhar na direção de fortalecer ao matrimônio entre homem e mulher, como instituição estável que oferece o âmbito adequado para a transmissão da vida humana e a geração de uma sociedade mais fraterna e justa”.

Folha de São Paulo
Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que se estabelece entre o Brasil oficial e o Brasil profundo.”

A reviravolta imposta pelo eleitorado ao mundo político-publicitário, nas eleições presidenciais, é tema que se impõe.

Não me atenho ao palco eleitoral, no qual os figurantes desenrolam seus papéis para convencer o público e arrastá-lo a uma escolha.

Chamo a atenção para a larga e vigorosa fatia da opinião pública capaz de reescrever o roteiro do pleito eleitoral.

A falta de ideias, de princípios e de debates sobre problemas nacionais marcou a campanha do primeiro turno. Prognosticou-o o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao afirmar que o teatro eleitoral se organizava para esconder o que verdadeiramente estava em discussão.

Coube à revista “Veja” sintetizar graficamente a frustração do público diante de tal vácuo, com uma capa em branco, a simbolizar as “grandes propostas para o Brasil feitas na campanha presidencial”.

A falta de autenticidade somou-se à falta de representatividade dos principais candidatos -todos eles de esquerda-, deixando o amplo setor conservador do eleitorado sem legítimo porta-voz.

O quadro eleitoral, segundo dogmatizavam inúmeros “especialistas”, caminhava para a vitória arrasadora do lulo-petismo, com uma população indiferente a princípios e valores e embaída pelos benefícios de uma situação socioeconômica favorável.

O mundo publicitário e político -mais precisamente, preponderantes setores da esquerda- se enganou com relação ao país. De tanto prestar atenção ao Brasil oficial, acreditou que a nação se cinge a essa minoria frenética e aparatosa, mas superficial.

Ignorou os brasileiros, silenciados nos seus anelos mais autênticos -particularmente nos morais e religiosos-, que se moviam e preparavam uma “vingança”.

À margem das estruturas partidárias e políticas, esse Brasil fez irromper como um gêiser, no panorama artificialmente inexpressivo, as preocupações que assombram a maioria silenciosa, pacata e conservadora de nossa população.

O tema do aborto despontou com ímpeto chamativo. Mas foi a panóplia de metas radicais do PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos) o que maior apreensão causou em vastos setores da sociedade.
As ameaças do PNDH-3 -cavilosamente adjetivadas de “boataria”- fizeram vislumbrar o gérmen da perseguição religiosa, ao pretenderem subverter os fundamentos cristãos que ainda pautam a sociedade e tutelar sectariamente os indivíduos.

O mundo político-partidário e as potentes tubas publicitárias tentaram celeremente adaptar-se à realidade, a tanto custo abafada. Sinal inequívoco da crescente fraqueza desse Brasil de superfície, que tenta relegar ao anonimato o Brasil autêntico, que quer se manter fiel a si mesmo, às suas tradições, ao seu modo de pensar e de viver.

Assistimos a uma verdadeira insurreição eleitoral. Qualquer que seja o resultado do presente pleito, que sirva de lição para o grave divórcio que vai se estabelecendo entre o Brasil oficial e o Brasil profundo. Outras surpresas sobrevirão.

Mas do que retratar, a revista aproveita a chance para nos desrespeitar. Mas do que retratar, a revista aproveita a chance para nos desrespeitar.

Fonte: En Garde

Quem acha que o clima de ataques e acusações à Igreja arrefeceu um pouco nos últimos dias está redondamente enganado. A Igreja continua pagando o preço da má-fama e da imoralidade de ALGUNS clérigos.

Por conta disso, abundam ofensas graves à Fé Católica, sátiras das mais diversas, e matérias completamente tendenciosas [e injustas para com a esmagadora maioria dos sacerdotes católicos - que vivem fielmente o seu celibato].

A última destas reportagens, no estilo “Roberto Cabrini”, foi feita pela revista italiana Panorama.

 

 

 

 

 

 

 

 

A respeito desta matéria na Panorama, diz o site da Revista Veja diz:

Baseada em um mês de investigação com câmeras escondidas, uma longa reportagem expõe três religiosos sob o título “As Noitadas dos Padres Gays”. Há fotos dos padres em clubes e a capa da revista mostra um homem de batina, segurando um rosário, com as unhas pintadas de rosa.

Embora eu tenha achado na internet o site da citada revista, bem como um blog conexo, acho desnecessário reproduzir aqui o que está disponível lá. As cenas de vídeo, bem como as fotografias que foram tiradas, são bastante fortes. Realmente chocantes. [Dói no coração ver o padre que momentos antes compartilhara o leito com outro homem paramentar-se logo em seguida para celebrar o Santo Sacrifício da Missa...]

“E por que choca?” – perguntei-me hoje. Por causa da incoerência.

A incoerência – ou vida dupla, ou falsidade, como queiram chamar – realmente nos choca. Sobretudo a nós, cristãos, dos quais – como ensinaram os Santos Padres – se espera unidade de vida. Espera-se que as nossas palavras correspondam às nossas obras, e que as nossas obras manifestem aquilo que anunciamos. Nada menos que isso. E aí está a grande luta da vida cristã: uma luta por coerência.

“Mas uma sociedade que faz apologia do sexo livre e do homossexualismo pode exigir coerência, fidelidade ou retidão de quem quer que seja?” – perguntei-me em seguida. “Sim, pode” – respondi para mim mesmo. A sociedade – mesmo estando afundada em pecado e sendo amante da luxúria – ainda se choca com esses casos de infidelidade sacerdotal.

Só agora me dou conta de que isso é bom. É ótimo, na verdade. É prova de que a Moral realmente transcende o tempo e as culturas, e supera a letra da Lei. É prova de que o homem tem gravado dentro de si as leis eternas e imutáveis que devem pautar, reger, a conduta humana. O clamor por coerência aponta para um mínimo de bom senso moral.

Frise-se (i): a revista Panorama, na realidade, em nenhum momento quis incentivar, muito menos exigir, a fidelidade ao celibato. Na visão dela, o ideal é que a Igreja possa “acolher” esses padres gays de modo a permitir que eles assumam sua “opção” sexual e, assim, oficializar a sua vida dupla.

A proposta dela [inaceitável, é claro] é a de homossexuais possam ser admitidos ao sacerdócio. Como para a Igreja essa argumentação “não cola”, eles acabam “chutando o pau da barraca” e lançando mão de ofensas gratuitas e injustas.

Os inimigos da Igreja não são bobos: ultrajam-na publicamente para pô-La em descrédito perante todos, para enfraquecê-La, para desmerecer a validade de Seu posicionamento em matéria de Moral. Debalde tentam calar-Lhe a voz. Não sabem eles que a voz que lhes oprime a consciência – e os leva, muitas vezes, a querer fugir de si mesmos – é a do próprio Deus. Não sabem eles que, ainda que a voz cale, a Palavra não passa… Não sabem eles que a consciência (aquele “morcego” de que falara Augusto dos Anjos) habita os nichos silenciosos do coração, onde ressoa só – e somente só – a Voz do Deus Altíssimo.

Frise-se (ii): de muito mau gosto, e profundamente ofensiva à piedade católica, é a capa da revista. O uso que se deu ao Rosário da Virgem Maria, colocado-o entre mãos másculas com unhas pintadas de rosa, fere o sentimento religioso dos católicos em todo o mundo.

E Deus segue tirando dos males que advêm à Sua Igreja os bens de que necessita o homem. Assim, dos ultrajes que a Esposa de Cristo tem sofrido, Deus sabe tirar os últimos resquícios de moral que existem no coração enlameado desta “geração má e adúltera” [Mt 12,39].

San Juan

Grupos de cidadãos saíram às ruas das cidades argentinas com panelaços em defesa do casamento, pedindo a revogação do voto do parlamento que incluiu o “casamento” sodomítico no Código Civil.

A população sente-se enganada por um processo legislativo que correu por baixo do pano e por deputados e senadores que prometeram votar no sentido contrário do que fizeram

O chefe do Cartório de Registro Civil da cidade de Concordia, na província de Entre Rios, fronteira com o Brasil, Alberto Arias, exprimiu no domingo sua rejeição ao “casamento” entre pessoas do mesmo sexo “por razão de consciência”. Ele delegará a obrigação a um funcionário caso alguém tente esse falso casamento.

Os cidadãos querem o veto em defesa do casamento. Apesar da impopularidade generalizada a reforma ameaça o próprio fundamento da família ? casamento ? equiparando-o às uniões homossexuais. É também uma ameaça contra os direitos da criança.

Arias, refletindo o sentimento da maioria da cidadania, declarou sua convicção de que não pode ser chamada de “casamento” a união de um par de duas pessoas do mesmo sexo.

Esta é a segunda rejeição da reforma do Código Civil nos últimos dias. Na sexta-feira, na cidade de General Pico, província de La Pampa, a juíza Martha Covell, também se recusou a “casar” homossexuais “por questão de princípios religiosos”.

A rebelião cívica em defesa do matrimonio, longe de ser desencorajada pela ratificação parlamentar do projeto, reforçou panelaços em todo o país exigindo o veto à Lei comicamente apelidada de “gaymônio”.

Espontaneamente, os cidadãos chamando uns aos outros, na Capital Federal reuniram-se em grande número perante o Congresso Nacional para repudiar a lei, batendo panelas e objetos em rumoroso protesto

Em San Juan

Na Praça 25 de maio de San Juan, província do noroeste, a convocação foi feita através de SMS, Facebook, e e-mails.

A rejeição da reforma do Código Civil para equiparar as uniões homossexuais ao casamento levou os cidadãos a continuar saindo às ruas para defender a família e defender o direito de menor de ser educado por um pai e uma mãe. Os manifestantes também protestaram contra a capciosa doutrinação do “gênero”. Esta exige educar as crianças na falsa idéia de que ninguém nasce com um determinado sexo, mas que cada um escolhe o que quer.

Em San Juan, a convocação começou ao meio-dia, mas espalhou-se por todo o país. Muitos em outras cidades seguiram o exemplo em protesto contra o governo e os partidos políticos que aprovaram a lei.

Tucumán

O bispo de San Juan, D. Alfonso Delgado, disse que a lei do casamento homossexual “não tem a necessária legitimidade social” e foi feita à revelia das convicções do povo.

D. Delgado disse que a luta não acabou com a derrota parlamentar. “O compromisso com a dignidade do indivíduo, família e as crianças que são mais vulneráveis não termina com esta votação no Senado”.

“A norma jurídica aprovada não tem a necessária legitimidade social, porque contradiz um amplo consenso social observado no país. Trata-se de um grave dano ao bem social”, acrescentou.

Em Tucumán

Na populosa cidade de Tucumán, norte argentino, diferentes setores convocaram outro panelaço na Praça da Independência, na noite de quinta-feira 15 de Julho, repudiando “a covardia do senador provincial Sergio Mansilla”.

Os manifestantes também repudiaram a atitude da senadora Beatriz Rojkés, que votou contra a vontade do povo de Tucumán que ‘representa’, segundo disseram os organizadores. Não é uma questão de partidos, mas uma questão de valores básicos como a família que estão por cima de qualquer outra consideração.

Deputados e senadores, habituados à impunidade, estão descobrindo que em matéria como vida e família o povo pune em democracia de um modo que os têm espantados.

No Brasil, as esquerdas anti-vida já se preparam para desencadear nova ofensiva estimuladas pela lei argentina.

Kathleen Gilbert

Para Yvonne Moore, quando sua congregação batista do Sul realizou uma “cerimônia de compromisso” lésbico, não foi só algo contra a Bíblia — foi uma traição pessoal.

A traição levou a idosa negra, que havia frequentado a Igreja Batista da Aliança em Washington D.C. durante 37 anos, a processar para que suas doações semanais fossem devolvidas — doações avaliadas em aproximadamente 250 mil dólares.

“Fiquei transtornada — eu dou para a igreja dez centavos de cada dólar. Eu pago dízimos, e eles não respeitaram os membros o suficiente para nos escutar”, disse Moore numa entrevista da CNN publicada na quinta-feira. “Não acredito nessas coisas. Sou uma batista do Sul. A Bíblia fala contra o homossexualismo — não se pode levar isso para dentro da igreja”, disse ela.

Moore diz que frequentou o evento não acreditando que ocorreria em sua igreja, e achou a cerimônia “totalmente repugnante”.

Evidentemente, Moore não é o único membro transtornado com a mudança: a reportagem da CNN menciona brevemente que a congregação perdeu metade de suas famílias por causa do descalabro. Os pastores Christine e Dennis Wiley, porém, foram obstinados em sua decisão de celebrar a união da dupla lésbica.

“Não dá para você simplesmente ler uma Bíblia e pensar que de certa maneira você não dominou a palavra de Deus”, disse Dennis Wiley.

Mais tarde Moore desistiu do processo, embora tenha dito que não voltará mais àquela igreja.

Num encontro anual neste mês, os líderes americanos dos batistas do Sul aprovaram resoluções se opondo à normalização da homossexualidade nas forças armadas e no ambiente de trabalho.

O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco estados que revogaram a definição legal de casamento entre um homem e uma mulher.

As autoridades desistiram de suas acusações contra Dale Mcalpine, um pregador de rua evangélico de Workington na Cumbria. Ele havia sido preso  em 20 de abril depois de ser denunciado pela polícia por um agende policial de apoio a comunidade (APAC) que era homossexual. Mcalpine tinha, em conversas particulares com um transeunte durante seu dia de pregação, dito que a atividade homossexual é pecado, de acordo com o ensino da Bíblia.

O Instituto Cristão relata que depois de rever a evidência, promotores federais decidiram desistir de suas acusações de “vandalismo”.

“Foi uma acusação ridícula. Eu jamais deveria ter sido preso. Estou aliviado que eles tenham visto a sensatez”, disse Mcalpine.

Mcalpine, de 42 anos, diz que já vai voltar à sua pregação de rua, uma tradição que data do século XVII na Inglaterra. “Essa é uma vitória para a liberdade de expressão”, disse ele. “Espero que não estejamos decaindo para uma sociedade com uma polícia estatal e com uma polícia que trata como crime as opiniões pessoais. Não vejo a hora de voltar às ruas para pregar a Palavra de Deus”.

Mcalpine disse que está considerando possível ação contra a polícia, com a assistência legal do Instituto Cristão. “Sou um homem cristão. Perdoo a polícia. Mas é importante que isso não aconteça com ninguém mais”.

Um porta-voz da Procuradoria Federal disse: “Mantemos os casos sob constante revisão e seguindo uma revisão adicional de todas as evidências nesse caso não estávamos mais satisfeitos de que havia evidência suficiente para fornecer uma probabilidade realista de condenação e temos pois cessado as medidas legais contra o Sr. Mcalpine”.

Em declaração após sua prisão, Mcalpine disse: “Não sou homofóbico. Não odeio gays. Então eles disseram que é contra a lei dizer que a homossexualidade é pecado. Fui preso. Isso é loucura, não?”

Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse: “A polícia da Cumbria não pode simplesmente sair-se assim como se não tivesse feito nada de errado. Eles prenderam e acusaram um homem inocente apenas porque ele expressou pacificamente suas convicções religiosas”.

“E essa perseguição vem ocorrendo em outras partes do país também. Portanto, não há a menor dúvida de que há um problema no sistema e tem de ser corrigido”, continuou ele.

Steve Johnson comandante da polícia de West Cumbria, defendeu as ações da polícia, dizendo: “Nossos policiais e equipe muitas vezes fazem decisões difíceis enquanto pesam a lei e os direitos das pessoas”.

Johnson continuou, dizendo que embora “as opiniões e interpretações sejam diferentes”, ele queria assegurar ao público “que respeitamos, e temos o compromisso de sustentar, o direito fundamental à liberdade de expressão. Temos o compromisso de manter a paz e impedir as pessoas de se sentirem alarmadas ou angustiadas com as ações de outros em locais públicos”.

Quando foi preso, Mcalpine disse que a polícia notou que parte do delito pelo qual ele estava sendo preso era ter dito que a homossexualidade é pecado numa voz “suficientemente alta que poderia ser ouvida” por outros. Depois de sua prisão, Mcalpine foi colocado numa cela por sete horas. Durante esse tempo, ele pediu sua Bíblia. “Eu a li e cantei hinos como Maravilhosa Graça tão alto quanto eu podia”, disse ele.

Sam Adams, o APAC que chamou a polícia para prendê-lo, é um ativista homossexual que se identificou para Mcalpine como o agente responsável pelas relações da polícia com as lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

A Lei de Ordem Pública de 1986, sob a qual Mcalpine foi preso, tinha o objetivo de lidar com o problema do vandalismo das torcidas de futebol, mas recentemente foi usada para controlar a liberdade de expressão. Em abril do ano passado, a polícia acusou Ben e Sharon Vogelenzang, hoteleiros cristãos, sob a Lei, alegadamente por “insultarem” uma hóspede muçulmana em seu hotel de Liverpool. Embora tenham sido inocentados das acusações, o casal disse que o incendente provocou muita publicidade negativa, e levou seu negócio à falência.

A Lei também foi usada em 2002 contra o aposentado Harry Hammond, que foi condenado sob a Seção 5 depois de pregar em Bournemouth. Hammond segurava um cartaz que dizia: “Detenham a Imoralidade. Detenham o Homossexualismo. Detenham o Lesbianismo. Jesus é Senhor”.

Em 2006, a polícia prendeu e acusou o ativista cristão Stephen Green por entregar folhetos num festival de Orgulho Gay em Cardiff.

A prisão de Mcalpine ocorreu apenas poucas semanas depois que Shawn Holes, um pregador americano que estava visitando a Escócia, foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer, em resposta a uma pergunta direta, que a atividade homossexual é pecado. Holes, que não contestou a acusação, pagou a multa e voltou aos EUA.

Sam Webster, advogado do Instituto Cristão, disse que não é crime expressar a convicção de que a conduta homossexual é pecado. “Um cristão que permanece em local público e expressa suas convicções religiosas na esperança de persuadir as pessoas que passam acerca de suas convicções — isso é liberdade de expressão.

“Sim, a polícia tem o dever de manter a ordem pública, mas eles também têm o dever de defender a legítima livre expressão dos cidadãos. Não cabe à polícia decidir se as opiniões de Mcalpine estão certas ou erradas. A jurisprudência decidiu que a convicção cristã ortodoxa de que a conduta homossexual é pecado é uma convicção digna de respeito numa sociedade democrática”.

Famílias cristãs” modernas” têm geralmente 2 filhos.

Não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna.

Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar.

Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo.

Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes.

Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.

Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres.Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.

Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários abortos ou filhos ilegítimos.

Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por: * Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.

Esses grupos deformados, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.

Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar. O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir

Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família.

Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão.

Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer? A Holanda, que outrora era uma forte nação cristã, já deu a resposta oficial: eutanásia.A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto.

A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.

Grandes mudanças estão vindo para as forças armadas dos Estados Unidos.

O Congresso parece estar a ponto de aprovar um projeto de lei que exigirá a eliminação de política “Não pergunte, não diga”, em vigor desde 1993, [a qual proíbe homossexuais de se assumirem nas forças armadas].

Com o apoio do governo de Obama, e com maiorias democratas em ambas as casas do Congresso, parece que a normalização oficial do homossexualismo dentro das forças armadas dos EUA poderá ocorrer a qualquer momento neste verão, depois que o Pentágono finalizar sua análise.

Na quinta-feira passada, a Câmara dos Deputados votou 234 a 194 para anular a política. Naquele mesmo dia, a Comissão de Serviços Armados do Senado votou 16 a 12 para mudar a política. Espera-se neste mês uma votação no plenário do Senado.

Exonerações das forças armadas dos EUA por atividade homossexual datam desde a Guerra Revolucionária, e até 1993 o serviço militar operava sob uma política que identificava a homossexualidade como “incompatível com o serviço militar”.

“Não pergunte, não diga” era uma política de concessão que entrou em vigor depois que o presidente recém eleito Bill Clinton não conseguiu persuadir o Congresso e o comando militar a eliminar as restrições ao serviço de homossexuais nas forças armadas.

De acordo com a política, os soldados não seriam indagados sobre sua orientação sexual, mas se uma orientação sexual se tornasse uma questão conhecida, o indivíduo poderia ser exonerado das forças armadas. Desde 1993, os ativistas homossexuais têm visto a eliminação da política “Não pergunte, não diga” como um grande objetivo de sua agenda. Agora, eles estão pertos de ver o cumprimento desse objetivo.

As campanhas deles têm sido muito auxiliadas por uma mudança documentada na compreensão do público acerca da questão. Dentro de um curto espaço de tempo, ocorreu uma mudança enorme nas atitudes do público. Embora reações a essa questão dependam muito de como a pergunta é feita, a oposição do público ao serviço de homossexuais nas forças armadas diminuiu de forma visível. Essa mudança é parte da transformação maior de valores morais em questões da sexualidade que ocorreu durante a década passada.

Por isso, agora que a plena normalização da homossexualidade nas forças armadas dos EUA está surgindo no horizonte diante de nós, será que estamos prontos para tudo o que isso significa? É quase certeza que não.

Há realidades enormes que compõem a natureza importante dessa mudança política.

A primeira é a centralidade da identidade ou orientação sexual para a vida humana.

A segunda é a enorme influência institucional e simbólica das forças armadas na vida americana. A terceira é a ameaça à liberdade religiosa representada pela normalização da homossexualidade nas forças armadas.

A Centralidade da Orientação Sexual — Fora do Armário é Identidade Pública.

Nesse ponto, os profetas da revolução sexual estavam certos: a identidade e orientação sexual são importantíssimas para o senso de identidade pessoal de um indivíduo, e a pessoa pública de um indivíduo. Historicamente, exércitos têm lidado com isso normalizando a heterossexualidade e fazendo todo o possível para fundir indivíduos numa unificada força de combate. Nesse processo de formar coesão na unidade, os indivíduos são em grande parte despidos de suas identidades pessoais a fim de assumir a identidade exclusiva da unidade.

Escrevendo no começo da política “Não pergunte, não diga”, John Luddy, ex-oficial de infantaria dos fuzileiros navais, explicou como esse processo funciona:

O combate é um esforço de equipe. Para ganhar em combate, os indivíduos precisam ser treinados a subjugar seu instinto individual de auto-preservação às necessidades de sua unidade. Já que a maioria das pessoas não tem inclinação natural para fazer isso, o treinamento militar tem de demolir um indivíduo e remoldá-lo como parte de uma equipe. É por isso que os recrutas renunciam a seu primeiro nome e parecem, agem, se vestem e treinam iguais. Para parafrasear um velho instrutor de treinamento, o corpo de fuzileiros navais não é uma lanchonete — não dá para fazer as coisas do seu jeito.

A normalização da homossexualidade dentro das forças armadas não significa meramente o fato de que indivíduos que têm uma orientação homossexual não mais serão exonerados das forças armadas. Significa também que algo tão importante para a experiência e identidade humana como a sexualidade agora complica a situação. A presença de indivíduos assumidamente homossexuais nas unidades militares, nos alojamentos militares e na cultura militar muda a própria natureza da coesão da unidade. Além disso, muda a natureza das forças armadas como instituição. Para todas as complexidades de demolir a identidade individual a fim de construir uma identidade comum, um foco inevitável na orientação sexual agora inverterá a lógica inteira.

A revogação de “Não pergunte, não diga” em si não estabelece uma nova política abrangente. Como James Dao do New York Times relata, há muitas “questões espinhosas” que têm de ser decididas:

Soldados assumidamente gays serão colocados em alojamentos separados, como defendeu o comandante dos fuzileiros navais?

Que benefícios, se é que há, os parceiros ou “cônjuges” de soldados homossexuais ganharão?

Todas as unidades militares serão obrigadas a tratar os homossexuais como iguais? E que tipo de treinamento os oficiais heterossexuais e as tropas alistadas receberão para prepará-los para servir com soldados, marinheiros, aviadores e fuzileiros assumidamente gays?

Essas questões são apenas a ponta do iceberg no que se refere às “questões espinhosas” que qualquer nova política tem de regulamentar. O maior desafio que a normalização da homossexualidade representa dentro das forças armadas não é o fato de que indivíduos homossexuais servirão em uniforme. Considerando a distribuição da homossexualidade dentro da população, podemos estar certos de que o serviço corajoso de indivíduos homossexuais foi o caso desde o começo.

O maior desafio será representado pelo fato de que a homossexualidade será agora assumida, com tudo o que isso significa em termos de identificação com a cultura e relacionamentos homossexuais. Como é que se define coesão da unidade depois dessa revolução moral?

As Forças Armadas dos EUA e a Condição da Cultura Americana

Desde o nascimento dos EUA, as forças armadas têm um lugar consagrado como instituição que forma a cultura. Nossa vida nacional é moldada por várias forças institucionais, mas poucas têm o poder que as forças armadas dos EUA têm. A admiração do público para com as forças armadas é reforçada pela realidade do controle civil sobre os militares, e o serviço uniformizado tem sido um meio importante de estabelecer a identidade e cultura nacional.

Os resultados dessa influência têm sido esmagadoramente positivos. A bem-sucedida integração racial das forças armadas foi indispensável para o movimento de direitos civis. As forças armadas têm preservado os valores nacionais da honra, coragem e serviço. Poucas instituições podem se comparar com a influência enorme das forças armadas na posição de moldar a cultura nacional.

É por isso que a normalização da homossexualidade dentro das forças armadas tem sido tal meta fundamental do movimento homossexual. As três barreiras institucionais mais importantes para a plena normalização da homossexualidade na sociedade são as forças armadas, as leis de casamento e as igrejas. Por esse motivo, todas essas três forças institucionais têm sido alvos diretos por parte daqueles que querem promover a plena aceitação da homossexualidade. Um foco nessas instituições é essencial quando se quer reconhecer a homossexualidade como em pé moral e cultural de igualdade com a heterossexualidade. Não há surpresa aí.

Deve-se reconhecer que a normalização da homossexualidade dentro das forças armadas dos EUA terá efeitos muito além das forças armadas. As mudanças mais imediatas aparecerão mais próximas onde os militares estão concentrados, tanto geográfica quanto culturalmente. Empresas que fazem trabalho para as forças armadas, indivíduos que oferecem moradia e muitos serviços para militares e outros similarmente conectados com os serviços armados serão os primeiros a ser obrigados a responder a esses efeitos e se adaptar à nova realidade militar. Daí, os círculos da influência militar se estenderão ao resto da sociedade de uma maneira ou de outra.

A rejeição da política “Não pergunte, não diga” não envolve só a questão militar — é por isso que há uma grande campanha direcionada para revogá-la.

Liberdade Religiosa — Convicção em Conflito com a Nova Cultura Militar

Entenda: a revogação da política “Não pergunte, não diga” representará uma ameaça clara e presente para a liberdade religiosa daqueles que vestem o uniforme americano, principalmente para aqueles que servem como capelães.

As forças armadas atuam sob um conjunto claro de normas e expectações. Quando a homossexualidade for normalizada nas forças, uma inteira rede interconectada de leis, regulamentos, ordens e políticas acabarão mudando também. Como entendem muito bem aqueles que estão promovendo a normalização da homossexualidade, qualquer política que cumpra esse objetivo necessariamente punirá os militares que não se adaptarem à nova expectação. Em outras palavras, haverá uma reversão automática da lógica militar predominante sobre a questão da homossexualidade. Atualmente, as forças armadas operam sob políticas que identificam a homossexualidade assumida como incompatível com o serviço militar. Com uma mera canetada aprovando uma lei, essa política não só será revogada, mas também será invertida. A homossexualidade será transformada de algo que é oficialmente “incompatível com o serviço militar” para uma realidade que deve ser protegida por leis e regulamentos sobre discriminação, avanço, promoção e cultura militar.

O que isso significará para aqueles nas forças armadas que crêem, baseados em suas sinceras convicções religiosas, que a (prática) homossexualidade é pecado? Defender ou expressar tal opinião será contrário à posição e políticas oficiais das forças armadas. Agora mesmo, empregados de muitas empresas no mundo civil se queixam de discriminação em promoção e avanço de carreira se, por exemplo, não concordam em colocar uma bandeira do orgulho gay em sua mesa de escritório durante o Mês do Orgulho Gay. Não é que eles se recusem a trabalhar e cooperar com colegas homossexuais, mas eles não podem celebrar a homossexualidade em si. Só espere até essa lógica atingir as forças armadas.

E quanto aos capelães militares? O que eles terão permissão de dizer e ensinar sobre a homossexualidade? O que eles farão, por exemplo, quando um soldado cristão vir em busca de aconselhamento sobre suas lutas contra a tentação homossexual? Como é que um capelão que veste uniforme militar poderá aconselhar que o que as forças armadas dizem que é normal e sem importância moral é o que a Bíblia, apesar disso, declara que é pecado?

As liberdades religiosas de milhões de americanos uniformizados serão colocadas em perigo imediato com a normalização da homossexualidade nas forças armadas — e essas são as próprias pessoas que estão colocando suas vidas em grande risco para preservar essas liberdades para outros.

No Precipício de uma Vasta Mudança Cultural

A revogação da política “Não pergunte, não diga” representa uma imensa mudança cultural para os EUA, e uma mudança que virá com inúmeras conseqüências. A revogação da política não significará o fim das forças armadas, mas significará forças armadas bem diferentes. Considerando as circunstâncias e compromissos exclusivos da vida militar, significará uma mudança inevitável nos perfis das pessoas que se alistam e escolhem se realistar nas forças armadas.

Significará que pessoas fiéis a uma posição bíblica da sexualidade humana terão muito menos probabilidade de se alistar nas forças armadas, principalmente se alistar para funções de capelães.

Os americanos reconhecem o que isso significa? Será que eles estão prontos para forças armadas que foram abandonadas por aqueles que crêem que a homossexualidade não é o equivalente moral da heterossexualidade? Será que eles consideraram o que isso significa para o recrutamento militar?

Será que eles estão realmente prontos para uma mudança política que signifique que só esquerdistas teológicos serão bem-vindos como capelães?

Não há precedente para tal enorme mudança na vida das forças armadas — nenhum. Pela primeira vez, grupos definidos pela identidade sexual e conduta sexual se tornarão classes protegidas dentro das forças armadas dos EUA. Isso não é meramente uma possibilidade; se a homossexualidade for normalizada dentro das forças armadas, é uma inevitabilidade.

Os cristãos deveriam avaliar tudo o que isso representa e reconhecer o que está em jogo. Poucas mudanças na política das forças armadas afetarão tantas pessoas e representarão desafios tão diretos às convicções cristãs e à liberdade religiosa. A normalização da homossexualidade nas forças armadas afetará nosso inteiro campo de ministério e missão.

A menos que algo altere o contexto político, a política “Não pergunte, não diga” está para se tornar coisa do passado, e as forças armadas dos EUA estão para ser transformadas para sempre. O verão de 2010 poderá bem se revelar como uma estação decisiva na vida e história dos EUA.

A Corte Suprema da Califórnia,Estados Unidos, confirmou nesta terça-feira,dia 26 de Maio,os resultados de um referendum popular que proíbe os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Em uma sentença de 186 páginas, a maioria do Tribunal pede que se aplique a consulta popular realizada em 4 de novembro passado, que reconhecia o casamento como a união exclusiva entre um homem e uma mulher.

A decisão desta terça-feira foi acolhida como “o encerramento de anos de duro trabalho para preservar o casamento na Califórnia”, segundo um comunicado de Andrew Pugno, conselheiro geral de protectmarriage.com.

Pugno explica que “milhares de voluntários trabalharam com diligência para defender a instituição do casamento”.

“Em duas ocasiões, os eleitores decidiram que o casamento na Califórnia deve ser apenas entre um homem e uma mulher”, explicou.

E acrescentou: “Estamos muito satisfeitos de que a Corte Suprema tenha reconhecido os direitos dos eleitores de definir o casamento na Constituição da Califórnia; os eleitores decidiram isso e suas opiniões devem ser respeitadas”.

Em 2000, os californianos votaram para manter o casamento entre um homem e uma mulher.

Mas em maio do ano passado, o alto tribunal anulou esse voto e aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Cerca de 18 mil casais homossexuais aproveitaram rapidamente as vantagens da nova prerrogativa.

Então, os cidadãos da Califórnia apoiaram votar novamente essa questão no mês de novembro. Com pouco mais de 52% dos votos, o casamento homossexual voltou a ser ilegal na Califórnia.

Essa medida foi conhecida como Proposição 8 e se acrescentou a seguinte cláusula à Constituição da Califórnia: “Só o casamento entre um homem e uma mulher é válido e reconhecido na Califórnia”.

Contudo, um grupo de ativistas conseguiu levar esta questão à Corte Suprema da Califórnia, alegando que a proibição precisava de aprovação legislativa antes de ser acrescentada à Constituição.

A decisão judicial desta terça-feira reafirma a proibição, ainda que não “desfaz” os “casamentos” dos 18 mil casais homossexuais selados entre maio e novembro.

Atualmente, há cinco Estados nos Estados Unidos que reconhecem o casamento homossexual: Iowa, Maine, Vermont, Massachusetts e Connecticut.

Fonte: Zenit

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Essa decisão é muito importante e simbólica, aconteceu no Estado de maior apoio à cultura gay nos Estado Unidos, Estado exportador de conceitos e referência Homossexual para o mundo inteiro,vide Cidade de Sâo Francisco, por exemplo.

A Vitória “apertada” confirma essa certeza.

A Igreja já se pronunciou a respeito desta realidade em um documento onde clareia suas razões de recusa e onde  fundamenta sua opinão.

No documento a Igreja leva em conta dados e conhecimentos …

Da lei moral natural

Da reta razão

Das culturas dos povos

Da revelação Bíblica

Da realidade Sacramental do Matrimônio na Igreja

Da lei civil

Da ordem biológica e antropológica

Da ordem social

Da ordem jurídica

 

Por esta lista se vê que a Igreja no documento não faz uma análise apenas “religiosa”, mas a estende para outras áreas do conhecimento humano com suas respectivas (e sérias) implicações.

Em momento algum a Igreja no documento estimula, nem por longe, o preconceito contra pessoas homossexuais, mas defende a Família e o Matrimônio.Sugere respeito às pessoas homossexuais que “devem ser acolhidos com respeito,compaixão e delicadeza” mas deixa claro sua discordância à ideologia Homossexual e reafirma também que os “atos de homossexualidades são intrinsecamente desordenados”,ou seja, fora da ordem natural.

O documento se  chama” Considerações sobre projetos de reconhecimento das uniões entre pessoas Homossexuais” e foi publicado pela Congregação para a Doutrina da fé.

Segue abaixo alguns trechos do documento.

” O ensinamento da Igreja sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela recta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimônio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma sua natureza, propriedades essenciais e finalidades.  Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.

A verdade natural sobre o matrimônio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimônio, de que fala o Livro do Gênesis.

Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado «  homem e mulher  » (Gn 1, 27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.

Depois, o matrimônio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. «  Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher e os dois tornar-se-ão uma só carne  » (Gn 2, 24).

Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: «  Sede fecundos e multiplicai-vos  » (Gn 1, 28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimônio.

Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimônio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 32). Este significado cristão do matrimônio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cf. Mt 19, 3-12; Mc 10, 6-9).

 

Após polêmica na internet e entre seus alunos, a Universidade Presbiteriana Mackenzie retirou do ar, anteontem, um manifesto contra o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que pretende criminalizar a homofobia. O texto religioso, assinado pelo reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, estava no site para “servir de orientação à comunidade acadêmica”.

O artigo dizia que a Igreja Presbiteriana é contra a lei “por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia”. Segundo o texto, “tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais”.

Doutor em Hermenêutica e Estudos biblicos pelo Seminário Teológico de Westminster, na Filadélfia, EUA, o reverendo Lopes é pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro e exerce o cargo de chanceler do Mackenzie, com a função de zelar pelo cumprimento dos objetivos do Instituto Presbiteriano (entidade mantenedora) na universidade.

O Mackenzie não informou por quanto tempo o texto contra a lei anti-homofobia ficou no ar.

Em nota divulgada ontem, a universidade afirma apenas que o pronunciamento contra o PLC é da igreja e data de 2007. “O Mackenzie se posiciona contra qualquer tipo de violência e discriminação feitas ao humano, como também se posiciona contra qualquer tentativa de se tolher a liberdade de consciência e de expressão garantidas pela Constituição”, diz a nota.

Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), a publicação do texto é “lamentável”. “No Brasil, só conseguimos resolver a questão da discriminação racial quando se aprovou uma lei criminalizando o racismo. O que queremos com a lei é a possibilidade de punir quem cometer violência contra um GLBT (gay, lésbica, bissexual e travesti). E violência também pode ser verbal”, afirmou Márcio Marins, secretário da ABGLT.

O texto também desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie. Segundo o secretário-geral, Gustavo Di Lorenzo, de 20 anos, o DCE considera “um erro” do chanceler “colocar sua opinião como sendo a da universidade”. “O manifesto é contrário ao que pensam os alunos e professores do Mackenzie. O ambiente universitário tem de ser aberto à diversidade”, afirmou.

Fonte: Gospel notícias


Veja  abaixo posicionamento público de expressões protestantes em defesa da liberdade de expressão religiosa.

 

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado.

Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”.
A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado.
Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia.
Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes.
Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs.
Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

O Globo

Brasília terá primeira Marcha contra a Homofobia

O Dia Nacional de Combate à Homofobia será de pano de fundo para a realização do VII Seminário de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) no Congresso e culminará, na quartafeira, hoje, com a primeira Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília. O presidente em exercício, José Alencar, assinaria o decreto. Mas decidiu não realizar a cerimônia.

Oficialmente, o cancelamento foi decidido para dar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a oportunidade de assinar o decreto quando voltar de viagem internacional. Segundo pessoas ligadas ao evento, Alencar desistiu por causa do Partido Republicano Brasileiro (PRB), ao qual é filiado. Seus membros no Congresso, ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, formam parte da bancada religiosa que se opõe aos cerca de 20 projetos de lei que buscam garantir direitos civis à população LGBT.

— A sociedade, o Judiciário e o governo estão andando mais rapidamente em termos de dar garantias legais para a comunidade LGBT do que o Congresso, que em tese representa a sociedade e deveria legislar sobre o tema — diz Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT).

Subprocuradora: Congresso na contramão da História

A subprocuradora-geral da República, Deborah Duprat, que no ano passado recorreu ao Supremo Tribunal Federal para que seja reconhecida a união estável de pessoas do mesmo sexo, acha que o Congresso está na “contramão da História”:

— É um problema de fundamentalismo. A questão religiosa está no centro do debate político, o que é uma distorção.

Opinião semelhante tem o exdiretor da Faculdade de Direito da USP e hoje diretor da Faculdade de Direito da FAAP, Álvaro Villaça Azevedo:

— No Brasil, por atuação de católicos e evangélicos, principalmente, o Congresso empaca projetos de união civil de pessoas do mesmo sexo.

Não é o que pensam os parlamentares religiosos:

— Queremos defender a vida, a família e os valores religiosos. Há uma minoria tentando impor que o anormal seja considerado normal — diz o líder do PHS, Miguel Martini, ligado à Renovação Carismática, da Igreja Católica.

— Nós, evangélicos, é que estamos sendo vítimas de discriminação dos homossexuais. Há lugares onde somos objeto de deboche — diz o deputado João Campos (PSDB-GO).

O que já foi “conquistado” pelo lobby gay

ADOÇÃO: O Superior Tribunal de Justiça reconheceu, por unanimidade, que casais gays têm direito de adotar filhos. O julgamento foi de um caso específico, mas cria jurisprudência. Foi a primeira vez que um tribunal superior reconheceu o direito.

PLANOS DE SAÚDE: A ANS determinou que planos de saúde e empresas de seguro de todo o país aceitem como dependentes parceiros de homossexuais.

PREVIDÊNCIA PRIVADA: Em fevereiro, o STJ reformou acórdão do Tribunal de Justiça do Rio que isentou a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil do pagamento de pensão ao autor da ação, depois da morte de seu companheiro de 15 anos. O TJ-RJ entendeu que a legislação que regula o direito dos companheiros não se aplica à relação entre parceiros do mesmo sexo, mas o STJ derrubou a restrição.

PREVIDÊNCIA PÚBLICA: Desde junho de 2000, a Previdência concede pensão por morte a casais homossexuais. É uma decisão administrativa tomada com base em liminar da Justiça Federal do RS.

DPVAT: Por decisão da Justiça de São Paulo, o governo tem que pagar indenização do seguro obrigatório em caso de acidente ou morte de companheiro homossexual. Outros estados aplicam o princípio.

IMIGRANTES: O Conselho Nacional de Imigração dá parecer favorável a pedidos de homossexuais brasileiros para trazer ao Brasil parceiros estrangeiros — que obtêm visto

Dr. Belcorígenes de Souza Sampaio Júnior

Não tenho nenhuma militância política, nem pretendo doutrinar ninguém. Aliás, compreendo com muita clareza a advertência bíblica de que “cada um dará conta de si mesmo a Deus”. Contudo, como cristão e jurista não posso me calar diante desta ameaça que paira sobre todos aqueles que, como eu, possuem a doutrina cristã como regra de fé e vida.

Não obstante ao hercúleo esforço semântico que alguns fazem para dissimular a mascarada intenção de nivelar as verdades eternas da fé religiosa ao plano da mera opinião pessoal, pode-se claramente notar nos textos que tentam veicular a doutrina cristã com o ódio homossexual, a eiva da influência ideológica do academicismo ateísta e amorfo entronizado no nosso país. O principal sintoma disto é a louvação da ambigüidade e o sacrifico da coerência lógica, tudo em nome de uma pretensa “aceitação” do diferente, e sob o epíteto da promoção da “igualdade”. Esquecem-se de que a igualdade, como bem a definiu Aristóteles, é a mera correlação ou equivalência de quantidades.

Em outras palavras, ao aferir iguais direitos aos cidadãos em uma determinada sociedade é que se esta promovendo a igualdade, e não ao subtraí-los. Assim, a lei “anti-homofobia” (não é surpresa que o conceito da expressão seja vago), é o supremo dos paradoxos da mediocridade reinante na pretensa “massa pensante” deste país, pois promove exatamente o contrário do que afirma combater.

Se aprovada teremos a seguinte situação: Um homossexual poderá afirmar a sua identidade-ideológica de militante da causa gay, já um opositor desta ideologia não o poderá fazer sob pena de prisão. Tal deformação jurídica já nasce sob a égide da inconstitucionalidade, pois sacrifica a liberdade ideológica, religiosa e de manifestação do pensamento, garantidas na nossa constituição de 88. Antes disto, é uma agressão ao bom-senso e à lógica.Aqueles “cristãos” que permanecem “comprometidos” com algumas ideologias político-partidárias que sustentam tal aberratio fingem desimportância do tema, mancomunados que estão com a nova cartilha política internacional, centrada no relativismo moral e na negação dos valores judaico-cristãos, informadores do cabedal axiológico ocidental.

Daí que as ambigüidades de caráter são passivamente toleradas, podendo personalidades anticristãs como Marta Suplicy, por exemplo, assumir a defesa do aborto, da eutanásia, do casamento homossexual, e ato contínuo proferir mimos a líderes e entidades ditas “cristãs”. Aliás, alguns líderes religiosos há muito estão sendo preparados para assumir seu papel de importância nesta Nova Ordem. São “pastores caídos”, grande parte deles enlameados pelos pecados e praticas que esta classe política tenta “normatizar” e “normalizar” entre nós: desagregação da família, corrupção, dossiês, etc. Alguns tão grandiloqüentes se fazem notar que parecem irremediavelmente atingidos pela “síndrome de lúcifer”.

Enquanto a massa ignara marcha entorpecida pelos “chavões” e “palavras de ordem” desta nova era sem Deus e sem os Seus valores, um exército de pequenos frankensteins intelectuais se prepara para deificar o novo homo-saber. Ele é formado por uma multidão de universitários forjados nas entranhas de um aparelho ideológico contaminado pelo entropismo filosófico reinante em muitas universidades brasileiras. A estes falta-lhes por completo a capacidade de perceber algo além do imaginário simbólico da sua cartilha ideológica. Só lhes é permitido enxergar à frente, em uma verdadeira miragem maotsetunguiana, com direito inclusive à total ausência da dialética do bom senso.

Jesus ama o pecador, porém odeia o pecado. Assim toda e qualquer manifestação de violência contra quem quer que seja deve ser combatida, inclusive a violência daqueles que tentam calar e punir os cristãos que “ousarem” exercer o seu direito constitucional de afirmar a sua ideologia, a sua crença, os seus valores e a sua identidade cristã.

Por fim, e a título de clarificação, a “fórmula” de Jesus a respeito do uso dos frutos como critério identificador entre “joio e trigo”, é realmente bem “simples”, não cabendo aqui quaisquer relativizações retóricas. No caso em tela podemos exemplificar assim: nenhum pastor ? líder religioso, sacerdote, etc. ? que defenda a relativização da vida e apóie o aborto e a eutanásia, por exemplo, pode ser considerado trigo. VOCE CONSEGUE IMAGINAR JESUS CRISTO DANDO APOIO A ESTAS CAUSAS?

Mulher casa consigo própria
 

 

Chama-se Chen Wei-yi, tem 30 anos, e transformou-se num fenómeno na sua página de Facebook, quando anunciou que pretendia casar consigo própria, no mês passado.

E o projeto concretizou-se sábado, num hotel de Taipé, perante 30 convidados, entre amigos e familiares.

“Casar comigo mesma é uma forma de mostrar que sou confiante e que me aceito como sou”, declarou Chen, segundo a agência France Presse.

“Devemos amar-nos antes de podermos amar os outros. Devo casar comigo antes de casar com alguém especial”, acrescentou.

As autoridades de Taiwan afirmaram que, atualmente, muitas mulheres preferem se casar mais tarde ou ficar solteiras, o que conduz a uma taxas de natalidade mais baixas do Mundo.

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INACREDITÁVEL e profundamente emblemático. Revela a que ponto chegou a perca do sentido do mistério do homem e da mulher.

Esse perturbador testemunho confirma aquilo que a Igreja sempre afirmou e que hoje é propalado pela “ideologia do gênero”.

Esse caso, acontecido no Canadá, influenciou várias práticas médicas e até mesmo a compreensão atual da biologia do gênero, que afirma a importante e definitiva influência da biologia natural na definição do gênero masculino e feminino.

Esse caso também acelerou o declínio da cirurgia de redesignação de sexo até então usado em raras malformações congênitas ou na perda do pênis na infância, por acidente, como é o caso aqui.

A ideologia do gênero nega as diferenças naturais entre homens e mulheres, nega a forte influência que os hormônios tem na diferenciação dos cérebros masculinos e femininos, como se tudo fosse apenas “imposição da cultura” ou “imposição de papéis previamente determinados para homens e mulheres, pela cultura e pela sociedade”.

Aqui no blog temos publicado vários artigos sobre o tema da “ideologia do gênero” e a posição da Igreja Católica afirmando a criação do homem e da mulher, diferentes e complementares, e a deformação que essa ideologia causa na compreensão da sexualidade humana e de suas expressões hoje esvaziadas e “desconstruidas” em nome da ” liberdade para cada um ser o que quiser ser, inclusive transitar entre os gêneros masculino e feminino segundo as conviniências e as expectativas culturais”

Embaixo publicamos o vídeo-em inglês- deste fato emblemático e revelador e a reportagem da BBC Inglesa.

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Fonte: Terra/ BBC

O drama de um menino canadense criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 1960 é o tema de um programa transmitido nesta semana pelo Serviço Mundial da BBC.

Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar.

Sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados. Na manhã seguinte, eles receberam uma ligação telefônica devastadora – Bruce tinha sido envolvido em um acidente.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce.

A operação de Brian foi cancelada, e o casal levou os gêmeos de volta para casa.

Psicólogo

Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.

John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

“Estávamos assistindo a TV”, lembra Janet. “O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando.”

Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele – um gêmeo idêntico.

Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.

Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.

Segredo
Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.

A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

“A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja”, registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: “A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas”.

Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.

“Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente”, afirmou.

“O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros.”

Suicida


No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas. “Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina”, lembrou Janet. “Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária.”

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.

Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como “John/Joan”, em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o “sucesso” da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.

“Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis”, disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.

“Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele.”

Depressão

Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da mulher. Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.

“Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei”, conta Janet.

Casos como o “John/Joan”, quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

“Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais”, explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

“Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão”, acrescentou.

Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

“Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)”, disse.

Hilary White
Depois da violência da parada do orgulho gay de maio passado em Vilnius, o Parlamento da Lituânia está considerando a aprovação de uma lei que proibiria outras manifestações homossexuais públicas.

 A versão preliminar da lei propõe impor multas entre 2.000 e 10.000 litas por “promover publicamente as relações homossexuais”.

Na primeira leitura na sexta-feira, a lei recebeu 31 votos a favor e sete contra, com a maioria dos 141 legisladores se abstendo, de acordo com a revista The Baltic Course.
Uma segunda votação é aguardada para dezembro, conforme reportagem da revista online.
Petras Grazulis, membro do Partido Ordem e Justiça e o legislador que colocou em pauta o projeto de lei, disse para os meios de comunicação: “Não se pode propagar perversão alguma. Tais eventos como as paradas gays provocam grandes prejuízos às crianças”.
“Não haveria mais licenças para a realização de várias paradas gays e nenhuma tensão na sociedade”, disse ele, chamando a homossexualidade de uma “perversão social”.
Confrontos na primavera passada entre ativistas homossexuais e manifestantes anti-homossexualismo resultaram em 12 detenções, com a polícia recorrendo a gás lacrimejante nos momentos em que ocorreram brigas entre os manifestantes de ambos os lados depois que a prefeitura de Vilnius deu permissão para o evento prosseguir.
Os confrontos fizeram com que os legisladores lituanos apresentassem o projeto de lei para proibir eventos futuros.
Em março, o Movimento de Reforma Lituana, uma organização pró-família, enviou uma carta aberta dirigida aos legisladores e ao prefeito da cidade de Vilnius condenando a aprovação.
A organização disse que se opõe às “agressivas políticas que promovem a homossexualidade e sua ideologia” que a União Europeia promove: “Não precisamos nem dos burocratas da Comissão da UE — os mediadores dos homossexuais — nem das reuniões de quaisquer membros das minorias sexuais da Lituânia”.
A Lituânia, que se uniu à União Europeia em 2004, tem até agora resistido às pressões da UE e das organizações homossexuais internacionais de pressão política para legalizar o “casamento gay” ou as parcerias civis de mesmo sexo, embora a atividade homossexual tenha sido descriminalizada em 1993. Em junho do ano passado lobistas pró-família tiveram sucesso em aprovar uma lei que proíbe a propaganda homossexual nas escolas, recebendo muitos protestos da UE.
 

Para a ministra da Igualdade da Polônia, Elzbieta Radziszewska, as escolas católicas tem o direito de não aceitar e despedir professores homossexuais.

É possível resistir às pressões do lobby homossexual? Esta pergunta tem justificado propósito, pois quase não se ouve falar de oposição por parte das autoridades em relação às pretensões da agenda homossexual. O fato é preocupante.

As situações, às vezes, chegam ao limite do absurdo. Como se sabe, o dever dos juízes é de aplicar a lei.

Ora, quando as leis, por exemplo, não permitem a união entre pessoas do mesmo sexo, alguns magistrados complacentes ou adeptos da justiça alternativa (que julgam pela “realidade social” e não segundo a lei), arranjam formas de decidir ao arrepio da ordem jurídica. Em alguns casos, até a Carta Magna se transforma em letra morta.

Um triste exemplo nos chegou nestes dias pela imprensa do Mato Grosso. “A adoção homossexual é uma realidade, deveria estar prevista em lei”, afirmou recentemente o juiz da Infância e Juventude da comarca de Cáceres (230 km de Cuiabá), Luiz Otávio Oliveira Sabóia Ribeiro, palestrante do seminário “Adoção, Um Novo Nascimento”, que se realizou entre os dias 4 e 5 de outubro.

Uma voz corajosa e contra a corrente

Neste contexto de confusão, de subserviência e de compromisso, surge afinal uma voz corajosa. Ela vem da ministra da Igualdade da Polônia, Elzbieta Radziszewska, membro do Partido da Plataforma Cívica, grupo de centro-direita atualmente no governo.

Em declarações à imprensa, declarou ela que “as escolas católicas tinham todo o direito de despedir as professoras lésbicas e mesmo os transexuais”. A ministra polonesa justificou dizendo que “é lógico que os estabelecimentos religiosos possam discriminar na contratação de seus professores, rejeitando os candidatos homossexuais, pois a sexualidade e o modo de vida destes não são de acordo com a ética dos estabelecimentos”.

A declaração da ministra Radziszewska, politicamente incorreta, produziu forte reação de elementos ligados ao lobby homossexual, que pediram até a sua demissão. Mas até agora ela foi mantida no cargo e manteve suas posições, afirmando embora que “não era homofóbica” e que até havia defendido um professor homossexual que tinha sido despedido da rede pública.

Acrescentou, porém, que não retirava nada de sua argumentação. E conclui: “O Código do Trabalho polonês autoriza a um estabelecimento católico a licenciar ou a recusar um candidato cujos costumes não correspondem à ética estabelecida. É assim e não é de outra maneira”.

Charlene Cothran, uma das mais proeminentes lésbicas afro-americanas dos Estados Unidos, fundadora e editora da revista homossexual “Vênus”, anunciou surpreendentemente sua conversão ao cristianismo no último número da revista, e sua decisão de mudar o rumo da publicação para ajudar, adiante, à recuperação de homossexuais.

Considerada como uma das mais famosas e bem-sucedidas lésbicas de cor nos Estados Unidos, Cothran surpreendeu a sua audiência com sua última edição de “Vênus”, cuja história principal anuncia: ” Redimida! 10 maneiras de deixar ‘a vida ‘ (homossexual) se querem sair dela”.

No artigo, a editora revela que a conversação com um cristão, que insistiu sem cansaço a utilizar seus talentos para o bem em vez do mal, levaram-na a “render totalmente meu coração a Jesus”.

“Embora tenha vivido como lésbica ao longo de toda minha vida adulta –diz Cothran-, não tenho dúvida alguma de que o propósito de minha alma é o de usar meus dons para AMOROSAMENTE  (em altas no original) compartilhar a verdade de como chegamos aqui: como nos convertemos em um gay ou uma lésbica, como chegamos a desfrutar de nosso ‘estilo de vida’ e como chegamos a acreditar que isto estava OK com Deus“.

No artigo escrito com estilo e paixão, Cothran transmite esperança a ” meus irmãos e irmãs homossexuais que realmente procuram a paz“  e afirma que “é mais simples do que pensa adquirir [a verdadeira paz] e não há condenação alguma uma vez que entre nela”.

Aos quase 40.000 assinantes da revista, a grande maioria homossexual de raça negra nos Estados Unidos e Canadá, e às centenas de leitores de sua página Web, Cothran informa que decidiu “entregar todos meus dons de novo ao Senhor,  incluindo a revista Vênus. O público será o mesmo, mas a missão foi renovada: Nossa nova missão é animar, educar e assistir a todos aqueles na vida que querem mudar, mas não encontraram uma saída. Meu irmão, minha irmã, por favor, me siga no caminho de saída para tudo isto”, escreve Cothran, com seu habitual estilo persuasivo.

Entre os dez meios que a editora menciona para combater a homossexualidade figuram: ” busca a verdade sobre a homossexualidade nas Escrituras“; “não resista ao chamado de Deus em sua vida”; e não esconder a decisão de mudar uma vez que esta foi tomada porque “este é um truque que usa o inimigo para ganhar tempo enquanto trata de te atrair de volta a sua vida passada”.

Cothran responde com serenidade às reações negativas a sua conversão entre alguns líderes “gay”. “Compreendo perfeitamente muitas das respostas, por mais iracundas que sejam. Há um ano, eu teria reagido exatamente da mesma maneira”, responde.

Por isso, a editora respondeu pessoalmente aos ataques de alguns dirigentes de grupos homossexuais que a acusam de haver-se convertido em uma “abusadora de gays”, explicando que sua conversão a animou apoiar com verdadeiras soluções, não a apontar o dedo, aos homossexuais.

“Sabemos que muitos dos novos e antigos assinantes de Vênus foram influenciados por um sistema de crenças em consonância com esta convicção (que a homossexualidade não é uma forma de vida desejada por Deus) mas permanecem ainda na vida (homossexual)’. Muitos querem mudar e se perguntam se podem ser aceitos na familia de Deus ‘tal como são’. A resposta é SIM! Estes leitores encontrarão que a nova Vênus é uma ferramenta refrescante e bendita para o trabalho do reino”, conclui Cothran.

Clique no link abaixo  para vê  e ouvir seu testemunho.

http://eoqha.net/entrevistas/homossexualismo-entrevista-charlene-cothran/

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo.

Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Veja informação, em inglês,  Aqui

Veja mais no link  abaixo.

Prominent U.S. Gay Activist Now Publicly Speaking Out Against Homosexuality  

Veja testemunho de Michael Glatze

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos.

Meu pai morreu quando eu tinha 13.

Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14.

Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem.

Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America (América Gay Jovem).

Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revista Young Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays.

Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus.

Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo. Jesus Cristo várias vezes nos aconselha a não confiar em ninguém além dEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus realmente reside no coração e mente de todo ser humano.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total.

Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo.

Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda.

O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis.

A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido.

Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, de sair  da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa.

É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”.

A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir.

Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe.

O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade.

Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres.

Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida.

Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças.

Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual.

Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes.

Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes.

Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo.

A verdade existe para que possamos ser nós mesmos.

Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

A Holanda foi o primeiro país europeu a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em 2000, tendo cinco anos depois aprovado alterações à sua legislação para permitir que um casal de homossexuais pudesse adotar uma criança.

Na Bélgica, celebram-se casamentos gays desde 2003 e em Espanha desde 2005.

A Noruega e a Suécia juntaram-se, em 2008, ao grupo de países europeus que, perante a lei, e na hora de atribuir uma herança, por exemplo, não faz qualquer distinção entre casais homossexuais e heterossexuais.

Espanha foi um dos últimos países a fazê-lo. Em quatro anos, foram celebrados cerca de 20 mil casamentos homossexuais.

Um outro grupo, composto por 16 países, em que se inclui a Alemanha, o Reino Unido e a França, preferiu regulamentar novas formas de união civil registada, doando os mesmos direitos aos casais homossexuais sem usar, no entanto, o termo casamento.

No que toca à adoção, são 14 os países europeus que atualmente reconhecem esse direito aos casais homossexuais, mas há ainda países como a Suiça, a Áustria e a Croácia, onde o tema gera grande controvérsia.

Existe, na Europa, um grupo  com países como a Itália, a Grécia e a Irlanda, que não reconhecem quaisquer direitos patrimoniais ou parentais a casais entre pessoas do mesmo sexo.

Em Portugal, a Assembleia da República discutiu e votou esta sexta-feira os diplomas de Governo, PSD, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista Os Verdes, bem como uma petição a apelar à realização de um referendo, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Após discussão, Aprovou o “casamento” homossexual e rejeitou o referendo.

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Veja reação a aprovação e rejeição ao referendo

COMUNICADO PLATAFORMA CIDADANIA E CASAMENTO APÓS O DEBATE DE HOJE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Lamentamos que uma maioria circunstancial no parlamento tenha chumbado o pedido de referendo. Configura um grave desrespeito do parlamento pelos cidadãos que o subscreveram e revela uma aflitiva falta de cultura democrática, quando não de uma pretensão totalitária que a todos nos deve fazer pensar.

Nestes termos e porque (pela identificação dos que o chumbaram com os que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo) nos parece que a rejeição do referendo está associada ao medo de o perder, não podemos deixar de observar que aconteceu o que é clássico: a falta de coragem com facilidade resvala para o uso violento da força.

No entanto o resultado da votação de hoje não anula um facto: a sociedade portuguesa deseja este referendo.

Prova-o as 92 mil assinaturas angariadas em três semanas “de rua”, todas as sondagens e estudos de opinião (que foi pena não tivesse havido em maior quantidade), a maioria da opinião publicada e, até, a expressiva votação em seu favor hoje havida.

Demonstra-o também o facto de nos continuarem a chegar assinaturas de todo o país e cujas, por respeito pelo empenho cívico dos que as angariaram e subscreveram, não deixaremos de entregar na Assembleia da República, no momento que considerarmos oportuno. Apelamos nesse sentido a todos os que ainda tem assinaturas na sua posse a que no-las façam chegar.

Com a votação de hoje, que não fecha o processo legislativo, não se encerra por isso nem o pedido de referendo nem o debate que a sociedade portuguesa reclama.

A Plataforma Cidadania e Casamento continuará a fazer-se eco deste clamor popular não apenas pelo país inteiro como junto de todas as instâncias políticas e jurídicas. Não pararemos até que em Portugal se realize o referendo que esta petição tão expressivamente pediu. Quer as leis hoje aprovadas venham, após a passagem de todos os crivos legais, a efectivamente vigorar, quer não.

Porque se o casamento é um contrato, o referendo é um direito!

Atilio Faoro

Por pressão do lobby homossexual, no dia 1º de maio de 2009, entrou em vigor na Suécia uma lei que autoriza a união entre pessoas do mesmo sexo. A lei foi aprovada pelo Parlamento com 261 votos a favor e 22 contra.

Ademais, também por pressão do lobby homossexual, este pseudo-casamento passou a ser celebrado, desde novembro de 2009, nos templos da Igreja Evangélica Luterana da Suécia.

E o que aconteceu após um ano de aplicação da lei?

Um fracasso, ocultado pela mídia e pelo lobby homossexual: apenas 48 uniões! E para 2010, estão previstas 44. Para se medir bem o fracasso, a cada ano, celebram-se 20.000 casamentos tradicionais na Suécia.

Nós não esperávamos uma multidão, mas que sejam tão poucos nos surpreendeu”, disse Håkan Sjunnesson, porta-voz da Igreja Luterana de Luleå”.

Mais da metade destas uniões deram-se em Estocolmo, na capital. “Nas cidades pequenas, torna-se difícil os homossexuais se apresentarem”, declara Nelson Haraldson, representante de um movimento homossexual. E explicou: “Quando ocorre uma união entre homossexuais [em pequenas cidades] o povo vem para observar e não quer absolutamente que sua cidade se torne conhecida como uma cidade de homossexuais”. As declarações foram estampadas pelo jornal alemão “Frankfurter Rundschau” (1-8-2010).

As reações do povo sueco e o número  baixo de uniões homossexuais mostram como são exageradas as informações da mídia sobre o movimento homossexual.

Agora na Suécia, aprovada a lei, a realidade aparece.

A força politica dos gays  vem do escandaloso apoio que recebem da mídia, da televisão com sua novelas, dos políticos esquerdistas comprometidos ideologicamente com a agenda do lobby homossexual e do abundante dinheiro público.

Dr. Kevin Fenton

O Center for Desease Control (CDC-centro para o Controle de Enfermidades) dos Estados Unidos deu a conhecer que a sífilis e a Aids / HIV são “astronomicamente superiores em homens que têm relações sexuais com homens” em um relatório dado a conhecer em 10 de março, na conferência nacional de prevenção de enfermidades de transmissão sexual (ETS).

O relatório do CDC assinala que a taxa de diagnósticos de HIV entre homens que têm relações com outros homens é “44 vezes mais alta que em outros homens e 40 vezes mais alta que nas mulheres”.

O espectro apresentando pelo relatório é de 522-989 casos entre 100 mil, de novos diagnósticos em homens que têm relações sexuais com homens, comparado a apenas 12 casos em outros homens, também em uma população de 100 mil.

No caso da sífilis, a comparação é de 91-173 casos entre 100 mil de novos diagnósticos em homens que têm relações com outros homens, comparado a 2 casos em outros homens, também em uma população de 100 mil.

A respeito, o Dr. Kevin Fenton, Diretor do CDC para a prevenção do HIV/AIDS, hepatite viral, ETS e tuberculosis, assinalou que “enquanto que a carga pesada do HIV e a sífilis entre homens homossexuais e bissexuais se reconhece há muito tempo, esta análise mostra as grandes disparidades de saúde entre esta e outras populações”.

“É claro que não podemos deter nos Estados Unidos esta epidemia do HIV até que cada comunidade infectada, junto com as autoridades nacionais, priorizem as necessidades de prevenção dos homens homossexuais e bissexuais”, acrescentou.

A nota informativa assinala ademais que a população de homens homossexuais e bissexuais nos Estados Unidos só chega aos 2 por cento, nos maiores de 13 anos; e aos 4 por cento, considerando a população masculina total.

A Corte Européia dos Direitos humanos com sede em Estrasburgo sentenciou que os países da UE que não permitam o “matrimônio” de pessoas do mesmo sexo não estão violando os direitos destes cidadãos.

Em uma sentença a favor da Áustria, adotada com quatro votos a favor e três em contra, a Corte se pronunciou sobre o recurso apresentado por dois austríacos, Horst Michael Schalk e Johann Franz Kopf, aos quais as autoridades negaram a permissão para contrair matrimônio no ano 2002. A Áustria aprovou as bodas homossexuais no 1º de janeiro de 2010, oito anos depois do processo apresentado pelo casal.

Os cidadãos alegaram que tinha sido violado seu direito a contrair matrimônio, segundo a Convenção Européia dos Direitos humanos. Entretanto, este tratado de 1950 só garante como direito fundamental o matrimônio entre um homem e uma mulher.

A Corte aceitou as razões apresentadas pela Áustria e especificou que os Estados não estão obrigados, em base à Convenção Européia dos Direitos humanos, a conceder o acesso ao matrimônio aos casais do mesmo sexo.

Estadão

“É uma guerra de Deus!” Foi com essas palavras que o primaz da Argentina, cardeal Jorge Bergoglio, convocou os católicos a se mobilizarem contra o projeto de lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. A proposta – aprovada na Câmara de Deputados em maio, com 126 votos a favor e 110 contra (além de 4 abstenções e 16 ausências) – será votada amanhã no Senado.

O resultado da votação promete ser apertado. Diversos senadores – pressionados de um lado pela Igreja Católica e do outro pelo governo da presidente Cristina Kirchner, que defende o projeto do lei em tramitação – permanecem indecisos.

Bergoglio, um papável que ficou em segundo lugar na votação do conclave que elegeu o papa Bento XVI, convocou a população argentina a “acompanhar essa guerra de Deus”.

Já monsenhor Eduardo Martín, bispo da cidade de Río Cuarto, um dos principais polos agrícolas do país, na província de Córdoba, declarou que o “casamento gay” coloca “em perigo o futuro da pátria”.

Se o projeto for aprovado no Senado, a Argentina será o primeiro país da América Latina e o décimo no mundo a contar com uma lei de casamento homossexual em todo seu território.

O Uruguai conta com uma lei de união civil que não engloba todos os direitos do casamento entre heterossexuais. O único país no continente que autoriza o casamento homossexual em todo o território é o Canadá.

Nas ruas. Hoje à noite, paróquias, escolas religiosas, organizações católicas e demais instituições vinculadas à Igreja prometem levar milhares de pessoas ao Congresso Nacional para exigir que os senadores votem contra a lei.

Nas últimas três semanas, a Igreja mobilizou jovens para distribuir folhetos nas ruas contra o casamento gay e pressionou pais de crianças que estudam em escolas católicas a assinar um manifesto contra o projeto de lei.

Ao longo do último mês, famosos atores e cantores heterossexuais fizeram uma campanha em defesa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Intelectuais e ONGs organizam amanhã, em frente ao Parlamento, uma vigília durante os debates dos senadores. É a discussão mais intensa na sociedade argentina desde a votação da lei do divórcio, em 1987.

Veja ainda…

Bispos argentinos defendem a uma só voz o matrimônio entre homem e mulher

A agência católica argentina informou que os bispos  argentinos de todo o país dedicaram suas tradicionais reflexões no Te Deum de 9 de Julho (Dia da Independência) a defender a familia e advertir as graves conseqüências que a aprovação do projeto de lei sobre “Matrimônio” entre pessoas do mesmo sexo suporta para o futuro da sociedade argentina.

Ante a votação no Senado prevista para a quarta-feira, Dom Eduardo María Taussig, Bispo de San Rafael, pediu durante o Te Deum aos senadores “que escutem o clamor da imensa maioria do povo argentino que, não tendo sido consultado nas plataformas eleitorais prévias sobre este ponto, manifestou tão veemente, pronta e generalizadamente seu parecer. Peço também àqueles senadores que possam ver-se pressionados sem nobreza em suas convicções por métodos que corroem a autêntica democracia -como podem ser as ameaças ou intimidações, os subornos encobertos ou as tentações de ausentar-se ou de ‘acomodar-se’ no último momento- que honrem sua consciência e a confiança que depositamos os cidadãos ao escolhê-los com nosso voto”.

Por sua parte, Dom Carlos María Franzini, Bispo de Rafaela, rezou “para que nossos representantes sejam fiéis ao mandato de seus eleitores e às propostas anunciadas em seus programas eleitorais, ocupando-se dos reais problemas de nossa sociedade, sem trazer planos ‘importados’ alheios à nossa idiossincrasia e à nossa melhor tradição cultural”.

Dom Eduardo Eliseo Martín, Bispo de Villa de la Concepción del Río Cuarto, “Temos que afirmar com toda claridade que, segundo o intuito criador de Deus, não há outra forma de ser humano que ser homem e mulher. Que o matrimônio não pode ser objeto de votação parlamentaria, quanto à sua essência, pois é uma realidade que vem da criação e não de um consenso. Sempre se é homem como varão ou mulher. As demais formas são de algum modo, separações do natural”.

O Bispo de Nueve de Julio, Dom Martín del Elizalde, considerou que “a situação de nossa sociedade causa a muitíssimos setores legítima e fundada preocupação” e citou “a condição da família que é atacada pelos voluntarismos que contrariam a mesma lei da natureza -como na proposta do mal chamado ‘matrimônio’ entre pessoas do mesmo sexo- , a pobreza de muitíssimos lares que procede das metas e o estilo de gestão que tomou a economia e que já não se discute”.

Dom Roberto Rodríguez, Bispo de La Rioja, assinalou que “o dia 9 de Julho nos chega em meio de uma guerra (por tratarem o “matrimônio” homossexual) no Congresso, além da ausência da Presidenta no Te Deum de Tucumã. Há um rechaço claro à Igreja porque não se diz a verdade, espero que se solucionem estes desencontros. Os islâmicos, os evangélicos, os hebreus, estão contra o projeto, mas ninguém faz aparecer isso e os meios se rendem a esta situação. Deve-se procurar através das bases os caminhos de encontro, que já estão traçados”.

Na Argentina 524 mil pessoas assinaram o pedido de não-aprovação do “casamento” entre homossexuais, 200 mil foram às ruas manifestar-se contra esta lei.

Aprovada, ela é legal , mas não moral.

Os  ” representantes” do povo defenderam a ideologia e a pressão dos lobbys mais do que foram expressão da sociedade argentina.

***

Entrevista com o advogado argentino Guillermo Cartasso

Por Carmen Elena Villa

Após a recente aprovação da lei do “casamento”entre homossexuais na Argentina, muitos são os valores e elementos culturais que entram em jogo: o conceito de família, os direitos das crianças e o eufemismo ao que recorrem constantemente os que aceitam este tipo de uniões: favorecer as minorias.

Sobre este tema, ZENIT entrevistou o advogado argentino Guillermo Cartasso, diretor geral da Fundação Latina de Cultura, presidente do movimento eclesial Fundar, professor e diretor do Departamento de Extensão da Faculdade de Direito da UCA, membro do Departamento de Pastoral Universitária da Conferência Episcopal Argentina.

Cartasso foi um dos principais líderes da campanha a favor da família que se realizou na Argentina durante as últimas semanas, na qual foram recolhidas 524 mil assinaturas que solicitavam ao Congresso Argentino a não-aprovação do “casamento” entre homossexuais. Igualmente, cerca de 200 mil cidadãos marcharam na Argentina no último dia 13 de julho, com a mesma petição.

A presidente Cristina Fernandez de Kirchner diz que, “agora somos uma nação mais igualitária que na semana passada”. Isso é real ou se trata de um eufemismo falar do casamento como um direito do qual deveriam usufruir as “minorias sexuais”ou LGBT?

Dr. Guillermo Cartasso: A atitude da LGBT não foi a exigência de um direito, mas uma pretensão legislativa. Não há direito se não se compadece com as leis da natureza que são pré-existentes à vontade do ser humano. Aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo é desfigurar a realidade e abalar os filhos.

Por que “abalar os filhos”?

Dr. Guillermo Cartasso: Porque os filhos têm o direito de ser criados na diversidade natural do masculino e do feminino. Em casamentos entre pessoas do mesmo sexo, isso é impossível. Além disso, a lei aprovada obriga a registrar a criança como filhos dos “cônjuges” e isso priva do conhecimento da identidade biológica que toda criança possui. Ignoraram tratados internacionais de Direitos Humanos.

Como se pode prejudicar a sociedade em seu conjunto com a alteração do conceio de família?

Dr. Guillermo Cartasso: O que está em debate são dois paradigmas claros: um diz basicamente que o homem é autossuficiente e que tudo é uma construção cultural. Nós afirmamos, por outro lado, que a vida é um encontro de natureza e cultura. Não se pode desconhecer o “dado” ao homem que é pré-existente à sua vontade. Duas pessoas do mesmo sexo unidas em casamento não são uma família à luz da lei natural e isso afeta toda a sociedade porque vai impondo uma visão construtivista da vida, o que não é real.

Você acha que legalizar esse tipo de uniões é verdadeiramente um símbolo de vanguarda e modernismo?

Dr. Guillermo Cartasso: Estamos em uma época de crise cultural, na qual se perdem as referências objetivas. progrelaicismo pretende impor um modelo de discurso único, culturalmente totalitário, no qual não se admite a tradição como se ela fosse um mal, quando na verdade é o antecedente que sufoca o orgulho de crer-se o “início” de tudo.

Vários meios de comunicação falaram da Igreja como a principal opositora desse tipo de uniões. O que está em jogo é somente uma questão religiosa?

Dr. Guillermo Cartasso: É uma questão civil, leiga. Obviamente, cada ser humano parte de uma cosmovisão. Mas a catolicidade foi, ao longo da história do nosso continente, construtora de institucionalidade e de civilização. Então, falar contra a Igreja é uma moda imperante, mas passageira, que não derrubará 2 mil anos de bem.

Qual foi o papel dos leigos na Argentina, nesta oposição?

Dr. Guillermo Cartasso: Este foi um trabalho dos cidadãos católicos. É verdade que os bispos opinaram, com legítimo interesse. Mas foram os leigos que levaram adiante este triunfo.

Por que isso é considerado um triunfo?

Dr. Guillermo Cartasso: Porque sem pressão do poder político, e grande e estudado, esta lei não teria saído. Essa é a maioria real no povo e no Congresso.

Que repercussões você acha que esta lei pode trazer para a América Latina?

Dr. Guillermo Cartasso: Nesta época de crise, desaparece o absoluto e impera o relativismo. Quanto mais relativista for a legislação que avança, mais será o desenfoque da nossa sociedade globalizada. progrelaicismo relativista tentará, por meio de falácias, avançar com políticas desse tipo, que nõ reconhecem as tradições que levantaram nosso continente. Além disso, buscarão fundos do governo democrata dos Estados Unidos e tudo isso constitui uma forma de dependência.

Rosangela Gomes, fundadora do projeto Origem

          Meu nome é Rosangela Gomes de Almeida, nasci em 15/10/1964. Com apenas 1 ano de idade, minha mãe e meu pai resolveram me entregar de papel passado para uma outra família, mas a família não quis me adotar, só ficaram com meu irmão pois ele tinha dias de nascido. Então meu pai tomou a decisão de ficar comigo e cuidar de mim dentro da sua possibilidade. Morei em várias casas e tive vários tipos de educação. Fui muito maltradada, rejeitada e fizeram muita covardia e violência comigo. Numa das casas em que morei, me amarravam na varanda, no pé da mesa, como se eu fosse um cachorro. Nunca relatei publicamente o que eu vou relatar agora: meu pai, num dos períodos em que morei com ele, tentou abusar sexualmente passando a mão em mim. Isso me marcou terrivelmente.

Hormonalmente eu tinha mais o masculino do que o feminino, mas isso é uma coisa comum. O que precisava era ser trabalha e ensinada pelos meus pais, que eu era uma mulher. Não tive esse ensinamento. Mas esse acidente de percurso com meu pai, mais a carência de mãe, somando tudo na minha existência resultou no homossexualismo. Porque? Pois houve um bloqueio na minha vida sexual, na via normal.

Já havia no meu sentimento a carência de mãe e agora também a necessidade de me realizar sexualmente, não com o homem, pois o rejeitava nessa área. Resultado, uma mulher supria tudo que eu precisava: a carência de mãe e o afeto, na relação sexual. Então, consumei a prática que me levou ao vício e à decadência moral. Uma combinação muito triste: drogas, prostituição, rebeldia… Virei um ser humano sem princípios. Até meus 18 anos, vivi submergida nessas crises.

Esta é a minha experiência. No meu caso, aceitar JESUS foi o início de uma nova história. JESUS fez o que meus pais não fizeram. Não foi muito fácil, pois tinha que ser curada de algumas feridas profundas. Mas ele foi um especialista no assunto. Claro que recebi a ajuda de muita gente, mas as pessoas que mais marcaram a minha vida foram: o quarteto espiritual Zilda, Regina, Janete e Nair. Antônia do Poço de Jacó, João abdala, Felicidade, Valéria Resende (já falecida), Pastor Francisco, Pastor Sebastião Fermino (já falecido) e, por último, Pastor Éden Asvolinsque e Fernanda Asvolinsque, os quais realmente executaram um trabalho profundo em minha vida.

O pastor Éden, presidente da Juventude de Cristo, já nasceu com o dom natural de compreender o ser humano e ajudá-lo. Ainda mais com o evangelho de Jesus Cristo e sua Faculdade de  Psicologia, resultando um excelente trabalho. Eu desejo que Deus pague muito bem a todos que me ajudaram. Vejo nisto o amor de Jesus Cristo, que excede todo o entendimento.

Nunca se esqueça que tudo o que te dá prazer e é praticado pode se tornar um vício, causando dependência, que é igual a escravidão.

Quem é o Senhor da tua vida? Da minha é Jesus Cristo. Sou uma escrava livre, entende isto? O meu Senhor Jesus teve o poder de me convencer e não de impor, nem de me obrigar a nada. Eu o sirvo voluntariamente. Ele me convenceu pela sua Palavra que eu sou uma mulher. Hoje tenho as marcas de Cristo em minha vida, marcas que tem me feito mais do que vencedora.

Tenho 27 anos de evangelho. Fui para a Igreja com 18 anos. Minha mãe espiritual é a irmã Augusta e meu 1º pastor foi Hélio e sua esposa Creuza. Meus pastores atuais são Pr. Éden Asvolinsque e Pra. Fernanda Asvolinsque, do Ministério Juventude de Cristo.

Agora, após muitos tratamentos, muitas orações, muito jejum, muitos aconselhamentos pastorais, libertação feita pela Palavra de Deus… Nasceu, em 19 de setembro de 2009, o Projeto Origem!

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Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa.

Ela estava se dirigindo a uma multidão na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec.

A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela.

Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela.

Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”.

E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”.

Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda.

Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”.

As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”.

“Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”.

Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”.

Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”.

Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec.

A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais.

Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”.

Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia.

“Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo.

Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”.

Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre.

“Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não faz ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”.

Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”.

Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos.

Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”.

Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”.

Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio.

Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec.

O presidente Lula assinou o decreto 7.177, que pretende ser um recuo nas medidas tomadas no PNDH-3.No entanto, não nos iludamos. Com exceção da retirada da política de supressão de símbolos religiosos, onde houve real recuo, o restante não representou grandes mudanças.

Passou a tratar o aborto como “tema de saúde pública”, o que não muda coisa alguma, pois o ministro José Gomes Temporão defende o aborto precisamente porque considera que se trata de “política de saúde”. Ou seja, mudaram-se os termos, mas não se mudou a política — até porque, no programa de governo do PT para Dilma Roussef, o abortismo é evidente. A própria pré-candidata disse que “o governo não é contra ou a favor do aborto, trata-se de política pública”, ou seja, “tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

Não houve mudança alguma com relação às uniões homoafetivas, de forma que o governo continua a defendê-las como se vê no PNDH-3.

Como se não bastasse, com relação às questões relacionadas com as invasões de terra, apenas se alterou a redação para que se criem “mecanismos de mediação”. Ou seja, nova mudança tão somente de termos, mas a ideia predominante continua a mesma. Não se pode limitar o poder jurisdicional com “mecanismos de mediação”, ante a cláusula pétrea da garantia constitucional da ação.

Com respeito aos órgãos de comunicação, em que pese a supressão da elaboração de um “ranking” das emissoras conforme a política dos direitos humanos, nada se disse a respeito das  medidas da 1ª Confecom inclusive no que respeita à defesa da “diversidade sexual”, tema também presente no PNDH-3 e mantido intocado, sem se falar na proibição de sublocação de horários nas emissoras, algo que está explícito no programa de governo do PT.

Tem-se, pois, um “fingimento” de mudança que não pode ser aceito pela sociedade civil. Como bem predisse o prof. Felipe de Aquino (O anúncio de Vannuchi é suficiente? http://blog.cancaonova.com/felipea”uino/2010/03/19/pndh-o-anuncio-de-vannuchi-e-suficiente/), o “recuo” foi apenas de termos, não de ideologia, de sorte que devemos continuar lutando contra estes mecanismos que negam a própria noção de direitos humanos.

Quem quiser ver o novo decreto, é só acessar este link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7177.htm

André Gonçalves Fernandes

Em uma análise comparativa dos três planos nacionais de direitos humanos (PNDH I, II e III – 1996, 2002 e 2010), nota-se um aumento progressivo do rol de direitos humanos. Se, por um lado, não me parece razoável que o rol fique estagnado ao número original, por outro lado, esse inchaço gera um efeito negativo: diluindo-se o conteúdo semântico da expressão, a proteção torna-se tanto menos eficaz.

Vários dos chamados direitos de terceira ou quarta geração podem ser reduzidos no conteúdo original da Declaração Universal, sem necessidade de outras convenções. Por exemplo, o direito à saúde ou à proibição de discriminação. Para proteger tais valores, existem outros meios mais eficazes e realistas.

Não duvido que, daqui a pouco, alguém irá propor que as férias remuneradas e que o desfrute proporcionado a partir dos benefícios do progresso científico sejam considerados direitos humanos. Sem dúvida, são louváveis objetivos econômicos e sociais. Mas transformá-los em direitos humanos parece piada: o abismo semântico que os separa é igual ao que separava o mundo dos vivos do Hades grego…

Há uma tendência preocupante em se rotular como “direitos” todos os tipos de objetivos políticos. Ao se agir desta forma, corre-se o risco de diluição do conceito de direito humano e de perda de vista de seus fundamentos. Evidentemente, não há nada errado em se dar maior atenção às injustiças sociais e econômicas.

Preocupa-me apenas a idéia de que nada deve ser posto acima de outros direitos, que todas as partes de um todo são igualmente importantes. Há direitos mais relevantes que outros. Não se pode colocar o direito à vida no mesmo plano do direito ao descanso semanal remunerado ou do direito ao lazer.

O direito de um geralmente implica num dever de outro e, cada vez mais, este outro está atendendo pelo nome de Estado. Com relação aos direitos civis e políticos, não interferir é dever do Estado. Essa postura não tem qualquer custo econômico. Logo, não há nenhuma razão para que os cidadãos dos países pobres não possam gozar dos mesmos direitos políticos daqueles que habitam os países ricos.

Quanto aos direitos econômicos e sociais, um governo pode sempre, com ou sem razão, proclamar suas boas intenções e pedir escusas para descumprir suas promessas sob o argumento “não temos dinheiro”, como se assiste hoje no debate relativo à reforma previdenciária nos países europeus ou na reformulação do sistema de saúde público americano, que, apesar das falhas, ainda é melhor que qualquer corredor “terminal” de um posto de saúde do SUS…

Portanto, é razoável supor que uma parcela dos direitos humanos não seja universalmente respeitada. A realidade empírica e o retrospecto histórico nos dão uma dura lição. E se alguns direitos humanos – aqueles propriamente ditos – não são respeitados (basta lembrar do anacronismo político reinante no eixo Cuba – Venezuela – Coréia do Norte – Irã), é mais difícil insistir que “os outros” o sejam, sobretudo se a implementação depende de uma ação estatal.

Mas não é só. Paradoxos acontecem. Um governante comprometido apenas ideologicamente pode tentar lavar as mãos, oferecendo boas condições econômicas e sociais ao seu povo, ao invés de direito ao voto ou à liberdade de expressão. Ou seja, os cidadãos não têm liberdade de opinião, mas tem cuidados de saúde e de educação. E, não raro, a plebe, quanto mais ignorante, mais se deixa levar por esta cantilena que, ontologicamente, acaba por reduzir sua vida a uma mera existência bovina…

Qualificar de “direito humano” qualquer objetivo social ou econômico, por mais nobre que seja, importa em tornar menor o peso específico dos direitos genuinamente humanos: a liberdade de expressão, de religião, a liberdade de associação, o direito à vida, o direito à liberdade, à propriedade e à segurança das pessoas. É preciso concentrar a atenção sobre estes direitos humanos fundamentais e enveredar esforços para que sejam universalmente respeitados.

FALANDO SOBRE DIREITOS E DEVERES
Stefano Fontana afirma que chegou a época dos deveres

Stefano Fontana, diretor do Observatório Van Thuan, cujo objetivo é promover a doutrina social da Igreja no âmbito internacional, vê uma nova ameaça para os direitos humanos, o esquecimento dos deveres.

Fontana acaba de publicar com este motivo um livro em italiano cujo título é «Por uma política dos deveres depois do fracasso da estação dos direitos» («Per uma politica dei doveri dopo il fallimento della stagione dei diritti», editora Cantagalli).

Em uma entrevista publicada no site do Observatório, o autor explica por que é necessário passar da época dos direitos a uma nova etapa histórica na qual se leve em conta prioritariamente os deveres.

A primeira pergunta que vem à mente é como se pode afirmar que a época dos direitos deve acabar, quando resta tanto trabalho por fazer neste âmbito e quando hoje tanta gente é privada de seus direitos.

«É verdade que muitas pessoas no mundo não gozam nem sequer dos direitos humanos mais elementares — explica Stefano Fontana –, mas pergunto: não é porque outras pessoas no mundo aceleraram de tal maneira a corrida dos direitos de última geração transformando todo desejo em direito?»

Contudo, a Igreja há muito tempo se fez defensora dos direitos humanos.

Fontana replica que «não se trata de negar os direitos, ao contrário. Trata-se de compreender que sem os deveres, os direitos se voltam sobre si mesmos, se anulam mutuamente.

A babel dos direitos se transforma, no final, no direito só do mais forte. Os próprios direitos, para serem plenamente tais, devem aceitar a prioridade do dever com relação a eles. É este o verdadeiro modo de defender os direitos e a Igreja sempre o fez assim».

Contudo, surge o interrogante de por que falar de deveres ao invés de sublinhar a complementaridade de direitos e deveres.

Stefano Fontana reconhece que «a cada direito corresponde um dever e vice-versa» mas não é suficiente: «é fácil inventar artificialmente um dever como motivação de um direito. Na Itália, o direito ao aborto é contemplado em uma lei que parte do dever de acolher a vida. O direito à eutanásia se motiva no dever de não fazer sofrer. A complementaridade entre direitos e deveres é verdade, mas pode levar à manipulação ideológica. Verdadeiramente, é necessário voltar à prioridade do dever».

«O dever — declara — é um ‘estar à disposição’; pelo contrário, o direito é um ‘ter à disposição’. Por isso, o dever não procede de nós mesmos, mas vem de outro.»

«Então se trata de decidir se somos donos de nós mesmos e do ser, ou se nós mesmos e o ser nos foram dados como uma tarefa.»

«O pensamento moderno é da primeira opinião e, portanto, torna os direitos absolutos; eu sou da segunda opinião e, portanto, parto dos deveres, ou seja, de uma vocação, de uma tarefa que nos foi designada.»

«Nossa sociedade está morrendo de direitos — responde Fontana. O direito de produzir o homem em laboratório e, em geral, o direito de fazer está absolutizando a tecnologia, e se a tecnologia for a única em dar ordens, nós morremos. Os direitos nunca estabelecerão limites. O direito é um poder fazer. O limite vem do dever. Uma política dos deveres é uma política do sentido e do limite.»

«Penso — conclui o autor do livro — no fato de que temos muitas declarações universais dos direitos, mas nenhuma dos deveres.»

O ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, minimizou hoje (13), mais uma vez, as críticas à terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), aprovado no fim do ano passado. Ele afirmou que o documento não será alterado novamente. Após a publicação, o plano sofreu forte pressão de grupos religiosos.

São coisas do momento eleitoral, com todo estresse, tensão etc.”, disse Vannuchi ao comentar a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, publicada na edição de ontem (12), na qual o ex-governador e deputado federal eleito com maior votação no Rio, Anthony Garotinho (PR-RJ), exigiu a revogação do plano como condição para apoiar a candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff. “Não há mais o que alterar”, completou o ministro.

Membro da igreja pentecostal Assembleia de Deus, Garotinho disse que sua base de eleitores é evangélica e está insatisfeita com a abordagem do governo federal sobre questões como aborto, legalização da prostituição e cirurgias de mudança de sexo pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo. Outros pastores citados na reportagem criticaram o combate à homofobia.

Em um encontro com o ministro espanhol Baltasar Garzón, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio, o ministro dos Direitos Humanos também criticou a onda de boatos nas campanhas à presidência e lamentou que determinados temas estejam sendo tratados com “furor fundamentalista”.

Perguntado sobre a questão, o presidente da OAB, Wadih Damous, também criticou a discussão de temas que não “servem para qualificar os candidatos”, como a questão do aborto, que foi capa das principais revistas semanais , no último fim de semana. “Não quero saber se candidato é ou não a favor do aborto, se vai à missa. Quero saber das políticas públicas para o país”, criticou o advogado.

O Artigo analisa a liberdade sob o ponto de vista jurídico e atinge transversalmente o conceito religioso de liberdade.

O artigo é excelente!! destes pra gente ler e arquivar.

***

A busca da liberdade (em sentido amplo) tem sido o âmago da questão dos movimentos históricos em prol da elevação do Ser Humano, sendo a autodeterminação o vértice dos movimentos sociais em prol dos chamados Direitos Humanos Fundamentais. A ânsia por se libertar da tirania e da opressão vicejou profundamente e com tal intensidade, que revoluções foram engendradas, países fundados, continentes conquistados e, infelizmente, milhões de vidas ceifadas. O estatuto das liberdades públicas, tal como hoje é concebido no âmbito das declarações de direitos humanos, foi solidificado com o sangue de milhões de mártires, vítimas da luta contra a dominação do corpo da alma e do espírito.

O termo LIBERDADE sendo um vocábulo análogo, pode significar a manifestação apenas de uma forma de liberdade, como a liberdade de locomoção, por exemplo, ou pode significar o conjunto das liberdades tuteladas pelos diversos estatutos de direitos humanos. De ordinário, esta última significação se faz presente quando o vocábulo é utilizado no plural: LIBERDADES. Podemos estabelecer então que em um sentido estrito a palavra LIBERDADE significa a expressão jurídica de alguma das formas de liberdade, e em sentido lato LIBERDADE significa um complexo instituto jurídico que possui como fundamentação a própria natureza humana.

Quanto à questão cognitivo-sociológica do ser humano, concordamos que as influências externas sobre o indivíduo modelam o seu material sensório e, com isto, podem ditar-lhe a conduta. Ser livre, neste contexto, significa apenas manobrar dentro do curto espaço das escolhas (e das possibilidades) limitadas. Mais isto não é pouco. É exatamente sobre o mundo das “escolhas”, das idéias e dos valores que nos restam que projetamos a nossa identidade cultural. É este o espaço que precisa estar a salvo da ação do Estado e da sua interferência.

É certo que não cabe ao Estado laico promover os valores da religião. Tal idéia libertária, oriunda da revolução francesa, procurou definir os espaços próprios da ação de cada poder: o poder político e o poder religioso. Tal contribuição propiciou o fortalecimento da liberdade religiosa, com a proliferação de religiões e seitas em um ambiente livre da perseguição e da prevalência de uma religião oficial.

Paralelamente, livre das guias da igreja e com o advento da evolução cientifica, industrial e tecnológica, um novo homo-saber anti-religioso forjou-se no seio da sociedade. Também a revolução dos costumes, na década de 60, e bem assim, os humores da globalização, informam este ser humano do novo milênio, desprovido dos valores religiosos que por séculos espelharam o mundo ocidental.

Não obstante, e talvez seja adequado dizer que agora no papel de “contracorrente”, os movimentos e grupos religiosos continuam a crescer. Os choques entre as duas cosmovisões são inevitáveis. São embates ideológicos, cabendo a cada grupo exercitar as suas liberdades de crença, convicção e expressão. A falta de uma visão equilibrada desta pluralidade ideológica, notadamente nos Estados com governos intitulados “progressistas”, tem sido fonte de problemas.

Alguns destes Estados constitucionais, inclusive a Espanha e o Brasil, têm incorporado em suas políticas públicas determinados valores ideológicos visceralmente contrários aos valores religiosos Nestes casos é comum a alegação de que se está implantando o “laicismo” na sociedade”. Ora, isto é uma mera falácia. Nunca a idéia de um Estado laico significou o combate à religião alguma. Estado laico é apenas o Estado separado da Igreja no plano político.

Estes são tópicos que precisamos detalhar, pois para muitos operadores do direito as respostas ainda não estão claras, e o exame envolve responder a algumas perguntas, por exemplo: pode ser classificado como intolerante quem defende e afirma publicamente as suas convicções políticas, ideológicas ou religiosas? Ou intolerante é quem não aceita que as suas convicções sejam publicamente contrariadas? Deve o Estado se imiscuir nestas questões? Existe um limite constitucional para estas ações?


1- LIBERDADES PÚBLICAS

Contrariamente ao que apregoa boa parte da doutrina, todas as liberdades podem ser consideradas como publicas tendo em vista que a intervenção do aparato estatal é sempre necessária, inclusive desde o ponto de vista legislativo, para a plena efetivação das liberdades.

As liberdades públicas operam, no âmbito jurídico, dentro de uma estrutura normativa legal. Trata-se de uma espécie de poder que o Estado confere aos indivíduos: poder de autodeterminação. A liberdade é um poder/dever que cada ser humano exerce sobre si mesmo, e trata-se de uma obrigação negativa, ao contrário da maioria dos outros direitos, ou seja, em seara da liberdade, o meu dever é apenas respeitar, pela abstenção, a liberdade dos outros.

Muitas questões ainda podem ser suscitadas nestes aspectos. É muito conhecida a noção de liberdade negativa e liberdade positiva, o que alguma confusão pode fazer.

ISAIAH BERLIN, afirma que a liberdade negativa significa não ser impedido pelos outros de fazer o que se deseja fazer “yo soy libre em la medida em que ningún hombre ni ningún grupo de hombres interfieren en mi actividade (…) yo no soy libre en la medida en que otros me impiden hacer lo que yo podría hacer si no me lo impedieran” 1

Quanto à liberdade positiva preleciona: “el sentido ‘positivo’ de la palabra ‘libertad’ se deriva del deseo por parte del individuo de ser su próprio dueño (…) quiero ser el instrumento de mí mismo y no de los actos de voluntad de otros hombres”. 2

 


 

2 – LIBERDADES DA PESSOA INTELECTUAL E MORAL

Sabemos que pelos usuais critérios de classificação, são constituídas pelas chamadas liberdades de pensamento, também denominadas pelos progressistas como liberdades éticas, e abrangem os aspectos subjetivos da personalidade e da consciência humana que viabilizam a liberdade de eleição. Dentre elas podemos destacar: liberdade de opinião; liberdade de consciência liberdade religiosa; liberdade de crença; liberdade de culto; liberdade de expressão.


3 – A POSIÇÃO CONSTITUCIONAL DAS LIBERDADES.

De maneira geral, em todos os Estados Constitucionais e Democráticos de Direito as liberdades, atualmente, possuem um status constitucional de princípios fundamentais. Não é de outra maneira na Constituição de 1978 na Espanha e também na Constituição de 1988 no Brasil. Ambas refletem o teor da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, da Organização das Nações Unidas, sendo desnecessário aqui, nesta breve reflexão, maiores delongas sobre esta citada condição já amplamente solidificada nas melhores doutrinas sobre o tema.

3.1 – A LIBERDADE RELIGIOSA NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

O lento maturar dos chamados direitos humanos perpassa toda a história da humanidade. Nestes cenários áridos da construção permanente da cultura das sociedades, a liberdade religiosa ocupa papel de reconhecida importância no atual Estado Democrático de Direito. A imanência da liberdade de pensamento permitiu aos indivíduos de diferentes culturas que se desenvolvessem no caminho da contemplação e/ou revelação religiosa. E cada coletividade definiu suas práticas, ritos, cortejos, ídolos e invocações. Por fim, servos, senhores, ricos, pobres, letrados e leigos se encontraram todos nos umbrais da elevação místico-religiosa.

3.2 – A DIMENSÃO ONTOLÓGICA DO DIREITO À LIBERDADE RELIGIOSA.

A liberdade religiosa esta fincada entre as liberdades de pensamento. Enquanto direito fundamental, é a mais complexa das liberdades públicas, pois se volta para verdades imateriais de cunho transcendental, sendo intrinsecamente multi-facetária. Bem assim, carrega ontologicamente consigo as demais espécies ou formas de liberdade: a liberdade de manifestação do pensamento, a liberdade de crença, a liberdade ideológica, a liberdade de opinião, a liberdade de expressão, a liberdade de reunião, dentre outras.

Assim, é correto afirmar que a liberdade religiosa, como pressuposto lógico e fundamental do seu exercício e da sua efetivação no Estado democrático de direito, abriga diversas outras liberdades, sem as quais seria mera simulação normativa. Neste sentido, não se pode conceber liberdade religiosa sem liberdade de manifestação do pensamento, ou liberdade religiosa sem liberdade de expressão. Tampouco liberdade religiosa sem liberdade de reunião. Como dissociar liberdade religiosa de liberdade de consciência? Como dissociar liberdade religiosa de liberdade ideológica? A obviedade de tais associações inviabiliza qualquer tentativa de cindi-las.

3.3 A LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

Como afirmamos, a liberdade religiosa, como liberdade de pensamento que é, está umbilicalmente ligada à liberdade de expressão. Não parece ter fundamento a considerável confusão quanto a este ponto. Sem embargo de não existir um critério rígido de classificação das liberdades, é crível que as liberdades de pensamento, ou liberdades éticas, não encontram sua efetivação no momento em que surgem na tela sensorial da mente, pois este é um mero ato reflexo, mas sim no exato instante da sua exteriorização.

A Liberdade religiosa não indica apenas a simples possibilidade da existência de um pensamento encapsulado na mente do indivíduo, e afastado o imponderável evento de uma religião cuja máxima seja “só pensar por pensar”, o natural é que a exercício autêntico da religião, como o exercício de tantas outras coisas na vida, contenha e abranja discursos e ações.


4 – UM CONFLITO MERAMENTE APARENTE

O conflito aparente entre as duas formas de liberdade – Liberdade Religiosa e Liberdade de Expressão – se manifesta, aos olhos menos atentos, quando existe um conflito de opiniões entre duas doutrinas com visões antagônicas. Ao usar o seu direito à liberdade ideológico-religiosa, combinado com o seu direito a propalar a sinceridade dos seus pensamentos, consistente na liberdade de expressão (parte integrante da liberdade religiosa), algumas pessoas e grupos podem ser hostilizados com base na falsa premissa de que são intolerantes.

A título de exemplo, podemos imaginar o fiel de uma religião hipotética com as seguintes características doutrinárias:

a)Monoteísta: acredita somente na existência de um único Deus;

b)Transcendente: acredita que Deus está fora do plano material;

c)Salvadora: todos estão perdidos e precisam de salvação;

d) Universal: as verdades do que crêem são para todos os seres humanos;

A questão aqui é saber se, em essência, tal religião e seus seguidores são intolerantes quando defendem as suas convicções: a resposta claramente é negativa. Obviamente ao afirmar as verdades, que integram sua estrutura de consciência e de valores, o fiel desta religião hipotética estará negando as outras possibilidades. Isso, contudo, não autoriza ninguém a pensar que aqueles que são politeístas, ateus, etc., estariam sendo vítimas de intolerância ou discurso ódio de qualquer espécie tão só porque confrontados publicamente com as convicções do fiel desta religião hipotética. E aqui não se aplica a regra da vontade da maioria, nem da conservação de direitos de minorias, pois o que prepondera, neste caso, é o direito fundamental da liberdade de expressão religiosa e ideológica.

Assim, não se pode alegar que o fiel de uma fé religiosa, seja ela qual for, é intolerante porque sua doutrina religiosa não inclui a opção de aceitar como verdade a teoria oposta. Tal situação tocaria o absurdo e seria um equívoco cometido contra a lógica e contra o fato mesmo da irredutibilidade de opiniões.


5- LIBERDADE RELIGIOSA COMO TOLERÂNCIA À OPINIÃO DIVERSA

Tolerância pode ser definida como a aptidão para a convivência de crenças e opiniões diversas. A idéia de tolerância tem seu campo de ação mais importante no campo religioso e, automaticamente, da liberdade de consciência. Podemos nos referir a dois tipos básicos de tolerância: tolerância frente a crenças e opiniões religiosas e políticas diversas; e a tolerância frente às minorias étnicas, raciais, físicas, homossexuais etc.

Isto nos situa frente às livres e legítimas manifestações do pensamento dentro de um Estado Constitucional de Direito. Tais divergências derivam da liberdade de pensamento, exteriorizadas na convicção de possuir a verdade, seja ela política, ideológica ou religiosa.

O que importa aqui é fixar como podem ser compatíveis, teórica e praticamente, duas “verdades”, ou convicções, opostas. A resposta é que, sob pena de se cair no vazio inaceitável de se tentar impor limitações ao livre exercício do pensamento e na tirania de combater o direito de livre manifestação do mesmo, só resta aceitar com tranqüilidade o fato de cada ser humano tem o direito de pensar, crer e se expressar livremente, conforme a sua convicção e consciência.

A liberdade religiosa pressupõe então o direito de crer e o direito de afirmar publicamente aquilo que se crê, mesmo que esta cosmovisão contrarie a opinião, a ideologia ou até mesmo a religião alheia. Em outras palavras, o direito à liberdade religiosa, e ideológica, garante a possibilidade de se crer no que quer que seja, e de afirmar publicamente aquilo que em que se crê.

A liberdade religiosa só existe de fato quando se assegura este seu aspecto externo e público. Porque a religião num contexto internalizado, em forma de pura reflexão, não necessita de qualquer tipo de garantia do Estado. Em mero pensamento sempre há liberdade. Por este motivo, o que a garantia de liberdade religiosa pretende assegurar é a possibilidade de o fiel viver e dizer, com liberdade, de acordo com o que acredita.

Acrescente-se que, por ser direito fundamental, a liberdade religiosa não deve ceder a princípios menores. Aqui não tem aplicação um princípio de “boa vizinhança ideológica”. Nem é aceitável qualquer imposição para que o indivíduo deixe pensar o que pensa, com o fito de tornar sua crença mais “aceitável” ou diminuir eventuais contrastes de opiniões, pois isto equivaleria a negar a sua liberdade e empobrecer o debate ideológico.

5.1 – A LIBERDADE FRENTE À CONFRONTAÇÃO E A PROVOCAÇÃO IDEOLÓGICA

Alguns autores entendem que em um Estado democrático é possível contestar, frontal e severamente, qualquer ideologia, inclusive a religiosa, tudo perfeitamente embarcado pela liberdade de expressão. Tal posição é legítima, porém precisa ser mais bem discutida para não se descambe para a mera afronta e violência gratuita. Geralmente seus defensores se dizem representantes de algum tipo de progressismo, secularismo, ou laicismo:

“(…) pues bien, las ideologías, los sistemas de convicciones y de creencias, religiosos o no religiosos, no merecen el más mínimo respeto. desde las conquistas de la libertad de conciencia, de pensamiento, de expresión, el destino más digno de cualquier sistema de ideas y creencias es ser sometido a todas las operaciones de pensamiento que seamos capaces de realizar con él, desde su exaltación a la más completa burla, al escarnio y a la irreverencia…” 3

 

Ou em outra reveladora versão:

“(…) pessoas merecem respeito. idéias não. (…) como o leitor já deve ter concluído, faço objeções fortes a teses religiosas, mas elas não se confundem com ataques a pessoas religiosas. (…) façam suas escolhas. só o que não vale é tentar calar o adversário.” 4

 

Entendemos aceitáveis estes “ataques”. Enquanto os mesmos permanecerem no plano da contestação ideológica de uma determinada convicção política ou crença religiosa, é viável concordar que tal postura estará ancorada pelo direito à liberdade de expressão. Sem embargo, quando o discurso atacar a integridade moral ou pessoal de qualquer indivíduo (ou instituição), desqualificando-o pelo fato da sua ideologia, estaremos incorrendo em uma postura discriminatória e odiosa, a merecer rechaço.

Acredito que o melhor exemplo sobre o assunto seja o constante “patrulhamento pejorativo” que os “crentes” recebem neste atual ambiente mundano secularizado, e que se diz “evoluído”. Ora, evoluir é perceber a inexorável amplitude da condição humana e encarar como normal as divergentes opções e identidades culturais (pacíficas) eleitas para si por cada indivíduo livre, e não o seu contrário. Julgar o seguidor de determinada doutrina como inferior (intelectual ou moralmente) é incidir na infamante e antijurídica prepotência de acreditar-se signatário das melhores escolhas e de maiores direitos, o que por si só é abjeto.

Neste ambiente, é necessário também que se esclareça disparatado querer emparedar a liberdade religiosa proibindo a divulgação de suas idéias ou a prática de seus cultos. O raciocínio é o mesmo quanto à idéia de querer obrigar a adesão a um culto ou ideologia qualquer. Dizendo de outra forma, a liberdade religiosa não existe só para assegurar a prática religiosa, mas também para respaldar a possibilidade de o sujeito não ter religião. Ela afiança a possibilidade de um ateu dizer, publicamente, que não acredita na existência de Deus, ou duvidar que Ele seja bom, etc, sem que por isso seja considerado intolerante.

Se for verdade que a liberdade de expressão religiosa ou ideológica não constituem um direito absoluto, também é verdade que estas só devem encontrar limites em casos muitos específicos (como as questões que envolvem, por exemplo, segredos militares).

Por outro lado, devemos concordar que a garantia da liberdade de expressão apesar de criar um direito a “dizer o que pensa”, não abriga um “direito a ser ouvido” nem a uma “obrigação de ouvir”. Uma postura que pretenda instituir a “obrigação de ouvir”, não seria compatível com um Estado de direito. Uma normatização deste quilate só poderia ser bosquejada em Estados totalitários (talvez o exemplo mais inconfundível seja o do eterno comandante Fidel Castro, em Cuba), mas, fora isso, ninguém pode ser obrigado, nem pelo Estado nem por particulares, a ‘ouvir’ ou deixar de ouvir, seguir ou deixar de seguir doutrina alguma.


6- LIBERDADE DE EXPRESSÃO E A IGUALDADE

Há quem argumente que certas manifestações da liberdade de expressão podem ferir o princípio da igualdade. Entendem que a divulgação de algumas opiniões específicas podem vulnerar grupos menos privilegiados e contribuir para o aumento da desigualdade. Esta corrente fomenta a idéia de que algumas pessoas não devem ser livres para expressar as suas opiniões e preferências.

Equivocadamente, se toma como parâmetro para esta “censura” algumas normas a respeito de assédio sexual e discriminação no ambiente de estudo ou de trabalho. Mas é fácil ver que não trata da mesma coisa. O assédio sexual e a discriminação negativa são condutas que efetivamente merecem reprovação. Mas este pensamento legítimo nunca pode estribar a falsa idéia de que necessário desinfetar o mundo para criar um espaço asséptico para abrigar “grupos minoritários que se julgam alvo de manifestações e expressões que ‘reputam’ ofensivas”.

Tal situação seria um retorno a um tempo das “trevas” da ignorância jurídico-política. Na prática, pressupõe a criação de uma espécie de “POLÍCIA IDEOLÓGICA” e, quem sabe, de uma “CENSURA PRÉVIA” em textos e falas. Neste diapasão, seria necessário e conveniente, quem sabe, estabelecer também “TRIBUNAIS CULTURAIS” para julgar as demandas apresentadas pelos “FISCAIS CULTURAIS”, o que, verdadeiramente, é um insondável absurdo.

“O Estado poderia então proibir a expressão vívida, visceral ou emotiva de qualquer opinião ou convicção que tivesse uma possibilidade razoável de ofender um grupo menos privilegiado. poderia por na ilegalidade a apresentação da peça o mercador de veneza, os filmes sobre mulheres que trabalham fora e não cuidam direito dos filhos e as caricaturas ou paródias de homossexuais nos shows de comediantes. os tribunais teriam de pesar o valor dessas formas de expressão, enquanto contribuições culturais ou políticas, contra os danos que poderiam causar ao status ou à sensibilidade dos grupos atingidos.” 5

 

É preciso sempre muita atenção para não caiamos no erro de acreditar que os institutos da liberdade e da igualdade estão em lados opostos. Na verdade, ambos se complementam na luta pela efetivação dos direitos fundamentais da humanidade. Não existe o tal propalado conflito entre a liberdade e a igualdade, e mesmo se existisse teríamos que fazer a opção pela liberdade, pois o entendimento contrário nos levaria a justificar a existência de um Estado controlador, o que seria uma grave agressão à própria noção de direitos fundamentais, que são exatamente aqueles direitos que os particulares exercem contra o Estado e contra terceiros, e que pertencem à órbita de ação do indivíduo, dentro da eficácia vertical e horizontal dos mesmos.

O ambiente social e político de uma sociedade é plural. E exatamente esta riqueza, ou “mercado de idéias”, que faz prosperar as diferenças, e não seu contrário. O direito à diferença e o direito á manifestação está intimamente ligada à própria noção de igualdade, cidadania e representação.

Fonte: Belcorígenes de Souza Sampaio JúniorAdvogado

Mestre em Direito pela UFPE; Mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade Pública de Burgos – Espanha; Doutorando (em fase final) em Direitos Fundamentais: Liberdade Religiosa, pela Universidade Pública de Burgos – Espanha; Professor de Direito Constitucional, Teoria do Direito e Hermenêutica Jurídica; Ex membro da Comisssão de Direitos Humanos da OAB/Ba; Palestrante Internacional.

Continuação desta fantástica entrevista  feita pelo autor do livro- cuja capa expomos acima- e que é encontrada nas livrarias católicas em todo o Brasil ou na Internet.

A Primeira parte também foi publicada, use o mecanismo de busca do blog para encontrar.

Suas colocações são muito sensatas e lúcidas e penso que podem apoiar pessoas que tem dificuldade em sua identidade sexual e que desejam superar com a força da graça de Deus essas dificuldades.

***

Entrevista com Gerard van den Aardweg

Um jovem que é psicológica e emocionalmente maduro, quando for admitido no seminário, nunca acabará se interessando pela homossexualidade e a pedofilia, afirma um psicoterapeuta católico holandês.

Gerard van den Aardweg trabalha como terapeuta há quase 50 anos em sua pátria, Holanda. Especializou-se em casos de homossexualismo e de problemas conjugais. Ministrou conferências no mundo todo e escreveu diversos livros sobre homossexualidade e pedofilia, assim como a relação destes temas com outros: a atração homoerótica no sacerdócio, a Humanae Vitae e os efeitos da paternidade homossexual.

Os livros publicados por ele incluem Battle for Normality: Self-Therapy of Homosexuality e On the Origins and Treatment of Homosexuality.

Van den Aardweg foi membro do Comitê Científico Assessor da Associação Nacional para a Pesquisa e Terapia da Homossexualidade, desde que a organização foi fundada em 1992. É também o editor europeu da revista Empirical Journal of Same-Sex Sexual Behavior.

-Voltando aos problemas no clero, diria que o abuso aumentou porque homens com tendências preexistentes foram admitidos no sacerdócio, ou há fatores que contribuem para este tipo de comportamento com o passar do tempo?

-Van den Aardweg: Um jovem que é psicológica e emocionalmente maduro, quando for admitido no Seminário, nunca acabará se interessando pela homossexualidade e a pedofilia. Se se sentir excitado sexualmente e alimentar seus sentimentos, buscará uma mulher.

A “orientação” para crianças ou adolescentes nos sacerdotes que abusaram dos jovens nunca se origina durante os anos de Seminário ou durante o sacerdócio. Em alguns casos, inicialmente pode ter sido mais ou menos latente, fraca, mas sempre esteve essa lacuna em seus sentimentos, a falta de sentimentos normais heterossexuais.

Em determinadas circunstâncias, ao ter contato com jovens, ou durante um período de desilusão ou solidão, o adormecido desejo homossexual pode-se inflamar.

Outros sacerdotes talvez sempre foram conscientes de sua atração pelos homens, mas se estruturam para viver com ela sem exteriorizá-la. No entanto, cada vez que se sente incapaz de fazer frente às demandas ou desilusões de sua profissão, em um mau momento poderia começar seja folheando revistas pornográficas – em nossos dias, em um site pornográfico da internet – ou começar a consumir álcool, a se consolar e entregar-se a fantasias sexuais, com o que vai de mau a pior.

A homossexualidade é mais que um problema sexual. É parte de uma variante específica da imaturidade da personalidade, e entre seus sintomas mais frequentes estão a falta de força de caráter, a solidão interior, as dificuldades para a formação de vínculos de amizade madura, a ansiedade e a depressão. Assim, o estresse, em todas as suas formas, pode debilitar a resistência do homem a entregar-se a seus desejos.

Outros fatores importantes que diminuem o umbral de resistência são a falta de apoio pessoal e a falta de direção espiritual regular de que tanto necessitam; a lassidão da vida interior, espiritual, o abandono da confissão regular, o mau exemplo de outros sacerdotes em seu entorno que levam uma vida dupla, e o estar exposto a teorias morais permissivas sobre a sexualidade em geral e sobre a normalidade da homossexualidade.

Neste sentido, a atitude crítica de muitos teólogos e sacerdotes ao celibato e, sobretudo à Humanae Vitae, foi um fator eficaz na debilitação da resistência de muitos sacerdotes para condutas sexuais inadequadas, seguramente no caso de muitos com desejos homossexuais.

Como o Papa Paulo VI mesmo explicava nesta encíclica, dissociar a sexualidade da reprodução na relação entre o homem e a mulher teria como consequência a aprovação de outras formas de sexo estéril como a homossexualidade.

Muitos dos escândalos sexuais que finalmente desencadearam a reação pública nos EUA, fato que está atualmente continuando na Europa, e que serve de tão abundante material para a propaganda anti-católica, são uma consequência lógica de décadas de rejeição aberta e de ignorar tacitamente a Humanae Vitae e a visão cristã da sexualidade que subjaz nela por parte de importantes sacerdotes, moralistas e bispos.

Não se pode esperar que muitos sacerdotes e religiosos com debilidades, como os desejos homossexuais – e em ocasiões pedófilos – perseverem em sua luta interior pela castidade quando constantemente escutam dizer que quase tudo é correto na vida heterossexual, matrimonial ou não: “por que deve ser o único ao que não está permitido só ocasionalmente dar-se um inocente prazer sexual se não causa dano a ninguém?”

-Os meios de comunicação rara vez centram-se no papel da psicologia nos casos de abusos sexual. Que o senhor diria do papel da psicologia nesses casos?

-Van den Aardweg: Apesar de toda crítica atual, não há provas de que a maioria dos casos de má conduta sexual por parte de sacerdotes no passado mais remoto, e inclusive entre 1960-1980, manejaram-se mal e de maneira irresponsável.

Frequentemente se buscou um compromisso prudente entre a necessidade de proteger os menores, a “ressocialização” do delinquente, e o controle dos danos sobre a paróquia, diocese, instituto.

A terapia – ou, em todo caso, as séries de conversações com os profissionais – foi uma das medidas padrão. Este enfoque não foi diferente do utilizado em casos similares nas instituições leigas, salvo que o castigo era eclesiástico.

Olhando para trás, este manejo pode ter sido adequado em muitos casos, mas frequentemente não era. Uma das razões da insuficiência desses procedimentos foi a ingenuidade das autoridades da Igreja ante os desvios sexuais.

A tendência foi subestimar a gravidade dos delitos, e crer que um delinquente com boas intenções, que, por outro lado, tinha ido se confessar e tinha prometido corrigir-se, merece caridade e confiança mais que qualquer outra coisa, e tinha de lhe ser dada uma segunda oportunidade.

Sobretudo as autoridades da Igreja – não menos que as autoridades judiciais leigas – compartilhavam uma confiança demasiado otimista nas pujantes ciências psicológicas e psiquiátricas. Encomendar um caso de abuso sexual a um psiquiatra ou psicólogo era visto como a garantia mais sólida contra a reincidência.

Isso definitivamente não era uma garantia, e continua não sendo. O efeito de longo prazo da psicoterapia ou da medicação em muitos casos de delinquentes sexuais é mínimo, também porque a motivação de uma pessoa para lutar a dura batalha consigo mesma pode ser bastante artificial e dependente da pressão das circunstâncias.

Por outro lado, parece que, mais ou menos desde finais dos anos 60, a resposta a estes delitos converteu-se em muitos setores da Igreja – não em todos – cada vez em mais insuficiente, frágil, negligente.

A tendência leiga da psicologia era a de enfatizar o aspecto de enfermidade mental dos delinquentes em geral – pacientes, vítimas da educação, etc. – em vez de em sua responsabilidade ante seu comportamento imoral.

O elemento de disciplina e castigo – no caso dos sacerdotes e religiosos, a penitência – era impopular, e isso se acrescentou frequentemente a uma flagrante falta de consideração dos sofrimentos e das necessidades das vítimas desses delitos.

A psicologia tem uma grande responsabilidade sobre essa visão distorcida e ideológica, e sem nenhuma dúvida afetou profundamente na forma em que as autoridades da Igreja reagiram às acusações de abusos sexuais que se lhes apresentaram, em sua conduta perante os membros do clero que cometeram abusos sexuais, e na atitude de muitos conhecidos homens da Igreja e teólogos para com homossexuais em geral e sacerdotes homossexuais em particular. Um fator importante nisso foi também o medo dos meios de comunicação, da opinião pública.

De todos os modos, com frequência, as autoridades olharam para o outro lado quando se lhes apresentaram casos de ‘pedofilia’ ou de outras condutas homossexuais de sacerdotes e, se tomaram medidas, com muita frequência o fizeram com “o encobrimento da caridade”: não adoram punições, talvez encaminharam para algum centro terapêutico, e, nesses casos, sem verificar os efeitos.

-Alguns criticam a Igreja por que, no passado, permitiu a sacerdotes que tinham cometido abusos regressar ao ministério, após terem participado de sessões de psicoterapia. O senhor acredita que os terapeutas pensavam que esses sacerdotes podiam se curar realmente, e que podia ser confiado a eles o cuidado de crianças e adolescentes?

-Van den Aardweg: Esta crítica é justa. As autoridades, nesses casos, podem ser recriminadas pelo fato de que não tiveram a prudência de esperar uns dois anos, verificar os resultados do tratamento, e que não seguiram pessoal e criticamente o caso. Suas reações muito frágeis foram, em ocasiões, o caminho mais fácil.

Também é verdade que, em geral, os psicoterapeutas tinham, e continuam tendo, muita confiança em suas ideias e métodos. De fato, a psicoterapia pode ajudar um pequeno número de pessoas com inclinações sexuais anormais, como a homossexualidade, a mudar radicalmente e, a uma porcentagem mais elevada, pode apoiar para que seus sentimentos percam intensidade e seu caráter obsessivo, de modo que toda sua estabilidade emocional aumente de um modo considerável. Mas isso com frequência requer anos, e os melhores resultados são experimentados por aqueles que se submetem à terapia por iniciativa própria e não forçados por uma situação externa.

Assim, um cliente que se submete a terapia pode reagir melhor durante a mesma, e isso pode ocasionar que o terapeuta considere prematuramente que está pronto para regressar a sua situação precedente; desse modo, ao ser submetido a uma maior pressão interna e externa, não diminuem as possibilidades de que volte a cair em seus antigos comportamentos.

Isso não é visto só em casos de pessoas com problemas sexuais, mas também em outros casos de neuróticos e delinquentes. De todos os modos, a prudência exige que não se coloquem nunca pessoas com esses comportamentos passados na antiga situação, ao menos durante muitos anos, pois continuam sendo vulneráveis.

-Qual é a atual relação entre as autoridades da Igreja e os psicólogos na hora de trabalhar com sacerdotes pederastas ou homossexuais? Mudou com o passar dos anos?

-Van den Aardweg: Depende das diferentes pessoas com autoridade, mas também da possibilidade de poder contar com psicólogos católicos preparados. Na Europa, já só uns poucos psicólogos trabalham em terapia com pessoas atraídas pelo mesmo sexo, dado que este ramo da terapia está quase fora da lei na União Europeia, que adotou oficialmente a ideologia homossexual.

A terapia dos desvios sexuais é quase vista como uma violação dos direitos humanos. As universidades só transmitem uma visão baseada em slogans politicamente corretos. Isola-se quem poderia oferecer cursos de terapia para profissionais. Só há poucos terapeutas cristãos especializados nesse tema.

Pelo que se refere à Igreja, está aumentando o interesse de cooperar com psicólogos e psiquiatras cristãos/católicos em particular por parte daqueles bispos, superiores de seminários, sacerdotes ou teólogos que apoiam a moral sexual da Igreja.

Outros que se sintam inseguros em suas opiniões sobre esta matéria, ou que tenham medo de enfrentar os meios de comunicação, aos sacerdotes e fiéis liberais, ou a seus próprios teólogos, preferem deixar sem trabalho os psiquiatras e psicólogos que tratam da homossexualidade como uma desordem. Mas creio que algo está mudando para melhor nesse sentido, ainda que de maneira lenta.

Por outro lado, cada vez mais jovens psicólogos e psiquiatras interessam-se pelo que chamamos de “psicoterapia cristã ou católica”, quer dizer, métodos baseados em uma visão cristã do ser humano, do matrimônio e da sexualidade, e das desorientações sexuais, e que reconhecem o valor terapêutico do “fator religioso”, a conversão, a importância de uma vida interior espiritual, do exercício das virtudes, e da luta contra os vícios, para benefício da saúde e da estabilidade de caráter.

Cada vez mais bispos, teólogos e sacerdotes apoiam a promoção, explicação, aplicação e defesa de toda a doutrina católica sobre a sexualidade e o matrimônio, ou simplesmente fazem da Humanae Vitae uma parte essencial de suas atividades de re-evangelização. Claro está, tentam buscar o conselho e assistência de psicólogos cristãos/católicos, e isso está levando aqui e ali a promover uma cooperação fecunda.

Moisés Gomes

“Hoje em dia, muitas vezes a palavra “gênero” aparece em contextos onde esperávamos encontrar a palavra “sexo”. Em vez de se falar  de diferença entre os sexos, fala-se de diferença entre os gêneros. Em vez de discriminação por causa de sexo, fala-se em discriminação por causa de gênero.

As pessoas desavisadas podem achar que o termo “gênero” inofensivo. Seria apenas um sinônimo de sexo. No entanto tal palavra esconde toda uma ideologia: a “ideologia de gênero”. Sobre este assunto, a Conferência Episcopal Peruana elaborou um documento “La ideología de género: sus peligros y sus alcances”[1], publicado em abril de 1998,cujo conteúdo pretendo resumir aqui.

A chamada “perspectiva de gênero” resume-se nos seguintes princípios:

1. Não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos.

2. Não é a natureza, mas a sociedade que impõe à mulher e ao homem certos comportamentos e certas normas diferentes. Assim, se desde pequena a mulher brinca de boneca e casinha, isso não se deve a um instinto materno (que para as feministas de gênero não existe), mas simplesmente a uma convenção social. Se as mulheres casam-se com homens, e não com outras mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas uma construção da sociedade. Se os homens sentem-se na obrigação de trabalhar fora de casa para sustentar a família, enquanto as mulheres sentem necessidade de ficar junto aos filhos, nada disso é natural. São
meros papéis, desempenhados por tradição, mas que poderiam perfeitamente ser trocados.

3. Tais idéias, que são meras construções sociais, servem para justificar o domínio da mulher pelo homem. Assim, a mulher, ingenuamente, “acredita” que seu lugar mais importante é o lar, que nasceu para se mãe, que deve sacrificar-se pelos filhos, que deve ser fiel ao marido… Tais “construções sociais” não têm fundamento, dizem as feministas. Assim, é preciso “desconstruir” tais idéias, conscientizando a mulher de que ela está sendo enganada e explorada.

4. Uma vez liberta de tais “construções sociais”, a mulher vê-se livre
para construir a si mesma: pode livremente optar por ser lésbica, por não ser mãe ou por matar o filho concebido (ou, como se diz, “interromper a gravidez”). Tudo passa a ser permitido.

O marxismo: origem da ideologia de gênero

A ideologia de gênero, que causou enorme discussão na IV Conferência mundial das Nações Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995), tem sua origem em Frederick Engels, amigo inseparável de Karl Marx. Em seu livro “A origem da família, da propriedade e do Estado” (1884), Engels dizia:

“O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher, unidos em matrimônio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”[2].

Segundo a doutrina marxista, não há conciliação possível entre as classes. Operários e patrões são necessariamente inimigos. Os operários não devem buscar melhorias para sua classe. Devem fazer uma revolução, que terá por fim acabar com as classes. Marx pregava uma tomada do poder pelo proletariado. Depois de algum tempo, o Estado iria  desaparecer, não haveria mais classes sociais e tudo seria comum. Seria instaurado o comunismo.

Seguindo a mesma linha, o feminismo atual, com bases no marxismo, não deseja simplesmente melhorias para as mulheres. Deseja eliminar as “classes sexuais”. Diz a feminista radical Shulamith Firestone, em seu livro “The Dialectic of Sex” (A dialética do sexo):

”… assegurar a eliminação das classes sexuais requer que a classe subjugada (as mulheres) faça uma revolução e se apodere do controle da reprodução, que se restaure à mulher a propriedade sobre seus próprios corpos, como também o controle feminino da fertilidade humana, incluindo tanto as novas tecnologias como todas as instituições sociais de nascimento e cuidado de crianças. E assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio da classe econômica, mas com a própria distinção entre classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente – à diferença do primeiro movimento feminista – não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”.

As feministas de gênero, fiéis à visão marxista, dizem que toda desigualdade é injusta. Que o trabalho exercido pelo homem seja diferente do exercido pela mulher é simplesmente uma injustiça institucionalizada. É preciso acabar com ela. A respeito da mulher que opta por ficar em seu lar cuidando dos filhos, diz a feminista Christina Hoff Sommers:

“Pensamos que nenhuma mulher deveria ter esta opção. Não se deveria autorizar a nenhuma mulher ficar em casa para cuidar de seus filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa opção, porque se essa opção existe, demasiadas mulheres decidirão por ela”[3].

(Até aqui o resumo do documento da Conferência Episcopal Peruana)

Redefinição de família

O feminismo de gênero é inimigo frontal da família, lugar em que os papéis de cada sexo são “socialmente construídos”. Para abolir a família, é mais eficiente conservar seu nome e mudar o seu sentido. Família poderia significar não apenas a união perpétua entre um homem e uma mulher com seus filhos (como nós a conhecemos), mas também, por exemplo, a união de duas lésbicas e mais uma criança gerada por inseminação artificial; ou então dois homossexuais e um filho “adotivo”.

A recém-aprovada Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como “Lei Maria da Penha”, redefine família como “a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa” (art. 5*, II). E acrescenta: “As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual” (art. 5*, parágrafo único).

Essa lei, sancionada como objetivo de coibir a violência contra a mulher, pretende ser o cumprimento da “Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres” (CEDAW), que o Brasil assinou em 1981 e ratificou em 1984. O texto da Convenção nada fala em favor do aborto ou do homossexualismo. Mas o Comitê internacional estabelecido para acompanhar o cumprimento da Convenção tem defendido abertamente tais idéias. Curioso é o texto em que o Comitê critica a Bielo-Rússia (também chamada Belarus) pela reintrodução do “Dia das Mães” e do “Prêmio das Mães”:

“Preocupa o Comitê a contínua prevalência dos estereótipos do papel de cada sexo e a reintrodução de símbolos como o ‘Dia das Mães’ e o ‘Prêmio das Mães’, que é visto como um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres. Preocupa também se a introdução da educação dos direitos humanos e de gênero, em oposição a tal estereotipação, está sendo efetivamente implementada.”[4]

Como se vê, a educação sob perspectiva de gênero é indicada pelo Comitê como remédio para a falta cometida pela Bielo-Rússia, de instituir um dia para valorizar a maternidade da mulher, que é apenas um “papel tradicional” a ser eliminado.

Homofobia

Se nada há de natural na complementação homem-mulher, os que criticam o homossexualismo devem ser punidos como “homofóbicos”. Pelo Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, a prática de atos de homossexualidade deixa de ser vício e passa a ser direito humano. Essa proposição, que vai agora à apreciação pelo Senado, cria várias condutas consideradas crimes de “homofobia”. A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5*)[5].

Aquele que ousar proibir ou impedir a prática de um ato obsceno (”manifestação de afetividade”) praticado em público por homossexuais receberá idêntica sanção penal (art. 7*). Interessante é como a palavra “gênero” aparece tantas vezes na proposta legislativa. Já em seu artigo1*, ela diz que pretende definir “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

É preocupante que a “perspectiva de gênero” esteja presente entre os propósitos do segundo governo Lula. À promoção do homossexualismo é dedicado um caderno de 14 páginas: “Lula presidente: construindo um Brasil sem homofobia: Programa Setorial Cidadania GLBT 2007 / 2010? .Sem o menor escrúpulo, o presidente se compromete a aprovar a “união civil entre pessoas do mesmo sexo, estendendo aos casais homossexuais os mesmos direitos que os casais heterossexuais possuem. Inclusive o reconhecimento e proteção de suas famílias, garantindo o direito à adoção” (p. 13).[6]

A doutrina cristã sobre a sexualidade

Homens e mulheres são diferentes, mas não são inimigos natos. Ao contrário, são mutuamente complementares. Um precisa do outro e completa-se no outro. Porém, pela ideologia de gênero, esta visão cristã que vê em cada sexo uma vocação e missão específica é taxada de visão “sexista”. O “sexismo” e a “homofobia” são dois inimigos a serem combatidos por essa ideologia. Como se percebe, quem tem coragem para defender a doutrina cristã deve estar pronto para ser perseguido.

A organização Famílias Argentinas, que prepara uma manifestação diante do Congresso na próxima terça-feira, elogiou “a coragem dos senadores republicanos da Comissão de Legislação Geral que votaram com a maioria, rejeitando o projeto de lei em revisão sobre a inclusão do ‘casamento’ formado por pessoas do mesmo sexo”.

Nessa terça-feira, o projeto de lei para modificar o Código Civil a fim de permitir esse tipo de união, com sanção dos Deputados, fracassou em sua tentativa de conseguir a aprovação da maioria na Comissão de Legislação Geral do Senado.

A iniciativa somente alcançou 6 votos dos 15 totais. O restante dos senadores firmou o voto contra o projeto e apoiou outro para impulsionar a união civil sem adoção, que agora terá prioridade na sessão de 14 de julho.

“Sabemos que, apesar das pressões recebidas, eles foram fiéis ao desejo da maioria de seus eleitores e nos comprometemos com eles e com os demais senadores que têm a mesma intenção de preservar o casamento entre homem e mulher”, destaca a associação Famílias Argentinas, em um comunicado de imprensa.

Carlos Ramalhete. filósofo e professor.

A diferença maior entre uma sociedade saudável e uma sociedade em franco processo de decadência é a manutenção de uma ordem relativamente conforme à natureza humana. Quando uma sociedade perde os critérios naturais, o orgulho dos homens sempre a conduz a tentativas de substituição do natural por invencionices autodestrutivas.

Um tal caso é o da confusão atualmente em curso entre casais naturais, feitos de homem e mulher unidos para o auxílio mútuo e a procriação, e as chamadas uniões homoafetivas. Aqueles são uma instituição natural, sem a qual uma sociedade não pode perdurar. Estas são um fenômeno diverso, que não pode ser comparado com uma união matrimonial natural.

Pode haver um componente sexual numa união afetiva, como pode não haver. Em termos práticos, não há razão alguma para que seja tratada diferentemente pelo Estado a dupla do mesmo sexo que vive junta e tem relações sexuais, a dupla de irmãs solteiras que vivem juntas e a comunidade de hippies ou religiosos. O que ocorre sem vítimas entre quatro paredes não é da alçada do Estado, e não pode ser usado por ele para criar equivalências ao matrimônio natural.

Faz-se hoje uma daninha confusão entre o matrimônio e algumas uniões que por sua própria natureza não podem levar à continuação natural da sociedade através da procriação. Esta confusão é tanto mais estranha em um momento social em que o sexo é tratado como ato meramente fisiológico, tendo por fim o prazer e excluindo a procriação. Problemas reais e antigos, como a partilha de patrimônio construído em conjunto por pessoas que vivem juntas – irmãs solteironas ou duplas de amigos, com ou sem sexo – , já são tratados como desculpa para aplicar a uniões que não são matrimônios as regras matrimoniais… desde que haja sexo.

O problema deveria ser resolvido deixando cada um definir para quem vão os seus bens; não interessa ao Estado saber se há sexo com os herdeiros desejados. Mas não: se há sexo, vira sucedâneo de matrimônio. Se não há, azar de quem ajudou a construir um patrimônio! O Estado invade os quartos de dormir e faz do sexo a origem do matrimônio, ao mesmo tempo em que prega que sexo é um ato fisiológico a ser feito por todos, solteiros ou casados. Contradição, teu nome é decadência!

Desta confusão surge outra: se a união de solteiros que fazem sexo vira um matrimônio por uma penada do juiz ou legislador, a adoção de uma criança passa a ser desejada e tida como o próximo passo para a criação de uma “família” à moda Frankenstein. Trata-se de uma crueldade para com a criança, uma crueldade que o Estado não tem o direito de fazer. O Estado não pode impor a uma criança passar o resto da vida tentando explicar que em seus documentos há dois “pais” ou duas “mães”, e nenhum membro do outro sexo. Uma pessoa que entregue seu filho para que seja criado por uma dupla de solteiros do mesmo sexo – mais uma vez, com ou sem sexo – está esticando ao limite o seu pátrio poder. Já o Estado deve ter limites muito mais rígidos, por agir em nome de todos.

Quando uma criança é entregue ao Estado, ele deve agir com a máxima prudência e não se desviar do mais comum e do mais estabelecido; agindo em nome do povo, ele é obrigado moralmente a fazer o uso mais conservador e mais restrito do pátrio poder, que recebeu por substituição temporária e não lhe pertence.

Não é à toa que ao cidadão é permitido fazer o que a lei não proíbe, e ao Estado é proibido fazer o que a lei não autoriza: o Estado deve agir de forma contida, ou estará indo além de seu papel e de suas prerrogativas. Ao Estado não compete fazer revolução.

Na adoção, é necessário evitar toda e qualquer situação incomum e manter-se nos estritos limites do natural; tal como o Estado não pode registrar como “pais” de uma criança uma comunidade (hippie, religiosa etc.), tampouco pode fazê-lo com uma dupla do mesmo sexo que se vê como casal. Isto seria colocar a criança em uma situação atípica, forçando-a a passar a vida explicando que, sem ter escolha, tornou-se a vanguarda de uma tentativa de revolução contra a natureza.

Líderes pró-família e pró-vida do México expressaram sua satisfação pela decisão da Procuradoria Geral da República (PGR), de impugnar perante a Suprema Corte de Justiça da Nação a lei de matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e a possibilidade de adotar menores, pois se trata de uma norma que viola a Constituição do país.

Líderes como o dirigente de Pró Vida, Jorge Serrano Limón; o ex-presidente da União Nacional de Pais de Família, Guillermo Bustamante; o presidente do Colégio de Advogados Católicos, Armando Martínez; entre outros, assinalaram que a norma aprovada pela Assembléia Legislativa do Distrito Federal (ALDF), representa “uma séria ameaça para o país”, vai contra a Carta Magna e não escuta os 75 por cento de habitantes do Distrito Federal (DF) que se opõem a que este tipo de casais adotem crianças.

Lei inconstitucional

A PGR apoiou seu recurso de impugnação ao advertir que as reformas aos artigos 146 e 391 do Código Civil do DF vão contra a Constituição nacional.

No caso do artigo 146, a PGR indicou que este transgride o princípio de legalidade porque se separa do fim constitucional de amparo da família concebida expressamente pelo Poder Constituinte Permanente em 1974.

Sobre o artigo 391, que permite aos casais do mesmo sexo adotar crianças, assinalou que é inconstitucional porque não cumpre com o princípio de legalidade ao não tomar em conta o interesse superior do menino, que está por cima de qualquer outro direito. Acrescentou que a criança tem direito ao modelo de família concebido expressamente pelo Poder Constituinte Permanente no juízo da reforma de 1974 a tal dispositivo constitucional.

A PGR também rechaçou o argumento da ALDF, de que aprovou o “matrimônio” homossexual porque não existia amparo legal para o exercício dos direitos dos casais do mesmo sexo e que desejam fundar uma família.

“Isso não é exato, pois no Distrito Federal existe, desde 2006, a instituição jurídica da sociedade de convivência, que tutela virtualmente os mesmos direitos que o matrimônio, salvo os relacionados com a procriação e a descendência”, advertiu a PG

Padre Ricardo

Gostaria de falar a respeito de um tema bastante polêmico: “Como educar os filhos para a vivência da sexualidade”. É um tema que gera bastante discussão porque a sexualidade que nos católicos pensamos está diferente do mundo.

Quando nós queremos educar os filhos a respeito da sexualidade, eles vêm com a mentalidade da escola; e infelizmente nós pagamos os professores para perverterem a educação de nossos filhos, então o caminho é não confiar na escola, porque a escola irá ensinar algo errado, até que se prove o contrário. Infelizmente é isso, e eu vou explicar.

Por que a escola e os meios de comunicação vão ensinar mal os nossos filhos a respeito da sexualidade? Porque a sociedade está vivendo no ateísmo, a educação está montada no ateísmo, é preciso que nossos filhos saibam disso.

Não é possível educar nossos filhos de forma cristã na sexualidade, sem romper com o pensamento da sociedade atual.A maior parte dos jovens é contra liberação das drogas, mas essa não é a opinião da classe falante, e o nosso país é conduzido pela classe falante, políticos que transmitem opinião, professores, jornalistas, advogados, psicólogos, e o que eles falam não é o que o povo brasileiro pensa. Infelizmente esse é o pensamento da classe falante: jornalistas, advogados, psicólogos, políticos, terapeutas, professores. Há uma lacuna muito grande entre a classe pensante e o povo brasileiro. O povo brasileiro tem uma moral sexual conservadora, isso é uma estatística do Datafolha, IBGE, a maior parte dos jovens brasileiros são conservadores. Quando ele se casa, casa com mentalidade de que quer que dê certo, o comportamento dele é uma coisa, mas o pensamento é outro, é conservador.

A classe falante é muito liberal, e eles querem incutir na cabeça de nossos jovens essa opinião deles. Se nós, maioria cristã, continuarmos calados, eles vão conseguir cada vez mais incutir esse pensamento na cabeça dos jovens, nós precisamos falar e ter coragem de romper com esse silêncio, pronunciar que nós somos cidadãos cristãos.

Agora querem tirar os símbolos cristãos de todos os lugares, querem tornar o cristianismo uma realidade das catacumbas. Dizem que não querem ofender os que não são católicos, não podem ofender a minoria. Por que isso vai ofender os ateus? Não ter uma religião é também uma atitude religiosa. Ao invés de ter uma cruz na parede eu ter uma parede vazia é ter uma atitude religiosa.

Escute meu irmão ateu, você acha que ser cristão em público é feio, eu acho que ser ateu em público é muito pior, é mais feio. Uma cidade vazia de símbolos religiosos é também uma atitude religiosa que mostra que esta cidade não tem Deus.

O filósofo francês Jean-Paul Sartre Jean via o existencialismo como uma filosofia, para ele é um fato levar até as últimas consequências que Deus não existe. “Se Deus não existe, ninguém pensou o homem, então não existe certo ou errado”. Como Raul Seixas: “eu prefiro ser essa metaformose ambulante”. Vê o homem como fruto de uma mudança contínua, isso se chama ateísmo.

A respeito do sexo, como está pensando essa classe falante? Eles dizem assim: o importante é a pessoa se sentir bem, não tem certo ou errado. Isso é dizer que não existe um projeto, você que é o deus da história. Deus tem um projeto para nós, veja seu corpo, você sabe para que serve cada parte de seu corpo, que mostram a inteligência de Deus. Deus pensou o homem para a mulher e a mulher para o homem, mas muitos pensam: eu não quero viver o sexo dessa forma, quero viver da forma que me agrada, quero ter sexo com animais. Isso é uma desobediência ao Criador. E é isso que estão incutindo nas cabeças de nossos filhos, pois sempre dizem que o importante é a pessoa se sentir bem. Pode ser que o jornalista, o professor, o advogado que fale isso não seja ateu, mas o pensamento é ateu. O ateísmo está tomando conta da nossa sociedade sem se mostrar. O ateísmo se apresenta como humanismo, algo favorável ao homem, tolerante.

Os nossos jovens, infelizmente, já fizeram sexo para entender que estão se destruindo, basta que alguém fale isso para eles, mas essa multidão da classe falante fala o oposto, psicólogos, pedagogos, políticos, professores, às vezes, até padres, que trabalham para o pensamento ateu – Que horror! Quando um jovem chega ao confessionário e fala do pecado da masturbação e o padre fala para o jovem que não tem problema, que ele está conhecendo o corpo, pode ser que o padre não saiba, mas está trabalhando para o pensamento ateu -. Se nós aceitarmos isso, haverá a intolerância religiosa disfarçada de tolerância, fazendo carinha de bom moço. O diabo não se apresenta com chifre, ele se apresenta de forma atraente, ele é especialista, sabe fazer a cabeça, se apresenta como tolerância.

A Igreja Católica ama de paixão os homossexuais, não existe uma instituição que os ame mais, pois quer os tirar de uma cultura de morte que está os matando, essa vida de sexo livre, está matando esses jovens, por isso ela diz: “meus filhos parem com isso”. Ela ama os heterossexuais que também estão se matando com o sexo livre, por isso ela fala: “meu filho pare de se maltratar porque você foi feito para amar”.

O sexo é uma criação de Deus e não do diabo. O sexo é uma participação do ser humano na obra da criação. O interior da mulher é algo sagrado, cada mulher que carrega dentro dela aquela pequena vida, ali Deus já realizou seu projeto maravilhoso. O homem é chamado pela sua sexualidade a entrar neste santuário da vida que é a mulher, para obra da criação. Precisamos arrancar o sexo das mãos do diabo, é obra de Deus o sexo. Nós precisamos fazer com que o sexo seja o que é no projeto de Deus, Deus tem um sonho para a sexualidade, e está ligado a nossa capacidade de amar. Mas que terrível! Quando usamos para nosso egoísmo, fazendo das mulheres objetos, usando algo que é para o amor para o egoísmo solitário.

Uma vez que você apresenta a sexualidade como projeto bonito de Deus, o jovem entende isso. Mas quando apresenta só como coisa proibida é claro que o jovem não vai aceitar. Eduque seus filhos, desmascare o lobo, é o pensamento ateu que conduz a morte, a destruição. E os jovens são capazes de enxergar isso, quanto mais você faz sexo sem compromisso, mais fica um vazio na alma. Mostre para ele o lobo, ele será capaz de enxergar. É importante que você os ajude a enxergar.

Os jovens dizem que devem ter um pensamento crítico, seja crítico com você, critique o pensamento que você adotou, um pensamento ateu, desonesto.

Você sabe por que o pensamento ateu está na moda? Veja o que falava o filósofo Friedrich Nietzsche: “Se deuses existissem, eu não suportaria não ser um deles. Portanto, deuses não existem”. Ele mostra que ele é ateu por sua soberba.

Os jovens dizem por que a Igreja proíbe sexo antes do casamento? Não é a Igreja que proíbe, mas a própria natureza. Pense, pelos menos lá em Cuiabá (MT) é assim, eu acho que esse negócio de sexo tem haver com uma criança que nasce, tem haver com bebê, assim como quando você se alimenta tem haver com nutrição, são as finalidades das coisas que Deus pensou. Se um casal de jovem mantém relações sexuais a natureza daquele ato é voltado para ter um filho, eu não estou dizendo que vai ter, mas está voltada para isso, e muitas meninas tomavam pílulas e engravidaram. Veio a criança, ela precisa ser respeita, tem direito a vida e de ter pai e mãe. O pensamento ateu diz, não existe Deus, você que é deus, se a criança não te agrada jogue-a no lixo. Você que é senhora do seu corpo.

E nós dizemos não, respeite o Criador. A pessoa se coloca no lugar de Deus, senhora da vida e da morte. Você acha que sexo é lazer? Não, ele é sagrado. A Igreja proíbe sexo antes do matrimônio não porque ele é pecado, mas porque ele é sagrado. No projeto de Deus a criança foi pensada tendo um pai e uma mãe.

Por que a classe falante não aceita isso? Porque se eles aceitarem, eles terão que aceitar a Deus. O que significa ter um Deus? Significa que eu não sou Deus, e o mundo moderno não aceita, ele quer ser deus. Eles não aceitam sermos adoradores, e o Papa João Paulo II fala sobre o ódio dos apóstatas. O apóstata é um cara que abandonou a fé, seguia a Deus e começou a achar que a moral é opressora, não precisa ser tão radical, fanático, católico sim, mas fanático não. Começa ler a Bíblica de um jeito ideológico, na passagem onde Jesus diz: “se você olhar para uma mulher e no seu coração ir desejando-a, já cometeu adultério”. Eles dizem assim: Jesus não disse isso, isso foi acrescentado pela Igreja, isso é radicalismo. Eles pecam na fé que tinham, e arranjam um jeito “light” de entenderem a fé. Talvez seja até um padre que o tenha ensinado ler a Bíblia assim, e ainda dizem: padre fulano que é bom, é um padre aberto para realidade. Aberto para a realidade e fechado para Deus.

O apóstata pisou na própria consciência arranjando um jeitinho de interpretar o cristianismo, e quando você interpreta de forma reta, ele passa odiar você, porque mostra o que ele fez. Um jovem chega para o catequista e diz que não faz sexo com namorada e nem se masturba; o catequista começa a perseguir o jovem porque ele, o catequista, arrumou um jeito “maneiro” de viver o cristianismo, então persegue o jovem porque recorda o que ele fez consigo. Ele vai odiar quem propõe o Evangelho do jeito que ele acreditava antes.

Por que esse pessoal tem horror de ver a manifestação de nossa fé? Porque essa minoria de ateus quer amordaçar a maioria dos cristãos, temos que lembrar a eles que somos cidadãos como eles. Por que vamos ficar calados se somos a maioria? É necessário que essa maioria de cristão que são conservadores reaja. Eu tenho que reagir quando uma pessoa chega na minha igreja e acaba com o que é a razão da minha vida. Só existe um caminho eficaz, você não pode dar uma de bom mocinho, o sexo é sagrado, isso é visão positiva, mas você tem que mostrar o lobo que tenta passar como tolerância cristã aquilo que é intolerância ateia. Não somos ateus, Deus nos criou e tem um plano para nossas famílias, para nossa sexualidade. Temos que deixar Deus ser Deus e não ser Deus no lugar de Deus.

Com 521 metas, Plano de Direitos Humanos é vago e controverso

A terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos é um apanhado de 521 medidas que vão desde metas vagas, de difícil implementação, até propostas específicas, e controversas, que também não devem sair do papel. Muitas delas dependem não só da ação do governo federal, mas de municípios, Estados, Congresso e do Poder Judiciário.

O programa não contém disposições de aplicação imediata –dependem de aprovação de projetos de lei– e grande parte dele é composto de diretrizes de políticas públicas que envolve toda a Esplanada dos Ministérios, além de muitos órgãos da administração pública direta e indireta.

Essa “transversalidade temática” –expressão usada pelo ministro Paulo Vannuchi– porém, causou descontentamento em várias áreas do governo.

O programa também desagradou entidades da sociedade civil. Associações que representam veículos de comunicação, por exemplo, afirmaram que a proposta tenta promover o controle da imprensa.

O texto final, que se assemelha a uma grande carta de intenções, é uma versão reduzida e adaptada do documento aprovado na 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, em dezembro de 2008.

O evento, que reuniu órgãos governamentais e entidades da sociedade civil, foi precedido por 164 encontros regionais e estaduais sobre o assunto, além de 50 conferências temáticas nacionais, segundo a Secretaria Especial de Direitos Humanos.

Apesar das propostas polêmicas, grande parte do plano traz sugestões genéricas demais, como “proteger o idoso” ou “combater desigualdades salariais”. Há outras, porém, bem específicas. Uma traz recomendação ao Judiciário para que adote uma posição em uma matéria sobre comunidades quilombolas. Outra propõe que os municípios incluam, no Plano Diretor, espaços para acampamentos ciganos.

Há também, no texto, metas que já faziam parte dos dois planos nacionais de direitos humanos anteriores, lançados em 1996 e 2002, nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Em relação aos programas anteriores, o texto do governo Lula inova ao indicar “responsáveis” e “parceiros” em cada uma das medidas, além de trazer “recomendações”.

Defesa

O ex-ministro dos Direitos Humanos Nilmário Miranda diz que o plano “seria uma fraude” se abarcasse apenas ações a serem executadas pela Secretaria de Direitos Humanos.

Ele reconheceu que há propostas com dificuldade de sair do papel. “Dependem da vontade política dos entes federados, do Congresso”, disse.

Paulo Sérgio Pinheiro, membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, acredita que o documento precisa ser bem amplo. “O plano é a fotografia do que o governo e a sociedade civil almejam dos direitos humanos”, diz. “É genérico porque os direitos humanos são abrangentes. Não dá para fazer um programeto da área.”

Para a desembargadora aposentada do TJ-RS, Maria Berenice Dias, que advoga na área dos direitos homoafetivos, mesmo que muitos pontos fiquem sem implementação no curto prazo, é importante que o governo mostre seu comprometimento. “O reconhecimento homoafetivo [no plano] enfraquece a postura daquele congressista que tem medo de votar a favor [da união de pessoas do mesmo sexo]“, afirma.

Carlos Alberto Idoeta, fundador da seção brasileira da Anistia Internacional, afirma que é preciso ser cauteloso com a utilização do plano para ataques político-partidários, até mesmo dentro do mesmo governo. “[A área de direitos humanos] é muito maltratada por parte da opinião pública. Há uma desconfiança enorme”, diz ele.

Especialistas ressaltam importância de limites para não confundir crianças.

Um hábito comum em muitas famílias brasileiras, o selinho entre pais e mães e seus filhos pode ser uma armadilha na educação das crianças, mais do que uma demonstração de carinho. Para entender a importância de alguns limites, sem deixar de lado o contato próximo com as crianças, o G1 conversou com psicólogas que comentaram a influência dessa relação no comportamento dos filhos.

“É fundamental não transformar o selinho em um hábito, uma forma frequente de carinho, mas uma bitoquinha em um momento de brincadeira não tem nenhum problema”, diz a psicóloga Ana Cássia Maturano. A especialista ressalta ainda a importância de deixar claro o limite e a diferença entre um carinho entre namorados e o carinho com os pais.

Para a psicóloga Patrícia Gugliotta, mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp), o afeto entre pais e filhos pode ser demonstrado de outras formas. “Eu não sou a favor desse contato. Não que haja sexualidade, mas a criança nem sempre consegue entender até onde ela pode ir. Além disso, não acho saudável o beijo na boca entre pais e filhos porque os pais são referência, e como explicar então que com os colegas esse comportamento não é aceito”, diz.

Carinho ou dependência

De acordo com a doutora em psicologia Elisa Marina Bourroul Villela, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é preciso analisar o papel do selinho na relação entre pais e filhos. “É claro que existe um aspecto cultural e de costumes entre cada família, mas é importante que o selinho seja dado simplesmente como forma de carinho, e não para representar, mesmo que inconscientemente, a necessidade dos pais de manter o filho em uma fase de dependência”, diz.

Elisa explica que outros carinhos, como o colo ou o toque no seio da mãe, por exemplo, são adequados durante um período da vida da criança, mas merecem cuidado e uma atenção especial quando a criança começa a crescer. “Em famílias em que o contato próximo é um costume, não há nenhum problema ou limite de idade para esse carinho, mas o espaço da criança deve ser respeitado, não pode ser invasivo.”

Já Patrícia defende que o contato físico nem sempre é sinônimo de cuidado. “Não é necessário dar selinho para mostrar ao filho cuidado e o quanto ele é amado, existem outros meios de mostrar o mesmo carinho”, diz.

Reflexos fora de casa

O selinho frequente pode levar a criança a considerar natural esse tipo de manifestação entre amigos na escola, por exemplo, o que pode trazer problemas. Para evitar essa situação, Ana Cássia sugere a constante conversa com a criança. “Os pais devem explicar que há algumas formas de carinho que fazemos apenas com quem temos intimidade, em família. Ainda assim ressalto que estou falando de um selinho simples, e de vez em quando.”

Segundo Elisa, a criança é capaz de distinguir os tipos de contato que são familiares e o que é uma cultura compartilhada. “A criança deve estar ciente de que nem tudo que ela faz em casa, com os pais e irmãos, pode ser feito entre outras pessoas. As culturas de outras famílias também precisam ser respeitadas. E a melhor forma de fazer a criança compreender isso é com uma boa conversa”, afirma a especialista.

Outro cuidado importante, segundo as psicólogas, é deixar claro que a relação de namoro se dá entre a mãe e o pai. “É comum que a menina se enamore pelo pai e o menino pela mãe, e muitas vezes esse tipo de comportamento estimula essa ‘paixão’, por isso os pais devem deixar claros os limites entre as brincadeiras e carinhos”, afirma.

Um estudo apresentado no Simpósio “Adoção Homossexual. O que a Ciência Descobriu” realizado no México, revelou que a maioria das crianças

O Simpósio foi organizado pelo Instituto Mexicano de Orientação Sexual, “Renascer”, com o fim de prover informação científica sobre a homossexualidade, as adoções homoparentais e seus impactos no desenvolvimento infantil.

Neste sentido se apresentou o estudo “Investigação Relativa à Paternidade e Adoção Homossexual” do professor da Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento na Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Sul (EE.UU), George A. Rekers, que expõe que “as meninas e meninos adotados por casais de lésbicas e homossexuais registram um maior nível de estresse ao qual já de por si gera neles sua condição de órfãos ou abandonados por seus pais biológicos” e que tal situação “provoca nos menores diversos traumas e transtornos do comportamento que chegam inclusive a tendências e tentativas suicidas”.

“De acordo com diversos estudos que contêm testemunhos de filhos de pais homossexuais, a maioria destes reconheceu ter padecido fortes emoções, tais como medos, ansiedade, apreensão, vergonha e irritação ao tratar de esconder, ante seus companheiros e familiares, a homossexualidade de seu pai ou mãe”, adiciona.

Sistemas de Adoção

Do mesmo modo, ao referir-se aos “matrimônios” homossexuais, o estudo assinala que “são significativa e substancialmente menos estáveis e mais curtos em média, comparados ao matrimônio entre homem e uma mulher” por isso “os lares com um adulto homossexual contribuem indevidamente a um índice substancialmente maior de mudanças nos lares de adoção”.

“Devido à alta incidência de transtornos psicológicos das crianças que entram em sistema de cuidados adotivos estas crianças são especialmente vulneráveis a um dano psicológico e a uma crescente desadaptação quando se impõe a elas um estresse significativamente maior pela presença de um adulto com práticas homossexuais no lar adotivo”, acrescenta.

Por sua parte, Oscar Rivas, presidente de Renascer, sublinhou que “de acordo à experiência internacional e apoiados com diversos estudos e investigações, conclui-se que em matéria de adoções o que deve prevalecer é o direito dos meninos ou meninas com possibilidade de ser adotado, não o dos pais”.

O Simpósio se realizou logo depois de que os Deputados da Assembléia Legislativa do Distrito Federal aprovaram reformas sobre a adoção homossexual, sem considerar a posição de diversos setores envoltos no tema. O estudo do professor George A. Rekers serve de apoio para proibir a adoção de casais do mesmo sexo na Florida, logo depois de um litígio na Corte desse Estado. adotadas por casais formados por pessoas do mesmo sexo registram “um maior nível de estresse”, chegam a “tendências e tentativas suicidas” e além disso mostram “vergonha e raiva ao tratar de esconder, dos seus companheiros e familiares, a homossexualidade do seu pai ou sua mãe”.

Logo da Tv CBS Logo da Tv CBS

A rede de televisão americana “CBS” se negou a transmitir um anúncio de um site de encontros gay durante a transmissão do próximo Superbowl, a grande final da liga de futebol americano, que acontecerá no próximo dia 7.

O anúncio mostra dois homens vendo o jogo e que se beijam depois de tentar pegar, ao mesmo tempo, batatas dentro de uma tigela (”bowl”, em inglês), informou hoje o jornal “The New York Post” em sua edição digital.

O porta-voz do site Mancrunch.com, Dominic Friesen, disse ao jornal que a “CBS” disse não ter mais espaço publicitário, mas ainda haveria “uma grande faixa para anunciantes disponível”.

Segundo Friesen, a “CBS” explicou que muitas empresas que tradicionalmente anunciavam durante o Superbowl “não o farão neste ano”, diz o diário.

De acordo com o “Post”, Friesen demonstrou surpresa com a resposta da “CBS” e considerou que a reação era “uma clara forma de discriminação”.

A polêmica pela rejeição ao anúncio do Mancrunch.com não é a única enfrentada pela emissora, que aceitou exibir um filme publicitário do grupo Focus on the Family, uma organização contra o aborto.

De acordo com o “Post”, o Mancrunch.com considerou “vergonhoso” que a “CBS” tenha aceitado uma mensagem publicitária que apoia um tema “controvertido” como o do aborto, mas que censure o de um serviço de encontros consentidos entre adultos.

A emissora também rejeitou um comercial da empresa GoDaddy.com, um site que vende domínios na internet. Intitulado “Lola”, o anúncio mostrava um jogador de futebol americano que vira um estilista e fica milionário com seu negócio on-line.

“Não achamos que ‘Lola’ seja ofensivo e não esperávamos isto”, afirmou o executivo-chefe da companhia, Bob Parsons.

Fonte: Folha de São Paulo

Legislação deve punir atos de discriminação contra homossexuais, mas precisa ser equilibrada para não ferir a liberdade de opinião

Desde 2006 tramita no Senado Federal, depois de já aprovado pela Câmara, o projeto da chamada “Lei da Homofobia”, criminalizando atitudes resultantes de “preconceito de sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

A polêmica em torno do assunto ganhou intensidade nas últimas semanas. Houve, em primeiro lugar, as justificadas reações de choque e de repúdio diante dos recentes casos de agressão, supostamente por preconceito antigay, de jovens na avenida Paulista. Pressionar pela aprovação da Lei da Homofobia surge, assim, como forma de dar vazão institucional às condenações que o episódio justificadamente suscita.

Reações contrárias ao projeto, contudo, surgem nos setores religiosos, que contam com a crescente influência da bancada evangélica para barrar a iniciativa.

Nos dois lados do debate, há quem se veja vítima de censura e preconceito. O direito constitucional à liberdade de expressão e consciência, sem dúvida, é um dos valores que cumpre reiterar na análise do assunto.

Na verdade, a chamada Lei da Homofobia constitui-se de uma ampliação, no que diz respeito à orientação sexual, de um texto em vigor desde 1989, punindo atos e manifestações de preconceito racial. Trata-se de uma espécie de reforço a direitos de grupos que já encontrariam proteção na Carta e em códigos vigentes.

Há um risco potencial de que a aplicação dessas legislações fira o princípio da liberdade de expressão, embora não conste que ele tenha sido, até aqui, afrontado.

Do mesmo modo, espera-se que ninguém estará impedido pela nova lei de considerar o homossexualismo atentatório aos mandamentos de Deus; até a Bíblia teria de ser censurada, nesse caso.

Depende do bom senso do Ministério Público e da magistratura a aplicação adequada da lei. Há de se considerar, ademais, o excessivo rigor nas punições, que chegam a vários anos de cadeia, em casos que não são de violência física -quanto a estes, sempre foram coibidos pelo Código Penal.

A aplicação sensata da lei, tal como foi redigida, ou a busca de um acordo razoável em torno de possíveis modificações em detalhes do texto, evitariam os inconvenientes reais ou imaginários que se antepõem à sua aprovação.

Mas o bom senso e o equilíbrio são, sem dúvida, as primeiras vítimas quando está em jogo, mais uma vez, a explosiva mistura de sexualidade e religião. Dessa verdadeira neurose do mundo contemporâneo, o Brasil tem-se saído razoavelmente bem, dada a autoimagem, nem sempre confirmada na prática, de tolerância que cultivam seus habitantes.

É essencial preservá-la; mas, a julgar pela celeuma com relação ao projeto, e pelos recentes casos de perseguição a homossexuais, o espectro da intolerância resiste e se renova sem descanso.

Nas ruas de Sanaa, capital do Yemen, estas mulheres, integralmente cobertas, observam a vitrine de uma loja de vestidos, na segunda-feira, dia 22 de novembro.

O presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), Oscar Rivas, reiterou os riscos de dar menores aos casais homossexuais e recordou que todas as correntes psicológicas afirmam que as crianças  necessitam a imagem paterna e materna “para desenvolver seu melhor nível intelectual, emocional e físico”.

“Falou-se muito sobre a adoção mas principalmente omitiu-se dizer que o direito de adoção é um direito da criança órfã, uma criança que perdeu um pai e uma mãe, uma criança que está abandonada e que justamente o estado merece restituir o que ela perdeu, um pai e uma mãe”, declarou Rivas à mídia local.

Nesse sentido, recordou que estudos em nível mundial advertem sobre os riscos existentes entre casais homossexuais e como estes podem afetar as crianças.

“Trinta por cento das crianças criadas em ambientes homossexuais são mais suscetíveis a sofrer algum tipo de abuso tanto físico como sexual, comparado com um dado de 7 por cento em famílias heterossexuais. Quarenta e cinco por cento das crianças têm mais grau de estresse comparado com 15 por cento criados em famílias heterossexuais; este é um dado da APA (Associação de Psiquiatria Americana)”, afirmou.

Rivas acrescentou que instituições como o Colégio Americano de Pediatria, a Cadeia Americana de Pediatria se pronunciaram contra a adoção por parte de homossexuais. No México, indicou, a Associação Mexicana de Pediatria também assinala que “o menino necessita um modelo de mãe e pai para seu melhor desenvolvimento”.

Nesse sentido, esclareceu que embora se diga que os casais do mesmo sexo possam dar amor às crianças, estas requerem muito mais que isso para serem educados. O menor, indicou, “requer toda uma série de componentes e processos”.

O presidente do IMOS assinalou que portanto, o Estado “deve regular qual é o melhor ambiente” para a educação das crianças.

Bancada Evangélica propõe participação de entidades religiosas nacionais no STF

A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional apresentou, no final de 2011, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 099/2011, que acrescenta um inciso 10 ao artigo 103 da Constituição Federal, com o objetivo de incluir as entidades religiosas de âmbito nacional (concílios gerais, convenções nacionais e outros) na relação das instituições catalogadas no artigo e devidamente legitimadas a requerer junto ao Superior Tribunal Federal (STF). O deputado federal João Campos, presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, justificou a petição por conta do vertiginoso crescimento dos evangélicos no cenário nacional.

“O movimento evangélico cresce no país. O sentimento de liberdade cívica gerado com o advento da República, quando a Constituição, como norma fundamental, assume grande significado político, tornando-se, sobretudo, instrumento de garantia individual e de limitação do poder do Estado, passou a iluminar o sistema jurídico nacional. Neste contexto, é necessário reconhecer o mérito dos evangélicos brasileiros em auxiliar na consolidação de princípios no âmago da Constituição, e na contribuição com a liberdade de culto e religião”, salienta o parlamentar.

Entre as entidades religiosas que servem como exemplo para serem inseridas estão a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), a Conamad (Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério Madureira), a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o Supremo Concílio da igreja Presbiteriana do Brasil, a Convenção Batista Nacional e o Colégio Episcopal da igreja Metodista.

Como ultimamente tornaram-se mais frequentes as causas nas Cortes Superiores sobre pautas com temas de interesse das igrejas, e as mesmas são impedidas de agir nas arenas da Suprema Corte, os parlamentares evangélicos sentiram a necessidade de elaborar a PEC a fim de analisar questões complexas, como a legitimidade da união estável entre duplas homossexuais, que gerou debates acalorados na sociedade brasileira no último ano, bem como também garantir a constitucionalidade.

O projeto foi bem aceito pela maioria dos parlamentares em Brasília, que logo se pronunciaram. Até o início de dezembro, a PEC já havia recebido 190 assinaturas confirmando o apoio ao conteúdo da proposta.

Por Brian Schwertley

Esta é uma era de crescente aprovação e aceitação do homossexualismo. O homossexualismo é retratado por muitos no governo, na educação pública e em nossas escolas e universidades como apenas um dos muitos modos normais e legítimos de viver. Aqueles que se opõe ao estilo de vida homossexual sob uma base moral e religiosa são normalmente retratados pela elite intelectual, a mídia e a indústria do entretenimento como fanáticos ignorantes que estão cheios de ódio, “homofóbicos,” e por aí vai.

É verdade que muitas pessoas odeiam homossexuais. Alguns até se envolvem em atos de violência contra gays. Mas é preciso lembrar que as pessoas que se envolvem em tais atividades estão pecando contra Deus; eles não estão de todo vivendo de acordo com a lei de Cristo. O verdadeiro cristão ama o homossexual e mostra isto pela forma como o trata, de uma maneira correta, de acordo com a lei de Deus (1Jo 5.3). Calúnia, violência, ódio e desprezo nunca deveriam ser atitudes de um cristão contra homossexuais; os cristãos devem proteger os homossexuais de ataques pessoais. Todavia, enquanto os cristãos devem amar os homossexuais tratando-os corretamente, eles também devem amá-los sendo biblicamente honestos para com eles. A atitude de alguém contra o homossexualismo não deve ser moldada por nossa cultura pagã e variável, mas pela revelação inspirada e infalível de Deus, a Bíblia. A Bíblia oferece esperança ao homossexual porque ela fala a verdade e proclama perdão dos pecados por meio de Jesus Cristo.


A Criação da Ordenança do Casamento

Ao invés de se ter um entendimento próprio da sexualidade humana, é preciso voltar à origem da humanidade. No princípio Deus criou um homem (Adão) e uma mulher (Eva). Deus não criou dois homens (e.g., Adão e Antônio) ou duas mulheres (e.g., Eva e Tereza). Deus criou primeiro Adão do pó da terra; Então criou Eva da costela de Adão. Eva foi criada para ser esposa de Adão. A Bíblia diz que eles estavam nus e contudo não se envergonhavam. A criação de Deus de um homem e uma mulher para serem marido e esposa é o padrão ou paradigma para a sanção de Deus das relações sexuais normais, morais e abençoadas. “A união do matrimônio é ordenada por Deus, e estes preceitos sagrados não devem ser poluídos pela intromissão de uma terceira parte, de qualquer sexo” (F.F. Bruce).

Jesus Cristo citou Gênesis 2.24 como uma prova clara de que a poligamia (ter mais de uma esposa) e o divórcio (exceto em caso de adultério) são condenados por Deus (Mt 19.5). O apóstolo Paulo, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, disse que há somente uma saída moral e legítima para o caminho deixado por Deus para o sexo – o casamento (1Co 7.2). Monogâmico e heterossexual, o casamento é a única maneira de se ter sexo sem pecado e culpa. “Honrado entre todos seja o matrimônio, e o leito [matrimonial] sem mácula; mas Deus irá os fornicadores e adúlteros” (Hb 13.4 [todas as versões NKJV]). Qualquer coisa contrária a ordenança da criação do casamento entre um homem e uma mulher é pecaminoso e inaceitável perante Deus. A Bíblia condena toda atividade sexual fora do casamento monogâmico e heterossexual: homossexualismo, sexo antes do casamento, poligamia, adultério, bestialismo e assim por diante. “Não deixeis que vos enganem com palavras vãs,” diz Paulo, “porque é em razão destas coisas sobrevêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Ef 5.6).


A Lei de Deus

A lei moral de Deus claramente condena todo tipo de homossexualismo: “Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher. Isto é abominação… Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lv 18.22, 20.13). Defensores do homossexualismo tentam evitar as claras e inequívocas declarações da lei de Deus com desculpas esfarrapadas e descarada distorção da Bíblia.

Alguns questionam se a lei de Deus condena o homossexualismo; eles ensinam que a lei de Deus é só um escrito humano com antigos costumes judaicos preconceituosos. Essas pessoas condenam a autoria mosaica da lei e são relativistas éticos. Seus argumentos devem ser rejeitados porque Cristo e os apóstolos aceitaram a autoria divina, infalibilidade e absoluta autoridade do Velho Testamento (Mt 22.39-40; Jo 10.35; 2Tm 3.16-17). Se você rejeitar a lei de Deus alegando que ela não passa de idéias humanas de judeus antigos, então você não pode reivindicar que Cristo é seu salvador. Você deve pensar que ou Jesus se enganou em Sua visão da lei de Deus ou que Ele era um mentiroso. Não esqueça: Jesus Cristo é Deus (Jo 1.1; 8.58-59); Ele não pode se enganar ou mentir (Nm 23.19).

Outros ensinam que as leis que condenam o homossexualismo se aplicavam somente à nação de Israel. As leis do Velho Testamento caducaram com a vinda de Jesus Cristo. Essa visão é popular entre aqueles que reivindicam ser “homossexuais evangélicos.” Essa visão é totalmente anti-bíblica. Quando o Novo Testamento diz que os cristãos estão mortos para a lei, significa que Cristo cumpriu a lei (o pacto das obras) pelos crentes, e removeu a maldição da lei por meio de Sua morte sacrificial. Cristãos que estão unidos a Jesus Cristo em Sua vida perfeita sem pecado e Sua morte sacrificial são elevados com Cristo e capacitados por Seu Espírito a viver para Deus. Paulo disse que “a lei é santa, e o mandamento santo e justo e bom” (Rm 7.12). Cristo não liberta da lei moral. Ele obedeceu a ela perfeitamente para os crentes. Ele morreu para remover a culpa do pecado e enviou o Espírito Santo para que os crentes tenham poder para obedecer à lei de Deus. Se Cristo abolisse a lei no sentido que os apologistas do homossexualismo afirmam, então Ele precisaria morrer, porque se não há lei, não há pecado nem culpa. As únicas leis que não possuem mais validade são as que estão atreladas especificamente à terra de Israel (e.g., o jubileu) e as leis cerimoniais. As leis cerimoniais apontavam para Jesus Cristo e Sua obra por meio de tipos e figuras. A lei moral de Deus e o caso das leis civis baseadas sob a lei moral ainda estão em vigor. A lei de Deus é baseada sob Sua natureza e caráter; portanto, é absoluta, imutável e eterna.

É óbvio que a proibição contra o homossexualismo nada tem a ver com o sistema sacrificial; ela claramente não é cerimonial em sua natureza. Além do mais, se as leis contra o homossexualismo foram somente restritas à nação de Israel, então porque o homossexualismo é condenado em Sodoma, cerca de quatrocentos anos antes de a nação de Israel existir: “como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à imoralidade sexual e seguindo após outra carne [homossexualismo], foram postos para exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno” (Judas 7)? Embora Sodoma fosse genericamente caracterizada pela maldade, Gênesis 19 apresenta o homossexualismo como o último estágio da devassidão. Os homens de Sodoma desejaram ter relações homossexuais com os convidados de Ló e estavam dispostos a estuprá-los, se necessário. Deus enviou total destruição sobre Sodoma. Sodoma não foi destruída porque seus habitantes não eram hospitaleiros, como alguns afirmam. Simplesmente não ser hospitaleiro não explicaria um tal julgamento de Deus. Deus aniquilou a cidade; somente Ló e sua família foram poupados.

Alguns apologistas do homossexualismo argumentam que a lei de Deus condena somente a prostituição ritual masculina. Eles argumentam que o moderno homossexualismo não tem nada a ver com o homossexualismo pagão e idólatra praticado nos tempos antigos. Deus claramente condena a prostituição masculina e os ritos culticos de fertilidade associados a ela; Deuteronômio 23.17-18 se aplica à prostituição cultica. Mas Levítico 18.22 e 20.13 não mencionam a prostituição cultica em lugar algum. “se um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram abominação. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lv 20.13).

A tentativa de consolidar todas as proibições contra o homossexualismo dentro de algo que somente concorde com a antiga prostituição cultica revela um óbvio viés pró-homossexual por parte destes intérpretes. Eles forçam o texto bíblico à um molde pró-homossexual. Eles estão sendo desonestos com a clara intenção da Palavra de Deus. Eles estão lendo suas próprias pressuposições pró-homossexuais na lei de Deus. É ilegítimo condensar três proibições distintas (Lv 18.22, 20.13; Dt 23.17-18) em apenas uma. Interpretes pró-homossexuais sabem disto mas não se importam, porque eles não estão interessados na verdade; eles estão interessados somente em justificar seu comportamento mau e pervertido. Além disso, sua interpretação pode ser usada para justificar a relação sexual com ovelhas e cabras, porque a bestialidade também era parte dos ritos culticos de fertilidade. Não se engane. Deus é contra o homossexualismo em todas as suas formas, tanto ritual quando pessoal.

Os argumentos em favor do homossexualismo são nada mais que lamentáveis desculpas para um comportamento que Deus condena e irá claramente julgar. “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais , nem somoditas , nem ladrões, avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1Co 6.9-10). Homossexualismo foi condenado por Deus, séculos antes da chegada da lei (e.g., Gn 19). Ele é explicitamente condenado pela lei de Deus (Lv 18.22, 20.13). Como será mostrado, ele é também claramente condenado no Novo Testamento pelo apóstolo Paulo.

O Novo Testamento

O Novo Testamento concorda com, e confirma, a condenação do Velho Testamento da homossexualidade. Alguma passagem da Bíblia pode ser mais clara na condenação do homossexualismo do que a afirmação de Paulo encontrada no primeiro capítulo de Romanos: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a criatura mais do que o Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por essa razão Deus os entregou a paixões infames. Pois até mesmo as mulheres mudaram o modo natural pelo que é contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, homens com homens cometendo o que é torpe, e recebendo em si mesmos a penalidade devida pelo seu erro. E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes… os quais, sabendo do justo juízo de Deus, de que aqueles que praticam tais coisas são passíveis de morte, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rm 1.24-28,32).

Defensores do comportamento homossexual tentam driblar Romanos 1 alegando que Paulo estava condenando somente a luxúria e promiscuidade homossexual e não as amáveis e monogâmicas relações homossexuais. O problema com essa interpretação pró-homossexual é que Paulo nem sequer sugere tal idéia no texto. Essa idéia, que era pra estar no texto, claramente não está lá. Paulo era um expert em complexos problemas éticos. Sua condenação abrange todas as formas de comportamento homossexual: seja promiscuo, seja monogâmico. Se a homossexualidade é permissível sob certas condições, então a mentira, assassinato, difamação, e outros pecados listados por Paulo também são permitidos sob certas condições? Poderia um apologista do homossexualismo argumentar que o sexo com cabras e ovelhas é permitido desde que o relacionamento seja amoroso e monogâmico?

Outros apologistas dizem que Paulo estava somente se referindo à prostituição cultica grega. Mas o texto não diz nada sobre a prostituição cultica grega. Paulo estava focado sobre o que acontece quando as pessoas enxotam Deus de seus pensamentos e adoram ídolos. Paulo estava discutindo o comportamento pessoal moral. Quando as pessoas abandonam Deus, seu comportamento pessoal se torna perverso. Se Paulo condenou somente a prostituição ritual grega, então porque a igreja primitiva condenou todas as formas de homossexualismo? Por que é que toda congregação de igreja cristã e todas as denominações cristãs condenaram todas as formas de homossexualismo durante quase dois mil anos? Foi só nos anos 1970 que o homossexualismo começou a receber aceitação na sociedade. E não é acidental que as igrejas que mudaram suas visões geralmente façam parte de denominações liberais que rejeitaram a autoridade divina da Bíblia. Se Cristo e os apóstolos aceitaram a homossexualidade monogâmica, então por que ela foi universalmente condenada na igreja apostólica?


A Teoria da Pederastia

A tentativa mais sagaz de repudiar a condenação de Paulo da homossexualidade é a teoria da pederastia. Essa visão afirma que Paulo, seguindo a cultura grega, somente estava condenando a exploração sexual e emocional de jovens por parte de homens. Esta visão assume que Paulo era somente um produto da cultura grega pagã de seu tempo. Mas a Bíblia claramente ensina que Paulo escreveu sob a sobrenatural direção do Espírito Santo (2Pe 3.15-16). Para entender a visão de mundo de Paulo, não se deve olhar para a Grécia ou Roma pagãs, mas para o Velho Testamento, os ensinos de Jesus Cristo e dos outros apóstolos. A condenação de Paulo da homossexualidade é totalmente consistente com, e uma continuação da, lei de Deus revelada a Moisés. A pederastia é errada e é condenada por Deus porque é uma forma ou tipo de homossexualidade. É também pecaminosa e perversa porque é uma forma de sexo fora dos laços do matrimônio legal, monogâmico e heterossexual. O homossexualismo é perverso, não interessa a idade dos participantes. A idéia de que pelo fato de dois homens terem alcançado a idade de 18 anos, Deus aprova o sexo oral e anal que eles fazem é absurda. Paulo condena tal pensamento perverso e tolo há muito tempo: “Mas sabemos que a lei é boa e aquele que a utiliza de modo legítimo, mas sabeis disto: que a lei não foi feita para o que é íntegro, mas para os transgressores e rebeldes, para os irreverentes e pecadores, para os ímpios e profanos, para os assassinos de pais e mães, homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas , raptores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para tudo quanto seja contrário à sã doutrina” (1Tm 1.8-10).


Ato e Orientação

Qualquer discussão da homossexualidade será incompleta sem estabelecer a diferença entre ato e orientação. Muitos homossexuais irão dizer, “Eu nasci homossexual – Deus me faz assim; por isso, meus pensamentos, desejos, e modo de vida não devem ser condenados.” Se algumas pessoas nascem com uma predisposição para o comportamento homossexual, isto faz de alguma forma os desejos e o comportamento homossexual deles aceitável a Deus? Absolutamente não!

A doutrina bíblica do pecado original ensina que todos os homens nascem com uma natureza ou disposição pecaminosa. O primeiro homem, Adão, era o cabeça do pacto e representante de toda a raça humana perante Deus. Quando Adão pecou, a culpa e poluição do pecado passaram à toda a raça humana (Rm 5.12, 17, 19). Cada pessoa (exceto Jesus Cristo que foi concebido pelo Espírito Santo) é nascida com uma natureza pecaminosa. É errado dizer, “Deus me faz um homossexual (ou um mentiroso, ou um assassino),” porque o pecado não se originou com Deus, mas com o homem (i.e., Adão, nosso antepassado).

O fato de que todos os seres humanos nascem com um orientação (ou inclinação) para o pecado não justifica desejos ou comportamento pecaminosos. A Bíblia diz que todos os homens nascem mentirosos (Sl 58.3). A Bíblia também diz que mentir é pecado (Ex 20.16, Dt 5.20); e adiante diz que os mentirosos não entrarão no reino de Deus (Ap. 21.27). Se algumas pessoas nascem com uma inclinação para o roubo, homossexualismo, assassinato, bestialidade, sadomasoquismo, mutilação, etc., isto de forma alguma justifica seu comportamento pecaminoso. O argumento de que a orientação para a homossexualidade de alguma forma a faz aceitável a Deus pode ser usado para justificar qualquer comportamento pecaminoso. Um tal argumento destrói a responsabilidade pessoa; ele tornaria a lei de Deus sem sentido e desnecessária a salvação por meio de Cristo. Todos os homens certamente serão responsabilizados perante Deus por cada pensamento, palavra e ação pecaminosas que cometam, sem importar suas orientações. Culpar Deus pelo comportamento pecaminoso de alguém pode fazer o homossexual se sentir melhor, mas isto irá ser ineficiente no dia do juízo, quando todos os impenitentes homossexuais serão lançados no inferno (1Co 6.9-10, Ap. 21.27). Além disto a Bíblia ensina que nenhum homem pode culpar Deus por seu comportamento pecaminoso, porque Deus não pode tentar o homem. O homem é tentado por seus próprios desejos: “Ninguém ao ser tentado diga, “Fui tentado por Deus’; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, nem a ninguém tenta. Mas casa um é tentado quando engodado e atraído por seus próprios desejos. Então, quando o desejo concebe dá à luz ao pecado, que quando consumado, gera a morte. (Tg 1.13-15).

Alguns afirmam que os atos homossexuais são de fato imorais, mas sentimentos e desejos homossexuais para alguns são inatos e, portanto, inevitáveis e não pecaminosos. A Bíblia ensina que não é pecado ser tentado (Cristo foi tentado, embora nunca tenha cometido pecado, Hb 2.18). O que é pecaminoso é quando uma pessoa abriga aquilo que o tenta, fantasia e faz planos para praticar aquele comportamento pecaminoso. A Bíblia claramente ensina que não somente é um pecado cometer atos maus, mas é também pecado ter desejos e pensamentos imorais, luxuriosos.

Jesus Cristo proibiu a luxúria heterossexual em Mateus 5.27-29. Jesus disse que quando um homem olha para uma mulher com desejo lascivo, ele já cometeu adultério com ela em seu coração (Mt 5.28). A idéia de condenar só o ato externo mas não a luxúria interna era uma doutrina dos Fariseus; Cristo condenou veementemente esse falso ensino (Mt 5.21-22, 15.19-20). O apóstolo Paulo proibiu fantasias perversas, luxúria, e maus desejos (Cl 3.5). Paulo disse que os cristãos devem santificar (i.e., fazer santo) os seus próprios pensamentos (Fp 4.8). Tiago disse que se os desejos não forem controlados, o pecado irá seguí-lo (Tg 4.1). O desejo homossexual está condenado dentro de Romanos 1:.4, 26, 27. O profeta Isaías disse que o arrependimento de alguém deve ser estendido aos “pensamentos” e aos “caminhos” (Is 55.7). Uma vez que a Bíblia condena os desejos e atos pecaminosos, não pode existir tal coisa como um cristão homossexual – ou um cristão assassino ou um cristão ladrão. Se um homossexual se torna um cristão, ele deve deixar de lado tanto atos quanto pensamentos homossexuais; portanto, quando se torna um cristão, ele deixa de ser um homossexual. Ele deve ainda às vezes ser tentado mas ele se recusa a abrigar, a flertar com, e a cometer tais ações abomináveis. “Finalmente, irmão, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é digno de honra, tudo o que é justo, todo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se algum louvor existe; pense sobre estas coisas” (Fp 4.8). “Não devemos cobiçar as coisas más, como eles também cobiçaram” (1Co 10.6).

Conclusão

A condenação bíblica da homossexualidade é muito clara e bastante forte. Deus disse que o homossexualismo é uma “abominação”; o que significa que Deus aborrece, odeia e detesta completamente o comportamento homossexual. O Antigo Testamento ensina que as pessoas que são condenadas pelo crime de se envolver em um procedimento homossexual deve ser mortas (Lv 18.22, 20.13). O Novo Testamento está em total acordo: o apóstolo Paulo disse que o comportamento homossexual é “digno de morte” (Rm 1.32). Essa não é a opinião do homem, mas é o claro ensino da Palavra de Deus.

As pessoas que reivindicam serem compassivas com os homossexuais pela justificativa e aprovação de seu comportamento perverso são mentirosos e falsos mestres. Suas tentativas de reinterpretar a Bíblia para fazê-la aceitar o homossexualismo são nada mais que desculpas esfarrapadas criadas para aqueles que não querem se arrepender. Eles estão conduzindo os homossexuais ao caminho que leva à destruição (Mt 7.13). Eles são os verdadeiros inimigos da comunidade homossexual.

Sua única esperança é aceitar o que Deus diz com respeito ao seu comportamento pecaminoso. Se você for se arrepender dos seus pecados e crer em Jesus Cristo, você deve se convencer de que seu procedimento é errado, perverso e digno de juízo. Depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, Paulo diz, “Tais foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, mas vocês foram santificados, mas vocês foram justificados em o nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” (1Co 6.11). Havia cristãos na igreja de Corinto que rejeitavam seu anterior estilo de vida homossexual e abandonaram seus pecados. Eles se arrependeram e creram em Jesus Cristo.

Jesus Cristo, como Ele é apresentado nas Escrituras, é a única esperança de salvação dos pecadores: “Nem há salvação em nenhum outro, pois não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12). Se você crê nEle, todos os seus pecados serão perdoados. “Se com a boca confessares o Senhor Jesus e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, você será salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz, ‘Qualquer que crê nEle não será confundido’” (Rm 10.9-11).

O sangue imaculado de Cristo remove a culpa e a maldição do pecado. Sua vida perfeita e sem pecado é dada como um presente àqueles que creem nEle. Quando os cristãos se apresentarem perante Deus no dia do julgamento, eles serão vestidos com a perfeita justiça de Cristo. Os crentes irão para o céu tão-somente em razão dos méritos de Jesus Cristo. Quando Cristo ascendeu da morte ao terceiro dia, isto provou que Seu sacrifício foi aceitável a Deus o Pai. Cristo ressurgiu vitorioso sobre o pecado, a culpa, a morte e o inferno para todos que põe sua confiança nEle. Após sua ressurreição, Cristo, como o mediador divino-humano, foi feito rRi e Senhor sobre todas as coisas no céu e na terra. “Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que seus pecados possam ser cancelados, a fim de que tempos de refrigério possam vir da presença do Senhor” (At 3.19-20).

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

O Novo Testamento concorda com, e confirma, a condenação do Velho Testamento da homossexualidade. Alguma passagem da Bíblia pode ser mais clara na condenação do homossexualismo do que a afirmação de Paulo encontrada no primeiro capítulo de Romanos: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a criatura mais do que o Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por essa razão Deus os entregou a paixões infames. Pois até mesmo as mulheres mudaram o modo natural pelo que é contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, homens com homens cometendo o que é torpe, e recebendo em si mesmos a penalidade devida pelo seu erro. E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes… os quais, sabendo do justo juízo de Deus, de que aqueles que praticam tais coisas são passíveis de morte, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rm 1.24-28,32).
Defensores do comportamento homossexual tentam driblar Romanos 1 alegando que Paulo estava condenando somente a luxúria e promiscuidade homossexual e não as amáveis e monogâmicas relações homossexuais. O problema com essa interpretação pró-homossexual é que Paulo nem sequer sugere tal idéia no texto. Essa idéia, que era pra estar no texto, claramente não está lá. Paulo era um expert em complexos problemas éticos. Sua condenação abrange todas as formas de comportamento homossexual: seja promiscuo, seja monogâmico. Se a homossexualidade é permissível sob certas condições, então a mentira, assassinato, difamação, e outros pecados listados por Paulo também são permitidos sob certas condições? Poderia um apologista do homossexualismo argumentar que o sexo com cabras e ovelhas é permitido desde que o relacionamento seja amoroso e monogâmico?
Outros apologistas dizem que Paulo estava somente se referindo à prostituição cultica grega. Mas o texto não diz nada sobre a prostituição cultica grega. Paulo estava focado sobre o que acontece quando as pessoas enxotam Deus de seus pensamentos e adoram ídolos. Paulo estava discutindo o comportamento pessoal moral. Quando as pessoas abandonam Deus, seu comportamento pessoal se torna perverso. Se Paulo condenou somente a prostituição ritual grega, então porque a igreja primitiva condenou todas as formas de homossexualismo? Por que é que toda congregação de igreja cristã e todas as denominações cristãs condenaram todas as formas de homossexualismo durante quase dois mil anos? Foi só nos anos 1970 que o homossexualismo começou a receber aceitação na sociedade. E não é acidental que as igrejas que mudaram suas visões geralmente façam parte de denominações liberais que rejeitaram a autoridade divina da Bíblia. Se Cristo e os apóstolos aceitaram a homossexualidade monogâmica, então por que ela foi universalmente condenada na igreja apostólica?
A tentativa mais sagaz de repudiar a condenação de Paulo da homossexualidade é a teoria da pederastia. Essa visão afirma que Paulo, seguindo a cultura grega, somente estava condenando a exploração sexual e emocional de jovens por parte de homens. Esta visão assume que Paulo era somente um produto da cultura grega pagã de seu tempo. Mas a Bíblia claramente ensina que Paulo escreveu sob a sobrenatural direção do Espírito Santo (2Pe 3.15-16). Para entender a visão de mundo de Paulo, não se deve olhar para a Grécia ou Roma pagãs, mas para o Velho Testamento, os ensinos de Jesus Cristo e dos outros apóstolos. A condenação de Paulo da homossexualidade é totalmente consistente com, e uma continuação da, lei de Deus revelada a Moisés. A pederastia é errada e é condenada por Deus porque é uma forma ou tipo de homossexualidade. É também pecaminosa e perversa porque é uma forma de sexo fora dos laços do matrimônio legal, monogâmico e heterossexual. O homossexualismo é perverso, não interessa a idade dos participantes. A idéia de que pelo fato de dois homens terem alcançado a idade de 18 anos, Deus aprova o sexo oral e anal que eles fazem é absurda. Paulo condena tal pensamento perverso e tolo há muito tempo: “Mas sabemos que a lei é boa e aquele que a utiliza de modo legítimo, mas sabeis disto: que a lei não foi feita para o que é íntegro, mas para os transgressores e rebeldes, para os irreverentes e pecadores, para os ímpios e profanos, para os assassinos de pais e mães, homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas , raptores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para tudo quanto seja contrário à sã doutrina” (1Tm 1.8-10).

Um jovem da cidade de Toowoomba, na Austrália, casou-se na última terça-feira com sua melhor amiga: uma cadela labrador de cinco anos. As informações são do The Chronicle.  O casamento de Joseph Guiso e de Honey, uma labrador que ele adotou há cinco anos, aconteceu no Laurel Bank Park. Trinta dos amigos mais íntimos e a família do casal estiveram presentes na cerimônia, realizada ao anoitecer.

“Você é minha melhor amiga e faz cada parte do meu dia melhor,” disse Guiso em seus votos. O rapaz decidiu casar-se depois de se deparar com um casamento no Laurel Bank Park durante um passeio com a cadela.

“Eu disse que poderíamos ser nós”, disse Guiso. “Ela não disse nada, então eu interpretei como um sim”.

reproduçãoJoseph Guiso se casou com Honey, uma labrador de cinco anos, em Toowoomba, na Austrália. Foto: Reprodução

Joseph Guiso, que se considera um homem religioso, disse que não conseguia mais suportar a culpa de viver com Honey sem estarem casados. “Não é sexual”, ele assegurou aos espectadores. “É apenas puro amor.”

O casal está planejando uma curta lua de mel em um dos parques de Toowoomba.

Pearl Carter, de 72 anos, está enfrentando muitos olhares tortos nos Estados Unidos desde que assumiu o namoro com seu neto biológico, Phil Baile, de 26 anos. Como se não bastasse, o polêmico casal ainda terá um filho concebido com a ajuda de uma barriga de aluguel.

A americana do estado de Indiana nunca escondeu seu amor pelo neto, desde que o conheceu quando tinha 46 anos.

Phil é filho de Lynette Bailey, que foi deixada para adoção quando Pearl tinha apenas 18 anos. Quando a idosa soube da morte da filha, ela foi atrás de seu neto, com quem começou uma estranha relação.

“Não estou interessada no que as pessoas pensam. Estou apaixonada pelo Phil e ele por mim. Em breve, abraçaremos nosso filho e tenho certeza que Phil será um excelente pai”, contou Pearl Carter à revista “New Idea”.

O casal gastará US$ 54 mil em uma inseminação artificial e contará com a ajuda de uma barriga de aluguel.

“Amo Pearl. Sempre fui atraído por mulheres mais velhas e a acho maravilhosa”, disse o jovem de 26 anos.

Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ)

Em um recente pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados o parlamentar Jair Bolsonaro (PP-RJ) repudiou um projeto da Comissão de Direitos Humanos e Minorias de promover um kit com dois DVDs contendo filmetes que promovem o homossexualismo entre crianças de 7 e 10 anos da rede pública de ensino.

O deputado Bolsonaro denunciou a iniciativa que tenta impor a cerca de 6.000 escolas do governo, os filmes com o suposto objetivo de “combater a homofobia”, mas que são um estímulo à promiscuidade. Nestes, o comportamento de um rapaz que se declara homossexual na frente da turma e o romance de duas meninas lésbicas de 13 anos são postos como modelo para as crianças.

Na primeira das histórias homossexuais, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto, de nome Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro e encontra um colega seu. Enquanto usa o banheiro, Ricardo dá uma olhada para o lado e se apaixona pelo garoto. Em outro episódio, este garoto, chamado Ricardo, quando atende à chamada do professor na escola, fica constrangido, pois não quer ser chamado de Ricardo, e sim de “Bianca”. Na outra história o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para o filme que está em licitação.

“Para mim, em 20 anos de congresso é o maior escândalo que eu tomei conhecimento até hoje”, denunciou o deputado Bolsonaro.
Na semana passada reunidos na comissão de direitos humanos e minorias, em conjunto com a comissão de educação, estando presente o Sr. André Lázaro, secretário de educação continuada, alfabetização e diversidade do MEC em uma platéia repleta de representantes de grupos pró-homossexuais, foram tomadas decisões que segundo o deputado carioca “esta casa (a Câmara dos Deputados), não está sabendo. E a maioria dos integrantes da Comissão de educação também não está sabendo”.

“Atenção pais, no próximo ano os seus filhos vão receber na escola um kit. Este kit tem um título: combate à homofobia. Mas na verdade este kit é um estímulo ao homossexualismo. É um incentivo à promiscuidade”, denunciou Bolsonaro.

Referindo-se ao primeiro filme no qual um menino se apaixona por outro após vê-lo urinando no banheiro, o deputado conta que na produção pró-gay “este filme no final da a seguinte lição de moral: este comportamento do Ricardo (ou da “Bianca”) passa ser um comportamento exemplar para os demais alunos”. Sobre o filmete das meninas lésbicas o deputado afirma que “a grande discussão da nossa comissão de direitos humanos e minorias (da qual este membro da câmara sente asco) é a profundidade da língua que uma menina tinha que entrar na boca da outra menina. Dá para continuar discutindo este assunto? Dá nojo!”

“Estes gays, lésbicas querem que nós, a maioria, encubemos como exemplo de comportamento a sua promiscuidade!”, afirmou o parlamentar brasileiro energicamente.

O deputado denunciou ainda os membros da Comissão de direitos humanos e minorias que querem excluí-lo da mencionada comissão por ser supostamente, “um elemento anti-democrático”.
“Isto é uma vergonha. (…) Esta história de homofobia, é uma história de cobertura!”, afirmou o deputado denunciando o projeto que visa promover a ideologia de gênero, o homossexualismo e a promiscuidade entre crianças do primário com a desculpa de combater a homofobia no Brasil.

Matheus Pichonelli, iG

Eleita presidenta com 55 milhões de votos, a petista Dilma Rousseff pode ter dificuldade em conseguir apoio popular se quiser fazer mudanças nas leis que tratam de temas polêmicos como aborto, direitos dos homossexuais e consumo de drogas.

Pesquisa Vox Populi encomendada pelo iG para mapear as expectativas dos brasileiros em relação ao futuro governo mostra que a maioria da população não aceitaria mudanças nas regras que regem atualmente essas áreas.

O aborto, em especial, entrou na pauta da disputa eleitoral deste ano e levou tanto Dilma quanto o presidenciável José Serra (PSDB) a prometerem que, caso eleitos, não promoveriam mudanças nas regras relacionadas ao assunto.

Dilma, que antes de ser candidata havia dado declarações favoráveis à descriminalização do procedimento, viu aumentar, na reta final da campanha, a resistência de setores religiosos à sua candidatura.

A petista acabou escrevendo uma carta se comprometendo a manter as leis sobre o tema e “de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País”. 

Para 82% dos entrevistados pelo Vox Populi, o aborto não deveria deixar de ser crime no País. Entre os habitantes das regiões Norte e Centro Oeste, 89% defendem a punição de quem pratica o ato, contra 77% no Sudeste, o menor índice.

De acordo com o instituto, é mais fácil encontrar quem defenda mudanças na lei do aborto em grandes cidades (19%) do que em municípios menores (9%).

O índice de rejeição à prática do aborto não varia significativamente entre gênero, idade e renda – é maior apenas entre eleitores com nível superior: 19%, contra 10% de quem estudou até a quarta série, por exemplo.

Os índices de rejeição também são os mesmos entre eleitores de Dilma e Serra (82%) e atingem altos patamares tanto entre eleitores religiosos (86% dos evangélicos rechaçam a ideia) como entre os que dizem não ter religião (78%).

Para 72% das pessoas, o governo Dilma não deveria sequer propor uma lei que discriminalize o aborto – ideia compartilhada tanto por católicos (73%) como por evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).

União civil entre homossexuais

O Vox Populi mostra que, para 60% da população, a união civil entre homossexuais não deveria ser permitida no País – como prevê a lei atual – contra 35% que defendem o direito. A maior resistência é observada nas regiões Centro Oeste e Norte (69%) e em municípios pequenos (66%); a menor resistência é observada no Sudeste – onde 39% defendem os direitos.

A pesquisa mostra que quanto mais velha é a população, menor a aceitação sobre o assunto (69% dos que tem 50 anos ou mais não aceitam a mudança). Quanto maior a escolaridade, maior também a aceitação: 44% dos quem têm ensino superior apoiam a mudança na lei – e 63% dos que estudaram até a quarta série dizem que homossexuais não podem se unir legalmente.

O menor índice de aceitação à união entre gays é identificado entre evangélicos: 19% (contra 37% dos católicos praticantes e 41% dos católicos não praticantes). Com pessoas de outras religiões, a aceitação chega a 59%.

A rejeição não é exclusiva apenas a entrevistados que se declaram religiosos: 56% dos que afirmam não ter religião também se dizem contra a união civil entre gays – o maior índice, entretanto, é entre evangélicos: 78%. Eleitores que declararam voto em Dilma e Serra têm praticamente os mesmos índices de rejeição à ideia: 36% e 33%, respectivamente.

A pesquisa aponta também que os brasileiros rejeitam qualquer proposta de lei para ampliar o direito civil entre homossexuais e igualar a união ao casamento: 63% dos entrevistados se dizem contrários à ideia – entre os evangélicos, o índice chega a 79%.

Ainda segundo o Vox Populi, a adoção de crianças por casais homossexuais não deve ser permitida no País para a maioria dos entrevistados: 61%. A maior rejeição é identificada no Nordeste (70%). A ideia enfrenta maior resistência também em cidades menores e entre eleitores mais velhos.

Quando a pergunta é se o governo deveria propor uma lei que facilite a adoção de crianças por casais gays, a maioria dos entrevistados (64%) diz ser contra. No Nordeste, o índice é de 71% e entre evangélicos, de 77%.

Uso de drogas

O Vox Populi mostrou também na pesquisa que praticamente nove em cada dez brasileiros (87%) são contra a descriminalização do uso de drogas. O índice chega a 93% no Nordeste.

A ideia é quase igualmente rechaçada entre entrevistados de diferentes religiões, idades, escolaridade e preferências políticas. Para a maioria (72%) o governo nem sequer deveria propor uma lei prevendo a descriminalização das drogas – no Sul, a rejeição à ideia de mudança na lei alcança 81% da população.

A margem de erro do levantamento, que contou com 2.200 entrevistas feitas entre os dias 19 e 23 de novembro, é de 2,1 pontos percentuais.

Debora Rodrigues esperou 48 anos – a vida inteira – pela sexta-feira passada, quando “finalmente” se submeteu a uma cirurgia de transgenitalização, conhecida como mudança de sexo. Nascida menino, ela cresceu sem saber qual banheiro frequentar. Debora saiu de Itambé, em Pernambuco, aos 17 anos, e não voltou mais.

A reportagem é de Carolina BenevidesDandara Tinoco e publicada pelo jornal O Globo, 05-12-2010.

Sem nunca ter sido aceita pela família – “meu pai me mandava dormir fora de casa, com os cachorros” -, se mudou para o Rio. Há cinco anos, uma amiga mostrou um recorte de jornal com a notícia de que no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio, era possível fazer a operação.

- Eu tinha esperança e ao mesmo tempo não tinha – conta Debora, que, na véspera da cirurgia, dizia que não se lembrava mais da longa espera: – Toda a humilhação e o sofrimento vão ficar para trás. Nunca mais vou ter dúvidas de em qual banheiro devo ir, vou ter vida nova.

No Brasil, a cada 12 dias, em média, um transexual encontra a mesma sensação de alívio. Desde agosto de 2008, a portaria 1.707, do Ministério da Saúde, autoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar o procedimento.

Além do Pedro Ernesto, três hospitais estão credenciados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás. O ministério contabiliza que em dois anos foram feitas 60 cirurgias.

Veja essa notícia

França tornou-se o primeiro país do mundo a retirar o transexualismo da lista das patologias psiquiátricas. O decreto foi publicado no Diário oficial daquele país.

Foi suprimida a expressão “transtornos precoces de identidade de gênero” de um artigo do código da previdência social relativo a “patologias psiquiátricas de longa duração”.

Tal classificação era realizada de acordo com a recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo a agência France Presse, a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, já havia anunciado no dia 16 de maio de 2009, antes do dia mundial da luta contra a homofobia, que o transexualismo não seria mais considerado doença psiquiátrica na França.

“A França é o primeiro país no mundo que já não considera o transexualismo como patologia mental”, disse à AFP Joël Bedos, responsável francês no Comitê IDAHO (International Day Against Homophobia and Transphobia)

 

Chamam a Igreja de homofóbica por condenar o homossexualismo. Chamarão a realidade de homofóbica também?

Guilherme Martins

 

 

Segundo dados oficiais da Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo, publicados pela agência paulista de notícias Bom Dia em 30 de novembro p.p., a transmissão do HIV (o vírus da AIDS) apresentou crescimento entre os homossexuais do Estado, num balanço dos últimos 10 anos.

“Na última década, a participação proporcional de casos registrados nesse grupo entre o total de casos em homens cresceu de 24,1% em 2000 para 35,3% no ano passado” – diz a notícia.

Adão e Eva podiam comer de todas as árvores do jardim. A única proibição era que eles decidissem por si mesmos o que é bem e o que é mal (Gn 2,16-17).

A serpente enganou o primeiro casal dizendo que a felicidade deles estaria em desobedecer a Deus. Comendo do fruto proibido, eles estariam agindo “como deuses, versados no bem e no mal” (Gn 3,5). Ser livre para satisfazer os próprios caprichos, sem se importar com as leis que o Criador inscreveu na natureza: eis a libertação do homem!

Todos nós conhecemos as tristes consequências dessa rebelião contra Deus, dessa reivindicação de uma falsa autonomia diante do Criador.

* * *

No dia 21 de dezembro de 2009, às vésperas da Solenidade do Natal do Senhor, o presidente Lula presenteou os brasileiros com o Decreto 7037/2009[1], que aprovou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ao povo foi oferecido o direito de agir ignorando a Deus e não se importando com as leis naturais.


“Não matarás” (Ex 20,13)

Segundo Lula, seremos felizes não se respeitarmos a vida, mas se tivermos o direito de matar. Por isso o governo pretende “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomiadas mulheres para decidir sobre seus corpos” (Eixo orientador IV, diretriz 9, objetivo estratégico III ação programática g).

Usando a inverdade de que existem casos em que o aborto é “legal” no Brasil, o Estado já vem financiando sua prática em nossos hospitais. É desejo do governo “implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado (sic), garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso” (Eixo Orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico II, ação programática g).


“Homem e mulher os criou” (Gn 1,27)

Segundo Lula, a complementaridade natural dos sexos não precisa ser respeitada. Essa lei, segundo a qual somente um homem e uma mulher podem casar-se entre si, é apelidada de “heteronormatividade”. O governo se propõe “desconstruir” essa regra, reconhecendo novas formas de família. Pretende “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares (sic) constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade (sic)” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática d). Pretende ainda “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo” e “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” (Idem, ações programáticas b, c).

Tão grande é a autonomia proposta pelo governo, que ninguém deve ser obrigado sequer a aceitar o próprio sexo. Quem estiver insatisfeito, pode ir ao SUS a fim de fazer uma cirurgia “transexualizadora”. O decreto promete “garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias” (Eixo orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico IV, ação programática p).


“Não cometerás adultério” (Ex 20,14)

Em matéria sexual, o governo oferece a felicidade através da liberdade. Todos devem ter direito à “livre orientação sexual” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V). Não deve haver liberdade, porém, para se opor ao homossexualismo. Essa conduta, apelidada de “homofobia”, deve ser combatida pelo Estado. Para isso, o governo pretende “fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (sic) e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática g).

A prostituição não deve ser combatida, mas reconhecida como uma profissão. Segundo o governo, é preciso “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” (Eixo Orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico VI, ação programática n). Pretende-se ainda quebrar a imagem negativa das mulheres prostitutas: “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo” (Eixo orientador III, diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática h).


“Não roubarás” (Ex 20,15)

Um dos grandes entraves do governo petista em seu apoio às invasões de terra é a ação de reintegração de posse. Por esse meio processual, o proprietário tem restituído o direito à posse de que havia sido privado pelo invasor. O decreto do presidente Lula dá a entender que se pretende dificultar o cumprimento dessas ordens judiciais: “propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos” (Eixo orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico VI, ação programática b). De fato, se invadir propriedade privada é um direito humano, é lógico que o governo queira mudar a lei para garantir o exercício desse direito.


“Amarás o Senhor teu Deus” (Dt 6,4)

Se, conforme pensa o governo, Deus é inimigo do homem por cercear sua liberdade, é necessário expulsar a Deus. Por isso o decreto prevê “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico VI ,ação programática c). A preocupação de Lula é compreensível: a presença de um crucifixo nos prédios dos Ministérios, do Congresso Nacional e dos Tribunais é incômoda para os que pretendem condenar inocentes à morte.

* * *

Como ocorreu no jardim do Éden, as promessas de Lula são ilusórias. O convite à liberdade esconde uma dura escravidão.

Se, por exemplo, são direitos humanos o aborto, o homossexualismo e a prostituição, o governo pretende punir os que ousarem falar contra esses “direitos”. O decreto prevê diversas penalidades para os meios de comunicação social que contrariarem sua ideologia: “propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas” (Eixo Orientador V, diretriz 22, objetivo estratégico I, ação programática a).

Como se vê, estamos às portas de uma ditadura.


Quem assinou o decreto?

O decreto 7037/2009 traz a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus ministros. Entre eles figura Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República.

Anápolis, fevereiro de 2010

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

O presidente de Profissionais pela Ética (PPE) da Região da Catalunha na Espanha, Ramón Novella, assinalou que a educação sexual dos menores deve ser dada pela família, e que a escola pode ser uma colaboradora se responde aos valores dos pais e não aos interesses ideológicos do Governo.

Em referência à nova lei do aborto, que entrará em vigência neste país europeu no dia 5 de julho, Novella indicou que “a educação sexual (que promove esta norma) está ligada a uma proposta ideológica que muitos pais não compartilham”.

“Estão impondo um modelo em um âmbito no qual deveria haver liberdade. À parte de que esta proposta de educação sexual não favorece o desenvolvimento positivo das pessoas e as converte em seres infelizes, isso sim completamente manipuláveis”, acrescentou.

Por isso, criticou as propostas marcadas pela ideologia de gênero e o relativismo, que querem que os menores acreditem que existe uma “diversidade sexual” como a homossexualidade ou a bissexualidade.

“Parece-me intolerável que na etapa final da infância e na adolescência se fomente este tipo de educação onde o menino ou garota devem expor sua tendência sexual, é aberrante provocar estas situações no âmbito escolar e só é possível entendê-lo se atrás disto existem uns interesses em promover a homossexualidade”, expressou.

Novella animou os pais a que se informem bem “e saibam o quê supõe esta educação sexual obrigatória”, porque não podem aceitar que do Estado imponha a eles uma concepção que vai contra seus próprios valores.

“Aos pais diria que assumam com maior responsabilidade seu trabalho educativo (…). Encontramo-nos ante uma realidade de urgência educativa onde ninguém pode dizer que isto não me afeta, justamente o contrário, isto nos afeta a todos e devemos nos pronunciar para não deixar-nos impor aquilo que não contribui à felicidade”, indicou.

Novo estudo publicado por “Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine” aponta que encorajar os jovens a evitar o sexo antes do casamento é o método mais efetivo para evitar as calamitosas conseqüências da atividade sexual prematura, escreveu “Human Events”.

O estudo acompanhou o caso de 662 estudantes afro-americanos de escolas urbanas – um dos grupos que apresenta maiores problemas pelas desordens sexuais. Os jovens foram divididos em dois grupos.

O primeiro só recebeu educação visando a abstinência pre-matrimonial. O outro recebeu “educação sexual” com insistência no uso de preservativos e o “sexo-seguro”. Um terceiro grupo “de controle” não recebeu instrução especial alguma.

Após dois anos, o grupo instruído no “sexo seguro” tinha caído em maus costumes numa proporção maior dos que não receberam formação alguma.

O estudo caiu muito mal para a administração Obama que quer cortar mais de U$170 milhões de dólares de subsídios para programas de educação para a abstinência.

Para Linda Chávez, uma ex-esquerdista hoje conservadora, os adolescentes dizem que querem ser alertados pelos adultos sobre os perigos de se iniciarem sexualmente precocemente.

As doenças sexuais, a AIDS, a gravidez prematura são só uma parte do problema. Graves desequilíbrios emocionais com repercussões na saúde física ameaçam os jovens desprevenidos e enganosamente “liberados” pelo falso “sexo seguro”.

Um recente estudo realizado no Canadá revelou que as crianças e adolescentes escutam e querem aprender de seus pais a tão necessária educação sexual para viver uma reta sexualidade.

Uma das conclusões do estudo realizado pelo Institute of Marriage and Family Canada (Instituto de Matrimônio e Família do Canadá-IMFC) assinala que “embora pareça desalentador ver algumas correlações entre as condutas da família há alguns anos e a atividade sexual de seus filhos, atualmente as notícias são positivas: os adolescentes escutam e querem escutar os seus pais, como indicam as pesquisas”.

Esta investigação, conduzida pelo Dr. Frank Jones, realizou-se em base às estatísticas do National Longitudinal Survey of Children and Youth (Pesquisa nacional entre crianças e jovens) explica que os dados da investigação se extraíram de um estudo realizado entre crianças de seis a onze anos, entrevistadas novamente oito anos depois, já como adolescentes, aonde se mostra que o estilo de vida dos pais influi diretamente na vida sexual de seus filhos.

Os dados mostram, entre outras coisas, que as filhas de pais alcoólatras tinham 38 por cento mais de probabilidades de ser sexualmente ativas, enquanto que 22 por cento mais dos filhos de fumantes se encontravam na mesma situação.

O estudo ressalta além que “um estilo de vida dos pais que é cálido, comunicativo, próximo e que se envolve com seus filhos estabelecendo limites, protege os adolescentes de situações de risco e os ajuda a desenvolver-se como adultos saudáveis e autônomos”, adiando sua iniciação sexual.

Depois de recordar que “as condutas dos pais e suas atitudes durante a infância de seus filhos moldam as opções sexuais em sua etapa de adolescentes”, o estudo revela que as crianças criadas em um ambiente de fé têm 40 por cento menos probabilidades, que a média nacional do Canadá, de serem sexualmente ativos

Por estas e outras razões, o estudo destaca que “a educação sexual deve envolver os pais reconhecendo seu papel como primeiros educadores neste campo” e que estes devem dedicar-se a “criar um lar saudável e estável caracterizado pela comunicação aberta e cálida”.

Bradley Hayton

O sexo entre adolescentes, especialmente aos 15 anos ou antes, é especialmente perigoso para a saúde física e psicológica. Vários investigadores encontraram altas correlações entre as experiências sexuais precoces e o consumo de álcool e drogas. Relacionou-se a experiência sexual precoce com o consumo de tabaco, com delitos menores e com as dificuldades de aprendizagem. As garotas que já perderam a virgindade são seis vezes mais propensas a tentativas de suicídio, e correm maior risco de se sentirem sós, sentirem-se tristes, ter dificuldades para adormecer e experimentam também uma baixa auto-estima.

1. As mulheres que iniciam a atividade sexual antes dos vinte anos e que tiveram relações com três ou mais parceiros, ou que tiveram relações com um homem que teve três ou mais parceiras, correm um alto risco de desenvolver cancer do  colo do útero por volta dos trinta anos (9).

Quanto mais jovem é a mulher que tem relações, maior é o risco de desenvolver cancer do colo do útero. Especialmente perigosas são as relações antes dos vinte e um anos. Demonstrou-se também que o risco de anormalidades do colo do útero aumenta com o número de parceiros sexuais (10).

Segundo um estudo da Universidade de Oxford, se a jovem, para além das relações sexuais, estiver também a tomar a pílula, o risco de desenvolver cancer do colo do útero é ainda maior (11).

2. Os adolescentes estão mais sujeitos aos danos das doenças sexualmente transmissíveis porque têm menos anti-corpos que os adultos. E a única forma de estar livre destas doenças é a relação monogâmica fiel, própria do casamento. Nenhuma namorada pode saber, antes de casar, que está numa relação monogâmica fiel… porque ignora se dentro de um mês ainda estará com o atual namorado.

3. Há uma ligação estreita entre as relações pré-matrimoniais e o aborto. A garota e o rapaz que têm bem claro o horror do aborto, são muito mais firmes na rejeição das relações. Há que dizer que muitos rapazes, quando postos perante a possibilidade, dizem que, se ocorrer a gravidez, então casarão. Como é evidente, cabe-lhes esclarecer porque não casam já. Se podem casar, porque o não fazem? E se não podem, porque prometem o que não poderão cumprir? Os grupos pró-vida têm milhares de testemunhos de garotas grávidas abandonadas pelos namorados, um dia depois destes terem prometido “amor eterno”.

A ligação entre aborto e relações pré-matrimoniais também funciona ao contrário: 80% dos bebés abortados no Ocidente são gerados fora do matrimônio. Portanto, e voltando ao início, se as pessoas tivessem consciência de que o aborto mata um bebê, um filho, ser-lhe-iam mais avessas e consequentemente fugiriam das situações de risco.

4. Convém ainda assinalar que por trás das relações pré-matrimoniais está já uma desordem. Segundo Viktor Frankl,

“O problema do nosso tempo é que as pessoas estão cativas de um sentimento de falta de sentido, acompanhado por um sentimento de vazio. A sociedade industrial está preparada para satisfazer todas as nossas necessidades e a sociedade de consumo cria necessidades que depois satisfaz. Contudo, a mais humana das necessidades, a necessidade de encontrar o sentido da vida, permanece insatisfeita. As pessoas podem ter muito com que viver mas frequentemente não têm nada por que viver.” (12)

O resultado desta ausência de sentido para a vida são um número trágico de suicídios (13), consumo de drogas, doenças venéreas, etc.

Segundo o Instituto Alan Guttmacher, todos os anos se produzem 12 milhões de novos contágios de doenças venéreas, sendo que dois terços destes afectam jovens com menos de 25 anos (14).

5. Convém ainda assinalar que quando os jovens carecem do amor incondicional dos seus pais, normalmente vão procurá-lo na primeira pessoa que lhes presta um pouco de atenção. A muitos adolescentes falta uma atitude positiva relativamente ao futuro porque carecem da experiência de um amor incondicional, o que por vezes é agravado pelo fato de viverem em famílias mono-parentais ou com famílias de segundos casamentos, etc. Nestas circunstâncias, o carinho e a atenção que sentem no namoro ultrapassa qualquer experiência anterior e nada parece demais para oferecer a quem lhes revelou uma realidade tão nova quanto deliciosa. Mas esta realidade nova, e sobretudo o medo de a perder, tornam a posição negocial da pessoa muito frágil pelo que, com as pressões do ambiente, facilmente cai nas relações sexuais.

Armand Nicholi, professor de Harvard, traça o seguinte quadro:
“Muitos dos que têm trabalhado com adolescentes durante a última década deram-se conta de que a nova liberdade  sexual não leva de nenhuma maneira a um maior prazer, liberdade e abertura, ou a relações mais profundas entre os sexos. A experiência clínica mostra que a nova permissividade leva com frequência a relações vazias, a sentimentos de autodesprezo e de não valer nada, a uma epidemia de doenças venéreas e a um grande aumento de gravidezes indesejadas.

Tem-se visto que os estudantes acham que a liberdade sexual é insatisfatória e sem sentido. Ainda que o seu comportamento sexual pareça ser uma tentativa desesperada para superar uma solidão profunda, estes adolescentes descrevem as suas relações sexuais como pouco satisfatórias e afirmam que não lhes proporcionam o calor emocional que esperavam. Descrevem um intenso sentimento de culpa e uma preocupação permanente por estarem a ser utilizados como objetos sexuais. (15)”

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(9). The New York Times, 15 de Março de 1984.
(10). Jane and Julian Chomet, Cervical Cancer, Wellingbourgh UK, Thorsons Publishing Group, 1989.
(11). The Lancet, nº8356, 22 Outubro 1983, pp 930-934.
(12). Viktor Frankl, The meaning of love, Ninth International Congress for the Family (Paris, Fayard, 1987), p. 39.
(13). O suicídio é a segunda causa de morte nos jovens entre os 15 e os 19 anos nos EUA.
(14). Facts in Brief, Alan Guttmacher Istitute, Spt 1993.
(15). Armand Nicholi, The Adolescent, Family of the Americas Foundation, 1984, pp.4-5. Também, The Harvard Guide to Modern Psychiatry (Cambridge, 1980), p.530.

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“… A necessidade de encontrar o sentido da vida, permanece insatisfeita. As pessoas podem ter muito com que viver mas frequentemente não têm nada por que viver.”

Sexo é um dom maravilhoso de Deus, no entanto tem sido cada vez mais banalizado e desprovido de seu sentido humano e afetivo, separado do amor comprometido que lhe dá sustento e sentido!

Os valores morais cristãos e familiares são referência segura para a vivência sexual no tempo certo e nas condições queridas e exigidas pelo verdadeiro amor: o matrimônio.

Dentro da aventura sexual que os jovens hoje vivem, onde a virgindade é um valor esquecido e ridicularizado, quem mais sofre são os próprios jovens – sedentos de sentido de vida e de encontrar um verdadeiro amor.

Em busca da paz e felicidade, encontram a desilusão e a constatação de que “só sexo” não é capaz de  responder a sede de sentido que todos tem e buscam nos lugares, no tempo e nas pessoas erradas,sem encontrar.

Alguns pagam um alto preço para descobrir isso.

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Veja essa noticia dada na Folha de São Paulo.

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” Sexo precoce aumenta risco de câncer do colo do útero, diz estudo

Um estudo com 20 mil mulheres revelou uma associação entre a iniciação sexual precoce e índices mais elevados de câncer do colo do útero.

O objetivo da pesquisa era entender por que mulheres mais pobres correm maior risco de desenvolver esse tipo de câncer.

Os especialistas constataram que essas mulheres tendem a iniciar sua vida sexual em média quatro anos antes do que mulheres de classes sociais mais elevadas.

Por conta disso, elas entrariam em contato mais cedo com o vírus que leva ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, dando ao vírus mais tempo para produzir a longa cadeia de eventos que, anos mais tarde, levaria ao câncer.

Acreditava-se anteriormente que a disparidade era resultado de baixos índices de controle preventivo em regiões mais pobres.

O estudo, feito pela International Agency for Research on Cancer, parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi publicado na revista científica British Journal of Cancer.

Sem explicação

Embora a diferença na incidência do câncer do colo do útero entre ricos e pobres –verificada em todo o mundo– tenha sido constatada há muitos anos, os cientistas não sabiam explicá-la.

Especialmente porque os índices de infecção pelo vírus HPV (sigla inglesa para papiloma vírus humano) –uma infecção por transmissão sexual que é responsável por boa parte dos casos de câncer do colo do útero– pareciam ser semelhantes em todos os grupos.

O estudo confirmou que os índices mais altos de câncer do colo do útero não estavam associados à maior incidência de infecção pelo HPV.

O que a pesquisa revelou foi que o risco, duas vezes mais alto, é explicado pelo fato de que mulheres mais pobres iniciam sua vida sexual mais cedo.

A idade em que uma mulher tem seu primeiro filho também pareceu ser um fator importante.

O estudo revelou que exames preventivos, como o papanicolau, exercem um certo efeito sobre o nível de risco.

Mas o número de parceiros sexuais que uma mulher tem, e o hábito de fumar, não pareceram interferir nos resultados.

Tempo

A responsável pelo estudo, Silvia Franceschi, disse que os resultados não se aplicam apenas a jovens adolescentes. Por exemplo, o risco de desenvolver câncer do colo do útero também é maior em mulheres que tiveram sua primeira relação sexual aos 20 em vez dos 25 anos.

“No nosso estudo, mulheres mais pobres se tornaram sexualmente ativas em média quatro anos antes.”

“Então, elas também podem ter sido infectadas pelo HPV mais cedo, dando ao vírus mais tempo para realizar a longa sequência de eventos que são necessários para o desenvolvimento do câncer.”

A representante da entidade britânica de pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK, Lesley Walker, disse que o estudo levanta questões importantes.

“Embora mulheres possam ser infectadas pelo HPV a qualquer idade, a infecção em idade menor pode ser especialmente perigosa, já que (o vírus) tem mais tempo para causar os danos que levam ao câncer.”

“Os resultados parecem reforçar a necessidade de vacinação contra o HPV em escolas, antes que (as meninas) comecem a ter relações sexuais, especialmente entre meninas de áreas mais pobres.”

Uma autoridade dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCDs) anunciou a estimativa dos CCDs de que nos Estados Unidos a AIDS predomina 50 vezes mais entre homens que fazem sexo com homens (HSH) do que o restante da população.

A Dra. Amy Lansky revelou essa estatística durante uma sessão plenária na Conferência de Prevenção do HIV 2009 em Atlanta.

Os CCDs já haviam revelado no ano passado que aproximadamente 53% dos estimados 56.300 novos casos do HIV em 2006 ocorreram em homens homossexuais, com a população negra afetada de forma principal.

Contudo, as novas estatísticas estimam a predominância do HIV/AIDS em relação à população homossexual, que permite comparações com outros grupos na população mais ampla. Por causa da dificuldade de apurar a população homossexual, os CCDs tiveram de fazer estimativas. Com base numa variedade de pesquisas nacionais, eles basearam suas estatísticas na estimativa média de que os homossexuais constituem 4 por cento do total da população masculina dos EUA, relata RH Reality Check.

De acordo com a Dra. Lansky, então, com base no número de 4 por cento, os CCDs estimam que em 2007 houve 692,2 novos casos de HIV por 100.000 homens homossexuais — ou 50 vezes mais casos do que o resto da população.

Embora meramente uma conjectura, o anúncio dos CCDs confirma estatísticas e estudos anteriores que indicam casos vastamente desproporcionais de doenças relacionadas a sexo em homossexuais.

De acordo com um estudo de fevereiro de 2007, por exemplo, os homens homossexuais com o HIV têm 90 vezes mais probabilidade de contrair câncer anal do que o resto da população.

No começo deste ano, como outro exemplo, os Centros de Controle de Doenças divulgaram um relatório estatístico indicando que os homens homossexuais perfazem 65 por cento dos casos registrados de sífilis em primeiro e segundo estágio em 2007. Um relatório da Agência de Saúde Pública do Canadá em 2006 revelou que 51 por cento das pessoas infectadas com o HIV no país eram homens homossexuais.

Aliás, as estatísticas sobre HIV/AIDS levaram um grupo, o Centro Gay e Lésbico de Los Angeles, a declarar em 2006 que o HIV/AIDS é uma “doença gay”, numa campanha de anúncios em outdoors para reduzir os índices de infecção do HIV.

Embora os ativistas homossexuais tenham ativamente suprimido tais estatísticas no passado e focalizado em retratar o HIV/AIDS como uma doença afetando a população inteira de forma igual, a crescente dificuldade de negar os fatos vem forçando uma exposição de intenções ocultas. No entanto, em vez de admitir qualquer problema inerente com a própria prática homossexual, a evidente predominância da doença entre homossexuais praticantes os levou a mudar de táticas e usar essas estatísticas para pressionar o governo e outras organizações a aumentar o apoio às comunidades homossexuais.

Perguntando o motivo por que levou tanto tempo para os CCDs fazerem sua própria estimativa sobre a elevada predominância da AIDS entre homens homossexuais, o ativista homossexual Dr. Senterfitt atribuiu tudo à “homofobia”. “Parece óbvio para mim”, diz ele, “que isso foi um efeito pelo menos indireto da geral homofobia ainda afetando muitos setores do governo, políticas públicas e as normas da sociedade e meios de comunicação deste país”.

“Temos de lutar para obter financiamentos e investimentos sociais adequados para acabar com o HIV/AIDS onde quer que continue a persistir e proliferar”, argumenta ele, “que é quase sempre onde a concentrada injustiça social também prolifera”.

No ano passado, J. Matt Barber declarou: “Ao admitir recentemente que o ‘HIV é uma doença gay’, Matt Foreman, que estava saindo de sua posição de diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, reconheceu o que a classe médica sabe há décadas: o estilo de vida homossexual é extremamente perigoso e muitas vezes leva a doenças e até a morte”.

Nova titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que tem status de Ministério do governo Dilma Roussef, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) rejeita a palavra “homossexualismo”. “Remete a doença”, explica.

Em entrevista ao Terra por telefone de Brasília, a ministra afirmou que pretende dar incentivo à inclusão de assuntos relacionados à diversidade de gênero no projeto pedagógico das escolas, inclusive a chamada “homoafetividade”. “Ela existe, assim como alunos de diferentes idades, diferentes comunidades. A palavra ‘diversidade’ deve estar combinada com a palavra ‘respeito’ e devemos criar espaços para esta prática”, disse.

A professora Maria do Rosário assume a pasta deixada pelo ministro Paulo Vanucci e declarou pretender dar continuidade ao projeto do antecessor.

Entre os focos principais, a proteção dos direitos das crianças, idosos e mulheres.

Sobre os mais recentes episódios de violência contra homossexuais ocorridos em São Paulo, a deputada petista diz que a questão “depende de mudanças nos costumes”, com “políticas culturais, educação e estímulo à convivência”. Sentido de viver em comunidade e respeitar. “Nunca é uma questão primeiramente policial. Precisamos compor e fortalecer valores, compreendendo a diversidade”, disse.

Apesar de reconhecer na solução do problema algo mais complexo que a simples represssão policial, Maria do Rosário afirma ser necessária uma postura firme do poder público para reprimir os atos de violência. “As autoridades precisam estar atentas, fazer o enfrentamento, principalmente de grupos marcados por sua atuação intolerante, como gangues de neonazistas”, disse.

Fonte: IHU On-Line

O  nível de suicídios no rio Grande doSul é alarmante, principalmente nas cidades interioranas. Os municípios de Candelária e Venâncio Aires têm índices de suicídio entre os maiores do mundo.

A pesquisa “Promoção da vida e prevenção do suicídio no RS”, dissertação de mestrado do médico psiquiatra, Ricardo Nougueira analisou as quatro cidades gaúchas com maior número de casos de suicídio. O estudo foi patrocinado pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, através do Centro de Vigilância em Saúde e do Programa de Prevenção à Violência.

Sobre os resultados constatados e as peculiaridades dos casos no Estado, Nogueira conversou, por telefone, com a IHU On-Line. O psiquiatra fala sobre os principais motivos dos suicidios no RS, o perfil do suicida e o tipo de ajuda que este necessita. “Quase 100% dos pacientes que foram ao óbito através do suicídio procuraram ajuda uns seis meses antes. (…) O problema é que falta um treinamento, não só na área de saúde, mas na rede de segurança e educação”, frisa. Sobre este preparo no atendimento às vítimas  e prevenção dos casos, Nogueira aborda os projetos desenvolvidos pela pesquisa que participou, como um manual de prevenção, e lamenta que mídias, como a Internet, atrapalhem o processo de cuidado para com indivíduos com tendências suicidas. “Uma orientação seria, ao invés de suicídio, falar da promoção da vida. Mas há uma contradição, pois sempre, em qualquer situação, há um outro lado, que, neste caso, é o estímulo de algumas mídias, como a Internet, uma área muito perigosa”, garante.

Ricardo Nogueira é mestrando em saúde da família pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Coletiva (CEPES) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e atua como médico psiquiatra.

Confira a entrevista.

Quais as peculiaridades do RS, em comparação aos outros estados brasileiros, no que diz respeito aos dados que o senhor apresenta sobre os casos de suicídios?

Ricardo Nogueira – O que mais chama a atenção é o número de casos. O Rio Grande do Sul, em relação ao Brasil, tem um número muito maior de suicídios que os outros estados. Existem três cidades com os maiores níveis do mundo, e existem pequenas cidades que têm números muito maiores. O que assusta é que, até hoje, o número de suicídios é maior entre os idosos e as pessoas mais velhas, mesmo havendo uma diminuição de suicídios nesta faixa etária e um aumento entre os mais jovens. Em Porto Alegre, os números têm nos assustado muito porque a maior incidência é entre os jovens na faixa dos 15 aos 29 anos. Na avaliação que fizemos, há uma progressão epidemiológica e uma tendência crescente nos números. Isso nos deixa muito preocupados. Analisamos esses números com epidemiologistas, técnicos e com profissionais da nossa área que dizem exatamente o que nossa pesquisa aponta: que há uma urgência de se ter um programa de prevenção ao suicídio.

O que temos até agora são constatações e diagnósticos, então nós temos que partir imediatamente para o combate. E fazer isso como foi feito na Suécia, Dinamarca, Noruega, Hungria e em Israel, aplicando-se inquéritos, pesquisas e entrevistas com sobreviventes, aqueles que tentaram suicídio e não conseguiram, e entre seus familiares, porque se constatou que o suicídio é um problema familiar, existem famílias que têm essa tradição do suicídio.

Quase 100% dos pacientes que foram ao óbito através do suicídio procuraram ajuda uns seis meses antes na rede, nas Unidades Básicas de Saúde, nos Capes, em consultórios particulares, em serviços de emergência ou pronto-socorros. O problema é que falta um treinamento, e, por isso, estamos propondo e criando um manual de prevenção ao suicídio para ser aplicado a nível dos agentes comunitários de saúde, dos profissionais das Unidades Básicas, dos Capes e dos hospitais, ou seja, em toda a rede, não só na de saúde, mas na rede de segurança.

Muitas vezes, os bombeiros, a Brigada Militar e a Polícia Federal é que são chamados para dar esse atendimento. É preciso também um treinamento na área social, nas secretarias de assistência social e na área de educação, pois, os sintomas aparecem na escola, nas atitudes dos pacientes.

A maioria dos pacientes que vão ao óbito através da tentativa de suicídio já está em algum tipo de tratamento médico, já teve alguma doença psiquiátrica ou é viciada em álcool e drogas, como o crack. Inclusive, Porto Alegre, e Curitiba, são as duas capitais do Brasil onde aumenta cada vez mais o número de suicídios entre jovens, na faixa etária dos 15 aos 29, uma faixa que chama a atenção por causa do uso dessas drogas. Estamos sofrendo no Rio Grande do Sul uma epidemia do uso do crack, então ainda não temos uma comprovação científica fidedigna. Nossa pesquisa vai partir para esse viés também, para analisar a associação da droga com o suicídio. Queremos aprofundar isso.

Temos outro problema por sermos vizinhos do Uruguai, um dos países que tem mais suicídio no mundo. Inclusive foi lá o Congresso Mundial de Prevenção ao Suicídio onde apresentamos nosso trabalho. Há um chamado contágio nas cidades fronteiriças e é preciso se pensar nisso. Dizemos que o trabalho de prevenção ao suicídio é de uma vida toda.

E que tipo de ajuda o suicida quer?

Ricardo Nogueira – As pessoas têm algumas dificuldades. Por exemplo, na nossa pesquisa, existem dois dados que não aparecem em nenhum outro tipo de investigação, são os dados que conseguimos através da Secretaria de Segurança, que tem um banco de dados excelente. O que chama a atenção é que essas pessoas que se suicidaram, um grande número delas, eram vítimas ou tinham feito boletins de ocorrência contra outras pessoas. Não é normal, por exemplo, uma pessoa ter vinte ocorrências de delitos ou transtornos no trânsito. Ter um transtorno, uma multa ou um boletim de ocorrência, é normal, mas vinte, trinta ou quarenta, não é. Estas pessoas estão com dificuldades na sua vida pessoal, afetiva ou econômica, e procuram uma solução. Muitas vezes, na cabeça da pessoa, o suicídio seria uma saída para acabar com seu sofrimento. A pessoa não suporta mais a situação que está passando e acha que a única saída realmente seria morrer. O que estamos apontando é um treinamento para as equipes médicas de saúde e da área social, terapeutas e enfermeiros, e todas as equipes multiprofissionais, para que possam propor e ofertar o atendimento, o acolhimento e o tratamento desse paciente.

Nossa ideia é trazer esses instrumentos, aplicados na Suécia, Noruega, Hungria e Israel, que foram traduzidos para o português e estão validados no Brasil. Temos alguns desses instrumentos que foram validados em Campinas, em São Paulo, e o trabalho de pesquisa lá mostrou que diminuiu em cinco vezes o número das tentativas de suicídio. As pessoas que têm uma ideação suicida fazem várias tentativas, na maioria das vezes, elas não morrem na primeira. O intuito desse instrumento é fazer com que a pessoa prorrogue o tempo o máximo possível entre uma tentativa e outra. O mais comum é uma pessoa tentar o suicídio hoje, e, se não for bem sucedida, tentar novamente em trinta dias, se não for bem sucedida, novamente, provavelmente irá tentar dentro de 180 dias, seis meses. Então, nesse interregno, é óbvio que ela precisa ter tratamento, tem que ter cuidado e a prevenção a novas tentativas. Aí eu digo e afirmo que há tratamento às tentativas e prevenção. Outra constatação: o risco maior é entre pessoas que já tentaram anteriormente e em pessoas que têm familiares que já cometeram suicídio. Nosso foco fica menor, e então se pode trabalhar focado naquelas pessoas que têm um maior risco.

Quais foram os quatro municípios estudados e porque esses municípios foram escolhidos para essa pesquisa?
Ricardo Nogueira – Foram Santa Cruz do Sul, Candelária, Venâncio Aires e São Lourenço do Sul. Foram escolhidos porque são municípios com uma população média, pela questão logística e pela incidência e prevalência. Entre os quatro, temos Candelária e Venâncio Aires, que têm índices de suicídio entre os maiores do mundo, e eles ficam próximos um do outro. Para nós, isso dá uma facilidade logística para se deslocar, reunir as equipes e capacitá-las. Fizemos um projeto piloto e, a partir dele, vamos, em 2010, para mais quatorze municípios, totalizando em dezoito municípios.

Que localidades têm registrado maior índice de suicídio?

Ricardo Nogueira – Conforme as pesquisas, são as cidades de Venâncio AiresCanguçuSão Lourenço do SulCandeláriaSanta Cruz do Sul onde têm ocorrido variações, há uma diminuição e, em seguida, um repique. Isso pode ocorrer em distorções. Por exemplo, essas são as quatro cidades em que fizemos a nossa pesquisa e o projeto piloto, são as que apresentam maiores níveis no entanto, quando se analisa na série histórica, uma análise de dez anos, constatamos que a cidade com maior índice de suicídios no Rio Grande do Sul é Santa Rosa. Santa Rosa é a cidade que aparece na análise dos dez anos, mas, se formos analisar, no ano passado e no retrasado ela não aparece. Por exemplo, na lista das cinquenta cidades que têm mais suicídios no Brasil, dez são do RS, mas aí não aparece São Lourenço.

Só para se ter uma ideia, em São Lourenço do Sul, uma cidade que possui entre 15 e 20 mil habitantes, tem mais suicídios ou um número semelhante a todos os suicidiosde Belém do Pará, que é uma cidade do tamanho de Porto Alegre. Então, temos de ter muito cuidado com esses números por causa das distorções, mas essa situação no RS realmente chama atenção. Conversei com o Secretário Estadual de Saúde, colocando para ele, dentro desses números, a emergência. Estamos com a proposta de continuar a pesquisa em mais quatorze municípios do RS que também apresentam números altos de suicídio, para que possamos, assim como em países europeus e Israel, que reverteram e, hoje, têm números negativos, trazer esses instrumentos que foram usados lá e aplicar aqui.

Na pesquisa que o senhor participou, qual o perfil dos suicidas?

Ricardo Nogueira – Em nossa pesquisa, a maioria são pessoas casadas. Antigamente, apareciam mais pessoas solteiras, separadas ou viúvas. 90% dos casos de suicídios são entre brancos, 90% são agricultores, e, em São Lourenço do Sul, também aparecem pescadores. A grande novidade da nossa pesquisa são os dados que recebemos da Secretaria de Segurança, de que as pessoas que se suicidam têm um número muito grande de ocorrências policiais como autoras ou vítimas. Um número muito grande, mais de 60% já estava tratando de doenças mentais ou usavam medicamentos psicotrópicos continuados, já tinham tentando suicídio anteriormente e tinham membros diretos de sua família que já haviam cometido suicídio. O perfil que concluímos é que são trabalhadores rurais, brancos, católicos, casados e com nível baixo de ensino. A grande maioria, entre 60 e 70% se matam por enforcamento e dentro de casa, principalmente.

A pesquisa, que foi feita junto com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER, tem outro viés que levanta a questão do fumo e dos organofosforados [1]. Estão querendo que seja aprofundada a pesquisa nesta área para comprovar, ou não, que esses elementos são responsáveis pelo suicídio. Porém, mesmo que isso seja comprovado, nossa visão é para que haja uma prevenção ao uso do tabaco e dos organofosforados.

É possível prevenir o suicídio?

Ricardo Nogueira – Claro, sem dúvida. Nossa proposta concreta é a criação dos grupos de sobrevivência. São grupos com pessoas que tentaram suicídio e familiares. Através do grupo, pode-se fazer com que haja uma sensibilização da pessoa e também a questão da avaliação do próprio tratamento. Avaliar se o tratamento que está sendo feito é correto, pois, cada caso é um, e existem vários diagnósticos. Tem como fazer um tratamento para as tentativas de suicídios. Vimos a questão dos jovens, e aí entram as cidades maiores. Os maiores números de suicídios entre jovens estão em Porto AlegrePasso FundoBento GonçalvesCaxias do SulCarazinhoSanto Ângelo, não nesta ordem.

Inclusive, tem uma pesquisa constatando em quais os meses ocorrem mais suicídios e quantos suicídios ocorrem a cada mês. Os meses com maior incidência são dezembro e janeiro. Queremos chamar atenção para que as pessoas procurem ajuda, seus serviços de saúde, o Caps, a Unidade Básica de Saúde, seu psiquiatra ou psicólogo, porque, tendo-se uma equipe capacitada e treinada, é possível reverter a situação.

E qual o papel da mídia em relação aos suicídios?

Ricardo Nogueira – Esse é um problema. Existe um manual de prevenção do suicídio para a mídia, foi feito pela Organização Mundial de Saúde. Neste manual, há um cuidado muito grande, principalmente para os jovens, que é colocado como contágio. Há uma visão que diz que, quando se fala em suicídio está se estimulando, só que precisamos rever esta questão. É o mesmo que achar que, ao se falar em droga, estaria estimulando o consumo. Entendemos que o suicídio é uma realidade que está aí e, para ser combatida, tem que ser revelada. Temos que divulgar isso. Claro que precisamos ter um cuidado de como colocar a questão. Uma orientação seria, ao invés de suicídio, falar da promoção da vida. Mas há uma contradição, pois, sempre, em qualquer situação, há um outro lado, que, neste caso, é o estímulo de algumas mídias, como a Internet, uma área muito perigosa. Nesta área, existe uma capacidade apavoradora, pois, enquanto estamos querendo implantar um programa de prevenção ao suicídio, estamos com o Grupo de Valorização da Vida, que é um único, do outro lado nossos “inimigos” são imensos e não se tem noção de quantos sites existem que nos combateriam. Estamos sozinhos. Um contra uma gama imensa, e não se divulgam esses números porque daí sim estaria se estimulando. Já houve um caso famoso em Porto Alegre de um jovem que teve seu suicídio acompanhado passo a passo através desse tipo de mídia. Esta é outra questão delicada que requer um cuidado muito grande, pois a situação é muito maior e perigosa do que se tem noção.

Notas:

[1] Substâncias químicas extremamente tóxicas que contém carbono e fósforo, sendo geralmente obtidas através do uso de sais orgânicos do ácido fosfórico.

“Todo o mundo se servia de uma mesma língua e das mesmas palavras” (Gn 11,1)

 

Tende-se, às vezes inconscientemente, a pensar na criança no ventre materno como um ente que ainda não existe, que ainda não vive, que ainda não é pessoa. Isso é denunciado na linguagem coloquial. Pergunta-se a uma mulher grávida: “quando é que você vai ser mãe?”. Ora, se ela está grávida, ela já é mãe. A maternidade não é futura e incerta, mas presente e certa.

Quando Santa Isabel, “cheia do Espírito Santo” (Lc 1,41) ouviu a saudação da Virgem Maria, exclamou: “Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?” (Lc 1,43). Note-se que ela não chamou a visitante de “futura mãe do meu Senhor”, mas de “mãe do meu Senhor“. Jesus ainda não havia nascido, mas Maria Santíssima já era sua mãe.

Às vezes ainda se pergunta a uma gestante: “quando é que você vai ter a criança?”. Ora, durante a gravidez, a mulher já tem a criança; aliás, nunca a terá tão perto de si quanto nessa fase da vida. O nascimento fará com que aquela criança que ela já tem possa ser contemplada e carregada ao colo pelos outros. Dar à luz, em vez de ter, é entregar.

Usa-se dizer também que a gestante está “esperando neném”. Na verdade, a mulher só estava “esperando” o neném antes de engravidar. Iniciada a gravidez, o bebê já está presente. A única coisa que ela espera (como evento futuro) é o nascimento do bebê.

O mais veemente, porém, de todos os sintomas que denunciam a não consideração da vida intra-uterina está em afirmações como esta: “Este bebê nasceu ontem. Só tem um dia de vida”. Ora, se ele nasceu ontem, tem cerca de nove meses de vida intra-uterina e mais um dia de vida extra-uterina. Mas a frase dá a entender que a vida só se iniciou quando ele nasceu.

É comum que, durante a gestação, os pais indaguem sobre o futuro do bebê: “Será que vai gostar do berço que preparamos? Qual será sua profissão? Vai crescer até que altura?” Mas não tem cabimento perguntar: “será que vai ser um menino?”, pois o sexo é um dado biológico presente desde a concepção. O correto seria dizer: “será que ele é um menino?”.

Os abortistas nunca usam a palavra “criança” para designar o nascituro. Costumam dizer que o “feto” é apenas “um ente humano em potencial“. Devemos responder dizendo que “a criança por nascer” (melhor do que “feto”) já é um ente humano, mas com um grande potencial. Ela não é um ente “pré-humano” nem “subumano”. Já é verdadeiramente humana, mas tem o potencial para crescer e realizar grandes coisas, com a graça de Deus.

Os que defendem o aborto costumam dizer que, ao abortar, a gestante impediria que “viesse ao mundo” uma criança deficiente, infeliz e destinada a sofrer. Devemos responder dizendo que a criança por nascer já está no mundo, dentro do útero. Abortar significar matar essa criança que já está presente e viva.

Os defensores da vida devem tomar um cuidado especial em evitar a expressão “planejamento familiar”. Jorge Scala, em sua obra “IPPF: a multinacional da morte“, esclarece que esse termo nada mais é que um eufemismo para “controle de natalidade”, não havendo nenhuma diferença essencial entre ambos. “Planejamento familiar” é usado para designar o aborto, a esterilização e qualquer forma de anticoncepção. Isso é muito importante, pois não faltam pessoas bem intencionadas que se declaram contrárias ao “controle de natalidade”, mas favoráveis ao “planejamento familiar”. Há até católicos que dizem que a Igreja defende o “planejamento familiar natural” ou que aceita os métodos naturais de “planejamento familiar” (sic).

Essa confusão terminológica é grave. Quem lê os documentos oficiais da Igreja sobre a regulação da fecundidade nunca encontra o termo “planejamento familiar”. Pode-se em vão procurar essa expressão na encíclica Humanae Vitae (Paulo VI, 1968), nos documentos do Concílio Vaticano II (1962-65), na exortação apostólica Familiaris Consortio (João Paulo II, 1981), na encíclica Evangelium Vitae(João Paulo II, 1995) ou no Catecismo da Igreja Católica (1992). A expressão tampouco aparece no “Vade-mécum para os confessores sobre alguns temas de moral relacionados com a vida conjugal” (Pontifício Conselho para a Família, 1997), que trata especificamente do tema da anticoncepção.

De fato, a expressão “planejamento familiar” (”family planning“) foi empregada após a Segunda Guerra Mundial, depois de vencido e desmoralizado o nazismo, para substituir “controle de natalidade” (”birth control“). O objetivo foi, única e exclusivamente, mascarar o caráter eugenésico e coativo da anticoncepção, da esterilização e do aborto, bandeiras defendidas pela IPPF (”Federação Internacional de Planejamento Familiar“) e seus aliados. Há, no entanto, uma legião de inocentes úteis que, com a melhor das intenções, usam o termo “planejamento familiar” para designar a continência periódica praticada pelo casal quando há razões graves para espaçar a geração de filhos.

Ao contrário, o termo “paternidade responsável” é genuinamente cristão. Aparece na Encíclica Humanae Vitae (n.º 10, Paulo VI, 1968), e já havia sido usado implicitamente no Concílio Vaticano II (Constituição Pastoral Gaudium et Spes n.º 50-51). É empregado em praticamente todos os documentos eclesiais que tratam da procriação humana. Tem um significado positivo, de abrir-se à geração de uma prole numerosa e, excepcionalmente, quando houver razões graves, de usar da continência periódica para evitar uma nova gravidez. Esse é o ensinamento perene contido na histórica encíclica de Paulo VI: a Humanae Vitae (n.º 10).

A seguir, uma pequena tabela de palavras, expressões e argumentos úteis à causa pró-aborto comparada com outras, adequadas à causa pró-vida:

  LINGUAGEM PRÓ-ABORTO   LINGUAGEM PRÓ-VIDA
Feto, embrião, concepto, produto conceptual. Bebê, criança, nascituro.
Um ente humano em potencial Um ente humano com um grande potencial
Ter neném, ganhar neném, tornar-se mãe. Dar à luz.
Esperar neném. Esperar o nascimento do neném.
Será que ele vai ser um menino? Será que ele é um menino?
Parabéns à futura mamãe! Parabéns à mamãe!
Ele só tem um dia de vida! Ele só tem um dia de nascido!
Hoje completei 40 anos de vida.  Hoje completei 40 anos de vida extra-uterinaHoje completei 40 anos de nascido.
Interromper a gravidez. Matar a criança.
Impedir que venha ao mundo uma criança deficiente. Matar uma criança deficiente que já está no mundo.
Fazer planejamento familiar. Praticar a continência periódica.
Oferecer educação sexual. Oferecer educação para a castidade.
O aborto só pode ser admitido comomeio para salvar a vida da gestante. O aborto nunca pode ser admitido, nem como fim, nem como meio. A morte do inocente pode às vezes ser tolerada como um segundo efeito de um ato bom.
O aborto é permitido por lei em dois casos: se não há outro meio para salvar a vida da gestante e se a gravidez resulta de estupro (art. 128, Código Penal). O aborto é proibido por lei em todos os casos. A pena não é aplicada em dois casos, após o fato já praticado, mas não há permissão prévia para abortar.
Um juiz pode dar autorização para abortar. Então o aborto se torna legal. Se um juiz der “autorização” para abortar, ele se torna co-autor do crime de aborto.

Fonte: G1

Medidas ou resoluções favoráveis à prática do aborto foramdebatidas durante os governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 2003-2010).

O G1 localizou iniciativas e documentos relacionados ao tema nas duas gestões. No Congresso, a reportagem também encontrou medidas favoráveis à prática propostas por representantes dos dois partidos.

A legalização do aborto entrou na pauta do debate eleitoral ainda na pré-campanha. A evangélica Marina Silva (PV) disse ser contra a prática, mas favorável a um plebiscito sobre a questão. José Serra (PSDB) afirmou ser pessoalmente contra o aborto e que não pretendia alterar a legislação. Dilma Rousseff (PSDB) declarou também ser contra a prática e defendeu que o tema seja tratado como questão de saúde pública. Saiba como os candidatos se posicionaram sobre o tema.

No âmbito do Executivo, o tema foi discutido na gestão Fernando Henrique Cardoso (FHC) em ao menos três momentos.

O primeiro foi em 1997, ano da visita do Papa João Paulo II ao Brasil, quando a Câmara começou a discutir a regulamentação do atendimento público dos casos de aborto previstos no Código Penal desde 1940 (em casos de estupro e risco de morte da gestante).

O debate iniciado no Legislativo culminou na assinatura pelo então ministro da Saúde, José Serra, em novembro de 1998, da norma técnica “Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes”, que trata dos procedimentos para realização do aborto legal no Sistema Único de Saúde (SUS).

A norma foi dirigida aos profissionais de saúde com o objetivo de detalhar como deveria ser feito o atendimento das mulheres e quais eram seus requisitos legais. À época, quando grupos políticos e líderes religiosos opinavam a respeito do tema, o presidente se manifestou por meio do porta-voz da Presidência em ao menos duas oportunidades.

Em 27 de agosto de 1997, o porta-voz Sérgio Amaral disse que FHC “não entende a celeuma que se está criando em torno dessa questão” e, em 29 de agosto, o então presidente afirmou que não se manifestaria diante das pesquisas de opinião favoráveis ao aborto legal, mas somente após a decisão do Legislativo, de acordo com reportagens do jornal “Folha de S.Paulo”.

Manifestações da primeira-dama Ruth Cardoso, favorável à ampliação do aborto legal, foram criticadas por religiosos católicos. Em 2 de outubro, ela disse, em entrevista ao jornal que o aborto era um direito que estava sendo estendido às mulheres com menos recursos.

Na assinatura da norma técnica, Serra ressaltou que a medida assegurava dignidade às vítimas de violência para seguirem suas vidas. “O braço executivo das ações de saúde é formado pelos estados e municípios. É a eles que o Ministério da Saúde oferece subsídios para medidas que assegurem a essas mulheres [vítimas de violência] a harmonia necessária para prosseguirem, com dignidade, suas vidas”, escreveu o então ministro na apresentação do documento.

O segundo momento de polêmica em torno do tema aborto na gestão FHC ocorreu durante a proposta de revisão do Código Penal. A Comissão Revisora do Anteprojeto de Lei do Código Penal, nomeada em novembro de 1998, era formada por dez especialistas em direito de vários estados brasileiros.

O anteprojeto de lei do Código Penal seria encaminhado ao então ministro da Justiça, Renan Calheiros, e depois ao presidente Fernando Henrique Cardoso, que o entregaria ao Congresso, para votação.

Entretanto, em agosto de 1999, a revisão estava paralisada, e o ministro da Justiça, José Carlos Dias, que substituiu Renan Calheiros, manifestou desejo de reconvocar especialistas para rediscutir o tema. Na época, ele disse ser favorável a analisar a questão do aborto, mas a revisão não foi retomada na gestão FHC.

O terceiro momento em que o debate sobre o tema esteve presente na gestão do sociólogo tucano foi em seu último ano de gestão. À época, o documento final do Programa Nacional de Direitos Humanos II (PNDH2), apresentado em 2002, defendeu o “alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal”.

O programa não tem força de lei e se assemelha a uma carta de intenções, resultado do diálogo entre poderes públicos e sociedade civil. De acordo com o governo, essas diretrizes devem servir como meta para ações governamentais.

Um trecho dizia textualmente: “Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo Estado brasileiro no marco da Plataforma de Ação de Pequim”.

A plataforma foi o resultado da Conferência Mundial da Mulher, realizada na China em 1995. Em uma de suas decisões recomenda que os Estados considerem “a revisão das leis que contêm medidas punitivas contra as mulheres que realizam abortos ilegais”.

Governo Lula

Em 2004, no primeiro mandato do governo Lula, o então ministro da Saúde, Humberto Costa, ampliou a norma técnica assinada por Serra sobre a realização do aborto legal na rede pública de saúde.

Desde então, o boletim de ocorrência deixou de ser obrigatório para a realização de abortos em casos de estupros. Em dezembro do mesmo ano, Lula assinou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, que previa “revisar a legislação punitiva que trata da interrupção voluntária da gravidez”.

O tema aborto apareceu novamente em ações de órgãos do governo Lula no texto do Segundo Relatório Brasileiro sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, enviado pelo governo ao Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005.

No item 42, o texto afirma: “Outro tema que merece atenção é aquele suscitado pelos direitos reprodutivos. O atual governo assumiu o compromisso de rever a legislação repressiva do aborto para que o princípio da livre escolha no exercício da sexualidade possa ser plenamente respeitado”.

O relatório informa à ONU que o Código Penal “pune gravemente o aborto” e diz que o governo espera que o Congresso Nacional aprecie “projetos em tramitação que pretendem corrigir a abordagem repressiva”.

Entretanto, o ponto de maior debate entre os documentos da gestão Lula esteve no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), lançado pelo presidente em dezembro de 2009. O texto recebeu críticas de diversas áreas e sofreria modificações em diversos temas, incluindo a questão do aborto.

Em maio de 2010, por meio de decreto, o presidente fez modificações em trechos considerados polêmicos. O artigo que tratava da defesa do aborto originalmente previa “apoiar o projeto de lei que descriminaliza o aborto”. A nova redação diz apenas que o plano visa “considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde”.

Câmara e Senado

Na Câmara dos Deputados, o tema é debatido desde ao menos o começo da década de 1990, e o projeto de lei mais criticado pelos religiosos em artigos é o de número 1135/91, de autoria dos então deputados petistas Eduardo Jorge e Sandra Starling, apresentado em 1991 e que reuniane propostas dos deputados José Genoino, Luiz Moreira, Marta Suplicy e Wigberto Tartuce.

No Senado, a descriminalização é debatida ao menos desde 1993, quando a suplente do senador Fernando Henrique Cardoso, Eva Blay (PSDB-SP), então no exercício do mandato, apresentou projeto de lei.

Em essência, os projetos de lei convergiam para ampliar os casos de aborto para além dos casos previstos no Código Penal. Nenhum dos projetos foi aprovado.

Em dezembro de 2004, o senador Gerson Camata (PMDB-ES) havia apresentado no Senado um projeto de plebiscito para debater sete temas, incluindo a legalização do aborto. O projeto ainda tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Um ano antes da polêmica da CPI do Aborto e da suspensão dos deputados do PT, em 2007, ano da visita de Bento XVI ao Brasil, o tema aborto havia conquistado novo destaque. Ao menos desde julho mobilizava a atuação da “Frente Parlamentar Contra a Legalização do Aborto – Pelo Direito à Vida”, que reúnia à época quase 200 parlamentares. O grupo criticava projetos que previam a ampliação da prática e também a autorização do aborto em caso de estupro.

Naquele ano estava em análise na Comissão de Seguridade e Família da Câmara o projeto de lei do deputado José Genoino (PT-SP) que previa a descriminalização da prática do aborto para as mulheres com até 12 semanas de gestação e permitia a prática nos casos de má-formação do bebê. Em outubro daquele ano, levantamento do G1 localizou nove projetos sobre o tema.

Em maio de 2008, a Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados rejeitou dois projetos que previam a descriminalização da prática de aborto. As propostas previam a interrupção da gravidez até 90 dias de gestação, e retiravam do Código Penal o artigo que estabelece uma pena de detenção de um a três anos para as gestantes que praticarem aborto.

O voto do relator, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), pela rejeição dos projetos, foi acompanhado por 33 deputados da comissão.

Em 2008, a Campanha da Fraternidade da CNBB teve como tema “Fraternidade e Defesa da Vida”.

Partidos

A questão do aborto não foi localizada pela reportagem em textos internos do PSDB. O tema é, por sua vez, uma bandeira histórica de grupos petistas.

No 3º Congresso Nacional do PT, em 2007, a descriminalização do aborto foi citada em um artigo das resoluções aprovadas pelos militantes.

O artigo dizia textualmente: “Defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada e a morte de centenas de mulheres, na sua maioria pobres e negras, em decorrência do aborto clandestino e da falta de responsabilidade do Estado no atendimento adequado às mulheres que assim optarem”.

Ao se posicionar contra a CPI do Aborto em 2009, o site do PT publicou uma resolução aprovada pelo Diretório Nacional do partido, em 9 de fevereiro daquele ano, na qual defende a descriminalização do aborto, baseada na resolução do 3º Congresso. A comissão parlamentar pretendia investigar a venda de remédios abortivos e a realização de abortos clandestinos no país.

No documento assinado pela cúpula petista em 2009, o partido se posiciona contra a instalação na Câmara da CPI do Aborto. A comissão seria destinada a investigar abortos clandestinos no Brasil e a venda de remédios abortivos.

O pedido, protocolado em abril de 2008, foi indeferido em março de 2009. No documento contrário à CPI, o diretório defende a “autonomia das mulheres” sobre o corpo e a vida e “reafirma” o compromisso do partido com a “luta pela descriminalização do aborto”.

“O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores é contrário à CPI do Aborto e reafirma o compromisso de luta pela descriminalização do aborto e em defesa da igualdade e autonomia das mulheres sobre seu corpo e sua vida”, diz o documento.

Em 2010, o PT realizou seu 4º Congresso Nacional. Nos três documentos finais do encontro disponíveis na internet, o tema aborto não foi citado.

Partido x programa de governo

Em entrevista ao G1 na sexta-feira (8), o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, ressaltou que deve ser considerada a diferença existente entre uma resolução do partido e uma ação ou programa de governo.

Ele afirmou que as resoluções do partido são, inclusive, diferentes das diretrizes programáticas apresentadas no ato de registro da candidatura de Dilma.

“Houve uma resolução aprovada no congresso. Agora, na diretriz de governo de Dilma isso não foi aprovado. Foi aprovada a garantia de atendimento para as mulheres de acordo com a legislação vigente, vítimas de estupro ou com risco para a mãe”, disse Dutra.

As diretrizes do programa de Dilma apresentado ao TSE incluem, no item 57, o seguinte trecho: “Promover a saúde da mulher, os direitos sexuais e direitos reprodutivos: O Estado brasileiro reafirmará o direito das mulheres ao aborto nos casos já estabelecidos pela legislação vigente, dentro de um conceito de saúde pública”.

Para exemplificar que não há relação direta entre aprovação da resolução e aplicação obrigatória em atividades políticas, Dutra ressaltou que o partido estabelece que o filiado ao PT pode evocar questões éticas e religiosas para não acatar uma resolução partidária.

“Uma coisa é a resolução partidária, que inclusive não é impositiva, e outra coisa são aqueles itens de programa de governo que ninguém aprovou”, disse. Dutra lembrou que outras resoluções do partido, até mesmo consideradas polêmicas, nunca se transformaram em atos do Executivo. Entre elas, ele citou a reforma política e o plebiscito para discutir o leilão da Vale do Rio Doce.

Sobre as manifestações do PT à época da CPI do Aborto, o presidente do partido afirmou que não tinha na memória qual investigação estava sendo debatida pelos parlamentares e que o assunto não foi discutido pelo diretório do partido.

“Esse caso da CPI, não me lembro exatamente o que é que queria investigar, mas essa questão foi debatida no âmbito da bancada, esse assunto não foi levado para diretório”, disse. Dutra concedeu entrevista ao G1, por telefone, após participar de evento com Dilma em São Paulo na última sexta-feira (8).

Igreja Católica

As manifestações de representantes do alto clero católico, por meio de notas ou vídeos que acabaram sendo publicados no YouTube, destacam as ações favoráveis ao aborto ligadas ao PT. O principal deles é a nota divulgada pelo Conselho Episcopal Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 26 de agosto, no qual os bispos citam posicionamentos do governo Lula e do PT a favor do aborto e pedem voto em partidos contrários à prática.

Em 17 de setembro e 8 de outubro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou duas notas esclarecendo o posicionamento da entidade. Na primeira, reafirma a lista de entidades que podem representar a entidade e não inclui a Regional Sul. Na segunda nota, a CNBB ressalta que a entidade não “indica nenhum candidato”.

Além da nota da Regional 1 ou do artigo do bispo de Guarulhos que orientava padres a pregar voto contra Dilma, é exemplo do posicionamento de parte do clero católico o vídeo publicado no YouTube com discurso do arcebispo metropolitano da Paraíba, Dom Aldo Cillo Pagotto. Ele diz que a “cultura de morte” chegou ao Brasil nos anos 80 e 90 com o financiamento de fundações, mas não cita nomes de eventuais financiadores.

“Em 2003, encontrou respaldo no Partido dos Trabalhadores, que neste ano havia alcançado o poder, seu principal aliado”, disse em vídeo. Ele ressalta que, em 2005, o governo Lula assumiu diante do Comitê de Direitos Humanos o compromisso de defender a ampliação dos casos de aborto. O bispo não cita medidas adotadas no governo Fernando Henrique ou o projeto de lei da senadora tucana Eva Blay.

O bispo lembra que, em 8 de agosto de 2005, Lula enviou carta aos bispos reunidos em Itaici. “Os fatos desmentiram as palavras do presidente, quando o governo encaminhou à Câmara dos Deputados um projeto de lei que pretendia legalizar o aborto durante todos os nove meses de gravidez. (…) São vários projetos”, disse no vídeo.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, nega que diretrizes do partido tenham sido adotadas no governo Lula. A reportagem do G1 não localizou projeto do Executivo sobre o tema. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Políticas para as Mulheres, órgão com status de ministério ligado à Presidência da República, não há informações sobre projetos de lei relacionados ao tema encaminhados pelo Executivo ao Congresso.

Ainda no vídeo, o arcebispo da Paraíba relaciona a saída do PT dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso ao fato de eles supostamente terem protocolado pedidos para instalar a CPI do Aborto, “para investigar quem está financiando a questão do aborto no Brasil”.

Diferentemente do que foi afirmado pelo bispo, o pedido de CPI foi protocolado em abril de 2008 pelos deputados Luiz Bassuma (PT-BA), Miguel Martini (PHS-MG) e Pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ). Os dirigentes do PT explicam que Bassuma e Afonso sofreram suspensões por terem agredido verbalmente mulheres que defendiam posição favorável ao aborto.

À época, a justificativa para a CPI era a necessidade de “investigar abortos clandestinos no Brasil” e a venda de remédios abortivos, conforme noticiou o G1 no período.

Naquela época, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, havia afirmado que havia venda de substâncias abortivas em camelôs e pela internet. Temporão participou naquele ano de debates públicos defendendo a legalização do aborto, lançando, inclusive, a ideia de um plebiscito para decidir sobre o tema.

O aborto pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres. Uma pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, vinculada à USP (Universidade de São Paulo) com 120 mulheres que passaram por aborto indica que mais da metade apresentara algum nível de depressão e a maioria sofre de baixa a média estima pessoal.

O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento. Mariana detectou que 57% delas apresentavam sinais indicativos de depressão, sendo que em 33% os sintomas eram leves e prolongados e 22% eram moderados. Em 13% dos casos a depressão era grave.

Segundo a pesquisadora, estudos anteriores já mostraram que o aborto pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência, mesmo no longo prazo.

A maioria das mulheres do estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, sem casa própria, mas com residência fixa há mais de um ano. A maioria delas também não teve problemas de relacionamento e de violência na gravidez. Entretanto, as que tiveram problemas relataram uso de álcool e drogas na família.
Os dados revelaram, ainda, associação entre violência familiar e aborto provocado.

Entre as que apresentaram sinais de depressão, a maioria declarou-se solteira, trabalham, com mais de 40 anos de idade e tem religião.

Mariana diz que o fato de muitas dessas mulheres terem parceiro, trabalho, religião, situação financeira estável e apoio familiar mostrou-se como um fator de proteção significativo em relação à depressão.

Crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com  cenas de homossexualismo, que será distribuído em 2011. Já existe até uma petição contra essa ação do Ministério da Educação (MEC) na internet.

O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade, se dizendo Bianca. Veja vídeo e matéria completa a respeito deste tema, no mínimo estranho, polêmico.

O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em plenário,  a essa vergonha que foi firmada em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.

A REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade

Do Correio Braziliense

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.

Como Lula e os ativistas gays passaram a perna nos opositores do PLC 122.

(Por Julio Severo) – Estratégia do PLC 122 não passou no dia 9 deste mês, porque os ativistas gays foram pegos com a “boca na botija”. Mas nenhum deles está chorando ou reclamando. Por que? No mesmo dia 9, sem que ninguém percebesse, Lula criou o Conselho Nacional de Combate à Discriminação exclusivamente para avançar a agenda gay.
O Congresso Nacional está recebendo muitos e-mails sobre a votação do PLC 122/2006 nesta semana. Devido às denúncias das manobras, o projeto anti-“homofobia” não foi avançado no dia 8 ou 9 deste mês na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado.
No entanto, em 9 de dezembro de 2010 o presidente Lula criou, por meio de decreto presidencial, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação. Veja aqui: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7388.htm
Em 2008, dentro do projeto de lei que criava o Ministério da Pesca, uma emenda totalmente estranha foi inserida para criar um Conselho Nacional da Comunidade LGBT, mas a Câmara dos Deputados rejeitou a emenda. Veja a cobertura completa aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/03/o-peixe-e-isca-projeto-de-lei-sobre.html
Jogada estratégica do Planalto para a agenda gay
Contudo, os ativistas gays novamente conseguiram uma volta por cima, pois Lula criou o mesmo conselho, mas com outro nome. Embora tenha como título genérico Conselho Nacional de Combate à Discriminação, o novo órgão federal, com burocratas engordados com nossos impostos, terá como missão prioritária combater “discriminações” contra quem está envolvido em atos homossexuais. Por exemplo, um pai ou mãe reclamou da aula pró-homossexualismo que seu filho recebeu na escola? É crime de “homofobia”!
Para Lula e os ativistas gays, não importa que a população não queira o PLC 122. Terão de engolir a força a ideologia gay, nem que para isso todos tenham de ser aterrorizados com as ações de um Conselho Nacional de Combate à Discriminação.
Fonte: O Verbo / www.juliosevero.com
COMENTÁRIO BÍBLICO: Todo esse processo de mudança nas leis é orquestrado pela ONU e faz parte do processo de preparação do cenário para manifestação do anticristo. Esse “espírito” trabalha nos líderes mundiais para criarem leis como essas, que objetivam calar a boca da Igreja de Jesus Cristo e afrontar os ensinamentos bíblicos de moralidade e bons costumes. São essas leis loucas que moldarão o pensamento “moderno” das novas gerações que aplaudirão a vinda do falso messias. Elas tem por objetivo preparar os corações para a chegada do anticristo e sua pretensa agenda de transformação mundial, com promessas de mudar a face do mundo e levá-lo a um patamar de evolução  social ainda não conhecido. Esse patamar de evolução, onde tudo é permitido, formará uma sopa de filosofias anti-bíblicas que se firmarão como  leis e estabelecerão as bases do Reino Anticristão. Contudo, isso é necessário que aconteça. Será durante esse período que todos os adversários da Bíblia Sagrada serão desmascarados e receberão, na Grande Tribulação, a paga divina reservada à sua rebeldia, de antemão profetizada no Livro de Apocalipse. Ali se calarão grandes filósofos, políticos e pensadores modernos, que contribuíram para o apodrecimento espiritual da humanidade. Entretanto, será na Grande Tribulação que boa parte da humanidade se recordará de nossas pregações e de nossos ensinamentos cristãos e negarão ao anticristo, mesmo ao preço do derramento do próprio sangue, porque o anticristo será o maior ditador de todos os tempos, não terá compaixão alguma e levará o mundo ao caos.
A Grande Tribulação como parte do processo de revelação divina
Sempre lembramos a todos que o Livro de Apocalipse prevê que a Tribulação será o período de sete anos em que Deus ministrará à humanidade sua última chance de arrependimento e conversão, para que se arrependam de seus pecados e aceitem a Jesus Cristo como seu Salvador. Embora seja um período sem igual na história humana e que sobrepujará os horrores da primeira e da segunda guerra mundiais juntas, a Grande Tribulação será espiritualmente fértil. 
Objetivo divino da Grande Tribulação 
É nela que o diabo é desmascarado, os filósofos, políticos e demais líderes que moldam os pensamentos mundiais serão colocados diante de sua opção final: ou se arrependem de seus ensinos falsos, de suas leis pagãs  e suas obras más e aceitam a Cristo como Salvador ou receberão a ira de Deus. É o preto no branco. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz. (Pr. Wagner Cipriano)

Quando uma mulher solteira de 31 anos da cidade de Grand Rapids, Michigan (EUA) colocou, no quadro de avisos de sua igreja, um anúncio em busca de uma companheira de quarto cristã, ela não tinha ideia alguma de que seu anúncio acabaria causando uma queixa por violação de direitos civis – uma queixa que a acusou de discriminação ilegal na questão da moradia.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Mensagens Bíblicas, Bibioteca Evangélica O Centro de Moradia Justa de West Michigan, uma organização particular, disse que a declaração que especificamente pediu uma companheira de quarto cristã “expressa preferência ilegal por uma companheira de quarto cristã, excluindo assim pessoas de outras religiões”.
O Fundo de Defesa Aliança, que é uma organização evangélica, assumiu a defesa do caso da mulher, e enviou uma carta na semana passada para a Secretaria de Direitos Civis de Michigan requerendo que o que eles chamaram de “queixa sem base” fosse imediatamente anulada, mas a secretaria ainda não deu nenhuma resposta.
“Os cristãos não deveriam viver com medo de serem punidos pelo governo por serem cristãos. É completamente absurdo tentar punir uma mulher cristã solteira por buscar, a nível particular e em sua própria igreja, uma companheira de quarto cristã – uma atividade obviamente legal e protegida pela constituição”, disse Joel Oster, principal assessor jurídico do FDA. “Não satisfeitos de apenas trancar os cristãos e suas convicções nas quatro paredes de sua igreja ou lar, algumas organizações querem também invadir essas paredes e impor mediante força suas próprias ideias neles”.
A carta do FDA explica que a mulher “não é proprietária de uma casa para alugar. Ela não possui uma empresa imobiliária. Ela não administra um prédio de apartamentos. Ela é apenas uma mulher solteira buscando uma companheira de quarto para viver em sua casa. A lei federal e a lei estadual não a proíbem de buscar uma companheira de quarto cristã… Mas se a lei for aplicada contra ela para interferir no direito de ela viver com uma companheira cristã, tal ação seria violação óbvia dos direitos de Primeira Emenda dela à liberdade de associação”.
Fonte: Life Site News , Traduzido por Julio Severo

COMENTÁRIO BÍBLICO: Temos comentado e alertado sobre o crescimento aviltado de leis absurdas contra a fé cristã. Entre outras coisas, isso aponta para a aproximação  iminente do fim dos tempos e do reino do anticristo, onde as leis serão totalmente implacáveis contra a Bíblia Sagrada e os  cristãos. No governo mundial do anticristo, será instituída a Lei da Marca da Besta e todos que não a receberem perderão seus direitos civis e políticos. Esses desvarios das leis e dos legisladores aponta para um tempo em que a insanidade dominará as mentes que se dizem “cultas”, cumprindo-se a palavra de Deus que diz: “dizendo-se sábios, tornaram-se loucos“. Romanos 1:22 
Ao passo que a sociedade moderna se orgulha do crescimento tecnológico e científico, aos olhos de Deus ela tem regredido assustadoramente. Diante de Deus políticos e legisladores tem passado atestado de loucura. Mas, em breve, virá a tribulação como paga a todos  os desvarios desta humanidade moralmente corrompida e que promulga e executa leis  absurdas e injustas, que afrontam não somente o povo de Deus, mas os princípios morais e de justiça do próprio Deus. Ora vem, Senhor Jesus.

Devido à inércia e apoio indiscriminado aos homosssexuais, Governo Federal e Ministério da Educação tornam-se cúmplices do projeto que, em 2011, levará cartilha e grade curricular “homossexualizante” às escolas brasileiras. Minorias estão aproveitando seu espaço no governo para “imporem” suas tendências “escusas”. A questão da educação e suas formas é assunto grande demais para ser direcionado e decidido unilateralmente por esses pequenos grupos.
Grade curricular homossexualizante levará “kit da promiscuidade” às escolas em 2011 – O “kit da promiscuidade” foi levado ao conhecimento da Câmara pelo deputado federal Jair Bolsonaro. Apesar de suas denúncias, que envolvem a participação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e do Ministério da Educação, que tomaram essas decisões ao arrepio da lei, não houve qualquer iniciativa por parte da Câmara. Como resultado nossos filhos ficarão expostos a “mídias homossexualizantes”, que serão incluídas na grade curricular de 2011. O atual Governo não quer saber o que o povo brasileiro quer para seus filhos. Parecem pensar que vivemos em uma ditadura e podem impor, “goela abaixo”, suas ideologias e decisões unilaterais. Podemos concluir que os políticos, por sua inércia no assunto,  tem grande afinidade com a promiscuidade e a homossexualidade. Fica a dúvida: estariam legislando em causa própria? A classe política parece ter se esquecido de seu dever moral  e constitucional de trabalhar em prol da sociedade brasileira que os elegeu, que ainda é formada, em sua grande maioria, por famílias sadias, que pagam impostos e contribuem para conduzir esse país “nos trilhos”. 
Desvarios, Loucuras e Perversões nas Novas Leis
Se a insanidade dominar os rumos do país, o Governo Lula ficará marcado na história pelo seu apoio indiscriminado a uma minoria que quer perverter toda uma sociedade e um país. O respeito à integridade física já é previsto nos Códigos Brasileiros e deve ser o suficiente para garantir a segurança de todo cidadão, homossexual ou não. Isso é correto, pois segue o princípio de que todos são iguais perante a lei. 
Governo Lula cria “privilégios legais” para classe gay
Mas agora o Governo extrapola o princípio da igualdade e cria “privilégios legais” para determinadas classes sociais. Com sua postura o Governo Lula nos diz que embora todo sejam iguais perante a Lei, ser gay é um privilégio digno de ser ensinado nas escolas.  Essa classe de pessoas trabalha para transformar toda a sociedade numa grande massa homossexual. O Governo Brasileiro, que se auto-intitula “estado laico”, corre agora o risco de se tornar um “estado louco“.  Em breve o Brasil poderá ser conhecido e reconhecido no mundo como o “Paraíso das bibas”

Se você tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a América. Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.

Como você deve reagir ao sucesso da agenda gay? Deve aceitar a tendência recente em direção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia nos exorta a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De fato, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente. Os defensores do homossexualismo têm sido notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia. Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — e muitos deles o sabem — percebe que eles absorveram um interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional. Os argumentos a favor dos homossexuais extraídos da Bíblia são nuvens de fumaça — à medida que nos aproximamos deles, vemos com clareza o que está por trás.

Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — jamais.

Não importa o quanto você deseja ser compassivo para os homossexuais, o seu primeiro amor é ao Senhor e à exaltação da justiça dEle. Os homossexuais se mantêm em rebeldia desafiante contra a vontade de seu Criador, que, desde o princípio, “os fez homem e mulher” (Mt 19.4). Não se deixe intimidar pelos defensores do homossexualismo e por sua argumentação fútil — os argumentos deles não têm conteúdo. Os homossexuais e os que defendem esse pecado estão comprometidos fundamentalmente em transtornar a soberania de Cristo neste mundo. Mas a rebelião deles é inútil, visto que o Espírito Santo afirma: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.9-10; cf. Gl 5.19-21). Então, qual a resposta de Deus à agenda homossexual? O julgamento certo e final. Afirmar qualquer outra coisa, além disso, é adulterar a verdade de Deus e enganar aqueles que estão em perigo. Quando você interage com homossexuais e seus simpatizantes, tem de afirmar a condenação bíblica.
Você não está procurando lançar condenação sobre os homossexuais, está tentando trazer convicção, de modo que eles se convertam do pecado e recebam a esperança da salvação para todos nós, pecadores. E isso acontece por meio da fé no Senhor Jesus Cristo. Os homossexuais precisam de salvação. Não precisam de cura — o homossexualismo não é uma doença. Eles não carecem de terapia — o homossexualismo não é uma condição psicológica. Os homossexuais precisam de perdão, porque a homossexualidade é um pecado.

Não sei como aconteceu, mas algumas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o incorreto vocábulo “gay”. Gay, no inglês, significava uma pessoa feliz, mas posso assegurar-lhe: os homossexuais não são pessoas felizes. Eles procuram felicidade seguindo prazeres destrutivos. Esta é a razão por que Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão infame”. É uma concupiscência que destrói o corpo, corrompe os relacionamentos e traz sofrimento perpétuo à alma — e o seu fim é a morte (Rm 7.5). Os homossexuais estão experimentando o juízo de Deus (Rm 1.24, 26, 28) e, por isso, são infelizes — muito, muito infelizes. 1 Coríntios 6 é bem claro a respeito das conseqüências eternas que sobrevirão àqueles que praticam a homossexualidade — mas existem boas-novas. Não importa o tipo de pecado, quer seja homossexualidade, quer seja outra prática, Deus oferece perdão, salvação e esperança da vida eterna àqueles que se arrependem e aceitam o evangelho. Depois de identificar os homossexuais como pessoas que não “herdarão o reino de Deus”, Paulo disse: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11). O plano de Deus para muitos homossexuais é a salvação. Nos dias de Paulo, havia ex-homossexuais na igreja de Corinto, assim como, em nossos dias, existem muitos ex-homossexuais em minha igreja e em igrejas fiéis ao redor do mundo. Eles ainda lutam contra a tentação homossexual? Com certeza. Que crente não luta contra os pecados de sua vida anterior? Até o grande apóstolo Paulo reconheceu essa luta (Rm 7.14- 25). No entanto, ex-homossexuais assentam-se nos bancos de igrejas bíblicas em todo o mundo e louvam o Senhor, ao lado de ex-fornicadores, ex-idólatras, ex-adúlteros, ex-ladrões, ex-avarentos, ex-beberrões, ex-injuriadores e ex-defraudadores. Lembrem-se: alguns de vocês eram assim.
Qual deve ser a nossa resposta à agenda homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontála com a verdade das Escrituras, que condena a homossexualidade e promete castigo eterno para todos os que a praticam. Qual deve ser a nossa resposta ao homossexual? Oferecerlhe uma resposta bíblica — confrontá-lo com a verdade das Escrituras, que o condena como pecador e lhe mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo. Permaneçam fiéis ao Senhor, quando reagirem à homossexualidade, honrando a Palavra de Deus e deixando com Ele os resultados.

(Por Thaddeus M. Baklinski) – CALGARY, Canadá — O pastor evangélico que foi arrastado diante do Tribunal de Direitos Humanos de Alberta (TDHA) por escrever uma simples carta sobre a homossexualidade para o editor de um jornal foi absolvido por um juiz do Superior Tribunal de Justiça que decidiu que a carta não é crime de ódio, mas legítima expressão permitida sob a liberdade de expressão.
O Pr. Stephen Boissoin disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele está “cheio de alegria e aliviado” que a longa, estressante e dispendiosa batalha legal de sete anos por causa de sua carta ao editor acabou a seu favor.
A Comissão de Direitos Humanos de Alberta havia ordenado que Boissoin parasse de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade em todos os tipos de fóruns públicos, mandou que ele pagasse prejuízos equivalentes a $7.000 para o queixoso ativista homossexual Dr. Darren Lund, e exortou Boissoin a fazer um pedido pessoal de perdão a Lund por meio de uma declaração pública no jornal local.
“A linguagem não chega ao extremo de incorrer na classificação proibida de ‘ódio’ ou ‘desprezo à lei’”, escreveu Wilson em sua decisão e disse que não havia nada na carta que sugerisse que Boissoin estava incentivando as pessoas a cometerem discriminações contra os homossexuais em áreas que estão dentro da jurisdição provincial e estão estipuladas nos estatutos, tais como moradia, emprego ou acesso a bens e serviços.
“O público alvo da carta são pessoas que (Boissoin) crê que são indiferentes às invasões feitas pelo ativismo homossexual”, disse Wilson.
“Inferir algum tipo de chamada a práticas discriminatórias proibidas pela lei provincial é uma interpretação irracional da mensagem da carta”.
Em sua carta, o Pr. Boissoin colocou em dúvida os novos currículos de direitos homossexuais que estavam permeando o sistema educacional da província, à luz dos perigos físicos, psicológicos e morais da homossexualidade.
“Crianças de cinco e seis anos de idade estão sendo sujeitas à psicologica e fisiologicamente prejudicial orientação e literatura pró-homossexualismo no sistema de escolas públicas; tudo sob a fraudulenta fachada de direitos iguais”, escreveu Boissoin na carta.
A Fundação da Constituição Canadense (FCC), uma organização que defende a livre expressão e interveio no caso, divulgou um comunicado à imprensa dizendo que estava feliz com a decisão de ontem, mas também advertiu que a legislação que foi usada contra o Pr. Boissoin ainda está em vigor.
“Estou feliz que a Ordem da Comissão de Direitos Humanos contra o Rev. Boissoin tenha sido revogada”, declarou John Carpay, advogado e diretor executivo da FCC.
“Infelizmente, a lei que foi usada contra o Reverendo Boissoin para sujeitá-lo a dispendiosos e desgastantes processos legais por mais de sete anos ainda está em vigor”, acrescentou Carpay.
“Apesar da decisão do tribunal hoje, os habitantes de Alberta precisam continuar exercendo cautela máxima ao falar acerca de questões de políticas públicas, para que não ofendam alguém que então entra com uma queixa de direitos humanos. Nenhum cidadão está a salvo de ser sujeito a uma ação legal custeada pelo contribuinte de imposto por ter falado ou escrito algo que um concidadão acha ofensivo”, concluiu Carpay.
Boissoin disse para LSN que ele estava “cheio de alegria e aliviado” que a decisão saiu em seu favor, mas que ele também “sentia um pouco de ira justa porque por sete anos e meio da minha vida tenho sido arrastado na lama por causa de um debate comunitário que existia em Red Deer, Alberta, que acabou virando manchete internacional por causa de uma queixa”.
“Contudo”, o Pr. Boissoin acrescentou, “essa queixa me deu um meio de compartilhar o Evangelho e compartilhar o que minha carta realmente significava, em vez de como foi mal interpretada, e me deu a chance de falar para muitos, muitos homossexuais sobre o incrível amor de Deus”.
Comparando sua experiência com o Tribunal de Direitos Humanos (TDH) de Alberta com a audiência do Superior Tribunal de Justiça, o Pr. Boissoin disse: “Comparado com o TDH que foi uma situação perdida e ridícula onde eu não tinha nenhuma chance, quando sai do Superior Tribunal de Justiça (a audiência de recurso ocorreu em 16 e 17 de setembro) foi muito difícil dizer de que jeito o juiz Wilson decidiria, mas me parecia que ele tinha um senso muito forte de liberdade de expressão e de liberdade religiosa”.
Boissoin criticou fortemente os processos do TDH, observando que num ponto o advogado nomeado pelo governo dirigiu uma pergunta à única testemunha especialista de Boissoin, dizendo: “Qual é a diferença entre a carta de Boissoin e o livro Minha Lula de Adolf Hitler?”
Os comentários do juiz Wilson sobre essa questão foram muito fortes. “A insinuação incriminadora é óbvia”, Wilson escreveu em sua decisão, acrescentando: “Por outro lado, se desse para fazer um paralelo justo deveria-se notar que, longe de ser proibido, Minha Luta encontra-se à disposição na Biblioteca Pública de Calgary”.
O Pr. Boissoin concluiu agradecendo de coração àqueles que o apoiaram em toda essa tribulação.
“Desejo agradecer a todos os que me apoiaram em todo esse tempo de muitos testes. Mais de sete anos se passaram e o que aprendi a maior parte desse tempo é que Deus é incrivelmente fiel ao longo do caminho. Nunca se envergonhe de falar o que Deus pôs no seu coração. Fale com coragem e confie em que sua fidelidade ao Senhor jamais voltará vazia”.

(Por Hilary White) – Um americano que prega nas ruas foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer a uma pessoa que estava passando na calçada, em resposta direta a uma pergunta, que a atividade homossexual é pecado. Shawn Holes passou a noite de 18 de março na cadeia, e de manhã confessou culpa diante das acusações de que ele havia feito “comentários homofóbicos… com o agravante de preconceito religioso”.
Holes, de 47 anos, é um fotógrafo de casamentos da cidade de Lake Placid, Nova Iorque, e estava em Glasgow como parte de uma turnê de pregações na Inglaterra com um grupo de colegas ingleses e americanos. Ele disse: “Eu estava conversando de modo geral sobre Cristianismo e pecado”.
“Só falei sobre essas outras questões porque as outras pessoas fizeram perguntas específicas. Havia homossexuais escutando — por volta de seis ou oito — que estavam se beijando e se amassando, e perguntando: ‘O que você pensa disto?’” Um grupo de homossexuais foi até a polícia com uma queixa. Holes mais tarde disse que a situação parecia como uma “armação de ativistas gays”.
“Quando me fizeram perguntas diretas sobre a homossexualidade, eu lhes disse que os homossexuais estavam se arriscando a sofrer a ira de Deus, a menos que aceitassem Jesus”.
A acusação, sob a Lei de Justiça Criminal da Escócia estabelecida em 2003, enfureceu os que defendem a liberdade de expressão na Inglaterra e foi até criticada pelo ativista homossexual Peter Tatchell, que chamou a multa de 1.000 libras “totalmente desproporcional”. Cristãos locais que apóiam o ministério de pregação fizeram uma coleta e pagaram a multa.
Tatchell disse para o jornal Daily Mail: “O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos de aguentar opiniões que são desagradáveis e ofensivas. Exatamente como as pessoas têm de ter o direito de criticar a religião, as pessoas religiosas têm de ter o direito de criticar a homossexualidade. Só incitações à violência deveriam ser ilegais”.
Holes relata que na mesma ocasião lhe perguntaram sobre suas opiniões acerca do islamismo e ele disse que cria que há só um Deus cristão verdadeiro e que o Profeta Maomé é um “pecador como o resto de nós”.
Ele disse que dois homens que estavam escutando falaram com agentes policiais, que se aproximaram dele e disseram: “Essas pessoas dizem que você declarou que os homos estão indo para o inferno”.
“Eu disse que nunca diria isso, pois não uso o termo homo. Mas fui preso”.
Peter Kearney, porta-voz da Igreja Católica de Glasgow, disse ao jornal Scotsman. “Demos apoio ao estabelecimento de leis [contra crime de ódio], mas é bem difícil ver como esse homem pode ser acusado por expressar uma convicção religiosa.
“Os fatos desse caso mostram que a declaração dele era patentemente sua convicção religiosa. Sim, ele usou linguagem forte, mas é obviamente uma convicção religiosa e não uma forma de discriminação”.
Gordon Macdonald, da entidade Christian Action Research and Education for Scotland, disse: “Esse é um caso preocupante. Estarei escrevendo ao comandante da polícia Stephen House da polícia de Strathclyde pedindo esclarecimentos acerca da orientação dada aos policiais nessas situações”.
Em notícia relacionada, um juiz regional rejeitou o caso contra outro pregador, Paul Shaw, que foi preso em 19 de fevereiro por causa de comentários que fez sobre a atividade homossexual. Shaw, que não confessou culpa, disse: “Tenho pregado regularmente por três ou quatro anos sem nenhum incidente.
“Em quatro anos, tenho lidado com o assunto da homossexualidade duas vezes. Shaw disse ao juiz que ele era obrigado a agir de acordo com sua consciência e que a homossexualidade é uma questão importante na Inglaterra hoje. O caso foi descartado por falta de evidência e testemunho escrito dos queixantes.
Shaw disse: “Minhas razões foram duplas. Primeira, há uma consequência para o país e para a sociedade se a sociedade não avaliar a diferença entre certo e errado, principalmente óbvia pela homossexualidade.
“Como nação, seremos julgados por Deus num futuro não muito distante e haverá conseqüências terríveis para isso se a homossexualidade não for criminalizada de novo. Segunda, a nível pessoal, como com todos os outros pecados, é necessário se arrepender da homossexualidade a fim de se entrar no Reino de Deus”.
O juiz regional David Cooper disse para Shaw: “Há outros tipos de ‘pecados’. Você acha que conseguiria se concentrar nesses outros um pouco?”
Enquanto isso, um recente estudo conduzido em favor do instituto religioso Theos mostrou que aproximadamente 1/3 dos britânicos pensam que os cristãos estão sendo marginalizados e que a liberdade religiosa está sofrendo restrições. O autor do estudo, o Professor Roger Trigg, escreveu: “Uma sociedade livre jamais deveria entrar no negócio de amordaçar vozes religiosas, sem mencionar no nome da democracia ou fingida neutralidade”.
“Além disso, traímos nossa herança e tornamos nossa posição atual precária se valorizamos a liberdade, mas pensamos que os princípios cristãos que inspiraram o compromisso de muitos aos ideais democráticos são de certo modo dispensáveis”, disse o Professor Trigg.

 

(Por Hilary White) – WORKINGTON, Inglaterra — Outro pregador de rua na Inglaterra foi preso simplesmente por proclamar ensinos cristãos que mostram que a conduta homossexual é pecado. Dale Mcalpine diz que estava distribuindo folhetos na cidade de Workington em 20 de abril, quando foi abordado por transeuntes e um agente policial de apoio de comunidade (APAC) que se identificou como homossexual.
No andamento da conversa Mcalpine, de 42 anos, lhes disse que tem a convicção de que a homossexualidade é pecado porque é contrária à Palavra de Deus na Bíblia. O jornal Daily Mail noticiou que a polícia disse que ele havia dito isso em “voz alta” que poderia ser causalmente ouvido por outros.
Mcalpine foi então preso, acusado de usar palavras abusivas e insultantes ou conduta contrária à Lei de Ordem Pública de 1986, ficando numa cela durante 7 horas. Ele está sendo auxiliado pelo Instituto Cristão, e diz que estará defendendo sua inocência diante das acusações.
A prisão de Mcalpine marca a segunda vez em apenas um mês em que um cristão foi preso na Inglaterra por fazer nada mais do que pregar a ética sexual cristã. No começo de abril LifeSiteNews.com (LSN) noticiou sobre o caso de Shaw Holes, um americano que foi preso em Glasgow, enquanto estava numa turnê de pregações com um grupo de colegas britânicos e americanos, depois que disse a um grupo de transeuntes, em resposta a uma pergunta direta sobre a questão, que a conduta homossexual é pecado.
Mcalpine, que se descreve como um cristão “nascido de novo”, disse para LSN que sua prisão é um mau sinal para a sociedade britânica.
“Alguém não quer que esta maravilhosa verdade de salvação seja pública e é isso o que está acontecendo em meu país.
Está ocorrendo uma batalha espiritual pelas almas”, disse ele.
“Senti-me chocado e humilhado que eu havia sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que conheço”, Mcalpine disse para o Daily Mail. “Minha liberdade foi arrancada por causa de fofocas de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado sob uma lei não aplicável”.
Ele acrescentou: “Se você estiver pregando ódio e incentivando as pessoas a machucar outras, é certo que isso é contra a lei. Mas eu jamais faria isso. Se temos uma sociedade livre, eu deveria ter a liberdade de pregar o Evangelho como gerações fizeram antes de mim”.
Mcalpine disse numa declaração que enquanto estava pregando, uma mulher se aproximou e “procedeu dizendo que o que estávamos fazendo era errado e a verdade não era o preto ou branco que o que eu estava apresentando”.
Ele disse que continuou sua conversa com a mulher, discordando amigavelmente, mas que depois, um grupo de APACs que estavam perto falou com ela enquanto ela estava deixando. Um dos agentes então se aproximou de Mcalpine.
“Perguntei se estava tudo certo, e então ele respondeu: ‘Temos tido queixas e se você disser qualquer comentário racista ou homofóbico, prenderei você’”
“Eu lhe disse que não sou homofóbico, mas às vezes eu me levanto e prego que a homossexualidade é pecado e que isso é o que a Bíblia diz. Eu também disse que isso não é crime”.
Mcalpine disse que o APAC então se identificou como o “agente de relações com os LGBTs” em nome da polícia: “Eu disse que ainda é pecado”.
Os meios de comunicação identificaram o APAC como Sam Adams, membro da associação de funcionários LGBT da polícia da Cumbria. Essa associação representou a polícia na parada do “orgulho gay” em Manchester no ano passado.
Mcalpine disse que sentiu que os APACs presentes estavam deliberadamente tentando encontrar desculpas para prender a ele e seus colegas. Num ponto na pregação do dia em Workington, ele escreveu, “um cavalheiro com camiseta vermelha” gritou para ele sobre “o perdão de Deus”. O APAC que se identificou como homossexual então se aproximou desse homem e falou com ele. “Isso confirmou minha suspeita de que ele estava tentando obter alguma queixa contra mim”, disse Mcalpine.
Quando o turno normal de agentes policiais chegou, Mcalpine disse que um deles perguntou: “O que você tem dito de forma homofóbica?”
Ele respondeu que ele havia explicado ao APAC que a Bíblia ensina que a homossexualidade é pecado, mas que isso não constitui “ódio” para com os homossexuais.
“Expliquei que não existe lei contra dizer isso e o policial discordou instantaneamente”.
Mcalpine, que nunca teve problemas com a lei antes, foi então preso por “crime, com agravante racial, contra a ordem pública, seção 5”. Mais tarde lhe disseram que ele estava sendo acusado de “usar palavras ou conduta ameaçadoras para provocar incômodo ou preocupação ou angústia” — uma classe de crime que originalmente era aplicável para agitadores violentos e abusivos e para torcidas violentas de futebol. Ele foi liberto sob fiança com a condição de que não pregue num lugar público para membros do público.
Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse: “Dale é um cristão comum e normal com opiniões tradicionais sobre a ética sexual. Algumas pessoas concordarão com ele, outras discordarão. Mas não cabe à polícia prender alguém só porque outros poderão discordar do que é dito”.
O colunista Peter Hitchens escreveu no Mail que esse incidente é só mais um sinal da “revolução” que ocorreu na Inglaterra.
“A Lei de Ordem Pública de 1986 não tinha a intenção de permitir a prisão de pregadores cristãos em cidades inglesas por fazerem citações da Bíblia. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Parcerias Civis de 2004 não tinha a intenção de forçar funcionários públicos a aprovar a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Crimes Sexuais de 1967 não tinha a intenção de levar a um estado de coisas onde é cada vez mais perigoso dizer qualquer crítica sobre a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção”.
O caso Mcalpine mostra que a Inglaterra desceu longe no abismo, disse Hitchens: “Ações pequenas e inofensivas, oferecimentos de oração, o uso de crucifixos, solicitações para se isentar de deveres, são encarados com ira e ameaças oficiais de demissão, de forma exagerada. Até quando antes que os cristãos sejam vítimas de chantagem de colegas de trabalho porque ousaram dizer publicamente suas opiniões ilegais?” Cobertura relacionada de LSN -

(Por Hilary White) – WORKINGTON, Inglaterra — As autoridades desistiram de suas acusações contra Dale Mcalpine, um pregador de rua evangélico de Workington na Cumbria. Ele havia sido preso em 20 de abril depois de ser denunciado pela polícia por um agende policial de apoio a comunidade (APAC) que era homossexual. Mcalpine tinha, em conversas particulares com um transeunte durante seu dia de pregação, dito que a atividade homossexual é pecado, de acordo com o ensino da Bíblia.
O Instituto Cristão relata que depois de rever a evidência, promotores federais decidiram desistir de suas acusações de “vandalismo”.
“Foi uma acusação ridícula. Eu jamais deveria ter sido preso. Estou aliviado que eles tenham visto a sensatez”, disse Mcalpine.
Mcalpine, de 42 anos, diz que já vai voltar à sua pregação de rua, uma tradição que data do século XVII na Inglaterra. “Essa é uma vitória para a liberdade de expressão”, disse ele. “Espero que não estejamos decaindo para uma sociedade com uma polícia estatal e com uma polícia que trata como crime as opiniões pessoais. Não vejo a hora de voltar às ruas para pregar a Palavra de Deus”.
Mcalpine disse que está considerando possível ação contra a polícia, com a assistência legal do Instituto Cristão. “Sou um homem cristão. Perdoo a polícia. Mas é importante que isso não aconteça com ninguém mais”.
Um porta-voz da Procuradoria Federal disse: “Mantemos os casos sob constante revisão e seguindo uma revisão adicional de todas as evidências nesse caso não estávamos mais satisfeitos de que havia evidência suficiente para fornecer uma probabilidade realista de condenação e temos pois cessado as medidas legais contra o Sr. Mcalpine”.
Em declaração após sua prisão, Mcalpine disse: “Não sou homofóbico. Não odeio gays. Então eles disseram que é contra a lei dizer que a homossexualidade é pecado. Fui preso. Isso é loucura, não?”
Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse: “A polícia da Cumbria não pode simplesmente sair-se assim como se não tivesse feito nada de errado. Eles prenderam e acusaram um homem inocente apenas porque ele expressou pacificamente suas convicções religiosas”.
“E essa perseguição vem ocorrendo em outras partes do país também. Portanto, não há a menor dúvida de que há um problema no sistema e tem de ser corrigido”, continuou ele.
Steve Johnson comandante da polícia de West Cumbria, defendeu as ações da polícia, dizendo: “Nossos policiais e equipe muitas vezes fazem decisões difíceis enquanto pesam a lei e os direitos das pessoas”.
Johnson continuou, dizendo que embora “as opiniões e interpretações sejam diferentes”, ele queria assegurar ao público “que respeitamos, e temos o compromisso de sustentar, o direito fundamental à liberdade de expressão. Temos o compromisso de manter a paz e impedir as pessoas de se sentirem alarmadas ou angustiadas com as ações de outros em locais públicos”.
Quando foi preso, Mcalpine disse que a polícia notou que parte do delito pelo qual ele estava sendo preso era ter dito que a homossexualidade é pecado numa voz “suficientemente alta que poderia ser ouvida” por outros. Depois de sua prisão, Mcalpine foi colocado numa cela por sete horas. Durante esse tempo, ele pediu sua Bíblia. “Eu a li e cantei hinos como Maravilhosa Graça tão alto quanto eu podia”, disse ele.
Sam Adams, o APAC que chamou a polícia para prendê-lo, é um ativista homossexual que se identificou para Mcalpine como o agente responsável pelas relações da polícia com as lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.
A Lei de Ordem Pública de 1986, sob a qual Mcalpine foi preso, tinha o objetivo de lidar com o problema do vandalismo das torcidas de futebol, mas recentemente foi usada para controlar a liberdade de expressão. Em abril do ano passado, a polícia acusou Ben e Sharon Vogelenzang, hoteleiros cristãos, sob a Lei, alegadamente por “insultarem” uma hóspede muçulmana em seu hotel de Liverpool. Embora tenham sido inocentados das acusações, o casal disse que o incidente provocou muita publicidade negativa, e levou seu negócio à falência.
A Lei também foi usada em 2002 contra o aposentado Harry Hammond, que foi condenado sob a Seção 5 depois de pregar em Bournemouth. Hammond segurava um cartaz que dizia: “Detenham a Imoralidade. Detenham o Homossexualismo. Detenham o Lesbianismo. Jesus é Senhor”.
Em 2006, a polícia prendeu e acusou o ativista cristão Stephen Green por entregar folhetos num festival de Orgulho Gay em Cardiff.
A prisão de Mcalpine ocorreu apenas poucas semanas depois que Shawn Holes, um pregador americano que estava visitando a Escócia, foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer, em resposta a uma pergunta direta, que a atividade homossexual é pecado. Holes, que não contestou a acusação, pagou a multa e voltou aos EUA.
Sam Webster, advogado do Instituto Cristão, disse que não é crime expressar a convicção de que a conduta homossexual é pecado. “Um cristão que permanece em local público e expressa suas convicções religiosas na esperança de persuadir as pessoas que passam acerca de suas convicções — isso é liberdade de expressão.
Sim, a polícia tem o dever de manter a ordem pública, mas eles também têm o dever de defender a legítima livre expressão dos cidadãos. Não cabe à polícia decidir se as opiniões de Mcalpine estão certas ou erradas. A jurisprudência decidiu que a convicção cristã ortodoxa de que a conduta homossexual é pecado é uma convicção digna de respeito numa sociedade democrática”.

O aposentado evangélico Naurio Martins França, de 70 anos, autor da obra “A Maldição de Deus sobre o Homossexual: o Homossexual Precisa Conhecer a Maldição Divina que Está Sobre Ele!” foi absolvido da condenação que o obrigava a pagar indenização por dano moral coletivo aos homossexuais.
Para os desembargadores da 5ª Câmera Civil do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a obra é resultado de uma simples exposição do ponto de vista do acusado. O TJ-MT entendeu que “o inconformismo e a intolerância de parte da população com as ideias do autor do livro não podem gerar, por si só, o dano à moral de um grupo de pessoas”.
Na apelação, o aposentado disse que não poderia ser condenado por todo um histórico de violência contra homossexuais, pois o fenômeno não é novo. Ainda segundo o aposentado, o livro não fomentava nenhum tipo de violência contra os homossexuais, como o homicídio.
Porém, de acordo com o site Consultor Jurídico, um ponto da decisão em primeira instância permaneceu. O autor deverá entregar à Promotoria os 289 exemplares da obra, e o termo cita também a destruição dos exemplares e conta com o comprometimento do autor em não publicar o livro novamente.

A senadora Fátima Cleide, relatora do projeto de lei que visa calar a boca dos que tem opinião contrária ao homossexualismo, não conseguiu reeleição ao Senado.

Embora os líderes do movimento homossexual tenham feito aguerrida campanha em seu favor, ela obteve apenas16,05% dos votos, a metade do segundo colocado. A senadora buscou apresentar-se durante a campanha como defensora dos princípios cristãos, mas o povo de Rondônia não engoliu o discurso e mandou-a de volta para casa pelas posições claramente assumidas em favor da agenda gay.

Fátima Cleide colheu o que plantou. Sua derrota demonstra que o povo cristão está cada vez mais atento ao trabalho dos legisladores nas casas legislativas. Não custa lembrar que a senadora  fez uso de todos os meios possíveis para aprovar a Agenda Gay, também chamada da Mordaça Gay, forçando, inclusive, a sua entrada em pauta numa madrugada com a presença de poucos senadores no plenário. Queria aprová-la na calada da noite. Por pouco não conseguiu o seu intento.

Certamente a derrota de Fátima Cleide dificultará a tramitação do PLC 122/06 no Senado. Mas todos os que estamos na trincheira da resistência não abriremos a guarda, pois os estrategistas que querem impor sobre o brasileiro o ¨delito de opinião¨, coisa inexistente como figura jurídica, buscarão outras formas para forçar a sua aprovação.

BRUXELAS, Bélgica, 14 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um funcionário homossexual de creche foi acusado de abusar sexualmente de dezenas de crianças que estavam sob sua responsabilidade. Ele e seu “cônjuge” do sexo masculino estão também sendo acusados de posse de pornografia infantil produzida a partir dos abusos, a qual, de acordo com a imprensa, era distribuída internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.
“Robert M.”, conforme ele é identificado pela polícia, é um lituano de 27 anos que, de acordo com as reportagens, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês, em 2008, recebendo sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”. A polícia diz que está continuando a investigar os contatos de M com crianças, os quais também se estendiam a um trabalho como voluntário num orfanato africano. O total estimado de crianças vitimadas está atualmente em 53.
Igualmente preso está o “marido” de M, “Richard Van O”, de 37 anos, que conforme a imprensa foi encontrado com pornografia infantil em sua posse. A mídia divulgou que a dupla estava no processo de adotar uma criança.
LONDRES, Inglaterra, 1 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório de Helen Reece da Faculdade Londrina de Economia diz que é discriminatório proibir totalmente que criminosos sexuais condenados adotem crianças. Reece, que é especialista em direito de família, disse que cada caso tem de ser examinado separadamente “em seus méritos”.
“Os criminosos sexuais não deveriam ser estigmatizados com a mesma culpa”, Reece disse. “As pessoas precisam passar por uma cuidadosa triagem antes de adotarem e cuidarem de crianças em instituições, mas cada caso tem de ser considerado em seus próprios méritos. Não deve haver regulamentos universais. O que alguém fez antes não é necessariamente o que ele fará de novo. Quando alguém cumpriu uma sentença, até onde você pode, você deveria tratá-lo do mesmo jeito que trata todas as outras pessoas”.
O relatório foi publicado na edição mais recente da revista Child and Family Law Quarterly (Direito da Criança e da Família, publicado trimestralmente).
Reece baseia seu argumento em desafios nos tribunais que derrubaram leis que proibiam totalmente solteiros e casais amasiados de adotarem. Ela apontou para o caso de 2008, cuja audiência ocorreu na Câmara dos Lordes, o qual decidiu que os casais amasiados estavam sendo vítimas de discriminação pelas leis de adoção. Reece apontou para o fato de que os casais amasiados têm permissão de adotar crianças muito embora estatisticamente eles tenham um índice elevado de separações que tende a provocar danos emocionais e psicológicos nas crianças.
“Se cremos que uma proibição total é um meio eficiente e legítimo de proteger as crianças, então deveríamos tratar os casais amasiados do mesmo jeito que tratamos os criminosos sexuais condenados, não mais permitindo que eles adotem crianças ou cuidem delas em instituições”, disse ela.
Atualmente, há muito poucas restrições abrangentes restando nas leis de adoção e cuidado de crianças na Inglaterra. Os solteiros, os casais amasiados e os solteiros homossexuais podem sem nenhum problema adotar crianças.
Contudo, recentemente algumas pessoas foram proibidas de adotar, por causa de suas convicções religiosas tradicionais, uma categoria que oficialmente não foi proibida. Em 2008, um casal cristão em Somerset, Eunice and Owen Johns, foi proibido de cuidar de crianças adotivas porque não queria ensinar a seus filhos adotivos que a homossexualidade é aceitável. O serviço governamental local de adoção ficou também, de acordo com a imprensa, “transtornado” que o casal tivesse insistido em que as crianças sob o cuidado deles tivessem de acompanhar a família à igreja aos domingos.
Neste ano, uma pediatra cristã, Sheila Matthews, recorreu para que seu caso fosse tratado no Tribunal Europeu de Justiça depois que ela fora removida da comissão de adoção do Conselho do Condado de Northamptonshire por expressar sua opinião de que a adoção homossexual não está nos melhores interesses da criança.

No caso de Ian Wathey e Craig Faunch, dois homens homossexuais que foram acusados de abusar sexualmente dos meninos que estavam sob os cuidados deles, o conselho que lhes entregara as crianças confessou que um preconceito “politicamente correto” a favor dos homossexuais nos órgãos governamentais de adoção estava em funcionamento.

Numa investigação, os funcionários do Conselho do Distrito Metropolitano de Wakefield disseram que apesar das crescentes reservas das assistentes sociais e queixas da mãe de dois dos meninos, os dois homens foram tratados pelas autoridades como “os mais honrados pais adotivos” por causa de sua condição de homossexuais. Os dois homens eram considerados acima de investigações e “o medo de ser discriminatório” levou o conselho a “cometer negligências em sua responsabilidade de discriminar entre o apropriado e o abusivo”.
O jornal Daily Telegraph citou uma assistente social que disse na investigação, “ninguém queria ser visto cometendo discriminação contra uma dupla de mesmo sexo”.
Dois homens se abraçando e se beijando. Que tipo de cenário é esse? É um cenário que, para o público, é condenável, mas para a mídia, com seu número desproporcionalmente elevado de gays, é lindo.
Apesar de toda a doutrinação sistemática do governo e da mídia, esse cenário ainda choca o público. A propaganda estatal onipresente do programa federal Brasil Sem Homofobia ainda não alcançou o nível de mudança da mentalidade total do povo. O choque ainda persiste.
Para evitar o choque, os ativistas gays são obrigados a enfeitar ao máximo esse cenário, utilizando tudo o que traga a memória inocência e pureza: crianças, anjos, Jesus, etc. Nada é isento de exploração quando o assunto é avançar a agenda gay.
Essa foi exatamente a estratégia dos produtores do filme brasileiro “Do Começo Ao Fim”, que começa usando o cenário de dois meninos para alcançar seu objetivo maior de quebrar toda barreira e resistência ao incesto e ao sexo homossexual. Os produtores avisam: “Se a intenção for quebrar um grande tabu ou causar impacto, certamente este filme vai alcançar seu objetivo”. O trailer do filme está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3DVa2DKSnU0
“Do Começo Ao Fim” procura passar a mensagem de que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8 anos que buscam experiências homossexuais. Grupos homossexuais como a NAMBLA há muitos anos pregam que os meninos têm interesse no sexo homossexual. “Do Começo Ao Fim” vem para confirmar essa pretensão.
Mais cedo ou mais tarde virá um cineasta, abusando igualmente do direito de livre expressão, para promover um filme do “amor entre um homem e um menino”. Na verdade, o campo já está aberto para quebrar esse “tabu”. O maior líder homossexual do Brasil, Luiz Mott, tem sido acusado de defender a pedofilia. Mas ele não é o único homossexual brasileiro a fazer isso. Anos atrás, Denilson Lopes, um professor universitário homossexual, escreveu e publicou o artigo ”Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea”. Ele é autor do livro “O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios” (RJ, Aeroplano, 2002).
Eu denunciei publicamente essa defesa à pedofilia, mas o Ministério Público Federal — que a um estalar de dedos dos ativistas gays vem sempre correndo contra meu blog — nunca tomou nenhum tipo de medida contra o artigo ”Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea”, demonstrando que um “tabu” já está sendo quebrado. A pedofilia homossexual está vindo, provando sua inseparabilidade das entranhas do movimento homossexual.
O Brasil, na fase em que está de elevada doutrinação homossexual, não ficará por muito tempo só no “Do Começo Ao Fim” de sexo homossexual entre menino e menino. Esse filme é apenas uma preparação para a fase mais avançada, onde outro cineasta oportunista lançará outro “quebrador de tabus”. Esse será o “O Começo do Fim”. Nesse futuro mais sombrio, a apresentação do sexo homossexual entre menino e menino será coisa do passado. A moda então será apresentar a normalidade do sexo homossexual entre homens e meninos.
Contudo, você acha que os ativistas homossexuais são bobos de mostrar o Fim logo no Começo? Eventualmente, eles falarão abertamente, porém só no Fim. Mas, até lá, com todos os tabus quebrados, ninguém mais se importará se a moda então for pensar que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8 anos que buscam “amor sexual” de homossexuais adultos.
“Do Começo Ao Fim” é uma das primeiras sementes para a construção dessa nova maneira de pensar.
Em matéria publicada no site gay Mundo Mais no final de outubro, o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, expõe os planos da militância gayzista a partir dos resultados das eleições de 2010. Ele avalia o novo quadro político e se mostra confiante no sucesso dos projetos gayzistas com a eleição de Dilma Rousseff (PT).

É interessante observar o cinismo nos discursos de Dilma e Toni Reis, que dizem “não querer prejudicar ninguém” e, “bondosamente”, até aceitam que religiosos possam falar de homossexualismo, mas só dentro das igrejas, como se isso fosse uma grande liberdade que eles estivessem concedendo aos cristãos.

A matéria com Toni Reis, figura atuante no lobby gay junto ao Governo e Congresso Nacional, acrescenta que religiosos não devem poder se expressar publicamente sobre o homossexualismo, muito menos nos meios de comunicação, citando o exemplo do Pr. Silas Malafaia, o qual a militância gay freqüentemente rotula como “homofóbico” e cujo programa “Vitória em Cristo” a ABGLT já tentou censurar anteriormente, além de ter solicitado ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) punição para o pastor, que é também psicólogo.
Para enganar incautos, Toni Reis, Dilma Rousseff e companheiros gayzistas fingem “amaciar” o PLC 122, dando autorização para que religiosos se expressem, mas apenas dentro de suas igrejas, e olhe lá. Nada de cristãos abrindo o bico fora dali.
Mas as avenidas e praças públicas, escolas, TVs, rádios, jornais, além de todo o aparato estatal, permanecerão à inteira disposição dos militantes gays para fazerem propaganda de seu estilo de vida e de sua ideologia, inclusive contra os cristãos, como já vem acontecendo há bastante tempo.
Em resumo: Liberdade de expressão? Só para a militância homossexual. Censura para os religiosos e todos mais que contrariarem a agenda gay.
Continuam, espertamente, confundindo Estado laico com Estado anti-cristão — ou Estado gay. E transformando a democracia em homocracia.
Alunos de 7,8 e 9 anos estarão recebendo DVDs “escolares” com histórias de “amor” homossexual. Numa das histórias, conforme denúncia do Dep. Jair Bolsonaro, “um garoto de mais ou menos 14 anos, de nome Ricardo, vai ao banheiro fazer pipi, olha para o lado, vê um coleguinha dele fazendo pipi também e se apaixona por esse colega”. A denúncia completa está aqui: www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4

O kit gay faz parte da campanha estatal “Escola Sem Homofobia”, imposta pela SEDH da Presidência da República. A febre governamental de promover a agenda gay a pretexto de combater a “homofobia” está tirando das crianças sua proteção contra uma promoção descarada do homossexualismo e está tirando dos pais o direito e autoridade de proteger seus filhos, sob a ameaça de rotulá-los como “homofóbicos”.

Com tal ameaça, o que uma mãe ou pai ouvirão amanhã dos agentes estatais, inclusive professores de escola pública? “Se você não aceitar a doutrinação homossexual de seu filho, vou denunciar você como homofóbica!” “Se você não entregar seu filho para mim, vou processá-lo como homofóbico!”
É verdade que, com a aprovação do PLC 122, os grupos homossexuais de pressão política esperavam esses “avanços”. O site da ABGLT, até a data de 13 de dezembro de 2010, estava em plena campanha pelo PLC 122. Sua aprovação, que estava manobrada para ocorrer em 8 e 9 de dezembro, não se concretizou por causa de inúmeras denúncias.

Entretanto, a manobra também tinha um plano de ação paralela. Enquanto os grupos pró-família estavam se concentrando contra o PLC 122, Lula e seu governo estavam dando canetadas. Vejamos o histórico de presentes que o movimento homossexual recebeu do governo, com a cortesia e generosidade dos trabalhadores brasileiros que pagam impostos:

Em novembro de 2010, o Senado aprovou mais de 300 milhões de reais para a “prevenção e  combate à homofobia”. Será uma chuvarada de kits gays para crianças e adultos de todas as idades! O pedido dessa verba foi feito diretamente pela presidência da República, a qual por sua vez atendeu pedido da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
Em 9 de dezembro de 2010 o presidente Lula criou, por meio de decreto presidencial, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD), também chamado de “Conselho Nacional LBGT”. Um de seus membros é Luiz Mott, líder máximo do movimento homossexual, que há anos vem sendo acusado de defender a pedofilia. O CNCD, que foi criado a pedido da ABGLT, está ligado diretamente à Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), órgão da Presidência da República responsável pelo programa “Brasil Sem Homofobia”.
Em 8 de dezembro de 2010 foi anunciada a nova ministra da SEDH, Maria do Rosário (PT-RS), que ficou famosa por seu projeto de lei que tira dos pais a autoridade de disciplinar os filhos. Uma das ações principais do CNCD, sob a autoridade da SEDH, será fiscalizar e fortalecer a implementação e expansão do programa federal “Brasil Sem Homofobia”, que visa remover da população todo sentimento e opinião contrária ao homossexualismo, como resposta radical e decisiva às pesquisas que indicam que 99% da população brasileira de uma forma ou de outra rejeitam esse comportamento.
Em 9 de dezembro de 2010, através da Portaria 513, o Ministério Previdência Social garantiu a concessão de pensão e outros privilégios para duplas gays vivendo como se fossem homem e mulher legalmente casados. De acordo com Luiz Mott, essa medida do INSS “reconhece o casal homossexual”, deixando as duplas gays a pouquíssimos passos de uma equiparação total ao casamento legal normal entre um homem e uma mulher. O INSS agiu a pedido da ABGLT.
E hoje, 13 de dezembro, Toni Reis estará recebendo da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República o “Prêmio Direitos Humanos”, por recomendação direta do ministro Paulo Vannuchi, defensor radical do PNDH-3 e das guerrilhas comunistas do passado do Brasil. Toni Reis, que é presidente da ABGLT, estará recebendo sua condecoração na presença do presidente Lula no Palácio do Planalto.
O PNDH-3, que intitulei Presente das Trevas em meu artigo sobre o assunto, foi uma manobra rasteira e inesperada, lançada bem na época do Natal, não muito diferente dos outros presentes que o governo Lula acabou de dar, a pedido da ABGLT.

Lula teria coragem e honestidade de dar todos esses presentes logo antes de uma eleição presidencial? Como os eleitores reagiriam nas urnas, vendo Lula dar tanto com o dinheiro do bolso deles?

Só dois pedidos da ABGLT ainda não foram atendidos:
1. A aprovação do PLC 122.
2. A criminalização do Blog Julio Severo. Em novembro de 2007, Toni Reis, em nome da ABGLT, solicitou ao Ministério Público Federal medidas criminais contra o Blog Julio Severo e seu dono.
Enquanto aguarda atendimento, a ABGLT conta com o enorme poderio da máquina estatal. A nova ministra da SEDH, Maria do Rosário, de acordo com reportagem do site homossexual A Capa, “reforçou que irá trabalhar com ‘empenho’ pelos direitos das ‘crianças e adolescentes… e pela livre orientação sexual’”. Assim, o kit gay para crianças de 7, 8 e 9 anos estará garantido. Tudo por amor à “livre orientação sexual”. Disciplina física para as crianças? Rosário responde com um sonoro JAMAIS! Doutrinação homossexual para as crianças na escola? Aí a resposta é: OBRIGATÓRIO! Essa é a ideologia dela, que exige menos autoridade dos pais na vida dos próprios filhos e mais autoridade e intervenção do governo e ativistas gays na vida deles.
O programa “Brasil Sem Homofobia” impõe, em dimensões apocalípticas, a interferência pró-homossexualismo direta do Estado na sociedade, a pretexto de combater crimes violentos, forjados ou não, de “homofobia” — mas sempre acobertando meticulosamente a homossexualidade de autores de crimes violentos, especialmente em casos de abuso sexual de meninos. O Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, alega que pouco mais de uma centena de homossexuais é assassinada por ano. Mas não dá para dizer que a estatística de criminosos gays é assim igualmente pequena, pois o número de crianças do sexo masculino estupradas e até mortas por ano é consideravelmente volumoso. Só como exemplo, meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998, aponta que os dez maiores assassinos seriais dos EUA eram homossexuais.
Ativistas gays que defendem o sexo entre homossexuais adultos e meninos não estão sendo alvos de nenhum tipo de investigação do governo, que ainda os brinda com o programa “Escola Sem Homofobia”, que garante que a influência homossexual não fique limitada apenas às crianças adotadas por duplas gays. Com a interferência pró-homossexualismo do governo nas escolas, todas as crianças serão afetadas, quer seus pais aceitem ou não. A única resposta que os pais poderão dar é “sim”. Qualquer outra resposta será considerada “homofóbica”.

A mera presença oficial de Luiz Mott no Conselho Nacional de Combate à Discriminação expõe a tendenciosidade do governo. A tirania de Mott ficou conhecida em 2001 quando ele ordenou que uma igreja batista de Campinas removesse de seu site uma pregação, de autoria do próprio pastor da igreja, contra o homossexualismo. A igreja prontamente obedeceu. Aos que não obedecem, Mott manifesta seus chiliques. Em 2008, ele postou em seu site pessoal os nomes e endereços de alguns cristãos — inclusive Julio Severo — que lutam contra a agenda gay.

Com ou sem a aprovação do PLC 122 neste final de ano, os ativistas gays estão felicíssimos com todos os presentes do presidente Lula, que tem sido muito mais do que um tio generoso para o movimento homossexual. Ele na verdade conquistou a posição de Papai Noel dos gays.

Em seus oito anos de governo, Lula garantiu “avanços” decisivos, espetaculares e inimagináveis para a agenda gay, merecendo o prêmio do “Oscar Gay” e tendo motivos de sobra para cacarejar pelo resto da vida.

BRASIL, 10 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Senado do Brasil recentemente aprovou um enorme orçamento de 300 milhões de reais para combater a “homofobia”, um termo que inclui críticas ao estilo de vida homossexual.
As verbas serão gastas como parte de um programa homossexualista nacional do governo, “Brasil Sem Homofobia”, que canaliza parte do dinheiro diretamente para organizações homossexuais.
As verbas também deverão ser usadas para custear iniciativas legislativas para criar direitos especiais para os homossexuais no Brasil. Uma iniciativa tal, a “Lei da Homofobia”, também conhecida como PLC 122/06, tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo pressões para que a lei seja aprovada nos últimos dias de seu governo, uma façanha que ele não pôde realizar depois de oito anos no cargo, apesar de sua enorme popularidade, indicou o ativista pró-família brasileiro Julio Severo. A sucessora dele, a presidenta eleita Dilma Rousseff, prometeu não promover tais iniciativas legislativas, uma garantia que ela deu aos eleitores quando sua campanha parecia estar ameaçada pelo apoio histórico do partido dela às medidas socialmente esquerdistas.
O programa Brasil Sem Homofobia também será usado para promover a agenda política homossexual a nível internacional, e nas escolas do Brasil. Neste ano o programa “Escolas Sem Homofobia” está destacando uma campanha para normalizar o travestismo nas escolas.
No entanto, a defesa apaixonada de Lula ao homossexualismo provavelmente não terá sucesso no atual clima político e cultural do Brasil. As eleições recentes indicaram que o público é hostil a tais iniciativas, o que fica reforçado pelos resultados de recente pesquisa de opinião pública que mostram que uma grande maioria dos brasileiros se opõe às uniões civis homossexuais.

BRISTOL, Inglaterra, 13 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Evidências dadas num tribunal municipal de Bristol hoje indicaram que um casal cristão, que é dono de uma casa de hóspedes em Cornwall, pode estar sendo vítima de uma operação armada por um grupo de militantes homossexuais. Peter e Hazelmary Bull estão sendo processados por uma dupla de homens homossexuais por causa das normas deles de não permitirem que duas pessoas não casadas ocupem o quarto de casal em sua casa de hóspedes. Martyn Hall e seu parceiro civil Steven Preddy, que fizeram a reserva por meio de contato telefônico em setembro e tiveram uma recusa de quarto quando revelaram que eram homossexuais, estão afirmando que as normas são discriminatórias e estão requerendo 5 mil libras por danos. Os Bulls estão argumentando que deveriam ter liberdade de agir conforme suas convicções religiosas cristãs que eles seguem em seus negócios. A casa de hóspedes é também o lar do casal Bull. No tribunal hoje, Bernie Quinn, um empregado na casa de hóspedes, insinuou que o caso inteiro foi deliberadamente orquestrado por Preddy e Hall com o apoio do grupo homossexual de pressão política Stonewall. Quinn testificou que Stonewall estava ciente das normas da casa de hóspedes e havia escrito para os Bulls um mês antes “aconselhando-os” a mudar suas normas ou enfrentar possíveis ações legais sob a nova legislação de igualdade. Quinn disse que horas antes de Preddy fazer a reserva por telefone em setembro de 2008 ele (Quinn) havia falado com uma “Sra. Preddy” com relação a um quarto de casal. A advogada dos gays queixantes, Catherine Casserley, perguntou ao Sr. Quinn: “Você está sugerindo que esse processo foi uma armação?” O Sr. Quinn concordou e disse: “Isso não está fora das possibilidades. Tudo o que tenho como prova é a ligação telefônica. Não posso presumir por eles quais foram ou não as motivações deles. Presumi, recordando da ligação telefônica, que estávamos esperando um casal homem e mulher e o que chegou aqui foram dois cavalheiros”. As despesas legais dos dois homens homossexuais estão sendo pagas pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, entidade sustentada pelos cidadãos que pagam impostos e estabelecida sob o governo trabalhista [socialista] como parte das campanhas de igualdade. A Sra. Bull explicou no tribunal que por causa da fé dela e de seu marido, eles não aprovam nenhum tipo de sexo fora do casamento, e não permitem que casais não casados de ambos os sexos durmam na mesma cama. A Sra. Bull também confirmou que ela não tinha ideia de que os hóspedes, os quais ela conhecera a partir da chamada telefônica como “Senhor e Senhora Preddy”, eram na verdade dois homens, até chegarem à casa de hóspedes. “Eu disse para o Sr. Quinn que eu havia alugado um quarto de casal para amanhã à noite e eu havia me esquecido de ler do começo ao fim as normas com eles e imediatamente o Sr. Quinn me assegurou que tudo ia ficar bem por causa da ligação telefônica anterior”, ela disse ao tribunal. “Eu teria dito imediatamente que jamais eu permitiria que eles fizessem a viajem até nossa casa apenas para se desapontarem. Ficamos surpresos quando os dois cavalheiros apareceram no dia seguinte”. O casal foi defendido numa carta ao jornal The Daily Telegraph por dois importantes bispos anglicanos, o Reverendíssimo Michael Scott-Joynt, bispo de Winchester, e o bispo aposentado de Rochester, o Reverendíssimo Michael Nazir-Ali, que expressou sua “preocupação muito grande” com a ação legal. “A compreensão que o senhor e a senhora Bull têm acerca do casamento é a mesma da lei inglesa e da igreja cristã”, disseram eles. “A casa de hóspedes deles é o lar deles. As normas deles podem parecer tradicionais hoje em dia, mas em si não há nada de errado com essas normas”.

Como sabemos quando e quanto de nossa estima por nós mesmos está ou não no comando de nossas atitudes, de nossas decisões, de nossas reações e de nossos comportamentos? Quando somos reconhecidos, lembrados e valorizados é nossa autoestima que faz a festa dentro de nós. Quando assumimos uma atitude positiva e otimista sobre nossas perspectivas, quando somos seguros e firmes em nossas opiniões ou convicções e confiantes em nosso próprio julgamento. Quando reivindicamos nossos direitos e exigimos respeito, valor e consideração. Quando lideramos, quando nos impomos (nos posicionamos), quando nos achamos melhores (positivamente superiores), quando ocupamos nosso espaço e deixamos nossa marca. Quando “nosso” time ganha, nossa seleção é campeã em uma Copa do Mundo ou nossos atletas sobem ao pódio das Olimpíadas é nossa autoestima coletiva que sobe impulsionada pela lógica conveniente (e, até certo ponto, saudável) de que fomos “nós” que ganhamos, que participamos daquilo de alguma forma. Quando Ayrton Senna morreu, perdemos, além do herói, um campeão da autoestima nacional.

Da mesma forma, quando somos ignorados, desrespeitados ou ultrajados é nossa autoestima que lidera o motim, que produz a atitude de revolta, de rebelião, a “revolução por Liberté, Igualité et Fraternité”. Quando aceitamos, quando assumimos uma atitude submissa, quando somos omissos, ficamos calados, quando temos uma atitude excessivamente tolerante ou condescendente, é nossa estima por nós mesmos que está fora do trono em algum exílio de esquecimento ou negligência, fazendo de nós vassalos ignorantes de um senhor feudal qualquer e cuja única nobreza é possuir um nível de certeza maior do que o nosso a respeito de seu próprio valor, identidade e superioridade de caráter ou de mérito. Como determinada pessoa certa vez escreveu: “reis transformados em servos, gigantes ouvindo conselhos de vermes”.

PORQUE PRECISAMOS DE ATITUDE DE AUTOESTIMA?

Precisamos de uma atitude de autoestima porque temos nossas próprias necessidades para satisfazer, e sem essa estima por nós mesmos passaríamos a vida (se sobrevivêssemos a isso) atendendo apenas (ou primeiro) às expectativas e necessidades de outras pessoas e não às nossas próprias necessidades, e isso, apesar de circunstancial e temporariamente tolerável, é biológica e emocionalmente INSUSTENTÁVEL. Vamos morrer se colocarmos a máscara de oxigênio primeiro (ou apenas) em quem está do nosso lado. Por trás dessa atitude de estima por nós mesmos está a maior das forças movedoras, condutoras e diretoras do comportamento humano: auto preservação – sobrevivência. É essa estima por nós mesmos que dá o alerta de que a nave se destruirá se alguma coisa não for feita. É ela que, quando chegamos ao nosso limite, leva-nos a dizer “NÃO, CHEGA, ACABOU. NUNCA MAIS!”. Precisamos de uma atitude de auto-estima porque, antes de sermos pessoas sociais e civilizadas, cidadãos, cristãos ou não, somos biológicos e, em última instância, nossa sobrevivência e evolução depende de nós, apenas e totalmente de nós.

SOBREVIVÊNCIA, ADAPTAÇÃO E EVOLUÇÃO

Viemos a esse mundo com uma construção neurofisiológica tal que, além de predisposições inatas (ninguém é uma tabula rasa, uma folha em branco), deixa-nos a mercê, nos move, conduz e dirige a atender e satisfazer algumas exigências internas básicas (fundamentais), primordiais (inadiáveis), essenciais (universalmente humanas) e específicas (insubstituíveis) que estarão sempre presentes, mas nunca serão total ou permanentemente satisfeitas. Entre essas necessidades está a de significado, a de nos sentirmos significantes, importantes, diferentes, únicos, especiais, necessários e respeitados. O sentimento de que aquilo que somos, fazemos ou temos, tem importância, valor, faz diferença, é valorizado ou pelo menos notado. É essa necessidade de significado que faz da atitude de estima por nós mesmos, mais do que apenas um adorno moral, virtude “bonitinha” ou uma qualidade pessoal, um instrumento de sobrevivência, de auto preservação. Trata-se, por exemplo, da mais poderosa vacina contra qualquer forma de depressão, pois, quanto maior o tamanho do valor que temos por nós mesmos, menor a possibilidade de cabermos em qualquer buraco–depressão. Quando nos sentimos menores, aceitamos e cabemos em qualquer um.

PARA QUE ELA SERVE?

Além de levar pessoas obesas a perder peso, homens a ganhar músculos e mulheres a ganhar peitos e bundas a base de silicone e narizes esculpidos a bisturi, a atitude de autoestima, tanto individual quanto coletiva, representa um dos fatores que mais determinaram os destinos da humanidade. Grandes nações foram construídas baseadas na autoestima de seus povos ou na de seus líderes. Os franceses destronaram Luis XVI e acabaram com a monarquia porque acordaram do sonho (ou pesadelo) hipnótico que os fazia aceitar e sustentar, com sua própria fome e miséria, o luxo e a boa vida daqueles cuja suposta “superioridade” era legitimada apenas pela crença (incutida na cabeça de seus súditos) de que eles, os Bourbon tinham “sangue azul”, que eram superiores. Quando o Iluminismo ácido de Voltaire ganhou as gargantas eloquentes de Robespierre e Danton, conquistando imediatamente, além de corações e mentes famintos de dignidade, estômagos desesperados por pão, e tornando-se o instrumento da loucura do médico/monstro Jean Paul Marrat, a hipnose passou – a Bastilha caiu e o sangue dos aristocratas e do clero (vermelhinho, bem escarlate, igual ao do mais simples dos camponeses) jorrou na guilhotina, para o delírio ensandecido de jacobinos e a crescente contrariedade dos girondinos, cuja sensatez e moderação, alimentadas pela parte mais lúcida do Contrato Social de Jean-Jacques Rousseau, era naquele momento a única vela acesa na escuridão do Regime do Terror da Revolução Francesa.

Foi essa ressurreição da atitude de autoestima coletiva que deu origem a um dos mais significativos pilares do direito e da civilização – a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 que já em seu Artigo Primeiro cumpre a tarefa de assegurar que nenhum Estado ou nação possa representar ameaça, injustiça ou ofensa a autoestima individual: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”.

EXAGEROS E CONSEQUÊNCIAS

Logo depois da revolução, a França ficaria pequena demais para a enorme autoestima de Napoleão (que, numa atitude extravagante, porém notavelmente simbólica, coroou a si mesmo imperador tomando das mãos do Papa a coroa e colocando-a em sua própria cabeça) e, antes dele, a Macedônia para Alexandre, a Mongólia para Genghis Khan. É verdade que exageros trágicos e desastrosos foram cometidos. A loucura de Hitler e da Alemanha nazista só foi viabilizada a custa de discursos “geniais” e inflamados, orientados por duas premissas simples: primeiro, a de que a raça ariana era superior e merecia, portanto, toda a estima, obediência e subserviência que o terceiro reich se atreveu a tentar impor ao mundo; segundo, a de que judeus, ciganos, negros, deficientes físicos e outros não arianos eram inferiores e não mereciam estima alguma; mereciam apenas desaparecer, morrer. “Nossa” resposta, “nosso” NÃO, fez acontecer o “Dia D” na praia de Omaha, na Normandia. Depois, a atitude de enorme autoestima originada e sustentada pela identidade de “povo escolhido”, levaria os judeus sobreviventes de todo aquele horror a criar um Estado impossível chamado Israel enquanto a identidade de “filhos de Alá” dos Palestinos, alimenta, em sua terra ilegalmente ocupada, uma resistência heróica, mas sangrenta.

A atitude de enorme autoestima por si mesmos e pelo seu povo oprimido, para não tolerarem calados que os negros tivessem que sentar-se no banco de trás dos ônibus, que as crianças negras não pudessem estudar nas mesmas escolas das brancas ou que os africanos (americanos ou sul-africanos) fossem segregados e tratados como porcos, produziu o comovente e inesquecível discurso “I Have A Dream” de Martin Luther King e a resolução e determinação para Nelson Mandela sobreviver a 27 anos de cadeia injusta e tortura vergonhosa antes de ser libertado para se tornar presidente de seu próprio país. Um triunfo glorioso, reivindicado e esperado pela parte melhor de nosso mundo, pela parte mais apaixonada desse mundo que se reuniu em um concerto em homenagem aos 70 anos de Mandela (ainda na prisão) em 1988. Naquele dia o gramado do estádio de Wembley foi irrigado pelas lágrimas produzidas por corações cheios de orgulho (de estima, enorme estima por si mesmos) pelo simples fato de serem humanos e estarem ali fazendo parte da melhor parte da humanidade, 200 mil gargantas gritando Set Mandela Free! (libertem Nelson Mandela!) ao som de Mandela Day do Simple Minds, There Must Be An Angel Playing With My Heart do Eurythmics e Brothers In Arms do Dire Straits. Hoje, uma atitude que combina, de forma particularmente infeliz, ignorância, amnésia ou total irresponsabilidade leva os sul-africanos a elegerem um presidente condenado por estupro e réu de uma dúzia de processos por corrupção.

Além de libertar líderes como Nelson Mandela (solto em 1990), a atitude de autoestima, tanto coletiva quanto individual, quando posta em ação pode libertar nações, produzir saltos gigantescos na ciência e na arte e, um dia, garantir até mesmo a própria continuidade de nossa espécie. Gandhi conduziu o povo da segunda nação mais populosa do mundo da condição de colônia escrava da Inglaterra para Estado soberano e independente apelando, além da não violência, para a dignidade e autoestima dos indianos que, até então, mantinham uma atitude de aceitação de sua condição de servos da coroa britânica, iludidos pela falsa e perigosa crença de que era melhor viverem como escravos, mas com a certeza que os escravos têm, do que como povo livre e independente, responsável por suas próprias decisões e pela incerteza que isso representa. Um discurso de John Fitzgerald Kennedy na primavera de 1963 recrutou de uma só vez toda a autoestima do povo americano, uniu esforços, produziu volume e níveis de cooperação coletiva jamais vistos e acabou colocando o homem na Lua no verão de 1969. Em 2023, “iremos” à Marte sem nos perguntar se alguém mais é dono daquilo lá porque, depois que Nicolau Copérnico ultrajou nossa autoestima nos tirando do centro do universo, desde então ninguém mais apareceu para nos dizer que não merecemos ter dois planetas: a Terra como principal e Marte como estepe, como plano “B” de uma raça que, tal como o mais narcisista dos vírus, multiplica-se a taxas geométricas e tem uma capacidade singular de exaurir até a exaustão os recursos de seu próprio ambiente.

Uma das maiores dificuldades para que os contemporâneos de Charles Darwin aceitassem sua Teoria da Origem das Espécies foi a destruição de sua autoestima, estraçalhada pela idéia de que seus ancestrais não eram Adão e Eva, brancos e depilados, exilados no Jardim do Éden, mas sim, primeiro, macacos peludos e, depois, os negros das planícies do Quênia. A mesma atitude de autoestima que faz com que algumas pessoas que acreditam na reencarnação tenham delírios de identificação com vidas anteriores nas quais todo mundo foi Nefertiti, Ramsés II, reis, rainhas, príncipes e princesas da Idade Média, vivendo em castelos e palácios da Europa, e sendo sempre os protagonistas de grandes estórias de amor, grandeza e poder. Você por acaso já encontrou alguém que fizesse questão de afirmar que em outra vida foi um Zé Ninguém, nascido na África, em Bangladesh ou no Sri Lanka e que morreu de cólera, fome ou pólio, depois de uma vida insignificante, sem nenhuma qualidade, virtude, riqueza, beleza ou poder?

O talento de Mozart criou a inconfundível Sinfonia Número 40 e, sua enorme autoestima, o mais suntuoso e tocante dos réquiens, um réquiem para ele mesmo. A força mais sedutora na mensagem de Jesus foi nos lembrar não de nosso pecado original, mas de nossa inocência original. É fácil sentir-se bem ouvindo isso. Mais difícil é aceitar que pelos erros de outra pessoa (mesmo que Adão e Eva) todos temos que pagar e arder no fogo do inferno. Cumprir 10 Mandamentos cuja maioria se resume a “não pode isso”, “não faça aquilo”, pode parecer possível apenas para o próprio Moisés. Mas um só – “Ama o teu próximo como a ti mesmo” – já parece um começo bem mais próximo dos humanos sem o cajado mágico do príncipe do Egito (e ainda com o bônus simpático de sua implicação tácita: “como a ti mesmo” pressupõe que devemos estimar a quem primeiro?). Mesmo não sendo o mais disciplinado dos cristãos, essa parte coloca a estima por eu mesmo (esse que escreve esse artigo que você lê agora) a tal nível de controle sobre as minhas avaliações a ponto de poder fazer-me achar que, se você não gostar do que escrevo, não é o texto que está ruim é você que não está em um bom momento para entendê-lo.

ONDE CONSEGUIR UMA ATITUDE DE AUTOESTIMA?

Ter uma atitude de estima por nós mesmos significa ter apreço e afeição por aquilo que somos, por nossa identidade, pela maneira como nos definimos para nós mesmos e para o mundo. Essa identidade é a soma de nossas crenças e convicções sobre quem somos, o que fazemos, o que podemos fazer, o que temos de fazer, o que não conseguimos fazer, o que não aceitamos fazer, o que toleramos ou não toleramos. Esse conjunto de crenças é simplesmente o filtro supremo de tudo o que percebemos, do como percebemos, do significado que damos e das decisões que tomamos sobre tudo o que nos acontece. É a maior das forças em nossa personalidade e tudo o que fazemos precisa confirmar, obedecer, estar de acordo com essa identidade, tanto naquilo que nos fortalece quanto no que nos enfraquece ou destrói. A identidade de cada um de nós foi construída através de nossas experiências, de como fomos iniciados nesse mundo, de nossos aprendizados, das respostas que recebemos de nossas ações, tanto positivas quanto dolorosas. A expectativa de nossos pais ou de qualquer pessoa influente em nossa sobrevivência física ou aceitação social, com certeza exerceu um impacto dramático na formatação de nossa identidade, pelos motivos que abordei no artigo “atitude de autenticidade” e também no artigo “atitude de emancipação”.

O fato é que nossa identidade determina nossa atitude de autoestima, que o tamanho de nossa autoestima é o tamanho determinado por nossa identidade. Por quê? Porque é essa identidade que permitirá ou não que façamos coisas pelas quais sintamos orgulho, valor, estima por nós mesmos. Porque são nossas referências (as memórias de nossas experiências, das coisas que fizemos e das respostas que recebemos) a fábrica da crença e da convicção de que somos ou não bons, melhores, capazes, suficientes, importantes, especiais, únicos, do que merecemos, do que aceitamos ou não para nós e para nossas vidas. Essas referências irão determinar ainda nossas predisposições, nossas expectativas com relação a nós mesmos e com relação ao futuro. Essas expectativas e predisposições podem ser fortes o bastante para tornarem-se profecias auto realizadoras.

DESTINO DE ZEBRA

Vou recorrer a uma comparação grosseira, apenas para ilustrar como isso funciona. Se eu fosse uma Zebra eu teria listras por todo o corpo. Essas listras (referências) fazem parte de minha identidade de Zebra, fazem-me lembrar o tempo todo de quem eu sou e também de quem eu não sou (minha identidade). É provável que, depois de algum tempo vivendo na savana, eu tenha deduzido em minha lógica simples de Zebra o tipo de futuro que é destinado às Zebras em função da presença próxima de nossos colegas de savana – os leões, e que essa dedução tenha me deixado deprimido ou apreensivo com minha condição. O que eu como Zebra (com a identidade de Zebra) faço? Nada, continuo sendo Zebra. Nenhuma zebra deve conseguir se imaginar um dia dando um cacete bem dado num leão porque suas listras (suas referências) as fazem saber que são apenas zebras e, além de as conduzirem a andar e viver como zebras, fazem-lhes esperar e aceitar ter apenas o destino que as zebras têm – almoço listrado de leão. Você pode dizer que não é bem assim, que viu em um programa do Discovery Channel ou do Animal Planet que as zebras correm e não se entregam facilmente para os leões. Sim, é verdade, elas correm, mas correm como zebras, não como leões, não o suficiente.

TRANSFORMANDO LISTRAS EM XADREZ

O ponto que quero afirmar aqui é que, se, conforme expliquei, o tamanho de nossa estima por nós mesmos é determinado por nossa identidade, para expandirmos nossa atitude de autoestima temos de expandir nossa identidade. Para expandirmos nossa identidade temos de fazer aquilo que não fizemos ainda para construir referências que construam uma identidade da qual tenhamos orgulho, pela qual sintamos realização e que mudem nossas expectativas com relação a nós mesmos, que alterem as profecias auto realizadoras desencadeadas por nossas predisposições com relação ao futuro. Diferentemente das zebras que não podem mudar suas listras (sem deixarem de ser zebras), nós podemos mudar, expandir nossas identidades, mudando as listras de nossas referências, fazendo aquilo que não fizemos ainda. Fazer o que não fizemos ainda significa usar músculos emocionais que não usamos ainda, ou que já usamos um dia, mas que hoje evitamos usar por medo ou que simplesmente deixamos de usar pela nossa dependência (vício ou escravidão) da certeza e do conforto de fazer apenas aquilo que já sabemos, que dominamos e no que já somos fortes ou ainda nos sentimos seguros e confiantes em fazer. Nós não construiremos autoestima vivendo de certeza, fazendo apenas aquilo que já conhecemos ou no que já somos fortes, confiantes ou seguros. Não é algo necessariamente errado ou imoral fazer (apenas) o que é confortável, agradável, pequeno, simples, rápido ou fácil. Imoral ou equivocado é esperar obter autoestima vivendo assim! Não é apenas fraqueza de caráter ou pequenez de espírito viver tempo demais (ou o tempo todo) no conforto e na conveniência proporcionados pelas ações e decisões tomadas por outras pessoas (atenção pais com dó de desmamar seus filhos). É perigoso e degradante porque não nos obriga a crescer e andar com nossas próprias pernas, a usar músculos emocionais que um dia poderão tornar-se urgentemente necessários e, ai de nós se eles não estiverem prontos, desenvolvidos e condicionados!!! Vamos cair, vamos perecer. Estaremos com as listras do medo, da fraqueza e da covardia quando nossa necessidade será de uma enorme juba de atitude, coragem e dignidade para nos impormos na savana do mundo. Satisfazer apenas nossa necessidade de certeza (segurança e conforto) ou satisfazer nossas outras necessidades em níveis apenas médios é o maior assassino de nossa motivação porque destrói ou diminui nossa atitude de auto-estima e nos leva a aceitar cada vez menos da vida, leva-nos a níveis perigosos de adaptação (aceitação conformista).

A boa notícia é que uma única coisa que façamos que exija de nós mais do que nossos músculos estavam acostumados, já produz expansão de nossas identidades. Essa expansão produz aumento da estima por nós mesmos, inflaciona nossa etiqueta de “preço”, de valor, muda nossas expectativas com relação a nós mesmos (e nossas exigências com relação aos outros), leva-nos a fazer outras coisas que expandem ainda mais nossa identidade, que aumentam ainda mais nossa atitude de autoestima, num ciclo virtuoso e sistêmico que não precisa ter fim e que impacta todas as áreas de nossa vida. Fazer essa única coisa, dar esse primeiro passo, pode ser para alguns a coisa mais difícil que já fizeram, mas, uma vez feita, será a coisa da qual elas se lembrarão como o momento mais decisivo de suas vidas. É isso que quero dizer quando recomendo às pessoas “faça aquilo que você nunca fez e viverá aquilo que você nunca viveu”. O que os chamados motivadores não sabem (ou preferem não dizer para não desmotivar) é a verdade fundamental de que a estima por nós mesmos é obtida fazendo o que é desconfortável, difícil, aquilo que exige de nossos músculos emocionais (coragem, determinação, resolução). Nós não tomamos nossas decisões (melhores e mais significativas para nossas vidas) em estado de conforto, facilidade ou certeza.

PELO “QUÊ” AS PESSOAS TROCAM SUA AUTO-ESTIMA?

Você já ouviu falar da história de pessoas que vivem vidas de completa anulação de suas identidades, de supressão total de sua estima por si mesmas. Talvez você já tenha se sentido indignado, perplexo ou revoltado ao tomar conhecimento da história de mulheres que se sujeitam ao abuso e à violência de seus parceiros, maridos ou não. A pergunta que todos nós fazemos numa situação como essa é: como ou por que alguém se sujeita ou aceita viver uma vida assim? E a resposta imediata (e superficial) que encontramos é: medo. Mas, além do medo de sofrerem mais violência se denunciarem seus agressores ou pedirem socorro, o que mais faz alguém assim tolerar e suportar a agressão a dor e do desprezo?

CERTEZA & CONEXÃO

AVISO:A partir desse ponto o texto pode requerer a compreensão dos fundamentos da Psicologia Evolucionista das Necessidades Humanas, disponíveis na seção FUNDAMENTOS do site da Matrix University Brasil. A maestria desses fundamentos começa a ser obtida no Programa PARAGON.

Nossas “necessidades primordialmente humanas” não se manifestam todas ao mesmo tempo e nem possuem a mesma força e nível de urgência. Sua ordem de manifestação e o nível de exigência de sua satisfação são acionadas por um termostato biológico simples, mas poderoso: sobrevivência. O que é mais biologicamente urgente para a sobrevivência receberá sempre maior prioridade e terá sempre maior força de demanda e controle sobre nós. Sentimos, portanto, primeiro e com mais força, a necessidade de certeza & conforto. Essa necessidade nos compele a orientar nossas escolhas buscando, sobretudo e primeiro, segurança, estabilidade e estrutura. Como essa segurança, estabilidade e estrutura vão depender muito e durante muito tempo das pessoas com as quais aprenderemos a contar (primeiro, pai e mãe e depois, por exemplo, maridos e esposas), a nossa segunda necessidade a se manifestar e exigir satisfação, por ordem de força e de prioridade, é a necessidade de amor & conexão. Temos, pois, naturalmente, a predisposição de buscarmos primeiro e sobretudo a satisfação de nossas necessidades de certeza & conforto e de amor & conexão.

Algumas variações podem ocorrer (e de fato ocorrem) nessa ordem de força e prioridade como, por exemplo, quando homens e (principalmente hoje) mulheres passam a dar à necessidade de significado uma prioridade maior do que aquela que dão à necessidade de conexão. Essa inversão de prioridade geralmente tem como causa, nada mais, nada menos do que a busca de satisfação da mais forte de todas as nossas necessidades: certeza. Uma forma de certeza chamada controle. Pessoas que acreditam que, para obterem e manterem amor & conexão, primeiro precisam de significado, são pessoas que, na verdade, mesmo que às vezes de forma inconsciente, estão buscando (primeiro ou mais) certeza e não amor & conexão. Isso não quer dizer que para elas, em seu MAPA (Modelo de Mundo), significado é mais importante do que amor & conexão, mas sim que para elas a certeza de seu próprio valor (significado) e a certeza de que estarão no controle é um meio ou uma pré-condição para uma relação de amor & conexão com alguém e garantia (certeza) de que não tenham que lidar com a dor de (se e quando a relação acabar) perderem seu significado, seu senso de valor próprio, de autonomia, sua capacidade de voltarem a viver sozinhas e independentes.

CERTEZA & SIGNIFICADO “VERSUS” AMOR & CONEXÃO

Não irei discutir ou analisar aqui se essa é uma estratégia que funciona. Posso apenas afirmar três coisas. Primeiro é que se trata de uma estratégia para se obter certeza e controle, muito mais do que uma estratégia para “obter” amor & conexão. Segundo, que nossa estrutura emocional não funciona como um carro com motor flex (que funciona tanto com álcool quanto com gasolina). Nossa exigência interna por amor & conexão só é silenciada com amor & conexão, puros, sem misturas. Certeza e significado aqui entram apenas como aditivos, como o óleo necessário para o bom funcionamento do motor. Não são eles que fazem o carro chamado relacionamento andar. Terceiro, que relacionamentos primordialmente conduzidos por significado são relacionamentos marcados pela competição e não pela conexão. Pessoas maciçamente orientadas por significado podem tornar-se perigosas quando se apaixonam, como ilustrou magistralmente Shakespeare na tragédia de Othello. Todo o enorme amor e devoção que Othello tinha por sua esposa Desdemona não o impediu de estrangulá-la até a morte pela simples suspeita de traição plantada em seus ouvidos pelo demônio Iago. Com o ego destruído e cego pelo ódio causado pela perda de significado, Othello foi recuperar a certeza de seu próprio valor durante os míseros segundos que (a inocente) Desdemona agonizou sufocada em suas mãos. Ela, mesmo na agonia de sua morte, ainda era governada pelo amor e conexão expressos de forma tocante em seu derradeiro gesto de carinho: suas mãos, brancas e delicadas, deslizando afetuosamente pela cabeça negra e corrompida de seu amado e assassino mouro.

MULHERES QUE “APANHAM POR AMOR”

Abordei essa dinâmica entre a diferente ordem de manifestação de nossas necessidades e os diferentes níveis de força que conferem a elas níveis diferentes de urgência, para tornar mais simples o entendimento do que acontece quando alguém anula sua autoestima deixando de buscar a satisfação de sua necessidade de significado em nome da satisfação de suas necessidades de certeza (com dor) e de conexão (sem amor). É, segundo minha visão, justamente o que acontece, por exemplo, com mulheres que se sujeitam durante anos à violência doméstica imposta por seus maridos ou companheiros. Sua necessidade de certeza de manter o pouco que elas já têm (“segurança” e “conexão”), exerce sobre elas uma força controladora maior do que o apelo frágil daquilo que poderiam ter (significado e estima por si mesmas). Temos que lembrar aqui que, quando privados de nossa autoestima, nossos medos se tornam maiores porque nos sentimos vítimas, frágeis e enfraquecidos. Podemos até mesmo passar a valorizar o julgamento que nossos opressores fazem de nós mais do que aquele que nós mesmos fazemos, chegando a ponto de aceitar o sofrimento que eles nos impõem achando que de que alguma forma merecemos isso. Some-se a isso a conexão e segurança (em forma de alívio ou submissão) existente entre uma agressão e outra e a bizarra conexão criada durante as surras (pelo contato físico) e você estará diante de alguém vivendo uma vida miserável, sem estima por si mesmo ou qualquer forma de significado, mas com migalhas de certeza e uma dieta destrutiva e insustentável de conexão.

CERTEZA & CONEXÃO “VERSUS”CRESCIMENTO & AUTO-INTEGRAÇÃO

A corrupção da autoestima pela não satisfação de nossa necessidade de significado não se restringe aos casos extremos de violência doméstica. Quando nosso foco e energia são monopolizados pelas necessidades de certeza e conexão, comprometemos também, além da necessidade de significado, as necessidades cuja satisfação representam o próprio genoma da auto-estima: crescimento e autointegração. Como isso acontece? Como quase todos os grandes males, primeiro, lenta e gradualmente, depois acelerada e totalmente, uma metástase fora de qualquer controle que pode lhe tirar o poder de reação e lhe conduzir a entregar-se à situação como se fosse um destino inexorável e parte de sua vida. Deixe-me ilustrar.

Vamos supor que você está em uma relação com uma pessoa que possui padrões de expectativa com relação à vida, inferiores aos seus (menos ambiciosos ou mais conformados). O que é mais provável acontecer, você influenciar essa pessoa a elevar os padrões dela ao nível dos seus, ou ela influenciar você a rebaixar seus padrões ao nível dos dela? Nesse caso a natureza está contra você. Na escala de preponderância de força das necessidades certeza (segurança, estabilidade) fala mais alto do que crescimento, e conexão é mais forte do que autointegração. É por isso que nos tornamos como as pessoas com as quais convivemos. É por isso que a maior parte do que é nossas vidas é um reflexo direto das expectativas das pessoas cuja opinião e sentimentos a nosso respeito determinam como nos sentimos. Para mantermos a certeza (estabilidade) e a conexão com essas pessoas (ou com os filhos gerados com essa pessoa), muitas vezes, poderemos deixar de crescer e nos auto-integrar e isso é promessa de dor, de frustração, pois, como disse Abraham Maslow “se você deliberadamente decidir ser menos do que você pode ser, então eu o advirto que você será profundamente infeliz pelo resto de sua vida”.

Temos que nos lembrar que quando duas pessoas se encontram, aquela com o maior nível de certeza sempre influencia a outra. Se o valor que você dá ao seu crescimento e autointegração for menor que o valor que a outra pessoa dá à certeza e conexão, você, eventualmente, atenderá às expectativas dela. Temos que lembrar e assumir que somos os responsáveis maiores e finais pelos nossos destinos; que as outras pessoas não violarão a satisfação das necessidades que a natureza as predispõe a valorizarem mais (certeza, significado e conexão) para atenderem à satisfação das necessidades que a mesma natureza nos predispõe a valorizarmos menos (incerteza, crescimento e autointegração). Acontece que, apesar de sua muito menor força de apelo e urgência, a não satisfação de nossas necessidades de crescimento e autointegração nos leva à morte, senão à morte física, à morte moral, emocional, ao fim do sentido e valor que damos à nossas vidas pela aniquilação de nossa estima por nós mesmos.

NEM OTHELO E NEM ROMEU – UM “HAMLET DECIDIDO”

O que torna gigantesca a tragédia de Romeu e Julieta é justamente o tamanho gigantesco de seu amor e conexão um com o outro, maior do que qualquer significado (importância) que os sobrenomes Montechio ou Capuleto pudessem dar. Quando se sentiram privados (pela ilusão da morte um do outro) da possibilidade de viverem esse amor (e essa conexão), sentiram-se privados do significado e do sentido da vida, de uma certeza pela qual viver. Temos que lembrar que, além de uma estória de amor, belíssima e inspiradora, essa é também um alerta, uma estória de morte, primeiro do significado, do crescimento e auto-integração, depois do sentido, da razão para continuar vivo. Deixamos de existir num estado de amor e conexão como esse. Deixamos de ser eu, meu, minha e passamos a ser nós, nosso. Enquanto o outro estiver respirando estaremos bem, quando isso não mais acontecer ou se o outro mudar suas prioridades ou a importância que dá à relação, estaremos em apuros. Não, não estou defendendo que ninguém se apaixone ou se entregue de corpo, alma e cartão de crédito a uma relação. Estou defendendo que em nossas relações não sejamos nem o Othelo que mata (injustamente) por significado e nem o Romeu que se mata (precipitadamente) por conexão. Sejamos um Hamlet Decidido que na dúvida do Ser ou Não Ser, SEJA. Aliás, na mais extraordinária das versões de Hamlet feitas para o cinema, Kenneth Branagh destila com maestria sobrenatural esse universalmente famoso monólogo, em uma sala repleta de espelhos, espelhos nos quais Hamlet, vaidosamente, contempla a si mesmo, prova de sua ENORME AUTO-ESTIMA!.

Você conhece alguém que consegue sentir orgulho ou realização por algo que não é seu, algo que não construiu, criou, não escolheu e não conquistou? Se você conhece alguém assim, essa pessoa precisa de ajuda, pois está vivendo não a própria vida, mas a vida de outras pessoas. Uma das mais sinistras fábricas de confusão e frustração em nossos dias é a ausência de ritos de passagem que nos dêem a convicção e a IDENTIDADE de pessoas emancipadas, tanto de nosso passado quanto daqueles que neste passado representavam a satisfação de nossas necessidades mais primordiais. Por emancipação quero dizer independência plena e de fato e não aquela superficial (quase sempre mentirosa) outorgada para “inglês ver” a adolescentes em seu baile de debutantes e nem aquela meramente jurídica conquistada de forma automática quando atingimos a maioridade.
Não quero aqui ser mais um a fazer uma apologia ao passado, aos bons tempos de antigamente ou ao valor e preciosidade de se viver orientado por coisas que, apesar de bem distantes das grandes cidades e quase alienígenas para nosso tempo, sua ausência em nossas vidas grita com a mesma força de nossas insatisfações e do mais terrível de nossos desconfortos: não temos quase nenhuma certeza de quem realmente somos porque nunca nos tornamos (de fato) nós mesmos, nunca nos emancipamos de fato. Podemos até nos sentir responsáveis por nossos atos e, de certa forma, donos soberanos de nossas escolhas e caminhos. Mas se essas escolhas e caminhos hoje mais nos frustram ou assustam do que nos satisfazem e preenchem, então, a melhor parte de nós está tentando nos comunicar uma coisa: precisamos urgente nos emanciparmos dessas escolhas e caminhos (renovando-os ou descartando-os) ou nos emanciparmos de vez de nosso passado e das razões (valores e convicções), não verdadeiramente “nossas”, mas em função das quais escolhemos a direção de nossas vidas.

Além do contato e co-dependência harmoniosa e sustentável com a natureza, existe uma coisa em especial entre os povos da floresta, é verdade, que mais de antigamente do que de hoje, que muito bem faria a todos nós: o rito de passagem e emancipação. Quando um menino ou menina atinge a puberdade em uma aldeia indígena, por exemplo, toda a tribo se reúne para o ritual através do qual, esse menino ou essa menina e todos os membros da tribo saberão e lembrarão para sempre que, a partir DAQUELE momento, aquele menino é homem e aquela menina é mulher. Nunca mais será aceitável que se comportem com outra IDENTIDADE que não seja a de pessoa emancipada e totalmente livre da dependência e controle de seus pais ou mães, sejam essa dependência e controle expressos explicitamente de forma verbal, seja apenas escutada silenciosamente em seus íntimos através de lembranças muito mais confortáveis de uma época na qual era bom ter alguém fazendo escolhas e tomando todas as decisões.

Esses ritos de passagem, para atenderem seu propósito de instalar em quem deles participa uma nova identidade, emancipada e livre de seu passado, não se resumem a uma celebração e muito menos a uma dança de acasalamento. Os mais contundentes exigem que o participante passe por uma prova envolvendo risco, demonstração de força, coragem e, muitas vezes, privação, isolamento e solidão, sacrifício e resistência a dor. É dessa maneira que ele ou ela mostrará, primeiro para si mesmo e depois para a tribo, que ali está alguém inteiro, não mais uma criança amarrada ou um pseudo-adulto, fraco e dependente de seus pais ou parentes para a satisfação de suas necessidades. É dessa maneira que um rito de passagem propicia a oportunidade de sabermos a cor daquilo do qual somos realmente feitos.

UM HOMEM CHAMADO CAVALO

Quando eu tinha 12 anos assisti ao filme “Um Homem Chamado Cavalo”, um dos últimos estertores de grandeza do cinema americano e que mais tarde serviria como inspiração para Kevin Costner produzir e dirigir Dança Com Lobos e ganhar 7 prêmios Oscar. Muito mais tocante e intimista, Um Homem Chamado Cavalo nos dá uma formidável demonstração da importância de um rito de passagem para aceitação de alguém dentro de um grupo ao qual quer pertencer como pessoa e não apenas dele depender como uma criança com fome depende de seus pais. Richard Harris faz o papel do Lorde John Morgan, um aristocrata capturado pelos índios Sioux no estado americano da Dakota do Norte. Como prisioneiro, passou a viver em total contato com os costumes e maneiras daqueles de quem antes sabia e pensava apenas uma única coisa: “índio bom é índio morto”. Tocado profundamente pela beleza e pureza da humanidade daquela gente, ele esqueceu totalmente suas raízes e sua identidade de aristocrata fresco e almofadinha, de homem branco e civilizado que caça peles-vermelha “selvagens e maus” atirando neles de forma covarde e cruel da janela de um trem. Este homem a quem os índios também aprenderam a amar e a respeitar por sua coragem e lealdade à tribo e que a ele deram o nome de Cavalo, chega finalmente ao ponto de querer tornar-se um deles, “virar” um Sioux. E para isso, aceita passar por um rito de passagem brutal e irreversível. Nenhum esforço meu seria suficiente para descrever aqui com totalidade e verdade os componentes desse rito. Mas ao final, o filme não precisa mostrar mais nada para lhe dar a certeza de que aquele homem torna-se outra pessoa, adquire de fato e para sempre uma nova identidade. Os valores e convicções com os quais viveu até então morrem para que outros possam viver. Emancipação é isso. Sem um rito de passagem no qual escolhemos a emancipação que queremos ou que precisamos ter, acabamos reféns da espera de que alguma coisa nos obrigue a “passar de fase” no vídeo game medíocre que se torna nossas vidas ou, pior, deixamos ao tempo e a entropia o expediente verdugo de nos emancipar na marra através de alguma forma de perda: o fim doloroso de um relacionamento, a morte de alguém, a perda de um emprego ou o fim de um negócio.

O GRANDE PEQUENO HOMEM

Não estou aqui pregando que você saia por aí pregado em uma cruz ou que passe dias e noites amarrado de cabeça para baixo, sustentado por uma corda com ganchos de açougue perfurando seus mamilos para, desta forma, emancipar-se de suas fraquezas e conquistar forças e virtudes que sejam realmente suas. Meu ponto aqui é que será muito difícil para qualquer homem ou mulher construir (e manter) auto-estima sem emancipação. Será muito difícil para qualquer pessoa verdadeira sentir-se inteira e grande, tendo sua vida composta essencialmente de pedaços de outras pessoas (pais, principalmente) e fazendo coisas pequenas com os restos que herdou de alguém.

Um fato inquestionável nos dias de hoje é que o mundo deixou de produzir heróis. Ou vivemos hoje em uma época ordinária que não produz pessoas extraordinárias, ou vivemos em uma época extraordinária que produz pessoas ordinárias que não precisam fazer quase nada extraordinário e por isso continuam sendo ordinárias. É muito difícil não relacionar isso com o fato de que hoje em dia a coisa mais próxima de um rito de passagem disponível para as meninas é quando pedem emprestado de suas mães pela primeira vez um absorvente íntimo ou tomam um banho de meleca quando passam no vestibular. E para os meninos, quando tocam a primeira (com o perdão da palavra) punheta bem-sucedida ou pedem para os pais emprestarem a chave do carro.

Talvez não seja esse o seu caso. Talvez você tenha tido de fato algum rito de passagem e emancipação mais profundo e significativo e, mesmo assim, esteja sentindo hoje que a vida para a qual você passou a viver quando passou por esse rito de passagem, passou, esgotou o sabor, venceu a validade. Seja lá qual for o seu caso, a resposta é a mesma: um rito de passagem e emancipação, uma das coisas menos facilmente disponíveis e que você terá de procurar o seu (e eu posso lhe ajudar e MUITO nisso). Até que encontremos uma forma de crismar uma transição tendemos a permanecer no limbo dessa transição. Neste limbo tudo o que sentimos é a falta de alguma coisa, algo que nos preencha e sature: um novo projeto, um livro, uma nova roupa, um novo carro, um novo CD, um novo filme, uma nova forma de terapia, comida, chocolate, drogas. Em casos mais extremos e, infelizmente, bastante comuns hoje em dia, o buraco existencial é enchido (mas nunca totalmente tapado) com medidas bem mais inconseqüentes: gravidez irresponsável, promiscuidade selvagem, troca incessante de relacionamentos ou de emprego e carreira, rebeldia sem causa, violência.

De forma totalmente oposta, um rito de passagem e emancipação nos oferece a oportunidade de nos esvaziarmos, de nos livramos do velho para termos espaço para o novo, para estarmos abertos ao novo, para podermos enfim receber a novidade que tanto precisamos (e intuitivamente queremos): aquilo que ainda não sabemos sobre nós mesmos, a verdadeira cor daquilo do que somos feitos. Um rito de passagem e emancipação é uma forma de perguntar a vida o que ela quer fazer de nós ao invés de continuarmos a pensar para o resto da vida o que queremos fazer dela. A emancipação de nosso passado ou das coisas cujo valor e energia acusam validade vencida é o passaporte indispensável para o mais essencial dos sentimentos humanos: a “ATITUDE DE ESTIMA POR SI MESMO”. E sobre isso trataremos a seguir.

Você costuma dizer sim quando sua vontade é dizer não? Você costuma dizer não quando sua necessidade é dizer sim? Você já se arrependeu de não ter se posicionado, manifestado sua opinião, dito exatamente o que pensava, o que queria ou necessitava? Quanto do COMO você se sente a respeito de você é determinado apenas por você? Quanto do como você se sente a respeito de você é determinado pelo o que as outras pessoas pensam, dizem ou fazem em relação a você?

A resposta à qualquer uma dessas perguntas pode revelar (como um exame de sangue revela os níveis de colesterol e de açúcar no sangue) a quantas anda sua autenticidade, sua emancipação e sua estima por si mesmo. A comparação com um exame de sangue, além de não ser exagerada, é extremamente adequada e necessariamente oportuna para aquilo que pretendo defender aqui: que a ausência dessas três coisas (de uma atitude de autenticidade, de uma atitude de emancipação e de uma atitude de auto-estima) pode se tornar uma doença tão degenerativa quanto o diabetes, com a diferença técnica (e trágica) de que, ao contrário do diabetes, não temos um teste ou exame que possamos fazer para prevenir ou evitar suas consequências destrutivas. Isso pode nos levar a identificar o problema apenas quando ele já nos levou a escolhas e decisões permanentemente comprometedoras, determinantes (às vezes irreversíveis) de nosso destino, sequelas duradouras, cicatrizes eternas.

Muito se fala sobre o assunto auto-estima, mas pouco se diz sobre como “obtê-la”. Sim, o-b-t-ê-l-a, pois, a atitude de NÃO estima por nós mesmos não é genética. Ela é obtida. Neste artigo vou abordar como, tanto a atitude de estima quanto a atitude de não estima por nós mesmos são produtos diretos de duas outras coisas extremamente delicadas e indispensavelmente importantes: autenticidade e emancipação.

BRUTAL AUTENTICIDADE

Ninguém vem ao mundo branco como uma folha de papel ou vazio como um vazo de vitrine. Ainda dentro do útero de nossas mães, já tínhamos necessidades pulsando dentro de nós e demandando ininterrupta atenção e satisfação. Lá dentro, essa satisfação estava próxima o bastante para ser automática e certa o bastante para ser incondicional: o corpo de nossa mãe não tinha escolha a não ser nos satisfazer. Tudo o que tínhamos que fazer era estar lá. Não tínhamos ainda que ser lá coisa alguma, não nos era exigida ainda nenhuma atitude para termos o mérito do amor e da atenção. O Hamlet em cada um de nós viria mais tarde e ficaria para sempre. Independente disso, já havia um monte de planos feitos para nós, expectativas e sonhos de nossos pais sobre o quê nos tornaríamos quando saíssemos de lá e papéis e condutas adequadas e apropriadas para vivermos na sociedade que nos receberia.

A partir do momento do corte de nosso cordão umbilical, encerra-se o período de satisfação automática e incondicional de nossas necessidades e inicia-se um período de forçosa e irreversível emancipação. Não bastará mais apenas estarmos, teremos que nos tornarmos alguma coisa para que nossas necessidades sejam satisfeitas.

Saímos do útero de nossas mães num estado que eu chamo de AUTENTICIDADE BRUTA: temos apenas necessidades e sabemos exatamente o que fazer para obtermos satisfação – comunicarmos nossas necessidades. No início essa comunicação é aceita exatamente como é feita, sem condições ou qualquer exigência. Não importando a hora e não importando a forma (oral, líquida ou sólida) que comunicássemos nossas necessidades, elas seriam atendidas o mais prontamente possível, construindo em nós a confortável, necessária, e segura certeza de que aqui fora (do útero), ser verdadeiro sobre nossos sentimentos e autêntico na comunicação de nossas necessidades é garantia de satisfação. Essa foi a época em que experimentamos amor incondicional. Em função desse amor (ou pelo menos cuidado) incondicional, éramos 100% autênticos, tudo o que tínhamos eram necessidades e desejos e tudo o que fazíamos era comunicar essas necessidades e desejos de forma 100% verdadeira, 100% íntegra, 100% autêntica. Então veio a expulsão do paraíso.

A “QUEDA”

Nessa atitude autêntica e original (não construída, não calculada) estava nossa maior força, nosso maior poder, nossa maior certeza: a certeza de nosso valor. Nessa atitude estava ainda nossa maior beleza e a coisa mais próxima de sagrado e puro que jamais seria encontrada de novo em nós ao longo de nossas vidas. Toda vez que essa autenticidade foi recompensada, nossa força e poder foram aumentados, nosso valor foi confirmado. (estima-se que aos três anos de idade, já temos pronta e formatada a idéia do quanto valemos para as pessoas e para o mundo). Da mesma forma, toda vez que essa autenticidade foi negligenciada, ignorada ou, pior, punida, nossa força e poder foram diminuídos, nosso valor foi colocado em dúvida ou mesmo deliberadamente negado.

Fora do útero de nossas mães nossa necessidade é certa e nossa satisfação incerta. Para lidar com essa realidade e sobreviver, tanto fisiológica quanto emocionalmente, nós entramos no jogo que eu chamo de JOGO DA “ATITUDE VAI”, “ATITUDE SAI” ou “ATITUDE CAI”. Foi a maneira que nós jogamos esse jogo e os resultados que obtivemos que nos tornaram quem somos hoje, com nossas forças e nossas fraquezas, nossos vícios e nossas virtudes. A atitude que mais nos define é produto final de como jogamos esse jogo.

A  ATITUDE “VAI”, “SAI” OU “CAI”.

O Jogo da ATITUDE “VAI”, “SAI” ou “CAI” é o jogo que todos nós jogamos desde muito cedo para lidar com o fato de que nossas necessidades são um fato certo, mas sua satisfação é um fato incerto. Quando, para comunicar suas necessidades você usa a ATITUDE “V.A.I.”, você faz VALER sua Autenticidade e Integridade e diz exatamente o que pensa e sente, exatamente o que quer e exatamente o que não quer. Isso não é garantia da satisfação de (todas as) suas necessidades, mas é garantia da satisfação da mais crítica e poderosa de todas as suas necessidades: a certeza de quem exatamente você é, a despeito da resposta dos outros, a despeito da aprovação, concordância ou cooperação dos outros. Nesta atitude está a garantia do desenvolvimento de uma fé inabalável sobre seu próprio valor, em sua capacidade de avaliação e julgamento, de sua emancipação emocional e, como resultado final, de uma atitude de enorme estima por si mesmo.

Como nesse mundo cada um tem suas próprias necessidades e encontra seus próprios desafios para satisfazer essas necessidades, muitas vezes (para alguns, na maioria das vezes), para manter a relação com algumas pessoas (pais, irmãos, cônjuges, autoridades morais), muitas vezes, ao invés da ATITUDE “V.A.I.” você opta pela ATITUDE “S.A.I.”: você Supera (suprime ou expande) sua Autenticidade e Integridade. Na ATITUDE “S.A.I.” você ainda Valoriza sua Autenticidade e Integridade (ATITUDE “S.A.I.”), mas se dispõe a fazer o que o outro quer ou precisa em troca daquilo que você quer ou precisa. A superação e expansão de sua autenticidade e integridade ocorrem porque você passa a agir de acordo com valores e regras (princípios e critérios) que (pelo menos ainda) não eram seus, mas tornam-se os seus por necessidade de adaptação. Essa atitude de adaptação necessária e, muitas vezes, inescapável, pode ser tanto saudável e construtiva quanto limitadora e destrutiva, dependendo basicamente de duas coisas: 1) quanto essa adaptação compromete ou não seu senso de autenticidade, sua certeza de quem você realmente é quando não precisa dos outros para satisfazer suas necessidades e 2) a qualidade dos valores e das regras que você estará emprestando dos outros para satisfazer suas necessidades.

Pode-se dizer que o tamanho de sua AUTENTICIDADE é diretamente proporcional à quantidade de vezes que você ao longo de sua vida optou pela ATITUDE “V.A.I.” e não pela ATITUDE “S.A.I.”. Pode-se dizer que as pessoas mais formidáveis, aquelas de caráter fascinante e personalidade magnética, são pessoas que passaram mais tempo operando na ATITUDE “V.A.I.” do que na ATITUDE “S.A.I.”, ou que fizeram a mágica de combinar essas duas atitudes de forma cruamente consciente, sem nunca perder “de vista” as linhas divisórias, sabendo sempre onde estavam as fronteiras que separavam elas em sua integridade total, daquilo que elas emprestaram dos outros para adaptar-se ao mundo. Um dos maiores motivos para conhecer a si mesmo é saber exatamente o quê em você é você e o quê em você não é você. Um dos maiores motivos para não se saber o quê se quer da vida é o conflito ou disputa entre partes de você que são realmente você e partes de você que foram instaladas pela necessidade de adaptação ao ambiente externo ao qual você teve que recorrer para buscar a satisfação de suas necessidades. É como ir comprar alguma coisa e pagar com uma moeda que o dono da loja olha e lhe diz “esse dinheiro não vale aqui, você precisa trazer outro, caso contrário não poderá levar o que quer”. Por necessidade, para sobreviver, você acaba abrindo mão de sua própria moeda (sua integridade, sua totalidade e sua autenticidade) e passa a vida comprando a satisfação de necessidades que são suas com valores que não são seus.

COOPERAÇÃO ABAIXO de sua AUTENTICIDADE e INTEGRIDADE.

A resposta que você recebeu do mundo toda vez que optou pela ATITUDE “V.A.I.” e a maneira como você reagiu a essa resposta determinam muito de sua opção pela ATITUDE “S.A.I.” ou pela ATITUDE “C.A.I.”: Cooperar Abaixo de sua Autenticidade e Integridade. Em outras palavras, dizer sim quando sua vontade é dizer não e dizer não quando sua vontade é dizer sim. Você assume a ATITUDE “C.A.I.” toda vez que Compromete a Autenticidade e Integridade de seus valores em troca da satisfação de suas necessidades. Essa satisfação, apesar de garantir sua sobrevivência (fisiológica ou emocional) é garantia de uma atitude de baixa estima por si mesmo, enorme confusão de valores e uma convicção perigosamente frágil em suas próprias avaliações e julgamentos. Você permanece como uma criança eternamente dependente de aprovação, aceitação e, principalmente, controle dos outros. Você deixa de ter uma coisa chamada opinião própria, você esquece ou abandona completamente quem você realmente é. Você sobrevive assim. Mas apenas isso. No próximo artigo aponto “A CURA” para essa doença chamada ATITUDE “C.A.I.” da qual sofre (de forma perigosamente inconsciente) um número assustador de pessoas. Uma CURA chamada: “ATITUDE DE emancipação”.

 
“INTELIGÊNCIA: Capacidade de apreender e organizar os dados de uma situação, em circunstâncias para as quais de nada servem o INSTINTO, a APRENDIZAGEM e o HÁBITO; capacidade de resolver problemas e empenhar-se em processos de pensamento abstrato. Percepção clara e fácil; habilidade em tirar partido das circunstâncias; engenhosidade e eficácia no exercício de uma atividade; sagacidade, perspicácia. Inferir a partir de dados incompletos e tomar decisões em condições de INCERTEZA.”
Dicionário Houaiss
 

COMO PASSAR MAIS TEMPO APROVEITANDO DO QUE CONSERTANDO A SUA VIDA?

 
Adotar uma ATITUDE DE Inteligência de forma consistente (e não apenas uma ou outra a cada 20 anos!) é a única forma de passarmos mais tempo APROVEITANDO do que CONSERTANDO nossas vidas. Por “ATITUDE DE Inteligência” entenda o fazer escolhas e o tomar decisões com clareza, propósito, INTENÇÃO DETERMINADA e RESOLVIDA. Significa fazer e tomar decisões REALMENTE INTENCIONAIS, orientadas pela vontade declarada, pela busca aberta e descolada da satisfação de nossas necessidades e de nossos valores, de forma sustentável SIM (realmente possível de ser mantida) e congruente SIM (não conflitante) com nossas identidades; mas também tomados por aquilo que, além de fazer nossa vida funcionara faz valer a pena: envolvimento visceral, comprometimento apaixonado. E, para isso, nenhum alimento, nenhum elemento, nenhum componente, nenhum conceito de inteligência (novo ou disfarçadode novo), nenhuma técnica, nenhuma estratégia, nenhuma ciência e nenhum “SEGREDO” poderá ainda ser inventado ou será ainda “descoberto” que supere ou sequer substitua a química decorrente da união de 6 letras: “ENERGO”. Ou, em bom português, com suas 7 letras: ENERGIA.

Não importa quantos cursos façamos ou quantos recursos acumulamos para melhorar nossa atitude, turbinar nossa performance ou subir de posição na cadeia alimentar, sem “energo”, tornamo-nos mais inclinados a procurar justificativasdo que a encontrar alternativas, congelamos na mediocridade ou na hipnose fossilizada de nossos dilemas, tendemos a não fazer, a procrastinar indefinidamente ou a fazer apenas o que nos for conveniente (e confortável). Com “energo”, nossos problemas tendem a ser “PROBLEMAS DE CRESCIMENTO”: problemas que (enfrentados) nos PROMOVEM DE nível, nos levam para OUTRO PATAMAR da CADEIA ALIMENTAR, mais ELEVADO do que aquele no qual nos encontrávamos. Sem “energo”, nossos problemas tendem a ser “PROBLEMAS de ENCOLHIMENTO”: problemas oriundos dos PROBLEMAS de CRESCIMENTO que evitamos enfrentar (por FALTA de “energo”) e que nos mantém em tediosa paralisia, em perigosa estagnação, em constrangedor proveito paupérrimo de nossas possibilidades. Sem “energo” nossa atitude tende a ser a de buscar um sentido para a vidaao invés de viver uma vida com SENTIDO. Sem “energo” para nos fazer CRESCER somos presas fáceis da ENTROPIA para nos fazer ENCOLHER. Energo, histamina, vigor, ENERGIA ou (com o perdão da linguagem), “FOGO NO RABO”, constitui a mais poderosa vacina (ou o mais poderoso antídoto) contra uma vida vivida abaixo de suas reais possibilidades.

 

ENERGIA:
ATITUDE DE INTELIGÊNCIA VERSUS A ENTROPIA DA BURRICE

 
De todas as psicologias, a de maior contundência científica dos últimos 150 anos assume que, em essência, todo mundo quertomar apenas decisões inteligentes; em essência, todo mundo quer sempre ACERTAR. Essa não é, de forma alguma, uma teoria, um credo, uma filosofia ou um sistema de pensamento sobre a natureza humana. Essa é a PRÓPRIA NATUREZA (BIOLÓGICA) HUMANA. Nossa ancestral memória genético-evolutiva esculpiu, demorada e pacientemente, nas células do “porão” de nossos cérebros (o sistema límbico), um programa de comportamento com uma instrução tremendamente simples: acerte e terá prazer (satisfação, conforto) e poderá sobreviver, erre e terá dor (frustração, privação, dano) e poderá morrer. Esse fator “viver VERSUS morrer”deveria ser, por si só, suficiente e forte o bastante para, pelo tempo que já estamos aqui neste planeta, ter produzido uma espécie superinteligenteque SÓ ACERTA. Acontece que temos outras forças a considerar, a mais importante delas é nossa energia individuallimitada. Como não temos um estoque infinito de energia disponível (sabemos de nossa mortalidade biológica), temos como principal tendência economizar energia. Para economizar energia desenvolvemos padrões repetitivos de comportamento, formas fixas de agir que nos isentam da necessidade de inventarmos um novo comportamento a cada situação, mesmo quando uma situação novaexige uma atitude nova. É como a gravidade: a mesma força que nos mantém (seguros) no chão, também nos impede de voar.

Essa permanente economia de energia é o que mais nos afasta de atitudes inteligentes, nos levando a fazer escolhas e a tomar decisões baseados em, por ordem de força e manifestação cronológica:

01. O instinto: nossa ciênciaou lógica intuitivaprofundamente arraigada à nossa autopreservação e sobrevivência. Não existe em nossos instintos nenhum compromisso maior com nossa autorealizaçãomaior e nem com o uso do máximo de nosso potencial.

02. A aprendizagem: nossa avaliação do que nos acontece é pré-filtrada por nossa experiência, por aquilo que já nos aconteceu antes e pelo que aprendemos através disso. Somos, em grande parte das vezes, aprendizes vagarosos demais e, muitas vezes, imbecis em nossas avaliações e interpretações.

03. O hábito: nossa natural preferência por CERTEZA, SEGURANÇA e PREVISIBILIDADE nos faz desenvolver hábitos, atitudes, formas conhecidas de agir ou de reagir às circunstâncias. Mecanismo muito eficiente para economizar energia, mas não para evitar atraso em nosso desenvolvimento e crescimento, fracasso sistemático em nossas iniciativas, problemas crônicos e muita frustração. Novas circunstâncias e diferentes situações exigem reações novas e atitudes diferentes.

Esse “funcionamento econômico”, essa tendência por uma existência morna, essa expectativa pelo lento, calmo, garantido e seguro, essa atitude contida de estar sempre no meio do pouco e nunca no tudo do muito é herança de nosso desenho psicológico obsoletoimplantado em nossos ancestrais ainda no período do Pleistocenoe ainda teimosamente mantido mesmo nos genes dos que nasceram depois do Projeto Genoma. Livrar-nos das debilidades e fragilidades físicas oriundas desse desenho inferiorque nos condena a envelhecer, adoecer e morrer tem tudo para ser o negocio multi-trilhardariodas próximas duas décadas. Um novo hardware(um novo corpo) estará disponível para os que viverem até lá. Mas, e o softwarepara esse novo hardware? Sabe-se de pelo menos 100 mil experimentos com DNA e RNA sendo conduzidos hoje no mundo. Essa combinação de volume robusto de investimento e pesquisa, capital intelectual do mais elevado dos níveis e muito, muito interesse, fixa data para nos livrarmos de nossa bioquímica obsoleta (2023) e de nossa genética (2034) com data de validade vencida ha 200.000 mil anos. Mas, e nossa psicologia de mortalidade, e nossa ATITUDE  DE MORTAIS com medo de mudança, do escuro, do desconhecido, da morte, do fim? Como implantar um desenho psicológico superior num desenho fisiológico superior? Para essa questão, nem o mais legítimo herdeiro de Isaac Asimov, Ray Kurzweil, se atreve a apontaruma possível resposta. Eu me atrevo. No próximo artigo.

 
ATITUDE”. Esse deveria ser o nome do grande “SEGREDO”, o sobrenome de qualquer vocábulo, de qualquer sinônimo relacionado com triunfo, vitória, liderança, pódio, medalha, lágrimas verdes e amarelas. Nesta simples palavra está o resumo fiel, correto e implacável das respostas das quais muitos fogem num frenesi patético de justificativas e racionalizações: por que perdi, por que apenas quase, por que não ainda, por que os outros, por que não eu?Atitude. Fiel impecável da balança que num de seus pratos acumula o saldo de nossas melhores escolhas e noutro o fardo de nossos piores equívocos. Não somos nossos nomes, não somos nosso CEP, não somos nossos pensamentos, sentimentos ou intenções. Não somos nem mesmo nosso genoma. Somos de fato a soma de nossas atitudes. Mas, muito mais do que apenas “nossa maneira de ser”, muito mais do que nossas predisposições viciadas, a nossa atitude, a atitude que nos define e diferencia está, de fato, em apresentar respostas novas para as velhas perguntas da vida.No entanto, quando fala-se ou escreve-se sobre atitude, assume-se como implícita uma forma de ser ou de agir diferente (para melhor) dos demais, uma resposta a vida e aos desafios superior ou “mais vencedora” do que o padrão adotado pelos nãos vencedores. O problema com essa abordagem é a ausência de um alvo claro no qual focar se percebemos que em nós está “faltando atitude”. A resposta fica um pouco mais fácil quando fazemos a pergunta de uma forma um pouco melhor: qual atitude está faltando? Coragem, verdade, decisão, determinação ou resolução? Todas essas coisas são atitudes e (a boa noticia!!!) podem ser produzidas instantaneamente. Sim, atitude é coisa que se faz mais do que algo que “se toma”. E, basta uma rápida olhada nas prateleiras das livrarias para perceber que o tema está sendo vendido (mesmo sob diferentes e variados nomes) como se fosse algo que precisamos ter, ou, se não o temos, tomar. Realmente tem gente precisando mesmo “tomar”.O que muita gente que escreve sobre o assunto ignora ou simplesmente omite por conveniência literária (para o livro ser mais “comercial”) ou inapetência moral (a criatura não apenas não sabe do que está falando como também não vive o que propõe), é que, muito mais do que uma mudança de agenda ou do que simplesmente adotar uma diferente lista de prioridades, mudar nossa atitude significa mudar a própria essência do que somos, nossa própria identidade. E aqui o desafio tem o mesmo tamanho da recompensa: GGG!!! Na verdade a ignorância sobre essa sintaxe (sobre essa seqüência lógica do que fazer) é a própria e maior fábrica de frustração daqueles que, insatisfeitos com suas vidas, saem em busca de mudança. Podemos tentar mudar nossos ambientes, mas nossos resultados continuarão sendo determinados por nossos comportamentos. Podemos tentar mudar nossos comportamentos mas eles continuarão sendo fabricados por nossos valores. Podemos tentar mudar nossos valores, mas eles, em última instancia, são produtos de nossa identidade, da forma como definimos a nós mesmos, do sentimento de certeza sobre quem somos e quem não somos. Essa identidade é a mãe da atitude. Se nossa mudança de agenda, se nossa nova lista do que fazer de nossas vidas tem a “aprovação” dessa “senhora nossa mãe”, além do ímpeto para começar, teremos a permissão para continuar. Se, ao contrário, a atitude que decidimos ter contraria de forma marcante nossa definição que temos de quem somos ou não somos, o resultado certo será procrastinação aguda e quadros crônicos e intoleráveis de conflito e auto-sabotagem. Aqui está O GRANDE PARADOXO DA VIDA. Mantermos uma atitude congruente com nossas identidades nos dá CERTEZA, CONFORTO, SEGURANÇA e um senso de CONTROLE. Em nenhum dicionário do mundo (em qualquer língua) nenhuma dessas coisas será encontrada como sinônimo de realização máxima, felicidade intoxicante, sucesso acachapante, entusiasmo extravagante, alegria contagiante ou de qualquer coisa sequer parecida com vida de verdade. Ao contrário, essa atitude de preferência pela repetição, pelo continuarmos a sermos apenas aquilo que somos, pela conservação congelada de nossas identidades, constitui um indicador inequívoco de superficialidade e estagnação, a receita triste, mas infalível de uma imitação de vida restrita a garantias e previsibilidade, uma sentença auto-imposta de mediocridade e muita, muita frustração.Para fazer o que nunca fizemos (e vivermos o que nunca vivemos) temos SIM que “desobedecermos nossas mães”, contrariarmos nossas identidades adotando atitudes muitas vezes alienígenas àquilo que reconhecemos como nós mesmos, como a “agenda monolítica de nossas vidas”. Não mudaremos nossas vidas sem mudarmos nossas vidas. Não mudaremos nossa atitude sem mudar nossa identidade e não mudaremos nossa identidade sem fazer aquilo que nunca fizemos, sem tomarmos a decisão de termos uma nova atitude.A palavra decisão assume um notável significado quando, ao invés de seus possíveis sinônimos rebuscados e transvertidos para servir de titulo de livro de “autor-ajuda”, buscamos seu “genoma léxico”, sua raiz mais primordial. Decisão vem do latim decaedre cujo significado é cortar. Quando tomamos uma decisão de termos uma nova atitude, o que fazemos é um corte em nossas identidades, extirpamos o que eu chamo de o maior dos cânceres existenciais: continuidade. Em nossas vidas, em função de nosso desenho biológico, evolutivo e emocional, continuidade é o doce que vira amargo e o amargo que vira ácido. O que quero dizer com isso é que “simplesmente não fomos feitos justamente para aquilo que normalmente sentimos maior tendência em buscar”: a repetição ou a simples continuidade daquilo que já somos, do como já estamos, daquilo que já fazemos, das mesmas atitudes que sempre tivemos. Contrariar esse nosso desenho evolutivo e emocional é o mais original dos “pecados originais”, a atitude mais insistentemente imbecil que boa parte da humanidade preserva e transfere de geração para geração. Preferimos a fixação quando somos feitos para a oscilação. Alimentamos a expectativa pela permanência das coisas quando a impermanência é o próprio oxigênio de nossa natureza e de tudo que pode ser chamado de vivo.Crescer e expandir, transformar e transcender não é portanto a atitude que mais vale a pena em qualquer contexto: é a única. Dela deriva todo o resto, seja esse resto chamado de qualquer um dos seguintes vocábulos: sucesso, felicidade, realização, liberdade, salvação, iluminação, propósito ou sentido máximo da vida.Mas, não se iluda com o mito do “Yes, You Can!”. Existem algumas coisas que você simplesmente não consegue fazer por você mesmo, desde o coçar determinadas partes de seu corpo até o contar uma piada para si mesmo (e conseguir rir!!!). Existem outras que você até pode conseguir fazer sozinho, mas que para isso exigem muito mais tempo e sacrifício. Mudar sua atitude através da mudança de sua identidade é a principal dessas coisas. Para isso, contar com a mais adequada das ajudas é simplesmente a mais inteligente das atitudes. Coloque-se em um AMBIENTE que NÃO LHE DEIXE ESCOLHA a não ser EXPANDIR, ignorando o CONFORTÁVEL e CONVENIENTE e optando pelo DESAFIANTE, pelo FAZER O QUE NUNCA FEZ para VIVER O QUE NUNCA VIVEU!

O Senado dos Estados Unidos votou no dia 18 de dezembro a favor de derrogar a chamada política “Don’t Ask, Don’t Tell” (Não pergunte, não diga) que proibia as manifestações e práticas homossexuais entre os membros das forças armadas. Um crítico da medida advertiu que com esta reforma o serviço militar se converteu em uma ferramenta para impor “uma agenda social radical” no país.

Em uma votação final de 65 contra 31, o Senado eliminou a política, superando os 60 votos necessários para evitar o bloqueio republicano.

Enquanto o Presidente Barack Obama considera a votação como “um passo histórico” e assegura que “milhares” abandonaram o exército por causa desta política, para o presidente do Family Research Council, Tony Perkins, veterano do Corpo de Marines dos EUA, trata-se de “um dia trágico” para as forças armadas.

“Os militares americanos existem com um único propósito: lutar e ganhar guerras”, explicou. “Entretanto, (o serviço militar) foi seqüestrado e se converteu em uma ferramenta para impor no país uma agenda social radical. Isto pode impulsionar a causa daqueles que procuram modificar as atitudes sociais em relação à sexualidade humana, mas fará mal à capacidade do exército para cumprir sua missão”, acrescentou.

Embora a lei de 1993 que proibia as manifestações e práticas homossexuais foi adotada depois de “meses de debate e pelo menos uma dúzia de audiências no Congresso”, recordou Perkins, a última votação produziu-se menos de três semanas depois de receber um relatório do Pentágono. Para o líder do Family Research Council, a votação foi um “pagamento político” feito a “uma pequena parte, mas forte e rica, da base democrata”.

A derrogação implica, para seus promotores, sancionar profissionalmente os homens e mulheres que se oponham à homossexualidade, como os capelães militares.

Alguns capelães já foram informados por seus superiores de que devem abandonar o exército se tiverem problemas de consciência em relação à derrogação.

“Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.” Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54.

A informação é de entrevista de Johanna Nublat publicada na edição desta segunda-feira da Folha

Iriny tem histórico de militante dos direitos humanos e sua declaração toca num dos pontos mais explorados durante a disputa eleitoral. Para ela, o papel do governo federal na questão é cumprir a lei, e cabe ao Congresso definir políticas públicas.

O tema consta em programa do PT do início do ano. A futura presidente Dilma Rousseff, porém, se disse contrária a mudanças na legislação -que prevê o aborto apenas em caso de estupro ou risco à saúde materna.

Leia trechos da entrevista:

A sra. fala sobre o aborto?

Sim. Temos a responsabilidade no zelo da saúde pública, dentro da lei, de não permitir nenhum risco às mães.

A sra. tem uma posição pessoal sobre o assunto?

Minha posição é que temos que ter muitas políticas de prevenção e de esclarecimento. Agora, eu não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. “Ah, é defesa do aborto…”

Ninguém defende o aborto, trata-se de respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.

***

Meu Deus do céu, respeitar uma decisão pessoal que DESRESPEITA o direito anterior ao direito à liberdade pessoal, que é o direito a vida, é inaceitável!

Não me iludo, a batalha em defesa da vida está apenas começando  e vamos vê como a nova presidente vai lidar com esse tema.

A opinião da nova ministra ultrapassa inclusive a questionável questão da saúde pública e adentra no “direito” da mulher de fazer o que quiser, inclusive matar já “que ninguém é obrigado a ter filho”.

A vida é um direito básico e é INEGOCIÁVEL.


No último dia, Deus não procurará em vós medalhas, nem graus, nem diplomas.

Procurará cicatrizes.

Bryan Kemper

Selecionando a árvore de Natal com as crianças, cantando hinos de Natal na igreja, ensinando meus filhos sobre o nascimento de nosso Salvador… Eu poderia continuar falando de muitas coisas que trazem alegria para mim durante a época de Natal; é uma época verdadeiramente cheia de encanto no ano.

Passo também boa parte da época de Natal sofrendo, triste e angustiado ao observar o que está acontecendo com nosso mundo.(..)

Às vezes acho que Deus se entristece mais na época de Natal do que em qualquer outra época do ano. O terceiro mandamento é que não devemos tomar o nome do Senhor em vão, e é exatamente isso que acontece quando o que falamos para Deus ou de Deus é da boca para fora.

Alguns de vocês podem estar pensando que preciso apenas me alegrar; afinal, é época de Natal. “Vamos lá, Bryan, apenas veja o lado bom de tudo e goze os feriados; não seja tão ‘ranzinza’”. Garanto-lhe que estou gozando meus momentos em casa neste exato momento, e toda a beleza e encanto desta época do ano.Meu problema é que quando realmente penso na essência desta estação, não consigo ignorar as mentiras que estão fazendo com que a escuridão engula a sociedade. Se eu continuar a olhar para essa escuridão com cegueira nos olhos e apenas fingir que tudo está bem, então desperdicei minha oportunidade de brilhar a Luz da Verdade e da Esperança.

Um dos dizeres mais famosos que se ouve na época de Natal é de Lucas 2:14: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens”. (Lucas 2:14)“Paz na terra”: tal simples sentimento é algo que ouvimos tantas vezes nesta época do ano.

A maioria das pessoas parece querer paz na terra nesta época do ano: nada de guerras e nada de crimes, só todo mundo amando uns aos outros.O problema com muitos que pedem paz na terra é que eles também defendem uma epidemia de violência que está varrendo a terra e tirando vidas inocentes aos milhões todos os anos. Na semana passada um tão chamado tribunal de “direitos humanos” ordenou que um país que protege a vida humana inocente comece a permitir a destruição da vida

.Nosso atual presidente foi eleito com a promessa de continuar a deteriorar as proteções aos nossos cidadãos americanos que estão ainda em gestação e até fortalecer as forças que querem matar esses americanos. O presidente Obama, que afirma ser seguidor de Cristo, na verdade louva e apoia uma das organizações mais malignas, destrutivas e cheias de ódio do planeta terra, a Federação de Planejamento Familiar*.

Anos atrás, a Federação de Planejamento Familiar zombou publicamente do conceito de “Paz na terra” ao distribuir cartões de Natal que declaravam “Escolha** na terra”. Neste ano, a Federação de Planejamento Familiar está vendendo cupons que as pessoas podem usar para cobrir as despesas para matar seu próprio filho [em gestação numa clínica de aborto].O lugar mais seguro para todas as crianças deveria ser, de fato, o útero de suas mães. Contudo, para milhares de crianças nos EUA todos os dias, esse é o lugar mais perigoso de se estar.

Como é que podemos verdadeiramente esperar ter paz na terra quando não há nenhuma paz no útero? Como podemos falar de amar uns aos outros e acabar com as guerras quando travamos guerra contra os seres humanos mais inocentes e vulneráveis do planeta terra?

Desde 22 de janeiro de 1973, nós como nação estamos roubando a oportunidade de mais de 53.000.000 de bebês de terem seu primeiro Natal. Mais de 53.000.000 de menininhos e menininhas nunca conhecerão a alegria de desembrulhar papéis de presente e gritar de alegria ao verem o que está dentro.

O que está acontecendo é o contrário. Eles estão gritando, sem que ninguém os ouça, enquanto são despedaçados do útero de suas mães. Eles nunca serão embrulhados num cobertor e colocados nos braços de seus pais. Eles, como os papéis de presente na manhã de Natal, acabarão no lixo: jogados fora.

Enquanto isso continuar acontecendo na terra, não dá mesmo para haver paz.Uma semana depois do Natal vem outro dia importante, o Dia de Ano Novo. Todo ano, milhões de pessoas fazem decisões e promessas de Ano Novo de fazerem mudanças para o ano que está chegando.Vou pedir que você faça comigo uma decisão de Ano Novo.

Passei os últimos vinte quatro anos de minha vida lutando para acabar com o holocausto do aborto e vou me comprometer a continuar essa luta até dar meu último suspiro.Quero saber se você quer fazer uma decisão comigo de assumir uma posição mais forte do que nunca antes, de levantar a voz mais do que nunca antes, de clamar mais alto do que nunca antes e de brilhar a luz de Cristo mais do que nunca antes.Você tomará essa posição conosco?

Nota do tradutor: A Federação de Planejamento Familiar, fundada por feminista marxista Margaret Sanger, é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA.** Nota do tradutor: “Escolha” (do original em inglês “choice”) é termo usado por ativistas e grupos pró-aborto dos EUA. “Escolha” se refere à “escolha de matar o próprio filho em gestação”. Em vez de se apresentarem como grupos ou indivíduos pró-aborto, eles preferem o termo “pró-escolha” (pro-choice).

G1

Seis personagens homossexuais movimentarão a trama de “Insensato coração”, novela que substituirá “Passione” no horário das 21h da TV Globo. A trama de Gilberto Braga e Ricardo Linhares vai ao ar a partir de 17 de janeiro.

A novela – que já pode ser considerada recordista em personagens com essa opção sexual – terá até um “point” gay: um quiosque na Praia de Copacabana.

O lugar se tornará sucesso quando sua dona, Sueli (Louise Cardoso), colocar uma bandeira do arco-íris para enfeitar a vendinha, sem saber que aquele é um dos símbolos da miltância homossexual.

No quiosque de Sueli, um dos vendedores, Xicão (Wendel Bendelack) será gay assumido enquanto o filho da proprietária, Eduardo (Rodrigo Andrade), se descubrirá homossexual. Antes disso, o jovem irá namorar uma mulher, Paula (Tainá Müller).

Outro gay promete agitar o núcleo de humor de “Insensato coração”. Interpretado por Leonardo Miggiorin, Roni será o fiel escudeiro da Natalie Lamour (Deborah Secco), uma ex-participante de reality show, que sonha ter de volta sua fama e arranjar um marido rico.

Cassio Gabus MendesCassio Gabus Mendes, que viverá o preconceituoso
Kléber. (Foto: Divulgação/TV Globo)

Homofobia
Em contraponto ao time colorido de “Insensato coração”, os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares também pretendem tratar da homofobia. O executivo Kleber (Cássio Gabus Mendes) manifestará preconceito contra seu próprio chefe, o advogado Álvaro (Edson Fieschi).

Completam o time de personagens homossexuais da novela o professor de Direito Hugo (Marcos Damigo) e uma agente penitenciária vivida pela atriz Cristiana Oliveira. Segundo a assessoria de imprensa da TV Globo, a personagem lésbica só deverá aparecer na trama a partir de março.

Com locações em Florianópolis e no Rio de Janeiro, “Insensato coração” terá como personagens centrais a mocinha Marina (Paola Oliveira), o herói Pedro (Eriberto Leão) e o vilão Léo (Gabriel Braga Nunes). Entre os destaques no elenco estão Gloria Pires, Antonio Fagundes, Nathalia do Valle, Fernanda Machado, Lázaro Ramos e Camila Pitanga.

“proteção à família, à maternidade, à infância, à adolecência e à velhice” é um dos objetivos da Assistência Social, segundo a Constituição Federal de 88, art. 203, inciso I. Infelizmente, a realidade em alguns casos tem se mostrado exatamente o contrário. Teremos alguns textos sobre Serviço Social, uma profissão que, dependêndo do agente e da ideologia que o conduz, pode ser a favor do nascituruo e sua mãe ou desastrosamente contrário aos mesmos.

Hoje postaremos um comentário sobre o Parecer dos Conselhos Federal e Regional (SP) favoráis a prática abortista em um encontro. Ano de 2009 mas ao que parece, nada mudou.

Informativo CRESS SP

“Após amplo debate realizado no segundo dia sobre o trabalho do assistente social e a questão do aborto, a plenária de delegados e observadores do 38º Encontro Nacional do Conjunto CFESS/CRESS aprovou por unanimidade “posição favorável à descriminalização do aborto e a necessidade de difundir a norma técnica do Ministério da Saúde sobre o aborto legal e seguro como um direito reprodutivo, constitutivo dos direitos humanos, que se exerce no contexto da laicidade do Estado, garantindo justiça social e igualdade de direitos”.”Aqui.

Vejamos bem:

Unanimidade? Bom, não estaria o apoio ao aborto já pré-programado antes do encontro? Interessante que os próprios Conselhos em outras ocasiões consideram ser divergente esta posição por parte dos próprios profissionais. Como então pode um conselho “bater o martelo” e considerar um juízo de uma questão que nunca foi homogênea entre os próprios membros? Ainda mais que não envolve apenas uma área da sociedade.

2º- Não é difícil perceber o quanto o Ministério da Saúde se interessa e influi nesta questão de “legalizar” o aborto, isto será esclarecido em outro texto. Mas, vamos corrigir a interpretação de alguns termos, mais para clichês, do parecer dos Conselhos:

Não existe “aborto legal”, simplesmente, no código penal, há ocasiões que o aborto não é punido, ao contrário de obrigar a condução ao trágico procedimento como muitos “técnicos” sociais do conselho estão pensando. Por outro lado, o mesmo código não prevê maior apoio às gestantes e acompanhamento psíquico-social a elas para, enfim, não optarem pelo aborto. E não é por isto que os “Conselheiros” deveriam estar lutando?

-Não existe “aborto seguro”, todo aborto culmina com a morte da criança, e ainda que feito em “clinicas de luxo” trás sérias conseqüências psicológicas às mães gestantes, pois é um procedimento que foge à natureza materna. Sem contar nas inúmeras chances de complicações em gravidez posteriores e até mesmo aumento do risco de infertilidade e esterilização. Como então ousam usar o termo “direitos reprodutivos”? Estão mesmo defendendo este direito reprodutivo? Contraditório.

3º- Direitos humanos? É repudiável o uso de tal termo para justificar o infanticídio e um verdadeiro holocausto silencioso. Sequer foram aos tratados de direitos humanos, constitucionais ou ramos da área jurídica nos direitos inerentes ao homem para falarem de “direitos humanos”. Sequer pensam em um trabalho de direito integral à mulher como informações sobre os males, procedimentos e conseqüências do aborto e proteção ao nascituro.

4º- Contexto de laicidade do Estado? Este termo revela uma preocupação dos Conselhos com a posição moral, ética e filosófica da grande maioria dos grupos religiosos que são contrários ao parecer. Mas esquecem que a consciência contra o aborto pode ser levantada independentemente de credo. O que impediria um ateu convicto de se manifestar contra o aborto? E, não estaria o Conselho demonstrando discriminação religiosa? O estado é laico, não têm religião oficial, porém não é “laicista”, ou seja, não é contrário às religiões e a manifestação de suas crenças e valores. Lembro também aos senhores conselheiros que a profissão de Assistente Social se iniciou na Igreja, no meio eclesial e não secular. Outro dado que podemos tirar disto é que os ditos “cientistas na área social” ignoram que aborto é uma questão tratada em outras áreas científicas, que há muito tempo já comprovou biologicamente sobre a presença de outro ser humano, envolvido no drama em questão.

5º- Justiça social e igualdade de direitos? Abortar não é direito nem de ricos e nem de pobres porque é um ato que despreza todos os direitos de quem vai nascer. Os “conselheiros” tiveram direito de nascer, não deveriam trabalhar para que outros tenham o mesmo direito também em condições mais dignas para suas mães? O procedimento abortivo, em qualquer ocasião de modo, hora e local, não seria uma violência contra a própria natureza da mulher? Daí, não restam mais direitos a reclamar, nem mesmo para os marxistas do Conselho Federal de Assistência Social que, de fato, não estão lutando pelo direito integral do ser humano e nada propõem para o crime do aborto ser evitado e ajudar às mães.

Pra terminar fica o questionamento: Não é de hoje que alguns ambientes universitários como nas áreas de Serviço Social, Psicologia, Direito e até Medicina estão impregnadas com a mentalidade fora de valores autenticamente cristãos, tendendo assim, a ver como bem o que é mau. Apenas enxergando soluções aparentemente fáceis para problemas difíceis, Mostram até uma limitação em termos de desenvolvimento em solução para os problemas tratados na sociedade, digo que isto também é conseqüência da marginalização dos valores evangélicos. E não é exclusividade do CFESS, infelizmente.

Pergunto então,o que você leitor(a) pode fazer, na tua área de atuação, para mudar este quadro?

Fiquem atentos defensores da vida e da justiça, “Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.” (Mat. 10,16).

Uma das primeiras mulheres confirmadas para o governo de Dilma Rousseff, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), 44, defenderá na Secretaria de Direitos Humanos temas polêmicos, como a adoção por casais homossexuais.

A entrevista é de Flávia Foreque e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo.

O assunto é um dos pontos da terceira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos. Essa posição a coloca em choque com a bancada evangélica do Congresso.

“A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães”, diz a futura ministra.
Formada em Pedagogia e com mestrado em educação e violência infantil, ela criticou a forma como o aborto e a união civil entre homossexuais foram tratados nas eleições deste ano.

***

A sra. concorda com o texto final do Plano Nacional de Direitos Humanos?

Vou assumir uma pasta que já tem um programa. Portanto, nós vamos cumpri-lo plenamente como ele está, com as mudanças feitas pelo presidente Lula. Os temas que os movimentos sociais avaliarem que ficaram insuficientemente tratados serão mantidos em debate aberto, franco e tranquilo. O plano é uma referência e nós vamos trabalhar com ele sem medo.

No ano passado, o Executivo enviou ao Congresso o projeto de lei que cria a Comissão da Verdade. Qual deve ser o papel desse grupo?

Vários países do mundo, de forma madura, instituíram comissões da verdade e da memória e conseguiram enfrentar suas questões mais sentidas, os dramas sociais mais perversos da sua história, fazendo um processo de reconciliação nacional. O que há é a necessidade dos cidadãos brasileiros de terem um encontro com esse período [da ditadura militar].

sra. defende pontos controversos do programa, como a concessão de benefícios previdenciários a prostitutas e a defesa da adoção por casais gays?

A secretaria irá cumprir o plano. Quando a gente trata, por exemplo, da possibilidade de as famílias homoafetivas fazerem a adoção, nós estamos trabalhando com algo que é muito importante para as crianças em abrigos.

O Brasil deve assegurar o direito à família a essas crianças. A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães. A superação desse preconceito é importantíssimo.

Diante dos recentes ataques a homossexuais em São Paulo, a secretaria irá elaborar políticas para a comunidade gay?

A secretaria vai intensificar o seu trabalho em relação ao combate à homofobia. Quero tratar dessa questão com a emergência que ela exige. Nós estamos diante de crimes motivados pelo ódio à condição humana dos homossexuais. Quero trabalhar com Estados e municípios para compor uma rede que consiga enfrentar essa violência com mecanismos concretos de responsabilização. Será uma das minhas primeiras medidas.

Isso inclui aprovar o projeto que criminaliza a homofobia?

Quem tem urgência não espera a lei ser votada no Congresso. Muitas vezes as legislações demoram nessa área de direitos humanos mais do que deveriam. Não vou começar pela lei, mas pela mobilização nacional.

Como a sra. avalia a forma como foram tratados o aborto e a união civil homossexual durante as eleições?

A motivação pela qual eles entraram no debate, especialmente pelos setores de oposição, foi alimentar o preconceito da sociedade brasileira e tentar com isso estabelecer dividendos eleitorais a partir dos setores conservadores. Não acho que essa é uma boa estratégia. O momento eleitoral foi um momento triste diante disso.

A sra. defende a descriminalização do aborto?

Não pretendo, ao iniciar os trabalhos da secretaria, oferecer posições que sejam mais pessoais do que aquelas de trabalho. Vou seguir plenamente o que o plano de direitos humanos estabeleceu e o que a presidente assumiu durante a campanha. Defendo o tema como uma questão de saúde pública.

***

A ministra  confunde o direito das crianças a um pai e uma mãe com  reivindicações  políticas “inclusivas” de lobbys gays .

A grande maioria dos homossexuais NÃO QUEREM adotar crianças.

Vem coisa por aí…

Quando nos dispomos a ajudar uma pessoa a superar sua homossexualidade, encontramos o fato de que muitas delas estão confusas sobre o que é verdadeiramente a homossexualidade. Muitas vezes a pessoa se identifica erroneamente como “homossexual”, criando assim um obstáculo a mais em seu esforço de aceitar sua nova identidade em Cristo. Há outros que não desejam aceitar seu problema homossexual e se recusam a enfrentar a realidade. Isto acontece muitas vezes com os pais de família ou parentes que não querem aceitar a homossexualidade de um ente querido. Para melhor compreensão deste problema, preparamos este artigo explicando nossa opinião sobre o que é verdadeiramente a homossexualidade.
         Até agora, nem a comunidade científica, nem os grupos religiosos, nem os homossexuais têm chegado a um acordo sobre a definição da homossexualidade. Apesar disto, Lauwrence J. Hatterer, autor de “Mudando a Homossexualidade Masculina” deu esta definição:” Aquele que em sua vida adulta está motivado por uma atração definida, preferencial, erótica por membros de seu mesmo sexo e, quem, às vezes, porém não necessariamente, tem relações com ele”. Esta é uma definição adequada para se trabalhar com ela, porém, uma explicação completa da condição homossexual é mais profunda.

A pessoa nasce homossexual?

         A maioria das pessoas homossexuais crêem que elas “nasceram” homossexuais. Para muitos esta crença traz alívio e retira a responsabilidade de mudança. Porém, não  existe evidência científica sólida de  que uma pessoa nasce homossexual. A grande maioria das pessoas homossexuais são completamente normais geneticamente: são homens e mulheres completos neste sentido.

Conduta aprendida

         Nós cremos que a homossexualidade é uma conduta aprendida, que foi influenciada por uma série de fatos: uma ruptura na vida familiar na infância, uma falta de amor incondicional da parte de algum dos pais, falta de identificação com o pai do mesmo sexo. Mais tarde estes problemas podem resultar em uma busca de amor e aceitação, inveja do mesmo sexo ou do sexo oposto, uma vida controlada por diferentes temores e sentimentos de isolamento. Parece que uma coisa está clara: a homossexualidade é causada por uma multidão de raízes. Seria simplista pensar em uma só causa: temor ao sexo oposto, incesto ou abuso sexual, mães dominantes e pais débeis e opressões demoníacas. Tudo isto pode ter parte nas causas da homossexualidade, porém, só um destes fatores externos na vida de uma pessoa,  que são suas própria decisões, é que são importantes ao formar sua identidade homossexual, ainda que sejam poucos os que desejam admiti-lo.

Que diz a Bíblia?

         A Bíblia diz em cinco diferentes lugares que a homossexualidade é pecado: Lv 18: 22, Lv 20: 13, Rm 1: 26-27, I Co 6: 9-10 e I Tm 1: 9-10. Apesar das Escrituras ser muito clara sobre a conduta homossexual, algumas pessoas se perguntam: “A Bíblia também diz que os sentimentos homossexuais são incorretos?”
         Depois de uma longa exposição sobre a homossexualidade, Rm 1:31  termina com estes versículos:

 
“Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais cousas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.”  Rm 1:31
        É evidente aqui que o aprovar o estilo de vida homossexual é pecado. Cl 3: 5 diz:
 
“Fazei, pois,  morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria.”  Cl 3: 5
        De acordo com a palavra de Deus, a luxúria sexual e a fantasia homossexual e heterossexual é pecado. Ao contrário, I Co 10: 13 nos assegura que a tentação não é pecado:
 
“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.”  I Co 10: 13
        Existe uma diferença entre tentação e pecado. Não podemos controlar por completo o que nos serve de tentação, porém está em nosso poder decidir se seguimos ou não esta tentação. Este poder de decisão se fortalece pelo Espírito Santo que vive em nós.
 

Os  Quatro Aspectos da Homossexualidade

         O problema da homossexualidade é muito mais que um simples ato sexual. As pessoas que estão presas neste pecado têm ingressado no ambiente homossexual em algum grau. Para compreender melhor as circunstâncias da pessoa que busca ajuda temos dividido a homossexualidade em quatro aspectos diferentes: conduta, resposta psíquica, identidade e ambiente homossexual.

Conduta

         Muitas vezes assumimos como verdade que todas as pessoas homossexuais têm encontros homossexuais, porém, este nem sempre é o caso. Assumimos também incorretamente que todo aquele que pratica atos homossexuais é homossexual. Porém, a verdade é que estes atos não são um indício verdadeiro de que uma pessoa seja ou não homossexual. Existe um número imenso de homens heterossexuais que têm encontros homossexuais por várias causas, como por exemplo, estar na prisão ou em outro lugar em que não seja possível o sexo heterossexual. Também não cremos que um garoto que tenha tido encontros homossexuais em tenra idade é um homossexual, a menos que estes encontros tentem preencher uma necessidade que não é satisfeita de outra maneira como a necessidade de amor, aceitação, segurança e significado.
         Nestes casos estes encontros representam uma troca pelas necessidades não sexuais que se obtém através deles. É possível que estes encontros sejam sinônimos de satisfação destas necessidades. Isto pode levar a uma orientação homossexual. Apesar disto, as estatísticas revelam que, a maioria dos garotos que experimentam atos homossexuais os deixam para trás e amadurecem até uma vida heterossexual normal. Ao contrário, muitas pessoas homossexuais nunca têm encontros homossexuais devido ao medo ou a uma forte convicção religiosa, estas pessoas refreiam uma conduta homossexual, porém, têm uma intensa luta com a homossexualidade.

Resposta Psíquica

         Uma breve definição deste termo é: “excitação sexual (estímulo) causada por percepção visual ou especulação de fantasia. A resposta psíquica é o que a gente chama também de “orientação homossexual”. Apesar de  muitas pessoas dizerem ter experimentado atração visual ou sexual pelo mesmo sexo “desde que se entendem por gente” ou “tem uso da razão”, existe um padrão progressivo na vida de uma pessoa que conduz à uma resposta psíquica homossexual. O menino pode começar com a necessidade de comparar-se com outros para ver se satisfaz os valores impostos pela sociedade. Quando vê que ele não se compara favoravelmente com os demais, sente admiração por essas qualidade e características físicas que inveja, o que leva ao desejo de possuir a outros e finalmente, o desejo de consumir a outros.
         Esse desejo se erotiza em algum momento resultando assim naquilo que se considera como a resposta psíquica.  Esta resposta psíquica em tomar a vida de outra pessoa se inicia com um pouco de imaginação. Se imagina situações sexuais. Quando o primeiro encontro acontece pode ser o resultado de vários anos de planejamento e fantasia. Muito embora também, a conduta homossexual pode preceder a resposta psíquica, sendo  resultante de uma resposta condicionada ligada à encontros prazerosos e satisfatórios com o mesmo sexo.

Identidade

         Algumas pessoas entram na homossexualidade pela “identidade”. Pode ser que essas pessoas não tenham experimentado atração sexual pelo mesmo sexo ou não tenham tido nenhum encontro homossexual. Apesar disto, desde tenra idade essas pessoas se sentem “diferentes” dos demais. Se sentem anormais, como se não ocupassem um lugar no mundo heterossexual. Eles raciocinam desta forma: “se não sou heterossexual, então devo ser homossexual”.  Está claro que esta é uma má interpretação. Uma pessoa que seja tímida, com medo do sexo oposto, falta de habilidades nos esportes e no social, não deve aceitar a identidade de “homossexual”.
         Porém, as pessoas crescem dentro de identidades. Uma vez que se aceita uma identidade, começam a se desenvolver na vida da pessoa, as características que esta identidade implica. É por esta razão que é de muita importância aquilo em que acreditamos sobre nós mesmos.

Ambiente

         Uma pessoa homossexual pode insistir que não tem responsabilidade alguma por sua identidade, sua resposta psíquica, nem ainda por seu primeiro encontro sexual, já que este pode ter sido forçado. Porém, toda pessoa homossexual deve arcar com a responsabilidade de haver escolhido entrar no ambiente homossexual. As pessoas entram neste estilo de vida em diferentes graus. Alguns vivem no mundo heterossexual a maior parte do tempo e somente buscam no ambiente homossexual encontros sexuais esporádicos e impessoais. Outros, ao contrário, mergulham totalmente na subcultura homossexual onde trabalham, vivem e se socializam em um ambiente totalmente homossexual.
         Dentro destes dois extremos, existem todos os demais graus de aprofundamento nesse ambiente, porém, para muitas pessoas, é no ambiente homossexual onde elas têm sentido de alguma forma a aceitação em nível superficial. Apesar da aceitação disponível, o ambiente homossexual muitas vezes se torna uma forma de vida dolorosa e sem recompensa, especialmente para os homossexuais de idade avançada que já não são desejados sexualmente.
         Como vocês podem ver, nestes quatro aspectos, a homossexualidade é um problema complexo com muitas definições e variações. Se alguém te diz: “eu sou homossexual” na verdade te disse muito pouco sobre sua pessoa. É necessário olhar sua vida mais profundamente para determinar até que grau a homossexualidade se tornou parte de sua identidade. Isto também pode ilustrar porque a homossexualidade pode ser um problema difícil de superar.
         É verdade que a saída da homossexualidade não é fácil, porém há milhares que a tem abandonado e se tem tornado “novas criaturas em Cristo”. Muitos têm se casado e têm famílias, enquanto que outros se mantém solteiros e vivem vidas alegres dedicadas ao serviço de Deus. Deus nos dá os desejos de nosso coração. Satanás se descontenta quando alguma pessoa percebe o engano da homossexualidade e descobre a porta de saída. Há muitas batalhas para pelejar, porém, “maior é o que está em nós do que o que está no mundo”.

 
“Não temas, nem te desanimes, pois a batalha não é tua, mas sim, de Deus”.  ( II Crônicas 20: 15 ).

Ele nasceu a partir da constatação de que as escolas brasileiras são, em geral, ambientes hostis para adolescentes homossexuais. Foi desenvolvido com a proposta de ajudar a contornar o problema, e recebeu o sugestivo nome de Kit contra a homofobia. A previsão é que sua distribuição ocorra inicialmente em 6 mil escolas públicas a partir do ano que vem. Mesmo sem ter sido lançado pelo Ministério da Educação (MEC), o material didático, contendo cartilha, cartazes, folders e cinco vídeos educativos, já provoca discussões inflamadas.

Terreno democrático por excelência, a internet se transformou em púlpito para os que apoiam e para os que repudiam o kit, que ganhou a pecha de “Kit Gay”. O debate está mobilizando redes sociais, blogosfera e até virou tema de abaixo-assinados virtuais – contrários e favoráveis ao material. Catalisou a polêmica a declaração do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) – o mesmo que sugeriu “couro” para corrigir filho “meio gayzinho” -, que, em sessão realizada no Plenário da Câmara, atacou a iniciativa. O parlamentar também fez um apelo aos colegas de Casa para que impedissem a circulação do kit.

O pronunciamento dele se espalhou pela rede e tem embasado o discurso dos que consideram o material “perigoso” por incentivar a homossexualidade entre os estudantes. O que fez Bolsonaro vociferar foram justamente os vídeos educativos, exibidos preliminarmente em seminário na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Um deles conta a história do personagem José Ricardo, um adolescente que gostaria de ser reconhecido como Bianca. “O vídeo fala de um travesti, um homem com identidade feminina, mostrando, inclusive, o sofrimento dele em viver em um lugar onde meninos jogam futebol e, quem não joga, é chamado de mulherzinha”, explica Rosilea Wille, coordenadora Geral de Direitos Humanos do MEC, vinculada à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), responsável pelo projeto.

Na opinião dela, a forma negativa como o Kit contra a homofobia está sendo recebido é resultado do desconhecimento em relação ao conteúdo do material e dos rumores, amplamente propagados na web.

- Foi colocado que vamos passar informação sobre diversidade sexual e identidade de gênero para crianças de sete anos. Isso nunca foi a decisão do Ministério. O projeto está sendo pensado para o Ensino Médio. Não é um projeto que vai cair de paraquedas nas escolas. Vai ser vinculado à formação dos professores. Há todo um anteparo, uma sustentação pedagógica.

Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) e um dos idealizadores do kit, Toni Reis, também rechaça as acusações de que os vídeos seriam um estímulo à homossexualidade.

- O que está sendo dito é totalmente distorcido. Não queremos incentivar a homossexualidade. Ela não precisa de incentivo algum. Queremos incentivar o respeito à cidadania, à não violência, à dignidade humana. Quem está falando isso são pessoas homofóbicas, fundamentalistas religiosos. Estes são os grandes incentivadores da violência e do desrespeito – afirma.

Ela ainda explica o caráter do projeto:
- Os vídeos são extremamente didáticos. Explicam a questão do travesti, do bissexual, da lésbica. São muito bacanas porque vão ajudar o adolescente a entender a situação. Muitas vezes, o preconceito vem da desinformação. Estamos super tranquilos com esse trabalho. Ele não vai ser censurado por pessoas homofóbicas.

A vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Clara Goldman, que teve acesso ao material, também desconstrói a alegação de que o kit exerceria influência na orientação sexual dos adolescentes.

- O argumento esconde um princípio de que essa sexualidade é ruim e tem que ser combatida, evitada. Essa é a base do pensamento homofóbico. O kit não orienta, não estimula, mas problematiza. Coloca no seu devido lugar a discussão que deve ser feita. O objetivo é que as pessoas LGBT possam ser respeitadas e que caibam na nossa sociedade, nos nossos espaços coletivos, o respeito a essa diversidade.

De acordo com ela, o CFP apoia a iniciativa encampada pelo MEC.
- Acho que a ideia de se produzir um material específico, que possa orientar essa discussão, é muito bem-vinda. Nós apoiamos o kit, mas nosso apoio não se restringe a ele. É em relação à luta pela promoção dos direitos dessa população em todas as políticas públicas, não só na educação. Apoiamos como uma possibilidade a mais de que, na formação, essa questão possa ser discutida com mais qualidade, assentada em princípios que sejam realmente de direitos humanos.

Terra Magazine procurou a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), mas foi informada pela assessoria de comunicação que a entidade ainda não se posicionou sobre a questão.

Bullying

A Coordenadora Geral de Direitos Humanos do MEC conta que o ponto de partida para se pensar na elaboração de um material de combate à homofobia nas escolas foi uma pesquisa realizada em 2008 e publicada no ano seguinte, sobre preconceito, discriminação e bullying.

- Ela foi feita em 501 escolas de diferentes regiões, com quase 20 mil atores. Foi comprovado que o grau de homofobia é altíssimo. Pesquisamos vários aspectos: pessoas com deficiência, a questão de gênero, orientação sexual. Os homossexuais estão entre os mais discriminados. Em cima disso, a Secad entendeu que era preciso desenvolver ações para assegurar o direito à educação de todas as pessoas.

E acrescenta:

- Todo o material trabalha com a ideia de respeito à diversidade sexual, ajuda a entender que a a escola precisa respeitar os direitos humanos dos LGBT. O Ministério da Educação está preocupado exatamente com essa sociedade que vem cada vez mais batendo em homossexuais na rua, dando tiro, como aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo. Uma sociedade que precisa ser educada para respeitar os direitos humanos.

Toni Reis recorre a um levantamento feito pela Unesco para enfatizar a necessidade de se aplicar o material didático contra homofobia nas instituições de ensino. “A pesquisa mostra que 40% dos adolescentes masculinos não gostariam de ter um gay ou uma lésbica na sala de aula. A evasão escolar entre homossexuais é grande”, justifica.

Rosilea frisa que a capacitação dos docentes, para que possam trabalhar com o material, será prioridade. Segundo ela, o kit ainda não foi finalizado e terá que ser submetido ao Comitê de Publicações do MEC, para ser depois impresso e enviado às escolas.

 

Vereadores de Campo Grande reagiram veementemente na sessão de hoje contra a distribuição, na cidade, de um kit educativo contra homofobia que o governo federal, através do Ministério da Educação, planeja enviar para seis mil escolas de ensino médio de todo o país no ano que vem, incluindo a Capital de Mato Grosso do Sul. Já chamado de “kit gay” por parte da mídia nacional, o material, conforme o presidente da Câmara, Paulo Siufi (foto), do PMDB, contém DVDs com duas historinhas. A primeira é de um garoto chamado Ricardo, de 14 anos, que vai ao banheiro urinar, olha para o lado, vê o coleguinha também urinando e se apaixona, então decide assumir sua homossexualidade e quando volta à sala de aula diz que mudou de nome para Bianca. O outro vídeo, relatou ainda Siufi, mostra duas meninas lésbicas medindo a profundidade da língua.
 
– “Isso é um absurdo. Esse vídeo lida como se tudo isso fosse normal. É inadmissível, inaceitável”, disparou Siufi, em discurso, afirmando que distribuir esse vídeo para crianças com “sete, oito, nove e dez anos, não resolve o problema”. Para ele, trata-se de uma agressão às famílias e um estímulo à sexualidade prematura das crianças. “Não sou contra aqueles que já tem sua opção sexual, contra quem já tem seu posicionamento. A minha preocupação é com as crianças, são esses inocentes que vão para uma escola, estão sendo colocados em contato com esta porcaria de kit”, afirmou.
– “Tem gente que acha que boi deitado é vaca. Tem gente que confunde as coisas”, afirmou, em aparte, o vereador e deputado estadual eleito Alcides Bernal (PP) para quem o “kit gay” é repugnante. Bernal defende que o Ministério Público aja com rigor. Siufi concorda e prometeu procurar ainda hoje o promotor da Infância e Juventude do MPE, Sérgio Harfouche, para tomar providências legais visando barrar a distribuição do kit na cidade.
A reação contrária ao “kit gay” não é exclusividade de Campo Grande. Há 15 dias, o assunto provocou a ira do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) durante seminário sobre o tema na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. “Esse kit tem título de combate à homofobia mas, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo, um incentivo à promiscuidade”, afirmou o deputado fluminense. Dizendo sentir “asco e nojo” da Comissão de Direitos Humanos, Bolsonaro afirmou que os vídeos estimularão os estudantes a se tornarem homossexuais.

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal; Assembléias Legislativas

Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY
Não aceitamos que nossas crianças de 7,8,9 e 10 anos recebam esse tal de KIT GAY.
Neste Kit Gay há 2 vídeos com o Titulo Contra homofobia, mas na verdade nesses vídeos contém mensagens subliminares para as nossas crianças, induzindo-as a homossexualidade.
Uma coisa é preconceito…Outra coisa é fazer apologia ao homossexualismo!!!

Neste Kit Gay, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo e incentivo a promiscuidade e a confusão de discernimento da criança sobre o conceito de família.

Na primeira das histórias homossexuais do Kit Gay, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto chamado Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e vê o pênis de seu amigo e se apaixona pelo garoto. Ao retornar para a sala de aula, a professora da classe chama o menino pelo seu nome (Ricardo), onde o mesmo cerra seus lábios, pois não quer ser chamado de Ricardo, e diz que quer ser chamado de “Bianca”.
Na outra história do Kit Gay, o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para os vídeos(Kit Gay), que já estão em fase de licitação para começarem a serem distribuídos em todos a escolas estaduais e municipais do PAÍS.

População rejeita mudanças na lei sobre Gays, Aborto e DrogasEleita presidenta com 55 milhões de votos, a petista Dilma Rousseff pode ter dificuldade em conseguir apoio popular se quiser fazer mudanças nas leis que tratam de temas polêmicos como aborto, direitos dos homossexuais e consumo de drogas. Pesquisa Vox Populi encomendada pelo iG para mapear as expectativas dos brasileiros em relação ao futuro governo mostra que a maioria da população não aceitaria mudanças nas regras que regem atualmente essas áreas.

O aborto, em especial, entrou na pauta da disputa eleitoral deste ano e levou tanto Dilma quanto o presidenciável José Serra (PSDB) a prometerem que, caso eleitos, não promoveriam mudanças nas regras relacionadas ao assunto.

Dilma, que antes de ser candidata havia dado declarações favoráveis à descriminalização do procedimento, viu aumentar, na reta final da campanha, a resistência de setores religiosos à sua candidatura. A petista acabou escrevendo uma carta se comprometendo a manter as leis sobre o tema e “de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País”.

Para 82% dos entrevistados pelo Vox Populi, o aborto não deveria deixar de ser crime no País. Entre os habitantes das regiões Norte e Centro Oeste, 89% defendem a punição de quem pratica o ato, contra 77% no Sudeste, o menor índice. De acordo com o instituo, é mais fácil encontrar quem defenda mudanças na lei do aborto em grandes cidades (19%) do que em municípios menores (9%).

O índice de rejeição à prática do aborto não varia significativamente entre gênero, idade e renda – é maior apenas entre eleitores com nível superior: 19%, contra 10% de quem estudou até a quarta série, por exemplo. Os índices de rejeição também são os mesmos entre eleitores de Dilma e Serra (82%) e atingem altos patamares tanto entre eleitores religiosos (86% dos evangélicos rechaçam a ideia) como entre os que dizem não ter religião (78%).

Para 72% das pessoas, o governo Dilma não deveria sequer propor uma lei que discriminalize o aborto – ideia compartilhada tanto por católicos (73%) como por evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).

União civil entre homossexuais

O Vox Populi mostra que, para 60% da população, a união civil entre homossexuais não deveria ser permitida no País – como prevê a lei atual – contra 35% que defendem o direito. A maior resistência é observada nas regiões Centro Oeste e Norte (69%) e em municípios pequenos (66%); a menor resistência é observada no Sudeste – onde 39% defendem os direitos.

A pesquisa mostra que quanto mais velha é a população, menor a aceitação sobre o assunto (69% dos que tem 50 anos ou mais não aceitam a mudança). Quanto maior a escolaridade, maior também a aceitação: 44% dos quem têm ensino superior apoiam a mudança na lei – e 63% dos que estudaram até a quarta série dizem que homossexuais não podem se unir legalmente.

O menor índice de aceitação à união entre gays é identificado entre evangélicos: 19% (contra 37% dos católicos praticantes e 41% dos católicos não praticantes). Com pessoas de outras religiões, a aceitação chega a 59%.

A rejeição não é exclusiva apenas a entrevistados que se declaram religiosos: 56% dos que afirmam não ter religião também se dizem contra a união civil entre gays – o maior índice, entretanto, é entre evangélicos: 78%. Eleitores que declararam voto em Dilma e Serra têm praticamente os mesmos índices de rejeição à ideia: 36% e 33%, respectivamente.

A pesquisa aponta também que os brasileiros rejutam qualquer proposta de lei para ampliar o direito civil entre homossexuais e igualar a união ao casamento: 63% dos entrevistados se dizem contrários à ideia – entre os evangélicos, o índice chega a 79%.

Adoção por homossexuais

Ainda segundo o Vox Populi, a adoção de crianças por casais homossexuais não deve ser permitida no País para a maioria dos entrevistados: 61%. A maior rejeição é identificada no Nordeste (70%). A ideia enfrenta maior resistência também em cidades menores e entre eleitores mais velhos.

Quando a pergunta é se o governo deveria propor uma lei que facilite a adoção de crianças por casais gays, a maioria dos entrevistados (64%) diz ser contra. No Nordeste, o índice é de 71% e entre evangélicos, de 77%.

Uso de drogas

O Vox Populi mostrou também na pesquisa que praticamente nove em cada dez brasileiros (87%) são contra a descriminalização do uso de drogas. O índice chega a 93% no Nordeste.

A ideia é quase igualmente rechaçada entre entrevistados de diferentes religiões, idades, escolaridade e preferências políticas. Para a maioria (72%) o governo nem sequer deveria propor uma lei prevendo a descriminalização das drogas – no Sul, a rejeição à ideia de mudança na lei alcança 81% da população.

A margem de erro do levantamento, que contou com 2.200 entrevistas feitas entre os dias 19 e 23 de novembro, é de 2,1 pontos percentuais.

Fernanda Brum fala de sua tragédia com o aborto. Confira a entrevista!Se não de todos, ao menos para maior parte do público que sempre a acompanha, seu testemunho de vida já conhecido e sempre uma inspiração e força para continuar em frente na vida, em especial as mulheres. Hoje mãe de dois filhos, Fernanda Brum já passou pela amarga e dolorosa experiência do aborto espontâneo. As curetagens, procedimento cirúrgico que permite restabelecer a saúde e salvar o útero para uma próxima gestação, foram parte nesse processo. Ela passou por quatro. “Tive indicação médica por causa dos embriões mortos em meu ventre. O coração parava de bater após um descolamento de placenta e eu ficava com o embrião morto na barriga, tomando medicamento para induzir a eliminação espontânea do embrião. Algumas vezes lembro-me de ter voltado da anestesia gritando: ‘Meu bebê, meu bebê!’”, detalha Fernanda.

Nessa entrevista que concedeu com exclusividade ao portal Lagoinha.com na ocasião de sua vinda a Belo Horizonte (MG), por conta do evento Noite a Favor da Vida, promovido pelo Ministério AMGI (Apoio às Mulheres com Gravidez Indesejada) da Igreja Batista da Lagoinha, Fernanda Brum fala sim, de sua experiência com o aborto, mas também do próprio trabalho realizado pelo ministério e sua parceria com o mesmo, da ocasião de sua vinda para o evento, e, claro, da própria questão do aborto, com um recado às mulheres. Ela que, depois da Igreja Perseguida, é defensora aguerrida da causa da mulher e da vida. E a propósito, sobre o tema, ela é clara e irredutível: “Não somos dos que abortam. Somos dos que adotam. O aborto é uma violência terrível contra a mulher e contra a criança”. Sobre quem decide por essa terrível prática, ela diz: “Não temos como convencer uma mulher a não abortar com uma lei somente. É preciso o poder do Espírito Santo, o único que convence, o único que se move e o único que nos move a ter compaixão”. Segue, então, a entrevista nesse clima e tom de compaixão, a favor da vida:

Lagoinha.com: Como se sente por ter participado mais uma vez de um evento como esse do AMGI de porte e peso de valorização da vida?

Fernanda Brum: Fico muito feliz de enxergar por esse prisma. E o privilégio de estar aqui é porque eu enxerguei isso. Tem gente que não enxergou ainda. E é pelo Espírito que a gente enxerga certas coisas. Estou muito feliz de estar incluída, de ser útil. Tem mérito nenhum nisso. O mérito, na verdade, é do AMGI, de estar na frente, cuidando, lá na ponta, de cara com as mulheres. Estou aqui só para abanar uma fogueira do Espírito. Eu quero que pegue fogo no Brasil todo.

Essa iniciativa sua de participação e parceria com o AMGI se deu também por conta de sua própria experiência e seu testemunho em relação ao aborto?

Principalmente. Eu passei a odiar o aborto depois que perdi quatro crianças. Eu acho que uma mulher só sabe o que é o aborto depois que aborta. Na verdade, nem precisa passar por isso, porque sabe que é ruim. Mas quem passou pelo drama, pela dor e pelo terror do aborto conhece-o bem a fundo. As minhas experiências me fizeram odiar o aborto com todas as minhas forças. Como odeio o aborto e amo as mulheres! Não quero que elas passem por isso. Seu eu pudesse evitar, eu evitaria que elas passassem por isso. De alguma maneira, essa é a minha contribuição do beija-flor que traz um pouquinho de água numa mata incendiada. A minha parte tem sido feita, e espero que cada um faça a sua própria parte.

Em breves linhas, só para que as pessoas saibam, o que diria de sua experiência e seu testemunho e como lidou com tudo isso?

Eu lidei muito mal com tudo isso. Tive quatro experiências com o aborto, sendo três curetagens. Na primeira, graças a Deus, não precisei de curetagem. Na primeira, me abstrai. Não entendi, não levei a sério. No segundo aborto é que caiu a minha ficha de que havia uma criança morta dentro de mim. Era sempre assim: gerava-se até três meses e depois parava de bater o coração. Já era então um feto de um primeiro trimestre. Era uma expectativa muito grande porque havia mudanças o corpo, você sentia vontade de comer mais, desejo, enjôo, aquelas coisas naturais, de repente, parava o coração do bebê. Eu descobria no exame de ultrasom. Os dois abortos depois que tive o Isaque foram mais difíceis porque eu já tinha tido uma criança mexendo dentro de mim. Eu já sabia o que era uma gravidez, a expectativa de ter outro filho era tão maravilhosa, a certeza de que estava curada, de que isso não iria se repetir, e de repente, a decepção de viver, de novo, a mesma coisa, depois da fé de ter sido curada e ter recebido o Isaque. Não tem explicação o que eu vivi. O último foi mais duro porque eu fiquei um tempo com ele morto algum tempo na minha barriga. Tive de andar algum tempo dentro de um shopping para ter dilatação e as pessoas me vendo e me perguntando: “Olha, como vai? Você está grávida?” E eu respondia: “Nãããooo!… Estou grávida, mas o bebê está morto”. E elas retrucavam: “O que está fazendo então aqui?” Foram situações bem dramáticas, difíceis e de muita dor física também. Porque o aborto dói. As contrações, a curetagem, o pós-operatório, o Endométrio todo mexido, e depois de uma nova gravidez o bebê colar numa parede que não foi mexida é um milagre. Foram então experiências terríveis que não queria que ninguém vivesse, nem espontaneamente, nem propositadamente. Foram seis gestações ao todo, sendo quatro abortos espontâneos e duas de fetos vivos, porque meus filhos, Isaque e Laura, estão vivos hoje. Foram dois antes do Isaque e dois depois dele, até chegar a Laura.

Uma palavra para mulheres que tiveram uma história semelhante a sua.

Perseverem e procurem a medicina. Mas em primeiro lugar, procurem o Senhor. Deus pode usar a medicina para nos abençoar, mas no meu caso, a única coisa que lancei mão da medicina foram de óvulos de hormônios que o medico pediu que eu utilizasse para aumentar a capacidade de implantação do embrião. Mas não tive nenhum tipo de ajuda como fertilização in vitro. Até procurei, mas quando o fiz, já estava grávida. Não sou contra. Acho até que as pessoas devem procurar a ciência. Mas em primeiro lugar, ao Senhor, porque é Ele quem sopra a vida. E não tem ciência que dê jeito se Deus não soprar a vida. Perseverem e sigam em frente.

Para mulheres que tiveram ou não uma experiência com o evangelho, mas tem uma percepção pelo próprio dom da vida e passam ou passaram por uma situação de aborto quando desejavam ter um filho, Deus nessa hora parece ser uma ironia. E você passou por isso. O que diria para elas que nessa hora acreditam que Ele está tão longe?

Eu tinha um pavor de não amar a Deus. Quando estava passando por essas situações, alem do drama que vivia, o tempo todo me perguntava: “Será que eu amo a Deus anda?” Era meu desespero, mas sempre descobria que O amava e ficava em paz. Eu não estava nem falando com Deus. Estava de mal dele de certa forma, ou magoada naquele tempo. Mas eu sempre me perguntava se O amava. Meu maior medo era deixar de amá-Lo. E isso eu não consegui porque Ele não me deixou de amar. Mas as pessoas devem falar com Deus com muita certeza, muita clareza. As pessoas não podem ignorar suas dores, e num momento desses elas devem conversar com Deus no seu quarto, em secreto, tudo aquilo que pensam. Foi assim que fui curada, falando tudo que sentia para Deus. Porque os que choram, serão consolados. Não podemos ignorar o luto. Ele tem um tempo para se organizar, fazer morada e depois ir embora. Se você não encara o luto, você fica com ele para sempre dentro de você.

Para mulheres que não tiveram um aborto espontâneo, mas optaram por ele de fato, já o praticaram, e hoje convivem com a tormenta, a dor, o peso e a condenação própria e até dos outros, o que diria?

Procurem um líder evangélico, um pastor, uma pastora, uma mulher principalmente, e que tenham esse perdão liberado da boca deles. Isso faz toda a diferença. Eu atendo mulheres assim e quando ouço a história delas, quando elas choram, se arrependem, e a gente ora junto, eu as libero. Uma das minhas “ovelhas” (é assim que a gente chama quem está sendo pastoreado) agora está grávida e que passou por uma situação bem assim. E quando não esperava, engravidou, logo depois que a gente orou acerca disso. Nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus. O sangue de Jesus não é suco. É de verdade. E ele nos perdoa de todo o pecado.

Uma palavra para quem vive uma experiência de uma gravidez inesperada ou indesejada e cogita a possibilidade do aborto.

Procure o AMGI correndo. Lá tem socorro, amigas, gente para ajudar em tudo. Desde que você realmente queira ser ajudada. Sempre digo que a mulher tem direito sobre seu corpo até receber o homem sobre ela. Depois disso, ela perdeu o direito sobre seu corpo, e principalmente sobre o corpo alheio. Há uma lei hoje do nacituro que protege o embrião. O governo, a Câmara, os deputados, na verdade Brasília, libera um advogado em favor do feto. Então, se souber de alguém que quer abortar, por favor, chame um advogado, porque a lei paga, para ajudar e defender os direitos daquele bebê na barriga da mãe. É um negócio tão sério isso. Procure o AMGI. Lá tem como a gente ajudar. E Deus está em tudo isso. Às vezes Ele coloca uma porta aberta como essa para uma mulher que nem queria ter um filho e cura ela dessas mágoas de ser mãe. Todo mundo que procura o aborto tem uma mágoa de ser mãe e um peso a respeito disso. Tenho certeza que o Espírito Santo pode ajudar. Emocionalmente, intelectualmente, até por meio de psicólogos não evangélicos que conhecemos. Muitos trabalham lindamente na recuperação de uma mãe dessas que está numa gravidez indesejada, para aceitar o bebê e para entender o que está sentindo naquele momento. É um caminho e todos nós temos que ajudar.

Uma palavra de incentivo e apoio ao trabalho do AMGI e a toda sua equipe.

Não desistam, porque o trabalho de vocês não é em vão. No céu vamos descobrir quantos homens e quantas mulheres de Deus ficaram sobre a Terra e cumpriram com o seu propósito para esse tempo por causa do AMGI. Façam isso de coração inteiro e que Deus renove as forças de cada um, voluntários e funcionários, e que vocês sejam felizes e realizados no ministério que foi sugerido pelo Espírito Santo a todos vocês, a todos nós.

Uma palavra para mulheres que sonham um dia ser mãe, mas temem por isso ou por causa de histórias como essas.

As pessoas têm o direito de não ter filhos. Não sou radical a ponto de achar que quem não quer ter filhos tem problema. As pessoas têm o direito de ter filhos ou não. Porém, aquelas que não querem por medo, precisam repensar porque o medo paralisa tudo. Vai paralisar de ser mãe, mas também vai paralisar de ser esposa, profissional, em várias áreas. O problema é o medo. Então, não deixe de ter um bebê por causa de medo. Vença o medo e seja feliz no teu sonho. Se você não vai ter um bebê, então entreguem-se às coisas de Deus. Trabalhe mais na obra de Deus, dedique-se mais na igreja.

Dá para dizer, por tudo que faz hoje a favor da vida, que você fez da sua luta a sua lida?

Eu acho que fiz das minhas maiores tragédias o meu maior ministério. Acho que é por aí.

Uma palavra para o marido, Emerson, e aos filhos Isaque e à Laura.

Ahhhhh!…Eles são os meu amores, a trilha sonora do filme da minha fida. (Risos). Eu amo demais esse povo que Deus me Deus. Eu vivo para o Senhor e para eles.

Uma palavra final de agradecimento a tudo que viu e ouviu em relação ao evento, ao AMGI, e à sua vida e seu ministério.

Minha vida é agradecer (risos) porque sou muito feliz naquilo que eu faço. Sou muito grata a Deus porque Ele me escolheu para fazer algo maravilhoso, que é levar a Palavra dele. Em todo o tempo a minha vida é de ação de graças. E agradeço a Deus pelos amigos que ganhei, pelas pessoas que aqui estão comigo e que de uma maneira tão intensa, têm vivido o mesmo sonho, que é o de levar o evangelho a toda criatura, seja ela grávida ou não, uma abortante ou não, criança, velhos, empresários, ricos, pobres, seja quem for. Estamos aqui nesse tempo vivendo o derramar do Espírito Santo, porque todas essas pessoas estão na mesma visão.

Cerca de 500 pessoas deram início no começo da noite de ontem (24) a uma passeata nas proximidades da Universidade Presbiteriana Mackenzie, no bairro Higienópolis, na zona oeste da capital paulista, em protesto contra um texto divulgado na semana passada pela instituição,

O texto que motivou a manifestação se posicionava de forma contrária ao projeto de lei da Câmara (PLC),que pretende criminalizar a homofobia (122/2006). Ele era assinado pelo reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro e ‘chanceler’ do Mackenzie – cuja função é zelar pelo cumprimento dos objetivos do Instituto Presbiteriano junto à Universidade.

A carta de Lopes estava no site com a indicação de “servir de orientação à comunidade acadêmica” e provocou polêmica na internet e reação por parte de alguns dos alunos da instituição.

O artigo dizia que a Igreja Presbiteriana é contra a lei “por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia”. Segundo o texto, “tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas”.

O Mackenzie não informou por quanto tempo o texto contra a lei anti-homofobia ficou no ar e, via nota, declarou que o pronunciamento contra o PLC é da Igreja.

Homofobia: Gays acusam FIFA por sediar Copa em países intolerantes ao homossexualismoO anúncio gerou especulações de um suposto esquema de compra de votos para a eleição. Grupos gays contestam e mostram que estão preocupados com a escolha, em razão dos países não serem exemplos em Direitos Humanos, não apenas para os gays mas também para a liberdade de imprensa, mulheres e possuem alto índice de pobreza.

“Apesar de o aparente comprometimento com os valores humanitários e a promoção global da solidariedade por meio do futebol, a FIFA está enviando uma mensagem clara e em bom tom de que os direitos humanos da comunidade LGBT não fazem parte de sua agenda”, afirmou o grupo de futebol inglês The Justin Campaign. Há ainda aqueles que querem pedir que a FIFA peça ao Catar para descriminalizar a homossexualidade no país antes dos jogos.

Silas Malafaia: gays mancham de 'sangue' outdoors do pastor contra homossexualismoOs grupos arco-íris Liberdade e Gay Atitude, de São Gonçalo (RJ), estão manchando de vermelho outdoors do pastor Silas Malafaia contra homossexuais. O vermelho é, de acordo com os ativistas, para lembrar a violência contra LGBTs. Há cerca de três meses, um garoto de 14 anos foi morto na cidade por parecer gay.

“São mais de 30 pessoas envolvidas nas alterações, só aqui na região. Já atacamos 243 outdoors”, disse o presidente do Grupo Gay Atitude de São Gonçalo, Aloísio Reis, ao jornal O Dia. Sobre a possibilidade da reação ser lida como inadequada, os ativistas alegaram que apenas estão reagindo da mesma forma com que foram atacados, com violência.

“Falar de fora, sendo político, é muito fácil. Difícil é viver na pele a dor de perder um filho de 14 anos, vítima da violência homofóbica”, completou Angélica Ivo, mãe do adolescente morto — Alexandre Ivo.

Questionados sobre a violência na resposta ao Pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ativistas gays informaram que apenas estão reagindo a um ataque inicial que partiu do próprio religioso. Silas Malafaia não foi localizado ontem por O DIA para comentar o caso.

Ainda ontem, o coordenador do Democratas (DEM), Marcelo Garcia, afirmou estar decepcionado com Indio da Costa após o candidato a vice na chapa de José Serra (PSDB) ter declarado a O DIA, na quarta-feira, que os dois eram contra o projeto de lei 122/2006, que criminaliza o preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e religião.

Tuiteiros cobram posição de Serra sobre projeto de lei

A discussão sobre o apoio ou não do PSDB ao projeto de lei 122/2006, que criminaliza atitudes consideradas homofóbicas, movimentou as redes sociais. Internautas cobraram do candidato José Serra um posicionamento sobre o assunto. No Twitter, o usuário identificado como mkGerald escreveu, às 16h32: “Qual sua posição a respeito do PL 122, afinal? Você é contra criminalizar a homofobia? Qual parte do projeto você acha inviável?”.

O tuiteiro rafaelbraga00 publicou, às 14h39 de ontem: “Por que o senhor é contra a lei que estabelece a homofobia como crime?”. Já Asrail escreveu, às 16h31: “Alguém tem que avisar ao @indio que esta liberdade de expressão anti-gay é a mesma que justificava as anti-negros, anti-mulheres, anti-judeus”.

O usuário bolapromato9 também perguntou: “@indio, se não foi o que você falou, o que exatamente você falou então?”.

Em sua página no Twitter, Serra falou sobre a agenda de campanha, mas não fez nenhum comentário sobre a polêmica afirmação de seu vice. Indio publicou, às 7h50: “Defendemos direitos civis dos homossexuais e a liberdade de todos, inclusive de as igrejas orientarem seus fiéis segundo seus valores”.

Dilma 'lava as mãos' sobre homofobiaDe acordo com senador reeleito e bispo licenciado da Igreja Universal, Marcelo Crivella (PRB-RJ), a candidata não chegou a se posicionar sobre um eventual veto a trechos da proposição que incomodam os evangélicos.

A estratégia é similar à que foi usada em relação ao aborto, com o objetivo de tentar desvincular Dilma de mais um tema polêmico.

Dilma, que se reuniu com representantes evangélicos quarta-feira, no Rio, ouviu dos religiosos que o texto do projeto de lei 122/2006 “criminaliza a Bíblia”. Além de Crivella, o cantor gospel e candidato derrotado ao Senado Waguinho (PT do B-RJ), que recebeu mais de 1,3 milhão de votos, participou do encontro.

“O projeto de lei tem um artigo que criminaliza a Bíblia. A Bíblia diz que homossexualismo é pecado. Eu também acho. Isso, de acordo com a lei, passa a ser incitação ao ódio. Eu acho que não é. Acho que é um conselho que um pai tem direito a dar a um filho, que um pastor tem direito a dar a um membro de sua igreja e um padre a um membro de sua paróquia”, argumentou Crivella, ressaltando ser contrário a qual. “A Dilma respondeu que esse é um problema do Congresso, não do Executivo.”

Ministra de Dilma apóia Adoção por Casais Gays, confira entrevistaMaria do Rosário, que também é pedagoga, pode encontrar dificuldades de validar sua opinião no Congresso por conta da ala evangélica. Outra questão polêmica que a deputada defende, é a concessão de aposentadoria e benefícios previdenciários a prostitutas.

“A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães”, diz a futura ministra.

Formada em Pedagogia e com mestrado em educação e violência infantil, ela criticou a forma como o aborto e a união civil entre homossexuais foram tratados nas eleições deste ano.

Confira a entrevista feita pela Folha de São Paulo:

Folha – A sra. defende pontos controversos do programa, como a concessão de benefícios previdenciários a prostitutas e a defesa da adoção por casais gays?

Maria do Rosário- A secretaria irá cumprir o plano. Quando a gente trata, por exemplo, da possibilidade de as famílias homoafetivas fazerem a adoção, nós estamos trabalhando com algo que é muito importante para as crianças em abrigos.

O Brasil deve assegurar o direito à família a essas crianças. A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães. A superação desse preconceito é importantíssimo.

Diante dos recentes ataques a homossexuais em São Paulo, a secretaria irá elaborar políticas para a comunidade gay?

A secretaria vai intensificar o seu trabalho em relação ao combate à homofobia. Quero tratar dessa questão com a emergência que ela exige. Nós estamos diante de crimes motivados pelo ódio à condição humana dos homossexuais. Quero trabalhar com Estados e municípios para compor uma rede que consiga enfrentar essa violência com mecanismos concretos de responsabilização. Será uma das minhas primeiras medidas.

Isso inclui aprovar o projeto que criminaliza a homofobia?

Quem tem urgência não espera a lei ser votada no Congresso. Muitas vezes as legislações demoram nessa área de direitos humanos mais do que deveriam. Não vou começar pela lei, mas pela mobilização nacional.

Como a sra. avalia a forma como foram tratados o aborto e a união civil homossexual durante as eleições?

A motivação pela qual eles entraram no debate, especialmente pelos setores de oposição, foi alimentar o preconceito da sociedade brasileira e tentar com isso estabelecer dividendos eleitorais a partir dos setores conservadores. Não acho que essa é uma boa estratégia. O momento eleitoral foi um momento triste diante disso.

A sra. defende a descriminalização do aborto?

Não pretendo, ao iniciar os trabalhos da secretaria, oferecer posições que sejam mais pessoais do que aquelas de trabalho. Vou seguir plenamente o que o plano de direitos humanos estabeleceu e o que a presidente assumiu durante a campanha. Defendo o tema como uma questão de saúde pública.

O deputado federal eleito Gabriel Chalita (PSB-SP) declarou que grupos evangélicos estavam mais preocupados com o casamento gay que o grupo de católicos.

Levando Dilma para conversar com bispos,Chalita diz que muitos bispos desarmavam os argumentos de outros bispos.

O tema mais discutido entre os bispos era o aborto, liberdade religiosa e liberdade de imprensa. Já para a comunidade evangélica, o casamento gay era prioridade.

O casamento que você sempre quisQuem casa quer casa… e muitas outras coisas.

Quando duas pessoas tomam a decisão de se casar, o fazem cheias de expectativas. Nada mais natural para noivos apaixonados. Mas não demora muito para que ambos constatem que naquele mar de rosas com que sonharam existem muitos espinhos. Então, que fazer? Fingir que está tudo bem e suportar o sofrimento passivamente? Acabar com o compromisso mútuo assumido diante de Deus – o que, em última análise, também gera sofrimento?

Em O casamento que você sempre quis, Gary Chapman apresenta uma terceira alternativa, muito mais sensata para vencer as dificuldades do casamento e evitar a dor da separação. O autor de As cinco linguagens do amor e As quatro estações do casamento, entre outros sucessos, une décadas de experiência em aconselhamento familiar à sabedoria da Bíblia para ensinar o caminho que leva a uma união estável, harmônica e, principalmente, marcada por amor e compreensão.

Temas como diferença de temperamentos, divisão de responsabilidades, importância das decisões tomadas a dois, relacionamento com pais e sogros, e administração financeira do lar são tratados com objetividade a partir de orientações contidas nas Escrituras para homens e mulheres que levam a sério a expressão “até que a morte os separe”.

Sobre o autor

Gary Chapman escreveu vários livros, entre os quais As cinco linguagens do amor, obra que já alcançou marcas históricas de vendagem e ocupa há anos os lugares mais privilegiados das listas de best-sellers cristãos, e As quatro estações do casamento, outro sucesso, inclusive no Brasil.

Edir Macedo declara mais uma vez apoio ao aborto. Confira!

Algumas pessoas têm questionado minha posição quanto à descriminalização do aborto. Um dos argumentos mais citados é quanto ao mandamento “não matarás”. Mas, me parece que o engano está na compreensão da totalidade do significado do termo “matar”.

O dicionário Houaiss, entre as várias definições que apresenta para este verbo, diz: “causar grande prejuízo ou dano a; arruinar.” E também: “causar sofrimento a; mortificar, afligir; ferir.” Vemos, com isso, que matar não é somente tirar a vida de alguém, mas também praticar qualquer ato que impeça que alguém tenha vida com qualidade, dignidade, felicidade.

Permitir que uma criança indesejada venha ao mundo em uma família desestruturada, sem condições de lhe oferecer uma vida minimamente digna, expondo-a à violência, maus tratos, perda da autoestima e tantas outras mazelas, não significa dar um ser à luz, mas sim condená-lo à morte; uma morte social e psicológica, que vai gerar a pior de todas as mortes: A ESPIRITUAL.

As crianças que andam pelas ruas, entregues à própria sorte, não nasceram; elas foram jogadas no mundo, como fruto da inconsequência e irresponsabilidade de adultos despreparados, muitos deles que apenas repetem a história de abandono e omissão da qual também foram vítimas.

Estas crianças, primeiro são odiadas por seus genitores e depois passam a ser odiadas pela sociedade. A mesma sociedade que levanta a bandeira do direito à vida é capaz de virar o rosto em atitude de asco, e atravessar a rua para não passar perto de um menor indigente estirado no chão, cheirando a fezes e urina. O nome disso é hipocrisia.

Os que gostam de apontar pecados, precisam ver que o erro não está em interromper uma gravidez indesejada, mas está antes: na banalização do sexo, na desinformação, nos inúmeros fatores que levam um casal a se relacionar e gerar um filho com o mesmo descompromisso com que encaram a própria vida.

Não estamos fazendo apologia do aborto; estamos dizendo “não” à hipocrisia. As mulheres não deixam de abortar porque isso é um ato ilegal. A decisão de interromper uma gravidez tem como motivo principal o fato de ela não ser desejada, causada por fatores que vão desde uma noite de loucura até violência sexual. Se esta decisão for tomada, ela será levada a cabo, independentemente de sua legalidade, em clínicas clandestinas, que podem levar estas mulheres à morte, mutilação ou sequelas de procedimentos mal realizados.

A legalidade do aborto permite que estas mulheres possam ser atendidas clinicamente da maneira que procede, e não coloquem sua vida em risco. Isso é direito à vida.

A legalidade do aborto evita que crianças inocentes venham ao mundo para sofrer e ter uma vida miserável.

A legalidade do aborto evita a clandestinidade dos procedimentos cirúrgicos.

Uma mulher que deseja interromper uma gravidez, seja pelo motivo que for, não é uma criminosa, é um ser humano em aflição, que precisa ser acolhido, amado, orientado e não condenado. É este o papel que a IURD tem realizado como Igreja.

A todas as pessoas que olham para estas mulheres com ódio e intolerância, achando que com isso estão agradando a Deus, fica esta Palavra: Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. I João 3:15

Se você estivesse determinado a condenar uma população à pobreza e a muitas outras patologias sociais, como você faria isso? Se seu trama é estender os efeitos dessas patologias e sofrimentos para sucessivas gerações, quais seriam seus planos? A resposta a ambas as perguntas é óbvia. Basta apenas colocar o casamento à margem da sociedade.
Os economistas nos dão a informação de que o déficit de poder econômico dos solteiros em comparação com os casados chega a 75 por cento. Os solteiros são menos saudáveis, menos ricos e menos estáveis em relacionamentos em comparação com os casados. E, o que não é surpresa para ninguém, os maus efeitos dessa condição se estendem diretamente aos filhos de uniões sem casamento e até as gerações que virão.
Em outras palavras, é difícil imaginar uma conspiração para trazer danos e infelicidade para vidas humanas que se compare, em termos sociais e econômicos, à marginalização do casamento.
Medite nisso ao considerar outra dimensão desse quadro. Durante a maior parte do século passado, temos estado preocupados com o fato de que as elites culturais e intelectuais se distanciaram da instituição do casamento. Começando na década de 1920, os americanos com educação mais elevada se distanciaram do compromisso conjugal. Em contraste, a classe média se apegou resolutamente ao casamento, tanto em termos institucionais quanto morais. Os americanos da classe média e aqueles de níveis econômicos mais baixos tendiam a se casar, permanecer casados e ter filhos só dentro da instituição do casamento.
No entanto, numa reversão assombrosa desses compromissos, os americanos que têm mais dinheiro e educação acadêmica têm agora mais probabilidade de se casarem, permanecerem casados e terem filhos só dentro do casamento. Num dos grandes acontecimentos trágicos e inesperados de nossos tempos, os americanos com menos educação têm agora muito menos compromisso com o casamento do que no passado recente e menos compromisso ainda com o casamento do que as elites educadas.
Conforme explicam agora os pesquisadores, aqueles que têm um nível moderado de educação (um diploma colegial e que talvez tenham estudado numa universidade, mas não se formaram) são agora os que estão cada vez mais se distanciando do casamento. A mudança enorme em compromisso moral e institucional com o casamento é uma tragédia de proporções épicas se revelando diante de nossos olhos, mas está agora em curso avançado.
No livro “When Marriage Disappears: The New Middle America” (Quando o casamento desaparecer: a nova classe média dos EUA), um excelente grupo de pesquisa fornece ampla documentação dessa tragédia. A cada ano, o Projeto Nacional de Casamento da Universidade da Virginia e o Centro de Casamento e Famílias do Instituto de Valores Americanos divulgam um relatório intitulado “The State of Our Unions” (A situação de nossas uniões). Esse relatório mais recente, divulgado neste mês, oferece uma olhada entristecedora na marginalização do casamento entre americanos que tinham sido no passado os mais ferrenhos defensores do casamento tanto na teoria quanto na prática. O que foi que aconteceu?
Os Estados Unidos agora enfrentam uma “lacuna de casamento” que só dá para se descrever em termos sombrios. As pessoas com um nível moderado de educação agora têm menos probabilidade de se casarem, permanecerem casadas e reservarem filhos para o casamento. Esses americanos agora têm menos probabilidade de formarem casamentos permanentes, enquanto os que têm um nível mais elevado de educação têm agora mais probabilidade de se casarem. Para os americanos com um nível moderado de educação que casam, seus casamentos estão agora declinando em medidas de qualidade e estabilidade. Os índices de divórcio são agora mais baixos para os que têm maior nível educacional e são mais elevados para os que têm um nível moderado de educação. A classe média que tem um nível moderado de educação tem agora, “de forma dramática, mais probabilidade do que os americanos com nível elevado de educação de terem filhos fora do casamento”.
Os nascimentos fora do casamento para as pessoas com nível elevado de educação atingem agora a faixa dos 6 por cento. Compare isso com os 44 por cento para as mães com educação moderada e 54 por cento para as mães com o nível mais baixo de educação. Os filhos das pessoas com maior educação têm agora mais probabilidade de viverem com ambos os pais biológicos do que os filhos da classe média que tem educação moderada. Conforme observam os pesquisadores, os padrões que devastaram as populações urbanas e de minorias em décadas recentes agora se alastraram para os subúrbios e para a classe média dos EUA.
Conforme explica W. Bradford Wilcox da Universidade da Virginia:
Os números são claros. Para onde quer que olhemos entre as comunidades que compõem o fundamento da classe média dos EUA — quer o Maine de pequenas cidades, os subúrbios de classes operárias do sul de Ohio, as terras cultivadas do Arkansas rural ou as cidades industriais da Carolina do Norte — os dados contam a mesma história: O divórcio está crescendo, ter filhos fora do casamento está se alastrando e a felicidade conjugal está cada vez mais escassa.
Kay S. Hymowitz alertou acerca desse desastre iminente em seu livro de 2006, “Marriage and Caste in America: Separate and Unequal Families in a Post-Marital Age” (Casamento e casta nos Estados Unidos: Famílias separadas e desiguais numa era pós-matrimonial). Agora, menos de uma década mais tarde, o distanciamento da classe média do casamento está ocorrendo diante de nossos olhos.
Os pesquisadores sugerem que a grande “mudança de opinião e atitude” acerca do casamento dentro da classe média remonta a três acontecimentos. Primeiro, muito embora os que têm nível moderado de educação tenham tradicionalmente sido mais conservadores em questões morais relativas ao casamento, eles estão agora cada vez mais permissivos em termos de moralidade social e sexual. Numa virada grande e irônica, os que têm nível elevado de educação estão entrando nos padrões conservadores, ao mesmo tempo em que a classe média está ficando mais permissiva.
Segundo, essa nova permissividade significa que esses americanos têm agora mais probabilidade de se envolverem em condutas “que colocam em risco suas possibilidades de alcançar sucesso matrimonial”. Essas condutas incluem múltiplos parceiros sexuais e infidelidade conjugal.
Terceiro, os americanos com educação moderada têm agora significativamente menos probabilidade de adotar os “valores e virtudes” que se exigem para se ter sucesso matrimonial. Os pesquisadores apontam para abstinência de álcool, gratificação demorada e aspiração educacional como exemplos dessas virtudes que estão desaparecendo. O casamento depende de um alicerce moral, e sem essas virtudes (e outras), é muito difícil sustentar o casamento.
Adicione a tudo isso outra descoberta sinistra. Desde 1970, os americanos com educação moderada têm experimentado a queda mais significativa na frequência a reuniões cristãs. Nas palavras do relatório, “Durante mais de 40 anos, então, a classe média dos EUA perdeu a vantagem religiosa que tinha sobre seus concidadãos de nível de educação mais elevado”.
Essa descoberta tem apoio de dados de igrejas e denominações. As décadas de crescimento enorme de igrejas nos subúrbios dos EUA cederam a um terreno acidental muito mais complexo e difícil — e a marginalização do casamento está ligada a esse fenômeno também.
Em termos de dimensão religiosa, esse é o ponto máximo que “When Marriage Disappears” (Quando o casamento desaparecer) irá nos levar. É claro que os cristãos terão muito para contribuir para esse quadro. Sabemos que o casamento, embora fundamental para a sociedade humana, não foi dado para a humanidade por razões puramente sociológicas. O casamento foi dado por nosso Criador, que nos concedeu graciosamente essa instituição de aliança para nossa saúde, nossa felicidade e nosso florescimento humano. Além disso, os crentes sabem que o casamento nos foi dado para nossa santidade também.
Portanto, por razões que incluem tudo o que podemos aprender com esse relatório, e por muito mais que sabemos a partir das Escrituras e da sabedoria cristã, os cristãos sabem que a marginalização do casamento só poderá levar à infelicidade, doenças e o descosturamento dos relacionamentos humanos.
Não temos escolha, a não ser olhar para essa documentação com toda a sinceridade. Será que diante de nossos olhos não estamos assistindo ao desaparecimento do casamento para muitos?

Aproximadamente duas décadas atrás, o teólogo Timothy George inventou a expressão “o ecumenismo das trincheiras”, que se refere ao modo como protestantes e católicos haviam dado um jeito de colocar de lado suas diferenças teológicas e trabalhar juntos nas passeatas de manifestantes com cartazes em defesa da vida humana e da família.
“Colocar de lado” não é a mesma coisa que “varrer para debaixo do tapete”. As diferenças permanecem reais e dignas de serem debatidas. É simplesmente reconhecer que há ocasiões em que é necessário colocar de lado nossas discordâncias e permanecermos unidos, principalmente quando as questões mais importantes como vida e casamento estão sob grave ameaça.
A carta (que você pode ler aqui) é intitulada “The Protection of Marriage: A Shared Commitment” (A proteção do casamento: um compromisso em comum). O termo “em comum” não é mera retórica. Entre os signatários estão incluídos líderes de várias tradições cristãs, inclusive católicos, ortodoxos, anglicanos, batistas, evangélicos, luteranos e pentecostais.
Diferente da Declaração de Manhattan, essa carta não está limitada aos cristãos: Seus signatários incluem outras religiões, como líderes judaicos e sikhs.
O que os signatários têm todos em comum é a convicção de que o casamento é a “união permanente e fiel de um homem e uma mulher”. É a “base natural da família” e “uma instituição fundamental para o bem-estar de toda a sociedade”. Toda a sociedade, não só dos que creem numa religião.
Conforme o arcebispo Timothy Dolan descreveu, “as pessoas de qualquer religião ou nenhuma religião podem reconhecer que quando a lei define o casamento como entre um homem e uma mulher, ela legalmente une uma mãe e um pai um ao outro e a seus filhos, reforçando a célula fundamental da sociedade humana”.
Portanto, “a lei do casamento não é sobre impor a religião de ninguém, mas sobre proteger o bem comum de todos”.
A última questão tratada é especialmente importante: Ao mesmo tempo em que a declaração está sendo anunciada, o Tribunal Regional Federal do Nono Circuito está lidando com o caso Perry versus Schwarzenegger, que derrubou a lei da Califórnia que proibia o casamento de mesmo sexo.
No centro da decisão do tribunal está a ideia de que a proibição não atendia a nenhum propósito racional e era meramente a imposição de um ponto de vista religioso.
Conforme a carta deixa claro, seja o que for, o oposto é verdade: o casamento tradicional é um fenômeno humano universal e os tipos de coisas sobre as quais o juiz Walker está falando, como o tão chamado “casamento” gay, elas são a real imposição nesse caso.
Talvez seja por isso que está sendo muito difícil ver ou ler sobre essa carta nos meios de comunicação. Os mesmos indivíduos que se atropelam entre si para nos dizer o que tipos como a Lady Gaga pensam sobre o tão chamado “casamento” de mesmo sexo chamaram a atenção com seu silêncio nesse caso.
Que padrão duplo! Os meios de comunicação noticiosos fazem reportagens sobre tudo o que envolva o movimento homossexual. Mas uma declaração histórica em seu amplo alcance de líderes religiosos é totalmente ignorada.
Portanto, cabe a nós divulgar essa notícia. O único modo como as pessoas vão entender que nossa confiança no casamento tradicional não é o produto de “hostilidade de natureza religiosa contra os indivíduos homossexuais”, conforme disse o tribunal, é se lhes dissermos. O único modo como eles vão entender o que é universal e o que está agora sendo imposto sobre eles é se nós mostrarmos.
Mas esses são os tempos em que nós vivemos. Os meios de comunicação podem estar em silêncio, mas nós precisamos de forma cativante e amorosa falar a verdade aos nossos próximos.

A edição de domingo do jornal The New York Times deu atenção de primeira página ao problema do bullying* entre adolescentes na internet. Não dá para se duvidar de que a internet e a explosão de mídias sociais estão facilitando a chegada de uma forma nova e profundamente sinistra debullying, e as consequências para muitos adolescentes são graves. Para alguns, a vida se torna uma estória de horror de insultos, rumores, difamações e pior.
Enquanto isso, muitos pais estão desnorteados sem saber como ajudar — quando não, estão completamente indisponíveis no momento.
Conforme informa Jan Hoffman: “Já é difícil apoiar uma criança enquanto ela passa pela experiência de estar cercada pelo bullying no pátio da escola. Mas o território sem lei da internet, seu potencial para crueldade casual e surpreendente e sua capacidade de acobertar a identidade de quem comete o bullying apresentam incertas mudanças novas para essa geração de pais analógicos nesta época de transições”.
Esses “pais analógicos” são muitas vezes vastamente menos equipados, em termos de conhecimentos especializados das mídias sociais em comparação com seus filhos digitais e seus colegas adolescentes. Não é de surpreender a ninguém, pois, que os que cometembullying estejam ganhando a guerra.
Certa advogada de Nova Jérsei perguntou para uma plateia de um salão cheio de alunos da sétima série se eles já haviam sofrido bullying na internet. Dos 150, 68 levantaram a mão. Ela então perguntou: “Quantos de seus pais sabem como ajudar você?” Só três ou quatro levantaram a mão.
Conforme o artigo revela, muitos pais nem mesmo parecem saber que os “smartphones”** que deram para seus filhos são realmente computadores móveis. Outros pais parecem estar cegos para o fato de que esses aparelhos tanto enviam como recebem mensagens. Ainda outros se apegam a uma noção perigosa e irresponsável de privacidade dos adolescentes.
Os pais precisam assumir o controle. Armar-se com o conhecimento é o primeiro passo, mas reunir coragem para estabelecer limites, regras e consequências claras é de igual importância.
Só duas semanas antes do caso de bullying na internet, o jornal publicou outro artigo de primeira página sobre a natureza distraída dos adolescentes digitais. O jornalista Matt Richtel disse dos adolescentes que estavam aparentemente sem condições de fazer seus deveres de casa e tarefas de leitura, simplesmente porque não conseguiam colocar de lado seus aparelhos digitais.
Para o jovem Vishal Singh, de 17 anos, o livro sempre parece perder para o computador. Representante de milhões de seus colegas, Vishal se sente muito mais à vontade no mundo virtual de sua vida digital do que no mundo real, onde os livros precisam ser lidos, provas precisam ser feitas e notas serão dadas.
Considere estes parágrafos:
[Vishal] também joga vídeo games 10 horas por semana. Ele regularmente envia atualizações de sua situação no Facebook às 2h da madrugada, mesmo em noites escolares, e tem uma reputação tão forte por distribuir links de vídeos que seus melhores amigos o chamam de um “abusador de YouTube”.
Vários professores chamam Vishal de um de seus estudantes mais brilhantes, e eles ficam tentando imaginar o motivo por que as coisas não estão fazendo sentido. No último semestre, sua média de notas foi 2,3 depois de um pouco mais que um D em inglês e um F em álgebra II. Ele tirou A em crítica cinematográfica.
“Ele é um garoto apanhado entre dois mundos”, disse o sr. Reilly [diretor da escolar dele] — um que é virtual e um que tem exigências de vida real.
Vishal e sua mãe concordam em que ele não tem domínio próprio para desligar o computador e abrir o livro. Ele não está só. Richtel conta de Allison Miller, de 14 anos, que “envia e recebe 27.000 textos por mês, seus dedos clicando num ritmo vertiginoso enquanto ela mantém sete conversações de texto de uma vez só”. Sean McMullen, um estudante do grau 12, joga vídeo games por quatro horas por dia em dias escolares e joga o dobro nos finais de semana. Esses adolescentes não são casos isolados — eles representam o que constitui um novo padrão entre adolescentes dos EUA.
Essa sentença do artigo é de forma particular inesquecível: “Ele [Sean] diz que às vezes desejava que seus pais o forçassem a parar de jogar e começar a estudar, porque ele acha difícil parar quando tem a escolha”. Serão que eles estão dando atenção?
Ambos os artigos merecem uma leitura profunda, mas a obrigação dos pais está suficientemente clara. Os pais de adolescentes e jovens não podem se dar ao luxo de ficar enfiados num mundo analógico com conhecimentos ultrapassados, ao mesmo tempo em que seus filhos nasceram na era digital e estão vivendo num mundo cada vez mais distraído e perigoso.
Os pais não podem ser espectadores na vida de seus filhos, mas deviam fixar regras, estabelecer expectativas, impor limitações e constantemente monitorar a vida digital de seus adolescentes. Qualquer coisa menos é uma forma de negligência dos pais.
Quando um adolescente diz a um jornalista de jornal que ele desejava que seus pais o forçassem a desligar seus aparelhos digitais e começar a fazer seus deveres de casa, só podemos ficar aqui imaginando se seus pais ingênuos chegarão um dia a compreender o que está acontecendo.
O jornal The New York Times merece crédito por suas reportagens verdadeiramente importantes sobre a vida digital dos adolescentes dos EUA. Esses dois jornalistas estão fazendo o trabalho que todos os pais e mães de adolescentes deveriam estar fazendo o tempo todo.
A última palavra pertence a Katherine Nevitt, uma adolescente de 16 anos, que escreveu uma carta ao editor em resposta ao artigo de Richtel. Ela havia decidido por si mesma limitar sua exposição digital e diminuir suas distrações. “Só posso exortar meus colegas adolescentes a fazerem o mesmo”, escreveu ela. “Isto é, os três de vocês que estão lendo isso”.

A polícia de West Midlands recebeu ordem de um tribunal de pagar a um pregador evangélico de rua de Birmingham que pregou que a homossexualidade é imoral mais de seis mil dólares, mais despesas legais por detenção e prisão injusta. Anthony Rollins, um pregador cristão que sofre de autismo, foi preso enquanto estava pregando no centro da cidade de Birmingham. Rollins foi acusado de violação da Seção 5 da Lei de Ordem Pública, um estatuto que foi fortemente criticado por restringir a liberdade de expressão.
O tribunal ouviu que em 24 de junho Rollins estava pregando a partir da Bíblia versão do rei James e expressou sua convicção cristã de que a conduta homossexual é moralmente errada. O Instituto Cristão, que representou o sr. Rollins, informa que um membro do público, John Edwards, fez objeção à mensagem, gritando “fanático homofóbico” antes de discar 999 e pedir intervenção policial.
Rollins foi preso na mesma hora, sem que a polícia fizesse mais questionamentos. Ele ficou detido por três horas e nunca foi entrevistado para se saber a versão dele acerca do que havia acontecido. O tribunal também deu o veredicto de que o policial Adrian Bill cometeu agressões e violência contra o sr. Rollins quando o algemou sem necessidade alguma.
Lance Ashworth, o juiz encarregado do caso, criticou o policial que fez a detenção, dizendo que ele havia feito a prisão “como uma questão de rotina sem parar para pensar nos direitos do sr. Rollins [à liberdade de expressão e liberdade religiosa]”.
Outro pregador evangélico de rua que foi preso antes neste ano por comentários que fez acerca da atividade homossexual comentou que a Inglaterra está se tornando um lugar onde a liberdade de expressar opiniões religiosas sinceras está sendo pisada. Em abril, Dale Mcalpine da Cumbria foi preso e acusado de usar palavras “insultantes” contrárias à Seção 5 da Lei de Ordem Pública, um delito criminal.
Mcalpine está pedindo que os cidadãos preocupados façam contato com seus parlamentares e peçam que o termo “insultantes” seja removido da Lei, ou outros correrão o risco de serem presos por expressarem suas convicções religiosas em público.
Embora as acusações tivessem sido descontinuadas, Mcalpine está processando o policial que o prendeu e o delegado da Polícia da Cumbria por detenção ilegal, prisão ilegal e interferência ilegal no direito dele à liberdade de expressão e liberdade de religião.
“Fui acusado de um crime, e solto com a condição de que eu não pregue num lugar público, nem mesmo em minha igreja”, disse Mcalpine.
A tradição na Inglaterra de pregar na rua remonta ao século XVII, e até recentemente era vista com ampla tolerância pelas autoridades. No século XVIII, quando o movimento metodista foi banido das igrejas anglicanas convencionais, seus adeptos, inclusive o fundador John Wesley, foram para as ruas para promover suas ideias.
Mike Judge do Instituto Cristão disse: “Nem todos gostam dos pregadores de rua, mas a pregação de rua é parte de nossa herança cristã. A maioria das pessoas simplesmente passa e ignora. A polícia não tem direito algum de prender cristãos por citarem a Bíblia. Os cristãos estão cansados de serem levados aos tribunais por causa de suas convicções. Não há dúvida de que há problemas na Lei de Ordem Pública e precisam ser consertados”, acrescentou Judge.
A Comissão Mista de Direitos Humanos do Parlamento, a organização de direitos civis Justice (Justiça) e o Instituto Cristão pediram que a Seção 5 da Lei de Ordem Pública seja emendada de modo que não seja utilizada de modo abusivo para interferir com a liberdade de expressão.

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Ladrão comum: “Assalto! Entregue-me o seu dinheiro! Quero dar saúde, educação e aposentadoria para mim mesmo. Por isso, exijo seu dinheiro, mesmo correndo o risco de ir para a cadeia!”

 

Ladrão privilegiado: “Entregue-me seu dinheiro! Quero dar saúde, educação e aposentadoria para você. Por isso, exijo seu dinheiro. Se não me entregar, você corre o risco de ir para a cadeia!”

 

O ladrão comum rouba com a força de uma arma.

 

O ladrão privilegiado ameaça com a força da lei. Como não poderia deixar de ser, ele é o próprio Estado, incomparavelmente superior a todos os ladrões juntos.

 

Qual a diferença entre os dois criminosos? O primeiro é sincero, e o segundo é enganador.

 

Quando um assaltante comum quer roubar um cidadão, ele tem de quebrar a lei. Mas o Estado ladrão é tão privilegiado que, além de modificar a lei para não ser visto como ladrão ao tirar dinheiro das vítimas, ainda consegue inverter totalmente os papéis, classificando legalmente como ladrão o cidadão que não quiser lhe entregar o dinheiro! E, diferente de todos os outros ladrões, ele não assalta apenas uma, duas ou cem pessoas: ele rouba literalmente todos os cidadãos.

 

A armadilha da previdência

Na questão da previdência, quem por muitos anos trabalhou, se sacrificou e pagou para o governo hoje se vê espremido e oprimido pelas sucessivas mutilações que o tubarão estatal faz na aposentadoria dos idosos. No sistema de Deus, que funcionou durante milhares de anos, o homem constituía família com sua esposa, investia nos filhos e mais tarde seu sustento na velhice ficava sob a responsabilidade dos próprios filhos. A prioridade absoluta era investir na própria família, não no governo.

 

Hoje o tubarão estatal remove do cidadão a opção de seguir o plano de Deus para a família sustentar os pais idosos e exige que todos paguem para a previdência social — porque o governo tem extrema necessidade desses recursos para seus suspeitos gastos e investimentos. Pode-se dizer suspeito porque quando o governo investe em iniciativas como educação sexual pornográfica e doutrinação socialista nas escolas, o programa Brasil Sem Homofobia e programas de aborto na rede pública de saúde, o dinheiro dos cidadãos está sendo roubado e usado para uma finalidade que a maioria da população não aprovaria se fosse consultada. Sem mencionar que os rombos na previdência são notórios.

 

O aposentado de hoje recebe muito menos do que lhe foi prometido pela previdência. O aposentado de amanhã sofrerá desapontamentos maiores. Esses desapontamentos são inevitáveis, pois a própria ONU vem avisando que nos próximos anos até mesmo os países ricos terão dificuldades de pagar aposentadorias. O que então dizer de um país menos desenvolvido como o Brasil?

 

A previdência social é uma invenção recente no Brasil, com menos de um século, porém sem chance de completar cem anos de forma sóbria e sem nenhuma chance de chegar aos duzentos anos. A “previdência” natural, com seus milênios de existência, prevalecerá sobre a novidade estatal. Os próprios países ricos serão testemunhas da extinção da previdência social, onde uma população materialista e presunçosa ficará sem o sustento estatal e com pouquíssimos ou nenhum filho para lhes servirem de socorro e apoio na velhice, culminando na imposição de leis de eutanásia. As políticas e cultura de controle de natalidade garantem não só um futuro sem filhos para os idosos, mas também menos trabalhadores futuros para investir na economia do país e na aposentadoria dos futuros idosos.

 

O Estado sabe que o futuro da previdência é sombrio e duvidoso, porém continua obrigando os cidadãos a investir na previdência, em vez de deixá-los investir em suas próprias famílias. E continua alimentando seus próprios bolsos, despojando dos trabalhares mediante pagamento forçado da previdência, deixando as pobres vítimas com o sonho de um futuro amparado pelo Estado — um sonho cada vez menos realizável.

 

Um governo honesto diria aos cidadãos: “Povo brasileiro, as próprias nações européias, o Japão, o Canadá e os EUA já estão começando a enfrentar pressões e crise na previdência social. O sistema de aposentadoria vai falir no mundo inteiro. A ONU sabe disso. A elite política em todos os país avançados sabe disso. Portanto, se quiser cuidar do seu futuro sustento, cuide hoje de sua família. Invista nos seus filhos. Aliás, cada família deveria ter mais filhos para que mais tarde os pais idosos possam receber dos filhos todo apoio. O Estado não mais cobrará impostos previdenciários, para que você fique com esse dinheiro para investir no bem-estar de sua própria família. Seus próprios filhos, não o Estado, são o seu futuro”.

 

Muitas pessoas estão começando a questionar o ato de confiar o próprio sustento futuro nas mãos do Estado. Nos Estados Unidos, Deus já está despertando profeticamente famílias evangélicas a voltarem para o padrão bíblico de vida e família. Muitos estão tendo famílias grandes — que sempre são uma bênção diante de Deus —, educando os filhos no sistema de educação escolar em casa e entregando seu sustento futuro a Deus. O dinheiro que pagariam à previdência eles investem no bem-estar dos filhos.

 

Entretanto, no Brasil o trabalhador cristão tem menos opções: ele tem de sustentar sua família e do pouco que ganha boa parte é abocanhada pelo tubarão estatal para supostamente financiar os já conhecidos serviços precários de saúde, educação e previdência.

 

Frente Parlamentar Evangélica: oportunidade perdida

O pior é quando os líderes do povo de Deus se acomodam e perdem a capacidade de reagir à ganância estatal. Na manhã de 17 de setembro de 2007, Alexandre Padilha, representante do governo Lula, teve oportunidade de apresentar as justificativas do governo para os muitos e elevados impostos no Brasil. Sua defesa da gula estatal é perfeitamente normal. Contudo, as justificativas não foram apresentadas num lugar qualquer. Foram feitas no Seminário sobre Políticas Públicas, realizado pela Frente Parlamentar Evangélica, no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal.

 

Em nenhum momento os líderes evangélicos sentados à mesa com o representante do governo contestaram suas injustificáveis “justificativas” do Estado assistencialista e seus impostos elevados, e a audiência evangélica teve de ouvir bovinamente que o governo age assim a fim de dar melhor assistência a todos os brasileiros. O representante também enumerou, durante longo tempo, as muitas políticas públicas e programas sociais sustentados pelos muitos impostos que somos forçados a pagar. Mas, estranhamente, não houve menção nenhuma ao fato de que nossos impostos também sustentam o programa Brasil Sem Homofobia e muitos outros programas governamentais infames.

 

A Frente Parlamentar Evangélica perdeu uma oportunidade profética de confronto necessário diante de uma defesa vergonhosa de roubos em grande escala. Aliás, quando o assunto é roubo, nenhum assaltante tira mais do cidadão brasileiro do que o próprio Estado.

 

O representante do governo Lula merecia ter sido esclarecido pelas verdades da Palavra de Deus, se os membros da Frente Parlamentar Evangélica sentados à mesa com ele tivessem aberto a boca contra a injustiça óbvia dos impostos altos e de programas como o Brasil Sem Homofobia. Mas não abriram. De que adianta então pregarem e brilharem tão bem em suas igrejas se não agem de forma semelhante dentro da escuridão do Congresso Nacional? Para que agir em amizade quando as diferenças são tão gritantes?

 

Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus. Ou vocês acham que é sem razão que a Escritura diz que o Espírito que ele fez habitar em nós tem fortes ciúmes? Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês. (Tiago 4:4-7 NVI)

 

Responsabilidade e irresponsabilidades do Estado

Pela Palavra de Deus, o Estado não tem direito de exigir nem cobrar dos cidadãos impostos na área de saúde, educação e previdência. Essas áreas são totalmente opcionais e deveriam ser deixadas ao critério e livre escolha de cada trabalhador.

 

A responsabilidade básica do Estado é dar segurança para a população, castigando os maus e elogiando os bons. Nada mais. Para essa finalidade, o Estado pode cobrar impostos justos, que não ultrapassem os limites do bom senso. O que passa dessa responsabilidade e cobrança é crime aos olhos de Deus. No entanto, não faz nenhum sentido o Estado brasileiro cobrar impostos para dar segurança quando a segurança no Brasil encontra-se em estado deplorável.

 

O fracasso estatal é tão evidente que o povo sempre pergunta e reclama: “Para que pagar tantos impostos quando temos tão pouca segurança?” Nas outras áreas, que não lhe competem pela Palavra de Deus, o Estado é igualmente desastroso. Não só o Estado não pode dar educação e saúde e suprir todas as necessidades da população, mas a verdade é que o Estado não está conseguindo cumprir suas promessas nessas áreas. A precariedade dos serviços estatais de saúde e educação comprova que a Palavra de Deus está certa em não defender nenhum chamado do Estado para esses papéis.

 

A função básica do Estado, de acordo com a ideologia socialista, é ocupar todos os espaços na sociedade, família e vida dos cidadãos — interferindo, intervindo e invadindo — e cobrando impostos cada vez mais elevados com a desculpa de dar mais saúde, educação, aposentadoria, empregos, etc.

 

O Estado, de acordo com a Palavra de Deus, tem de se confinar às suas responsabilidades específicas de segurança, respeitando os mandamentos de Deus. Todas as outras áreas devem ser deixadas sob a responsabilidade, liberdade e escolha dos próprios cidadãos.

 

Entretanto, o Estado, sob a ideologia socialista, quebra todos os limites e confina cada vez mais o cidadão.

 

O Estado socialista não rouba só dos trabalhadores através de uma imensa rede de cobrança de impostos, mas também rouba Deus — usurpando o lugar central dEle na vida social, utilizando o pretexto do Estado laico para expulsar Deus e seus mandamentos e valores da esfera política e social e em seguida impondo os mandamentos e valores estatais. A ideologia socialista leva fatalmente o Estado a remover tudo o que está no caminho de suas ambições, inclusive valores ligados a Deus e à família.

 

Quase ninguém no Brasil ainda acordou para a realidade de que o Estado está tornando os brasileiros meros escravos do governo. Enquanto o trabalhador tem menos, o Estado tem mais. Toda vez que promete mais serviços sociais para você, o governo lhe tira muito mais do que lhe dá. O Estado socialista ou assistencialista é insaciavelmente ladrão:

 

Rouba na suposta intenção de dar saúde para você.

 

Rouba na suposta intenção de dar emprego para você.

 

Rouba na suposta intenção de dar educação para você.

 

Rouba na suposta intenção de dar aposentadoria para você.

 

O ladrão privilegiado é o mais perigoso de todos, pois tem a lei do seu lado. Toda vez que quer cometer mais assaltos, simplesmente modifica a lei com a suposta intenção de dar mais “assistência” para você!

 

No entanto, esse ladrão privilegiado se esquece de que, muito embora ele altere as leis para proteger seus crimes, abusos e opressão, todos os ladrões estão incluídos numa Lei suprema que atinge a todos os que cometem o ato de roubar — sejam meros cidadãos desobedientes ou governantes desobedientes com suas ímpias leis. Essa Lei maior e universal diz NÃO FURTARÁS, nos Dez Mandamentos. Mais provavelmente, o ladrão privilegiado não quer se lembrar de que existe essa Lei, para não ser incomodado em sua insaciável ganância de impostos. Por isso, em seu desprezo a tudo o que vem de Deus e a fim de não ter Ninguém a quem prestar contas por seus próprios abusos e crimes, ele defende tanto o “Estado laico”.

 

Contudo, quer queiram ou não, tanto o ladrão comum quanto o ladrão privilegiado estão debaixo da Lei divina universal. Diante dessa Lei suprema, que transcende todas as constituições e leis humanas, roubo é roubo, seja praticado por um homem simples, pelo presidente de uma nação ou pelo próprio Estado.

 

O povo, sob Deus, tem o direito de reagir aos ladrões

Quando um Estado não quer se corrigir e parar suas práticas abusivas de roubar dos cidadãos por meio de impostos violentos e iníquos, pode ser preciso fundar uma nova nação. Assim nasceram os EUA. O governo inglês, antes da criação dos EUA, cobrava impostos abusivos dos cidadãos americanos, e o povo americano entendia essa cobrança não como direito do Estado, mas como abuso de poder. Com esse entendimento e com as ações que se seguiram, os cidadãos americanos se livraram do Estado ladrão e fundaram uma nova nação, com princípios mais limitadores aos poderes do Estado.

 

Assim como um cidadão tem o direito de reagir ao ataque de um ladrão, o nascimento dos Estados Unidos mostra que os cidadãos unidos recebem bênçãos especiais quando, sob Deus, têm a coragem de reagir a um governo ladrão.

 

Até quando no Brasil os líderes e o povo evangélico agüentarão a condição de escravos de impostos elevados e muitas outras imposições estatais absurdas que oprimem os cidadãos honestos e trabalhadores? Até quando aceitaremos as “justificativas” do governo para tamanho abuso contra nós? Até quando acolheremos em nossas reuniões representantes governamentais defendendo o Ladrão estatal?

 

Se ficarmos calados, as pedras clamarão.

 

O jornal esquerdista Folha de S. Paulo anunciou que “o concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo”. Dos 109.193 inscritos, mais de 5.000 estudaram em universidades.

 

 

No entanto, a Folha deixou claro: “Os anos de estudo a mais, porém, não devem colocá-los em vantagem na disputa — a seleção é feita por meio de testes físicos, como barra, flexão abdominal e corrida”.

 

 

O trabalho de gari já não é fácil nem para os pobres. Mas a situação econômica está ficando tão ruim que até quem estudou em universidades para ter uma melhor colocação no mercado de trabalho nada mais vê no horizonte, a não ser um emprego de gari com um salário de apenas R$ 486,10 mensais.

 

 

O duro não é só achar um trabalho com baixo salário. O pior é ver o salário suado escoando para as mãos de um governo piranha. Calcula-se que a carga de impostos seja hoje quase 40 por cento da renda do brasileiro, fazendo com que quase metade do seu trabalho durante um ano seja abocanhado pelo governo.

 

 

Assim, o brasileiro que tem família para sustentar tem de submeter sua renda à exploração tributária. Mesmo tendo diploma universitário, isso não lhe garante um emprego melhor do que o de gari. Mesmo tendo nascido num Brasil supostamente democrático e independente, isso não o livra da escravidão tributária.

 

 

Essa dura realidade do trabalhador contrasta com os privilégios que o governo concede aos criminosos que não trabalham. Desde que assumiu em 2003, o governo Lula vem dando um “auxílio-reclusão” que hoje estabelece o valor de 752,12 para os dependentes de assassinos, estupradores, etc. (Veja aqui:http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22)

 

 

Veja agora a diferença. Mesmo tendo doutorado, você pode acabar tendo de escolher um emprego de gari, ganhando apenas 486,10 mensais para sustentar a sua família. Mas se você matar alguém e for preso, sua família terá direito a 752,12 mensais! Isto é, o preso terá excelente alimentação gratuita sem precisar trabalhar, e seus dependentes vão ganhar muito mais. Os 109.193 inscritos, ao saberem disso, poderiam se sentir tentados pela “inocente” oferta estatal!

 

 

Enquanto as famílias das vítimas sofrem extremas privações, quem recebe auxílio são as famílias dos criminosos. Esse é essencialmente o sistema socialista de redistribuição de renda, onde o governo rouba os trabalhadores por meio de impostos violentos, e entrega uma pequena parte para tais políticas insanas. O restante vai para alimentar a obesidade imoral de políticos piranhudos.

 

 

Dois séculos atrás, Tiradentes ficou muito revoltado porque o governo português cobrava 20 por cento de impostos. Tiradentes achava isso roubo e queria a independência do Brasil. Hoje, com um rombo e roubo de 40 por cento, nenhum brasileiro fala de independência, preferindo se submeter aos piores empregos para sustentar as malandragens do ladrão estatal, enquanto malandros no Congresso Nacional e nas cadeias vivem muito bem à custa dos trabalhadores que perderam a vontade de se revoltar. Esses escravos, que mal conseguem sustentar suas famílias, têm orgulho de ser brasileiros. Mas duvido muito que, vendo o Brasil do jeito que está hoje, Tiradentes conseguisse ter algum orgulho. Depois de dois séculos, os brasileiros continuam sem independência, eternas vítimas de elevados impostos criminosos.

 

 

Apesar de tudo, o filho de Deus tem orgulho de ser cidadão do Reino de Deus. Ali, não há impostos de 20 ou 40 por cento para roubarem nosso suor. Ali, não há escravidão. Ali, não há redistribuição de renda, mas apenas o chamado livre de ajudar a quem precisa, por meio da nossa própria escolha e decisão. E quando o Rei Jesus quer ajudar, ele tem seus próprios recursos. O Rei Jesus jamais tira de nós nossos recursos para dar para outros. Pelo contrário, ele sempre nos dá a escolha de usar nossos recursos para ajudar. Bem diferente do reis deste mundo, que tiram nossas escolhas, liberdade e recursos, com as desculpas mais mentirosas.

 

 

Vendo as vantagens da vida criminosa, qual é o mau-caráter que vai querer trocar fáceis 752,12 por suados 486,10 de um salário de gari? Como é que o placar de 50.000 brasileiros assassinados por ano vai diminuir quando o governo Lula dá tantos incentivos?

 

 

O gari deve ficar muito desanimado vendo assassinos, sem fazerem absolutamente nada, ganhando o dobro do que ele sua para receber. Além disso, 40% de sua renda vai para pagar a conta alta do “auxílio-reclusão”. Some a isso o pesado financiamento do governo federal às paradas gays e às iniciativas pró-aborto, e o desanimo do gari vai virar depressão, com sério risco de suicídio — a não ser que ele faça como Tiradentes.

 

 

O ladrão estatal português de ontem é hoje o ladrão estatal brasileiro, que rouba em dobro. Se Tiradentes vivesse em nosso tempo, será que ele renunciaria à liberdade para ser escravo e capacho do governo brasileiro?

 

 

Revoltar-se e mobilizar-se contra a exploração de impostos no Brasil é, como concordaria plenamente Tiradentes, uma obrigação moral de todos os brasileiros.

 

O Cristianismo deve ser estendido a toda a sociedade. Para essa finalidade, existe a evangelização, onde o Senhor Jesus Cristo comissionou seus discípulos a ir a todo o mundo e pregar o Evangelho a todas as pessoas. Nada e ninguém deve ficar de fora da influência do Evangelho.

 

No começo, o método exclusivo de evangelização usado era simplesmente a pregação do Evangelho, por meio dos líderes e do testemunho pessoal dos membros comuns.

 

Desse jeito, a mensagem sobre o ministério, vida, morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo experimentou uma propagação extraordinária na sociedade, atingindo até mesmo as autoridades — sempre porém com muitas perseguições. A expansão do Cristianismo ocorreu basicamente por causa dessas perseguições. O crescimento do Evangelho foi regado com o sangue dos mártires.

 

Já bem estabelecido em muitos setores da sociedade do Império Romano, o imperador Constantino, depois de se converter, teve a iniciativa de oferecer privilégios e favores especiais a todos os cidadãos romanos que resolvessem se converter para o Cristianismo. Por mais boa intenção que ele tivesse, a obra da conversão pertence exclusivamente ao Espírito Santo, com a colaboração dos cristãos, que têm a missão de dar bom testemunho a fim de atrair os descrentes à esfera do Evangelho.

 

O que aconteceu foi que as igrejas cristãs começaram a se paganizar, pois os pagãos passaram a ser cristãos, por causa dos favorecimentos dados para quem se convertesse, e trouxeram consigo suas práticas pagãs.

 

Assim, a tentativa de utilizar o governo para empurrar as pessoas para se converter foi um fracasso, pois o governo é incapaz de cumprir o que não tem chamado para cumprir. Com essa experiência política dos cristãos romanos, aprendemos que o governo não pode e não tem chamado nenhum para ocupar o lugar da Igreja do Senhor Jesus Cristo na sua missão de evangelizar.

 

Então, com esses erros do passado, os cristãos hoje aprenderam a lidar de modo correto com as questões políticas? No que se refere à evangelização, a lição parece que foi realmente aprendida.

 

No entanto, os erros de hoje não são iguais aos erros do passado. Enquanto no passado, cristãos bem intencionados tentaram atribuir ao governo a função de evangelização, que pertence exclusivamente à Igreja do Senhor Jesus Cristo, os cristãos bem intencionados de hoje tentam atribuir ao governo algumas funções da família e da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

 

Esses cristãos acham que o governo tem a função de:

 

  • Reabilitar criminosos (função exclusiva do Senhor Jesus Cristo, através da Sua Igreja).

 

  • Alimentar os pobres (função de cada pessoa de acordo com sua própria consciência e liberdade moral).

 

  • Dar saúde a todos (função em parte de cada pessoa e também da Igreja do Senhor Jesus Cristo).

 

  • Dar educação (função da família e também da Igreja do Senhor Jesus Cristo).

 

  • Redistribuir renda. (Nem mesmo a Igreja do Senhor Jesus Cristo tem essa função, pois todos os ricos são chamados, de acordo com sua consciência e liberdade moral, de ajudar os necessitados. Assim como o governo não pode obrigar as pessoas a se converter, também não pode obrigá-las a ajudar os outros, mediante cobrança forçada de impostos pesados e iníquos.)

 

Assim como o erro do passado, esse erro também tem como causa as boas intenções de alguns cristãos. Assim como no passado, esses cristãos querem que o governo ocupe funções que Deus jamais lhe deu, de modo que não foi de estranhar que o Império Romano tenha fracassado em seus esforços humanos de converter os cidadãos pagãos e de modo que não será de admirar que o governo de hoje experimente igual fracasso em suas tentativas de usurpar o chamado das famílias e da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

 

Não é preciso entrar em detalhes para explicar qual é o chamado do cristão na sociedade. Sua missão é permitir que o Espírito Santo o use continuamente para pregar a Palavra de Deus a todos os pecadores.

 

  • Onde há perdição, ele leva a luz do Evangelho, como Jesus ensinou.

 

  • Onde há doenças, ele ministra aos doentes, como Jesus ensinou.

 

  • Onde há necessidades materiais, ele pratica e ensina o amor ao próximo, como Jesus ensinou.

 

Entretanto, qual é o papel do governo e, de modo particular, qual deve ser o papel do cristão na política?

 

A Bíblia ensina que a função do governo e seus governantes é serem servos de Deus. O que é então o governo ser servo de Deus? Pregar o Evangelho? Alimentar os pobres? Cuidar dos doentes? Reabilitar os criminosos? Educar as crianças?

 

“Pois [a autoridade política] é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal”. (Romanos 13:4 NVI, o destaque é meu.)

 

Ser servo de Deus é o governo fazer a vontade de Deus se ocupando com a função que Deus lhe deu. Parece que bem poucos cristãos sabem ou lembram que Deus já estabeleceu uma função para o governo.

 

Seja cristão ou não, o presidente, governador ou outra autoridade política tem chamado de Deus para cumprir sua obrigação de castigar os maus e elogiar os bons. Nem mais, nem menos.

 

“Somente os que fazem o mal devem ter medo dos governantes, e não os que fazem o bem. Se você não quiser ter medo das autoridades, então faça o que é bom, e elas o elogiarão.” (Romanos 13:3 NTLH)

 

Cumprindo tal função, o governo não precisará mais se intrometer em áreas que não lhe competem e áreas em que seu fracasso é mais que evidente, como educação, saúde, etc. Cessando tal intromissão, o governo deverá parar de cobrar incessantes, pesados e abusivos impostos com o suposto objetivo de investir na saúde, educação, etc., livrando os trabalhadores da escravidão como financiadores involuntários de todo tipo de programa governamental social absurdo.

 

Assim, o governo terá tempo para se ocupar exclusivamente com sua missão de dar segurança à população. Por sua vez, tendo mais segurança e tendo muito menos de seu dinheiro desperdiçado no pagamento de impostos, a população terá muito mais liberdade para procurar ou estabelecer os serviços que lhe são essenciais, como saúde, educação, etc.

 

Quando o governo se envolve em funções que não lhe competem, o resultado é insegurança: os maus não são castigados e os bons cidadãos não são elogiados. Em casos extremos, o governo castiga os bons cidadãos e elogia os maus! Não muito diferente do que ocorre no Brasil de hoje, onde certos indivíduos que promovem o “direito” ao aborto, ao homossexualismo e a outros males são elogiados, enquanto os bons cidadãos que se manifestam contra essas práticas nocivas são tratados como preconceituosos e até pior. Enquanto os maus são elogiados por promoverem o homossexualismo e camisinhas nas escolas, famílias inocentes são impedidas de exercer seu direito de deixar de mandar seus filhos ao péssimo ambiente escolar que o governo está proporcionando às crianças. Essas famílias são perseguidas por optarem pela educação escolar em casa.

 

Entretanto, os problemas não param por aí. Enquanto mais de cinqüenta mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil, o governo se prepara para punir severamente — não os criminosos e assassinos, mas as famílias que prosseguirem na milenar prática da disciplina física nos filhos. O clima é de muita insegurança e caos. Mas o governo tentará mostrar que está trabalhando. Se não puder perseguir e punir os verdadeiros criminosos, o governo simplesmente, por suas próprias leis absurdas, transformará em criminoso toda mãe ou pai disciplinador ou todo cidadão bom que ousar se opor aos programas governamentais de favorecimento ao homossexualismo e outros pecados.

 

Se os cristãos não ajudarem o governo a cumprir sua missão, inevitavelmente o governo tentará impedir os cristãos de cumprirem sua própria missão. Caso um governo, por causa de sua confusão moral, tenha se esquecido ou nem mesmo saiba mais seu dever natural, os bons cidadãos devem lembrar aos governantes sua responsabilidade de:

 

(1) castigar, punir, penalizar e fortemente desencorajar os assassinos, os ladrões, os estupradores, os adúlteros, os pedófilos, os seqüestradores, os abortistas e outros maus.

 

(2) elogiar os bons que se opõem a esses males e ajudam os pobres, os órfãos, as vítimas de violência sexual, os oprimidos pelo homossexualismo, etc.

 

Portanto, os cristãos devem cuidar da evangelização, cada família deve cuidar de suas necessidades de saúde e educação e o governo deve ter como missão exclusiva o único chamado que Deus lhe deu: castigar os maus e elogiar os bons.

 

Que os cristãos na política então se lembrem de deixar o governo ser apenas um bom servo de Deus na sua própria esfera, para a segurança de toda a população.

 

Pesquisadores há muito tempo argumentam que o casamento geralmente reduz condutas ilegais e agressivas nos homens. O que ficava na dúvida, porém, era se essa ligação era função do próprio matrimônio ou se homens menos “antissociais” tinham simplesmente mais probabilidade de se casarem.

A resposta, de acordo com um novo estudo liderado por uma geneticista comportamental da Universidade Estadual de Michigan, parece ser ambos.Na edição de dezembro da revista Archives of General Psychiatry (Arquivos de Psiquiatria Geral), online hoje, S. Alexandra Burt e colegas revelaramque homens menos antissociais tinham mais probabilidade de se casarem. Ao se casarem, porém, o próprio casamento parece inibir ainda mais condutas antissociais.“Nossos resultados indicam que o índice reduzido de condutas antissociais em homens casados é mais complicado do que pensávamos anteriormente”, disse Burt, professor adjunto de psicologia. “O casamento é geralmente bom para os homens, pelo menos em termos de reduzir condutas antissociais, mas os dados também indicam que quem entra no estado de casamento não o faz acidentalmente”.

O estudo é o primeiro a investigar os efeitos do casamento em condutas antissociais usando uma amostra geneticamente informativa de gêmeos para excluir os efeitos dos genes nessas associações. Os pesquisadores examinaram os dados de 289 pares de gêmeos do sexo masculino. Os gêmeos foram avaliados quatro vezes, com as idades de 17, 20, 24 e 29 anos.

O estudo revelou que os homens com níveis mais baixos de conduta antissocial com as idades de 17 e 20 tinham mais probabilidade de se casarem com a idade de 29 anos (os pesquisadores se referem ao ato de entrar no casamento como processo de seleção). Isso é digno de nota, já que estudos anteriores revelaram pouco apoio ao fato de que esse processo de seleção influenciou índices reduzidos de conduta antissocial entre homens casados.

Burt disse que a descoberta dela poderá diferir de estudos passados porque índices conjugais diminuíram de modo significativo em anos recentes, ao passo que o casamento era mais a norma na década de 1950, significando que a seleção provavelmente não era um fator importante.Quando os homens se casavam, os índices de conduta antissocial diminuíam mais ainda. Ao comparar gêmeos idênticos em que um gêmeo havia se casado enquanto o outro não, Burt disse, o gêmeo casado geralmente se envolvia em níveis mais baixos de conduta antissocial do que se envolvia o gêmeo solteiro.

Burt disse que é improvável que o casamento iniba a conduta antissocial dos homens diretamente, mas em vez disso que o casamento é um indicador para outros fatores tais como vínculos sociais ou menos tempo gasto com colegas delinquentes. Outro fator que parece ser importante é a qualidade do casamento; o efeito do casamento na conduta antissocial tende a ser mais forte em melhores casamentos.


Um artigo lúcido!
Seu autor é homossexual” assumido”, americano, e faz uma análise sob o ponto de vista político e cultural, tocando com maestria nas entranhas das reivindicações políticas do movimento gay nos Estados Unidos e plenamente aplicável aqui no Brasil

O autor não entra no mérito da ilicitude moral do comportamento de muitos  homossexuais e parece até mesmo legitimá-lo no “anonimato de uma vida privada e discreta”, algo que, evidentemente não concordamos já que a licitude ou ilicitude moral de nossos comportamentos independem do local e de sua visibilidade

Leia o artigo sem moralizá-lo e o analise sob o ponto de vista político e das implicações na sociedade de tais reivindicações do movimento gay.
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Por Justin Raimondo

Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade.

Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.

O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos.

Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais.

Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neturalidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares.

A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana.

Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade.

Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.

Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?

Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas  almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.

 

 

Uma montagem feita com desenhos da Disney.

Não é confessional, nem religioso, mas tem embutido valores cristãos.
Bonito e emocionante.

Buscar, sem ficar esperando que as coisas aconteçam.

Lutar pela verdade e pelo o que vale a pena na vida.

Lutar pela verdadeira felicidade, sem passar por cima dos outros.

Ser diferente em um mundo que quer nos amoldar, deixar de ser mais um e FAZER diferença – pelo bem – na vida da gente e na vida daqueles que nos cercam.

Ir à Luta!!

Com Deus, é possível.TUDO é possível!

P: Como se pode dizer que o principal fim do matrimônio é a procriação, se nem todos os casamentos têm filhos, nem todos os filhos nascem dentro do matrimônio e, com as novas tecnologias e a ajuda de uma terceira pessoa de sexo oposto, as uniões do mesmo sexo podem ter filhos?

R: O fato de que algumas uniões casadas não gerem filhos seja por causa de infertilidade ou decisão pessoal não determina o fim do matrimônio. As exceções provam, não invalidam, a regra; as formas de atuar individuais não invalidam os objetivos de uma instituição; as variações não anulam uma norma.

O fato biológico inerente que permanece é que, pelo geral, o matrimônio entre um homem e uma mulher dará como resultado crianças. Fato que não podem alterar nem mudanças no reino das idéias, nem tendências sociais ou novas tecnologias.

P: Por acaso não evoluíram durante anos os fins do matrimônio? Por exemplo, já não se tolera o estupro sob a cobertura do matrimônio, e as leis familiares desenvolveram-se até ao reconhecimento da igualdade dos esposos? A finalidade do matrimônio não evoluiu da procriação para o reconhecimento de um compromisso expresso?

R: O fim central do matrimônio, que serviu à sociedade desde tempos imemoriais, não mudou. As evoluções mencionados acima não têm que ver realmente com a natureza do matrimônio senão com mudanças dentro da estrutura atual do matrimônio. Simplesmente foram desenvolvimentos para reforçar, não para redefinir a instituição. Inclusive, ainda que o matrimônio tenha estado evoluindo durante anos, sempre foi em continuidade com sua natureza.

P: A ênfase sobre a reprodução, significa que os matrimônios de uniões inférteis são inválidos?

R: Existem uniões que não têm filhos por escolha pessoal ou por infertilidade: o aumento dos segundos matrimônios significa que se convertem numa circunstância mais comum que no passado. Mas as exceções não invalidam, senão que mais bem provam a regra, especialmente quando têm lugar numa instituição que joga um papel tão vital como o matrimônio. Como se viva atualmente um matrimonio não determina os objetivos de uma instituição importante, que tem objetivos críticos para o futuro da sociedade.

P: De que maneira afeta aos matrimônios heterossexuais  que se dê a possibilidade legal  das uniões do mesmo sexo?

R: O matrimônio é um consentimento pessoal e também social. O que se reconhece legal e socialmente não é só o consentimento pessoal senão também um consentimento social que contribui ao futuro da sociedade ao ter e criar filhos. Ainda que não todas as uniões casadas tenham filhos, a relação entre um homem e uma mulher tem o potencial inerente de criar filhos.Permitir as uniões do mesmo sexo casar-se mudaria a definição de matrimônio até tal ponto que deixaria de ser matrimônio. A procriação não é só o fim do matrimônio senão que é essencial a instituição. Além do mais, a complementariedade e riqueza da diferença sexual é essencial para a expressão do amor conjugal.

Se devem analisar as leis não só segundo seu impacto nos indivíduos senão também por seu impacto no tecido social. É importante para a estabilidade da família e, em última instância, da sociedade, consolidar a instituição do matrimônio. O senhor juiz Pitfield em um ditame do Tribunal Supremo da Columbia Britânica de outubro de 2001 expressava a dimensão social do matrimônio desta forma: “O estado tem uma justificação demonstravelmente genuína ao conceder reconhecimento, preferência e precedência a natureza e caráter dos acordos centrais e sociais nos que uma sociedade se apoia“.

P: Que resposta se pode dar as uniões do mesmo sexo que dizem que, se se lhes permitisse casar-se, suas uniões se consolidariam e seus filhos se veriam melhor protegidos, posto que o reconhecimento lhes tiraria o estigma social?

R: O fato é que as crianças estão vivendo hoje em dia numa variedade de lares: famílias misturadas, famílias estendidas, famílias de um só progenitor, famílias nas que morreu um progenitor, famílias pobres, famílias ricas. Durante séculos, o matrimônio se baseou na promoção da relação de união e a continuidade da sociedade. Não se baseou em primeiro lugar sobre a afirmação da escolha de vida de um dos componentes da união. Enquanto ao estigma social, é importante reforçar o ensinamento da Igreja de que todos os seres humanos tem igual dignidade humana e são dignos do mesmo respeito, porque foram criados a imagem de Deus; isto é verdade ainda que certo comportamento sexual seja ou não aceito pela Igreja.

P: Permitir as uniões do mesmo sexo rebaixaria o matrimônio?

R: Conceder às uniões do mesmo sexo o direito legal ao matrimônio poderia mudar a definição do matrimônio a tal ponto que deixaria de ser matrimônio. Borrar as distinções entre o matrimônio e outras formas de relação poderia dar como resultado menor diversidade na sociedade, não maior. Isto não é fazer juízos sobre a riqueza e o valor dos indivíduos nos diferentes tipos de relação. Todos os seres humanos têm uma dignidade humana inerente porque vem de Deus e são amados por Deus.

Resulta apropriado distinguir entre matrimônio e outros tipos de relações porque assim foi durante séculos e continua sendo o marco através do qual se perpetua a sociedade mesma. As estatísticas provam de maneira esmagadora que o matrimônio é o melhor ambiente no que criar os filhos.

Como afirmava o senhor juiz Pitfield numa decisão da Corte Suprema de Columbia Britânica, em outubro de 2001, “a única questão é se o matrimônio pode converter-se em algo que não é, para englobar outras relações“.

P: As uniões do mesmo sexo têm agora quase todos os mesmos benefícios sociais que as uniões casadas; não se estará na realidade lutando só por uma palavra? O que existe de tão importante na palavra “matrimônio“?

R: As palavras são importantes. Por exemplo, nossos nomes pessoais, nossos sobrenomes são “só palavras”. As palavras significam quem e que somos e o significado das instituições. O matrimônio tem um enorme significado porque existiu através de todas as culturas, credos e sistemas políticos que recorda a história. O matrimônio é uma palavra que está cheia de história, significado e simbolismo, e que deveríamos conservar para esta realidade única.

P: Se alguns aspectos do matrimônio se assemelham aos de outras relações, isto significa que não é distinto de outras relações?

R: É certo que as relações de uniões de fato produzem filhos, alguns matrimônios não, e algumas uniões do mesmo sexo têm filhos seja de relações anteriores ou com a ajuda das novas tecnologias. O que é importante é não dividir o matrimônio em seus componentes senão olhar o seu fim mais importante que está profundamente arraigado em nossa história, cultura e tradições religiosas.

P: Recusar às uniões do mesmo sexo o direito a casar-se seria fazer o mesmo que as leis de alguns países que se usam para prevenir o matrimônio entre raças diferentes?

R: A analogia é inválida porque as leis raciais não têm justificação à hora de manter separadas as raças, não à hora de falar da natureza do matrimônio. Os matrimônios do mesmo sexo poderiam, como ocorre com a poligamia, mudar a verdadeira natureza do matrimônio ao convertê-lo em algo que não é.

P: Existem três casos judiciais em Ontário, Quebec, e Columbia Britânica sobre a definição do matrimônio. Em todos os tribunais se afirmou que a definição de oposição de sexos do matrimônio é discriminatória, e só em um (o caso de Columbia Britânica) se declarou que a discriminação era justificável. A mudança na definição do matrimônio, não será só uma questão de tempo? Não deveria a Igreja promover a igualdade?

R: Primeiro, estes são juízos de tribunais de primeira instância e existe um longo processo de apelação. As distinções legais e sociais se fazem entre matrimônio e outros tipos de relação como uniões de fato, uniões do mesmo sexo e outras relações adultas não sexuais, não sobre a base de características pessoais irrelevantes.

A natureza destas relações é substancialmente diferente do matrimônio, inclusive tendo aspectos similares. A instituição do matrimônio transcende as exceções. Nem se está sugerindo que as distinções se façam sobre a base de que os indivíduos em um tipo de relação sejam mais dignos de respeito como seres humanos que outros.

O ensinamento católico deixa claro que se deve respeitar a dignidade de todos os seres humanos porque foram criados à imagem de Deus. O que se está questionando aqui é se redundará em benefício da sociedade mudar a definição do matrimônio até o ponto de que já não corresponda à sua realidade, não só como foi conhecido e vivido durante séculos, senão também como é conhecido e vivido pela vasta maioria dos canadenses de hoje, assim como pelo resto do mundo.

P: O que se pode dizer sobre as uniões de fato do mesmo sexo?

R: Existem outras relações entre adultos que implicam compromisso, carinho e interdependência emocional e financeira, impliquem ou não um componente sexual. Se o governo vê conveniente tratar suas preocupações através de uniões civis ou uniões registradas, se deveria fazer de maneira que não redefina radicalmente o matrimônio. O matrimônio deve manter-se como uma instituição de sexos opostos.

P: As pessoas que formam uniões do mesmo sexo formarão parte do registro de uniões civis que se criará para elas, não serão tratados como cidadãos de segunda classe?

R: Tratar o matrimônio de maneira diferente não é um juízo sobre o valor ou dignidade humana dos indivíduos nos diferentes tipos de relações. A distinção se faz devido ao papel diferente que o matrimônio desempenhou na perpetuação e estabilidade da sociedade.

Com o fim de 2010, o Senado arquivou o PLC 122/06, projeto de lei que criminaliza a homofobia. O motivo não é político, mas regimentar.

Fim de legislatura no Congresso significa, além da preparação para receber os novos parlamentares eleitos, a organização, o saneamento e o arquivamento de projetos. Pelo Regimento Interno do Senado, todas as propostas que estão tramitando há mais de duas legislaturas são imediatamente arquivadas. Neste caso, terão o arquivo como destino todas as matérias apresentadas em 2006, último ano completo de trabalhos da 52ª legislatura, e dos anos anteriores.

Estão nessa situação, por exemplo, o PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. Mesmo já tendo sido aprovado pela Câmara e pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado – faltam as análises das Comissões de Assuntos Sociais e de Constituição, Justiça e Cidadania, além do Plenário. Mas o fato de ter chegado à Casa ainda na legislatura passada já o qualifica para o arquivamento.

- O que é considerado não é a relevância do tema, e sim a antiguidade da proposição – explica o secretário-geral adjunto da Mesa, José Roberto Leite de Matos.

Também serão arquivados pelo mesmo motivo a proposta de emenda à Constituição (PEC 20/99) que reduz a idade para imputabilidade penal dos atuais 18 para 16 anos, de autoria do então senador José Roberto Arruda; a PEC 24/05, do senador Paulo Paim (PT-RS), que pretendia criar o Fundo de Desenvolvimento da Educação Profissional; e o PLS 126/01, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que inclui a figura do companheiro entre aqueles sujeitos ao aumento de pena por abandono de incapaz.

Entretanto, as proposições arquivadas ainda poderão tramitar por mais uma legislatura – a próxima será a 54ª – caso haja requerimento apoiado por um terço dos senadores para a continuidade da análise da proposta. Os interessados devem apresentar esse requerimento com 27 assinaturas até 60 dias após o início do ano legislativo, e o pedido deve ser aprovado em Plenário. O desarquivamento só pode ocorrer uma vez, caso contrário, o projeto será arquivado definitivamente.

Marta Suplicy, senadora eleita por São Paulo, afirmou em entrevista que levaria o PLC da homofobia adiante nesta nova legislatura.

Do fim da 52ª legislatura (de 2003 a janeiro de 2007) para o início da 53ª (de 2008 a janeiro de 2011), segundo o secretário-geral adjunto, foram arquivadas cerca de 500 proposições. A estimativa é de que dessa vez o número de projetos destinados ao arquivo diminua. O balanço final do arquivamento de proposições estará pronto em janeiro.

Exceções

O Regimento Interno diz ainda que, como regra geral, também as proposições apresentadas na atual legislatura deverão ser arquivadas, mas há algumas exceções: as que são originárias da Câmara ou por ela revisadas; as de autoria de senadores que permaneçam no exercício do mandato ou reeleitos, ou de seus suplentes; as apresentadas por senadores no último ano de mandato; aquelas que têm parecer favorável de pelo menos uma comissão, ainda que preliminar; as que tratam de matéria de competência exclusiva do Congresso Nacional (projetos de decreto legislativo) ou do Senado (projetos de resolução); ou ainda os pedidos de sustação de processo contra senador em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Pe. John Flynn, LC

O Departamento de Censo dos Estados Unidos divulgou, no dia 16 de setembro, os últimos números sobre renda e pobreza. Segundo o informe, o índice oficial de pobreza nos Estados Unidos, em 2009, era de 14,3%, acima dos 13,2% de 2008.

Em números concretos, isso elevou, em 2009, a 43,6 milhões de pessoas em estado de pobreza, em comparação com as 39,8 milhões de 2008.

A nota de imprensa observou que foi o terceiro aumento anual consecutivo.

O limiar oficial de pobreza para uma família de 4 membros, em 2009, era de 21,954 dólares. Algumas reportagens da imprensa sobre os dados indicaram que os números do Departamento de Censo só levam em consideração as entradas monetárias e o número dos considerados pobres seria de vários milhões a menos se não levassem em conta outros benefícios.

Não há dúvida de que um importante fator no aumento da pobreza foi a recessão econômica. No dia 20 de setembro, o National Bureau of Economic Research declarou que a recessão começou em dezembro de 2007 e terminou oficialmente em junho de 2009. Trata-se da recessão mais longa dos Estados Unidos desde o final da 2ª Guerra Mundial.

Outro documento, divulgado no mesmo dia que o informe do Departamento de Censo, destacou uma importante causa de pobreza que costuma ser esquecida: a ruptura matrimonial. “Marriage: America’s Greatest Weapon Agaisnt Child Poverty” (Casamento: a melhor arma americana contra a pobreza infantil) foi escrito por Robert Rector e publicado pela Heritage Foundation.

O casamento continua sendo a arma mais forte contra a pobreza na América do Norte; ainda assim, continua diminuindo”, afirmou Rector.

Pais solteiros

Segundo os dados do Departamento de Censo dos Estados Unidos referentes a 2008, o índice de pobreza para os progenitores solteiros com filhos nos EUA era de 36,5% – um dado interessante, se comparado com os 6,4% dos casais casados com filhos. Assim, crescer em uma família casada reduz 80% da probabilidade de que uma criança viva na pobreza.

Rector admitiu que algumas destas diferenças consistem no fato de que os progenitores solteiros têm em geral uma preparação educativa inferior que os casais casados. Inclusive assim, quando os casais casados se comparam com os progenitores solteiros com o mesmo nível de educação, o índice de pobreza dos casados é ainda 75% inferior.

O estudo observou, além disso, que infelizmente o casamento está diminuindo com rapidez nos Estados Unidos. Durante a maior parte do século XX, quase todas as crianças nasciam de casais casados. Assim, quando o presidente Lyndon Johnson lançou a Guerra contra a Pobreza, em 1964, 93% das crianças nascidas nos EUA vinham de casais casados.

Nos anos seguintes, houve uma mudança espetacular na situação. Em 2007, somente 59% dos nascimentos da nação eram de casais casados.

Rector também comentou que não devemos pensar que este fenômeno se deve sobretudo a gravidezes e nascimentos adolescentes. De fato, em 2008, somente 7,7% dos nascimentos que aconteceram fora do casamento nos EUA eram de mulheres menos de 18 anos; 75% deles eram de mulheres adultas jovens entre 19 e 29 anos.

“O declínio do casamento e o crescimento dos nascimentos fora dele não são um assunto de adolescentes; são o resultado da ruptura de relações de homens e mulheres adultos jovens”, afirmou Rector.

Em geral, as famílias monoparentais abrangem um terço de todas as famílias com filhos, mas 71% das famílias pobres com filhos são monoparentais. Em contraste, 74% de todas as famílias não pobres com filhos são de casais casados, observou o estudo.

A transformação massiva a famílias monoparentais também significou um grande custo para as finanças públicas. Segundo Rector, o governo federal leva adiante mais de 70 programas de bem-estar que proporcionam ajuda às pessoas com baixos recursos. No ano fiscal 2010, o governo federal e os governos estatais gastaram 400 bilhões de dólares em recursos para famílias com filhos e baixos recursos, afirmou. E cerca de 75% desta assistência, isto é, 300 bilhões de dólares, foram destinados a famílias monoparentais.

Diferenças

Dois fatores influenciam a probabilidade de que uma família seja monoparental: a etnia e a educação. O índice de nascimentos extraconjugais (o número total de nascimentos fora do casamento para as mães de um grupo dividido por todos os nascimentos do grupo durante o mesmo ano) para toda a população foi de 40,6% em 2008. No entanto, entre as mulheres brancas não hispanas foi somente de 28,6%; entre as hispanas, este número quase dobrou (52,5%); e entre negras, foi de 73,3%.

Outro fator é a educação. “Os EUA estão se dividindo em um sistema de duas castas, com o casamento e a educação como linha divisória”, comentou Rector.

Em 2008, nasceu nos EUA, fora do casamento, 1,72 milhão de crianças. A maioria delas nasceu de mulheres adultas jovens com estudos do Ensino Médio ou inferiores. De fato, mais de 60% dos nascimentos de mulheres que haviam abandonado o Ensino Médio aconteceram fora do casamento. Em contraste, entre as mulheres com pelo menos um título universitário, somente 8% dos nascimentos aconteceram fora do casamento.

“Para combater a pobreza, é vital robustecer o casamento; e para robustecer o casamento, é vital que se dê à população de risco uma compreensão clara e efetiva das vantagens do casamento e dos custos e consequências da maternidade extramarital”, concluiu Rector.

Outros países

Os EUA não são o único país que teve um grande aumento na maternidade extraconjugal. Segundo a agência de estatística europeia (Eurostat), o número de filhos nascidos fora do casamento nas 27 nações da União Europeia dobrou durante as últimas duas décadas, segundo informou o New York Times em 9 de setembro.

Em 2008, 35,1% dos nascimentos aconteceram fora do casamento. Há menos de 20 anos, em 1990, eram somente 17,4%. Segundo a Eurostat, todas as nações da União Europeia, exceto a Dinamarca, experimentaram um aumento.

No começo deste ano, um informe sobre o índice de casamentos na Inglaterra e País de Gales anunciou que se casaram menos pessoas desde que se começou a recolher informações, em 1862, segundo o jornal Independent, em sua edição de 11 de fevereiro.

Diminuíram tanto os casamentos no civil como os religiosos. Estes últimos somam apenas 30% de todos os casamentos.

Pela primeira vez, menos de uma de cada 50 mulheres solteiras se casou em 2008, observou o artigo. Houve 232.990 casamentos na Inglaterra e País de Gales – 35 mil a menos que na década anterior.

Mais ao Norte, na Escócia, a situação não é melhor, como informou um artigo de 12 de março. No ano passado, houve somente 27.524 casamentos – o número mais baixo desde 1893.

Um porta-voz da Igreja Católica na Escócia criticou o governo britânico por não dar mais incentivos econômicos aos casais para casar-se, de maneira que o casamento seja economicamente mais atraente.

“Infelizmente, este governo penalizou o casamento por meio de um sistema de impostos que contribuiu para a atual crise”, declarou ao Scotsman.

À luz destas estatísticas, não foi uma surpresa ler uma reportagem publicada em 25 de junho no jornal Daily Mail, do Reino Unido, sobre o fato de que quase 1 de cada 3 filhos vive sem seu pai ou sua mãe.

Segundo uma análise dos dados do Departamento Nacional de Estatísticas, 3,8 milhões de filhos vivem sem um dos seus pais biológicos porque têm uma mãe solteira ou seu pai ou sua mãe abandonou o lar. Representam 30% de todas as crianças.

Há 2,7 milhões que vivem com a mãe solteira de 200 mil só com o pai. Outras 500 mil vivem em famílias de adoção em coabitação, e 400 mil em famílias de adoção casadas. Seu número subiu para 600 mil desde 1999.

Em seu discurso de boas-vindas, em 13 de setembro, ao novo embaixador da Alemanha, Bento XVI expressou sua preocupação pelo enfraquecimento do conceito cristão de casamento e de família. Uma característica central deste é que o casamento é uma união duradoura e permanente dos esposos.

Os modelos alternativos de casamento e de vida familiar levarão a uma confusão de valores na sociedade, advertiu o Papa.

É óbvio que este dano ao bem comum da sociedade traz consigo também o alto custo econômico para milhões de adultos e crianças.

O Instituto de Política Familiar (IPF), criticou a lei do Divórcio Express implantada no ano 2005 pois, apesar da crise econômica e da queda do número de matrimônios, esta legislação gerou que no primeiro trimestre deste ano a porcentagem de rupturas aumente em 4,8 por cento com respeito ao mesmo período em 2009.

“No primeiro trimestre 2010 houve 33.103 rupturas matrimoniais, o que supera em mais de 1.500 rupturas –e um acréscimo de 4,8% – ao mesmo trimestre do ano passado”, assinalou o IPF.

Isto, indicou, confirma “um panorama desolador para os matrimônios e o fracasso evidente da lei do divórcio expresso: Trimestre detrás trimestre, as rupturas na Espanha seguem aumentando sem que as administrações façam nada para evitá-lo ou, ao menos, diminuí-lo”.

O IPF disse que isto demonstra que a ruptura matrimonial segue sendo o principal problema das famílias espanholas. “O fato de que a cada 4 minutos se rompa um matrimônio na Espanha é muito preocupante e nos deveria fazer refletir sobre o que está passando na sociedade espanhola. Mais ainda quando as administrações públicas não estejam fazendo virtualmente nada para reduzi-lo ou diminuí-lo”, assinalou.

Perante esta realidade, o presidente do IPF, Eduardo Hertfelder, insistiu na necessidade de promover e garantir “o direito dos filhos e dos pais à estabilidade conjugal”.

Hertfelder assinalou que esta é uma tarefa fundamental das administrações públicas, as quais não podem permanecer indiferentes ante o aumento das rupturas matrimoniais na Espanha. “É necessário, portanto, uma autêntica mudança nas políticas familiares e que se tome medidas para combater o principal problema que sofrem as famílias”, indicou.

Atilio Faoro

arece mentira, mas é a realidade que desponta na análise das estatíticas: o casamento está virando moda  na França.

A notícia foi estampada com destaque pelo  conhecido jornal “Le Figaro” (23/6/2010) com o título: “Os casais enfrentam a crise, casando-se”. Numerosos analistas, sociólogos, psicólogos e outros filósofos se disputam para entender “a perenidade” dessa instituição, comenta o jornal.

Desfilando detalhadas estatísticas e reproduzindo os comentários de especialistas em relações conjugais e em assuntos familiares, o jornal reconhece que a instituição do casamento, apesar do número de divórcios, “tem ainda o mais alto prestígio” na França.

Desde a Revolução de maio de 1968, tudo se fez para liquidar com o casamento e implantar o amor livre. E muita coisa avançou nesta direção com a implantação do divórcio e recentemente do “pacto social” conhecido como “PACS”, que equivale a um casamento civil com menos formalidade e mais facilidade de dissolução, muito usado na França mesmo para as uniões heterossexuais (95% dos casos). É preciso acrescentar que uma grande parte dos casamentos são apenas no civil, não são celebrados na Igreja.

Apesar disso, a tendência atual – indicam as estatísticas – levam os jovens franceses a quererem casar-se. “O casamento mantém-se o grande evento de nossa vida” e as separações “são vividas como uma tragédia”, comenta Agnès Vedrine, psicóloga especializada em relações conjugais.

Os números também mostram que os  jovens pensam num casamento duradouro. Segundo uma enquete de opinião do Instituto CSA, o sentimento de “para sempre” está presente em 80% dos franceses entre 18 e 35 anos, para os quais “a união deve durar toda a vida”. Para os psicólogos, os casais jovens sabem quais são as dificuldades do casamento, mas se lançam “com toda a confiança na aventura”. São os filhos dos casais divorciados que, “chegados à idade de contrair o matrimônio”, querem fazer um “ato de reparação conquistando sucesso onde seus pais fracassaram”.

A crise do mundo atual tem também um peso muito grande, segundo os analistas e estudiosos. “Num mundo onde tudo tornou-se precário e efêmero, o casamento faz figura de valor de refúgio”, comenta François de Singly, sociologo especialista de família. E continua: “Observa-se que, quanto mais um país está em crise, mais casamentos se realizam”.

Há “uma necessidade de possuir e de ter segurança”, sustenta Singly. Os candidatos ao casamento de hoje teriam um sentimento análogo aos dos “proprietários”, mas “na alma”. O que explica também o baby-boom vivido hoje na França: “a criança seria a única certeza num mundo de incertezas”.

O fato concreto é que os franceses acumulam dois recordes em matéria de vida familiar: optam cada vez em maior número pelo casamento e são os campeões na fecundidade na Europa, com mais de dois filhos por mulher em média, contra apenas 1,5 dos outros países da União.

Sebastian Piñera Sebastian Piñera

Os casais chilenos que completarem 50 anos de matrimônio ganharão um prêmio do governo por fortalecerem a instituição familiar.

A reportagem é de Gustavo Hennemann e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 22-05-2010.

O anúncio foi feito  pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera, católico , que integra o partido de centro-direita Renovação Nacional.

O plano foi divulgado durante a primeira prestação de contas ao Congresso do mandatário, que tomou posse no último mês de março.

Em seu discurso, ele citou Deus cinco vezes e disse que o Chile está em dívida com as famílias, o que exige medidas urgentes para “proteger e fortalecer” os lares do país.

“Estudamos a chance de dar incentivos tributários e prêmios educativos às famílias com mais de dois filhos e premiaremos com um bônus de bodas de ouro os casais que completarem 50 anos de casamento”, disse o presidente.

Ele não disse qual será o valor do prêmio nem como pagará a recompensa.

Piñera também prometeu aumentar os valores repassados a famílias pobres por meio de programas sociais, com o objetivo de estimular os casais a terem mais filhos.

“Não podemos seguir indiferentes ante à diminuição da natalidade e dos casamentos, nem ao fato de nascerem mais crianças fora do que dentro do matrimônio.”

Ele disse ainda que a família, além de formar cidadãos, é o melhor caminho para fortalecer valores, evitar a droga, a delinquência e o alcoolismo.

Durante a prestação de contas, realizada no Congresso chileno, em Valparaíso, o presidente também fez um balanço parcial do plano de reconstrução do Chile, atingido por um forte terremoto no dia 27 de fevereiro.

Segundo o presidente, os prejuízos alcançaram US$ 30 bilhões, o equivalente a 18% do PIB chileno. No entanto, todas as escolas e hospitais danificados já estão em funcionamento novamente.

***

Quando teremos no Brasil um presidente assim?

Vamos aproveitar essas eleições para escolher ” o menos ruim”.

Ele venceu o candidato favorito do governo socialista anterior que possuia altissima aprovação popular.

Mesmo assim, Venceu!

Parabéns ao bravo povo chileno!

O número de divórcios e separações vem aumentando na Itália

Teve início neste sábado na cidade italiana de Milão o primeiro dos dois dias de uma feira especializada em divórcio, a primeira do gênero realizada no país.

Os organizadores dizem que o evento quer ajudar casais, que desejam o divórcio, tanto a resolver a burocracia legal como reiniciar novas vidas.

Os serviços incluem treinamento de gerenciamento pessoal, dicas de beleza e aconselhamento sobre como se livrar de ex-parceiros que se tornam indesejáveis.

A feira, ‘Ex? Punto e a Capo’, ou algo como ‘Virando a Página’, inclui palestras e estandes sobre o processo de separação e como se adaptar novamente com a vida de solteiro.

Está programado um evento de encontros rápidos (ou speed dating, em inglês, no qual solteiros, homens e mulheres, tem alguns minutos para se conhecer) e outro de terapia artística.

Além disso, a feira conta com um spa que, segundo os organizadores, ajudaria a recuperar a auto-estima.

O fundador do evento, Franco Zanetti, disse que inspirou-se em feiras similares da Áustria, adaptando a ideia para os padrões italianos.

“Nós italianos não estamos acostumados com o divórcio, ainda é visto como algo negativo”, disse ele.

“Portanto queremos ajudar as pessoas a recomeçar, aprendendo com os erros do passado.”

Correspondentes dizem que não é muito simples se divorciar na Itália. Embora permitido por lei desde a década de 1970, um divórcio costuma levar três anos, dois de separção e um de procedimentos legais.

Além disso, a prática é condenada pela Igreja, instituição ainda bastante respeitada no país.

Apesar disso, mais de 130 mil casais se separaram ou divorciaram-se na Itália em 2007.

 

Imagem: Isto É

Valmir Nascimento

Alguns casamentos estão batendo recorde de tempo mínimo de existência. São as uniões a jato. É mais ou menos isso que Isto É evidenciou em sua edição de n.º 2113, como o caso da jovem estudante Thais Machado, de 26 anos de idade, cujo relacionamento não passou de vinte e dois dias.

Conforme a matéria: “Segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, poucos casais desfizeram a união no primeiro ano de vida em comum. Foram apenas 20 – cinco anos antes, por exemplo, não houve nenhum caso. O número cresce exponencialmente quando entra em cena o segundo aniversário: 2.329 uniões não completaram dois anos, um crescimento de quase 10% em relação a 2003. Para especialistas, este é um sinal dos tempos. “Somos cada vez mais individualistas. As pessoas acham inconcebível abrir mão de algo pessoal em função do outro”, diz a terapeuta de casais Junia de Vilhena, professora de psicologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. “É claro que um casamento relâmpago não é o ideal, pois o investimento emocional é sempre grande. Mas faz bem terminar logo algo que nos causa dor”, afirma Junia. O sexólogo Amaury Mendes Júnior concorda: “Estamos mais egoístas e a dificuldade de vínculo duradouro nos relacionamentos é imensa.”

A leitura de tal matéria coloca-nos diante da seguinte indagação: Por que os casamentos estão cada vez mais curtos?

Sem desprezar outros motivos, é possível dizer que um das razões da falência do casamento no tempo presente é a própria concepção que a sociedade têm a seu respeito. Se outrora o casamento era considerado como o ponto de partida essencial para a instituição familiar, atualmente prevalesce (na prática) o entendimento de que ele não passa de um contrato; simples acordo de vontade entre as partes.

Essa, inclusive, é uma das principais discussões do Direito de Família moderno, em saber se a natureza jurídica do casamento é institucional ou contratual.

Como escreve o jurista Flávio Tartuce [Direito de Família, p. 54], três são as teorias que tentam explicar a família: a) Teoria institucionalista: para essa corrente, o casamento é uma instituição social; b) Teoria contratualista: o casamento constitui um contrato de natureza especial, e com regras próprias de formação; c) Teoria mista ou eclética: segundo essa corrente, o casamento é um instituição quanto ao conteúdo e um contrato especial quanto à formação

Sob o ponto de vista jurídico, o próprio Tartuce considera “exagerado afirmar que o casamento é um contrato”. Segundo ele, o contrato ainda é conceituado, em uma visão clássica, como um negócio jurídico bilateral ou plurilateral que visa a criação, a modificação ou a extinção de direitos e deveres, com conteúdo patrimonial. Ora, quando as pessoas se casam não buscam esse intuito patrimonial, mas afetivo. Pelo menos é o que se espera…”

De outra banda, na prática a concepção contratualista vai levando a melhor. Na grande maioria o casamento é, tal qual uma prestação de serviços ou uma compra e venda, um acerto bilateral de vontades. Tão logo uma das partes queira (por razões diversas e muitas vezes por questões de somenos importância) o contrato é logo rompido. E isso ocorre mais rápido a cada dia.

Não há dúvida de que todo casamento deva ter como base o acordo de vontades entre os nubentes. Não chancelamos em hipótese alguma casamentos arranjados, escolhidos pelos genitores ou com o fim de atender determinado anseio.

Por outro lado, a simples consideração da união como sendo um contrato acaba por transformar a família em um mero negócio jurídico.

Daí que a Bíblia tem o casamento não como contrato, mas como uma unidade; uma instituição. “E serão uma só carne”(Gn. 2.25), diz a Palavra de Deus. E não se trata de uma instituição qualquer;Conforme escreve Esdras Costa Bentho ( A família no Antigo Testamento, p.24), “Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formulada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn. 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo que recebeu da parte de Deus”.

Nubentes que encaram o casamento como um contrato não estão preparados para crises conjugais, mesmo que pequenas. Quando as dificuldades surgem, a primeira coisa que fazem é pedir a extinção do acordo. Mas aqueles que se casam com a visão de que a família é uma instituição, sabem que as crises virão mais cedo ou mais tarde, porém, farão de tudo para que o casamento prossiga, pois possuem consciência de que a extinção da instituição familiar somente pode ser realizada por Deus.”Não separe, pois, o homem o que Deus uniu” (Mc 10,9).

Eu levo uma vida dupla. Sou pastor em período integral, mas na maior parte do tempo fico sozinho no escritório da igreja, baixando vídeos pornô na internet. Sinto-me simplesmente incapaz de conter isso”. A confissão, contundente em sua sinceridade, está na página virtual do ministério SexxxChurch.

O site se propõe a socorrer pessoas no universo da pornografia, uma cadeia que a cada dia prende mais pessoas, inclusive cristãos. Pelo menos um em cada dez evangélicos tem coragem de assumir problemas nesta área.Contudo, a quantidade deve ser bem maior, já que o receio dos efeitos de uma confissão perante a família e a igreja faz com que muitos prefiram ocultar o desvio de comportamento.

Mantido por uma equipe ligada à Igreja Projeto 242, uma comunidade evangélica que fica no centro da cidade de São Paulo, o SexxxChurch não foi feito para crentes, já que tinha uma proposta evangelística. Mas, em pouco tempo percebeu-se que a demanda principal estava situada do lado oposto da trincheira.

“A maioria dos e-mails que recebíamos eram de pessoas que se identificavam como cristãos, membros de igrejas ou líderes, e que tinham enormes problemas com o vício da pornografia”, relata João Mossadihj, 25 anos, conhecido como Jota, um dos idealizadores da página deste ministério evangélico nada ortodoxo.

Em pouco tempo, a idéia transcendeu o ambiente virtual. Praticamente todo fim de semana, o grupo da 242 visita alguma igreja com o projeto Pornix, voltado a palestras sobre sexualidade e pornografia. A procura pelo serviço é grande, o que demonstra a extensão do problema nos arraiais evangélicos. Mas o ministério também costuma evangelizar em regiões como a da Rua Augusta, no centro da capital paulista, conhecido reduto de prostíbulos. SexxxChurch também marca presença na Parada Gay, ostentando camisetas com dizeres como “Jesus ama os atores pornôs”.

Numa demonstração prática do conselho de Paulo, que recomendou que os cristãos fizessem de tudo para, de alguma forma, ganhar alguns, a equipe já faz planos para alugar um estande na Erótika Fair, feira especializada do mercado erótico que acontece em outubro em São Paulo. O evento é uma prova do gigantismo de um setor que movimenta cerca de 500 milhões de reais ao ano apenas no Brasil – no mundo, são 60 bilhões de dólares anuais. “Vamos distribuir bíblias estilizadas durante a feira”, planeja Jota.

Mas é mesmo no mundo virtual que o SexxxChurch alcança números estratosféricos. Segundo Jota, são 600 mil acessos mensais e duzentos e-mails por dia. As mensagens são enviadas por gente nas mais diversas situações – algumas fazem confissões das mais indecorosas possíveis. No entanto, apenas 10% das mensagens são respondidas, contabiliza a psicóloga Sâmara Gabriela Baggio, 28, que acompanha boa parte desses casos. “Nós ouvimos e estabelecemos metas para a recuperação. Mas, para isso, é preciso que o viciado esteja realmente arrependido”, destaca a terapeuta.

Para ela, não há limite seguro para o consumo de pornografia. “A partir do momento que uma pessoa entra em contato com isso, as imagens recebidas ou geradas na mente alimentam fantasias. Não demorará muito para que se tente colocar em prática tudo o que foi visto e fantasiado”, opina.

Dízimo e revistas pornô

O ministério direcionado a quem se sente escravo da pornografia foi inspirado no trabalho do pastor norte-americano Craig Gross, de 32 anos. Sua trajetória é semelhante à de boa parte das pessoas que ele decidiu ajudar. Craig era um jovem cristão que dividia seu dinheiro entre os dízimos e ofertas na igreja e as revistas pornográficas nas bancas.

Ordenado pela igreja East Side Christian, em Fullerton, na Califórnia, ele criou a XXXChurch em 2002. A diferença entre ele e muitos outros pastores que sacodem suas bíblias no ar, esbravejando contra toda forma de imoralidade, está justamente no seu modus operandi. Craig, abomina as abordagens moralistas, que já prenunciaram a queda de populares televangelistas de seu país. É amigo do americano Ron Jeremy Hyatt, que vem a ser o principal ator e diretor de filmes pornô do mundo, com quem divide as bancadas de auditórios e igrejas para debates muitas vezes acalorados.

Alheio às críticas que costuma receber de muitos setores da Igreja Evangélica, sobretudo por conta de alguns conteúdos mais apimentados veiculados no site, Craig caminha com desenvoltura pelo submundo da pornografia. Dirige uma van estilizada com adesivos e adereços que lembram uma propaganda de site pornográfico. O “Porn Mobile”, como é chamado o veículo, já gerou até tumulto ao ser estacionado em frente a uma igreja evangélica. “A pornografia está conduzindo muita gente a um beco sem saída”, costuma dizer em suas pregações.

“Desde que conheci o trabalho de Craig Gross, fiquei empolgado e tentei contagiar o pessoal da igreja”, relata o pastor Sandro Ricardo Baggio, 40. Ministro ordenado pela Igreja do Evangelho Quadrangular, ele coordena o Projeto 242. Baggio animou-se com a possibilidade de falar sobre sexualidade na igreja, onde o tema normalmente é deixado de lado. “Já fazíamos isso em nossa comunidade local, mas não via ninguém falando sobre temas assim nas igrejas”, conta.

Dos planos à ação foi um pulo. No ambiente alternativo do Projeto 242 – uma congregação que reúne músicos, grafiteiros, designers e gente que faz da criatividade um veículo para a disseminação do Evangelho –, a idéia germinou depressa. “A curiosidade existe e faz parte do ser humano. Em algum momento da vida, toda pessoa se torna curiosa em relação ao sexo”, comenta Baggio. “Quando essa demanda não é atendida na família e na igreja, a informação acaba vindo de outros lugares. É aí que se abrem as portas à pornografia.” Ele conta que já aconselhou muitos casais  com problemas conjugais devido ao vício de um dos cônjuges, ou de ambos, em material pornográfico. “Alguns até se separaram”, lamenta.

“Big Brother do bem”

Um dos serviços disponibilizados aos usuários é um programa de computador chamado X3Watch, disponível para download gratuito. “É um software que possibilita a qualquer um – o cônjuge, o amigo ou até o pastor – fazer o cadastro de uma pessoa próxima, passando a receber um e-mail com um relatório mensal sobre os sites que foram acessados por ela”, explica o pastor.

A idéia, que poderia até chocar muita gente, é uma espécie de Big Brother do bem, possibilitando um acompanhamento do viciado, ajudando-o a superar a dependência da pornografia. “Isso ajuda no processo de fuga dessa compulsão Um dos passos fundamentais do processo é justamente admitir a fraqueza”, comenta Baggio.

Reconhecer o gosto pela pornografia é justamente o maior drama para quem freqüenta uma igreja evangélica. “Por não se falar sobre sexualidade, a igreja torna-se num lugar de intolerância. As pessoas preferem esconder suas dificuldades ao invés de procurar ajuda”, analisa o pastor.

De acordo com Sâmara, o perfil dos internautas que enviam perguntas e pedem ajuda é de jovens evangélicos, com idade de 15 a 30 anos. “São pessoas que alimentaram, desde muito tempo, o vício da masturbação e do envolvimento com material pornográfico como filmes, contos eróticos, revistas e sites pornôs”, explica.

Quando a situação está fora de controle, é comum que a conversa saia do computador e vá para o divã. “A maioria dos casos atendidos gira em torno de lutas na esfera homossexual e da conduta cristã”, conta a psicóloga. Ela diz ainda que muitas pessoas justificam suas ações e inclinações pela pornografia devido a problemas no passado – principalmente, episódios de abuso sexual infantil. “Mas é preciso deixar as justificativas de lado e caminhar na direção da libertação.” Para ela, os efeitos da pornografia são devastadores, com reflexos no ambiente de trabalho, na vida social e nos relacionamentos pessoais. “Nos casos mais graves, pode-se chegar a extremos, como a prática de crimes sexuais como a pedofilia”, alerta.

Drama brasileiro

Uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Symantec, no inicio deste ano, investigou os hábitos de sete mil internautas em países como Alemanha, Austrália, China, Estados Unidos e Japão, além do Brasil. E os resultados foram preocupantes, sobretudo por aqui – é no Brasil que mais se acessa sites com conteúdo pornográfico. De acordo com o levantamento, 55% dos internautas brasileiros visitam regularmente ou pelo menos já acessaram páginas do gênero. Além disso, o país está em terceiro no ranking de usuários que visitam sites de pornografia infantil e na vice-liderança quando o assunto é a produção de filmes da produção de filmes pornô.

Espécie de irmã gêmea da pornografia, a pedofilia é um drama da sociedade brasileira. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, presidida pelo senador Magno Malta, que é evangélico, tem ajudado a desbaratar quadrilhas que fazem exploração sexual de crianças. Em conjunto com a Operação Carrossel, da Polícia Federal, já foram identificados 200 suspeitos de pedofilia. Nas páginas do Orkut, comunidade de relacionamento da internet, mais de três mil cadastros foram quebrados sob suspeita de abrigarem pedófilos.

Abalos no púlpito

Nos anos 1980, ele era considerado um paladino da moral e dos bons costumes. O pastor Jimmy Swaggart, um dos mais importantes televangelistas americanos, fazia de seus programas, transmitidos para mais de 40 países – inclusive o Brasil –, uma verdadeira trincheira na luta contra a carnalidade. Pregador eloqüente e carismático, Swaggart reunia famílias inteiras diante da TV e era crítico contundente da pornografia. Ironicamente, caiu justamente por causa dela, num episódio rumoroso envolvendo prostitutas e uma disputa pessoal com o também pregador televisivo Jimmy Baker. Proprietário do canal de televisão PTL (Pray the Lord), com 12 milhões de telespectadores apenas nos Estados Unidos, Baker acabou se tornando um rival de Swaggart. Tudo ruiu quando fotos suas, acompanhado de garotas de programa, chegaram à imprensa. Na época, atribui-se o vazamento das imagens a Swaggart.

O troco não demorou. Um detetive particular contratado por Bakker não teve muito trabalho para fotografar Swaggart diante de um motel, com o carro cheio de prostitutas. Sem saída, ele confessou que pagava para que elas fizessem strip-tease para ele. Perdoado pela mulher, Francis, ele foi à tevê, chorou e confessou-se arrependido pelo ato. Contudo, sua reputação e ministério foram irremediavelmente abalados.

No fim de 2006, outro escândalo sexual abalou a Igreja Evangélica dos Estados Unidos. Eleito pela revista Time como um dos 25 principais líderes cristãos do país, Ted Haggard admitiu consumir material pornográfico e o envolvimento sexual com um garoto de programa, que o denunciara publicamente. O caso provocou maior espanto porque Haggard era uma das principais vozes contra o homossexualismo.

Quem recentemente também admitiu problemas com o chamado mercado de “conteúdo adulto” foi o pastor australiano Mike Guglielmucci, do ministério Hillsong. Ele confessou, após dois anos declarando-se vítima de um câncer terminal – chegou até mesmo cantar com o auxilio de um tubo de oxigênio –, que sua única doença era o vício em pornografia. A farsa gerou um tremendo mal-estar no badalado grupo de louvor australiano. “Eu sou assim, viciado nesta coisa. Ela consome minha mente”, disse, em entrevista a um canal de tevê.

Números da pornografia na internet

68 milhões de pessoas acessam sites pornográficos no mundo, todos os dias
42% dos internautas freqüentam sites pornográficos e conteúdos relacionados
500 milhões de reais são faturados por ano, no Brasil, com pornografia
2,5 bilhões é a quantidade de e-mails com conteúdo pornográfico enviados por dia
60 bilhões de dólares anuais é o que rende o mercado pornô em todo o mundo

Ao mesmo tempo em que líderes mundiais protestam contra o assassinato de 21 cristãos num bárbaro atentado à bomba de extremistas contra uma igreja cristã de Alexandria, no Egito, há poucos dias, um relatório que avalia a perseguição contra cristãos, divulgado nesta quarta-feira, 5 de janeiro, pela missão Portas Abertas Internacional, sediada nos Estados Unidos, confirma os países islâmicos como os lugares onde há mais perigo e violência contra cristãos.

Segundo o “Open Doors 2011 World Watch List”, que avalia as condições em que vivem os cristãos em 77 nações e, em seguida, classifica os 50 primeiros onde é mais difícil praticar tal fé, apesar da Coreia do Norte ser a terrível anticampeã pela nona vez (permanecendo como o primeiro lugar em nível de perseguição aos seguidores de Jesus), na lista dos dez mais perigosos lugares para um cristão viver, oito são países de maioria muçulmana. Dos 30 primeiros países na lista, apenas sete têm outro tipo de grupo que não os extremistas islâmicos como os principais perseguidores dos cristãos.

E a perseguição aumentou em sete destes países. No Irã, a violência cresce para tentar sufocar o crescente movimento de igrejas nos lares. No Afeganistão, milhares de fiéis têm que viver de forma clandestina. Na Arábia Saudita, ainda é proibido qualquer pessoa nascida naquele país se converter ao cristianismo.

A Somália sem lei, terroristas sanguinários ameaçam matar os missionários cristãos que querem ajudar o povo e atender a necessidade alimentar das pessoas pobres. No Iémen, permanece a determinação de expulsar todos os cristãos. E no Iraque, que saltou de décimo-sétimo para oitavo pior perseguidor de cristãos, aconteceu um dos piores massacres, com 58 cristãos assassinados por extremistas em uma catedral de Bagdá em outubro.

A lista dos 10 países onde há mais perseguição contra cristãos também inclui: Maldivas, Uzbequistão e Laos. A Mauritânia parece estar se tornando mais tolerante com as diferenças. Caiu da posição número 8 para a décima-terceira em grau de perseguição.

Nos últimos anos há um êxodo de cristãos deixando o Iraque para escapar da perseguição. Atualmente, restam pouco mais de 300 mil cristãos neste antigo berço do Cristianismo, onde hoje milícias organizadas barbarizam famílias apenas pelo fato de não professarem a mesma fé que eles. A cidade de Mosul e a capital, Bagdá, são os lugares onde a perseguição religiosa é mais intensa. No ano passado, pelo menos 90 pessoas morreram por Cristo no Iraque e outras centenas ficaram feridas em ataques com bombas e armas. Há rumores de que, nas últimas duas semanas, houve uma onda de violência que ceifou ainda mais vidas.

Outra informação interessante do estudo de Portas Abertas é sobre o Paquistão, país que está entre os quinze mais perseguidores, subindo de décimo-quarto para décimo-primeiro, mas que tem a maior população de cristãos entre eles: 5 milhões de seguidores de Jesus.

Segundo o presidente da Portas Abertas Internacional, Carl Moeller, “ser um ex-muçulmano ou um cristão da igreja subterrânea em nações dominadas por muçulmanos é como ter desenhado nas costas dos cristãos um grande alvo. Não há liberdade de crença ou religião na maioria destes lugares. E como o relatório 2011 denuncia, a perseguição aos cristãos em países islâmicos continua a crescer”.

Não me lembro da primeira vez que a minha mãe me disse que não podia fazer alguma coisa, mas recordo que foram muitas. E como lho agradeço agora! Fui uma menina irrequieta que já aos quatro meses tinha caído da cama duas vezes, que arrasava tudo o que as suas mãos pequeninas podiam alcançar; que aos quatro anos, sem querer, claro, tinha pegado fogo a um quarto de brinquedos; aos 7, por se perder dos pais, acabou numa esquadra uma vez que não sabia como regressar a sua casa, e aos 12 ensinava as amigas a fumar.

Os meus pais depressa aprenderam, sem receber nenhum curso de Escola de Pais, que uma das fórmulas-chave de me amar era ensinar-me que existem limites em todos os campos: físicos, psicológicos e éticos. Os limites para o ser humano não são obstáculos à liberdade, são precisamente os caminhos a seguir para que esta possa escolher o bem, a verdade e o amor, que não são pouca coisa.

Um elemento imprescindível na educação é saber dizer ”não”. As atuais gerações de pais de família dão a impressão de ter horror a esta palavra. Treme-lhes a voz quando têm que pôr um limite, e até se sentem culpados quando o fazem. O bom educador não necessita levantar a voz, basta-lhe, em muitas ocasiões, um olhar para dizer “isso não se faz”, porque se sente seguro de estar fazendo o que está certo.

A diferença psicológica fundamental entre a criança e o adulto reside em que o primeiro desconhece quais são os seus limites, até onde pode chegar nos seus desejos, o que o favorece ou o que o prejudica, o que é o bem e o que é o mal .

A sábia natureza organizou de tal maneira a coisas que o período de amadurecimento de uma “cria humana” é dos mais lentos comparado com outros mamíferos. Quantos anos depende uma criança do adulto para poder subsistir por si mesmo? Esses anos são vitais não só pela necessidade de receber o alimento, mas também pela necessidade de EDUCAR A LIBERDADE HUMANA EM FUNÇÃO DO AMOR.

Herber Macuse foi um dos pensadores que mais intercederam nos anos 60 pelas teorias da total permissividade sexual na criança, para lhe evitar traumas futuros. Das 34 crianças “usadas” como objetos da sua experiência num jardim de infância americano, durante 5 anos, em que nunca se lhes disse “não” a nada, 12 suicidaram-se antes dos 55 anos, 18 apresentaram sérios problemas de adaptação e convivência e 4 levaram uma vida aparentemente normal.

A violência nas escolas, a falta de disciplina, o aumento da delinquência juvenil, o vandalismo, o uso do próprio corpo e do alheio como instrumento do prazer, as dependências do álcool, das drogas, da pornografia, etc. são fenômenos globais da sociedade ocidental. Todos estes comportamentos – esclarece o psicólogo Tony Anatrella, na sua obra “O sexo esquecido” – dos quais cada vez mais pessoas se queixam com um sentimento de impotência e de saturação, não estão a acontecer por acaso. A sociedade criou as condições objetivas para que se desenvolvam e não é justo afirmar, como fazem alguns sociólogos, que estão sistematicamente relacionados com o desemprego e a crise econômica. Na realidade estes comportamentos demonstram bem que há uma desresponsabilização da sociedade.

E uma das causas principais para este fato foi o medo que nos transmitiram para educar, de vez em quando, com um “não” necessário. O “não” é um termo politicamente incorreto, inimigo da tolerância, da permissividade, embora se bem utilizado, seja o elemento-chave para formar inteligências abertas, vontades livres e afetividades sãs.

Por detrás de cada “não” durante a formação, há milhões de “sim” no futuro da vida dessa criança. Um “não” a um ato egoísta é dizer “sim” a muitos atos de generosidade, um “não a um comportamento sexual separado de um amor verdadeiro, é o princípio de uniões estáveis e felizes, um “não” à negligência, é um “sim” à responsabilidade e ao espírito de luta, e um “não” à curiosidade mórbida de torturar um animalzinho sem necessidade alguma, é também um “sim” ao cuidado com o planeta e ao desenvolvimento da responsabilidade ecológica.

Fica demonstrado que um “não” a tempo, pode ser saudável, para o ser humano de hoje e para a sociedade do futuro.”

 

BBC

O número de bebês diagnosticados durante a gestação com síndrome de Down na Inglaterra e no País de Gales aumentou 71% entre 1989 e 2008, segundo um estudo.

Nesse período, houve grandes melhorias nos testes para diagnóstico da condição, assim como um aumento no número de mulheres sendo testadas.

Entre 1989 e 1990, houve 1.075 diagnósticos de bebês portadores da síndrome durante a gestação em comparação com 1.843 diagnósticos entre 2007 e 2008.

Apesar do aumento do número de diagnósticos, o número total de bebês que nascem com síndrome de Down no país permanece quase o mesmo: são cerca de 750 nascimentos por ano, apenas 1% menos do que há vinte anos.

O estudo, feito pela Universidade de Londres, foi publicado na publicação científica British Medical Journal.

Fatos

O estudo revelou também que o número de casais optando pelo aborto após o diagnóstico permanece o mesmo em relação a 20 anos atrás: 92%.

Falando à BBC Brasil, Joan Morris, responsável pelo estudo, lembrou que embora a proporção de casais optando pelo aborto seja a mesma, o número total de abortos de bebês com Down aumentou.

Ela também acrescentou que a incidência de abortos naturais é grande em gestações com Down.

No passado, essas gestações não eram diagnosticadas, o aborto acontecia e a ocorrência da síndrome não era refletida nas estatísticas.

“Hoje você tem melhores testes, mais mulheres sendo testadas e mais abortos sendo feitos”, disse Morris.

Idade da Mãe

As chances de uma mulher ter um bebê com síndrome de Down sobem de uma em 940 se ela tem 30 anos para uma em 85 se ela tem 40 anos.

“O que estamos observando é um aumento brusco no número de gestações com síndrome de Down, mas ele está sendo compensado pelas melhorias nos testes”, disse Joan Morris.

“Acreditava-se que essas melhorias levariam a uma diminuição no número de nascimentos com síndrome de Down. Entretanto, devido ao aumento na idade da mãe, isso não aconteceu”.

Isso ocorreria porque mulheres mais velhas, conscientes de que suas chances de engravidar novamente são pequenas, optam por seguir em frente com a gravidez e ter o filho com Down.

 

É preciso diferenciar pessoa de “comportamento” narcista da pessoa possuidora do  ”transtorno” abordado neste artigo.

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Por: Paola Lanz Jiménez

Os rasgos narcisistas estão em qualquer pessoa, pois todos gostamos receber uma adulação e se nos criticam nos pode doer, mas isto se supera, porque uma pessoa “normal” se recupera e continua adiante. Também, é habitual que alguém se sinta especial porque tem algumas fortalezas e habilidades que o fazem destacar. “Os problemas se produzem quando estes rasgos se agravam e o individuo se sente superior a todos e demanda um reconhecimento constante dos demais”, explica Susana Ifland, presidenta da Sociedade Chilena de Psicologia Clínica.

A sugestão de Otto Kernberg sobre o continuo da personalidade narcisista é a seguinte:

A personalidade narcisista se situa em um continuo que vai desde o normal (caracterizado por uma regulação adequada da auto-estima) até o patológico (transtorno narcisista da personalidade).

Os indivíduos que sofrem um transtorno narcisista da personalidade precisam se formar um ponto de vista de si mesmos enormemente inflado “idealizado” para manter sua auto-estima e, em conseqüência, aparecem ante os demais como pessoas grandiosas ou hipersensíveis à mais mínima afronta que os demais podem fazer a sua auto-estima. Um dos motivos pelos que o paciente narcisista tem que manter uma visão idealizada de si mesmo é que tem um ponto de vista grandioso sobre o que deveria ser.  A divergência entre “o que realmente é” e o que segundo ele “deveria ser”, lhe conduz a ter sentimentos muito dolorosos de vergonha, humilhação e fracasso.

As pessoas que se situam neste interessante continuo mencionado se comportam de maneira muito diferente. Isto faz que a manifestação dos sintomas seja muito variável. Assim, podemos encontrar desde personalidades funcionais que se encontram relativamente satisfeitas com a sua vida e o seu funcionamento, que não tem consciência de problema e não precisam prejudicar aos demais, até personalidades que passam grande parte do tempo pensando no frustrados que se sentem e em como não tem logrado conseguir nem responder às expectativas que eles mesmos ou outros, têm fixado. Dentro deste continuo é necessário mencionar aos narcisistas psicóticos que se bem podem ser funcionais e se encontrar relativamente satisfeitos com a sua vida, ao mesmo tempo se encarregam de danar a outros.

Assim quando encontramos a pessoas que habitualmente expressam censura ou queixas sobre o que os demais “deveriam ter feito por eles e não o tem feito” ou acerca do “injustamente” tratados que são, podemos pensar na possibilidade de uma base narcisista. Visto assim pode parecer que falamos de pessoas “muito egoístas”, mas a realidade é que:

1. Sofrem muito.

2. Sentem-se muito amargados e frustrados

3. Sua maneira de pensar, de reagir e de se relacionar forma parte de um problema e de uma aprendizagem que habitualmente tem se iniciado na infância

4. Sua necessidade de aprovação e valoração pelos demais provoca uma grande instabilidade emocional, principalmente quando não são reconhecidos pelos outros, ou não na medida em que eles desejam e/ou necessitam

5. Necessitam ajuda profissional para perceber as dificuldades que apresentam.

Masterson (1981) considera que o paciente que manifesta um transtorno narcisista da personalidade parece estar perpetuamente motivado a procurar a perfeição em tudo o que faz, que aspira a conseguir riqueza, poder, beleza e a encontrar a outros que reflitam e admirem sua grandiosidade.

Comenta que embaixo desta fachada defensiva se encontra um estado de vazio e raiva no que predomina a inveja. Os que realmente se sentem “grandes” e “superiores”, pois ainda que este outro subtipo de paciente pode efetivamente procurar a outros que “exerçam de espelho” para regozijar-se no maravilhosos que são, não ocultam sentimentos de raiva nem inveja (simplesmente porque estão encantados com eles mesmos).

Sentem-se elegidas para estar na cima de qualquer grupo humano ainda que colapsem ante qualquer crítica, guardando fácil rancor para quem se atreve a impugná-los. E ainda que os especialistas advirtam que não é lidar com eles, asseguram que existem formas de manter um bom relacionamento, mas sempre guardando as distancias. Estas pessoas “guiadas por valores positivos podem ser um aporte em cargos de chefatura, assim como no papel de empresários e políticos. O problema se produz quando os move uma ambição exagerada e exercem una influencia negativa na organização”.

Quando as coisas vão mal para estas pessoas, alguns se podem deprimir facilmente, ainda que outros transformem o fracasso em raiva e ataquem a seus adversários. Por isso é muito importante que sejam tratados em uma psicoterapia para que dentro de seu processo estejam analisando o porquê de seu atuar e com consciência ir modificando atitudes que não somente os prejudicam; senão que também prejudicam às pessoas que estão ao seu redor como pessoas que estão a seu cargo, parceiro (a), família e amigos.

 

27 de julho de 1945. Londres está ainda aos poucos se recuperando de seis anos de guerra com a Alemanha. Centenas de milhares de soldados britânicos estão mortos. As cidades britânicas estão em ruínas. À medida que o noticiário dos cinemas vai expondo os recentes horrores dos campos de morte nazistas, o povo britânico fica pensando: “Será que não haverá fim para as atrocidades alemãs?”
Por isso, não foi de surpreender que muitos britânicos tivessem reagido com espanto ao ficarem sabendo que haveria um culto na Igreja da Santa Trindade de Londres: Um culto em memória, não dos mortos de guerra da Inglaterra, mas de um alemão morto. O culto seria transmitido pela BBC. Muitos ficaram pensando: Será que existiria algo tal como um bom alemão, digno de tal honra?
A resposta foi um enfático sim. O culto foi em memória do Pastor Dietrich Bonhoeffer, executado pelos nazistas três semanas antes do final da guerra. Bonhoeffer é muitas vezes lembrado por sua resistência a Hitler, aliás, por participar da conspiração para matá-lo. Mas Bonhoeffer é também celebrado por seu papel num acontecimento importante na vida da Igreja — a elaboração da Declaração de Barmen.
Depois que Hitler subiu ao poder, os nazistas tentaram cooptar as igrejas alemãs, misturando a verdade cristã com a doutrina nazista. Alguns líderes cristãos se deixaram atrair para esse acordo com o diabo. Outros, como Karl Barth e Bonhoeffer, recusaram.
Como meu amigo do passado Eric Metaxas escreve em seu recente livro inspirador “Bonhoeffer”, em maio de 1934, “os líderes da Liga de Emergência dos Pastores realizaram um sínodo em Barmen. Foi ali, à beira do rio Wupper, que eles escreveram a famosa Declaração de Barmen, que originou o que veio a ser conhecido como a Igreja Confessante”.
A Declaração ousadamente declarava independência tanto do Estado quanto da Igreja cooptada. A Declaração deixava claro que os signatários e suas igrejas não estavam se separando da igreja alemã; pelo contrário, era a igreja alemã cooptada que havia rompido com todos.
Para Bonhoeffer, escreve Metaxas, a Declaração de Barmen “repetiu o esclarecimento do que a legítima e real Igreja alemã de fato cria e defendia”. A Declaração rejeitava a “falsa doutrina” de que a Igreja podia mudar de acordo com as “posições ideológicas e políticas predominantes”.
Essa rejeição é uma parte essencial do que significa ser a Igreja. Cesar, em todos os seus disfarces, nos exortará a fazer concessões e adaptar nossa mensagem para atender à agenda dele. Nossa situação não é tão horrenda quanto à de Bonhoeffer, mas o governo hoje está tentando forçar a igreja a se prostrar aos ventos políticos do momento — como, por exemplo, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo e as questões de vida como aborto e decisões de fim de vida.
Como Bonhoeffer e seus colegas, temos de lembrar constantemente onde repousa nossa lealdade máxima. Temos também de estar dispostos a praticar a grande virtude da coragem cívica*.
Nós, a igreja, temos de declarar onde nos situamos. É por isso que, motivados pelo exemplo de Barmen, nós escrevemos a Declaração de Manhattan — e é por isso que um milhão de crentes a assinou. Mas fazer uma declaração é uma coisa. Viver à altura do que declaramos, como Bonhoeffer fez, é outra.
E isso exigirá coragem nos anos que estão vindo. Muita coragem.
Uma formiga pode levantar até 100 vezes o seu peso. Como comparação, os atletas olímpicos podem, na melhor das situações, levantar o dobro do seu peso.

As formigas conseguem levantar tanto peso porque, sendo tão leves, as formigas usam apenas uma pequena parte dos seus músculos para controlarem os seus movimentos, deixando o resto da sua força para levantar pesos.

Portanto, à medida que os corpos na Terra vão ficando maiores, eles vão ficando proporcionalmente mais fracos.

A formiga carrega massas bem maiores que a sua, por conseguir eliminar grande parte da Força Gravitacional.

Motivo: Como sua quantidade de energia absoluta é menor que os grãos de areia sob suas patinhas, a energia da atmosfera, causadora da Força gravitacional que se dirige para a terra, se desvia em parte para a formiga, formando um campo que alivia o peso desta sobre a terra, assim como é feito pelo homem nos trens bala do Japão.

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<—– Parte da energia, força gravitacional, se dirige para a formiga.
Outra parte se dirige directamente para a terra.

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O  peso que a formiga aguenta é variável de acordo com sua espécie. Destacando a Formiga Saúva que suporta até 15 vezes seu peso.

O bicho mais forte do mundo é o besouro-rinoceronte, suportando até 850 vezes seu peso, se comparássemos o ser humano, seria como um homem de 70kg conseguisse levantar 60 toneladas.


Para além da sua força impressionante, as formigas são (mais) uma maravilha do bio-design. O biólogo agnóstico Michael Denton tem isto a dizer sobre a tecnologia nas formigas:

 

Existem dezenas de exemplos onde avanços na tecnologia demonstraram o brilhantismo do design biológico. Um exemplo fascinante foi a construção da máquina soviética de exploração lunar que se move através de pernas articuladas: – a Lunakod.

Pernas, e não rodas, foram escolhidas devido a maior facilidade de movimentação que uma máquina articulada teria em atravessar o terreno irregular da Lua.

No seu todo, a Lunakod assemelha-se a uma formiga gigante, tanto assim que não era mais possível olhar para as pernas articuladas de um inseto sem um renovado sentimento de respeito e a realização de que o que era dantes um dado adquirido, e considerado uma adaptação simples, representava uma solução tecnológica muito sofisticada para o problema da mobilidade sobre terreno irregular.
(Michael Denton, “Evolution: A Theory in Crisis”, 1985, página 333)

Conclusão:

O design, a elegância e sofisticação presentes nas formas de vida são exatamente o que seria de esperar se elas fossem o resultado do Poder Criativo Sobrenatural de Deus. Que a vida tem design é feito óbvio pelas tentativas bem sucedidas em copiar o que Deus criou.

O homem que rejeita Deus encontra-se assim na posição irracional de negar o design que existe na biosfera, mas ao mesmo tempo tentar copiar esse mesmo “não-existente” design. A vida sem Deus é inconsistente, e isso é algo que os militantes ateus deveriam tentar resolver enquanto estão vivos, porque depois de mortos vai ser tarde demais.


 

 

Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”.

Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.

A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa vida.

“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô.Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.
Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.

“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.

Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.

 

Pesquisas e levantamentos mostram que muitos ateus, agnósticos e pessoas que não tem afiliação religiosa são ex-cristãos. Mas não havia nenhum livro baseado em pesquisa que explicasse em profundidade porque as pessoas se desviam.

O artigo  abaixo retrata a realidade protestante e americana destes jovens e oferece algumas dicas interessantes.

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O livro Generation Ex-Christian (A geração dos ex-cristãos), lançado recentemente por Drew Dyck, gerente editorial da equipe do ministério em Christianity Today International, divide o “abandono” da igreja em seis categorias: abandono pós-moderno, recoilers, abandono moderno, neo-pagãos, rebeldes e indecisos.

Essas categorias foram formadas após Dyck entrevistar cerca de 100 pessoas. “Eu não sou um sociólogo ou estatístico, mas sabia que como jornalista poderia trazer algo acerca desta questão através da introdução de pessoas e de histórias por trás das estatísticas. Apenas fornecer os perfis desses, que eu chamo de ‘abandono’, destes que com 20 e poucos anos ou no início dos seus 30 anos se afastaram da fé. E em seguida, fornecer algum tipo de dica sobre como engajá-los em conversas sobre Deus que acabará por trazê-los de volta”.

As categorias

Embora se saiba muito sobre os desafios em atingir um público pós-moderno e moderno com o evangelho, pouco ou nada foi dito sobre as outras quatro categorias no livro Dyck.

O recoilers não são facilmente identificáveis como uma categoria de abandono porque tendem a evitar falar sobre sua infância dolorosa ou suas experiências de adolescente com a igreja, que são os principais motivos por que deixaram a fé.

Se pressionado para explicar por que deixaram a fé, muitos encontrarão razões intelectuais para guardarem suas razões emocionais, escreve Dyck.

“Para uma criança que sofre algum tipo de abuso, os danos espirituais resultantes podem assombrar a pessoa por toda a vida. Tal é o caso de muitos recoilers – muitas vezes eles tiveram algum tipo de abuso em nome de Deus. Eles tornaram-se desiludidos com a fé, porque as pessoas que consideravam santas lhes decepcionaram”, explica o autor no livro.

Se alguém descobrir um recoiler, deve concentrar-se em ouvir a história da pessoa e mostrar empatia com sua dor. É importante estabelecer uma amizade e ganhar a confiança deles, Dyck escreve, e ajudá-los a se reconciliarem com Deus diante do seu povo.

Entre os que abandonam, considerados da categoria neo-pagãos, o autor destaca Wicca, que é a religião que mais cresce nos Estados Unidos. De todas as categorias, segundo relatórios de Dyck, os neo-pagãos têm “a mais forte reação emocional à fé cristã”.

Wiccans têm sentimentos negativos em relação aos cristãos, porque eles têm sido repetidamente retratados pelos fiéis como adoradores de Satanás e acusado de sacrificar animais, além de rumores de assassinato de bebês.

Dyck disse que o primeiro passo para ter um relacionamento significativo com os Wiccans é desarmar seus sentimentos negativos, mostrando familiaridade com as suas crenças básicas e perguntando-lhes o que os atraiu para a Wicca e quais os problemas que eles têm com o cristianismo.

“Ao chegar aos neo-pagãos, comece mostrando uma valorização da natureza e o desejo de protegê-la, ao mesmo tempo direcionando-os para Deus, de que a natureza é um reflexo grande”, escreve Dyck

Além disso, os neo-pagãos são atraídos para a espiritualidade, por isso é útil para os cristãos não serem tímidos para falar sobre as suas experiências espirituais.

Os indecisos, entretanto, são os cristãos cuja fé nunca foi tão profunda. Como o próprio nome sugere, se afastaram sem aviso prévio. Eles não argumentam contra o Cristianismo e não tem bagagem emocional a partir da fé. Eles ainda se identificam como cristãos, mas sua vida em nenhuma maneira reflete um compromisso com Cristo. Eles são o tipo que se misturam, vão com o fluxo.

Além disso, é bom para os indecisos formarem laços intergeracionais dentro da igreja, em vez de somente se associarem com o grupo de jovens.

Na entrevista com o Christian Post, Dyck disse que considera o mais difícil para trazer de volta a Jesus Cristo é o rebelde espiritual. “São aqueles que têm dificuldade em aceitar a autoridade divina de Deus. Eles não têm uma objeção intelectual, mas um problema de coração”, observa Dyck. A única sugestão que ele tem para alcançar os rebeldes espirituais é orar muito por eles, e formar relacionamentos com essas pessoas.

O outro tipo de rebelde é aquele que gosta de festa. Este tipo de rebelde não tem um problema intelectual ou emocional com a fé, mas simplesmente se recusam a obedecer à moral cristã.

“Muitos jovens estão indo embora, não só da igreja, mas de sua fé. E eu não acho que eles vão voltar automaticamente”, disse Dyck.

O autor sugere aos membros mais velhos da igreja para construir relacionamentos com os jovens. “Muitas vezes o que eu achei foi que a ruptura de sua fé veio no contexto de relações, algo deu errado com um jovem pastor, um pai, ou alguma autoridade espiritual”.

 

A Justiça do Rio condenou a Editora Gráfica Universal, da igreja do bispo Edir Macedo, a pagar a Xuxa Meneghel R$ 150 mil por associá-la ao satanismo. A Universal poderá recorrer da sentença e a apresentadora também, para pedir a fixação de um maior valor. Ela solicitou compensação de R$ 3 milhões por danos morais na ação que deu entrada na 6ª Vara Cível do Fórum da Barra.

Em agosto de 2008, a Folha Universal, de responsabilidade da editora da igreja, publicou um longo texto dando crédito a Josué Yrion, folclórico pastor brasileiro radicado nos Estados Unidos, segundo o qual a apresentadora da TV Globo vendeu sua alma para o diabo por U$ 100 milhões (R$ 168 milhões) para obter sucesso.

Na capa, o jornal abriu uma foto de Xuxa sob o título “Pacto com o Mal?”, conforme reprodução acima. Em uma página interna, publicou a foto de um homem de costas representando o demônio, com o título “Contrato com o Diabo”.

Em um vídeo postado no Youtube (ver abaixo), e citado pela Folha Universal, Yrion diz coisas como a palavra Xuxa é composta por duas entidades do candombé (Exu e Orixa), que apresentadora doa sangue duas vezes por ano à Igreja do Satanás (em São Francisco, EUA) e que a boneca que leva o nome dela matou no Brasil uma menina.

A publicação da Igreja Universal ressalta que “Yrion parece conhecer do que fala”.

Para reforçar o tal pacto com o diabo, ela recorreu a outro vídeo em que a apresentadora canta “Cãozinho Xuxo”, música que, tocada de trás para frente, seria uma invocação ao diabo. Legendas induzem a essa interpretação.

Ela cita outros exemplos – como o escritor Paulo Coelho – que também, segunda a publicação, se vendeu para o diabo em troca de fama e dinheiro.

A Folha Universal, “um jornal a serviço de Deus”, é distribuída aos fiéis. Ela diz ter uma tiragem de mais de 2 milhões de exemplares.

 

Ouvir música provoca liberação de dopamina e dá prazer Cientistas identificaram que substância é secretada antes do prazer associado à música ouvida e durante o auge emocional

Música e prazer: equipe mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro de quem ouve música

O intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cérebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro, de acordo com um estudo publicado neste domingo.

A dopamina é uma substância química da molécula do “sistema de recompensa”, que serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (alimentação), ou que desempenha um papel na motivação.

Então como pode estar envolvida em um prazer abstrato como o de ouvir música, que não parece ser diretamente indispensável para a sobrevivência da espécie?

Para entender isso, pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), selecionaram dez voluntários de 19 a 24 anos entre os 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiram “estremecimentos”, sinais de extremo prazer, ao escutar música.

Graças a vários aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe de Salimpoor Valorie e Robert Zatorre mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro.

Paralelamente, sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, bem como sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.

Os resultados publicados na revista científica Nature Neuroscience mostram que a dopamina é secretada antes do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio “estremecimento” de prazer, ou seja, no auge emocional.

Tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões no “coração” do cérebro.

Durante o auge do prazer, é ativado o núcleo “accumbens”, envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes, como a cocaína. Antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.

O nível de liberação da dopamina varia com a intensidade da emoção e do prazer, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música “neutra”, isto é, indiferente aos voluntários.

“Nossos resultados ajudam a explicar porque a música tem esse valor em todas as sociedades humanas”, concluem os pesquisadores. Permitem compreender “porque a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor”, acrescentam.

Como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa, de expectativa.

 

Segunda-feira, dia 10 de janeiro, enquanto Lionel Messi recebia, em Zurique, a bola de ouro de melhor jogador de futebol do mundo, duas equipes de amputados, na indiferença geral, se enfrentam no estádio nacional de Porto Príncipe, no Haiti.

Foto: Kena Betancur /REUTERS

 

Em todo o país, maioritariamente católico, e onde milhares de haitianos continuam à espera de um futuro para já incerto, realizar-se-ão diversas cerimónias religiosas, talvez também para pedir alguma intervenção divina, já que um ano depois do abalo pouco ou quase nada parece ter mudado num dos países mais pobres do mundo. 

Cerca de um milhão de haitianos, entre os quais muitas mulheres e crianças, continuam sem alojamento. Vivem em campos improvisados, em condições miseráveis ou então continuam a fazer dos escombros da cidade as suas casas.

  • Haiti destroçado (slideshow)

  • Nos últimos doze meses o processo de reconstrução — que devia ter começado em março de 2010 com recurso aos milhares de milhões de dólares estrangeiros — pouco ou nada avançou.

    Todas as agências humanitárias da ONU, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho, já admitiram que a reconstrução e desenvolvimento do país durará anos.

    Cólera já matou mais de três mil pessoas

    A este cenário de caos junta-se a epidemia de cólera que desde outubro passado já matou 3.651 pessoas, segundo os últimos dados da Organização Mundial de Saúde, e uma crise política provocada pelas eleições presidenciais e legislativas de novembro, cujos vencedores ainda não são conhecidos.

    A chegada a “conta-gotas” da ajuda financeira internacional tem sido outro dos dilemas do quotidiano haitiano, e as organizações internacionais temem que a instabilidade política atrase ainda mais a entrega dos milhares de milhões de dólares prometidos.

    Mas é a cólera que preocupa de forma aguda as autoridades internacionais no terreno: ”Acreditamos que o pico ainda não foi atingido. Haverá certamente ainda muitos casos de cólera no Haiti, isso é certo. Mas morrerão menos pessoas”, afirmou a porta-voz do organismo sanitário das Nações Unidas, Fadela Chaib, numa conferência de imprensa, ontem, em Genebra (Suíça).

    Fadela Chaib precisou que a cólera continua a afetar principalmente as zonas rurais do Haiti, onde ainda se registam mais de uma centena de novos casos por dia.

    Mais ajuda da UE

    A Comissão Europeia lamentou s instabilidade política que se vive no Haiti um ano depois do sismo, afirmando que a incerteza impede que a ajuda humanitária comunitária chegue a cerca de um milhão de deslocados.

    “Estamos extremamente preocupados com a situação política. A instabilidade atual impede que a ajuda humanitária da UE chegue às pessoas em necessidade e atrasa e complica o processo de reconstrução”, alertou a alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, Catherine Ashton, em comunicado.

    Apesar da instabilidade, os 27 decidiram desbloquear cerca de 600 milhões de euros em ajudas destinadas aquele país, ou seja, metade dos 1,2 mil milhões de euros prometidos.

    Tendo em vista atual situação naquele que é um dos estados mais pobres do mundo, Catherine Ashton e os comissários europeus apelaram às autoridades haitianas que “garantam as condições necessárias para a realização de eleições livres e transparentes” e pediram a todos os haitianos que “mantenham a calma e participem pacificamente na segunda volta do escrutínio”, cuja data ainda não foi marcada.

    “A estabilidade e o funcionamento democrático do Haiti são uma condição necessária para que a UE e a toda a comunidade internacional possam colaborar com um parceiro legítimo, capaz de definir as necessidades prioritárias do país”, sublinharam os responsáveis comunitários.

    De acordo com Bruxelas, a pedido das autoridades do Haiti, a ajuda comunitária concentra-se sobretudo nos esforços de consolidação das principais funções do Estado, nomeadamente no pagamento de salários aos professores e ao pessoal sanitário, e no reforço e reconstrução das estradas e infraestruturas estratégicas.

    A UE lembra, por outro lado, que imediatamente após o sismo desbloqueou três milhões de euros para fazer face às necessidades humanitárias (valor que aumentou progressivamente para atingir 120 milhões de euros no final de 2010), e que atualmente a UE se encontra na primeira linha para ajudar o Haiti a lutar contra a epidemia de cólera.

  •  

    Em 2010, os cinco nomes mais comuns de meninas foram Júlia, Sophia, Isabella, Maria Eduarda e Giovanna. Entre os meninos, o pódio foi de Gabriel, Davi, Miguel, Arthur e Matheus.

    Segundo o Babycenter, site que realizou a pesquisa baseado no cadastro de mais de 43 mil nomes de bebês, é possível ver os reflexos de alguns eventos marcantes do ano no ranking.

    As eleições, por exemplo: Gabriel é o nome do neto da presidente eleita Dilma Rousseff, nascido na reta final da campanha. Marina, nome da candidata do Partido Verde, teve um crescimento de sete posições em relação ao ano passado, e ficou em 33º lugar.

    Filhos de celebridades, a Copa e a novela “Viver a Vida” também tiveram efeito sobre o ranking de nomes. Benício (nome do filho de Angélica e Luciano Huck), Benjamin (nome do filho de Gisele Bündchen e Tom Brady) e Kyara (nome da filha de Joana Prado) subiram na lista. Rafaela, Miguel, Felipe e Bruno – todos nomes de personagens da novela – subiram e ficaram entre os 10 mais.

    Júlio César, nome do goleiro da seleção brasileira, disparou e subiu 14 posições. O site registrou o cadastro de dois bebês Sneijder (atacante holandês que marcou os gols que eliminaram o Brasil da Copa) e um Lionel Messi.

    A religião também é um fator de influência na escolha do nome dos filhos. Segundo a pesquisa do site, um a cada quatro bebês nascidos no Brasil ganha um nome ligado religioso – seja do Antigo Testamento, de anjos, santos ou líderes. Entres os evangélicos, a taxa de nomes religiosos sobe para 40%. Emanuel, Isaac, Esther e Rebeca são alguns deles.

    Outra tendência notada pelos organizadores da pesquisa foi a grafia internacional, não recomendada por especialistas. Sophia bateu Sofia, Sarah foi mais popular do que Sara, Stella superou Estela e Arthur teve mais ocorrências que Artur. E, apesar da presença do galã Cauã Reymond na atual novela das nove, “Passione”, a grafia Kauã superou a do nome do ator.


     

    Nota: O seguinte texto é o primeiro capitulo do livro de Abby Johnson.

    Ela trabalhava em uma clinica de aborto “legal” nos Estados Unidos. Suas palavras são fortes.

    Ainda não está previsto o lançamento do livro no Brasil.

    ***

    — CHERYL MOSTROU A CABEÇA NA ABERTURA DA PORTA DO MEU ESCRITÓRIO. “Abby, estão precisando de mais alguém lá na sala de exames. Você está disponível?”Ergui os olhos da minha papelada toda, surpresa. “Certamente”.

    Embora tivesse trabalhado na Federação de Planejamento Familiar* durante oito anos, eu nunca havia sido chamada para a sala de exames para ajudar a equipe médica durante um aborto, e eu não tinha ideia do motivo por que eu precisava agora. Quem auxiliava nos abortos eram as enfermeiras profissionais, não a equipe de funcionários da clínica.

    Como diretora desta clínica na cidade de Bryan, Texas, eu estava em condições de preencher qualquer posição se fosse absolutamente necessário, exceto, é claro, as posições dos médicos ou enfermeiras que realizavam procedimentos médicos.

    Eu tinha, em poucas ocasiões, concordado com o pedido de uma paciente de permanecer com ela e até segurar a mão dela durante uma operação, mas só quando eu havia sido a conselheira que havia trabalhado com ela durante a entrada e aconselhamento. Esse não foi o caso hoje. Então por que é que precisavam de mim?

    O médico aborteiro em atendimento hoje tinha estado na clínica de Bryan apenas duas ou três vezes antes. Ele tinha um consultório particular de aborto a cerca de 160 km de distância. Quando eu havia conversado com ele sobre o emprego várias semanas antes, ele tinha explicado que em seu próprio consultório ele só fazia abortos guiados por ultrassom — a operação de aborto com o menor risco de complicações para a mulher. Pelo fato de que esse método permite que o médico veja exatamente o que está acontecendo dentro do útero, há menos chance de perfurar a parede uterina, um dos riscos do aborto. Eu respeitei isso acerca dele. No que se referia a mim, quanto mais se pudesse fazer para manter as mulheres saudáveis e seguras, melhor. Contudo, eu havia explicado para ele que essa prática não era o protocolo em nossa clínica. Ele compreendeu e disse que seguiria nosso padrão de operação, embora concordássemos em que ele estava livre para usar o ultrassom se sentisse que uma situação particular justificasse isso.

    Segundo sei, nunca tínhamos realizado abortos guiados por ultrassom em nossa clínica. Fazíamos abortos no sábado, a cada quinze dias, e a meta incumbida de nossa filial da Federação de Planejamento Familiar era realizar entre 25 e 35 operações naqueles dias. Gostávamos de terminá-los por volta das 14h. Nossas operações típicas levavam cerca de 10 minutos, mas um ultrassom aumentava para cinco minutos, e quando se está tentando agendar 35 abortos num só dia, esses minutos a mais contam.Senti a relutância de um momento fora da sala de exames.

    Nunca gostei de entrar nessa sala durante uma operação de aborto — nunca vi com agrado o que acontecia por trás dessa porta. Mas já que todos tínhamos de estar prontos a qualquer momento para ajudar e realizar a tarefa, empurrei a porta para abrir e entrei.A paciente já estava sedada, ainda consciente, mas grogue, a brilhante luz do médico iluminando sobre ela. Ela estava em posição, os instrumentos estavam colocados em ordem na bandeja ao lado do médico, e a enfermeira profissional estava posicionando a máquina de ultrassom perto da mesa de operação.“Vou realizar um aborto guiado por ultrassom nesta paciente. Preciso que você segure a sonda do ultrassom”, explicou o médico.

    Ao pegar a sonda do ultrassom na mão e ajustar as configurações da máquina, argumentei comigo mesma: “Não quero estar aqui. Não quero ter parte num aborto”. Não, atitude errada — eu precisava me preparar mentalmente para essa tarefa. Respirei profundamente e tentei me sintonizar com a música do rádio que estava tocando suavemente no fundo. “É uma boa experiência de aprendizado — nunca vi um aborto guiado por ultrassom antes”, eu disse para mim mesma. “Talvez isso me ajude quando eu aconselhar mulheres. Aprenderei de primeira mão sobre esse procedimento mais seguro. Além disso, tudo estará terminado em questão de poucos minutos”.Eu não poderia ter imaginado como os próximos 10 minutos abalariam os alicerces dos meus valores e mudariam o curso da minha vida.Eu tinha ocasionalmente realizado ultrassons de diagnóstico para clientes antes. Era um dos serviços que oferecíamos para confirmar as gravidezes e avaliar quanto estavam avançadas. A familiaridade de se preparar para um ultrassom aquietou meu desconforto de estar nessa sala.

    Apliquei o lubrificante na barriga da paciente, então manobrei a sonda do ultrassom até que o útero dela foi mostrado na tela e ajustei a posição da sonda para capturar a imagem do feto.Eu estava esperando ver o que eu tinha visto em ultrassons passados. Geralmente, dependendo do avanço da gravidez e da posição do feto, eu veria primeiro uma perna, ou a cabeça, ou alguma imagem parcial do tronco, e precisaria manobrar um pouco para obter a melhor imagem possível. Mas desta vez, a imagem estava completa. Eu conseguia ver o perfil inteiro e perfeito de um bebê.“Parece-se com Grace aos três meses”, pensei, surpresa, recordando da minha própria experiência de ver minha filha, três anos antes, aninhada em segurança dentro do meu útero.

    A imagem agora diante de mim parecia a mesma, só que mais clara e nítida. Os detalhes me deixaram perplexa. Eu conseguia ver claramente o perfil da cabeça, os braços, as pernas e até os dedinhos dos pés e das mãos. Tudo perfeito.Mas muito rapidamente, a vibração com a memória emocionante de Grace foi substituída por uma onda de ansiedade: “O que estou para ver?” Meu estômago começou a ficar apertado. “Não quero assistir ao que está para acontecer”.Suponho que isso parece esquisito vindo de uma profissional que vinha administrando uma clínica da Federação de Planejamento Familiar durante dois anos, aconselhando mulheres em crise, agendando abortos, revisando os relatórios mensais de orçamentos da clínica e treinando as funcionárias. Mas esquisito ou não, o fato simples é, nunca tive interesse em promover o aborto. Eu tinha me envolvido com a Federação de Planejamento Familiar oito anos antes, crendo que seu propósito era principalmente impedir gravidezes indesejadas, reduzindo assim o número de abortos. Essa tinha sido minha meta.

    E eu cria que a Federação de Planejamento Familiar salvava vidas — as vidas das mulheres que, sem os serviços fornecidos por essa organização, poderiam recorrer a algum açougueiro de fundo de quintal. Tudo isso passou rápido pela minha mente enquanto eu estava cuidadosamente segurando a sonda no lugar.“Treze semanas”, ouvi a enfermeira dizer depois de tomar as medidas para apurar a idade do feto.“Certo”, disse o médico, olhando para mim, “apenas segure a sonda no lugar durante a operação de modo que eu consiga ver o que estou fazendo”.O ar levemente frio da sala de exame me deu uma sensação de calafrio. Meus olhos estavam ainda fixos na imagem desse bebê perfeitamente formado.

    Eu estava assistindo à medida que uma nova imagem entrava na tela do vídeo. A cânula — um instrumento em forma de canudo ligado à extremidade do tubo de sucção — havia sido inserida no útero e estava se aproximando do lado do bebê. Parecia um invasor na tela, fora de lugar. Errado. Parecia simplesmente errado.Meu coração estava batendo aceleradamente. O tempo estava andando devagar. Eu não queria olhar, mas não queria parar de olhar também. Eu não conseguia assistir. Fiquei horrorizada, mas fascinada ao mesmo tempo, como alguém acanhado que diminui a velocidade enquanto passa de carro por algum horrível acidente de carro — não querendo ver um corpo mutilado, mas apesar de tudo olhando.Meus olhos voaram para a face da paciente; lágrimas escorriam dos cantos dos olhos dela. Eu podia ver que ela estava sofrendo. A enfermeira tocou levemente a face da mulher com um lenço.“Apenas respire”, a enfermeira gentilmente a instruiu. “Respire”.“Já está quase no fim”, sussurrei. Eu queria ficar focada nela, mas meus olhos rapidamente voltaram para a imagem na tela.No começo, o bebê não estava consciente da cânula, que gentilmente examinou o lado dele, e por um rápido segundo senti alívio. “É claro”, pensei. O feto não sente dor. Eu tinha assegurado a inúmeras mulheres disso conforme a Federação de Planejamento Familiar havia me ensinado. “A massa fetal nada sente quando é removida. Por isso, controle-se, Abby. Essa é uma operação simples e rápida”. Minha cabeça estava trabalhando muito para controlar minhas reações, mas eu não estava conseguindo abalar uma inquietação interior que estava rapidamente se transformando em terror enquanto eu assistia à tela.

    O próximo movimento foi o súbito puxão de um pezinho enquanto o bebê começou a dar chutes, como se estivesse tentando se afastar do invasor examinador. À medida que a cânula pressionava o lado dele, o bebê começou a lutar para virar e escapar. Parecia claro para mim que ele estava conseguindo sentir a cânula, e ele não estava gostando do que estava sentindo. E então a voz do médico cortou o ar, me espantando.“Mais luz aqui, Scotty”, ele disse despreocupadamente para a enfermeira. Ele estava dizendo a ela que ligasse a sucção — numa operação de aborto a sucção não é ligada até o médico sentir que tem a cânula exatamente no lugar certo.Tive um impulso súbito de gritar “Parem!” para abalar a mulher e dizer: “Olhe para o que está acontecendo com o seu bebê! Acorde! Rápido! Impeça-os!”Mas ao mesmo tempo em que pensei nessas palavras, olhei para a minha mão segurando a sonda. Eu era um “deles” realizando esse ato. Meus olhos rapidamente voltaram para a tela de novo. A cânula já estava sendo girada pelo médico, e agora eu conseguia ver o corpinho sendo violentamente torcido pela cânula. Nesse momento brevíssimo parecia como se o bebê estivesse sendo torcido como um pano de prato, torcido e espremido. E então começou a desaparecer dentro da cânula diante dos meus olhos. A última coisa que vi foi a espinha dorsal, pequenina e perfeitamente formada, sendo sugada pelo tubo, e então se foi. E o útero estava vazio. Totalmente vazio.Fiquei petrificada, sem poder acreditar. Sem perceber, larguei a sonda, que deslizou pela barriga da paciente e foi parar numa das pernas dela. Eu estava conseguindo sentir meu coração batendo muito — batendo tão forte que meu pescoço palpitava. Tentei respirar fundo, mas parecia que eu não estava conseguindo respirar. Meus olhos ainda estavam parados na tela, ainda que estivesse escura agora porque eu tinha perdido a imagem. Mas eu estava longe de tudo o que estava acontecendo ao meu redor. Eu me sentia chocada e abalada demais para me mover.

    Eu estava consciente do médico e da enfermeira tendo um bate-papo causal enquanto trabalhavam, mas tudo parecia distante, como vago barulho no fundo, difícil de ouvir com todo o som da pulsação do meu próprio sangue em meus ouvidos.

    A imagem do corpinho, mutilado e sugado, estava rodando de novo na minha mente, e com ela a imagem do primeiro ultrassom de Grace — como ela tinha aproximadamente o mesmo tamanho. E eu podia ouvir em minha memória um dos muitos argumentos que eu tive com meu marido, Doug, acerca do aborto.“Quando você estava grávida de Grace, não era um feto; era um bebê”, Doug havia dito. E agora isso me atingiu como um raio. “Ele estava certo! O que estava no útero dessa mulher a apenas um momento atrás estava vivo. Não era apenas massa, apenas células. Era um bebê humano. E estava lutando por sua vida! Uma batalha que ele perdeu numa fração de segundos. O que eu disse para as pessoas durante anos, o que tenho crido, ensinado e defendido, é mentira”.De repente senti os olhos do médico e da enfermeira em mim. Fiquei abalada e sem saber o que pensar. Notei a sonda caída na perna da mulher e tateei para colocá-la de volta no lugar. Mas minhas mãos estavam tremendo agora.“Abby, está tudo bem com você?” o médico perguntou. Os olhos da enfermeira sondaram a minha face com preocupação.“Sim, estou bem”. Eu ainda não tinha conseguido colocar a sonda na posição correta, e agora eu estava preocupada porque o médico não estava conseguindo ver o interior do útero. Minha mão direita segurava a sonda, e minha mão esquerda descansava timidamente na barriga quente da mulher. Dei uma espiada rápida na face dela — mais lágrimas e uma expressão facial de sofrimento. Movi a sonda até recapturar a imagem do útero dela agora vazio. Meus olhos voltaram a olhar minhas mãos. Olhei para elas como se nem fossem minhas.

    Quantos estragos essas mãos fizeram durante os oito anos passados? Quantas vidas foram tiradas por causa delas? Não só por causa das minhas mãos, mas também por causa das minhas palavras. E se eu tivesse conhecido a verdade, e se eu tivesse contado a todas aquelas mulheres?E se?Eu havia acreditado numa mentira! Eu havia cegamente promovido o “programa da empresa” por muito tempo. Por quê? Por que eu não tinha feito pesquisas para descobrir a verdade por mim mesma? Por que eu fechei os ouvidos para os argumentos que eu havia ouvido? Oh, Deus, o que eu havia feito?Minha mão ainda estava na barriga da paciente, e eu estava tendo a sensação de que eu tinha acabado de arrancar dela algo com essa mão. Eu a tinha roubado. E minha mão tinha começado a doer — eu estava sentindo uma real dor física. E bem ali, quando eu estava em pé ao lado da mesa, com a mão na barriga da mulher em choro, este pensamento veio do fundo de dentro de mim:“Nunca mais! Nunca mais”.Entrei num estado automático, agindo como um robô. Enquanto a enfermeira limpava a mulher, eu afastava a máquina de ultrassom. Então, gentilmente despertei a paciente, que estava mancando e grogue. Eu a ajudei a se sentar, convenci-a a usar uma cadeira de rodas, e levei-a à sala de recuperação. Envolvi-a num cobertor leve. Como tantas pacientes que eu tinha visto antes, ela continuou a chorar, em óbvio sofrimento emocional e físico. Fiz tudo o que pude para deixá-la com mais conforto.Dez minutos, talvez 15 no máximo, haviam passado desde que Cheryl tinha pedido para eu ajudá-la na sala de exames. E nesses poucos minutos, tudo mudou. Drasticamente.

    A imagem daquele bebezinho se torcendo e lutando ficou rodando de novo na minha mente. E a paciente. Senti-me tão culpada. Eu havia tirado algo precioso dela, e ela nem mesmo sabia disso.Como é que isso tinha vindo a ocorrer? Como é que deixei isso acontecer? Eu havia investido a mim mesma, meu coração, minha carreira na Federação de Planejamento Familiar porque eu me importava com as mulheres que estavam em crise. E agora eu mesma estava enfrentando uma crise que era só minha.

    Recordando agora aquele dia no final de setembro de 2009, compreendo como Deus é sábio por não revelar nosso futuro para nós. Se eu tivesse sabido então a tormenta que eu estava para sofrer, talvez eu nunca tivesse a coragem de ir em frente. De qualquer forma, já que eu não sabia, eu não estava ainda buscando coragem. Contudo, eu estava buscando compreender como me encontrei nesse lugar — vivendo mentiras, espalhando mentiras e trazendo sofrimento para as próprias mulheres que eu tanto queria ajudar.E eu precisava desesperadamente saber o que fazer em seguida.Esta é a minha história.

     

    Bernard NathansonBernard Nathanson

    O quê pode levar um poderoso e reconhecido médico abortista a converter-se em um forte defensor da vida e abraçar os ensinamentos de Jesus Cristo?

    Pode que tenha sido o peso de sua consciência pela morte de 60 mil nascituros ou talvez as muitas orações de todos aqueles que rogaram incessantemente por sua conversão?

    Segundo Bernard Nathanson, o famoso “rei do aborto”, sua conversão ao catolicismo resultaria inconcebível sem as orações que muitas pessoas elevaram a Deus pedindo por ele. “Estou totalmente convencido de que as suas preces foram escutadas por Ele”, indicou emocionado Nathanson no dia em que o Arcebispo de Nova York, o falecido Cardeal O’Connor, o batizou.

    Filho de um prestigioso médico especializado em ginecologia, o Dr. Joey Nathanson, a quem o ambiente cético e liberal da universidade o fez abdicar da sua fé, Nathanson cresceu em um lar sem fé e sem amor, onde imperava muita malícia, conflitos e ódio.

    Profissional e pessoalmente Bernard Nathanson seguiu durante uma boa parte de sua vida os passos do seu pai. Estudou medicina na Universidade de McGill (Montreal), e em 1945 começou a namorar Ruth, uma jovem e bela judia com quem realizou planos de matrimônio. Porém a jovem ficou grávida e quando Bernard escreveu para o seu pai consultando-lhe sobre a possibilidade de contrair matrimônio, este lhe enviou cinco notas de 100 dólares junto com a recomendação de que escolhesse entre abortar ou ir aos Estados Unidos para casar-se, pondo em risco sua brilhante carreira como médico que o aguardava.

    Bernard priorizou sua carreira e convenceu a Ruth que abortasse. Ele não a acompanhou à intervenção abortiva e Ruth voltou à sua casa sozinha, em um táxi, com uma forte hemorragia, a ponto de perder a vida. Ao recuperar-se -quase milagrosamente- ambos terminaram sua relação. “Este foi o primeiro dos meus 75.000 encontros com o aborto, me serviu de excursão inicial ao satânico mundo do aborto”, confessou o Dr. Nathanson.
    Após graduar-se, Bernard iniciou sua residência em um hospital judeu.

    Depois passou ao Hospital de Mulheres de Nova York onde sofreu pessoalmente a violência do anti-semitismo, e entrou em contato com o mundo do aborto clandestino.
    Nesta época já havia se casado com uma jovem judia, tão superficial quanto ele, como confessaria, com a qual permeneceu unido cerca de quatro anos e meio.
    Nestas circunstâncias Nathanson conheceu Larry Lader, um médico a quem só lhe obsessionava a idéia de conseguir que a lei permitisse o aborto livre e barato.
    Para isso fundou, em 1969, a “Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto”, uma associação que tentava culpar a Igreja por cada morte ocorrida nos abortos clandestinos.

    Mas foi em 1971 quando Nathanson se envolveu diretamente com a prática de abortos. As primeiras clínicas abortistas de Nova York começavam a explorar o negócio da morte programada, e em muitos casos seu pessoal carecia da licença do Estado ou de garantias mínimas de segurança.
    Como foi o caso da que dirigia o Dr. Harvey.
    As autoridades estavam a ponto de fechar esta clínica quando alguém sugeriu que Nathanson poderia encarregarse da sua direção e funcionamento. Ocorria o parodoxo incrível de que, enquanto esteve diante daquela clínica, naquele lugar havia um setor de obstetricia: isto é, se atendiam partos normais ao mesmo tempo que se praticava abortos.

    Por outro lado, Nathanson realizava uma intensa atividade, dando conferências, celebrando encontros com políticos e governantes, pressionando-lhes para que fosse ampliada a lei do aborto.

    “Estava muito ocupado. Quase não via a minha família. Tinha um filho de poucos anos e uma mulher, mas quase nunca estava em casa.

    Lamento amargamente estes anos, por mais que seja só por ter fracassado em ver meu filho crescer. Também era um segregado na profissão médica. Era conhecido como o rei do aborto”, afirmou.

    Durante este período, Nathandon realizou mais de 60.000 abortos, mas no fim do ano de 1972, esgotado, dimitiu do seu cargo na clínica.

    Abortei os filhos não nascidos dos meus amigos, colegas, conhecidos e inclusive professores. Cheguei ainda a abortar meu próprio filho”, chorou amargamente o médico, que explicou que por volta da metade da década de 60 engravidou a uma mulher que gostava muito dele (…) Ela queria seguir adiante com a gravidez mas ele se negou. “Já que eu era um dos especialistas no tema, eu mesmo realizaria o aborto, expliquei. E assim procedi.“, precisou.

    Entretanto a partir deste acontecimento as coisas começaram a mudar. Deixou a clínica abortista e possou a ser chefe de obstetricia do Hospital St. Luke’s. A nova tecnologia, o ultrasom, começava a aparecer no ambiente médico. No dia em que Nathanson pôde observar o coração do feto nos monitores eletrônicos, começou a perguntar-se “quê estamos fazendo verdadeiramente na clínica”.

    Decidiu reconhecer o seu erro. Na revista médica ‘The New England Journal of Medicine’, escreveu um artigo sobre sua experiência com os ultrasonografias, recohecendo que no feto existia vida humana. Incluia declarações como a seguinte: “o aborto deve ser visto como a interrupção de um processo que de outro modo teria produzido um cidadão no mundo. Negar esta realidade é o tipo mais grosseiro de evasão moral”.

    Aquele artigo provocou uma forte reação. Nathanson e sua família receberam inclusive ameaças de morte, porém a evidência de que não podia continuar praticando abortos se impôs. Tinha chegado à conclusão que não havia nenhuma razão para abortar: o aborto é um crime.

    Pouco tempo depois, uma nova experiência com as ultrasonografias serviu de material para um documentario que encheu de admiração e horror ao mundo. Era titulado “O grito silencioso”, e sucedeu em 1984 quando Nathanson pediu a um amigo seu – que praticava entre 15 a 20 abortos por dia- que colocasse um aparelho de ultrasom sobre a mãe, gravando a intervenção.

    “Assim o fez -explica Nathanson- e, quando viu a gravação comigo, ficou tão afetado que nunca mais voltou a realizar um aborto. As gravações eram assombrosas, por mais que não eram de boa qualidade. Selecionei a melhor e comecei a projetá-la nos meus encontros pró-vida por todo o país”.

    Retorno do filho pródigo

    Nathanson tinha abandonado sua antiga profissão de “carniceiro humano” mas ainda estava pendente o seu caminho de volta a Deus. Uma primeira ajuda veio de seu admirado professor universitário, o psiquiatra Karl Stern.

    “Transmitia uma serenidade e uma segurança indefiníveis. Nessa época não sabia que em 1943, após longos anos de meditação, leitura e estudo, tinha se convertido ao catolicismo. Stern possuia um segredo que eu tinha buscado toda a minha vida: o segredo da paz de Cristo”.

    O movimento pró-vida lhe havia proporcionado o primeiro testemunho vivo da fé e do amor de Deus. Em 1989 esteve em uma ação de Operação Resgate nos arredores de uma clínica. O ambiente dos que lá se manifestavam pacíficamente a favor da vida dos nascituros lhe havia comovido: estavam serenos, contentes, cantavam, rezavam…
    Os mesmos meios de comunicação que cobriam o evento e os policiais que vigilavam, estavam assombrados pela atitude destas pessoas.

    Nathanson ficou cativado “e, pela primeira vez em toda minha vida de adulto comecei a considerar seriamente a noção de Deus, um Deus que tinha permitido que eu andasse por todos os proverbiais circuitos do inferno, para ensinar-me o caminho da redenção e da misericódia através da sua graça”.

    “Durante dez anos passei por um período de transição. Senti que o peso dos meus abortos se fazia mais grave e persistente pois me despertava cada dia às 4 ou 5 da manhã, olhando a escuridão e esperando (mas sem rezar ainda) que se iluminasse um letreiro declarando-me inocente ante um juri invísivel”, indica Nathanson.

    Logo, o médico acaba lendo “As Confissões”, de Santo Agostinho, livro que qualificou como “alimento de primeira necessidade”, convertendo-se em seu livro mais lido já que Santo Agostinho “falava do modo mais completo de meu tormento existencial; porém eu não tinha uma Santa Mônica que me ensinasse o caminho e estava acusado por uma negra desesperança que não diminuia”.

    Nesta situação não faltou a tentação do suicídio, mas, afortunadamente, decidiu buscar uma solução diferente. Os remédios tentados falhavam: álcool, tranquilizantes, livros de auto-estima, conselheiros, até chegar a psicanálise, onde permaneceu por 4 anos.

    O espírito que animava aquela manifestação pró-vida endereçou a sua busca. Começou a conversar periódicamente com Padre John McCloskey; não lhe resultava fácil crer, mas pelo contrário, permanecer no agnosticismo, levava ao abismo.

    Progressivamente se descobria a si mesmo acompanhado de alguém que se importava por cada um dos segundos da sua existência. “Já não estou sozinho. Meu destino foi dar voltas pelo mundo à busca deste Alguém sem o qual estou condenado, porém a que agora me agarro desesperadamente, tentando não soltar-me da orla do seu manto”.

    Finalmente, no dia 9 de dezembro de 1996, às 7:30 de uma segunda feira, solenidade da Imaculada Conceição, na cripta da Catedral de São Patrício de Nova York, o Dr. Nathanson se convertia em filho de Deus. Entrava a formar parte do Corpo Místico de Cristo, sua Igreja. O Cardeal O ‘Connor lhe administrou os sacramentos do Batismo, Confiirmação e Eucaristia.

    Um testemunho expressa assim este momento: “Esta semana experimentei com uma evidência poderosa e fresca que o Salvador que nasceu há 2.000 anos em um estábulo continua transformando o mundo. Na segunda-feira passado fui convidado a um Batismo. (…) Observei como Nathanson caminhava até o altar. Que momento! Tal qual no primeiro século… um judeu convertido caminhando nas catacumbas para encontrar a Cristo. E sua madrinha era Joan Andrews. As ironias abundam. Joan é uma das mais destacadas e conhecidas defensoras do movimento pró-vida… A cena me queimava por dentro, porque justo em cima do Cardeal O ‘Connor havia uma Cruz… Olhei para a Cruz e me percatei de que o que o Evangelho ensina é a verdade: a vitória está em Cristo”.

    As palavras de Bernard Nathanson no fim da cerimônia, foram curtas e diretas. “Não posso dizer como estou agradecido nem a dívida tão impagável que tenho com todos aqueles que rezaram por mim durante todos os anos nos quais me proclamava públicamente ateu. Rezaram teimosa e amorosamente por mim. Estou totalmente convencido de que suas orações foram escutadas. Conseguiram lágrimas para meus olhos”.

     


    Conhecida militante pró-aborto, antropóloga escreve artigo em defesa da ”interrupção seletiva da gravidez” (ISG) - (Veja no link ao lado a íntegra do artigo)

    Tradução: assassinato de bebês por possuírem deficiências graves – no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização dessa tipificação de aborto.

    Afirma:

    “Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo.”

    Por quê? Porque o assim chamado “aborto seletivo” visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados por subumanos.

    Leiam:

    “A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum ‘a ausência de cérebro’, torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência.”

    O anencéfalo seria, então, o subumano “por excelência”, deixando claro que haveria outras formas “não tão excelentes” de “subumanidade”.

    O que seriam esses subumanos? Aqueles que logo morreriam depois de nascer ou mesmo antes do parto? Não.

    “Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível do humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da “humanitude”, a cultura dos seres humanos. Os fetos anencéfalos são, assim, alguns dentre os subumanos - os que não atingiram o patamar mínimo de desenvolvimento biológico exigido para a entrada na humanitude (…)”.

    A Antropóloga cita a seu favor o então padre progressista “Fernando Altemeyer Junior, vigário coadjutor da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que dizia o seguinte sobre o aborto seletivo em casos de anencefalia: ‘…Muitos moralistas católicos de renome têm se posicionado em favor desta operação cirúrgica no caso específico da anencefalia, pois  não são seres humanos os frutos desta gestação e portanto não se poderia exigir desta mãe o sacrifício de uma gravidez que não pudesse oferecer vida humana a uma criança destinada a sobreviver…‘.” (Altemeyer F. A única exceção. Jornal do Brasil 1996, Abril 1.)

    Continua a antropóloga:

    “Os subumanos são aqueles para quem a vida é fadada ao “fracasso” – como considera Dworkin, um jurista liberal norte-americano estudioso do aborto - ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não se adequa. Os subumanos são a alteridade humana extrema, aqueles não esperados pelo milagre da procriação.”

    Mesmo os aleijados não escapariam do “aborto seletivo”:

    “… Existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une um feto anencéfalo a um feto portador de trissomia do cromossomo vinte e um e até a fetos com ausências de membros distais como potenciais alvos da ISG. É uma idéia social de vida, respaldada, é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo.”

    Como não pensar em eugenia – embora não obrigatória como na ditadura nazista, mas favorecida e “justificada” - lendo as afirmações acima?

    Com a crescente paganização da sociedade, pululam idéias destoantes da virtude excelsa da caridade para com o próximo deficiente e aos poucos somos encaminhados para uma ditadura pseudo-científica e darwinista onde só os perfeitos terão o direito à vida.

     


    Cada um de nós já se confrontou um dia ou de uma maneira permanente com o sofrimento, na própria vida ou naqueles que nos rodeiam. Nessa altura há uma quebra. Tudo desaba… E surge a questão do por quê, e sobretudo do por que eu? O que eu fiz de mal?… É o esmagamento ou a revolta pela qual nós podemos nos afastar de Deus.

    Reação totalmente humana e normal. Porque o homem não é feito para o sofrimento. Este, pela ruptura no conforto da nossa vida e pela brecha que ele opera no coração, vem revelar a sede interior da felicidade que habita cada um de nós. No fundo, o sofrimento toca no mistério mais profundo do nosso ser, lembrando-nos o bem para o qual fomos feitos (a felicidade) e do qual estamos privados. Manifesta-se como uma privação.

    É por isso que, espontaneamente, não o podemos aceitar, porque em si ele é inaceitável. Ele nos mete medo e nós o rejeitamos. Porque fomos feitos para a vida. Ao mesmo tempo, nós somos conduzidos mais longe que o medo: numa timidez, numa espécie de respeito e mais profundamente ainda de compaixão. No entanto, apesar de tudo o que podemos fazer concretamente, nós ficamos desarmados. É que o sofrimento, o meu e o do outro, toca esse mistério que é tão próximo de mim porque é meu, e que ao mesmo tempo me ultrapassa tanto: mistério do homem, mistério do mal e da suas raízes enterradas na história e na alma humana.ÞEntão, com efeito, é a Deus que fazemos a pergunta do porquê, a Deus como Criador e Senhor do mundo. E é grande a tentação de suspeitar que Deus é o autor do mal. “Se Deus fosse bom, não permitiria, não agiria assim…” É no fundo o que se passa depois do pecado original (ver Q 31). Deus não mudou. Fomos nós que mudamos.

    Mas talvez tenhamos alguma coisa a descobrir perto Daquele que nos salvou do Mal: “Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos, e aliviar-vos-ei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis alívio para as vossas almas” (Mt 12,28-29). É uma das palavras de Jesus Cristo, do qual a Escritura diz: “Ele tomou sobre si as nossas doenças e carregou as nossas dores” (ls 53,4). Ele que foi morto injustamente, para que “nas suas feridas nós encontremos a salvação”. (ls 53,5).

    O que nos mostra a sua vida e o que é dito d’Ele no Evangelho? Não é um Deus justiceiro que se aproxima de nós, mas um Deus humilde, “servo sofredor” que vem assumir completamente a condição de homem com o seu sofrimento para nos consolar e ajudar a transportá-Lo.

     

    Deus não veio suprimir o sofrimento, não veio para o explicar, mas veio enchê-lo com Sua presença”, diz Paul Claudel.

    Enchê-lo completamente.

    Cristo vai mais longe. Ele oferece o seu sofrimento para nos salvar, e todos os nossos com o seu, abrindo um caminho de vida. E nos convida a aprender d’Ele. É o que faz aquela jovem diabética de 18 anos: “Jesus nos ama e não permite que carreguemos um sofrimento demasiado pesado. Ele confia em nós e faz-nos participar de sua missão que é de levar o mundo inteiro para o Pai. É uma alegria participar numa missão em que o coordenador é Deus!”.

     

    Os políticos estão sempre falando sobre impostos. Alguns deles querem cobrar mais dos ricos; outros querem elevar os impostos sobre o álcool e cigarros. Mas estou pensando num “produto para o consumidor” no qual nunca veremos um imposto: sexo. Mas talvez devêssemos. O sexo — isto é, o tipo errado de sexo — está elevando os custos do governo.
    Numa recente coluna, o especialista em casamento Mike McManus faz investigações sobre os elevados custos do sexo fora do casamento. Por exemplo, mais de 7 milhões de casais americanos vivem juntos sem estarem casados. De cada cinco desses casais, quatro se separarão sem nunca casar oficialmente. Mas, escreve McManus, se eles tiveram um bebê, muitas dessas mães e filhos estarão em condições de cumprir os requisitos para receber do governo assistência médica gratuita, moradia, subsídios de creche e bolsas família.
    Segundo, mesmo quando casais amigados realmente se casam, de acordo com um estudo do Estado da Pensilvânia, eles sofrem índices mais elevados de divórcio do que os casais que não vivem juntos primeiro. Em média, cada divórcio envolve um filho. E tal qual a mãe nunca antes casada, a mãe divorciada também está em condições de cumprir os requisitos para receber muitos benefícios governamentais. De acordo com a Fundação Heritage, escreve McManus, “13 milhões de mães solteiras com filhos custaram aos contribuintes de imposto de renda 20.000 dólares, ou 260 bilhões no ano de 2004”. O total provavelmente chega a 300 bilhões de dólares hoje, diz McManus.
    E isso é só o começo.
    Uma criança que nasce fora do casamento tem uma probabilidade sete vezes maior de abandonar a escolar, de se tornar pai ou mãe na adolescência e de acabar na prisão. Essas crianças têm uma probabilidade 33 vezes mais elevada de sofrerem graves abusos.
    E todos temos ouvido acerca dos elevados índices de DSTs afetando os adolescentes dos EUA — doenças que custam bilhões de dólares em tratamento.
    Portanto, talvez devêssemos considerar um imposto sobre o sexo sem casamento — taxando tudo, desde o encontro sexual casual de uma noite apenas aos acordos de viver juntos. Tudo isso está nos custando muito dinheiro. E tais impostos poderiam, aliás, saldar a dívida nacional.
    Deixando toda piada de lado, essas estatísticas nos dizem que precisamos fazer mais para baixar o índice de nascimentos de filhos ilegítimos — começando com a iniciativa de dar às adolescentes as ferramentas de que precisam para dizer “não” ao sexo antes do casamento. Temos também de manter os pais numa posição em que eles prestem contas pelos filhos que eles ajudam a trazer ao mundo. E temos de preservar o casamento tradicional — pois redefinir o casamento para significar nada mais do que um contrato entre duas ou mais pessoas de qualquer sexo destruiria ainda mais a instituição do casamento, com todos os custos resultantes depois.
    Mike McManus, que é também o fundador da organização Marriage Savers (Resgatadores do Casamento), tem mais algumas ideias: Os estados têm de criar comissões de casamento para incentivar o casamento, em vez de coabitação. As secretarias de assistência social de cada estado, diz ele, têm de “fornecer informações sobre o valor do casamento na redução da pobreza e aumento de riqueza, felicidade e maior longevidade”. E temos de exigir que as escolas públicas e clínicas de planejamento familiar que recebem financiamento do governo ensinem as crianças sobre os benefícios de longo prazo de se criar filhos dentro do casamento, em vez de coabitação.
    Se fizéssemos tudo isso, poderíamos salvar centenas de milhões de dólares, escreve McManus. Olha, ele está certo. Eu desejava que os candidatos políticos fossem corajosos o suficiente para assumir essa questão, mas eles não o farão. O sexo é considerado o direito mais sagrado de nossa cultura pós-cristã.
    Mas a evidência revela o que acontece quando o tiramos do contexto de casamento tradicional que Deus lhe deu: pobreza, doenças, miséria — e, sim, impostos mais elevados para todos nós.
    Já que a onda é ser a favor da agenda gay, todo mundo na mídia quer mostrar de que lado está, como se isso fosse grande novidade. Sem apurar as credenciais de sua fonte, o Terra Magazine publicou um artigo radical e ideológico sobre “assassinatos de homossexuais”, não querendo desagradar à ideologia reinante na cultura — da própria mídia liberal, é claro. Daí, tire uma ideia: Se o Portal Terra estivesse na União Soviética, ou não Alemanha nazista, estaria fazendo pela ideologia reinante exatamente o que já está fazendo nesta matéria.
    Esses pretensos jornalistas têm alguma preocupação pela verdade e objetividade? Importantes ativistas homossexuais têm defendido publicamente a pedofilia, e a grande imprensa brasileira está calada. Uma imprensa moralmente obtusa deixa os “intelectuais” homossexuais pró-pedofilia à vontade. Veja aqui os exemplos verídicos de homossexuais brasileiros defendendo explicitamente a pedofilia enquanto o jornalismo sem vergonha faz vista grossa:
    Abaixo, a matéria completa do Terra Magazine:
    Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País
    Ana Cláudia Barros, Portal Terra
    O número de homossexuais assassinados no Brasil superou 250 casos em 2010, um recorde histórico, conforme o Grupo Gay da Bahia (GGB). O dado faz parte do relatório anual — ainda em fase de conclusão — elaborado pela entidade e que será apresentado oficialmente em março.
    Em entrevista a Terra Magazine, o fundador do GGB e decano do movimento homossexual brasileiro, Luiz Mott, destaca que foi a primeira vez que a quantidade de homicídios ultrapassa a casa das 200 notificações. Em 2009, foram 198, cerca de 50 a menos do que registrado no ano passado.
    - Na década anterior, matava-se, em média, um homossexual a cada três dias. Nos últimos anos, essa média passou para um assassinato a cada um dia e meio. Há uma escalada que reflete a violência crescente no Brasil, sobretudo, no que se refere aos crimes letais. Em geral, a impunidade é grande, mas é maior quando a vítima é homossexual, já que as pessoas não querem se envolver, testemunhar. Ainda há muito tabu, muito preconceito – detalha o ativista.
    Para Mott, o País convive com uma contradição na medida em que apresenta “mais de 150 paradas gays, abriga a maior associação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (lgbt) da América Latina”, mas, ao mesmo tempo, é líder mundial de mortes contra essa população. Segundo ele, “a homofobia cultural é forte no Brasil”.
    - Na prática, a população continua com o mesmo alto índice de intolerância que se reflete não só nos homicídios, mas no bullying ocorrido nas escolas, por exemplo. Existe toda uma homofobia cultural e institucional que ainda se mantém e que tem, nas igrejas evangélicas e católicas, os grandes centros de fabricação dessas munições ideológicas.
    Na avaliação do fundador do GGB, a situação dos LGBTs piorou ao longo dos oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    - Foram anos marcados por muitas declarações e ações afirmativas através do Programa Brasil sem Homofobia, da Conferência Nacional LGBT, da criação do Conselho Nacional LGBT. Porém, poucas propostas saíram do papel. As conquistas importantes, como nome social para travesti, são resultado de uma ou duas décadas de militância do movimento. Em termos concretos, a situação dos gays piorou, apesar da festa. Nunca tanto sangue homossexual foi derramado quanto no governo Lula. A contaminação por HIV aumentou também. Uma situação calamitosa. Apesar de toda boa vontade, declarações e programas, propostas e ações afirmativas, a esperança de vida dos homossexuais diminui.
    Mott critica o que chamou de “falta de vontade política”:
    - Há mais de uma dezena de leis no Congresso Nacional, orientadas para a cidadania homossexual. Para aprovar essas leis, é necessário vontade política e pressão do poder Executivo junto ao Legislativo. A bancada evangélica e a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) são extremamente homofóbicas e impedem a aprovação dessas propostas. Lula, infelizmente, não teve coragem e ousadia para pressionar sua base aliada, fazendo com que essas leis fossem aprovadas.
    Subnotificação
    Luiz Mott enfatiza que os números compilados pelo GGB, baseados em notícias veiculadas na imprensa nacional, não traduzem o real quadro da violência contra homossexuais no Brasil. Para ele, os LGBT são as principais vítimas do ódio cultural, pois “não recebem apoio nem mesmo dentro de casa”.
    - No Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH 2), aprovado durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), havia 11 medidas afirmativas que, infelizmente, o governo Lula não cumpriu. A primeira era documentação, a implementação de coleta sistemática de dados sobre violência, assassinatos de homossexuais. Não havendo no Brasil estatísticas oficiais de crime de ódio, que deveriam ser realizadas pelo Ministério da Justiça, Secretaria de Direitos Humanos nacional e dos estados, unicamente o GGB, com toda limitação de recursos é quem tem feito esse trabalho heroico. Com certeza, esse número é muito maior.
    Mesmo com a subnotificação, o Brasil supera países como México, que é o segundo lugar no ranking de assassinatos de homossexuais (média de 35 casos/ano) e Estados Unidos, terceiro da lista (cerca de 25 notificações anuais), conforme Mott.
    - Juntando todos os países onde há pena de morte para os homossexuais, as execuções não chegam a 20 por ano. O Brasil tem uma pena de morte diluída e, na prática, muito mais severa do que as praticadas nos países mais homofóbicos do mundo.
    Denúncia
    Mott adianta que o GGB estuda a possibilidade de denunciar o país em função do alto índice de homicídios de LGBT (em 2010, 65% das mortes foram de gays; 32%, de travestis e 3%, de lésbicas).
    No nosso entender, houve prevaricação por parte da Presidência da República por não ter efetivado as 11 medidas propostas pelo PNDH 2.O governo, apesar da boa vontade, não enfrentou o principal, que é a garantia de vida para os homossexuais. Havia previsão de medidas práticas que, se aplicadas, com certeza, teríamos um número mais preciso desses homicídios. Havia propostas para enfrentar a homofobia e os crimes letais.

    Evangelicos e o Carnaval

    “Porque, se viverdes segundo a carne, morreireis; mas, se pelo Espiríto mortificardes as obras do corpo, vivereis”  (Rm 8.13).

    A ORIGEM DO CARNAVAL NO BRASIL

    O primeiro baile de carnaval realizado no Brasil ocorreu em 22 de janeiro de 1841, na cidade do Rio de Janeiro, no Hotel Itália, localizado no antigo Largo do Rócio, hoje Praça Tiradentes, por iniciativa de seus propietários, italianos empolgados com o sucesso dos grandes bailes mascarados da Europa. Essa iniciativa agradou tanto que muitos bailes o seguiram. Entretanto, em 1834, o gosto pelas máscaras já era acentuado no país por causa da influência francesa.
    Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos depois, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.
    Nessa época, o carnaval era muito diferente do que temos hoje. Era donhecido como entrudo, festa violenta, na qual as passoas guerreavam nas ruas, atirando água uma nas outras, através de bisnagas, farinha, pós de todos os tipos, cal, limões, laranjas podres e até mesmo urina. Quando toda esta selvageria tornou-se mais social, começou então a se usar água perfumada, vinagre, vinho ou groselha; mas sempre com a intenção de molhar ou sujar os adversários, ou qualquer passante desavisado. Esta brincadeira perdurou por longos anos, apesar de todos os protestos. Chegou até mesmo a alcançar o período da República. Sua morte definitiva só foi decretada com o surgimento de formas menos hostis e mais civilizados de brincar, tais como confete, a serpentina e lança-perfume. Foi então que o povo trocou as ruas pelos bailes.

    POSIÇÃO DA IGREJA EVANGÉLICA NO PERÍODO DO CARNAVAL

    Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se por isso, de uma manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pelas Sagradas Escrituras. Seja no Egito, Grécia ou Roma antiga, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeiras desenfreadas, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas. Entretanto, não podemos também deixar de abordar os chamados benefícios do carnaval ao país, tais como geração de empregos, entrada de recursos financeiros do exterior através do turismo, aumento das vendas no comércio, entre outros. Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a igreja evangélica deste momento histórico. Então, qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas, a fim de não sermos participantes com eles (Ef.5.7)? Devemos, por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização? Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento (2 Co.4.4)?
    Creio que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da igreja nasce de princípios estreitamente ligedos ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo.
    Há quem justifique como estratégia evangelística a perticipação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos frqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo a investir contra elas? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?
    No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que originaram, continuamos vendo imoralidade, música lasciva, promiscuidade sexual e bebedeiras.
    José Carlos Sebe, no livro Carnaval de Carnavais, página 16, descreve, segundo George Dúmezil (estudioso das tradições mitológicas): O Carnaval deve ser considerado sagrado, porque é a negação da rotina diária. Ou seja, é uma oportunidade única para extravasar os desejos da carne, e dentro deste contexto festivo, isto é sagrado, em nada pervertindo. Na página 17, o mesmo autor descreve: Beber era um recurso lógico para a liberação pessoal e coletiva. A alteração da rotina diária exigia que além da variação alimentar, também o disfarce acompanhasse as tranformações. Observe ainda o que diz Manuel Gutiérez Estéves: No passado, faziam-se nos povoados, mas sobretudo nas cidades, diversos tipos de reuniões em que todos  os participantes aparentavam algo diferente daquilo que na realidade, eram. A pregação eclesiástica inseriu na mensagem estereotipada do carnaval a combinação extremada da luxúria com a gula. Não falta sem dúvida, fundamento para isto.

    Como cristãos, não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração , que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus:
    “Porque os que segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são do espírito para as coisas do espírito (Rm 8.5-8).”
    “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (1 Co 6.20).”

    EVANGELISMO OU RETIRO ESPIRITUAL?

    A maioria das igrejas evangélicas, hoje, tem sua própria opnião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval. Opinião esta que, em grande parte, apoia-se na teologia que cada um delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferm ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões.
    Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor ao Senhhor e com intenção de ganhar almas para Jesus e edificar o corpo de Cristo.(Cl 3.17). Entendemos, também, o propósito dos retiros espirituais: moentos de comunhão com o Senhor que tem feito grandes coisas em nossas vidas. Muitos crentes têm sido edificados pela pregação da Plavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos promovidos pelas igrejas. Toda via, a visão de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio. Na Série Lausanne, encontra-se uma descrição sobre a necessidade da igreja ser flexível. A consideração é feita da seguinte forma: o processo de procura de novas estruturas nos levará, seguidamente, a um exame mais íntimo do padrão bíblico e a descorberta de que um retorno ao modelo das Escrituras e sua adptação aos tempos atuais é básico á renovação e a missão.
    Entendemos, com isso, que, em meio á pressão provocada pelo mundo, a igreja deve buscar estratégias adequadas para posicionar-se á estas mudanças dentro da Palavra de Deus, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não os fatores externos.

    Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opiniões diferentes a respeito da maneira adequada para a evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar, nem mesmo fugia das interrogações ou situações religiosas da época. Não podemos deixar de olhar o que está escrito na Bíblia:
    “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina”  (2 Tm 4.2).

    Aqui o apóstolo Paulo exorta a Timóteo a pregar a Palavra em qualquer situação, seja boa ou má. A Palavra deve ser anunciada.

    A igreja jamais pode ser omissa quanto a esse assunto. O cristão deve ser sábio ao tomar sua decisão, sabendo que:
    “Em que noutro tempo andaste segundo o curso deste mundo, segundo o prícipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós andávamos nos desejos da carne e dos penbsamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo(pela graça sois salvos), e nos ressucitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus”  (Ef 2.2-6).

     

    O que leva uma pessoa ao suicídio?
    Suicídio é um ato de coragem ou covardia?
    Será que a morte é o fim de uma vida ou o começo de outra?
    Há um perdão para uma pessoa suicida?
    São questões que uma vez na vida cada um de nós se perguntou, que normalmente muitos custam a comentar, é um assunto polêmico e de diversas opiniões.

    Nunca conheci um suicida e nem ao menos sou uma mas fico imaginando o que leva uma pessoa a cometer tal ato e o que ela deve estar passando para querer tirar a própria vida. Até consigo entender o ponto de vista deles, o desespero é tamanho que a vida perde seu sentido, que as cores se tornam cinza e que o perfume não mais existe. Não os critico mas também não os apoio, pois a chance de viver é mais do que um presente, é uma dádiva. É a nossa dádiva.

    Há situações em nossa vida que a saída para o pesadelo parece não existir. Não é fácil lutar, correr atrás e as vezes o caminho mais curto é a desistência, sabe, não precisar mais tentar. Não sabemos o que há do outro lado mas um suicida procura o alívio, a paz, a serenidade, procura tudo que não achou nessa vida, mas temos que levar em conta que pode não existir tudo isso após a morte. Pode ser simplesmente um sono eterno sem sonhos, ou o inferno ou até mesmo o céu, acreditem no que quiserem, mas o fato é que tirar a própria vida não é a melhor forma de resolver os problemas, na verdade é uma forma de fugir deles.
    Isso mesmo, a mesma forma que uma pessoa foge da vida através do alcool ou através de qualquer tipo de jogo é a mesma forma de um suicida fugir de seus problemas, a única diferença é que um bêbado ou lunático por jogos tem a chance de fazer diferente a cada dia, já com um suicida o processo uma vez feito é irrevercível.

    Acho que antes de qualquer um julgar uma pessoa que tentou suicído (ou que tentou e conseguiu) devemos primeiro analisar o que esta pessoa estava passando para achar que o fim de sua vida seria seu alívio eterno. Sabemos que nenhum problema justifica tal ato, mas temos que levar em consideração de que cada um de nós se conhece o suficiente para saber até aonde vai seu limite e quando ele está sendo ultrapassado. Talvez esta pessoa estivesse em seu limite e que a loucura estivesse lhe dominando, o medo, a solidão, a pressão de todos a levaram ao desespero incondicional e sem nenhum apoio ou uma palavra de aconchego, esta pessoa pensasse que estivesse sozinha e com certeza ela estava sem forças alguma pra lutar já que uma vez sua vida já não tivesse mas aquele valor, pelomenos o valor que ela não conseguia enxergar. E então eu lhe digo meu amigo que nestas condições qualquer um por mais religioso que fosse tenho certeza de que a propósta de uma vida sem mais sofrimentos lhe parecesse ser bem convidativa.

    Por isto tudo e mais um pouco, irei tentar responder ao meu ponto de vista tais questões citadas no começo desta postagem:

    1. O que leva uma pessoa ao suicídio?
    R: O desespero.

    2. O suicídio é um ato de coragem ou covardia?
    R: Precisa-se de muito coragem para querer tirar a própria vida, contudo seria um ato de covardia dar um fim nos problemas dando um fim a vida.

    3. Será que a morte é o fim de uma vida ou o começo de outra?
    R: Difícil responder esta, já que uma vez dito ninguém sabe como é o outro lado.

    4. Há um perdão para uma pessoa suicida?
    R: De acordo com a Bíblia, não. Uma vez que desiste de sua vida, não merece pertencer ao Reino dos Céus.

    Espero que tenha sido uma leitura reflexiva e lembrem-se sempre desta frase (caso queira se matar ou não): “Morrer é fácil, viver que é difícil, mas vale sempre a pena acordar todos os dias e ter uma nova chance de tentar e fazer diferente”.

    Pois eu sei e você também sabe que tem tudo pra ser feliz, não desista de si mesmo, pois eu nunca desistiria de você. :)

     

    “O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos”. (Vicent Van Gogh)

    O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação especifica a morte intencional ou auto-infligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Pode ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa em alimentar-se, por exemplo).

    É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a “potencialidade autodestrutiva” do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.

    O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ”castigo”. É como revidar uma agressão do ambiente que o envolve.

    Na civilização romana a morte não era significativa, importante era a forma de morrer: com dignidade e no momento certo. Para os primeiros cristãos, a morte equivalia à libertação, pois a doutrina pregava que a vida era um “vale de lágrimas e pecados”. Nesse momento a morte surgia como um atalho ao paraíso.

    Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

    Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos.

    Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.

    Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

    As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência toxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.

    A depressão também está aliada aos casos de suicídio. Porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas. Isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.

    Jovens Suicidas

    Entre os jovens (faixa etária que compreende dos 15 aos 24 anos) o suicídio já é a terceira causa de morte, atrás apenas dos acidentes e homicídios.

    Os conflitos mais comuns que desencadeiam os suicídios entre os jovens são encontrados na educação, criação e conduta familiar dos indivíduos. O sentimento de culpa imposto pelas chantagens emocionais, agressões, castigos exagerados, criação e imposição de uma auto-imagem irreal ao indivíduo, o abandono afetivo e a superproteção, são as principais causas dos suicídios cometidos entre os jovens. A soma desses, e outros fatores menos relevantes, resultam numa desorganização da personali- dade em desenvolvimento, desequilibra continuamente o sistema nervoso e desencontra o indivíduo do seu ego. Por conseqüências superficiais temos o bloqueio intelectual, a constante desmotivação pelas atividades cotidianas (como os estudos), a necessidade de uma fuga psíquica e o entorpecimento mental. Novamente o suicídio é o resultado mais grave dos desequilíbrios.

    Indicadores de Risco

    Geralmente o suicídio não pode ser previsto, mas existem alguns indicadores de risco:

    * Tentativa anterior ou fantasias de suicídio.
    * Disponibilidade de meios para o suicídio.
    * Idéias de suicídio abertamente faladas.
    * Preparação de um testamento.
    * Luto pela perda de alguém próximo.
    * História de suicídio na família.
    * Pessimismo ou falta de esperança.

    Índices de suicidios no Brasil e no Mundo

    Suicídios no mundo:

    * No mundo suicidam-se diariamente 2000 pessoas.*
    * Nos Estados Unidos são 30.000 suicídios por ano (quase 100 por dia).
    * No geral, 7% dos suicidas sofrem de dependência alcoólica.
    * Aproximadamente 90% de quem tenta, avisa antes.
    * Em torno de 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
    * Quem já fez uma tentativa, tem 30% mais chances de repetir do que quem nunca tentou.

    Esses valores podem ser bem maiores, pois muitos casos de suicídios são considerados acidentes.

    No Brasil:

    * Entre 1989 e 1998 os suicídios aumentaram 56,9%.
    * O índice brasileiro é de 4,9 suicídios para cada grupo de 100 mil habitantes.
    * O Rio Grande do Sul possui os índices mais altos: 11 para cada grupo de 100 mil habitantes.
    * Porto Alegre é a capital com maior taxa de suicídios (11,9/100 mil).
    * Entre 1993 e 1998, o número de jovens que tentaram o suicídio aumentou 40%.
    * Em 1997 quase 1.500 jovens tentaram se matar no Brasil.

     

    Mae e Filho Conversando“Você não pode ensinar a criança a cuidar de si mesma, a não ser que a deixe tentar por si. Ela cometerá erros e a partir desses erros brotará sua sabedoria.” (Henry Ward Beecher)

    “É melhor sujeitar seus filhos a você por meio do sentimento de respeito e pelo carinho, do que pelo medo.” (Terence)

    “As palavras têm um impacto impressionante, as impressões da voz de um pai podem colocar em movimento toda uma tendência de vida.” (Gordon MacDonald)

    “Muitas vezes o homem espanca seus filhos por motivos que seu próprio pai deveria tê-lo espancado.” (DonMarquis)

    “Podemos tanto agraciar nossos filhos quanto amaldiçoa-los com feridas que talvez nunca sarem. Homens! Como pais vocês possuem este poder.” (R. Kent Hughes)

    “Pai: näo seja um leäo em sua própria casa.” (autor desconhecido)

    “A autoridade sem sabedoria é como o machado pesado sem corte, que esmaga em vez de cortar.” (Arme Bradstreet)

    “Amor incondicional é amar uma criança sem restrições; quanto ao que esperamos que ela seja e, o mais difícil, quanto ao seu modo de ser.” (Ross Campbell).

    “O grande homem é aquele que não perde o coração de seu filho.” (Mencius)

    “Um grama de modelo amoroso vale por um quilo de pressão dos pais.” (V. Gilbert Beers)

    “Alguns pais criam seus filhos debaixo de raios e trovões, mas raios e trovões nunca fizeram nada crescer.” (autor desconhecido)

    “Nossos filhos nos dão a oportunidade de sermos os pais que sempre desejamos ter tido.” (Nancy Samalin)

    “Os filhos carecem de amor, especialmente quando não o merecem.” (Harold S. Hulbert)

    “Elogie seus filhos publicamente; repreenda-os em secreto.” (W. Cecil)

    “Lembre-se: quando seu filho estiver tendo um ataque de raiva, cuidado para você não ter um ataque igual ao dele.” (Dr. J. Kuriansky)

    “Espera dos teus filhos o que tiveres feito a teus pais.” (Pítaco)

    “O que o pai calou aparece na boca do filho, e muitas vezes descobri que o filho era o segredo revelado do pai.” (Friedrich Nietzsche)

    “Os pais mais amam os filhos do que o contrário.” (Aristóteles)

    “Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais.” (August Strindberg)

    “Na verdade, poucos filhos se parecem com o pai; em sua maioria são piores, poucos são realmente melhores que o pai.” (Homero)

    “Os pais de hoje não escutam seus filhos. Perderam completamente o respeito pelos mais jovens!” (Oscar Wilde)

    “Às vezes o pai castiga o filho porque este fez o que o pai, quando filho, não conseguiu fazer.” (Juvenal)

    “Quando um homem percebe que seu pai talvez estivesse certo, ele usualmente tem um filho que pensa que está errado.” (Charles Wadsworth)

    “Junto dos teus pais, procede do mesmo modo que desejarias procedessem os teus filhos junto a ti.” (Giacomo Leopardi)

    “Aos olhos de um pai, o filho é sempre um filho, tenha ou não virtudes.” (Confúcio)

    “Nunca se ouviu dizer que filho valente tivesse nascido de pai temeroso.” (Thomas Carlyle)

    “Os pais fazem dos filhos, involuntariamente, algo semelhante a eles – a isso denominam ‘educação’ nenhuma mãe duvida, no fundo do coração, que ao ter seu filho pariu uma propriedade: nenhum pai discute o direito de submeter o filho aos seus conceitos e valorações.” (Friedrich Nietzsche)

    “Geralmente se pensa que os filhos se parecem com os pais.” (Quintiliano)

    “O embaraço parece ser a única possibilidade de compreensão entre pais e filhos.” (Heinrich Böll)

    “Para compreender os pais, é preciso ter filhos.” (Sofocleto)

    “A coisa mais importante que um pai pode fazer pelos seus filhos é amar a mãe deles.” (Henry Beecher)

    “Acreditar que basta ter filhos para ser um pai é tão absurdo quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser músico.” (Mansour Chalita)

    “Quando chegamos à conclusão de que nossos pais estavam certos, nossos filhos acham que estamos errados.” (Guillermo Hernandez)

    “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.” (Coelho Neto)

    “No momento em que você tem seus próprios filhos, perdoa tudo a seus pais.” (Susan Hill)

    “O pai é um homem que espera que os filhos sejam tão bons quanto ele pretendia ser.” (Carolyn Coats)

    “Que bem fizeste tu ao teu pai para assim esperares tanto do teu filho?” (Muslah-Al-Din Saadi)

    “Se ao menos os pais soubessem como chateiam seus filhos!”
    (George Bernard Shaw)

    “Não é bom pai aquele que poupa castigo ao filho que merece.” (Sólon)

    “Ouvindo um filho blasfemar, Diógenes repreendeu o pai.” (Robert Burton)

    “O que um pai faz por seu filho faz para si mesmo.” (Miguel De Cervantes)

    “Os filhos que mais dão certo são os que viram seus pais como são. Não há nada pior para a educação do que a hipocrisia.” (George Bernard Shaw)

    “É a nossos filhos que pagamos nossa dívida para com os nossos pais.” (Joaquim Nabuco)

    “Que filho não se acha mais sensato que o pai?” (Jean-Antoine du Cerceau)

    “Filho, ampara a velhice de teu pai.” (Vulgata)

    “Filhos são como diamantes, você só vai compreender quanto tiver um” ( Reichert )

     

    Existem dois assuntos que nós, como seres humanos, temos muita dificuldade de falar…São eles: sexo e morte.

    O primeiro, o sexo, está ligado ao início da vida. Enquanto, o segundo, a morte, está ligado ao fim de nossa da nossa existência. Quando falamos em sexo, temos uma multidão de informações. Hoje, na internet, existem milhares de sites, dando toda sorte de informações. Alguns sites são sérios e procuram ajudar os internautas com posicionamentos científicos e corretos. Muitos, que infelizmente são a grande maioria, não precisam ser visitados, para constatar a péssima visão daquilo que Deus planejou para a sexualidade humana. Esses são, inclusive, os mais visitados pelos internautas, inclusive por alguns cristãos. O que é lamentável! Os livros que tratam a questão do sexo também são os mais vendidos.

    Quando abordamos a questão da sexualidade humana, nós, como evangélicos, temos, em primeiro lugar, que recorrer à Bíblia. Sendo um evangélico de formação batista, permita-me recorrer à Declaração de Fé da Convenção Batista Brasileira quando diz:”Bíblia é a autoridade única em matéria de religião, fiel padrão pelo qual devem ser aferidas a doutrina e a conduta dos homens (Jo 12.47,48; Rm 2.12,13). Embora a mensagem da Bíblia seja a de mostrar o eterno amor de Deus, demonstrado na pessoa de Jesus, a Palavra de Deus nos dá parâmetros para que vivamos neste mundo de forma que honre o nome do Evangelho e venhamos a viver, inclusive nossa sexualidade, dentro dos planos traçados por Deus. Louis e Melissa McBurney, no artigo ‘Christian sex rules’ afirmam, com muita sabedoria, que a Bíblia não é um ‘guia sexual’ mas com certeza tem muito a nos ensinar nesta área. À luz da Palavra de Deus, podemos fazer algumas afirmações:

    Deus é o criador da sexualidade humana.

    Deus ao criar o homem e a mulher, os criou com todos os seus órgãos sexuais (Gn 1.31). Robinson Cavalcanti, no seu livro ‘Libertação e Sexualidade’ afirma:”Deus criou o ser humano com um corpo, indissociado de sua mente e de seu espírito. Para Deus, o corpo humano, obra de suas mãos, é bom. A sexualidade não veio com a Queda (pecado original). Ao contrário, a sexualidade estava nos planos originais de Deus”.

    Tim e Beverly LaHaye, no clássico da sexologia cristã, ‘O Ato Conjugal’, cita com muita propriedade as declarações do psicólogo cristão Henry Brandt, quando diz: “Deus criou todas as partes do corpo humano. E não criou algumas boas e outras más; Ele criou todas boas”.

    Compreendendo esta verdade, coloca-se uma pedra fundamental sobre compreensão da sexualidade humana. Todo o nosso corpo, com ele, nossos órgãos sexuais foram projetados por Deus. Esta visão é importante, porque a partir desta compreensão é que as pessoas começarão aceitar o sexo como um presente de Deus. Pênis, testículos, ovários, vagina, útero, canais deferentes, próstata, clitóris e tantos outros pequenos órgãos que compõem os aparelhos reprodutores masculinos e femininos foram criados por Deus, sem exceção. Muitos casais estão enfrentando problemas sérios na vida sexual porque não aceitam estas verdades. Têm vergonha dos órgãos genitais e acham que os mesmos não tem nada a haver com a criação divina.

    As relações sexuais, segundo a visão cristã, devem ser heterossexuais, isto é, entre um homem e uma mulher.
    Deus ao projetar a sexualidade humana, criou homem e mulher (Gn 2.22). À luz dos relatos da criação, já podemos observar que Deus ao criar os seres sexuados, dentre eles o homem, que é a coroa da criação, planejou para que vivessem a heterossexualidade, isto é, a relação sexual entre macho e fêmea, no caso humano, homem e mulher. Mais tarde, com a queda humana, homem e mulher começaram, como todos nós sabemos, a se distanciar dos planos de Deus, em todas as áreas da vida, incluindo em relação à sexualidade. Conforme os relatos bíblicos, os pecados sexuais começaram a aparecer nas relações humanas.

    O primeiro deles, foi a poligamia (Gn 4.19). Posteriormente, Deus ao dar as leis ao seu povo, incluiu seu desagrado em relação à união sexual com pessoas do mesmo sexo, que é o homossexualismo (Lv 18.22; Rm 1.26,27) e com animais, que se dá o nome de bestialidade (Lv 18.23). Para nós cristãos, a despeito de todo o lobby gay que vemos nos meios de comunicação, tais expressões da sexualidade são pecaminosas e a Palavra de Deus se refere a essas práticas sexuais como abomináveis (Lv 18.22b).

    O sexo, segundo a visão cristã, deve ser praticado no contexto do casamento.

    Se no item anterior, falamos sobre a expressão correta, heterossexual, da união sexual, aqui queremos reafirmar o posicionamento bíblico em relação ao seu lugar, isto é, no contexto do casamento.

    A Bíblia é clara quando afirma que a união sexual, aprovada por Deus, entre um homem e uma mulher, deve acontecer somente no contexto do casamento. Por isso, a fornicação (que geralmente se refere à relação sexual antes do casamento), mas também à imoralidade em geral, bem como o adultério e a prostituição são condenados por Deus e distorcem o Seu plano original para a felicidade sexual das pessoas (Dt 22.22; 23-25; 23.17-18; Pv 7; 1Co 6.12,13; 2Co 12.21; Ef 5.3). Tendo em vista estas verdades bíblicas, precisamos deixar bem claro para os jovens solteiros que quando têm relações sexuais ou mesmo carícias sexuais com o seus pares, enquanto namorados, contrariam a vontade de Deus (1Ts 4.3,4). Embora a cultura e os costumes modernos tentem passar para os cristãos que uma relação sexual entre solteiros ou fora do contexto do casamento não seja errada, devemos nos reportar a esses e tantos outros versículos bíblicos contrários a tais pensamentos de uma cultura sem Deus.

    O sexo, segundo a visão cristã, não é somente para a procriação, mas também para o prazer.

    O ser humano, dentre todos os seres vivos criados por Deus, é o único a experimentar prazer nas relações sexuais. O orgasmo, o clímax do prazer numa relação sexual, é um privilégio dado por Deus somente ao ser humano. Somente o ser humano é que experimenta todas as sensações características do orgasmo. A mulher, é a única fêmea, segundo os estudiosos, que possui o clitóris, órgão projetado por Deus exclusivamente para dar prazer sexual.

    Muitos cristãos ainda pensam, apesar de toda a informação que tem recebido, que o sexo é somente para a procriação. O lado procriativo do sexo é de suma importância para a reposição da espécie (Gn 1.27,28), mas não se restringe somente a este propósito. Devido a uma forte influência platônica sobre os pensadores cristãos, especialmente, nos primeiros séculos, ainda hoje muitas vezes temos, como cristãos, a tendência de associar o prazer físico, especialmente o sexual, ao pecado. Somente nos últimos anos é que os estudiosos bíblicos têm feito uma leitura correta do livro de Cantares de Salomão. Este livro, com certeza, foi incluído no cânon, isto é, no conjunto de livros sagrados, do Velho Testamento para mostrar que, no contexto do casamento, homem e mulher devem experimentar, no seu máximo, o prazer que o sexo e a sensualidade podem proporcionar. Aqui, vale frisar, que quando usamos o termo ‘sensualidade’ não queremos nos referir ao ‘sensualismo’ apregoado pela mídia e que tanto prejuízo tem trazido à sexualidade humana. Os casais cristãos precisam repensar e explorar a sensualidade que um pode oferecer ao outro. Muitas vezes, e isto tem sido extremamente prejudicial, se associa a ‘sensualidade’ a algo pecaminoso. Quando um casal cristão explora a sensualidade para enriquecer a relação conjugal grandes benefícios irá colher.

    Os casais cristãos precisam valorizar mais os toques físicos (abraços, afagos afetuosos, massagens sexuais e não-sexuais), o olfato (perfumes, velas perfumadas), a audição (música romântica, palavras de admiração), a visão (pessoal e do ambiente) e o paladar na relação a dois.

    Quando uma relação sexual é desprovida da sensualidade, acontece apenas uma união de órgãos sexuais masculinos e femininos e reduz o sexo somente à área genital. Muitos casais estão cansados e vivendo uma vida sexual burocrática porque acham que essas coisas, até mesmo dentro do contexto matrimonial, são pecaminosas. Um bom caminho para os casais cristãos ‘reinventarem’ suas vidas sexuais é fazerem, a dois, uma releitura do livro de Cantares de Salomão e verificar em cada linha todos os recursos sensoriais que aqueles amantes (no bom sentido da palavra) utilizaram para terem um relacionamento sexual enriquecedor.

    Quando ambos, marido e esposa, experimentarem todo o prazer que o sexo pode oferecer não precisarão querer beber de outras cisternas (Pv 5.15,18), pois a ‘água’ que Deus projetou para que bebessem no contexto conjugal é suficientemente o bastante para saciar o apetite sexual.

    Terra

    O papa Bento XVI afirmou nesta sexta-feira que as uniões homossexuais “desnaturalizam” a essência e os objetivos da família. O Pontífice deu estas declarações diante do prefeito de Roma, Gianni Alemanno, e da governadora do Lácio, Renata Polverini, a quem recebeu no Vaticano com as juntas municipal e provincial por causa do novo ano.

    Bento XVI centrou seu discurso na família e afirmou que esta é a célula básica da sociedade e deve ser baseada no casamento entre um homem e uma mulher. Ele acrescentou que é através da família que os filhos aprendem os valores humanos e cristãos e a solidariedade entre as gerações, o respeito a regras, o perdão e a ajuda ao próximo.

    “A aprovação de formas de uniões que desnaturalizam a essência e o objetivo da família acaba por penalizar os que, com fadiga, se comprometem a viver relações afetivas estáveis, juridicamente garantidas e publicamente reconhecidas”, declarou o papa. Bento XVI ressaltou que a família deve ser apoiada mediante políticas que a consolidem e a desenvolvam.

    O papa também pediu às autoridades que apoiem a maternidade e que garantam às mulheres que desenvolvem uma profissão a possibilidade de conciliar a vida profissional com a familiar. Além disso, afirmou que ultimamente a serenidade das famílias está “ameaçada” pela grave e persistente crise econômica e que muitas famílias não conseguem garantir uma vida digna para seus filhos.

    Por isso, pediu aos governantes que adotem medidas para ajudar, sobretudo, as famílias de baixa renda, “especialmente as numerosas, muitas vezes penalizadas pela crise”. Também pediu políticas de emprego para integrar os jovens, para que eles não se desiludam com o desemprego existente e acabem se inclinando para organizações criminosas “que propõem a eles atividades ilícitas”.

    “É urgente, embora os tempos sejam difíceis, que se façam todos os esforços para promover políticas de emprego que possam garantir um trabalho digno, condição indispensável para dar vida a uma nova família”, declarou Bento XVI.

     

    15.01 - Nova Friburgo/RJ: centenas de caixões carregam os corpos das vítimas das chuvas na região serrana do Rio   Foto: Jadson Marques/EFE

    13.01 - Teresópolis/RJ:  cidade recebeu donativos para ajudar moradores afetados pelas chuvas. Foto: Prefeitura Teresópolis/DivulgaçãoCidade recebeu donativos para prejudicados pelas chuvas
    Foto: Prefeitura Teresópolis/Divulgação

    As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio de Janeiro mobilizam equipes de resgate e voluntários no auxílio aos desabrigados e desalojados. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão objetos de higiene pessoal, como pasta de dente e sabonetes, colchonetes, cobertores, fraldas descartáveis, toalhas e água.

    Em Teresópolis, a Defesa Civil municipal informou que, para atender os mais de 2,5 mil desabrigados que eram registrados até a manhã de quinta-feira, foi montado um posto central de atendimento no Ginásio Esportivo Pedro Jahara, na rua Tenente Luiz Meirelles, número 211, no centro da cidade. Também podem ser entregues doações na Secretaria de Desenvolvimento Social, localizada na avenida Alberto Torres, em frente ao Hospital São José, no bairro do Alto.

    A prefeitura da cidade também abriu uma conta bancária no Banco do Brasil, onde a população pode fazer doações em dinheiro, de qualquer valor. Com o nome “SOS Teresópolis – Donativos”, ela está disponível na agência 0741-2 do Banco do Brasil, com o número 110000-9.

    Em Petrópolis, foram montados pontos de recolhimento de donativos no Centro de Cidadania de Itaipava, na estrada União da Indústria; na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas; e na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania, na rua Aureliano Coutinho, 81, no centro da cidade.

    Na região Serrana, há cinco pontos de doações para ajuda de animais feridos (Rua Corrêa Dutra, 99 loja 5, Avenida Bartolomeu Mitre, 455 lojas 106 e 107, Rua Santa Clara, 110, Rua Paula Freitas, 61, e Rua Barão Mesquita, 891). Ração, água, cobertores jornais e os remédios unguento, cefalexina, amoxilina, iodo, gaze, ataduras, esparadrapo, seringas, sulfa, vermifugo, cicatrizantes, antissépticos e povodine são as maiores necessidades.

    O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), também mobilizou uma equipe para prestar solidariedade à população do Rio de Janeiro que sofre com as enxurradas dos últimos dias. A Defesa Civil do Estado montou um posto permanente de recebimento de doações no Armazém 7 do Cais do Porto, em Porto Alegre. Além das doações no Cais do Porto, quem quiser ajudar pode ligar para o 199 ou para (51) 3210-4219.

    Viva Rio
    O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos (roupas e mantimentos) para a região serrana. As doações podem ser feitas na sede da ONG, na rua do Russel, 76, no bairro Glória, no Rio de Janeiro. Para maiores informações, o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.

    Cruz Vermelha
    A Cruz Vermelha no Brasil recebe doações de alimentos, materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).

    A filial de São Paulo também recebe donativos: avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis).

    Polícia Militar
    Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado recebem doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas. A PM recomenda que sejam doados água mineral, alimentos e material de higiene.

    Ministério Público
    O Ministério Público do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede do MP-RJ, na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio. A coleta é feita no período das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os donativos serão encaminhadas à Defesa Civil do Estado para serem distribuídas às vítimas das enchentes.

    Fashion Rio
    O Fashion Rio terá um posto de coleta de donativos às vítimas das chuvas no Rio nos dois últimos dias de evento – sexta-feira e sábado. As doações podem ser feitas na entrada da semana de moda, no balcão de credenciamento. A organização espera receber roupas, cobertores, água e alimentos não perecíveis, que serão entregues ao Sistema Firjan, responsável por levá-las até as vítimas.

     

    Metrô
    O Metrô Rio informou que recolhe, a partir de sexta-feira, donativos para as vítimas das chuvas, em parceria com a ONG Viva Rio. A coleta será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

    Rodovias
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também vai receber donativos a partir desta quinta-feira em postos montados nas principais rodovias da região. Dois postos irão funcionar 24 horas, no km 269 da BR-101, no trecho de Casemiro de Abreu, e na BR-101, no pedágio da Rio-Magé.

    Outros três postos devem funcionar das 8h às 17h, no km 109 da rodovia Washington Luís, e na Presidente Dutra, no km 133, próximo ao pedágio, e no km 227. Os donativos arrecadados serão entregues à Cruz Vermelha, que fará a distribuição.

    OAB-SP

    As 223 subseções da OAB-SP em todo o Estado de São Paulo recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha Brasileira, que intensificou a campanha nacional em prol das vítimas das enchentes no Sudeste do País, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro.

    Bancos
    O Banco Bradesco abriu uma conta uma conta corrente para receber doações em solidariedade às vítimas das enchentes que afetaram a região serrana do Rio de Janeiro. O fundo tem como nome do beneficiário “Fundo Estadual da Assistência Social” e está disponível na agência 6570-6 e conta corrente 2011-7.

    A Caixa Econômica Federal também abriu uma conta corrente para ajudar as vítimas das chuvas no estado do Rio de Janeiro. As doações aos moradores das regiões em estado de emergência podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro, número 2011-0, agência 0199, operação 006.

    O Itaú Unibanco lançou um programa de mobilização interna e externa, com o objetivo de multiplicar os esforços no atendimento imediato às vítimas das chuvas. A partir de sexta-feira, doações podem ser feitas no fundo que tem como nome do beneficiário “Fundo Estadual de Assistência Social do Rio de Janeiro” e está disponível na agência 5673 e conta corrente 00594-7. O número do banco Itaú é 341 e o CNPJ 02932524/0001-46. Os recursos serão direcionados para o Estado por meio de parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.

    Supermercados
    O grupo Pão de Açúcar montou postos de coletas de donativos nas 100 lojas da rede no Rio de Janeiro. As doações podem ser feitas nos supermercados Pão de Açúcar, ABC Compre Bem, Sendas, Extra Supermercados e Assaí. De acordo com a assessoria do grupo, o material será recolhido até o dia 26 de janeiro.

    Shoppings
    Os oito shoppings administrados pelo grupo Aliansce do Rio de Janeiro disponibilizou caixas de coleta de doações do Programa Aliansce Solidária, distribuídas nos shoppings Leblon, Via Parque, Grande Rio, Caxias, Bangu, Carioca, Passeio e Santa Cruz. O Center Shopping Rio, em Jacarepaguá, também recebe doações para os desabrigados das chuvas da região serrana. Serão recolhidos agasalhos, colchonetes, alimentos não perecíveis, água mineral e material de higiene pessoal.

    Nove shoppings da empresa BRMalls recebem donativos para os desabrigados das chuvas que atingiram a região serrana até o dia 31 de janeiro. Caixas de coleta foram colocadas no Center Shopping Rio, Fashion Mall, Ilha Plaza, NorteShopping, Plaza Shopping, Recreio Shopping, Rio Plaza, Shopping Tijuca e West Shopping. Os itens mais pedidos são alimentos não perecíveis, água potável, materiais de higiene pessoal, agasalhos e colchões. As

    Clubes de futebol
    O Flamengo recebe donativos na sede do clube, na Gávea, no Rio.

    CNBB
    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou uma campanha de arrecadação de donativos para as vítimas de toda a região Sudeste. Batizada SOS Sudeste, ela irá recolher dinheiro por meio de duas contas correntes: Conta 1490-8, Agência 1041 – OP. 003, Caixa Econômica Federal e Conta 32.000-5, Agência 3475-4, Banco do Brasil.

    A entidade também criticou a falta de ações preventivas dos governos locais e diz esperar que “as autoridades competentes se comprometam eficazmente na busca de solução para que catástrofes como estas a que assistimos não se repitam, vitimando milhares de pessoas”.

    Doação de sangue
    O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (HemoRio) solicita que a população doe sangue para atender as vítimas das chuvas. A doação pode ser feita na sede do instituto, na rua Frei Caneca, 8, na região central da cidade do Rio de Janeiro.

    Voluntários
    O Ministério de Saúde mobilizou cerca de 300 profissionais de saúde da rede hospitalar federal no Rio para reforçar o atendimento às vítimas e mais 50 voluntários foram deslocados para os municípios atingidos pelas enchentes. Para reforçar a equipe que presta os serviços na região, o Ministério cadastra voluntários por meio de um link no site da pasta na internet (www.saude.gov.br).

    Instituição de ensino
    A Unigranrio convocou seus funcionários, alunos e professores para ajudar as famílias que perderam suas casas nas chuvas, pedindo que cada um contribua com doações numa das 11 unidades do Estado. Haverá coleta de gêneros de primeira necessidade, que serão entregues à Cruz Vermelha (centro do Rio), responsável pela distribuição. Os seguintes itens são necessitados: água mineral, alimentos de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), sucos de caixa, leite em pó e afins, agasalhos, colchonetes, roupa de cama e banho, cobertores, material de higiene pessoal e de limpeza.


     

    A presidenta Dilma Rousseff pede conselho sobre algumas medidas governamentais que pretende tomar e quatrocentos líderes evangélicos se reúnem com ela e dizem: “Vá em frente, porque o Senhor abençoará você no que você está fazendo”.
    Contudo, tal resposta não satisfez a um amigo dela, que lhe diz: “Não sei não, companheira Dilma. Ando interessado em coisas espirituais, mas não senti genuinidade espiritual nesses conselhos. Será que não dá para trazer aqui alguém que realmente possa nos dizer o que Deus pensa sobre o que vamos fazer?”
    Dilma responde: “Sim, existe um homem, que se chama Micaías. Mas eu tenho ódio dele porque nunca diz sobre mim o que gosto de ouvir, mas só o que é ruim”.

    Micaías, o homem sem sintonia com o sistema

    Por insistência do amigo, Micaías é chamado a comparecer diante de Dilma, que lhe pergunta: “Micaías, pretendo dar continuidade às políticas de Lula sobre Israel, orientação sexual e interrupção da gravidez. O que você me diz? Terei a bênção de Deus?”
    “Ouça a Palavra do Senhor”, diz Micaías, que então entrega para Dilma a mensagem divina. Ela não gostou, mas o recado foi dado.
    Os quatrocentos líderes evangélicos se enfureceram com a falta de sintonia de Micaías: “Como é que você pode insinuar que a Palavra do Senhor está com você e que nós estamos com um espírito de mentira na nossa boca? Somos quatrocentos e você é somente um. Nós representamos a unidade da igreja no Brasil!”
    Dilma imediatamente desabafa: “Estão vendo? Esse Micaías não desagrada somente a mim; ele é odiado por seus próprios irmãos evangélicos! Eu prefiro mesmo os conselhos dos quatrocentos”. Então, dirigindo-se aos seus assessores, ela esbraveja: “Quero censura nos textos de Micaías! Façam o que for possível para sufocar a mensagem dele! Arranjem uma desculpa para mandá-lo para a cadeia: ‘homofobia’, sei lá. Quero ver esse cara ralando e comendo o pão que o diabo amassou!”
    Em seguida, suavizando a voz, ela diz: “Quanto aos meus queridos quatrocentos, confiram o que podemos fazer por eles: concessões de TV, rádio, etc. Toda e qualquer concessão possível. Quero também propagandas caras da Petrobras nas redes de televisão deles. Eu honro meus amigos”.
    Essa estória foi baseada num caso verídico registrado em 1 Reis 22:1-28, onde um real homem chamado Micaías falou para o rei Acabe o que ele não queria ouvir. A similaridade entre os conselheiros religiosos do governo do Israel antigo e os conselheiros evangélicos do Brasil moderno é fascinante, onde existe apenas uma diferença: não há um profeta Micaías para “incomodar” os governantes iníquos do Brasil.
    Dilma e Magno Malta

    Se Dilma quiser ouvir uma palavra agradável, ela pode chamar o Bispo Macedo. “Querido Macedo, você já recebeu o acordo de propaganda da Petrobras para sua TV Record? Que bom! Seu apoio ao aborto é um ânimo para mim!” Depois, ela confessa para Magno Malta: “Macedo será tão fiel a mim quanto foi ao Lula. Não fique com ciúmes, querido Malta. Você sabe que considero você também um leal companheiro”.

    A aliança dos quatrocentos e a “ilusão” conservadora

    Se a unidade é que faz a diferença, Dilma conta com um apoio fabuloso. Ela tem o Bispo Manoel Ferreira e agora também a recém fundada Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB), entidade de união evangélica cuja carta de princípios não revela explicitamente motivações políticas, mas cujos integrantes principais têm histórico comprovado de ligações com o PT, inclusive Ariovaldo Ramos, Paul Freston, Ricardo Gondim, Robinson Cavalcanti. A revista Ultimato é a patrocinadora principal da ACEB desde o princípio, conforme denunciei em 2009.
    Em sua edição de janeiro/fevereiro, a Ultimato traz um artigo de René Padilla, considerado o maior porta voz da Teologia da Missão Integral, versão protestante da marxista Teologia da Libertação. Essa edição da Ultimato trata abundantemente da ACEB e traz um artigo de Paul Freston, que se ocupou em manifestar uma fascinante síndrome de negação.
    A mídia esquerdista informou que a questão do aborto e a participação evangélica foi relevante na eleição. Mas Freston respondeu: “Os evangélicos não foram tão decisivos na eleição quanto muitos deles (e muitos opositores) pensam” (pág. 48.).
    A mídia esquerdista também informou que, desesperada, Dilma correu atrás dos evangélicos em busca de apoio durante a eleição. Mas Freston fez sinal de “não” aí também.
    Sorte não terem dito para Freston que o sol é amarelo, pois seu estado de negação falaria mais alto do que a realidade: “O sol é azul!”
    Portanto, esqueça tudo o que a própria imprensa esquerdista disse sobre evangélicos, conservadorismo e aborto — e esqueça o mais rápido possível, pois a união dos quatrocentos não pode sofrer nenhum abalo no apoio direto ou indireto à dona Dilma e sua ideologia.
    Se algum metido a Micaías tentasse insinuar que as questões do aborto e do homossexualismo foram fatores importantes na eleição presidencial passada, o “doutor” Paul Freston, que já foi membro de carteirinha do PT, responderia: “Vou dizer isso pela milésima vez: o conservadorismo não teve nenhum papel importante na eleição!”
    Será que Ariovaldo Ramos, que sempre apoiou Lula, concordaria com o companheiro Freston? Durante a eleição, Ariovaldo criou um manifesto público, declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”.
    Freston para Ari: “Por que tanto pavor, Ari? Não houve nenhuma onda de conservadorismo! Essa resistência contra o aborto foi puramente imaginária! Não podemos deixar uma fantasia dessa atrapalhar o avanço do progressismo! Não podemos desapontar nossos quatrocentos companheiros!”
    Não se surpreenda com Freston ou a própria Ultimato, que enxergam tudo pelas lentes da Teologia da Libertação. Aliás, na edição de novembro/dezembro da Ultimato, Freston disse sobre Santo Agostinho: “Agostinho acrescenta que ‘a cobiça dos ricos é insaciável’. Há uma semelhança com a Teologia da Libertação”. Por favor, não lhe peçam para interpretar Lutero ou Calvino.
    Conforme as oportunidades permitirem, as mesmas “semelhanças” vão surgir na ACEB e o histórico ideológico de seus atuais líderes vai garantir que isso aconteça. Afinal, Dilma e suas políticas progressistas precisam de apoio, e a turma da Teologia Missão Integral está muito animada com a vitória dela. Nas reuniões da ACEB, Ariovaldo Ramos, Paul Freston, Valdir Steuernagel, Robinson Cavalcanti e a Ultimato só achariam prematuro demais gritar “Aleluia” para o progressismo de Dilma agora. Vão ter de esperar a hora certa.
    O grande alívio da turma da ACEB é que não há concorrência. Sua voz é a única que se arroga à pretensão de representar todos os evangélicos do Brasil.
    Nem mesmo a questão do aborto e homossexualismo os impedirá de serem conselheiros prestativos no palácio da Dilma. Que o diga Ari, que sempre soube apoiar Lula (e Hugo Chavez!), independente do que Lula dissesse ou fizesse sobre essas duas questões.

    O antigo baalismo em moderna roupagem estatal

    No antigo Israel, quando se olhava para a questão do homossexualismo e sacrifício de bebês recém-nascidos, Baal era a motivação. Baal era a divindade que prometia provisão, saúde, educação, emprego e sexo ilimitável para as pessoas. Em troca de seus favores e ajudas, Baal exigia, prostituição, sodomia e sacrifício de bebês.
    Hoje, por causa da tecnologia, a sociedade não precisa mais matar bebês logo depois que nascem. Podem matá-los antes de nascer. E a mesma tecnologia permite que homens se disfarcem de mulheres, exclusivamente para as práticas da sodomia.
    Quando olhamos para a questão do homossexualismo e sacrifício de bebês em gestação por meio da ideologia do aborto, vemos que o Baal antigo se transfigurou numa moderna divindade estatal que, quer você a siga ou não, promete provisão, saúde, educação, emprego e sexo ilimitável para as pessoas. Quer você a siga ou não, a divindade estatal sobrecarregará você com impostos com a desculpa de cumprir suas promessas e “ajudar os pobres”, e depois sobrecarrega você com prostituição e ofertas de aborto. Para seus filhos, haverá doutrinação homossexual nas escolas.
    Quem pode enfrentar esse espírito de Baal transfigurado em divindade estatal? Quem pode desafiar o sistema de homossexualismo e sacrifício de bebês? Não os sociólogos, não os filósofos, não os ideólogos e não os teólogos, por mais evangélicos que aparentem ser. Somente os homens que são verdadeiramente movidos por Deus.
    O primeiro encontro profético do rei Acabe não foi com Micaías. Foi com Elias, onde quatrocentos profetas de Baal (o deus do homossexualismo e sacrifício de bebês) desafiaram e perderam.
    Os quatrocentos profetas falavam a partir de sua base de ligação com o sistema.
    Micaías e Elias falavam a partir de sua base de ligação com Deus e sua palavra profética. Nenhum dos dois nunca teve carteirinha do partido do rei Acabe. Nenhum dos dois tinha ligação com um sistema que usa os pobres para cometer crimes. Suas profecias se cumpriram, e Deus julgou Israel, seu governo, seu povo e os que adulavam, em nome de Deus, governantes ímpios.

    Em nome dos pobres, vale tudo

    A ética socialista e progressista prega uma suposta defesa aos pobres que justifica toda e qualquer atrocidade. Assim, os mais de 100 milhões de assassinatos mundiais cometidos em nome do socialismo estão totalmente perdoados. O envolvimento de Dilma com o terrorismo comunista no passado, que tinha como objetivo implantar no Brasil uma ditadura de inspiração soviética, está também desculpado. Para eles, o que vale é a causa, não o resultado.
    Enquanto as lideranças progressistas da ACEB se alegram com a suposta preocupação de Dilma com os pobres e não olham para mais nada, ela vai selecionando ministros claramente pró-aborto e pró-homossexualismo, desrespeitando os sentimentos da vasta maioria do povo brasileiro. O show — ops, o culto! — de Baal tem de continuar.
    Portanto, temos no Brasil o quadro quase perfeito do Israel antigo. Recentemente, tivemos a versão brasileira do rei Acabe. Agora, temos a versão brasileira da rainha Jezabel. Temos até a versão brasileira dos quatrocentos que, em nome de Deus, falam todas as palavras de adulação que o governo quer ouvir. São os profetas da Teologia da Libertação.
    Entretanto, onde está a versão brasileira do profeta Micaías, para incomodar os governantes e seu baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo? Onde está Micaías, para dizer todas as palavras desagradáveis que o governo não quer ouvir?
    Dona Dilma não está preocupada: ela tem seus quatrocentos para apoiá-la e dar um tabefe na cara de Micaías. (Ver 1 Reis 22:24)

     

    QUEM O CRIOU?
    Lúcifer : Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28:15]

    COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
    Lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28:12,13]

    ONDE VOCÊ MORAVA?
    Lúcifer : No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28:13]

    QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
    Lúcifer : Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando.[Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4]

    ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
    Lúcifer : (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28:13]

    O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
    Lúcifer : Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17]

    O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
    Lúcifer : Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14:12-14]

    O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
    Lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12:3,4]

    COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
    Lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1Pedro 5:8]

    QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
    Lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas ideias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 coríntios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9]

    E SOBRE O FUTURO?
    Lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco.

    [Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15]

    Medite nessa mensagem. Vejam que foi elaborada com base nos versículos bíblicos, por isso é uma ilustração da mais pura verdade.

    “Como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações.”

    Hebreus 3:7,8

    “Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos.”

    João 15:13
    Hu Chuang morreu aos 26 anos. O chinês era tão fanático por computador que a família resolveu fazer um túmulo bem adequado no cemitério de Chongqing…

    Na tela do “computador” de mármore são informadas as datas de nascimento e morte de Hu, que se deu quando ele escrevia emails para amigos, segundo o “Austrian Times”. O túmulo também tem teclado e mouse.

    “Os pais mantiveram a conta de email de Hu aberta e têm estimulado os amigos a continuarem a enviar mensagens porque – quem sabe? – talvez ele possa ler lá do outro lado”, disse um amigo do geek.

    Bem, se Hu quiser enviar uma mensagem do além terá tecnologia ao seu dispor.
    ***

    Será que vai ter um computador esperando ele?

    Telefones de Emergência

    Bombeiros 193
    Polícia 190
    Ambulância 192
    Defesa Civil 199

    Telefones Úteis

    Anjos do Asfalto 2590-2121
    Centro de Valorização da Vida 2233-9191
    Crianças Desaparecidas (9h às 18h) 2286-8337
    Delegacia da Mulher 3399-3690
    Disque Denúncia 2253-1177
    Instituto Médico Legal 3399-3853 / 2242-1832
    Intoxicação 2573-3244
    Plantão e Autorização de Viagens 2293-8697
    Polícia Civil 3399-3217
    Polícia Federal 2291-2142
    Polícia Rodoviária Estadual 3399-4857 / 2625-1530
    Polícia Rodoviária Federal 2471-6111
    Salvaero 2220-0515
    Salvamar 2253-6572
    S.O.S. Criança Abrapia (8h às 18h) 2589-5656
    Achados e Perdidos (8h às 17h) 2563-1159
    Aerobarco 2533-4343
    Aeroporto Internacional (24 horas) 3398-5050 / 0800-999099
    Aeroporto Jacarepaguá 3325-2833
    Aeroporto Santos Dumont 0800-244646
    AFDM – Brasil (9h às 17h) 2507-4558
    Al-Anon Orientação a Famílias de Alcoólicos (9:30h às 17:30h) 2220-5065
    Alcoólicos Anônimos 2253-9283 / 2233-4813 / 2240-6738
    Banco de Olhos 2285-6229
    Barcas 2533-6661
    Capitania dos Portos 3870-5320 / 2233-8412
    Cet-Rio (8h às 20h) 2252-4067
    Comlurb / Desratização 2566-1531
    Cedae 2297-0195
    CEG 0800-240197
    DETRAN (Serviço de Atendimento ao Cliente) 2460-4042
    DETRAN (Disque Habilitação) 2460-4041
    DETRAN (Disque Vistoria) 2460-4040
    Disque Aids (12h às 18h) 2518-2221
    DNER (Geral) 2263-7267 / 2263-5668
    FEEMA (10h às 16:30h) 2589-0066
    Fiscalização Sanitária (8h às 17h) 2503-2280 / 2503-2281
    Fiscalização Sanitária (17h às 6h) dias úteis 2254-2100
    Supervia (Trens Urbanos) 2588-9494
    Grupo de Apoio à Vida (7h às 22h) 2240-0483 / 2262-4141
    Grupo pela VIDDA (9h às 20h) 2518-3993
    IBAMA 0800-618080
    INSS (7h às 19h) – PREVFONE 0800-780191
    Inst. Felix Pacheco (IFP) (9h às 16h) 2293-8096
    Ligue Educação (9h às 17h) 2503-2000
    Luz e Força (DISQUE LIGHT) 0800-210196
    Metrô (Serviço de Atendimento ao Cliente) 2483-5357
    Narcóticos Anônimos 2533-5015
    Neuróticos Anônimos 2233-0220
    Procon 1512
    Programa Rio Transplante (Informações) 2587-6444 / 2587-6464
    Programa Rio Transplante (Notificação de Morte Encefálica) 2587-6111
    Receita Federal (10h às 16h) 0800-780300
    RioTur (9h às 18h) 2542-8080
    Rodoviária Novo Rio 2291-5151
    Teleburaco (9h às 17h) 2589-1234
    Telegrama Fonado 0800-5700100
    Telejardim (9h às 16h) 2232-4398
    Hospital Rocha Maia (Botafogo) 2295-2121 / 2295-2295
    Hospital Municipal Miguel Couto (Gávea) 2274-2121 / 2274-6050
    Hospital de Ipanema (Ipanema) 2287-2322
    Hospital da Lagoa (Jardim Botânico) 2294-5582
    Hospital Municipal Souza Aguiar (Centro) 2221-2121 / 2296-4114
    Hospital dos Servidores do Estado (Centro) 2291-3131
    Hospital do Andaraí (Andaraí) 2268-4412
    Hospital Geral de Bonsucesso (Bonsucesso) 2560-6882
    Centro de Prom. Social Abrigo Cristo Redentor (Bonsucesso) 2260-9322 / 2260-4388
    Hospital Universitário da UFRJ (Ilha do Fundão) 2564-2010
    Hospital Municipal Paulino Werneck (Ilha do Governador) 3396-0123
    Hospital N.Sra do Loreto (Ilha do Governador) 2462-1630
    Policlínica Piquet Carneiro (Mangueira) 2568-7722
    Hospital Municipal Salgado Filho (Meier) 2501-0112 / 2501-2121
    Hospital Estadual Getúlio Vargas (Penha) 2560-7772 / 2590-1042
    Hospital de Piedade (Piedade) 2289-0349 / 2597-1132
    Hospital Carmela Dutra (Rocha Miranda) 3372-6820 / 3372-6600
    Hospital Univ.Gaffrée Guinle (Tijuca) 2568-9760 / 2569-5925
    Hospital Universitário Pedro Ernesto (Vila Isabel) 2587-6100
    Hospital Municipal Lourenço Jorge (Barra da Tijuca)
    Hospital Estadual Rocha Faria (Campo Grande) 3394-0123
    Hospital Raphael Paula Souza (Curicica) 2445-0279
    Hospital Geral Cardoso Fontes (Jacarepaguá) 2425-2255
    Hospital Estadual Carlos Chagas (Marechal Hermes) 3390-0123
    Hospital Estadual Albert Schweitzer (Realengo) 3331-0123
    Hospital Estadual Pedro II (Santa Cruz) 3395-0123
    Policlínica Guarnição da Vila Militar (Vila Militar) 2457-4911
    Instituto Psiquiátrico Philipe Pinel – Psiquiatria (Botafogo) 2542-3049
    Hospital do Câncer – Oncologia – Instituto Nacional do Câncer (Centro) 2217-4110
    Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia – Ortopedia (Centro) 2297-7772
    Centro Psiquiátrico Pedro II – Psiquiatria (Engenho de Dentro) 2597-4242 / 2269-2121
    Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária – Dermatologia (Jacarepaguá) – antigo Hospital Estadual Colônia Curupaiti (Hanseníase) 2423-3138
    Hospital de Cardiologia de Laranjeiras – Cardiologia (Laranjeiras) 2285-3344
    Hospital Luiza Gomes de Lemoss – Oncologia – Instituto Nacional do Câncer (Vila Isabel) 2577-4242
    Instituto de Ginecologia da UFRJ – Ginecologia (Centro) 2221-7577
    Hospital Maternidade da Praça XV – Maternidade (Centro) 2507-6001
    Hospital Maternidade Carmela Dutra – Maternidade (Lins de Vasconcelos) 2597-3552
    Hospital e Maternidade Alexander Fleming – Maternidade (Marechal Hermes) 2450-2580 / 2450-2062
    Maternidade Leila Diniz – Maternidade (Jacarepaguá) 2445-0279
    Maternidade Escola UFRJ – Maternidade (Laranjeiras) 2285-7935
    Instituto Fernandes Figueira – Maternidade (Flamengo) 2553-0052
    Instituto Municipal da Mulher Fernando Magalhães – Maternidade (São Cristóvão) 2580-8343
    Unidade Integrada de Saúde Herculano Pinheiro – Maternidade (Madureira) 3390-0180
    Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira UFRJ – Pediatria (Ilha do Fundão) 2590-4742 / 2590-4290
    Hospital Municipal Salles Neto – Pediatria (Rio Comprido) 2273-1127
    Hospital Municipal Jesus – Pediatria (Vila Isabel) 2569-4088
    Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro – Cardiologia (Humaitá) 2286-7272
    Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione – Endocrinologia (Centro) 2221-7577
    Hospital Evandro Chagas – FIOCRUZ – Doenças Infecto-Contagiosas (Manguinhos) 2290-1943 / 2598-4242
    Instituto de Infectologia São Sebastião – Doenças Infecto-Contagiosas (Caju) 2580-0868
    Hospital Municipal Barata Ribeiro – Ortopedia (Mangueira) 2568-9122
    Hospital de Oncologia – Oncologia – Instituto Nacional do Câncer (Santo Cristo) 2516-1404
    Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti – Hematologia (Centro) 2242-6080
    Instituto Municipal de Medicina Física Oscar Clarck – Medicina Física (Maracanã) 2568-0354
    Instituto Estadual de Radiologia Manuel de Abreu – Radiologia (Centro) 2232-0530
    Hospital Estadual Santa Maria – Tisiologia e Pneumologia (Jacarepaguá) 2446-4455
    Colônia Juliano Moreira – Psiquiatria (Taquara) 2446-5177
    Instituto de Psiquiatria UFRJ – Psiquiatria (Botafogo) 2295-2549
    Instituto de Neurologia Deolindo Couto – Neurologia (Botafogo) 2295-6282
    Instituto de Geriatria e Gerontologia Miguel Pedro – Geriatria (Vila Isabel) 2569-7929
    Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman – Veterinária (Mangueira) 2254-2100

    Telefones Prefeitura Rio de Janeiro

    Geral – 2503-3000
    Telefone de mesa geral da prefeitura.

    Alô Riotur – 2542-8080 / 2542-8004 / 0800 7071808 das 9h às 17hs, dias úteis. Informações turísticas sobre a cidade do Rio de Janeiro.

    Defesa Civil – 199 – 24 horas
    Atende casos de calamidade pública.

    Disque Árvore – 2221-2574 das 09h às 18h, dias úteis
    Poda, remoção de árvores e conservação de praças.

    Centro de Controle da Guarda Municipal – 0800 211532 – 24 horas
    Solicitações sobre trânsito e ordem pública.

    Disque IPTU – 2503-2003 – das 09h às 17h, dias úteis
    Informações sobre o IPTU.

    Disque Luz – 2507-5151– 24 horas
    Iluminação publica.

    Disque Previrio – 2273-3000 – das 08h às 18h, dias úteis
    Informações para segurados e pensionistas do Município.

    Disque Processo – 2503-3333 – das 08h às 18h, dias úteis
    Informações sobre processos municipais.

    Disque Sinal – 2508-5500 tecle3 – 24 horas
    Reparo ou instalação de sinais de trânsito.

    Ligue Educação – 2503-2000 – das 09h às 17h, dias úteis
    Informações sobre a Rede Municipal de Ensino.

    Central de Atendimento Multirio – 2528-8282 – das 09h às 17h, dias úteis. Informações sobre a Multirio, empresa de Multimeios da Prefeitura, voltada para a educação.

    População de Rua – 2502-1717 / 2502-9041– 24 horas
    Acolhimento de crianças e adolescentes que moram nas ruas.

    Teleburaco – 2589-1234 – das 08h às 17h, dias úteis
    Serviços de tapa-buracos e bueiros de águas pluviais.

    Telecomlurb (Limpeza Pública) – 2204-9999 – 24 horas
    Limpeza de logradouros públicos e remoção de entulhos.

    Teledengue – 2575-0007 – das 06h às 22h, dias úteis
    Informações sobre dengue.

    Teleordem – 2503-3264 / 2503-3683 – das 09h às 17h, dias úteis
    Reclamações de irregularidades relativas a posturas municipais.

    Telesaúde – 2273-0846 – das 09h às 18h, dias úteis
    Assuntos ligados à saúde no Município.

    Disque Transportes – 3806-0194 – No horário de 07h às 19h em dias úteis. (para consulta de andamento de processos e esclarecimentos de dúvidas referentes a infrações de trânsito municipais).

    Vigilância Sanitária – 2503-2280 / 2215-0690 – das 08h às 17h, dias úteis. Inspeção de saúde e limpeza em locais públicos e estabelecimentos.

     

    Acho que todo brasileiro gosta de novela e nem adianta fazer cara dizendo “Eu mesmo não!” afinal a paixão nacional não fica apenas com o futebol, as novelas também contribuem para o nosso momento de distração.

    E começo com a seguinte pergunta; “Você acha que as novelas retratam bem a diversidade GLBT”?

    Dêem sua opinião ou nota de 1 a 10 para os desfechos de cada trama ou personagem e vamos saber se a maior fábrica de novela do planeta, anda pisando na bola neste quesito. Se você não esta lembrando? Aqui! Você vai encontrar algumas das principais novelas que marcaram os corações de muitos brasileiros.

     

     

    1- Em “Mulheres Apaixonadas”, Clara e Rafaela se apaixonaram enquanto estavam no terceiro colegial, enfrentando o preconceito dos colegas. No final, elas dão um selinho ao interpretarem Romeu e Julieta em uma peça da escola. Atrizes – (Aline Moraes e Paula Picarelli).

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    2 – “Senhora do Destino”, a médica Eleonora começa um namoro com a milionária Jenifer. Do outro lado da novela, temos Ubiracy (Luiz Henrique Nogueira), que namorava Turcão (Marco Vilela). Atrizes – (Mylla Christie e Bárbara Borges).

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    3 - “América” foi talvez a novela que abordou com mais seriedade um relacionamento homossexual. Júnior (Bruno Gagliasso) morava no interior com sua mãe. Ele não compreendia o fato de não sentir atração por mulheres, até que conhece o caubói Zeca (Erom Cordeiro), por quem se apaixona. A Globo bem que prometeu um beijo gay no final (que foi até gravado), mas não o exibiu de última hora. Indignado, Bruno Gagliasso disse que chorou pelo fato da cena não ter ido ao ar.

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    4 – O médico Rubinho (Fernando Eiras) é casado com outro homem, o músico Marcelo (Thiago Picchi), novela “Paginas da Vida”. Todos os seus amigos sabem do relacionamento de ambos. No final da novela, eles viram pais, adotando o filho da empregada. Atores – (Fernando Eiras e Thiago Pichi).

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    5 – Em “Paraíso Tropical” o casal Rodrigo e Tiago eram um casal consolidado na novela. Eles moravam juntos e trabalhavam num hotel em Copacabana. Na mesma trama, o homossexual Hugo (Marcelo Laham) inventa um casamento falso com Taís (Alessandra Negrini) para esconder de seus pais o namoro com Felipe (Miguel Kelner). Atores – (Carlos Casagrande e Sérgio Abreu).

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    6 – Em “Duas Caras” Bernardinho sempre foi incompreendido por sua família por suas feições delicadas. Ele mantinha uma relação de amor e ódio com Carlão (Lugui Palhares), que nunca assumia seu interesse definitivo pelo garoto. No final, eles acabam juntos. Sem beijo, é claro. Atores – (Thiago Mendonça e Lugui Palhares).

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    7 – Na novela “A Favorita” Stela (Paula Burlamaqui) foi casada com outra mulher, com quem criou um filho chamado Gabriel (Bruno Bezerra). Mais tarde, ela se interessa por Catarina (Lilia Cabral). No final da trama, o destino das duas ficou em aberto quando elas viajaram juntas, longe dos cafajestes homens que as rodearam.

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    Também na novela “A Favorita”, Orlandinho era um rapaz confuso. Primeiro apaixonado por Halley (Cauã Reymond), caiu nas graças de Maria do Céu (Deborah Secco) no final da trama. Teve gente que se mostrou contrária ao relacionamento. Ator – (Iran Malfitano).

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    8 - Atual novela das 7 - “Caras e Bocas”, o personagem Cássio assumidamente homossexual. O ator Marco Pigossi, 20 anos, que na trama interpreta um fashionista, amigo de Simone (Ingrid Guimarães).

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    A Coca-Cola usa sua propaganda para fazer apologia ao homossexualismo no Egito, mesmo sabendo que a prática homossexual é abominada naquela nação por questões culturais e religiosas.

    É o avanço atrevido da agenda gay internacional, onde valores religiosos e culturais vão sendo afrontados dia a dia.

    Na peça publicitária, dois homens estão no cinema, e um usa a mão do outro para abrir a garrafa do refrigerante. A sutilieza da propaganda certamente passa despercebida pela maioria dos egípcios ou é vista com tom humorístico. Grupos gays estão elogiando a Coca-Cola por tamanha ousadia.

     

    Homofobia é uma palavra recentemente inventada, resultante da fusão de homossexualismo + fobia, e significa horror ao homossexualismo. Este horror seria algo de malsão, para os que têm simpatia por este vício. Muitos neologismos podem ser construídos da mesma maneira, por exemplo a atualíssima latrofobia, que exprime o horror ao ladrão, ao assaltante, à falta de segurança.

    Mas imagine o leitor que ouviu a seguinte conversa:

    “Precisamos acabar com a latrofobia ! o horror ao ladrão é uma das mazelas de nosso tempo! Como a homofobia, é um velho preconceito! Uma discriminação contra um pobre amigo do alheio, uma vítima da sociedade. Tudo iria melhor se soubermos banir de nossas mentes esta latrofobia que preocupa tanto nossa gente!”

    Palavras loucas! Pois o roubo é e sempre será um mal. Portanto, a latrofobia (recusa do ladrão) é saudável, de forma que todo o parágrafo acima é um disparate. Isto está ao alcance de todos.

    E aqui chego ao ponto desejado neste artigo, que é analisar a tentativa de punir o que chamam de homofobia. Se é um absurdo castigar a latrofobia, também é uma aberração punir a homofobia. Mas não falta quem o deseje.

    Acontece que a prática homossexual também é e sempre será um mal, que pode e deve ser reprovado. Vale, portanto, para essa prática, de uma maneira geral, o que foi dito sobre a latrofobia. Tanto o roubo como a prática homossexual merecem nossa repulsa. Não estamos comparando os viciados em atos homossexuais a ladrões; são coisas bem diferentes, nem estamos criando nenhum caso pessoal com uma acusação ou insinuação, mas dizemos com firmeza que uns e outros são dignos da maior reprovação.

    Não se trata de um preconceito. Preconceito á uma conclusão a que se chega antes da devida análise. Julgar que o homossexualismo é isento de culpa, só porque o vizinho é homossexual ou apenas para seguir a moda, isto sim é um preconceito.

    Não se está querendo fazer alusão pessoal a ninguém. Mas a Sagrada Escritura é não apenas clara, mas severíssima, a respeito do homossexualismo. Diz São Paulo, na Epístola aos Romanos (1, 24-32):

    “Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza. [...] São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, eles não somente as praticam, como também aprovam os que as cometem”.

    Terão os adversários da homofobia coragem de censurar publicamente estas palavras de São Paulo? E os mais de vinte séculos de História da Igreja? Se o Apóstolo vivesse em nossa época, considerariam suas palavras um crime? Diriam que ele é um doloso homófobo? E o colocariam num cárcere?